Instintos Cruéis

Instintos Cruéis Carrie Jones




Resenhas - Instintos Cruéis


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Jules 14/05/2011

“Instintos Cruéis” foi uma obra que me decepcionou bastante. O livro não me impressionou em absolutamente nada. E aqui, eis os pontos positivos e negativos que identifiquei ao longo da leitura.

A premissa de “Instintos Cruéis” é bastante interessante. Trazendo um tema sobrenatural aos jovens leitores através de uma adolescente compulsiva por fobias. A jovem não lida bem com a perda do padrasto e enfrenta o fato de sua mãe despachá-la para o Maine para morar com a avó – contra a sua vontade.

Carrie Jones nos apresenta criaturas como metamorfos e fadas. Na verdade, não são fadas como as que conhecemos. Aqui, ela os chama de pixies. Vamos entendê-los melhor:

- Os pixies possuem um Rei e este rei necessita de uma rainha. A cada década o rei sente necessidade de acoplar com a rainha, de forma que ele não enfraqueça e não perca o poder de seu reino. Pois, quando os pixies notam que seu rei não esta forte, eles podem se rebelar. E também, sem uma rainha, o rei necessita de sangue de jovens adolescentes – do sexo masculino – para se alimentar.

Basicamente, os pixies são quase como os vampiros. Digo isso porque se alimentam de sangue, não podem andar na luz do sol – há ocasiões em que podem – e não podem entrar em uma casa sem serem convidados.

- Os metamorfos são humanos capazes de tomar uma forma animal. Os pixies os temem. Pode-se dizer que estes fazem o papel de “guardiões” da humanidade, que protegem as pessoas dos pixies.

Falando um pouco sobre os personagens:

- Zara: é a protagonista e narradora do livro. Para algumas pessoas, esta será a típica mocinha que vai irritá-lo durante toda a leitura. A jovem dramatiza demais tudo a sua volta e isso pode se tornar maçante. Por perder seu padrasto – que era um verdadeiro pai para ela –, Zara vê seu mundo ruir e passa longas páginas lamentando e remoendo a perda. Além de tudo, sua inocência – para não dizer “falta de inteligência” – espanta o leitor. Coisas óbvias passam despercebidas por ela e também, Zara tem uma resistência grande em acreditar que o sobrenatural existe e esta atrás dela – por algum motivo.

Devo acrescentar que, Zara me lembrou muito a Bella Swan de “Crepúsculo”. Pois, ela se muda para uma cidade pequena e fria, ganha um carro assim que chega a cidade e escorrega na neve quando vai em direção ao carro em seu primeiro dia de aula.

- Nick: o típico garoto bonito que faz com que a protagonista de desmanche de amores. Este personagem não é digno de horror – por ser um clichê – alguns leitores poderão gostar do mocinho, que não é irritante e nem monótono. Nick possui um intenso instinto protetor, quase como se fosse um cão de guarda. Sempre ligado em tudo e atento a qualquer coisa errada. Ele imediatamente se aproxima de Zara e cria um afeto e carinho que mais a frente, poderá ser algo mais.

- Mãe da Zara: por algum motivo, ela decide que Zara deve passar um tempo com a avó, no Maine. Entretanto, ela esconde um grande segredo da filha, algo relacionado ao seu passado e ao passado de seu ex-marido (padrasto de Zara).

Existem outros personagens como Devyn, Betty, Issie, Ian e Megan. Mas, decidi me ater aos que são mais importantes.

A escrita de Carrie Jones é um pouco vaga. A construção de toda a história não é bem feita e tudo acontece extremamente rápido. Cenas em que deveríamos sentir pena ou terror, não nos fazem sentir nada justamente pela forma como a autora coloca tudo. Além de quê, algumas falas estão confusas por causa de um erro da editora, que decidiu colocas as falas entre aspas e não o tradicional travessão. Resumindo, existe aspas onde não tinha nenhuma fala. E como a narrativa é em primeira pessoa, imagine que confuso ficou.

Uma das coisas que iremos ver muito durante a leitura é palavras no diminutivo, tais como: fofinho, cachorrinho, pequenininho, lindinho e etc. Isso pode – e certamente – irá irritar alguns leitores. O uso excessivo do diminutivo torna toda a história ainda mais infantil do que ela realmente é.
Annie 26/06/2011minha estante
Você conseguiu sintetizar meu pensamento e a minha decepção! Eu sei que muita gente amou o livro e é fã da autora, mas essa história não me empolgou em nada.


Gabi 05/08/2011minha estante
Adorei sua resenha. Apesar de ter gostado do livro, concordo com tudo o que você falou. Eu me senti relendo Crepúsculo. E teve uma coisa que me irritou muito, não sei se foi a autora ou a editora, mas tudo que a Zara falava era "não vou não; não gosto não; lá não era assim não; não se preocupe não" o livro todo, aquele "não" desnecessário no final da frase me irritava profundamente, e também o fato de todo mundo ser/ falar "de boa". E eu também me confundi muito com as aspas.
E quero acrescentar mais uma coisa: Nick, superprotetor, lembra quem? Edward Cullen.
A história tinha de tudo pra ser ótima, faltaram apenas criatividade da autora, e um cuidado maior da editora.


Nora 17/10/2011minha estante
É isso mesmo. Achei esse livro tão vazio e você tocou na maioria dos pontos que me incomodaram. Tem mais algumas coisas(como o final, por exemplo), mas tudo ficou bem resumido na sua resenha




Desi Gusson 24/01/2012

Woods and Werewolves and Pixes... Oh My!
Quando o livro foi lançado, lá em Novembro de 2010, não fiquei muito empolgada com a sinopse. Juro, pensei que nem ia comprar, mas eu tenho uma coisa com coleções. Quando vejo os trabalhos da Underworld tenho vontade de tê-los, seja pela proposta, pela capa ou pelo imenso carinho (e humanidade) que o pessoal da editora tem com os livros e os leitores.

Instintos Cruéis é possivelmente um dos primeiros títulos estrangeiros no catálogo da Under, que, como muitas coisas na vida, deu seus tropeços no início. Pequenos erros de tradução não me incomodaram muito, o problema é a forma como a estória é contada. Se Carrie Jones escrevesse tão bem diálogos quanto ela escreve as divagações internas de Zara, o livro seria muito melhor. Quero dizer, quantas vezes uma pessoa pode dizer fofo, fofinho, fofura, numa mesma conversa antes de ser considerada mucho loca?

Outra coisa que simplesmente não desceu foi a construção de alguns personagens. Nick Colt, le mocinho, era dito o bad boy por todos no colégio, mas, pelo menos até onde a visão de Zara alcançava, ele era um cara super bacana! O mesmo com Megan e Ian, supostamente as pessoas mais arrogantes da escola, supostamente. Ficaram muito apagados, em tons pastel, por um longo tempo.

Agora Zara, essa menina é um verdadeiro quebra-cabeças. Ela está só o pó, completamente sem chão ou vontade de seguir em frente quando é mandada para o Maine. Não é pra menos também, o pai da moça morreu na frente dela de um ataque do coração fulminante. Ela usa sua fixação por fobias como escudo para as situações difíceis da vida, ou seja, vamos aprender muuuitos nomes estranhos engraçados de medos.

“Coleciono medos como outros colecionam selos, e isso faz com que eu pareça mais estranha do que na verdade sou. Essa é a minha praia. Esse lance dos medos. Fobias.”

Não Zara, meu bem, nós nunca pensaríamos mal de você só por causa de uma maniazinha à toa. Nós pensaríamos muito mal de você caso insistisse em não ver o quanto o Nick gosta de você! Sim, ela passa mais da metade do livro acreditando que o cara-mais-legal-do-mundo a ODEIA. Por quê? Não sei, mulher é um bicho estranho.

Retomando!

Adorei esse lance, cada capítulo vem com uma ‘bia’ diferente (uma compilação mesmo) e lá nos cafundós do Maine, material é o que não vai faltar. Afinal de contas, tem um cara perseguindo ela. De acordo com seus novos amigos, Issie e Devyn, o tal cara tem tudo pra ser um pixie, tipo uma fada. Só que com uma sede de sangue humano aplacável apenas por uma rainha.

Quem tem tudo pra ser a Zara.

Vamos juntar isso a um ambiente bem tenebroso e gelado, adolescente sequestrados, habitantes muito estranhos, mitos, superstições, um passado familiar mal explicado e aparições um tanto quanto malignas.
Recomendo que leia esse livro a noite, sem nenhuma interferência externa. Eu queria fazer a coisa fluir, mas era interrompida constantemente pelos latidos da Luiza, uma dos TREZE cachorros com nome de gente da minha vizinha, por que essa Luiza não vai pro Canadá? Hahá #piadafail

Enfim, terminei necessitando saber o que viria a seguir e querendo mais e mais coisas sobre o mundo dos pixies, das fadas, elfos e coisas encantadas. Se você está afim de uma leitura leve, rápida e com um final marcante, vá atrás de Instintos Cruéis. Não é um livro que passará em branco.
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Alex Bastos 21/06/2012

Uma garota melancólica muda-se sem a mãe para uma cidade pequena (fria, nublada e bucólica) nos Estados Unidos onde criaturas lendárias vivem. É, você já viu essa trama antes em outros incontáveis livros Young Adult de autor@s que seguiram os passos da Saga Crepúsculo, mas diferente da história criada por Stephenie Meyer, essa não funcionou.
Zara White é uma jovem que aprecia decorar o nome de todas as fobias existentes, tendo em mente que quando você coloca o nome em algo, isso fica menos assustador. Seu padrasto acabara de falecer e para que não acabe entrando em uma depressão ela é enviada pela mãe para morar com sua avó Betty.
O contexto órfão/cidade nova, usado por muit@s escritor@s para colocarem a sensação de ‘não pertenço a este lugar’, comum para qualquer jovem – leitor ou não – é usada de forma errada porque a protagonista é cansativa e todos os personagens secundários parecem a mesma pessoa com a voz igual nos diálogos.
As criaturas da vez são metamorfos e pixies. Pixie é uma espécie de fada malvada cuja mitologia a autora trabalhou de maneira tão malfeita que no fim não passam de vampiros disfarçados. Aparentemente o rei dos pixies perdeu sua rainha e está seguindo Zara, enquanto isso jovens desaparecidos na cidade servem para saciar a sede de sangue do rei e de sua corte assustadora. As únicas defesas de Zara são o ferro e os metamorfos, protetores naturais dos humanos, blábláblá já vi isso antes.

Posso ser chato, mas já vi fadas muito mais originais – Tithe – Fadas ousadas emodernas, Holly Black - ou metamorfos mais legais – Os Instrumentos Mortais, Cassandra Claire.
Não só nas coisas inexistentes a autora é restritiva, mas também nas coisas reais como a Anistia Internacional, a ONG que Zara faz parte. Acredito que uma pesquisa mais profunda não faz mal pra ninguém. Outro ponto cansativo é a homenagem que a autora faz para Stephen King, tudo bem que ele é reconhecido mundialmente e nasceu no mesmo estado que ela, mas tem um ponto em que parei e pensei: Ok Carrie, já entendi que você é fã dele, pode prosseguir. Grato.
A autora coloca coisas óbvias para o leitor e demora páginas desnecessárias para reafirmar certezas explícitas MENOS para a narradora. Esse mesmo problema fez com que eu odiasse a série Fallen.
Como consumidor tenho um ponto bem negativo para falar quando lembro da Editora Underworld, a preocupação com o design parece muito mais importante que a responsabilidade sobre a tríplice tradução/revisão/copidesque. Já deixei de ler a versão nacional de Frente de Tempestade por encontrar erros na primeira página do livro... e por aí vai.
Segue um dos exemplos menos prejudiciais de todo o tomo: “Ah-ham.” Dou um segundinho antes de continuar a falar, porque eu sei que deve ela deve estar...
O livro tem um fim bacana, original. Mas é o fim do começo, já que é uma série. Posso ter sido extremamente crítico e deixado de aproveitar a diversão sem compromisso que talvez fosse o interesse final, mas no meu atual perfil de leitor, ‘Instintos Cruéis’ não foi uma obra agradável e sim cansativa.
Lu 26/06/2013minha estante
Excelente resenha! Parabéns!




Murphy'sLibrary 31/01/2011

(review postada em Murphy's Library - http://br.murphyslibrary.com/ - avaliada como 2.5 estrelas lá)

Zara está tentando lidar com a morte de seu pai—padrasto, na verdade, mas foi ele quem a criou, então, pra ela, é seu pai—quando sua mãe a manda morar com a avó numa cidadezinha no estado de Maine. Ela não concorda com a decisão da mãe, mas não tem nada que ela possa fazer...

Zara está longe de ser uma garota comum. Ela tem um monte de fobias—e sabe o nome de todas elas. Aliás, cada capítulo do livro tem o nome de uma fobia. Ela é a garota nova na cidade, aquela que todo mundo já ouviu falar a respeito. Logo ela se torna amiga de Issie e Devyn, e parece que há dois garotos disputando sua atenção, Nick e Ian. Nick parece ser superprotetor—todos dizem que ele está agindo assim desde que garotos começaram a desaparecer na cidade—, e Ian fala pra ela ficar longe de Nick.

Acontece que logo Zara percebe que alguém a está observando. Um cara a está seguindo—ela já o viu várias vezes—, e quando Devyn e Issie começam a pesquisar a respeito, eles descobrem que o cara deve ser um pixie, e que ele provavelmente está por trás dos desaparecimentos dos garotos. Eles acreditam que o pixie quer que Zara seja sua Rainha, para acabar com sua necessidade de sangue.

Eu odiei a Zara. Ela demora demais pra fazer qualquer coisa, pra se ligar do que está acontecendo. Eu queria dar uns chacoalhões nela em vários momentos durante o livro. Não me entendam mal, eu sei o que é sentir falta de alguém que você ama e morreu, e eu sei o que é não sentir nada. Mas mesmo quando ela começa a melhorar da depressão, continuou me incomodando o fato de que ela é muito lerda, ela demora demais pra juntar as peças do quebra-cabeças. A a coisa toda dos weres é... Ridículo. Teria sido melhor se a Jones tivesse feito isso com só um tipo de animal—oooops, foi mal, isso foi um spoiler!

Se eu vou ler Captivate? Provavelmente. Mas não agora, eu o coloquei beeem pra baixo na minha lista de livros...
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Cibele 17/05/2011

Instintos Cruéis apresenta uma mitologia que não é muito vista em livros atuais, envolvendo Pixies e Metamorfos e tinha tudo pra ser um ótimo livro, mas não foi. E um dos grandes motivos é Zara, a protagonista. Ela tem obsessão por fobias, sabe o nome de quase todas e compartilha conosco durante a leitura já que estamos dentro da cabeça dela e ela pensa muito nisso (mas tudo bem, eu gosto disso), só que Zara é aquele tipo de personagem chata, reclamona e que não enxerga as coisas mais óbvias que você leitor notou há muitas páginas atrás. Eu simplesmente não me senti atraída por nenhum personagem desse livro. Todos eles são muito superficiais e parecem a mesma pessoa. Na verdade, tudo no livro é muito superficial. Até a história dos Pixies que poderia ser uma mitologia muito mais explorada foi só comentada e muitas coisas sobre eles (como se prevenir ou como destruí-los) ficam sem justificativa. Honestamente, não fiquei empolgada pelas continuações (o quarto livro será lançado nos EUA ainda esse ano) e não sei se continuarei acompanhando a série. Confesso que a sinopse do terceiro livro até me deixou curiosa,mas não sei se vale a pena aturar a Zara só pra saber o que acontece. Uma pena, pois estava muito empolgada pra ler a série.

Leia mais em: http://www.euleioeuconto.com/2011/02/instintos-crueis.html
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Georgia 15/07/2011

Instintos Cruéis

Instintos Cruéis
Autor: Jones, Carrie
Editora: Editora Underworld Ltda


Sinopse: Zara White suspeita que um cara estranho esteja meio que a perseguindo, de um modo bem compulsivo e obsessivo. E ela também tem uma obsessão... Por fobias. E é bem verdade que ela não é mais a mesma desde que seu padrasto morreu. Mas precisava ser exilada no Maine, para morar com a avó? Isso já parece um pouco extremo, não? No entanto, foi uma atitude tomada com o suposto propósito de fazer com que Zara mantenha sua sanidade... porém, ela está bem certa de que o verdadeiro problema é que sua mãe não consegue lidar com ela nesse momento. Zara não poderia estar mais errada. Acontece que o cara que meio que a persegue não é um produto de sua imaginação. Na verdade, ele ainda a está seguindo, deixando para trás um misterioso rastro de poeira dourada. Algo não está certo - algo não humano - nessa cidadezinha estagnada no Maine, e todos os sinais apontam para Zara.



Resenha: O primeiro volume da série Need é ambientado no estado de Maine, uma escolha perfeita de Carrie Jones para situar sua história. O lugar já era consagrado pelas obras de Stephen King.
Zara acabou de perder seu pai, ou melhor, seu padrasto, ela o viu morrer no chão da cozinha logo após eles terem concluído sua corrida matinal. Zara ficou muito triste, então sua mãe resolveu mandá-la para casa de sua avó, mãe de seu padrasto, no estado gelado do Maine.

Uma das primeiras coisas que ela estranha é o clima pois onde ela morava o sol brilhava a todo instante, havia muitas flores pela cidade e o calor era constante. No Maine o frio é forte e a neve não para de cair.

Betty, sua avó, é uma senhora independente, forte, que trabalha como paramédica voluntária no centro de emergência de Bedford, corre maratonas e guarda alguns segredos.

Antes mesmo de entrar na escola, ainda no estacionamento, ela conhece Nick. Um cara lindo e que a princípio parece ser um bad boy. Enquanto pegava seu horário de aulas na secretaria, ela conhece Megan, uma garota metida que não esconde sua antipatia por Zara, sendo assim, Ian, a leva para conhecer a escola e a acompanha até a porta das salas de aula.

Na aula de Espanhol ela conhece Issie, uma garota muito animada, carinhosa e simpática que logo se torna sua melhor amiga. Juntas elas vão para aula de Educação Física no ginásio onde encontram com Nick e Devyn.
Zara Issie é a melhor amiga que alguém pode ter, a avó Betty é a criatura mais interessante para se ter como vó e Nick o garoto dos sonhos de qualquer menina.

Auxiliada por Issie, Devyn, Nick e muitas pesquisas, Zara vai aprendendo que criaturas fantásticas existem de fato, mesmo que isso contrarie toda a lógica. O problema é que nem todas as criaturas são boas. E é assim que ela descobre qual a ligação existente entre ela, o cara estranho e os desaparecimentos.
Além disso, Zara tem quase certeza de que está sendo perseguida por um cara, de forma bastante obsessiva. E, um outro mistério ronda a cidadezinha. Enquanto ela se adapta a nova vida, alguns meninos estão desaparecendo. Ganhando amigos e inimigos, Zara vai aprender que seu nome tem um significado muito mais real do que ela imagina, e que existem mais coisas entre o céu e a terra do que ela pode imaginar.

Outra coisa que também me chamou atenção foram as fobias. É extremamente interessante e às vezes até engraçado acompanharmos Zara nomeando suas fobias. E a verdade é que você também provavelmente descobrirá ter algumas delas. Eu identifiquei algumas que possuo: fotofobia (aversão a luz, que no meu caso, infelizmente, é clínica).

O ponto negativo do livro ficou para a revisão. Cheio de pequenos erros de digitação e também em relação as aspas que marcam as falas. Isso acaba atrapalhando um pouco a leitura.

A “criatura” da vez é o pixie, que nunca vira aparecer em nenhuma outra história que lera, ser que é peculiar e cativante cuja ferocidade é mais assustadora que a do vampiro e as sutilezas mais perigosas que a de um anjo caído. Fazendo com que cada passo dos personagens seja bem pensado e a motivação para dá-los mais presumida.

A escrita da autora é muito agradável e bem objetiva. Carrie Jones consegue explicar sem rodeios sensações das mais diversas possíveis em poucas linhas, e isso para um suspense é super válido, torna a leitura mais dinâmica e envolvente.

Instintos Cruéis, o primeiro volume de uma série que lá fora tem o nome de Need. Foi escrito pela autora Carrie Jones e foi lançado no Brasil no fim do ano passado pela editora Underworld.

Enfim, quer lê uma história original, misteriosa e ao mesmo tempo engraçada, este é o livro. Eu recomendo!


Série

Need (Instintos Cruéis)

Captivate

Entice
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Vivi 07/04/2012

Esse é o primeiro livro que leio do Book Tour da Editora Underworld, entrei nesse BT em Dezembro de 2010 e devido a alguns atrasos e outros problemas finalmente chegou minha vez.

A capa do livro é super charmosa, a história tem muito potencial e teria tudo para dar certo, mas... infelizmente para mim não funcionou, realmente não conseguiu me conquistar.
A escrita da autora é um pouco vaga, os erros na tradução me irritaram bastante e acho que a autora não conseguiu desenvolver todo o potencial que a história tinha. Nunca li nada dessa autora e mesmo assim fiquei curiosa por ler outro de seus títulos, visto que muitas pessoas que conheço elogiam sua escrita.

A história do livro não tem nada de inédito ou inovador, temos elementos sobrenaturais e um cenário frio, gelado, sombrio, que tem o toque perfeito para o estilo literário pretendido pela autora.
Algo que realmente me chamou muito a atenção e começou a me conquistar foram as fobias que "Zara" a personagem principal recita como uma espécie de mantra, cada capítulo tem como título o nome de uma fobia.

"Coleciono medos como outros colecionam selos, e isso faz com que eu pareça mais estranha do que na verdade sou. Essa é a minha praia. Esse lance dos medos. Fobias." Pág 9

"Fobofobia, medo de fobias.
Fonofobia, medo de ruídos ou de vozes.
Fotoaugliafobia, medo de luzes ofuscantes.
Fotofobia, medo da luz.
É isso aí. E qual é o próximo medo, em ordem alfabética?" Pág 174

Como disse anteriormente, essa é uma história com muito potencial que teria tudo para dar certo e confesso, me agarrei a essa esperança até a última linha do livro, eu realmente queria ter sido fisgada pela história pois esse é realmente o estilo que mais me agrada na literatura, essa mistura de sobrenatural, com um toque de terror, mistério e todo esse clima sombrio. No início realmente achei que haveria uma evolução no enredo, mas fiquei só na espera mesmo.

Algo que realmente me tirou do sério foi o uso exagerado de diminutivos nos diálogos, pensamentos, divagações, etc. É um sem fim de fofinho, bonitinho, gatinho, inho, inho, inho, infantilizou demais a história e algumas expressões que não ficaram muito boas em minha opinião, como "Tô de boa" "Nem" mas tudo isso ao extremo mesmo!
Outra coisa que me irritou bastante foi a falta de travessões nos diálogos, estou acostumada com travessões indicando diálogos e aspas para pensamentos, todos os diálogos e pensamentos estavam entre aspas, minha pobre e cansada cabecinha realmente não aguentou tanta confusão.

A personagem principal para mim ficou meio confusa, no início do livro era praticamente uma morta viva com alguns lampejos de determinação e raiva (mesmo sendo uma pacifista) mas essa inconstância de temperamento caiu bem a ela, já que é uma garota que acaba de perder o padrasto, é cheia de medos (fobias), e não se encaixa a lugar nenhum.

Espero que vocês não se baseiem apenas na minha opinião sobre o livro, infelizmente não me conquistou, e realmente não sei se terei vontade de continuar a ler a série (ah é, esqueci de falar que é uma série) mesmo com aquela paranoia que tenho de continuar a ler uma série mesmo não gostando, só pra saber o que acontece.
Então espero de coração que vocês pesquisem sobre o livro, vejam outras resenhas no Skoob, em blogs e se possível leiam o livro, tirem suas próprias conclusões! Sabe aquela história de que gosto não se discute? O que não me agradou no livro pode ser justamente o que mais irá chamar sua atenção.

Se você que está lendo essa resenha já leu esse livro e tem a mesma opinião ou uma opinião diferente da minha, deixe um comentário aqui em baixo e compartilhe comigo e com os leitores do blog a sua opinião.

Quem me conhece a mais tempo sabe que não gosto de fazer resenhas negativas, fico de coração na mão e com uma neurose louca!!

Enfim, espero que compreendam minha opinião e por favor não me crucifiquem!

Bjokas!!!
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Israel Tabosa 05/02/2011

The Booking Books - Instintos Cruéis
Sabe aquela sensação de quero mais? De que a história estava empolgante e divertida e num um piscar de olhos você está na última página? Bem, isso foi o que eu sentir ao terminar de ler Instintos Cruéis, de Carrie Jones. Um livro que tive a oportunidade de ler graças ao book tour da Editora Underworld, que por sinal está de parabéns com a tradução, a arte do livro e os gráficos nas páginas.

O título e a capa do livro dão um ar de suspense para a trama, que claramente combina com a história que, por sinal é bem criativa e original. Cansado de temas sobrenaturais que apenas envolvem vampiros, anjos ou lobisomens? Aqui você encontra uma nova ‘classe’, digamos assim, de seres fantásticos: os pixies. Bem, eu não sabia absolutamente nada de pixies, mas a autora Carrie Jones explica aos poucos o que são eles, sua mitologia, entre outras curiosidades – e isso é uma coisa que eu admiro muito na literatura fantástica. Bem, no livro conhecemos Zara, uma jovem de 16 anos que acabara de perder seu padrasto, vítima de um ataque do coração, e está perdida em seu mundo particular e depressivo das fobias. Sua mãe resolve enviá-la para a casa de sua avó adotiva, no Maine. Gelado e silencioso; um típico local perfeito para um filme de terror, ou quem sabe para refletir sobre si mesma e tentar recarregar as baterias depois de um drama tão intenso. Lá, Zara tem a sensação de que está sendo perseguida e vigiada por alguém o qual ela não consegue identificar; e isso a deixa muito intrigada. Faz amizades (e inimigos) logo no primeiro dia de aula na nova escola, destacando-se nos esportes e até com os garotos. Bem, o que ela não sabe – ainda – é que o Maine não é, digamos assim, normal. Todos que a cercam por lá têm seus segredos, incluindo até a sua avó. Cabe a ela lidar com essas descobertas e enigmas cada vez mais assustadores.

A escrita da autora é muito agradável e bem objetiva. Carrie consegue explicar sem rodeios sensações das mais diversas possíveis em poucas linhas, e isso para um suspense é super válido, tornando a leitura dinâmica e envolvente. O livro é em 1° pessoa, pela visão de Zara; portanto relaxe de você sentir falta de descrições dos personagens (isso me incomodou muito no início, principalmente em relação aos pixies que eu não fazia idéia de como seriam – pesquisei até na internet, mas isso é uma surpresa que somente nas últimas páginas é revelado então: fique esperto). Zara é uma personagem carismática e não é daquelas que você tem vontade de bater por fazer besteiras ou coisas do tipo: cada atitude tem seu motivo e você é convencido a reconhecer de que suas ações são lógicas, mesmo que estranhas a princípio. A única coisa que não gostei foi que a cada revelação bombástica para qualquer humano 'normal', Zara ficava calma, como se nada tivesse acontecido e poxa, se eu me colocasse no lugar dela seria uma novela mexicana, entende – ela age com uma natureza fria, não muito convincente. Tirando isso, Instintos Cruéis passou pela minha aprovação com um sorriso. É jovem, divertido e diferente; uma agradável leitura de fim de semana.

Israel Tabosa
www.thebookingbooks.blogspot.com
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Nina 13/04/2012


"As pessoas estão sempre procurando alguma coisa no escuro, Zara. Temos medo do que poderíamos ver. Pode ser a escuridão lá de fora, ou as trevas de nossas próprias almas, mas acho que é melhor ser pego procurando, olhando... do que nunca saber. Entende o que eu quero dizer?" (p. 86)

Zara White é uma adolescente de 17 anos que tem tudo para ser uma garota normal, como todas as outras: ela é bonita, inteligente, interessante, gosta de correr. Mas ela está longe de ser normal, por muitos motivos. Seu padastro, que a criou e amou como um pai, morreu na sua frente vítima de um ataque cardíaco fulminante; sua mãe decidiu que não pode ajudá-la a superar o luto e acredita que ela deveria morar por uns tempos com sua avó; e, essa é a pior parte, ela está indo morar com sua avó Betty no Maine! Em uma cidadezinha gelada no meio do nada, cercada apenas por neve e bosques.

E como se tudo isso fosse pouco, ela acredita que está sendo seguida por um cara muito estranho que aparece em todos os lugares onde ela está, inclusive na janela da cozinha de sua casa, no momento em que seu pai teve o ataque. Aliás, tudo indica que o ataque aconteceu porque seu pai viu o tal cara.

Para lidar com tudo isso, Zara se esconde por traz de sua mania por fobias, como um escudo para se proteger das situações difíceis. Então toda vez que está assustada, com medo ou saudade de casa, ela solta uma série de nomes estranhos como: cheimatofobia, didascaleinofobia, sitofobia, entre outros. Isso porque a garota acredita que se você dá nome às coisa elas, ficam melhores, menos assustadoras.


“Coleciono medos como outros colecionam selos, e isso faz com que eu pareça mais estranha do que na verdade sou. Essa é a minha praia. Esse lance dos medos. Fobias.”



Na escola ela faz novos amigos como Issie e Devyn, mas quem desperta mesmo sua atenção é Nick Colt, o bad boy do colégio, bonitão, campeão de corridas e dono de um Mini Cooper. Mas ela também vai atrair para si a atenção de Ian, bom aluno e participante de quase todos os clubes da escola e da invejosa Megan, que quer Zara longe de Nick a todo custo.


E são esses novos amigos que vão lhe contar sobre a existência dos pixies (?), uma espécie de fadas ou duendes que atormentam a cidade e que deixam um rastro de um pó dourado chamado de glamour (??) por onde passam e que são os responsáveis pelo desaparecimento de vários rapazes (???). Issie e Devyn lhe dizem que o homem que a persegue é um pixie, que está louco saciar seu desejo (!) e que isso só acontecerá quando ele encontrar um rainha, que provavelmente é ela (!!), enquanto isso eles vão se contentando com os rapazes (!!!).

Meio difícil de acreditar né? Zara também demora a aceitar sua nova realidade, mas uma série de eventos assustadores vão lhe mostrar que ela está errada em duvidar de seus amigos e que essa dúvida pode lhe custar a vida.

Recebi Instintos Cruéis pelo Book Tour da Editora Underwood, que aliás demorou tanto que eu achei que não ia chegar mais. Já tinha até me conformado de que não receberia os livros quando de repente, eis que ele aparece aqui em casa. Valeu Edilza, por conseguir por ordem nesse BT!

Mas vamos às minhas impressões. O livro tem um enredo até bem interessante, com uma mitologia nova que eu não conhecia, que eu achei até legal, porém nada inovador. Pena que para por aí. Achei que a autora explicou muito pouca sobre o que são os pixies e eu tive uma dificuldade imensa em conseguir imaginá-lo. Dei até uma "googlada" sobre o tema para ver se conseguia clarear um pouco minha leitura.

A autora tem uma escrita dinâmica e fluída, mas parece que ela trava na hora de escrever os diálogos. São entruncados e parecem que não levam a lugar algum (quantas vezes alguém pode usar a palavra fofo e seus derivados sem parecer retardado?). Em compensação, as divagações da Zara estão todas lá, como todos os detalhes. A narração é em primeira pessoa, então é natural que o livro seja mais intimista, mas nesse caso não deu muito certo, pois a garota é uma personagem muito rasa. O que aliás aconteceu com todos os personagens. Nick, que deveria ser o bad boy gostosão, não teve nenhuma atitude condizente com a descrição, aliás, ele foi um amor a maior parte do tempo mas só a Zara não percebeu. Ian e Megan, que deveriam ser o vilões, quase não aparecem.

Mas o que mais me irritou no livro foi o final. Chega a ser estranho que uma garota pudesse acabar com um bando de pixies de maneira tão boba! Se era tão simples, por que ninguém fez antes?

Outra coisa que realmente me incomodou foi a tradução e a revisão, principalmente as aspas no lugar do travessão nos diálogos. Isso porque muitas vezes a aspa abria e não fechava, misturando fala com texto. Ou então ela só fechava, sem ter sido aberta antes.

Por outro lado, o livro tem cenas realmente eletrizantes. Junte um ambiente bem tenebroso e gelado, adolescentes sequestrados, habitantes muito estranhos, mitos, superstições, um passado familiar mal explicado e aparições um tanto quanto malignas - é susto na certa! Eu disse à vocês que o enredo era bom, e é ele quem salva o livro, que faz com que você não queira largá-lo.

Enfim, acho que deu para vocês entenderem o que eu achei, né? Apesar de todos os defeitos que notei, eu quase gostei do livro, que prometia ser bom, mas para mim faltou um pouco de carisma em seus personagens, para que eles pudessem me conquistar. Eu não o recomendo, mas quero deixar claro que essa é apenas a minha opinião, talvez vocês leiam e até gostem de Instintos Cruéis. Afinal de contas, este é o primeiro livro de uma série, então talvez a continuação seja melhor, com uma boa revisão e tradução, etc. Quem sabe não é? É tudo uma questão de opinião...

B-jussss! ♥
;-p

Resenha postada no meu blog Pronto.Falei!
http://ninattavares.blogspot.com.br/2012/04/instintos-crueis-carrie-jones.html
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Júlia da Mata 20/09/2011

Fadas são fofinhas e boazinhas amigas da natureza não é? Bem, é o que eu achava, até que Carrie Jones me mostrou o outro lado delas. E vou dizer, não são nada bonitinhas.

Instintos Cruéis, por Carrie Jones
Editora Underworld
337 páginas
Minha Nota: 4

Acreditem, eu venho adiando essa resenha desde segunda-feira por pura preguiça, mas agora vou escrevê-la XD.

Instintos Cruéis é o segundo livro do Book Tour da Editora Underworld que chega para mim (leia a resenha de Sussurros de Uma Garota Apaixonada aqui) e era um dos que eu mais esperava e não me arrependi. Nesse livro temos Zara, uma garota que tem como obsessão fobias. Ela acaba de perder o padrasto, que considerava como um pai, e sua mãe a despacha para o Maine, morar com a sua avó. Zara está muito revoltada quanto a isso e acredita que sua mãe não está suportando-a e por isso a está mandando para longe.

Mas Zara está se adaptando muito bem, o problema é que um homem a está perseguindo, e deixando atrás de si um monte de poeira dourada como glitter. Quem será esse homem? O que ele quer com Zara? Será ele o culpado pelos desaparecimento de garotos que está acontecendo na cidade? São essas as perguntas que assaltam Zara e a nós também.

Eu adorei a mitologia que Carrie Jones trouxe a nós. Disse que são fadas sem medo, pois afinal, não é um spoiler. Mas não são aquelas fadinhas lindas como a sininho, são pixies, seres medonhos que são feridos por ferro e vivem nas florestas de lugares frios. Mas não são só pixies que habitam as paginas de Instintos Cruéis, não vou dizer quais são os outros seres por que poderiam ser spoiler, mas eu digo que acho que Jones poderia ter explorado mais eles.

Outra coisa muito legal nesse livro são as fobias. Todo capitulo tem como titulo uma fobia. E juro que achei 3 fobias que tenho, e eu sempre achei que não tinha fobia de algo – claro que tenho medo, sou humana, mas nunca achei que tinha um medo de verdade de algo especifico. Mesmo achando que a obsessão de Zara por essas fobias são bem estranha, eu realmente adorei descobrir as fobias : ).

Estou super ansiosa para a sequência desta série e espero que a Underworld não demore para lançá-la. A série Need está claramente entre as melhores seres que já li.
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Isa Souza 26/12/2011

“Quando se dá nome às coisas, fica muito mais fácil entendê-las. É o desconhecido que me causa mais pavor.”

Zara se vê obrigada a ir morar com sua avó no Maine. Onde tudo é neve. Nada do calor a que está acostumada em Charleston. Lugar onde ela morava com a mãe e o pai, antes dele morrer em um ataque cardíaco na sua frente. Isso sem falar no cara em que a está seguindo. Ou ela acha que está. O que é um grande ponto de interrogação.

Eu não poderia chamar Instintos Cruéis de assustadora. Porque não é. A bem da verdade, no decorrer da história eu tentava compreender o porque do título do livro, mas só fica claro perto do fim.

O livro tem um bom enredo, muito interessante e instigador, mas Zara com todo seu mimimi de se dizer pacifista, que não poderia bater em uma pessoa, sempre pensando no que seria politicamente correto, se recriminando e não querendo nem PENSAR em ser violenta (mesmo com uma das pessoas que ela gosta em perigo/sendo injustiçada), me fez perder a paciência. O lado bom é que ela melhora depois. Me incomodou também, a história dos Pixies e muitas outras coisas não terem sido bem explicadas.

Uma coisa super interessante é que no começo dos capítulos tem um nome de uma fobia relacionada ao que acontece nele. Isso porque Zara sabe os nomes de MUITAS fobias (e quando digo muitas, é muitas MESMO). Quando ela está com medo, ela passa a recitar fobias. Aliás, eu tenho didascaleinofobia, ou seja, medo de ir a escola :P

Alguém estranhando por que eu ainda não falei do cara gostoso do livro? Ok, chegou a hora. Nick, é o boniton da vez, porém apesar de ele ser um fofo, seu apelo não foi tão grande. Ele não me encantou *todas chora*

O que me chateou mega-big-ultra-MASTER foi a tradução e revisão. Expressões como “Tô”, “Tô de boa”, “Nem” no lugar de não (Exemplo: Nem, não fui eu que tive essa ideia. Toda vez que eu via isso ficava pra morrer) e outras coisas me deixaram irritada. E as aspas, no lugar de travessões me deixaram confusa as vezes, já que estou acostumada com travessões quando se trata de falas e aspas de pensamentos.

A capa é linda mesmo, mas preciso dizer que suspirei pela americana :))

E sim, eu quero ler o próximo livro, Captivate, porque dona Carrie conseguiu me deixar curiosa por saber como Zara vai lidar com tudo que ela descobriu :), mas definitivamente não está na minha lista de prioridades.

http://www.faniquito.net/2011/03/instintos-crueis-carrie-jones.html
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Livy 29/09/2011

nomundodoslivros.com
O que eu posso dizer? Vocês viram a pontuação que dei ao livro? Dois! Isso mesmo. Mas não pelo fato da estória ser ruim, o buraco é mais embaixo. Eu vou explicar, e quando você terminar de ler a resenha, vai entender minha pontuação, que eu gostaria muito, muito mesmo, que tivesse sido pelo menos um três!

De modo geral eu posso dizer que gostei da estória (da estória). Gostei da trama que a autora desenvolveu (apesar de ser meio fraquinha). E o toque de romance no livro ficou muito legal. Além disso, a diagramação do livro é linda. E isso se deve, é claro, à talentosa Marina Ávila, que faz trabalho fantásticos para a editora Underworld. A capa, que também ficou por conta da Marina, ficou linda (e sombria) e combina muito bem com a estória do livro.
Outro ponto forte do livro é toda a "mitologia" que a autora criou, com o uso de criaturas e um "sistema" que as envolve, bem legal (mas nada inusitado, claro, e nada inédito também). Outro ponto legal do livro, é o uso dos nomes de fobias (os quais a Zara, personagem central do livro, do qual é narrado sob sua visão, faz uso em diversas passagens da estória) que iniciam os capítulos e dão um toque de suspense pelo que o mesmo nos trará. E para finalizar o lado bom do livro, ele tem um toque interessante, com um suspense e aventura suave, e um clima bom. Mas o problema é que os pontos positivos param por aí. Infelizmente.

O que eu posso garantir, é que Instintos Cruéis tinha tudo para ser um livro muito bom, não digo inovador, mas bom. Tinha tudo para ter personagens legais, com uma trama cheia de aventura e bom suspense. Mas não foi bem assim.

Não li a versão original do livro, então não posso dizer se este é um pecado da autora ou da tradutora, mas a narrativa é péssima. E creio que este pecado foi cometido pela tradutora, pelo modo estranho como tudo foi escrito. No livro inteiro há o uso de diminutivos como: gatinho, bonitinho, fofinho, friozinho, bobinho, cachorrinho, coelhinho, etc. Caramba! Isso irrita muito! Muito mesmo! E com certeza, quase me levou à loucura! Foi por muito pouco mesmo. Além desse fator irritante², outra coisa que tornou a narrativa um tanto chata foi o uso de gírias e certos diálogos sem sentido e, na minha opinião, vazios. Ou até mesmo estranhos.
E para piorar a situação, o livro teve um péssimo trabalho de revisão, estando cheio de erros. Eu juro, nunca vi tantos erros em um livro.

Agora sim, do lado da autora, posso culpá-la pela péssima construção de personagens. Faltou profundidade e certo carisma. O único personagem que realmente me agradou foi o Nick (o par romântico de Zara). Até mesmo Zara me irritou muitas vezes, ainda mais com o seu "fofinho" pra lá, "gatinho" pra cá, "bonitinho" acolá.... ahhhhhhhhhhh
E tudo no livro é muito óbvio, sem grandes surpresas, sem grandes emoções...

Ah, acho que deu pra entender bem o que achei do livro, não? Apesar disto tudo, eu realmente (quase) gostei do livro (tirando todos estes detalhes negativos), o livro prometia ser realmente bom. Eu não recomendo este livro, de verdade, não recomendo. Mas esta é uma opinião minha, sobre o meu gosto. Os pontos negativos realmente fortes foram a revisão mal feita e a tradução, então em todo caso, talvez você acabe se apaixonando pela estória, o que não aconteceu comigo. Então, se você gosta de livros sobrenaturais, claro que tem muitos livros mais legais por aí, mas talvez você acabe gostando de Instintos Cruéis. Afinal de contas, este é o primeiro livro de uma série, então talvez a continuação seja melhor, com uma boa revisão e tradução, etc. O que quero dizer é: não deixem de ler o livro pela minha opinião, ok? Pode ser que você, ao lê-lo, pense diferente de mim! ;) E se você está com vontade, vá em frente.
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Adri 12/05/2011

Instintos Cruéis (Need #1)
Eu confesso que a minha vontade de ler Instintos Cruéis foi muito mais pela capa perfeita do que por qualquer outra coisa. Claro, não falando que a sinopse é ruim - até porque eu nem tinha lido ela antes -, ou algo do tipo, é simplesmente que eu vi a capa e precisava ler esse livro.

Achei Instintos Cruéis muito fofo e, apesar de ter achado um pouco previsível demais, adorei. Ele é bem engraçado, principalmente quando a Zara fica dando nome às fobias, e falando o que são e tal (eu nem me identifiquei com um monte delas, imagina). A única coisa que me incomodou foi o fato de usarem muitas palavras no diminutivo, o que eu achei desnecessário.

O livro é narrado por uma garota chamada Zara, que foi mandada pela mãe para morar com a "avó" após a morte de seu padrasto, devido ao fato de Zara ter ficado muito abalada. A avó dela, Betty, na verdade não é sua avó verdadeira, ela é a mãe de seu padrasto, mas a trata como sua neta. Zara nunca conheceu seu pai biológico, mas isso nunca foi importante, pois seu padrasto a tinha criado como sua própria filha.

Eu gostei muito da Zara, achei ela uma personagem com personalidade e tal, tirando as horas que ela dava uma de retardada total estilo:

"Onde está o cachorro?", eu exijo saber. Ele não me responde. "O cachorro", repito, como se ele não tivesse entendido da primeira vez. "Tinha um cachorro ali. Ele está machucado. Esse cobertor que você está usando, onde o arranjou? Você o roubou do cachorro? Porque isso não é legal. Ele está ferido."

Eu adorei os amigos dela, a Issie e o Devyn, achei eles muito fofos e ótimos amigos. Eu amei a Betty, avó dela, ela não parece ser velha nem nada, ela é engraçada, protetora, amiga, enfim, uma ótima avó. E por fim o Nick. Eu nem sei o que falar dele, simplesmente perfeito, amei ele desde a primeira página que ele aparece rs.

Como diz na sinopse, Zara acha que está sendo seguida por um cara, e ela acha ainda mais estranho quando ela o vê no aeroporto quando ela chega na cidade de sua avó. Mas ela acha que é coisa de sua cabeça, e não comenta nada.

Logo no seu primeiro dia na escola, ela faz amizade com a super fofa Issie, e com Devyn, namorado amigo da Issie. Enfim, ela vê o carinha que está a "seguindo" pela janela da escola, e Devyn também vê. A partir daí ela fica sabendo das teorias que eles têm sobre esse cara, e ela vai achando aquilo cada vez mais inacreditável, até que é forçada a acreditar.

Não se esquecendo do meu lindo Nick, sempre aparecendo para salvar o dia...

Alguém bate na janela da Yoko. Dou um pulo no meu banco, seguido de um grito. Provavelmente eu teria batido a cabeça no teto se não estivesse usando cinto de segurança. Cubro meu rosto com as mãos, horrorizada. Alguém dá umas batidinhas na janela de novo. Por fim, finalmente, crio muita coragem e olho para fora. Nick Colt está lá parado, em pé ao lado do meu carro, todo casual, como se fizesse parte da rotina diária dele ficar parado na vala. Abaixo o vidro da janela. O vento frio entra com tudo no carro e me faz estremecer. “O que você está fazendo aqui?”, quero saber, pasma. Ele me viu gritar. Parece que acha tudo isso muito divertido. Pela leve contração na bochecha dele, parece que acha que sou uma grande duma piada. “Isso são modos de cumprimentar seu salvador?”

Agora uma coisa que simplesmente não entra na minha cabeça, de jeito nenhum. Não é só nesse livro, mas no geral dos livros que têm criaturas sobrenaturais: se a personagem descobre que existem vampiros, por exemplo, qual é a dificuldade de aceitar que podem existir lobisomens, anjos, demônios e essas coisas?

Mas enfim, eu não posso falar muito da história sem dar spoiler, porque tipo, é muito óbvio o que acontece. Mas o livro é muito lindo, e eu recomendo muito a leitura dele para quem gosta de livros fofos.

site: http://stolenights.blogspot.com.br/2011/05/resenha-instintos-crueis-carrie-jones.html
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Literatura 05/01/2012

Narrativa lenta, mas agradável
E se a maldade fizesse parte de seu espírito? Se mesmo contra o raciocínio, seus Instintos Crueis (Editora Underworld, 337 páginas) mandassem você fazer coisas horríveis?
Zara perdeu o padrasto há quatro meses e desde então não consegue superar o grande buraco que se formou em seu coração. Sua mãe, decidida a tentar animá-la, manda a garota morar numa cidadezinha no Maine, junto com a vó. Um lugar extremamente frio e sombrio.
Lá a garota conhece amigos queridos e Nick, um garoto especial, que faz o coração de Zara balançar. Entretanto, nem tudo é maravilhoso. Garotos estão sendo raptados no distrito e um homem misterioso parece estar seguindo Zara, deixando um rastro de purpurina dourada por onde passa.
Recebi este livro através do Booktour da Underworld e agradeço muito.
A capa e a diagramação são excelentes, especialmente a página de abertura de cada capítulo. A revisão, por outro lado, deixou a desejar, com erros de digitação aparentes e outros erros que me fizeram parar a leitura. Por exemplo: Uma hora a mãe de Zara iria para o Maine, se não conseguisse voo, dirigiria por quase 20km, segundo o texto. Obviamente não devem ser apenas 20 km no original…
A narração é em primeira pessoa, o que eu sempre gosto. Apesar de não conhecermos o que passa pela cabeça dos outros personagens, acabamos entrando na personalidade da protagonista profundamente, entendendo medos, angústias e atitudes.
A escrita de Carrie Jones é leve, tornando a leitura muito rápida. Não há termos complicados e cada detalhe diferente, citação ou regionalismo é explicado em notas de rodapé.
Zara foi construída muito bem. Cheia de sofrimento com a morte do pai, decidida a ajudar os próximos com suas cartas, com uma cabeça divertida e um pouco fora do ar. Uma pessoa diferente, mas muito cativante. A sua mania em dar nome às fobias é muito boa. Um hábito que a acalma e que não é esquecido pela autora até o final do livro.
Os outros personagens também são interessantes. Betty, a avó, cativa desde o início, com sua determinação e jeitinho de vovó simultâneos. Nick Colt é adorável, sua atitudes, o gênio meio esquentadinho…
As descrições do espaço são bem feitas. Chegou um momento em que até eu estava com frio, de tanta neve que cobria o lugar. As sensações da personagem são passadas de maneira intensa, nos fazendo sofrer, transpirar, congelar, juntos.
A trama é boa, mas se desenvolve num ritmo lento. Passamos vários capítulos sem que nada de efetivo aconteça, apenas descobertas feitas em livros, olhares estranhos, pó dourado encontrado aqui e acolá. Zara acredita um pouco rápido, na minha opinião, em toda história de Pixies. Que pessoa razoável, no mundo real, acreditaria estar sendo perseguida por uma criatura mitológica e começaria a pesquisar o assunto? É o tipo de situação que só acreditamos vendo…
A solução do final também me decepcionou, mas não irei tecer muitos comentários sobre isso….
Enfim, Instintos Crueis é um livro gostoso, com uma narrativa fluida, história criativa, mas passada de maneira extremamente lenta.
Mesmo com os problemas, gostei e acredito que leitores de YA também gostarão.
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vollzin 15/09/2011

RESENHA: Instintos Cruéis por Carrie Jones
ESTAVA MUITO ANSIOSO PARA LER ESTE LIVRO. Minhas expectativas eram as maiores, e elas se concretizaram. A escrita ágil de Carrie Jones nos faz ficar preso ao livro e cada fim de capítulo nos desperta um gostinho de não parar e ler mais um e mais um.

A ideia da utilização de fobias nos títulos dos capítulos e dentro da história dá uma característica interessante e divertida ao livro — sendo melhores que títulos convencionais que muitas vezes não fazem sentido com o que é falado nele. A região que onde Instintos Cruéis toma base — o Maine — é uma das mais mestras para se desenvolver uma história de suspense/terror devido a sua consagração pelo mestre do gênero Stephen King — cuja obra tem, de certa forma, uma participação mais que especial na obra de Jones.

A “criatura” da vez é...

(continua) http://www.vollzin.com/2011/01/resenha-instintos-crueis-por-carrie.html
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