A Paixão Segundo G.H.

A Paixão Segundo G.H. Clarice Lispector




Resenhas - A Paixão Segundo G.H.


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Leonardo 12/11/2012

A Clarice, neste livro, despe a capa de "humano" que todos nós temos, e desce para o inumano, associado a toda a forma de vida, para tentar encontrar uma explicação para as dúvidas que temos enquanto "humanos". É uma dissertação fantástica, com vários picos que nos deslumbram completamente. O humano como capa criada pelo homem para poder suportar a essência da vida. A esperança explicada como conceito criado pelo homem para poder suportar o momento presente. Etc...

Não sendo a Clarice uma filósofa, ela relata com tal profundidade metal-psicológica-filosófica a essência da vida e a essência do ser, que nós poderíamos tratar como tal.

Clarice não procura explicação para o sentido da vida, ela "apenas" o constata. Mas constata de uma forma que nos põe completamente a nu perante nós próprios.

Acho que Clarice devia ser uma leitura OBRIGATÓRIA para qualquer um que goste de filosofia, psicologia, e mesmo para quem só gosta de pensar no sentido da existência. Não por expor qualquer teoria, mas por nos fazer pensar de forma tão profunda, que, a partir daí, torna-se mais fácil interpretar as várias correntes filosóficas.
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Cibele 11/10/2012

Não sou uma estudiosa de literatura, mas ler Clarice me enche de satisfação. Faz alguns anos que não tinha um livro seu. Confesso que esse não é o meu preferido e que algumas partes do livro fiquei em dúvida se entendi a mensagem da autora. Mas as inquietações da personagem descritas de maneira tão rica e profunda como Clarice faz tão bem ou fazia. Recomendo a leitura é de encher o espírito, e recomeçar.
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Patrícia 01/10/2012

Não faz meu estilo
oh grandes fãs da Clarice Lispector... desculpem-me, mas não posso deixar de dizer que seu único livro lido por mim não atendeu minhas expectativas... Porém por um simples fato: não faz o meu estilo de leitura. E vcs me perguntam: "E porque leu então?" Li por obrigação, obrigação de uma leitora nata em ler um dos grandes nomes da literatura brasileira. Admiro Clarice, existem diversos poemas dela que me encantam e me deixam boquiaberta... porém este livro... nossa, não via a hora de acabar. Perdoem-me a audácia, reconheço a primorosa escritora, mas este livro não é dos melhores.
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Wallace 26/08/2012

ser uma outra pessoa.
todos devem ler antes de morrer. Todos aqueles que desejam se sentir completos e que acham que há mais alguém que pensa exatamente como você.

OBRIGADO CLARICE, VOCÊ FOI A MELHOR !
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Anne 02/08/2012

Livro sensível
Livro recomendado pelo meu professor e com uma história aparentemente banal, A Paixão Segundo G.H se tornou um dos meus favoritos. É complexo e ao mesmo tempo filosófico. O leitor se perde junto com os devaneios de G.H após a ingestão da massa branca de uma barata. Tenho muita vontade de fazer um monólogo com esse texto de Clarice.
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Potterish 20/06/2012

A epifania em Clarice
Resenhado por Thiago Terenzi

Inspiradora de muitas gerações, homens ou mulheres, Clarice Lispector é uma referência para qualquer jovem que pretenda escrever. Nascida na Ucrânia, mas brasileira, é a imagem da própria subjetividade. Uma das sensações que seus escritos oferecem é a epifania.
Característica essa que Thiago Terenzi explica na resenha da obra com o começo mais curioso da autora. “A Paixão Segundo G.H.” tem como ponto de partida uma barata! Não conhece essa obra de Clarice? Leia o texto e deixe seu comentário!

“A Paixão Segundo G.H”, de Clarice Lispector

Tempo: para ler pouco a pouco em intervalos durante a semana
Finalidade: para pensar
Restrição: para quem tem dificuldades com pontos de vista alternativos
Princípios ativos: Clarice, epifania, intimismo.


A epifania é talvez a marca registrada de Clarice Lispector. É – em boa parte dos seus contos e romances – mais ou menos assim: a personagem protagonista vive numa suposta harmonia até que um evento aparentemente cotidiano lhe causa certo incômodo. A partir daí, o leitor é convidado a assistir a uma espécie de confusão e caos emocionais em que a personagem é submersa. Este pequeno evento típico do dia a dia causa na protagonista um incômodo seguido de reflexão – a chamada epifania. Depois desse clímax epifânico, a personagem volta ao seu equilíbrio – mas nunca àquele equilíbrio anterior; agora um novo, a partir do aprendizado conseguido em seu momento caótico.


E neste roteiro se pauta “A Paixão Segundo G.H”. Neste livro, o enredo se desenvolve quando a protagonista G.H se depara com uma barata em sua própria casa. Este evento tipicamente banal gera uma série de reflexões que vão perdurar por toda a obra. Ao contrário, porém, do que possa parecer, este roteiro pré-fixado não limita as possibilidades da obra – na verdade, Clarice se mostra dona de uma inventividade surpreendente ao criar climas e reflexões a partir do lugar-comum, de onde, aparentemente, não se esperaria tal façanha.

Clarice se vê livre para discorrer sobre questões intimistas e universais sem se apoiar em paradigmas e clichês. O leitor, não raro, encontra na obra um espelho de seus próprios sentimentos – há uma estranha e intensa identificação entre o leitor e a obra clariciana (a recíproca também é verdadeira: a obra se identifica com a figura do leitor).

É muito comum – talvez pela facilidade de Clarice em traduzir sentimentos universais – encontrarmos citações de frases da autora em orkuts, twitters e outros meios sociais da intenet. Entre suas obras, certamente “A Paixão Segundo G.H” é um dos livros cujas frases e trechos mais são reproduzidos pela internet. Talvez seja válido dizer que esta obra seja formada por um conjunto imenso de frases-síntese relacionadas entre si – aquelas frases que, em poucas palavras, traduzem sentimentos complexos.

“A Paixão Segundo G.H” é uma obra inquietante, intimista e extremamente reflexiva. Ler Clarice é um convite a um exercício diferente – ao invés de decodificar as palavras, ganha-se mais sentindo-as.

PARA LER A RESENHA COMPLETA ACESSE: WWW.POTTERISH.COM/RESENHAS
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Bia 20/04/2012

Penso que esta foi a primeira vez que estava lendo Clarice, no sentido de que quando li "A hora da estrela" tive toda a explicação da obra pelo professor do colégio, portanto entendê-la na época foi muito mais fácil. Agora posso dizer que realmente gostei pela interpretação pessoal que fiz, e quero conhecer mais obras da escritora.
Um livro pequeno, mas que demorei a ler porque a escrita da Clarice pede que você aprecie o livro de outra maneira. Geralmente, para avançar na leitura é facil reservar algumas horas por dia e ler de maneira mais rápida assim acabando algum livro logo. Mas com este foi impossível pra mim, pois tive que ler lentamente cada parágrafo, absorvendo suas idéias ao máximo para tentar entender o que ela estava dizendo. E pode parecer entendiante no começo mas depois que você vai se acostumando à estória, a leitura flui melhor. O livro é bom para quem gosta deste tipo de literatura mais complexa e densa.
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Cássia Moraes 16/04/2012

citações favoritas:
" [...] É difícil perder-se. É tão difícil que provavelmente arrumarei depressa um modo de me achar, mesmo que achar-me seja de novo a mentira de que vivo."
"[...]Mas tenho medo do que é novo e tenho medo de viver o que não entendo - quero sempre ter a garantia de pelo menos estar pensando que entendo, não sei me entregar à desorientação. Como é que se explica que o meu maior medo seja exatamente em relação: a ser? e no entanto não há outro caminho. Como se explica que o meu maior medo seja exatamente o de ir vivendo o que for sendo? como é que se explica que eu não tolere ver, só porque a vida não é que eu pensava e sim outra - como se antes eu tivesse sabido o que era! Por que é que ver é uma tal desorganização?"
"Mas enquanto eu estava presa,estava contente? ou havia, e havia, aquela coisa sonsa e inquieta em minha feliz rotina de prisioneira? ou havia, e havia,aquela coisa latejando, a que eu estava tão habituada que pensava que latejar era ser uma pessoa. É? também, também."
"Quero saber o que mais, ao perder, eu ganhei. Por enquanto não sei: só ao me reviver é que vou viver."
"[...] Quem sabe eu tive de algum modo pressa de viver logo tudo o que eu tivesse a viver para que me sobrasse tempo de... de viver sem fatos? de viver."
"[...] terei toda a aparência de quem falhou, e só eu saberei se foi a falha necessária."
"Dá-me a tua mão desconhecida, que vida está me doendo, e não sei como falar - a realidade é delicada demais, só a realidade é delicada, minha irrealidade e minha imaginação são mais pesadas."
"Mas se eu gritasse uma só vez que fosse, talvez nunca mais pudesse parar. Se eu gritasse ninguém poderia fazer mais nada por mim; enquanto, se eu revelar a minha carência, ninguém se assustará comigo e me ajudarão sem saber; mas só enquanto eu não assustar ninguém por ter saído dos regulamentos. Mas se souberem, assustam-se, nós que guardamos o grito em segredo inviolável. Se eu der o grito de alarme de estar viva, em mudez e dureza me arrastarão pois arrastam os que saem para fora do mundo possível, o ser excepcional é arrastado, o ser gritante."
"[...] a vida em mim é tão insistente que se me partirem, como uma lagartixa, os pedaços continuarão estremecendo e se mexendo. Sou o silêncio gravado numa parede, e a borboleta mais antiga esvoaça e me defronta: a mesma de sempre. De nascer até morrer é o que eu me chamo de humana, e nunca propriamente morrerei."
"Não vou fazer nada por ti porque não sei mais o sentido de amor como antes eu pensava que sabia. Também do que eu pensava sobre amor, também disso estou me despedindo, já quase não sei mais o que é, já não me lembro."
"Deste-me inocentemente a mão, e porque procuras entender-me, faze-me companhia. Sei que tua mão me largaria, se soubesse."
"Eu sou mansa mas minha função de viver é feroz. Ah, o amor pré-humano me invade. Eu entendo, eu entendo! A forma de viver é um segredo tão secreto que é o rastejamento silencioso de um segredo. É um segredo no deserto. E eu certamente já sabia. Pois, à luz do amor de duas baratas me veio a lembrança de um amor verdadeiro que eu tivera uma vez e que não sabia que tivera - pois amor era então o que eu entendesse de uma palavra. Mas há alguma coisa que é preciso ser dita, é preciso ser dita."
"Estou falando é de quando não acontecia nada, e, a esse não acontecer nada, chamávamos de intervalo. Mas como era esse intervalo?"
"Porque, ali sentada e quieta, eu passara a viver a minha própria remotidão como único modo de viver a minha atualidade. E isso, que é aparentemente inocente, isso era de novo um fruir que se parecia com um gozo horrendo e cósmico."
"Como poderia eu ter advinhado? se não sabia que no sofrimento se ria. É que não sabia que se sofria assim. Então havia chamado de alegria o meu mais profundo sofrimento."
"Não, nem a pergunta eu soubera fazer. No entanto a resposta se impunha a mim desde que eu nascera. Fora por causa da resposta contínua que eu, em caminho inverso, fora obrigada a buscar a que pergunta ela correspondia. Então eu me havia perdido num labirinto de perguntas, e fazia perguntas a esmo, esperando que uma delas ocasionalmente correspondesse á da resposta, e então eu pudesse entender a resposta."
"Pois ser real é assumir a própria promessa: assumir a própria inocência e retomar o gosto do qual nunca se teve consciência: o gosto do vivo."
"Não que só falte o que vou agora contar. Falta muito mais a esse meu relato a mim mesma: falta, por exemplo, pai e mãe; ainda não tive a coragem de honrá-los; faltam tantas humilhações por que passei, e que omito porque só são humilhados os que não são humildes, e em vez de humildade; e a humildade é muito mais que um sentimento, é a realidade vista pelo mínimo bom-senso."
"Desisto, e terei sido a pessoa humana - é só no pior de minha condição que esta é assumida como o meu destino. Existir exige de mim o grande sacrifício de não ter força, desisto, e eis que na mão fraca o mundo cabe. Desisto, e me é dado ter, a alegria humana. Sei disso, e estremeço - viver me deixa tão impressionada, viver me tira o sono."
"Talvez confiar não seja em quê ou em quem. Talvez eu agora soubesse que eu mesma jamais estaria à altura da vida, mas que minha vida estava à altura da vida. Eu não alcançaria jamais a minha raiz, mas minha raiz existia. Timidamente eu me deixava transpassar por uma doçura que me encabulava sem me constranger."
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Fátima 31/03/2012

A paixão de GH segundo Clarice
uma mulher solitária, no seu apartamento, descobre uma barata e por ela desperta as sensações mais estranhas que existem. Uma paixão à vida, ao que vive. Entao, Clarice, a partir desse começo de estranhezas, não me ganha e perde pela falta de emoção. Certamente Clarice havia fumado e
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Marcia Cogitare 04/01/2012

Nesta obra Clarice Lispector me surpreendeu com uma nova abordagem sobre o que seria a paixão.

Nela Clarice mergulha numa escrita existencial e diria que até mesmo "filosófica", ousa percorrer caminhos incomuns e lança uma nova perspectiva sobre esta temática.
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Vic 21/12/2011

Um Existencialismo Clariciano
O Romance “A Paixão Segundo G.H.”, é um livro da escritora modernista Clarice Lispector. Clarice é uma das mais importantes escritoras brasileiras de todos os tempos. Revolucionou as técnicas de análise introspectiva de personagens – técnicas essas que estão maximizadas nesta obra em questão. A Paixão Segundo G.H. é, com frequência, associado como obra máxima de Clarice, visto que, encontra-se com maior intensidade suas técnicas.

A protagonista do romance é uma garota cujo nome é tratado somente como G.H. A maior parte da história tem como foco a análise filosófica da protagonista no momento em que encontra e esmaga uma barata. Neste momento, a protagonista relata sua perda de individualidade. O resto da história segue tendo como foco essa experiência de autoconhecimento.

“A Paixão Segundo G.H.”, apesar de ser a obra com maior presença da técnica de Clarice, daí ser considerada sua obra máxima, também possui aspectos negativos. Devido a seu diálogo paradoxo e filosófico - que é intensamente e extensivamente expresso no romance -, acaba por se tornar cansativa de leitura, além de necessitar uma paciência e concentração para entender e encontrar real sentido nas experiências de G.H. Outro fator, que torna a obra massiva para se acompanhar, é se tratar de um extenso e filosófico monólogo em primeira pessoa, isto é, um diálogo contínuo e crítico usando um só personagem. Logo, a obra esbanja exercício de linguagem como instrumento de tocar o intocável. Assim, a literatura de Clarice assume uma estatura filosófica, aproximando-se, na visão de alguns, do existencialismo de Jean-Paul Sartre - célebre escritor e filósofo francês, ganhador do Nobel de literatura (1964). Sendo assim, para quem é fã de Sartre e/ou gosta de uma literatura existencialista, vai adorar esse romance que mistura essas características com a técnica única de Clarice Lispector. Entretanto, para a maioria (suponho), que não aprecie a literatura filosófica (geralmente por estar vinculada a uma leitura cansativa), torna-se, pois, para quem está buscando apenas entretenimento, não recomendável.
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Dinoélia 26/11/2011

Certamente tenho que ler esse livro mais uma vez, e talvez outra e outra...Bom, não é um comentário inteligente, mas agora, sempre que vou matar uma barata me lembro de Clarice Lispector.
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Faber-Castell 15/11/2011

Em busca do eu
Livro fabuloso de umas das maiores escritoras mundiais: Clarice Lispector. Em "A paixão segundo G.H." temos a saga de G.H., a protagonista, que por um ato de epifania começa a descontruir conceitos platônicos e descartianos em busca da construção do seu Eu, do próprio e imamente Eu, a partir da conjunção-comunhão entre corpo e espírito.
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Léia Viana 10/11/2011

Leitura provocativa e extremamente reflexiva
Eu sempre defini as obras de Clarice Lispector como complexas e subjetivas, além de uma leitura apaixonante e filosófica, capaz de nos induzir a momentos de profunda reflexão, pois, torna-se impossível ficar indiferente aos questionamentos levantados por Lispector, a respeito de se descobrir quem se é e as razões de viver, sentir e amar.

“Estou procurando, estou procurando. Estou tentando entender. Tentando dar a alguém o que vivi e não sei a quem, mas não quero ficar com o que vivi. Não sei o que fazer do que vivi, tenho medo dessa desorganização profunda. Não confio no que me aconteceu. Aconteceu-me alguma coisa que eu, pelo fato de não a saber como viver, vivi uma outra?”

Clarice exalta toda a sua inteligência nesse livro, deixando a leitura densa, dramática e repleta de simbolismo,o que pode desagradar alguns leitores por não estar no momento certo de ler Clarice, ou, por não gostar desse tipo de leitura, que não é uma leitura fácil.

Não que precise ser inteligente ou culta, mas sim de gostar desse gênero que é mais intenso, provocativo e que mexe com os nossos sentidos, a própria Clarice teve consciência disso, conforme as palavras dela que abrem a leitura: “Este livro é como um livro qualquer. Mas eu ficaria contente se fosse lido apenas por pessoas de alma já formada. Aquelas que sabem que a aproximação, do que quer que seja, se faz gradualmente e penosamente - atravessando inclusive o oposto daquilo que se vai aproximar. Aquelas pessoas que, só elas, entenderão bem devagar que este livro nada tira de ninguém. A mim, por exemplo, o personagem G. H. foi dando pouco a pouco uma alegria difícil; mas chama-se alegria. “C.L.

Portanto, não é ser capaz de ler e sim de sentir, de se deixar levar e se descobrir nas palavras de Lispector, e se questionar diante da vida e de tudo aquilo que nos rodeia. É sermos capazes de nos olharmos, não com os mesmos olhos de sempre, acostumados com o que se vê, e sim, de enxergarmos além do que vemos sempre.

Enquanto eu avançava na leitura, pude perceber que esta obra e eu somos quase uma coisa só, eu estou nela e ela está em mim: “Mas tenho medo do que é novo e tenho medo de viver o que não entendo quero sempre ter a garantia de pelo menos estar pensando que entendo, não sei me entregar à desorientação.”

De fato, sou eu e meus questionamentos, Clarice me revela, desnuda a minha alma e depois me deixa a matutar em suas (minhas) interrogações.

“Dá-me a tua mão desconhecida, que a vida está me doendo, e não sei como falar - a realidade é delicada demais, só a realidade é delicada, minha irrealidade e minha imaginação são mais pesadas.”

Clarice é sempre uma leitura recomendada!
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Susto 26/10/2011

De Leve
Achei a narração muito presa, e parando para pensar A Hora da Estrela também foi, eu não gostei, não é um livro que eu recomendaria, mas acho que não é um livro tão ruim.
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