A Paixão Segundo G.H.

A Paixão Segundo G.H. Clarice Lispector




Resenhas - A Paixão Segundo G.H.


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Gengis 13/04/2016

Opinião
Foi difícil, bem difícil, mas uns 6 meses depois consegui terminar de ler... não que o livro seja gigantesco, mas porque ele é muito chato! Putz que livro chato! Terminei uma meia dúzia de livros que ia lendo concomitantemente e este ia ficando pra trás.
Bem que dizem, os clássicos são livros que todos gostariam de ter lido, mas ninguém gosta de ler ha-ha-ha... os defensores da literatura de plantão que venham me criticar com bons argumentos, porque não vou aceitar eufemismos e demais subterfúgios para justificar um sistema educacional que recomenda Clarice pra adolecentes que supostamente deveriam estar tomando gosto pra leitura.
Que livro chato do caramba!
Kátia Predebom 20/06/2016minha estante
Eu acho o livro genial e a escritora mais ainda, mas acho que tu pegou um livro que não faz teu estilo, mano. Clarice Lispector lida com o sútil e com o silêncio, se a gente não tem sensibilidade o suficiente pra perceber o que ela quer falar nos silêncios realmente acaba se tornando um livro meio pesado. De forma alguma acho o livro uma bosta, mas entendo o motivo de você não ter gostado.


DAbora.Ferri 07/07/2016minha estante
Indicar um livro destes para aluno do ensino médio seria criminoso rssssss. Para os alunos de Letras já pode ser considerado torturante. Eu, pessoalmente, poderia ter passado sem esta leitura rssss.


Gengis 09/07/2016minha estante
huahauhau se vc falou, ta falado... ja me sinto melhor ^^


Américo 20/07/2016minha estante
Concordo basicamente com o que a Kátia Predebom escreveu. É preciso sensibilidade (provavelmente em um alto grau) para ler as obras de Clarice, principalmente essa. Às vezes eu acho que ela escrevia exclusivamente ao público feminino. Não tem muita explicação, pois se não me engano, foi a própria Clarice que comentou numa entrevista, que enquanto alguns odeiam o livro, outras pessoas o tem como livro de cabeceira.




Vic 21/12/2011

Um Existencialismo Clariciano
O Romance “A Paixão Segundo G.H.”, é um livro da escritora modernista Clarice Lispector. Clarice é uma das mais importantes escritoras brasileiras de todos os tempos. Revolucionou as técnicas de análise introspectiva de personagens – técnicas essas que estão maximizadas nesta obra em questão. A Paixão Segundo G.H. é, com frequência, associado como obra máxima de Clarice, visto que, encontra-se com maior intensidade suas técnicas.

A protagonista do romance é uma garota cujo nome é tratado somente como G.H. A maior parte da história tem como foco a análise filosófica da protagonista no momento em que encontra e esmaga uma barata. Neste momento, a protagonista relata sua perda de individualidade. O resto da história segue tendo como foco essa experiência de autoconhecimento.

“A Paixão Segundo G.H.”, apesar de ser a obra com maior presença da técnica de Clarice, daí ser considerada sua obra máxima, também possui aspectos negativos. Devido a seu diálogo paradoxo e filosófico - que é intensamente e extensivamente expresso no romance -, acaba por se tornar cansativa de leitura, além de necessitar uma paciência e concentração para entender e encontrar real sentido nas experiências de G.H. Outro fator, que torna a obra massiva para se acompanhar, é se tratar de um extenso e filosófico monólogo em primeira pessoa, isto é, um diálogo contínuo e crítico usando um só personagem. Logo, a obra esbanja exercício de linguagem como instrumento de tocar o intocável. Assim, a literatura de Clarice assume uma estatura filosófica, aproximando-se, na visão de alguns, do existencialismo de Jean-Paul Sartre - célebre escritor e filósofo francês, ganhador do Nobel de literatura (1964). Sendo assim, para quem é fã de Sartre e/ou gosta de uma literatura existencialista, vai adorar esse romance que mistura essas características com a técnica única de Clarice Lispector. Entretanto, para a maioria (suponho), que não aprecie a literatura filosófica (geralmente por estar vinculada a uma leitura cansativa), torna-se, pois, para quem está buscando apenas entretenimento, não recomendável.
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FRENTE 17/10/2009

No livro A Paixão Segundo G. H. é quase impossível não fazer uma reflexão sobre quem somos e a o que pertencemos, e nos faz iniciar a busca do sentido de estar nesse trecho de vida. É incrivel como Clarice toca na parte mais confusa do ser humando que é a busca de se enteder e poder seguir algum caminho que faça sentido. E a quem nunca se preocupou com essa questão, o livro traz à tona, com a rapidez de um momento, o grande vazio que há nesse mistério que é a estar vivo.
Como sempre Clarice nos arranca da surpeficialidade de respirar e tenta nos mostrar todo o resto ao qual viver faz parte.
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Lacerda 13/10/2009

Obra inquietante, angustiante e intrigante de Clarice. A personagem revela uma inconsistência e uma busca por ela mesma; procura entender quem é ela e consegue um questionamento quando se depara com seu asco e temor - a barata.
O confronto sobre o medo, sobre a solidão, sobre o que é ser humano acompanham os pensamentos da personagem ao longo do livro e não há uma sequência lógica. Segue o mesmo padrão de outros tantos de Lispector, o fluxo da consciência.
De profunda ressonância existencialista, e ao mesmo tempo portadora de um permanente exercício de esvaziamento ontológico; pode ser considerada iluminação ou radical ajuizamento crítico sobre a condição humana.
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Cris Lasaitis 27/12/2010

http://cristinalasaitis.wordpress.com

Leio e releio sem cansar. Em matéria de ficção, A Paixão Segundo G.H. é um dos livros mais diferentes que o leitor pode experimentar. No nível superficial, a história é esdrúxula: uma mulher solitária faz a arrumação no seu apartamento, quando encontra uma barata no armário e a mata. E daí? E daí que nas entranhas dessa microscópica ação o universo inteiro palpita enquanto fala a voz interior dessa mulher. O assassinato da barata desencadeia uma saga subjetiva: uma imensa viagem interna por galáxias de sentimentos e ressignificações, tentativas de colocar em palavras aquilo que transcende à própria linguagem, uma busca de sentido, e no sentido, a liberdade de existir – o momento de epifania. Algumas pessoas acham este livro abstrato demais, outras se fascinam pelo alcance de tal abstração; para mim é uma das reflexões mais elevadas de toda a literatura (ao lado de De Profundis, do Oscar Wilde). Sempre que me sinto paralisada com ideias que não consigo formular, peço ajuda à G.H. e, especialmente, à Clarice, que são as melhores evidências de que não há nada que não possa ser colocado em palavras.
Ricardo Rocha 19/08/2014minha estante
se eu for adiante nas minhas visões fragmentárias, o mundo inteiro terá que se transformar para eu caber nele.




Ana Patricia 05/02/2016

A complexa G.H.
Não pretendia fazer uma resenha desse livro, mas ele foi um dos mais diferentes que li e achei bom aprofundar minha opinião sobre ele.
Não é com certeza como os livros que gosto de ler, na qual contam com uma narrativa que acontece ao longo do tempo e na maioria das vezes é aventura. Esse tipo de história que encontrei em a Paixão Segundo G.H. não me fez ter o trabalho de imaginar os diversos cenários citados, o que fez com que eu lesse muito rápido. Mas isso não o tornou muito bom nem muito ruim.
A história do livro fala sobre G.H., que tem que arrumar o quatro da empregada depois que ela pede demissão e descobre nele duas coisas: Um desenho na parede e uma barata.
Como ela interpreta os dois é bem impressionante, e algumas vezes consegui ler coisas que foram significativas e me fizeram refletir também.
Fiquei feliz por terminal logo o livro porque tenho um medo danado de baratas e as vezes as descrições que G.H. faziam dela (como seus olhos salgados, suas asas e, claro, a pasta branca) me deixavam com um pouco de paranoia em vários momentos do dia.
Algumas partes da história me deixaram com algumas dúvidas que eu não consegui resolver terminando o livro, e também fiquei muito curiosa para saber mais sobre a vida de G.H., mas sobre sua personalidade eu confesso que até me identifiquei um pouco com ela.
Mesmo assim, esse não seria um livro que eu indicaria ou leria novamente.
Preciso ler outra obra de Clarice Lispector para ver se não gostei do estilo da história ou do estilo da autora.
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Léia Viana 10/11/2011

Leitura provocativa e extremamente reflexiva
Eu sempre defini as obras de Clarice Lispector como complexas e subjetivas, além de uma leitura apaixonante e filosófica, capaz de nos induzir a momentos de profunda reflexão, pois, torna-se impossível ficar indiferente aos questionamentos levantados por Lispector, a respeito de se descobrir quem se é e as razões de viver, sentir e amar.

“Estou procurando, estou procurando. Estou tentando entender. Tentando dar a alguém o que vivi e não sei a quem, mas não quero ficar com o que vivi. Não sei o que fazer do que vivi, tenho medo dessa desorganização profunda. Não confio no que me aconteceu. Aconteceu-me alguma coisa que eu, pelo fato de não a saber como viver, vivi uma outra?”

Clarice exalta toda a sua inteligência nesse livro, deixando a leitura densa, dramática e repleta de simbolismo,o que pode desagradar alguns leitores por não estar no momento certo de ler Clarice, ou, por não gostar desse tipo de leitura, que não é uma leitura fácil.

Não que precise ser inteligente ou culta, mas sim de gostar desse gênero que é mais intenso, provocativo e que mexe com os nossos sentidos, a própria Clarice teve consciência disso, conforme as palavras dela que abrem a leitura: “Este livro é como um livro qualquer. Mas eu ficaria contente se fosse lido apenas por pessoas de alma já formada. Aquelas que sabem que a aproximação, do que quer que seja, se faz gradualmente e penosamente - atravessando inclusive o oposto daquilo que se vai aproximar. Aquelas pessoas que, só elas, entenderão bem devagar que este livro nada tira de ninguém. A mim, por exemplo, o personagem G. H. foi dando pouco a pouco uma alegria difícil; mas chama-se alegria. “C.L.

Portanto, não é ser capaz de ler e sim de sentir, de se deixar levar e se descobrir nas palavras de Lispector, e se questionar diante da vida e de tudo aquilo que nos rodeia. É sermos capazes de nos olharmos, não com os mesmos olhos de sempre, acostumados com o que se vê, e sim, de enxergarmos além do que vemos sempre.

Enquanto eu avançava na leitura, pude perceber que esta obra e eu somos quase uma coisa só, eu estou nela e ela está em mim: “Mas tenho medo do que é novo e tenho medo de viver o que não entendo quero sempre ter a garantia de pelo menos estar pensando que entendo, não sei me entregar à desorientação.”

De fato, sou eu e meus questionamentos, Clarice me revela, desnuda a minha alma e depois me deixa a matutar em suas (minhas) interrogações.

“Dá-me a tua mão desconhecida, que a vida está me doendo, e não sei como falar - a realidade é delicada demais, só a realidade é delicada, minha irrealidade e minha imaginação são mais pesadas.”

Clarice é sempre uma leitura recomendada!
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Keyseane 17/08/2014

Gente, que me perdoem os amantes de Clarice Lispector, mas eu simplesmente odiei esse livro. Primeiro que eu odeio barata, segundo é que aquilo tudo parece uma viagem de doido e terceiro é que é nojento a parte que ela diz colocar a barata na boca. Minha nossa (eca)!!! Esse livro simplesmente não foi nem de longe um bom livro. Eu até cogitei a possibilidade de não ler mais nenhum livro da Clarice por causa deste livro. Enfim, eu não gostei mesmo.
Ana Patricia 06/02/2016minha estante
Tive que parar de comer algumas vezes por imaginar as descrições da barata na minha mente. Fiquei muito feliz por ter terminado essa pequena tortura logo kkkkk.




Patrícia 01/10/2012

Não faz meu estilo
oh grandes fãs da Clarice Lispector... desculpem-me, mas não posso deixar de dizer que seu único livro lido por mim não atendeu minhas expectativas... Porém por um simples fato: não faz o meu estilo de leitura. E vcs me perguntam: "E porque leu então?" Li por obrigação, obrigação de uma leitora nata em ler um dos grandes nomes da literatura brasileira. Admiro Clarice, existem diversos poemas dela que me encantam e me deixam boquiaberta... porém este livro... nossa, não via a hora de acabar. Perdoem-me a audácia, reconheço a primorosa escritora, mas este livro não é dos melhores.
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Luisa. 04/08/2016

www.velhocriticismo.com
Aparentemente, GH é uma mulher comum. Bem de vida, mora em uma cobertura, aprecia as artes. A conhecemos em uma manhã carioca, pacata e quente. A empregada acabara de sair do emprego e GH resolve limpar o quarto onde ela ficava. A partir daí, GH tem uma experiência reveladora. Vamos com ela.

No início do livro, encontramos a personagem já alterada e transformada pela experiência. GH se deu conta de algo antes despercebido (quase inconscientemente evitado) e precisa relatar sua vivência. “Perdi alguma coisa que me era essencial, e que já não me é mais. Não me é necessária, assim como se eu tivesse perdido uma terceira perna que até então me impossibilitava de andar mas que fazia de mim um tripé estável. Essa terceira perna eu perdi. E voltei a ser uma pessoa que nunca fui. Voltei a ser o que eu nunca tive: apenas as duas pernas.”

Só depois do entendimento de que GH passou por uma revelação, logo nas primeiras páginas, a personagem vai relatar detalhadamente o ocorrido. A autora já avisa de cara: trata-se de um livro para pessoas de alma bem formada. A narração é intensa e visceral, caminha lenta e dolorosamente. Não é necessário entender tudo o que é dito por GH, mas antes sentir, deixar suas palavras penetrarem em nossa mente. “O mundo independia de mim – esta era a confiança a que eu tinha chegado: o mundo independia de mim, e não estou entendendo o que eu estou dizendo, nunca! nunca mais compreenderei o que eu disser.”

Pois bem. Como foi dito, GH queria fazer uma faxina em seu apartamento e começar pelo quarto da empregada. Mas, então, a surpresa: o quarto está limpo, impecável. Calor, paredes brancas, o sol entrando e desnudando o armário de portas empenadas, as brancas paredes caiadas e um rude desenho a carvão dos contornos de um casal e um cachorro. GH já está reflexiva, pensativa.

E, a seguir, a barata dentro do armário e o novo espanto. Assustada com a visão do inseto, GH o esmada entre as portas. Um líquido brando sai de dentro da barata. Depois, a reflexão.

Mas, afinal, o que é a barata? Qual a razão do nojo da barata? Por que a primeira reação é matar a barata? Não seria o asco da barata mais uma das tantas imposições sociais, regras sociais que nos impedem de chegar no núcleo, a ver a barata como ser em si? Até que ponto tais imposições impedem que nos conheçamos, que cheguemos ao nosso cerne e ao entendimento de nossa própria vida? Guimarães já avisava: viver é perigoso. Clarice acrescenta: “Viver não é coragem, saber que se vive é a coragem.”

Olhar a barata com outros olhos, como ser, é repensar a imposição acerca da barata e também de si mesmo. Combater o paradigma é ir de encontro à essência humana, é perder a terceira perna que dá sustentação à máscara de todos os dias. GH entendeu isso. Daí o ato de provar o branco, o ser da barata. Provar da barata seria se tornar o todo, já que a barata é o outro, o estranho, o desprezado. “Para construir uma alma possível – uma alma cuja cabeça não devore a própria cauda – a lei manda que só se fique com o que é disfarçadamente vivo e a lei manda que, quem comer do imundo, que o coma sem saber. Pois quem comer do imundo – também saberá que o imundo não é imundo. É isso?”

É preciso, assim, buscar a neutralidade da vida, vida em estado puro, um todo do qual os seres vivos participam igualitariamente, mesmo sob a forma de uma barata. Mas chegar ao neutro da vida exige coragem, desorganização e reconstrução, exige mais do que isso, exige um assassinato contra si mesmo, já que é necessário matar-se a si próprio para se chegar à reconstrução. Num primeiro momento, é necessário comer a matéria branca da barata agonizante, num supremo ato de integração, pois a eliminação do nojo é o ato final da plena neutralidade. Contudo, nova correção: comer a barata não é necessário. Tal ato implica o acréscimo, mas este não é necessário, “o acréscimo é mais fácil de amar”.

Através de sua experiência, GH entra em contato não apenas com a vida, com seu lado mais feio e renegado. O que descobre muda sua vida. E GH tem medo de esquecer. A essência da vida dói, mas esquecer a essência depois de entendê-la dói ainda mais. Acontece o transcender de um estado da consciência superficial para a absoluta percepção da vida, autêntica, sem o sal e o tempero (pois são estes que dão gosto aos alimentos, assim são nossos juízos que visualizam e configuram a vida desta ou daquela maneira). “Mas se souberem, assustam-se, nós que guardamos o grito em segredo inviolável. Se eu der o grito de alarme de estar viva, em mudez e dureza me arrastarão pois arrastam os que saem para fora do mundo possível, o ser excepcional é arrastado, o ser gritante.”

Ler A paixão segundo GH não é fácil. Na verdade, é um tanto quanto sufocante. Mas, no fim, vale a pena. Clarice tem o talento de nos transportar ao interior de GH, e o faz muito bem. Por fim, depois da última linha, um suspiro aliviado e de missão cumprida. GH nunca mais foi a mesma, e quem lê seu relato dificilmente o será.

A EDIÇÃO

Não encontrei problemas na edição da Rocco. Não encontrei erros de digitação e achei a capa muito interessante. Li em uma edição mais antiga, de 98, mas sei que a Rocco lançou outra em 2009 (com uma capa ainda mais bonita!). Apesar de o livro ter apenas 180 páginas, não se engane: há livros que são maiores do que parecem.
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Samantha 11/01/2009

QUEIMEM ESSE LIVRO!!
L. 19/01/2009minha estante
pq?


Júlia 25/01/2009minha estante
Por que?


Nathaly 28/02/2009minha estante
Eu sei que é um livro muito complicado, denso demaaaais da conta (tanto que eu não conseguir ler até o fim, abandonei), mas.. queimar? Não entendi


João Carllos 02/05/2009minha estante
Coitada, a pobrezinha nao sabe o que diz. se bem que a Clarice é um leitura para os iniciados, não para os que confundem literatura com entretenimento.


gabifeldens 03/05/2009minha estante
que guria sem noção....


Kemi 25/05/2009minha estante
Concordo que o livro é péssimo, mas ao invés de queimar, a gente pode levar num sebo e trocar..rsrs


Têco 01/09/2009minha estante
Este livro mostra muitas verdades e acho que ela pode doer sim e este é um grande passo.


Vanessa bibliotecária 10/09/2009minha estante
Concordo, aliás, queimem todos os livros da perturbada CL!!! Ganhou um "gostei" meu!!! :D



Vanessa bibliotecária 10/09/2009minha estante
Minha gente, vamos respeitar a liberdade de expressão. Se a menina não gostou, pq vão xingá-la de sem noção? Ela apenas expôs a opinião dela. Ou será que vão me julgar de ignorante só pq não consegui digerir a "ilustre" CL?

Ah, me poupem!!!


Bell 16/09/2009minha estante
Ahhh, vai ler um best-seller, vai...


Têco 12/12/2011minha estante
Ou pequeno passo. Não acredito no "não-passo", mas isto é genial:

"Dá-me a tua mão: Vou agora te contar como entrei no inexpressivo que sempre foi a minha busca cega e secreta. De como entrei naquilo que existe entre o número um e o número dois, de como vi a linha de mistério e fogo, e que é linha sub-reptícia. Entre duas notas de música existe uma nota, entre dois fatos existe um fato, entre dois grãos de areia por mais juntos que estejam existe um intervalo de espaço, existe um sentir que é entre o sentir ? nos interstícios da matéria primordial está a linha de mistério e fogo que é a respiração do mundo, e a respiração contínua do mundo é aquilo que ouvimos e chamamos de silêncio"




angeldario 02/04/2009

parei
ainda não estou pra ler este livro. quem sabe daqui a dez anos?
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Vanessa bibliotecária 10/09/2009minha estante
Nem em 100 anos eu leio esse livro de novo, kkkkkkkkkkkkkkk!!!




Celine. 06/06/2009

A paixão segundo G.H é um soco em todo o corpo e na alma. Uma narrativa de um fato rápido, um instante de um dia e tudo muda em uma vida inteira, supõe-se.
Ler os rodeios sobre vida e sentido que Clarice faz no livro, mesmo a busca a entender, a releitura e por fim se ver tentando compreender sua própria existência e o que você fez e faz com ela. Até se diminuir a ponto de horror para tentar se engradecer a alma e sim, ser leve no corpo e no pensamento. Ter uma vida longa para além do pensamento, além de outras vidas.
Esse livro faz um caminho até a um lugar ainda nao inventado, nao sentido que é a cosciencia de si no mundo e fora dele. E andar um minusculo trecho sob essa reflexão é algo que somente Clarice pode proporcionar até hoje com palavras. Ela, que sabia usá-las.
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Tata 15/09/2009minha estante
"A paixão segundo G.H é um soco em todo o corpo e na alma." - A melhor descrição que eu já vi!




Nélio 05/04/2016

Eis uma autora que tento ler, pois sei do seu valor, mas que não rola a leitura... Foi duro terminar o livro... Já os contos dela eu tenho mais paciência literária e chego a gostar de alguns. Mas de seus romances, apenas A hora da estrela me foi tragável!
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Lari 11/10/2017

A maior crise existencial que você respeita.
Em alguns momentos simplesmente desisti de tentar entender. A G.H. viaja muito nas ideias, e algumas reflexões me atingiram, outras não. Talvez boa parte das pessoas ache muito parado, descritivo, confuso - e eu achei isso também -, mas para mim foi interessante, valeu a experiência.
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