A Paixão Segundo G.H.

A Paixão Segundo G.H. Clarice Lispector




Resenhas - A Paixão Segundo G.H.


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Helô 19/03/2014

Antes de tudo, eu preciso confessar o meu medo(pavor), ao ver baratas e outros afins, o que dificultou bastante.
Falando de Clarice, achei um tanto peculiar, reflexivo, profundo, o que me deixou bem desgastada mentalmente, entretanto é uma obra- prima que deve e merece ser lida.
Afinal, não são muitas ocorrências, tudo acontece dentro da mente confusa e questionadora de G.H. O livro narra um certo momento,seu encontro com a barata, e tudo o que ela provoca desde então.
G.H busca a identidade que nunca quis enxergar, uma identidade que talvez provoque horror no mundo, nela mesmo, mas que simplesmente existe. Aceitação de ser como se é, e não como deveria ser.Sem pressões morais... Amar sem criar expectativas ou se apoiar em ilusões. Amar o "neutro", amar sem motivos, aquilo que só existe, na sua razão de existência, como a barata.
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Anderson 16/01/2015

Eu então adoro — — — — — — —.
O que dizer de um livro que não diz nada quando diz tudo? Que trata a linguagem como algo que é incapaz de dizer o que quer ser dito por dizer? Que ser humano e ser e estar sendo? Que de um enredo banal encara um momento e ao enfrentá-lo ingere tudo o que foi jogado num corpo repugnante de um branco interno e incógnito?
Lerá este livro, caro leitor?
Espere sua fez de fazer questionamentos melhores que estes após a sua leitura.

Abs,
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Mayda Ribeiro 26/08/2016

A Paixão Segundo G.H.
Bom.
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Everton.Carvalho 19/08/2016

"Esse livro me atravessa"
"-Escuta. Eu estava habituada somente a transcender. Esperança para mim era adiamento. Eu nunca havia deixado minha alma livre, e me havia organizado depressa em pessoa porque é arriscado demais perder-se a forma. Mas vejo agora o que na verdade me acontecia: eu tinha tão pouca fé que havia inventado apenas o futuro, eu acreditava tão pouco no que existe que adiava a atualidade para uma promessa e para um futuro."

Até o momento da leitura de mais ou menos a centésima página de "A paixão segundo G.H", eu acreditava que o mais metafisico que Clarice poderia ter chegado havia sido em Água viva, que, para mim, é o mais próximo do incomunicável de dentro de suas obras - que até agora lí e foram - , pois trata justamente da transfiguração das palavras; e tão universais são os sentimentos que obtemos destas palavras, que temos a impressão de estar meditando e não lendo um livro. Contudo, quando procuramos um meio para expressar "o neutro", somos impedidos pelo incomunicável.
No entanto, fui surpreendido com a história de G.H, e, juro, sinto-me tão limitado a escrever sobre essa experiência, e acredito que até mesmo Clarice, como ser humano, limita-se a essa transcendência toda que suas obras trazem a seus leitores, pois a palavra é a limitação e, ao mesmo tempo, é a libertação e a transcendência. O desconhecido nos intriga, mas o desconhecido com nuances familiares nos desfibra. Há algo descomunal na forma em que Clarice narra suas histórias de poucos fatos: elas percorrem nossa existência, e nos arranca a humanidade. Nos arranca o que é essencial: o neutro. Mas, se formos capazes, conseguimos tirar das epifanias o que Clarice própria pode não ter tirado: o neutro, mesmo sendo a autora, o que muitos achariam bizarro, mas acontece, pois a obra sempre transgride o autor. Palavras dependem de contextos para funcionarem em suas mais magistrais semânticas. É a subjetividade a dona da verdade.
Esse neutro que procuramos é Deus, é a ilusão, é a beatitude, é a razão para darmos nossos passos. Queremos um miolo para nossa existência, queremos um pretexto para não estarmos presentes. O livro trata disso: viver sem estar presente. Perdemo-nos de nós mesmos e distanciamo-nos daquilo que deveria ser o tempo de nossas vidas: o agora, o já. É também sobre o velho clichê de que a vida encontra-se nos detalhes. O luxo é uma redundância e perder se também e caminho
Cada pessoa tira para si uma coisa diferente deste livro, porém em alguns momentos, alguma coisa foi tirada de mim pelo livro. No final, no entanto, algo foi me acrescentado. O livro nos da uma nova visão, no meu caso positiva, pois sinto que algo levou-me a relaxar para não perder o melhor da vida, um ensinamento de não criar expectativas e não cobrar nada dela. Talvez estar assistindo Six Feet Under sincronicamente com o livro, deu uma certa modelada na obra de Clarice, pois afinal, a morte também é o principal personagem em sua literatura. "A paixão segundo G.H" é ainda mais metafisica que "Água Viva"
Estou tão contaminado por Clarice Lispector que não consegui escrever esta minha anotação sobre o livro de uma forma objetiva e clara, mas acho que seria até impossível fazê-lo quando tratamos de uma autora tão singular e dona de uma obra tão íntima de meus pensamentos e de todos os que dedicam um tempo da vida para se descobrir lendo o que escreveu essa insubstituível escritora.
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Sandrinha 13/12/2013

Ah, o estilo da Clarisse! Tão cortante e intrigante. Claro e ao mesmo temp tão enigmático livro. É como a vida, um livro que você acha que compreendeu tudo mas que te convida a saboreá-lá outra vez e com a certeza de que não será igual.
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Augusto 11/02/2015

Um livro para pessoas de alma formada
Esse não é o primeiro de Clarice que eu leio, por isso eu já estava preparado para o que vinha, ou pelo menos achava que estava. O livro irá relatar a experiência de descoberta de uma mulher de classe média, comum na obra de Clarice, G.H. que é a própria narradora. Essa experiência de descoberta acabará por fazer com que muitas das certezas que G.H. tinha, caíssem por terra, a sua civilidade é colocada à prova e a mesma perde o referencial seguro da ignorância. Sem chão a personagem cai em uma viagem ao interior de si mesma, que muitos costumam chamar de fluxo de consciência, assim o texto de premissa simples, tornasse bastante complexo. O livo é uma obra-prima, porém não é um livro para todos, como a própria autora alerta, é um livro para pessoas de alma formada.
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Susto 26/10/2011

De Leve
Achei a narração muito presa, e parando para pensar A Hora da Estrela também foi, eu não gostei, não é um livro que eu recomendaria, mas acho que não é um livro tão ruim.
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Viviany 24/04/2010

"A paixão segundo GH", de Clarice Lispector

Você é daqueles sujeitos profundos. Não que se acham profundos – profundos mesmo. Devido às maquinações constantes da sua cabecinha, ao longo do tempo você acumulou milhões de questionamentos. Hoje, em segundos, você é capaz de reconsiderar toda a sua existência. A visão de um objeto ou uma fala inocente de alguém às vezes desencadeiam viagens dilacerantes aos cantos mais obscuros de sua alma. Em geral, essa tendência introspectiva não faz de você uma pessoa fácil de se conviver. Aliás, você desperta até medo em algumas pessoas. Outras simplesmente não o conseguem entender.
Assim é também "A paixão segundo GH", obra-prima de Clarice Lispector amada-idolatrada por leitores intelectuais e existencialistas, mas, sejamos sinceros, que assusta a maioria. Essa possível repulsa, porém, nunca anulará um milésimo de sua força literária. O mesmo vale para você: agrada a poucos, mas tem uma força única.
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Castelo 13/03/2017

#DesafioLivrosBr: A Paixão Segundo G.H, Clarice Lispector e um breve esboço sobre o Feminismo em sua obra.
Encontro duas formas de escrever sobre A Paixão Segundo G.H (Rocco, 2009. 180 páginas), o livro que escolhi para o mês de março do #DesafioLivrosBR.

A primeira é descrevendo o plano de fundo dentro da qual o fluxo de consciência se encaminha, destacando alguns elementos chave que aparecem até a ação final. Seria assim: G.H é uma mulher da alta classe brasileira (sua nacionalidade está explícita no texto), moradora de uma cobertura. É uma manhã e a empregada da casa foi embora. G.H, então, decide ir até o quarto da empregada, onde esperava encontrá-lo bagunçado, surpreendendo-se depois com a organização que ele apresenta, deixada pela empregada. É dentro do quarto que acontecem os mais intensos conflitos expressos através da narradora.

A segunda, e esta é um desafio, é uma tentativa de ensaiar sobre alguns elementos que fazem de A Paixão Segundo G.H a novela que é. G.H, segundo aponta Boris Fausto, em História Concisa da Literatura Brasileira, significa Gênero Humano. Muito não se sabe da narradora a não ser os aspectos explorados por ela, que são de cunho existenciais e que por isso causam no leitor o estranhamento e a identificação. Não é sem surpresa ou sem o acompanhar de um outro suspiro que passamos pela experiência da leitura da novela. A Paixão Segundo G.H é sobretudo um livro que nos proporciona uma experiência literária intensa. Na ordem da narrativa apresentada no livro, todos os aspectos das coisas ficam suspensos a um nível existencial, fenomenológico, do qual G.H vai adentrando, explorando, investigando. O que ela intenciona é seguir propriamente uma busca dentro deste nível existencial, onde a subjetividade parece entrar em crise e todas as coisas se enchem de inúmeros significados para a experiência da narradora. Esta busca não tem um caminho único, e segui-la pressupõe o seu contrário, uma perda:

"É difícil perder-se. É tão difícil que provavelmente arrumarei depressa um modo de me achar, mesmo que achar-me seja de novo a mentira de que vivo. Até agora achar-me era já ter uma ideia de pessoa e nela me engastar: nessa pessoa organizada eu me encarnava, e nem mesmo sentia o grande esforço de construção que era viver." (pág. 10)

Dentro desta busca ao nível existencial das coisas a subjetividade, intrínseca à identidade, também entra em crise. E a partir daí G.H busca constantemente negar e afirmar a própria identidade, desde os momentos que se compara à empregada, a si mesma e até ao leitor:
"Minha pergunta, se havia, não era: 'que sou', mas 'entre quais sou'". (pág. 27)
"O que queria essa mulher que sou? o que acontecia a um G.H. no couro da valise? Nada, nada, só que meus nervos estavam agora acordados - meus nervos que haviam sido tranquilos ou apenas arrumados? meu silêncio fora silêncio ou uma voz alta que é muda?" (pág. 43)

É ao decidir entrar no quarto da empregada que G.H então identifica, dentro daquela sua casa, um espaço tão a parte de todos os outros os quais ela se apropria enquanto habitante de sua cobertura: o quarto da empregada, que servia antes de depósito de objetos velhos é sua contraposição, tanto social quanto existencial, e é lá dentro também que a narradora encontra, saindo da porta do guarda-roupas, uma barata. Está na barata o seu maior conflito.

Durante toda a leitura não nos é distraída a consciência alterada das coisas, a subjetividade em crise, e assim como os móveis, a empregada, também a barata se mostra como o conflito que desperta em G.H seu maior desafio durante a narrativa: ela identifica na barata a existência de um ser muito mais anterior do que o próprio gênero humano, ou seja, anterior a ela mesma. Em certa altura, por nojo, numa tentativa de matar a barata, G.H fecha a porta do guarda roupa, que esmaga o inseto, deixando-o partido ao meio, porém sem matá-lo. E a partir daqui a crise existencial se intensifica. Todas as sensações experimentadas pela narradora são passadas pela prova exaustiva de investigação de seus motivos. O nojo, as lembranças, a insistência em manter-se no quarto e continuar a vivenciar aquela experiência. A barata é também um ser vivo, e a massa branca de seu ventre é seu material vivo como em nós o sangue é nosso material de vida. Embora em formas diferentes, são, G.H e a barata, seres vivos.

"- Segura a minha mão, porque sinto que estou indo. Estou de novo indo para a mais primária vida divina, estou indo para o inferno da vida crua. Não me deixes ver porque estou perto de ver o núcleo da vida - e, através da barata que mesmo agora revejo, através dessa amostra de calmo horror vivo, tenho medo de que nesse núcleo eu não saiba mais o que é esperança" (pág. 59)

O último clímax enfim é chegado no momento em que, por uma ousadia de experimentar o Isto da vida, G.H decide comer parte da massa branca da barata. É este o mais expressivo ato, desde sua decisão de levantar da mesa para ir ao quarto da empregada e desde permanecer no quarto e enfrentar seu nojo. Não há uma conclusão final, é o que finalmente se conclui. Mas o fluxo e refluxo constante da experiência de estar vivo é que alarga a vida sensível, e que existe independente de nossa existência individual. O auge da subjetividade em crise é a negação da compreensão, mesmo que a ela se abram todas as possibilidades de entendê-la, numa luta constante entre sentir e compreender. A Paixão Segundo G.H não é um livro que se desdobra poupando-se até o fim, mas um livro que desde o início já se entrega num clímax que permanece até o último parágrafo, que propositalmente não é encerrado com um ponto final.




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Breve consideração sobre o feminismo em Clarice Lispector:

Esta parte não se restringe apenas a A Paixão Segundo G.H, mas a toda a obra de Clarice. Um equívoco é comum ao se falar em feminismo em sua obra, quando seus contos e novelas são constituído sobretudo por mulheres donas de casa, cozinheiras e mães resignadas em suas ações: não é considerado o que, contextualizando sua época, faz de Clarice uma mulher escritora que alarga os significados de ser mulher. Foi ela uma das primeiras escritoras brasileiras a explorar o que seria a "essência feminina" e que aparece em vários de seus contos de diversas formas. Foi ela que, mesmo escrevendo sobre donas de casa, cozinheiras e mãe resignadas em suas ações, não tinham nada de resignadas em suas subjetividades. São através dos escritos de Clarice que é dada voz à subjetividade de, antes de tudo, uma escritora brasileira, e depois a personagens femininas que falam por toda uma essência humana, participando e a constituindo profundamente, quebrando assim barreiras essenciais que até então eram dominadas apenas por homens tanto na ficção quanto na realidade.

Podemos, em especial, identificar esses aspectos citados em Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres, onde temos Lori, a protagonista que não cabe apenas em seus afazeres domésticos, e emerge de dentro de si mesma num urro potente e rico, que faz o livro ter toda a sua riqueza. A ironia despretensiosa se dá quando homens ou mulheres ao lerem Clarice, se identificam com suas personagens, por seus anseios tão humanos, tão reais e antes de tudo tão ricos.

Portanto não é à toa que a Clarice Mito mais uma vez aí se justifique diante de tantas mulheres que a admiram, usando-a, como tantas outras mulheres, para afirmar suas convicções feministas.


site: https://apalavradoslivros.blogspot.com.br/
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Fabíola 20/12/2018

A paixão segundo G.H.
Resenha| De uma fã iniciante
.
Perplexidade seria a palavra escolhida para essa obra.
Ver Clarice escrever de forma tão brilhante a autodescoberta, o fluxo de pensamentos acerca de Deus, a metáfora da barata (essa parte trouxe-me asco), o esvaziamento da alma para seu encontro... Enxergarmos o fundo do abismo é algo doloroso mas necessário para nos ampliarmos, e a autora consegue nos levar nesse "salto de fé".
Essa é a segunda obra que leio e agradeço a indicação do amigo querido @marciohomem.
Adoro livros que trazem o cotidiano através do fluxo de pensamentos, às vezes podem parecer difíceis, mas ao prosseguir a leitura somos tocados de forma profunda.
"Não é para nós que o leite da vaca brota, mas nós o bebemos. A flor não foi feita para ser olhada por nós nem para que sintamos o seu cheiro, e nós a olhamos e cheiramos. A Via Láctea não existe para que saibamos da existência dela, mas nós sabemos. E nós sabemos Deus. E o que precisamos Dele, extraímos. (Não sei o que chamo de Deus, mas assim pode ser chamado.) Se só sabemos muito pouco de Deus, é porque precisamos pouco: só temos Dele o que fatalmente nos basta, só temos de Deus o que cabe em nós. (A nostalgia não é do Deus que nos falta, é a nostalgia de nós mesmos que não somos bastante; sentimos falta de nossa grandeza impossível- minha atualidade inalcançável é meu paraíso perdido."
Clarice

"Em seu livro Clarice, uma biografia, o crítico literário e escritor Benjamin Moser diz:

G.H., com seu enredo breve, esboçado, é na verdade o clímax de uma longa busca pessoal. Pela primeira vez, Clarice escreve na primeira pessoa. E pela primeira vez ela capta a plena violência, a repugnância física, de seu encontro com Deus.

No prefácio do romance, Lispector já inquieta o leitor, com uma advertência cifrada:

Este livro é como um livro qualquer. Mas eu ficaria contente se fosse lido apenas por pessoas de alma já formada. Aquelas que sabem que a aproximação, do que quer que seja, se faz gradualmente e penosamente atravessando inclusive o oposto daquilo que se vai aproximar".
Trecho: Achados & lidos
Júlio 20/12/2018minha estante
Coincidência, estou terminando minha leitura e também estou gostando bastante do livro.


Fabíola 20/12/2018minha estante
Que bom Júlio. Eu achei excelente !!! Depois conte suas impressões.




Angel 09/10/2016

heidegger curtiu isso.

levei um tiro aqui dentro de casa. rasgante. necessaríssimo.
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Douglas 16/06/2011

Desafiador e reflexivo: um encontro com a subjetividade
Um livro que me fez refletir quem sou diante de nossa subjetividade. Me pergunto quem é G.H. e só encontro uma resposta: é Deus em nossa consciência.

Para mim foi e esta sendo uma leitura desafiadora. Ao mesmo tempo é rica de abstrações que podem transformar teus pensamentos no que você preferir, no que você desejar em sua imaginação.

Uma quebra de paradigma de todas as leituras anteriores que eu já tinha experimentado. Difícil de entender. Melhor é deixar-se fluir pelos pensamentos que virão e se perceber como se sente após essa imersão. :)
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Dose Literária 30/10/2013

Nauseante coragem - A Paixão Segundo G.H.
“ Esse esforço que farei agora por deixar subir à tona um sentido, qualquer que seja, esse esforço seria facilitado se eu fingisse escrever para alguém.”
Assunto difícil. Olhar para os olhos vítreos de uma barata, e compreender sua vida, sua passagem fugaz e desimportante pelo tempo – e associá-la ao sentido da vida humana, correlacionando-os no divino. Continue lendo em http://www.doseliteraria.com.br/2013/10/nauseante-coragem-paixao-segundo-gh.html
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Wagner 31/07/2016

AVISO ÀS PEDRAS


(... ) enviei o meu anjo para aparelhar o caminho diante de mim e para avisar às pedras que eu ia chegar e que se adoçassem à minha incompreensão (...)

Lispector,Clarice. A paixão segundo GH. Rio de Janeiro: Rocco, 2009. Pp139
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@raizaxavier 12/08/2015

Várias sensações
Um livro para ser sentido! Antes de querer entender a história literalmente, sinta primeiro e a experiência se tornará mais incrível.
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