Três Aventuras

Três Aventuras Júlio Verne
Edgar Allan Poe
Júlio Emílio Braz




Resenhas - Três Aventuras


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Isabella Pina 02/05/2011

Três histórias, três...?
Bem, vou ser honesta. O livro é um pé no saco, na maior parte do tempo. Na verdade, nem culpo Júlio Verne ou Edgar Allan Poe (um dos meus escritores favoritos, aliás!) por essa história miserê. Sério, minha mãe o comprou pra mim em agosto ou setembro, e adivinha quando acabei de ler? É, domingo. E com muita força de vontade.
Vou dividir em 3 partes, já que são 3 contos.
1) A Volta Ao Mundo Em 80 Dias (Júlio Verne)
Bem, quando minha mãe comprou esse livro, tinha acabado de ler o livro original, isto é, o livro da coleção "A Obra-prima De Cada Autor", então eu nem li esse primeiro. Mesmo assim, o livro - o original - é divertido. É legal, inteligente e educativo. Já essa adaptação, não sei se é por causa do meu perfeccionismo com as coisas, mas eu achei bem sem sal. Pra começar, Fura-vidas, um dos meus personagens favoritos, não chama Fura-vidas. Chama passepourt ou sei lá o quê. Hello!, isso é um livro pra gente de 12, 13 anos, pra quê colocar um nome tão complicado, sendo que tem um fácil (Fura-vidas) disponível? :d
E, sei lá, muitos dos detalhes que tem no livro, aqui não se encontra. Eu não gostei da adaptação, ponto final.
2) O Escaravelho De Ouro (Edgar Allan Poe)
Essa foi a 1ª história que li no livro, e a que mais gostei. E.A.P. é um gênio, e eu simplesmente ADORO os contos dele. São puro suspense. Esse aqui é um bom, mas, ok, eu gostei, no entanto não um dos melhores - nem maiores e talvez seja exatamente por isso que foi escolhido. O final é meio sem graça, e a melhor parte é, sem dúvida, a resolução do tal enigma.
3) O Manuscrito De Phileas Fogg (Júlio Emílio Braz)
Olha, eu adoro quando as pessoas inventam novas histórias a partir de famosas, seja para ser engraçadas (como Opúsculo) ou para mostrar uma outra visão. Mas esse conto, que diz que Phileas Fogg estava vivo, achei meio... Como digo? Sem graça. O começo, pelo menos. O final, no entanto é realmente bom, e é por isso que é o segundo que mais gosto. Não gostei lá muito do fato de que Júlio E. Braz resolveu pôr os mesmos nomes dos personagens do livro de Júlio Verne, mas ele devia estar acostumado a isso, já que o nome dele é o mesmo -qq
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