Renascença

Renascença Oliver Bowden




Resenhas - Renascença


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Desi Gusson 05/09/2011

Nunca joguei Assassin's Creed, mas sempre fui fã do gênero. Talvez seja por isso que passei o livro todo me sentindo como se estivesse de mouse na mão (I can't get the consoles, rs).

Sem dúvida a história de Ezio Auditore, movido a vendeta, é de ação. Desde que viu seu pai e irmãos enforcados injustamente pelo traidor da família Auditore, Ezio não descansa até ter todas as habilidades necessárias para ir atras de seus inimigos e acabar com eles um a um. Agora, para que perder tempo descrevendo meses de treinamento árduo se você pode resumir isso em um paragrafo? Vamos logo ao que interessa, o sangue. Não é mesmo?

Alias, você, caro leitor, não vai ter um segundo sequer para respirar já que é uma missão atrás da outra. Sério mesmo, o Messere Auditore resgata tudo quanto é donzela e cachorro indefeso, e mesmo que o autor não demore muito no desenvolvimento das relações dele com os outros personagens, a personalidade de Ezio é irrevogável. Ele me lembra um Eragon crescido, com culhões e mais bonito. E sem o dragão.

Renascença é o roteiro do jogo, não posso negar e esperava mais tripas do que palavrões, mas mesmo assim ele me deixou com um gostinho de quero mais. Gostei, enquanto espero a continuação vou procurar quem tem o AC pra me emprestar.
Cello 15/11/2011minha estante
Parece ser bem interessante, sou fã de videogames, mas confesso que tinha um grande preconceito por este livro por pensar ser uma simples adaptação do jogo, parece que não é bem assim, com certeza o lerei qualquer dia desses!


Camila 26/04/2012minha estante
Ótima resenha. Me deixou com mais vontade de ler!


Sandy Thaís 11/01/2013minha estante
Gostei bastante da resenha. Dizem que pra quem já jogou é o mesmo que ler um roteiro do jogo (eu já joguei mas nunca li ;/) vou procurar mais a respeito! *-*


Cris 13/03/2016minha estante
Autêntico lixo literário. Classificá-lo de "Literatura Juvenil" é subestimar completamente a inteligência da gurizada e querer que estes sejam iniciados na Literatura com o pé esquerdo atolado até o joelho na merda.




Regiane 06/03/2012

Adorei!

“Vou buscar vingança sobre todos aqueles que traíram minha família. Eu sou Ezio Auditore de Florença. Sou um Assassino...”


Hoje eu trago a resenha de Assassin´s Creed: Renascença - o livro que foi baseado na série de jogos. Confesso que foi o que me chamou a atenção, já que sou fascinada por games. Mas antes de concluir minha opinião, vou fazer um apanhado geral da história.

Ezio Auditore busca vingança daqueles que governam as cidades-estado italianas, pois traíram sua família – o que gerou muito sofrimento e muitas lágrimas. Para conseguir atingir seu objetivo, ele recebe um treinamento árduo e acaba tornando-se parte da Ordem dos Assassinos.

Felizmente o jovem não estará só nessa jornada, pois ele contará com o apoio de grandes mentores, como Leonardo da Vinci e Nicolau Maquiavel, mas ele tem plena consciência que sua sobrevivência dependerá apenas e exclusivamente de suas habilidades.

Mas Ezio aprende rápido, e logo ele consegue diversos aliados que o veneram e enxergam nele a esperança em nome da liberdade e justiça, enquanto os inimigos que oprimem o povo da Itália, o temem mais do que qualquer outro. A partir disso, inicia-se uma história de poder, conspiração e sede de vingança.

Eu nunca tinha lido um livro que fosse baseado em jogos, antes. Achei o resultado de Assassin´s Creed: Renascença, maravilhoso. Além de ter adorado a história, eu só sosseguei quando eu terminei a leitura, pois me prendeu totalmente, já que tem ação do começo ao fim. Outra coisa interessante, é que o livro possui narração em terceira pessoa, o que deu um aspecto bem amplo de tudo que estava acontecendo. E o melhor, é que apesar de se tratar de uma ficção, a obra é totalmente mesclada com fatos históricos - algo que sou totalmente apaixonada.

A única coisa que me desagradou um pouco, foi pela mudança repentina dos anos - em questão de algumas páginas. Eu descobri que o mesmo ocorre no jogo, mas eu acho que no livro, o autor poderia ter mudado, ter complementado essas passagens de anos.

Em relação aos personagens, eu gostei demais de Ezio, mesmo que ao decorrer da história - e conforme o seu amadurecimento - ele foi se tornando duro e frio. Mas eu vibrava a cada vitória obtida em cima dos seus inimigos. Leonardo da Vinci me cativou completamente. A sua amizade com Ezio, é um tanto peculiar, mas sua lealdade é admirável. Sem contar sua inteligência e criatividade que são totalmente fascinantes. A forma como ele conseguia desvendar os mistérios dos codexs encontrados pelo assassino também me deixou perplexa. Caterina Sforza é outra que ganhou minha atenção. Com seu jeito impulsivo e sem pudor algum na hora de soltar as palavras, me renderam muitas risadas. Os demais personagens, inclusive os vilões também são bem cativantes e muito bem construídos.

Fiquei bem surpresa com a quantidade de pessoas que criticaram a obra. Talvez se eu tivesse conhecido o jogo antes, também não teria me afeiçoado tanto ao livro, como aconteceu. Mas o fato é: Achei a história tão envolvente que me fez correr imediatamente atrás do jogo e comprá-lo. Ainda não comecei a jogar, mas tenho certeza que vou adorar, pois gosto demais do gênero.

Em geral eu gostei muito da proposta de Assassin´s Creed: Renascença. Fiquei feliz que terá continuação - já que o final me deixou com diversos pontos de interrogações. Para quem aprecia livros que são ambientados na época medieval - como eu - será um prato cheio. Recomendo!
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Alonso 14/12/2011

Apatico
Não empolgou em nenhum momento até agora (estou no fim do livro). Relativamente fraco, te deixa um pouco perdido em certos momentos. Não aconselho a ninguem.

Ele tem até uma boa historia, mas peca pela falta de detalhes, ambientalização tanto da epoca como dentro o tempo transcorrido dentro da propria historia.
Edinaldo 14/12/2011minha estante
Concordo,uma droga de livro,perdi 1 dia da minha vida pra ler isto.


Marcos 06/01/2012minha estante
Também concordo, eu li o livro porque joguei o jogo e achei uma história fantástica.
Acho que o autor pediu para alguém jogar, enquanto ele ia escrevendo o que via. Faltam muitos detalhes.Achei um livro mau escrito. Apesar de que da metade para o final ele melhore um pouco, não é digno de ser muito elogiado.
Ainda bem que me emprestaram o livro. Tem bastante livros que merecem o meu dinheiro mais do que ele.




Carol- Books and Tea 05/12/2012

Renascença
Oliver Bowden-378 páginas
Galera Record

Assassin's Creed, é adaptação para livro da aclamada e elogiada série de jogos de mesmo nome. Antes de minha experiência com o livro, não havia jogado, o que mudou desde ontem á tarde. O livro é narrado em 3° pessoa e se passa em uma Itália Renascentista por volta do século VXI.

O livro possui uma narrativa empolgante, foi bem escrito, a capa é linda e remete a do jogo, e se passa extremamente rápido, começamos o livro com um Ezio de 17 anos, e terminamos a leitura nos deparando com um de 40 anos.
Em apenas 5 páginas, você pode sair de 1494 á 1500, sem nem ao menos perceber, e o livro possui muita variação de local,você está em Florença, vai á Veneza, tem de ir á Forlí, e volta á Florença.

OK, I'M CONFUSED TOO!

Well, o livro narra a história de Ezio Auditore, um jovem que junto á sua família sofre uma conspiração de um amigo próximo, e acaba sendo traído por sua cidade. Iniciando ai, uma narrativa de tirar o fôlego, sim, mesmo com toda mudança de ambiente, impossível se perder, e fico extremamente feliz em ver como o autor foi detalhista, em todos os pontos.

O livro possui muitos pontos positivos,o ritmo da história é bem agitado, cheio de ação e combates, aventura na dose certa, e o autor por ser historiador, conseguiu trazer detalhadamente os pontos históricos da época, que enriqueceu ainda mais o livro. Muita gente importante de época, apareceram no livro, como Lorenzo de Médici, Leonardo Da Vinci, que exerceram papéis fundamentais no enredo, nos cativando e fazendo pesquisar mais a fundo sobre a vida deles depois da leitura.
WHY CAROLINE? I'M CURIOUS

O livro é classificado como uma leitura "masculina", por conta dos assassinatos e combates sangrentos porém, se engana quem pensa que é só isso,ao fundo temos um romance lindo, e o personagem principal,Ezio,não é guiado apenas pela vingança, ele possui qualidades como, amizade, lealdade e determinação, e conquista facilmente sua total atenção.

Com um propósito de vingar seus entes queridos á cumprir, Ezio se vê tendo de permanecer no credo do Assassinos e acabar de vez com os templários, agora, com uma lista de assassinatos á cumprir crescendo cada vez que se aprofunda em seu destino, Ezio Auditore, vê qual sé seu próprio destino,vocação e missão.

"Vou buscar vingança sobre todos aqueles que traíram a minha família. Eu sou Ézio Auditore, de Florença... Sou um assassino"

Super recomendo!
Boa Leitura :)


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Leonardo Drozino 05/01/2012

Assassin's Creed é um livro de história boa, mas ... escrita péssima.

Em um parágrafo, Ezio tem 20 anos, dois parágrafos à frente, ele tem 30.

Literalmente é assim o.O

O espaço de tempo no livro foi muitooo mal desenvolvido pelo autor. O livro é literalmente uma transcrição do script do jogo,isso é verdade. Mas que ele poderia ter sido melhor desenvolvido, poderia.

Me surpreendeu as sociedades secretas, os personagens e a mitologia usada na história.

Mas o que considero como mais importante em um livro é a escrita, e nisso... Renascença perde feio. Uma estrela para os personagens excelentes, e uma estrela para a história. Menos três estrelas para a péssima escrita.

Não custava NADA, colococar um subtítulo nos capítulos, tipo "5 anos depois" e coisas assim.


Recomendo a leitura para quem gosta desse tipo de história. Quem é fã do jogo, não vai fazer diferença ler.
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Nando 04/09/2014

Esse é o cara do Assassin's Creed?
Olá. Review da vez será Assassin's Creed. [Editada e atualizada]

Resolvi fazer uma review desse livro por que nunca joguei o game e acho que assim posso julgar o livro sem deixar meu gosto pessoal pelo game interferir.

Comprei o livro com uma certa empolgação de conhecer a história de um game que dizem ser tão aclamado. Eu estava esperando algo realmente surpreendente e fora desse mundo. E acabei me deparando com um livro meia-boca. E a sinópse do livro na contra-capa ainda faz a bola do autor que é um suposto historiador (Historiador ele pode ser, mas pra escritor ainda tem de comer muito feijão... :x).

História: O livro (pelo que eu entendi) conta a história da origem do personagem Ezio. Um jovem membro de uma família rica da Itália que de repente, tem o pai preso e morto por traição e que é forçado a fugir com o resto da família. Ezio descobre que sua família é parte de um antigo legado de Assassinos que há séculos enfrenta os Cavaleiros Templários.

A princípio o que eu esperava desse livro era uma história de intriga, assassinato, conspirações e principalmente vingança. Simples assim. E próximo do fim, eu descubro que tem muito mais do que isso. Aparentemente, a missão de Ezio não se tornou apenas de vingança, mas uma cruzada para impedir seus inimigos de obterem acesso a um poder ancestral relacionado aos deuses gregos/romanos.

Incrível né?

Nem tanto. Eu imagino que a história desse game seria bem mais divertida a medida que o jogador avança pelas fases, do que a medida que lê o livro. O autor falha em contar uma história envolvente e até mesmo crível. Na verdade eu me senti como se estivesse lendo uma fanfic feito por um escritor amador, uma vez que o ele se concentrou em conduzir a história muito similar ao ritmo do game. Ou seja, tudo acontece rápido demais.

No início, o autor tem uma verdadeira preocupação em apresentar o cenário e os personagens, enfim, montar o palco para a grande virada de trama que levará Ezio a descobrir seu legado. Mas a partir daí, tudo despenca. Eu ainda não entendi a transição da trama entre história de vingança a jornada épica pra impedir seus inimigos de se tornarem deuses.

Como eu disse, em certos momentos, eu me senti lendo uma fanfic escrita por um escritor amador narrando o jogo. O treinamento de Ezio é simples e rápido demais.

"Ok, Ezio tenta roubar a bolsa da primeira vez e não consegue, mas ele tenta mais umas duas vezes e consegue. Agora Ezio é um ladrão profissional."

"Depois, Ezio tenta se misturar a multidão, usando a arte do disfarce. Nas duas primeiras vezes ele falha, mas na terceira ele consegue. Agora ele é um mestre do disfarce."

Parece exagero da minha parte, mas não é. Algo que levaria pelo menos dias ou semanas, talvez até meses pra se dominar, Ezio domina em questão de minutos. A vida seria fácil se fosse assim não?

"Ok, você falhou nas duas primeiras cirurgias cardiovasculares que tentou realizar, mas na terceira você tirou de letra! Você é um cirurgião! Aqui está seu diploma!"

Minha mãe ia ter muito orgulho de mim. E depois disso, Ezio só precisa dominar a arte da espada para sair matando adoidado. Afinal, pra que perder tempo com essa chatisse de treinamento quando o que realmente queremos é sentir a emoção de ver Ezio matando a torto e a direito, certo?

Errado. É preciso saber dosar o ritmo da história. Não precisa dedicar metade do livro ao treinamento chato do personagem (como um livro que eu prometi não pegar no pé mais), mas também não precisa dedicar tão pouco a um processo da história tão importante. O normal seria dedicar ao menos um capítulo com um salto temporal pra resumir todo o tempo de tentativas falhas do personagem até ele alcançar realmente o nível de mestre naquilo que ele está treinando. Mas o autor dedica no máximo linhas, ou umas duas páginas pra isso. É muito pouco. Dá a sensação de que ele está pulando a "parte chata" pra chegar na "parte legal".

E enquanto algumas partes são simplesmente chatas demais. E nessas o autor prolonga pra sempre.E ainda estou a ver navios com o plot twist que muda a história de um conto de vingança pra uma jornada épica em busca do poder supremo dos deuses.

Enfim, ler Assassin's Creed foi uma longa e agonizante tortura (Nem tanto), mal conduzida e chata.

Personagens: Personagens seria o lugar onde eu achei que a história realmente se destacaria e compensaria por seus furos. Mas nem isso salvou.

Ezio - Ele é um personagem muito... Comum... Na falta de um termo melhor, para ser o grande assassino bad-ass. Ezio deveria ser um personagem mais surpreendente como um Zorro ou um Batman. Suas aparições como assassino e suas motivações deveriam ser bem mais incríveis. Mas o autor consegue no máximo descrever ele como um sueito meio-ninja que sai matando pessoas. Nenhuma fala memorável, nenhum momento impactante. Nunca vi um personagem principal tão raso. Ele é assim no game também?

Leonardo da Vinci - É um personagem que consegue ser mais interessante do que Ezio. Contudo sua aparente frieza e indiferença com relação ao "ramo profissional" de Ezio são um pouco perturbadoras. O autor tenta explicar isso devido ao fator curiosidade e audacidade de Leonardo em descobrir mais e mais a respeito do Codex que Ezio encontra em suas jornadas, usando seus multi-talentos como um cientista de filmes do James Bond, providenciando novos e criativos equipamentos de assassinato para Ezio, mas acho difícil imaginar que Leonardo da Vinci não ficaria nem um pouco transtornado de presenciar Ezio assassinando duas pessoas na sua frente. O codex aliás, é outro elemento que eu só posso imaginar que o autor trouxe direto do game pras páginas do livro (não que que tenha ficado ruim, ficou até legal, mas reforça aquela idéia de que o autor está só adaptando 100% do game em forma de romance). Mas enfim, Fazer o que? O autor desliza em simplesmente tudo nesse livro, por que imaginar que com o Leonardo DaVinci seria diferente? Pelo menos ele é um personagem divertido da história.

Maquiavel - Eu tinha uma grande expectativa de encontrar esse personagem em particular, devido ao fato de ao menos o DaVinci ter ficado legal. Mas ele aparece do nada e sua aparição não consegue ser a revelação espetacular que eu imagináva. Além do mais, Leonardo da Vinci faz um papel de fornecedor de armas para Ezio enquanto o Maquiavel deveria fazer um papel mais de mentor (Pelo menos é o que a sinópse do livro sugere), quando na verdade ele não faz nada além de aparecer um pouco, explicar a história do artefato que os assassinos disputam com os templários e engatilhar o plot twist que levará Ezio a sua verdadeira jornada épica. Não me impressionou.

Estes deveriam ser os personagens mais marcantes do jogo. Por que nem o "último chefe" é interessante. Somente um membro do clero que quer ganhar poder supremo e dominar o mundo. Tão irrelevante que nem lembro o nome do infeliz.

Pra finalizar, eu acho que Assassin's Creed é o tipo de livro em que você tem de ser muito fã do game pra curtir. Imagino que seria mais divertido ler as passagens do livro, a medida que as cenas do game aparecem na sua mente e você vai relacionando uma a outra. Pra quem não conhece o game é só uma leitura confusa e chata.

Atualização:

Quando eu escrevi essa review eu não tinha jogado os games. Bom, agora, eu joguei pelo menos o AC1 e o 2 (que foi a história adaptada desse livro).

Ter jogado os games me fez mudar de opinião a respeito do livro? Não. Só me deu um entendimento melhor do mesmo. O livro continua sendo falho.

Primeiro, por que esse livro foi publicado antes do Cruzada Secreta (que adapta a história do primeiro game)? Não sei se foi assim que os livros foram publicados nos Estados Unidos (ou seja lá onde ele tenha sido publicado originalmente), mas se foi creio que deve-se ao fato de ser considerado o melhor game da série e o Ezio ser um personagem mais carismático que o Altair. E no game sim, eu pude perceber esse carisma. O autor não soube transmitir esse carisma pro livro.

Essa é a primeira falha. Desordem cronológica. Nada pior pra deixar os leigos confusos. A segunda falha foi terem eliminado um dos aspectos mais importantes do game. O Desmond e o Animus.

O livro começa escrito como um romance histórico e até o fim dele é isso que você acredita estar lendo. Mas no fim, ele se torna uma história de ficção científica. Ok, se é pra ter ficção científica, por que eliminar o aspecto da história que explica a ficção científica? Não é atoa que fiquei a ver tantos navios voando no fim do livro.

Pra começo, o primeiro game é o que melhor explica o conflito entre Assassinos e Templários. O primeiro game que explica o que são as peças do Éden que as duas facções lutam tanto pra encontrar. Essa é a importância de adaptar o primeiro game antes do segundo. É uma história de origem então tudo é melhor explicado lá, enquanto no segundo game, estes conceitos são pré-estabelecidos ou explicados por alto (presumindo que quem joga o segundo game, já jogou o primeiro e sabe o que esperar).

Eliminar Desmond e o Animus foi um erro tão feio. Por que no fim, jogamos 90% do game como os Assassinos, Altair e Ezio. Mas nos esquecemos de quem é o verdadeiro herói da história. É o Desmond. Ele que vai reunir as peças do Éden e salvar o mundo de um possível Apocalipse em 2012 (pois é. Quem não jogou os games nem sabe que isso faz parte da história). Quando eu li o livro, não entendi a participação da tal Minerva na história. E ao eliminar Desmond e o Animus da história, não temos conhecimento prévio da tal "verdade" que no game é uma série de imagens deixadas pela cobaia 16 no animus, para o Desmond, revelando a possível existência de uma civilização anterior a raça humana que pereceu em um evento cataclísmico e que por um acaso está por trás de toda a guerra milenar entre Assassinos x Templários!

O livro ficou como um quebra-cabeças incompleto sem essas informações. E por isso ele é bem mais amigável aos que jogaram o game antes e sabem exatamente do que a história fala. Pra quem não jogou, o livro é apenas confuso e sem sentido.

Então, recomendo: Antes de ler, jogue os games.
Luna 21/02/2012minha estante
Eu concordo com você, estou no começo do livro, e as descrições são muito pobres, a ideia da historia aparentemente é ótima, mas como trabalharam isso foi ridículo.Adoro filmes e livros de ação e aventura mas esse foi PEBA no mundo!
*Não tenho ou tive a mínima intenção de ofender ninguém, apenas expressar a minha opinião.


Ruth 17/04/2014minha estante
Descreveu exatamente o que eu senti lendo esse livro.
Que final louco foi aquele? Eu terminei o livro e fiquei tipo WTF? Talvez jogando os games antes dê pra entender melhor, mas o livro em si, é simplesmente, decepcionante.


Mai 19/02/2015minha estante
também fiquei muito perdida, não entendi direito os fatos, os personagens somente apareciam e sumiam, sem uma explicação.
O tempo, realmente, é algo que passa rápido demais no livro e se perde os detalhes. Após ler o primeiro livro parei com a série e eu tenho os 6 hahaha.
Mas vou voltar e espero, realmente, que os próximos sejam melhores escritos e detalhados, pois esse deixou a desejar.




Blog MVL - Nina 16/08/2011

Minha Vida por um Livro | www.minhavidaporumlivro.com.br | Marina Moura

O livro “Renascença” foi inspirado no jogo eletrônico Assassin’s Creed. Pessoalmente não sou grande fã de vídeo games, e não conhecia o jogo até receber o livro para resenha. Prefiro a estória contada nas páginas à nas telas. Pelo que pesquisei o livro é bem diferente do jogo.

A estória acontece na Itália Renascentista, a era de ouro da cultura italiana. Quem guia o leitor por este cenário úmido, cheio de intrigas entre famílias e brigas de rua, é Ezio Auditore. Um jovem de dezessete anos que só se interessa pelas coisas boas da vida. Mulheres, bebida e trocar socos e chutes com outros garotos de sua idade. Tudo se modifica quando sua família é acusada de traição. Ao perder quase tudo em que acreditava e amava, Ezio recebe a proposta de aprender as artes do assassinato. E são estas lições que vão levá-lo a seu principal objetivo. Vingança.

“Assassin’s Creed - Renascença” é um daqueles livros com grande potencial de agradar o público masculino. Narrativa objetiva e explícita, cenas com descrições cinematográficas e uma trama enigmática. No entanto é uma mulher que ensina as primeiras lições de Ezio, e isso não só agrada o meu ego feminino, com também eleva a estória a outro nível. Meninas também vão gostar!

O livro me fez recordar dois clássicos. Romeu e Julieta, de Shakespeare, pela caracterização italiana, as guerras de famílias. E “O Conde de Monte Cristo”, de Alexandre Dumas, pela trama intrincada de traições e vingança. Ezio me lembrou demais o jovem Edmond Dantés.Mas as semelhanças param por aí.

Existe um elemento distinto na obra e o autor Oliver Bowden soube como aperfeiçoar um ideia bem interessante, ao adicionar personagens reais como Leonardo Da Vince transforma a leitura em uma experiência completamente nova. Além do entretenimento, o leitor ainda é presenteado com algumas curiosidades históricas interessantíssimas. A ordem dos templários é um exemplo, gostei muito das ligações forjadas entre realidade e fantasia.
O protagonista Ezio é um personagem imaturo, mas que de certa forma, evolui durante o desenvolvimento da estória. Se ele vivesse no século XXI estaria por aí rodando em uma motoneta, vestindo couro e fumando cigarro. Ele é um rebelde nato e eu sempre tenho um lugar especial em meu coração para os rebeldes. Torci por ele durante as 363 páginas do livro.

O ritmo do livro é acelerado e este é o único aspecto negativo da obra, a velocidade dos diálogos e acontecimentos pode atrapalhar o leitor a digerir as informações. Alguns eventos parecem tropeçar em personagens. Talvez Bowden pudesse ter considerado melhor os diálogos e as entradas e saídas de novas personagens. Contudo, este é um detalhe mínimo, apenas uma observação.

É claro, como todo bom herói, Ezio possui um grande amor impossível. Cristina é esse amor. Apesar de o destino não estar á favor do casal, durante os anos eles se reencontram algumas vezes, e que saber? Sou mulherzinha os suficiente para apreciar o tempero romântico que esse aspecto trás para a obra. Foi uma surpresa muito bem vinda.

Ação, sangue e vingança se entremeiam nesta trama épica que tem tudo para virar roteiro adaptado em Hollywood. Assassin’s Creed – Renascença é um livro radical, para meninas e meninos que gostam de curtir altas emoções.
Tadeu 05/11/2011minha estante
Na verdade, o que pra uns pode ser o aspecto negativo, pra outros pode ser positivo. Eu gostei do livro por ele não ter tanta enrolação, blá blá blá. A história não para, isso o faz tão bom.


Ranadin 10/11/2011minha estante
Na verdade, a diferença primordial é a ausência do real protagonista da série, que é o Desmond. Mas a história que compete ao Ezio é EXTREMAMENTE fiel, a ponto de você ser capaz de ver exatamente as partes de gameplay.


Julia 23/12/2011minha estante
Na verdade, o Ezio é o protagonista de Assassin's Creed II que se passa depois do I, o do Desmond. E eu estou achando beeem parecido com o livro, mesmo. Parece até uma transcrição do jogo. E tem o Leonardo da Vinci nele também ;) aueihaieu


Noturninha 11/01/2012minha estante
Comentário nada a ver. Mas todos os comentários daqui fora começados com "Na verdade" hahahaha


Cynthia 09/01/2013minha estante
Amo tudo no livro, concordo com a maioria das coisas qeu o pessoal escreve por aqui, pois e muito bom mesmo. Tem algumas criticas aqui que e perceptivel que a pessoa nao entendeu bem o livro.

O que mais amo e o fato de ter tantos personagens reais no livro (a maioria na verdade) e voce comparar fatos e mortes ocorridos na historia e imaginar como foi presenciado por Ezio. Cada cardeal, duques, papas, todos os personagens secundarios senao 98% existiram e isso e otimo!

Leonardo da Vinci e apenas mais um entre tantos nomes! Adorei!




spoiler visualizar
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Graziela 16/07/2012

Para um livro, é um ótimo game
Dizem, na orelha, que Oliver Bowden é o pseudônimo de um historiador. E eu acredito que seja. Aliás, se me disserem que ele é stripper, eu também acredito. Por que ele pode ser qualquer coisa, mas com certeza não é escritor.
AC: Renascença peca em tudo: há frases de redundância infantil (talvez culpa da tradução, mas isso não ameniza), como "combatendo os Orsi em um combate brutal", apelos desnecessários a ofensas em série (que minimizam ainda mais a verossimilhança de personagens pouco convincentes), mas, PRINCIPALMENTE, peca por não ser um livro, mas um relato do jogo.

Não há uma continuidade ao longo do livro; apenas as pequenas "missões" que Ezio desempenha em sua tragetória. Em alguns momentos, o leitor mais entediado vai se perder, sem saber o porquê de Ezio ter de eliminar seu novo alvo.

O final é frustrante, menospreza a inteligência do leitor.

O "historiador" que se esconde atrás do nome de Oliver Bowen (possivelmente pra não ter seu nome verdadeiro ligado a esse livro deprimente) perdeu a chance de explorar coisas MAIORES (motivações, psiqué das personagens, relacionamentos, etc...) que teriam atraído a atenção dos gammers, adicionando mais conteúdo ao universo de Assassins Creed, e se ateve apenas a cenas de ação maçantes. Uma pena. E um desperdício do meu tempo e dinheiro.
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Lucas Freitas 15/01/2013

FRACO !
Achei o Livro extremamente cansativo. Apesar de seguir fielmente o jogo, não empolga e se torna em algumas partes chato e repetitivo a busca do personagem principal por vingança.
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_regi_ 04/06/2012

Criei muitas expectativas sobre este livro. Isso porquê nem conheço o jogo, só ouço as pessoas falando muito bem dele. Portanto fui empolgada ler. Logo de início eu já achei a coisa toda muito pretenciosa, mas imaginei que era só uma primeira impressão, mas infelizmente, ao avançar na leitura, vi que não estava melhorando. O livro é mal escrito. O autor não desenvolve as coisas direito, não descreve, não se atenta a muitos detalhes. Mas por outro lado, ele enche o livro de diálogos e frases desnecessárias, e ainda fica tentando explicar o óbvio em momentos que dispensam qualquer comentário a mais.

[spoiler]

Todo mundo se arrepende antes de morrer, fica aquele dramalhão quando o indivíduo malvadão está agonizando nos braços do Ezio, que solta seu "requiescat in pace".
Falando em Ezio... Poxa, ele nunca, com o perdão dos termos, se lasca! Poucas foram as vezes em que algo que ele queria/devia fazer dá errado. Tirando a parte da maçã, que volta e meia alguém tira dele, nada dá errado em suas missões. Ele sai quase ileso das brigas, e ainda hora em que ele manda um "até eu preciso descansar". Então tá!

[/spoiler]


O livro é basicamente a história contada através do video game, jogado por alguém muito viciado que foi do princípio ao fim sem salvar nem pausar o jogo, e se brincar ainda usou cheat para encontrar atalhos para acabar mais rápido.
Esperava muito, mas muito mais. Não despertou minha curiosidade para continuar lendo a série. Vou pegar o jogo para ver se vale mais a pena.

Menndie 29/07/2012minha estante
Nossa, sua resenha definiu exatamente o que eu pensava enquanto lia. Tirou as palavras da minha boca. E concordo com a parte do spoiler. Pensei a mesma coisa sobre isso...




Clio 06/01/2013

Resenha pelo ponto de vista de quem não jogou. Se você é como eu, então comece daqui.

Assassin's Creef Renascença é a novelização do segundo jogo de uma série homônima que atualmente ganhou status de cult e provavelmente vai logo, logo ganhar uma versão cinematográfica. Mais do que o suficiente para fazer qualquer um tirar da estante e dar uma olhada na sinopse.

O livro conta a história de Ezio, um jovem florentino que é um descendente da Ordem dos Assassinos; a Ordem dos Templários, vilã da série, é responsável pela tragédia que abate a família do rapaz e catalizador de toda a aventura que se segue.

A história em si parece seguir o ritmo de um game, ou seja, extremamente rápida e com muitos acontecimentos se solapando.

Infelizmente, o autor não conseguiu segurar o rojão de manter a narrativa e a descrição equiparadas, então nos primeiros capítulos temos descrições absolutamente inúteis e mais pro fim do livro, elas praticamente desaparecem.

O diálogos em si são curtos e simples, realmente como os necessários para o script de um jogo, decepcionantes para o tipo de enredo e perfil do personagem - uma espécie de galante espadachim em busca de vingança - que exigia mais desenvoltura e presença de espírito.

O autor, embore se esforce para retratar a emoção dos personagens, fora o protagonista não consegue desenvolver bem o resto do grupo e isso provoca uma perda imensa em grandes cenas de luta ou mesmo no clímax da história, já que a mesma é contada de forma intimista. Prepare-se para ver cenas passionais, mas que talvez por tudo isso, não te provoquem nenhuma emoção.

Você vai percorrer uma história de ritmo alucinante e passará por vários lugares de importância histórica. A propósito, pra quem curte relevância histórica é um prato cheio.

A dominação e terror de Savoranola sobre Florença, a ascenção e controle do Papa Alexandre Borgia, a disputa de guildas em Veneza são todos fatos relacionados tremendamente importantes para a trama, adicionando profundidade embora não exatamente exatidão.

Enfim, é um livro interessante para quem nunca jogou. Pode não ser o suficiente para te fazer comprar o restante da série, atualmente em cinco volumes, mas vale pelo simples fato que saiu do clichê cavaleiros-otomanos.
Bruno 08/03/2015minha estante
Bem, eu joguei o jogo e posso garantir que os livros foram publicados tendo como público alvo os jogadores... pois li o primeiro livro e abandonei após algumas páginas... fiquei com uma impressão de que fizeram um ctrlc+ctrlv dos diálogos do jogo sob uma capa bonita.




Aninha de Tróia 19/11/2014

Eu queria ler sangue, mas foi tudo tão superficial! As lutas, o treinamento... Quando as coisas não demoravam pra acontecer, o tempo se passava rápido demais (dois anos em um capítulo??? O.o). Esse livro não deu pra mim.
Caroles 07/10/2015minha estante
Concordo plenamente. Não teve aprofundamento nas coisas.. terrível. Detestei.


Rafaelly 03/09/2017minha estante
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Júnior 02/11/2014

Ruim
Comecei a ler com uma certa expectativa. Imaginei que seria bem legal devido ao jogo (nunca joguei Assassin's Creed) e pelo assunto envolvido. Porém, foi ao contrário. Uma decepção.
O livro pode até ser legal para quem jogou, mas é muito mal escrito. Além de histórias sem sentindo, não segue uma linha de raciocínio coerente.
Muito mal escrito e impossível continuar a ler. Cada coisa sem sentindo que acontecia no decorrer das páginas me motivava a abandonar a leitura.
Não consegui chegar a metade. Um completo lixo, não pela história, mas pela péssima forma de escrever do escritor.
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