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Assassin's Creed: Renascença Oliver Bowden




Resenhas - Renascença


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Kel Costa 05/10/2011

Ótimo para quem adora um bom romance medieval!
Assassin’s Creed – Renascença, para quem não sabe, é um livro baseado na franquia de jogos Assassin’s Creed. É uma leitura densa, cheia de lutas, intrigas, conspirações e muita história.

Confesso que tive um pouco de dificuldade em fazer a leitura fluir no começo, pois a história demora um pouco a engrenar, até a parte onde Ezio começa sua busca por vingança. Mas depois que acostumei, ficou mais fácil.

A história é riquíssima nos detalhes. Não é uma narrativa que usa 2 páginas para descrever uma paisagem, mas consegue criar perfeitamente a imagem em nossa mente. As cenas de ação são recheadas de estratégia, lutas e muita morte. Garanto que o livro não tem nada de monótono.
Ezio é aquele anti-herói incrível, que absorve tudo que é informação e oportunidade para usar a favor de seu desenvolvimento psicológico, pois o coitado passou por poucas e boas. Além dele, há personagens super carismáticos e surpreendentes, mas acho que meu voto vai para Leonardo da Vinci. Ele faz a diferença na história e é um dos principais responsáveis pelo sucesso de Ezio.

Assassin’s Creed – Renascença é narrado em terceira pessoa. A capa é linda, retratando um Ezio perfeito com todos os detalhes de suas vestes e artefatos. Diagramação básica com letras em tamanho médio. Um detalhe que eu não poderia deixar de citar, é que durante a história, décadas vão passando sem que o leitor sinta. Ao chegar no final do livro, a impressão é de que acompanhamos o Ezio adolescente há muitos anos.

Leitura recomendada, principalmente para quem curte uma boa história de temática épica e claro, para os fãs de videogame!

## Veja a resenha completa em:
http://www.itcultura.com/2011/10/resenha-assassins-creed-renascenca-de-oliver-bowden/
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Juh 20/10/2013

Muita ação e emoção em busca de vingança.
Se você acha que nessa resenha vai encontrar comparações entre o livro e o jogo pode parar por aqui! Não conheço o jogo muito bem, para falar a verdade nunca joguei...
Assassin’s Creed não foi um livro que me chamou muita atenção (antes de começar a ler), mesmo assim, como sou curiosa, li. E confesso, gostei muito do livro.

É um livro bem escrito, com muita ação. Quando parece que Ezio irá concluir seu objetivo, aparece um novo desafio e deixa o livro mais emocionante. O enredo do livro é a vingança. Com muitos assassinatos e destruições, o autor também abre espaço para os sentimentos do personagem, com amores, grandes amizades e é claro seus laços familiares.

“Vou buscar vingança sobre todos aqueles que traíram minha família. Eu sou Ezio Auditore de Florença.
Sou um Assassino...”

Adorei conhecer a Itália do século XV, a visão do autor Oliver Bowden é muito detalhista, nos envolve, muitas vezes durante a leitura passei por Florença, Veneza. Também gostei da visão de Bowden sobre os celebres Leonardo da Vinci e Nicolau Maquiavel, ambos entraram na trama como uma luva e muitas vezes aparece que o livro é baseado em uma história real.

Ainda não li os outros livros (tenho eles em minha estante, mas falta tempo), espero que eles sejam tão bons quanto o primeiro!

site: http://umminutoumlivro.blogspot.com.br/
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Elicarlo 13/01/2018

O livro apresenta um ritmo intenso, onde cada missão motivada pela vingança de Ezio Auditore é sucedida por outra e mais outra onde ele vai matando um a um os inimigos de sua família. O protagonista é apresentado como alguém invencível e a facilidade com que ele realiza seus feitos torna o livro às vezes previsível. O ponto interessante são as participações de figuras históricas do mundo real, de Da Vinci a Rodrigo Bórgia. No final acaba sendo uma leitura razoável pra quem gosta de ação, no ritmo realmente de um vídeo game onde cada vez que passa de fase, Ezio Auditore se torna mais forte, mais experiente e vai ganhando recursos, instrumentos e aliados para ajudá-lo em suas missões.
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Victor Vale 19/09/2012

Decepcionante, uma pena!
História previsível, heroísmo exacerbado, conceito fraco, diálogos vazios.
De forma positiva, talvez, ler o livro me dava a idéias de um jogo de vídeo-game.
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Kika 29/12/2012

Leitura bem fraquinha...
O livro é bem fraquinho. A premissa é bem interessante, mas o desenvolvimento da obra é bastante superficial e mal elaborada. O autor joga alguns acontecimentos sem explicação alguma, sem sentido algum, deixando com cara de jogo de videogame mesmo.
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Ellen 22/07/2014

Ellendo - https://ellendo.com/
Baseado na série de jogos “Assassin’s Creed”, o livro conta a história de Ezio Auditore, um adolescente florentino comum que, como qualquer outro, se metia em brigas, confusões por causa de mulheres e bebidas e se divertia com o irmão mais velho, até que uma desgraça cai sobre sua família. Acusados de traição por pessoas que antes eram considerados amigos, os Auditores perdem tudo e Ezio vê seu pai e irmãos serem condenados a morte injustamente e sua mãe e irmã se tornarem refugiadas.
E assim começa a nova vida desse jovem: ele se vê sendo introduzido aos ensinamentos de um Assassino. E não se trata de qualquer aprendizado, esse é um legado que vai fazer toda diferença na caminhada dele.
Ao longo do caminho, ele encontra muitos aliados, pessoas que o ajudam e que sempre possuem algo para lhe ensinar. Mas ele também encontra mais inimigos e, o que antes era uma vingança pelo que aconteceu aos seus parentes, vai tomando proporções muito maiores.
Tendo como cenário a Itália Renascentista (um dos períodos que eu mais gosto), acompanhamos uma história cheia de ação, lutas, conspirações, amores e vingança.

Quando procurei saber mais sobre “Renascença” (livro e jogo), achei algumas coisas onde as pessoas disseram que o livro é basicamente todas as falas mais uma descrição das cenas do jogo e essa informação procede de certa forma: eu nunca joguei, mas perguntei para o meu primo e ele disse que é isso mesmo, ou seja, as falas que aparecem no jogo foram colocadas no livro e as cenas descritas são as que você joga, mas tem um adicional de detalhes. Para mim, isso não foi um incomodo, porém pode ser que não cative outras pessoas.

O Ezio é um personagem carismático e, na maior parte do tempo, ele até parece ser uma pessoa real, tanto que eu achei ok o desejo de vingança dele, mas mesmo a pessoa mais dedicada não teria um aprendizado tão rápido (e por “rápido” quero dizer “pisquei entre um parágrafo e outro e ele já sabe tudo”). Também não simpatizei muito da interação dele com os outros personagens, porém gostei da forma que ele se desenvolve no decorrer do livro e o quanto isso se dá pela ajuda que ele recebe. Trata-se de alguém que é bem imaturo no começo, do tipo “só arrumo confusões e sou feliz assim”, mas ele cresce e amadurece muito, as atitudes dele perdem o teor mesquinho sem perder a ideia de vingança.

As pessoas que vão ajudando ele conforme o decorrer da história são uma das melhores partes porque cada um aparece de um jeito diferente e inusitado, das formas mais variadas, e cada um realmente tem algo novo para ensinar.
E todas as armas que o Ezio usa também são um dos pontos alto e foram tão perfeitamente passadas para a escrita que descrição delas é exatamente como se vê na imagem da capa.

A estrutura do livro é boa, tem muitas cenas de ação e lutas que, definitivamente, foram bem elaboradas, tem a quantidade certa de descrições, as cenas de missões do Ezio têm sempre o foco no lugar certo e, mesmo que em baixo teor, tem um bom romance.
O legal é que há um forte paralelo com a realidade, outro ponto bem positivo, que se dá com os personagens que são pessoas reais, como Leonardo da Vinci, Nicolau di Bernardo Maquiavel e Lorenzo de Médici e o tempo em que a história ocorre, o renascimento.

Mas se tem duas coisas que me agradaram mesmo foram: 1- a lista que tem no final do livro com os nomes dos personagens e uma simples descrição de quem eles eram e 2- o glossário com os termos em italiano e latim que foram usados.

Em alguns momentos, eu fiquei com a sensação de que eu estava jogando e não lendo! Isso foi outra coisa boa porque não foi forçado, fluiu bem. Por exemplo, tem uma cena em que o Ezio precisa pular do telhado de um edifício e ele arquiteta a queda de forma que ele possa cair em um monte de feno que tem em uma rua e existe exatamente a mesma cena no jogo, então foi como se eu estivesse mirando o lugar onde ele iria cair conforme eu lia.

E o que mais me desagradou foi a passagem de tempo dentro da história, achei isso muito confuso. O livro começa com um Ezio de dezessete anos, termina com um de quarenta e quatro e eu fiquei com a impressão de que tem uns buracos enormes e sem sentido na história quando o assunto é linha do tempo, algumas vezes até tive que voltar algumas páginas para poder me situar e/ou contar quando tempo passou e que ano estava sendo retratado.

Se o livro é previsível? Uns 80% da história, sim, é, mas mesmo sendo uma escrita superficial sempre tinha alguma coisa, um detalhe, que me deixava com vontade de ler mais sobre aquilo.

Como eu não acredito nessa coisa de “isso é para meninos e isso para meninas”, recomendo o livro para todos que se sintam a vontade para lê-lo.

site: https://ellendo.com/2017/08/19/resenha-renascenca-oliver-bowden/
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julia 06/12/2011

a ideia do livro é boa mas a historia deixa a desejar..
não gostei da maneira como o tempo passa no livro.num dia o mocinho tem 17 anos no outro passou mais de 10 anos e no final 27 anos desde que sua familia foi assassinada?achei ruim.até por que a passagem do tempo é simplesmente colocada de sopetao em cima do leitor.Além de me fazer ver o quanto Ezio deixou de viver pela busca da vingança..

Ezio não é envolvente,não atraiu minha simpatia apenas em poucas ocasioes.
a narrativa do texto é bem tediosa e por vezes cansativas e chego a conclusão de que nao me importo muito em não ler sua continuação no volume dois da serie ainda que personagens historicos como Maquiavel e leonardo da vinci estejam nesse romance.
é o tipo de livro que deixa um gosto amargo ao termino de sua leitura.



ps:demorei mais de uma semana pra termina-lo e não estive muito anciosa pelo seu final...
julia 08/12/2011minha estante
pelo que entedi o livro é baseado em um game famoso.bem,poucas vezes joguei esse tipo de jogos mas até que gostei.me pergunto como será o jogo..provavelmente mais interessante do que o livro.




Shaftiel 02/04/2013

Jogo muito bom, livro ruim
Renascença é o primeiro livro da série escrita com base no enredo dos jogos da franquia Assassin’s Creed. Apesar de ser o primeiro lançamento, baseia-se no roteiro do segundo jogo contando a história de Ezio Auditore, um jovem normal com suas disputas adolescentes nas ruas de Veneza até ver sua família ameaçada. Subitamente, os parentes do garoto são mortos. Ele escapa por pouco com sua mãe e irmã, precisando se refugiar nas sombras para aprender sobre a arte do assassinato para conquistar sua vingança.
Todo o romance se passa no fim do século XV, retratando as disputas entre duas seitas, os Assassinos, com sua crença de libertar o mundo, e os Templários, com sua vontade de dominar a todos. A batalha centenária entre os grupos coloca Ezio em uma rede de conspirações e lutas que poderia ter sido interessante, não fosse a narrativa mal aproveitada. O enredo é engessado, seguindo fielmente o jogo. Isso não deveria ser um problema. Ainda não tendo jogado, depois de começar o livro, resolvi verificar como era. É muito melhor do que o livro. O jogo é fluido, apesar de o primeiro deles ser bastante repetitivo e até enfadonho em um momento ou outro. O livro é assim. Tem descrições duras, nada poéticas, muito secas e desperdiça um potencial de uma história muito interessante.
O autor simplesmente não consegue descrever os personagens. Os diálogos soam como mal elaborados, sem força, sendo muitas vezes patéticos como filmes de ação do tipo mais trash. Sem a força de uma boa dublagem como no jogo, cada fala do livro perde contexto e não se encaixa bem na boa literatura. Os personagens são descritos friamente com suas motivações e personalidades forçadas por frases diretas como “ele era violento”. O leitor não vai encontrar aqui a sutileza da escrita de George R. R. Martin ou Maurice Druon onde as ações e falas dos personagens são tão fluidas que descrevem sua personalidade sem que isso seja forçado ao longo do texto.
O leitor deve estar preparado para ler praticamente um roteiro do jogo e não um romance propriamente dito. Existem romances históricos melhores no mercado e com descrições de batalhas muito mais interessantes como é o caso de Bernard Cornwell.
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Ana Luiza 03/01/2012

Disputas de poder, um garoto a procura da vingança e poderosas organizações secretas recheiam Assassin’s Creed – Renascença, um livro épico, que curiosamente foi inspirado em um jogo de sucesso.
Ezio Auditore era um garoto feliz. Vivia na maravilhosa Florença de 1476, vinha de família rica e tinha futuro profissional no ramo bancário. Era bonito, inteligente, engraçado e habilidoso. Sua família o adorava e Cristina, sua grande paixão, correspondia o seu amor. Suas disputas com Vieri de’ Pazzi, sempre acabavam em derrota para o inimigo e ele parecia conquistar tudo o que queria.
Como em qualquer boa historia, de repente a tranquilidade é tomada da vida dos personagens e um período de conflitos começa a se aproximar. Em apenas uma noite Ezio vê todo o seu mundo virar de cabeça para baixo: seu pai e irmãos foram presos, sua casa foi revirada e sua família começa a ser caçada como bandidos. Após uma traição cruel de um amigo da família juntamente com os Pazzi, inimigos declarados dos Auditore, e a execução de seu pai e irmãos, Ezio é obrigado a fugir de Florença com sua mãe e irmã. No caminho ele é confrontado por Vieri de’ Pazzi, mas é salvo por seu tio Mario, que o leva ao seu castelo e começa dar algumas explicações.
Ezio enfim descobre que a antiga disputa entre os Pazzi e os Auditore, é só um reflexo do que as duas famílias representam. Os Pazzi são membros da Ordem dos Templários, fundada após a primeira cruzada, que se tornou uma força de elite dos guerreiros de Deus. Mas com o tempo os templários se afastaram do desejo divino, e sua missão se tornou outra: dominar e controlar o mundo. Diante dessa ameaça surgiu a Ordem dos Assassinos, homens – e mulheres – dedicados a deter os templários com a sua própria vida.
Após perceber a importância de sua família para a Ordem dos Assassinos, Ezio se junta a eles, mas seu objetivo é apenas matar aqueles templários que se ligam a morte de seu pai. Aos poucos, enquanto Ezio vai realizando sua vingança, ele percebe o poder dos Templários e realmente se junta à causa dos Assassinos.
Confesso que esperava que os Assassinos fossem os "maus" da historia, afinal quem não gosta de uma historia de vilões malvados, cruéis e loucos de vez enquanto? Mas o livro não deixou a desejar, com cenas cheias luta, ação e muito, muito sangue. Conspirações, armas secretas e planos mirabolantes também fazem parte da historia.
Os personagens são bem construídos e detalhados, e muitos deles poderiam ser reais e alguns são realmente são. A escrita do autor é simples e objetiva, mas ele não deixa a desejar detalhes nas cenas de lutas. A historia deixa passar alguns traços de jogos que revelam que Assassin’s Creed é originalmente um game, mas se você não tiver tanta experiência assim no ramo, nem vai reparar. Eu gostei da editora ter deixado à capa igual a do jogo, pois ela ajuda na compreensão e visualização de algumas armas descritas.
Apesar de achar que o final se desenvolveu muito rapidamente, não me decepcionei com o livro e espero a continuação da série. O que mais me encantou na historia foi o fato dela conter personagens reais - como da Vinci, Maquivel e Rodrigo Bórgia (papa Alexandre VI) - que realmente poderiam ter sido como foram descritos. Na realidade, fica difícil saber quais personagens realmente existiram e quais foram criados, e a lista de personagens no final do livro ajuda muito nessa diferenciação, pois os personagens reais estão com data de nascimento e morte. A historia também contem muitas palavras e expressões em latim e espanhol, mas não se preocupem, ao final do livro tem um pequeno dicionário que se mostrou muito útil.
Assassin’s Creed me conquistou logo no inicio, com sua trama tão inteligente e realista, que eu realmente me perguntei se a Ordem dos Templários e dos Assassinos existiu. Este é aquele tipo de livro que contem aventuras extraordinárias, mas com uma pitada de realidade que mexe com as nossas convicções.

Resenha do blog:
Mademoiselle Love Books - http://mademoisellelovebooks.blogspot.com
Juliana 23/01/2017minha estante
Melhor resenha! O livro parece ser ótimo.




Liddy 18/01/2015

Já li fanfics melhores.
Nunca consegui juntar dinheiro o bastante para comprar jogos (ou os consoles, para começar), então fiquei radiante quando o game mais lindo de todos os tempos (sim, estou exagerando) se tornou livro... e mais ainda quando ganhei o kit com os quatro primeiros volumes da série!
Eu namorei o acabamento e a qualidade da capa, suspirei pelos cantos pensando na história maravilhosa que leria. Abri o livro. Li a primeira página. E enfim lembrei que a vida é uma vadia.
Assassin’s Creed Renascença foi uma das leituras mais enfadonhas que já tive o azar de encontrar... e não foi culpa de uma narrativa rebuscada.
A organização cronológica dos eventos, a estrutura da narrativa, as palavras usadas, a descrição de cenários e personagens, e a construção e desenvolvimento do protagonista, TUDO, deixou a desejar.
Os cenários foram descritos de maneira tão irritante e confusa que me sentia tentada a pular o parágrafo só para apressar as coisas (e só não o fiz por medo de perder algum detalhe relevante). Os personagens que iam e vinham tinham relações rasas com o protagonista, e as impressões deste sobre eles era, no mínimo, inexpressiva. Não dava para ter verdadeira afinidade com ninguém.
E, o maior dos crimes, o cara mais carismático de toda a franquia, aquele que mereceu mais dois jogos como principal personagem, o amado Ezio Auditore, tornou-se um zé mané sem profundidade ou qualquer justificativa maior para suas decisões e ações futuras.
Foi uma decepção.
Como muita gente já comentou, a sensação era de que o escritor sentou na frente da tv e passou horas compilando as cenas principais do jogo sem se preocupar com nada mais; o que resultou em passagens curtíssimas em momentos que precisavam de um pouco mais de atenção (como o treinamento) e narrativas simplesmente desajeitadas em momento cruciais do livro.
Engolir o choro e tentar ler os outros livros, depois dessa introdução nefasta, vai ser dureza.
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Ulisses 08/06/2013

O primeiro livro da saga de Ezio Auditore.
Nada além de médio.
Apesar do autor relacionar muito bem personagens de ficção e históricos, a trama, em nenhum momento me seduziu.
De repente a culpa é minha.
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Patricia Czelusniak 15/01/2013

Irresistível.
Ezio nos leva numa aventura fantástica de muita morte e vingança pela Itália. As mortes, eu achei sem graça, pois Ezio é muito esperto e os Templários são mortos sem confrontos. Mas no decorrer do livro, as missões são incríveis.
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Shaka Rodrigues 12/11/2011

Poderia ser perfeito...
Essa resenha será bem curta.

Achei a história uma leitura muito fácil e prazerosa.
No início, a narrativa traz muitas informações boas e um tipo de "visão" diferente da que temos no jogo.

Mas, infelizmente (para mim, é claro rs), a maior parte do livro acaba por cair na tentativa de fazer a narrativa do livro ser igual a do jogo. As "side quests", os treinamentos para conseguir novas habilidades, o fato de Ézio ser sempre o "salvador da pátria", mesmo quando seus amigos de causa (outros Assassinos) poderiam ter feito algo em seu lugar, o que lembra muito os vários "vídeos" que vemos nos jogos da franquia...uma conversa e uma despedida do herói. Tem muita gente boa entre os Assassinos que poderiam ter ajudado mais diretamente durante o percurso do heróis, não somente "nos bastidores".

De qualquer forma, a história é bem dinâmica, sem tempo para muitas paradas e detalhamento de cenários e situações (algo que não sou muito chegado rs).
É fácil se prender ao texto e ser importunado pela curiosidade de descobrir que mistérios o desfecho revelaria.

E outra vantagem. Vou tirar o "Assassin's Creed 2" do Xbox360 que tenho da gaveta, e jogar muito mais do que as duas horas que joguei inicialmente. É uma experiência ímpar, a de controlar o personagem do qual você aprendeu a gostar.
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Gustavorf 21/03/2012

O pior livro que já li.
Começo essa resenha com uma simples palavra sobre esse livro: péssimo.
Assassins Creed – Renascença, conta a história do primeiro jogo da série Assassins Creed. Assim que vi o livro pela primeira vez na livraria, me impressionei com a capa. Ela é realmente muito bonita. Vi muita propaganda do livro, até mesmo um outdoor em uma estrada, por isso, imaginei que deveria ser uma história realmente boa, para a editora estar gastando tanto dinheiro com divulgação. Coitado de mim.
Ezio, a personagem principal, tem parte de sua família assassinada por uma traição que não cometeram. Para não ser morto, ele foge para a casa de seu tio, Mario. Lá, ele descobre que seu pai fazia parte da Ordem dos Assassinos, cuja missão é deter os Templários, antiga ordem da Igreja que visa dominar o mundo.
Falando assim, por cima, a ideia da história é boa e promete ação e envolvimento. Sim, promete, mas fica apenas na promessa.
Nunca joguei o jogo, mas falam que é muito bom. O livro, por outro lado, foi pessimamente escrito. Sim, pessimamente mesmo. Aqui estão algumas das grandes falhas que acho que são necessárias destacar:
- As coisas acontecem simplesmente rápido demais. Nessas 378 páginas, vinte e sete anos se passam. Assim, nenhum acontecimento é bem trabalhado e tem um grande efeito. Os feitos de Ezio são simples palavras a mais no livro que não fazem com que ele pareça realmente um herói.
- Ezio também sempre consegue fazer as coisas com uma facilidade incrível. Sempre consegue seguir e escutar conversas de seus grande adversários sem que eles percebam.
- Antes de ele entrar parece que a Ordem dos Assassinos era simplesmente um nome, porque parece que apenas ele saiu para caçar as pessoas que precisavam ser mortas.
- As conversas têm simplesmente exclamações DEMAIS! Parece que todas as frases são ditas com ênfase, o que faz com que os locutores pareçam realmente idiotas. As conversas também são muito simples na maioria das vezes, não acrescentando nada à história, nem mesmo apenas um chamativo ou graça.
- As lutas são péssimas. Bowden com certeza não tem a mínima noção de combate corpo a corpo ou com espada, porque algumas pessoas fazem coisas impossíveis ou estão em lugares onde não estavam um momento atrás. As batalhas também são péssimas, com estratégias que nunca funcionariam de verdade. Afinal, quem “balança” uma espada contra seu oponente?
- Há uma boa quantidade de erros no enredo, coisas que contradizem algumas partes e outras que só deixam tudo muito confuso.
- Não se conhece nenhuma personagem com profundidade. A única coisa que sei sobre o Ezio é que ele tem olhos azuis acinzentados. Quando ele está com quarenta anos, eu ainda o vejo com dezessete.
- A falta de nome nos capítulos é outra coisa desagradável. Ao contrário de alguns livros que também não os têm, nesse pareceu realmente falta de criatividade, porque uma história dessa ficaria bem mais interessante com nomes que falassem um pouco dos capítulos.
- Em algumas frases, ele usa reticências para evidenciar uma “pausa dramática” na fala de uma personagem, o que, ao contrário de causar o suspense desejado, faz a fala parecer realmente idiota.
Em suma, o livro todo parece uma grande novela mexicana. Faltaram apenas os primeiros nomes compostos.
Eu detestei e não aconselho a ninguém.
Tiago 04/04/2012minha estante
O livro é uma adaptação do jogo, e não o contrário, e por isso o passo do livro é diferente de um romance... simplesmente por ser uma narrativa do jogo. A propósito, é uma adaptação do segundo Assassin's Creed, e não do primeiro.




Carlos Vaz da Costa 05/09/2016

Ficção e história caminhando juntas
O livro não apresentou nenhuma surpresa pra mim, visto que já havia jogado o "Assassin's Creed 2" algumas vezes e praticamente não há alteração entre as histórias, somente não nos é introduzido o universo de Desmond nem as questões envolvendo templários e assassinos no mundo atual. De toda forma a ambientação e a narrativa dos detalhes da Itália da renascença é algo bastante imersivo e o livro é bem escrito. Recomendo a leitura.
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