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Assassin's Creed: Renascença Oliver Bowden




Resenhas - Renascença


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Gab Borgneth 20/08/2019

O início de uma grande saga...
Assassin's Creed sempre é uma leitura interessante, a cada livro você fica fascinado com a forma que o autor usa fatos históricos em sua trama. Famosos artistas, dor, vingança e crescimento pessoal, torna tudo muito rico e incrivelmente fascinante de ler. O primeiro livro te prende a querer os demais... Recomendo muiiiito!!!
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Anna Maia @livrosdashesha 13/07/2019

Esse livro se tornou um dos meus favoritos da vida.
Renascença é o primeiro livro da Série Assassin's Creed, li ele faz um tempo, porém foi uma experiência muito marcante pra mim, pois depois de ler joguei o jogo correspondente ao livro, e foi incrível, foi como ler a história e depois estar dentro dela, isso fez eu me apaixonar pela série, tanta pelos livros quanto pelos jogos.

O primeiro livro conta a história do Ezio Auditore (Crush Literário), mostra como ele deixou de ser um adolecente despreocupado e se tornou um assassino.

O livro é maravilhosa, cheio de ação e acontecimentos inesperados, a história tem alguns acontecimentos históricos e personagens reais, essas coisas fazem a história parecer real e emocionante.

A escrita do Oliver Bowden é leve e ele sabe descrever muito bem os momentos de ação e as lutas. A leitura pra mim foi fluída e rápida.

@livrosdashesha
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Jabuti ler 12/07/2019

Bom, mas apressado
O livro é bem interessante, mostrando os personagens interagindo com figuras históricas como Maquiavel e Da Vinci e os conflitos entre poderosas famílias, o problema é q muitas coisas ocorrem rápido demais, por exemplo, o treinamento do Ezio, q como foi narrado, parece foi rápido e fácil pra ele adquirir as habilidades de um assassino profissional.Tomara q no próximo livro o autor escreva as cenas com mais detalhes e com calma
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Pri 10/07/2019

Muito bom!!!
A história rola em torno de Ezio Auditore que após ver seus irmão e pai sendo mortos em praça pública, resolve se vingar das pessoas que estão envolvidas nessas mortes. Mas para que ele possa iniciar essa vingança, ele resolve tirar a mãe e a irmã da cidade e levá-las para a cidade aonde seu tio Mario mora, para protegê-las.

Bom o livro, é muito bacana, me surpreendeu muito pois ele é cheio de detalhes e é rico de informações para que o leitor possa acompanhar a história tranquilamente. O livro possui algumas palavras em italiano, que são misturadas durante o diálogo dos personagens e que você encontra os significados dessas palavras nas últimas folhas do livro.

Confesso que quando li sobre a morte de seu pai e seus irmãos, chorei. Chorei por que aquilo foi tão cruel, ainda mais que um de seus irmãos, o Petruccio, era apenas uma criança e foi enforcado como se fosse um adulto. E essa cena fechou de vez, os olhos de Ezio para que ele possa iniciar a sua vingança.



A maneira como ele viaja e mata todos as pessoas é muito bacana, pois te faz viajar com ele. Como eu falei, o livro é rico de informações fazendo o leitor se transportar para cidades como Veneza e Florença. E o leitor acaba conhecendo os personagens mais ilustres da História do Mundo, de um outra forma sem deixar de mostrar como eles são, como por exemplo quando Ezio conheceu Leonardo Da Vinci, um maluco que era pintor e também tinha alguns projetos, como um "carro que tinha asas" (claro, que não é essa a citação do livro).

Enfim, o livro é super interessante e cheio de aventuras, claro que rola muito sangue e muita morte também, mas é uma leitura recomendável. Até por que ela tem uma continuação, que em breve espero comprá-la para saber se Ezio conseguirá terminar a sua missão. E espero também, jogar esse game para saber se por acaso as histórias são compatíveis.

E claro que indico o livro!!!

site: Resenha do antigo "Blog Resenhando"
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Kênia Cândido 08/04/2019

Fiel ao Jogo
Assassin's Creed: Renascença é o primeiro livro baseado na série Assassin's Creed que se trata de uma versão literária do jogo Assassin's Creed II. Confesso que conheci primeiramente o jogo, mas ter o livro em mãos e lê-lo foi realmente fabuloso, pois ele é bem fiel ao jogo.

O livro conta a história de Ezio Auditore, um jovem impulsivo, que vivia com sua família em Florença no ano de 1476, que após o assassinato de seus familiares foi em busca de vingança e restaurar a honra de sua família.

Para conseguir sua vingança, ao longo do caminho Ezio conta com importantes aliados para aperfeiçoamento de suas habilidades e aos poucos vai descobrindo que pertence a uma linhagem conhecida como A Ordem dos Assassinos, onde foi destinado a seguir os passos de seu pai.

O livro contém uma escrita simples e uma leitura bem fácil, mas requer um pouco de atenção para não passar despercebido com relação ao tempo. Os personagens são muito bem descritos, o enredo é fantástico e cada página que lia ficava surpreendida.

Algumas pessoas históricas e bastante importantes como Leonardo da Vinci e Nicolau Maquiavel parecem na historia, o que deixa o livro eletrizante. Mas o que mais chamou minha atenção foi a mudança de Ezio que era um jovem comum foi tornando-se um guerreiro de sangue frio e um cruel assassino movido à mortes.

A edição contém uma capa maravilhosa, com o personagem Ezio com a roupa dos assassinos. A diagramação está sensacional nas folhas amareladas do papel pólen e não possuí ilustração, apenas um mapa da Itália Renascentista.

Assassin’s Creed: Renascença é realmente um livro que recomendo a todos, especialmente para quem gosta de jovem adulto. Leia e tire suas próprias conclusões. Se possível jogue o jogo também para ficar mais interessante e lembre-se: NADA É VERDADE, TUDO É PERMITIDO.

site: https://historiasexistemparaseremcontadas.blogspot.com/2015/03/resenha-assassins-creed-renascenca.html
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Suellen vieira 20/03/2019

ASSASSINS CREED
Resenha de Assassino Creeds: Gostei muito do início, um assunto diferente, uma ordem , a dos assassinos que tem como função restabelecer a ordem no mundo, lutando contra os Templarios, que querem dominar o mundo, custe o que custar é e nesse contexto que Ezio aparece.
Nosso personagem principal, Ezio, ver o seu pai e o seu irmão ser assassinato, indo morar com o seu tio Mario descobre a verdadeira razão pelo qual seu pai foi assassinado e entra na Ordem a qual seu pai pertencia, para continuar a missão que o seu pai deixou.
O interessante nessa história é o aparecimento de nomes conhecidos em nossa vida como Leonardo da Vinci e Maquiavel. Por outro lado no meio para o final achei que a história começou a viajar de mais, a dar explicações aos acontecimentos muito sem nexo e sem cabeça, enfim um livro com um bom início e um final decepcionante.
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spoiler visualizar
Suellen vieira 20/03/2019minha estante
Faço suas minhas palavras




Thais 15/02/2018

Esse livro é realmente surpreendente, tem uma pegada realista com a exposição dos cenários , da época e dos locais citados . Além disso, a incorporação de personagens importante para o período, na vida real , como Leonardo Da Vinci e Nicolau Maquiavel são aderidos a obra e, de forma fictícia , tonam-se um deleite á imaginação e nos faz questionar e encaixar essas vidas na história.
O livro não segue a linhagem comum, pois há diversos pontos de clímax o que deixa a trama ainda mais cheio de ações !

A única ressalva , talvez ,é que as passagens de tempo são , em alguns momentos , bem bruscas, o que uma hora o personagem principal está dialogando no momento seguinte já está no meio de uma guerra o que deixa certos vácuos no imaginário de quem lê ! Mas , são apenas detalhes se comparando com todo o conjunto

Oliver Bronte brilhantemente criou essa ficção que ao mesmo tempo apresenta uma história mais real com conspirações, mortes, vinganças , criações científicas , romances , frustrações e em outro momento tende a apresentar certas magias.

Um ótimo livro , recomendo !
Lucas Alexandre 23/08/2018minha estante
Assassins Creed # 1 Não gostei muito, apesar de que o jogo é muito bom, livro ficou um pouco abaixo das minhas expectativas, o início do livro é muito bom, mas chegando perto do fim, percebemos que Ezio apesar de estar bem definido na história, mostra-se de forma muito simples. O filme o oposto ocorre o início é ruim, mas no desenvolver da história o filme vai ficando bom.




Elicarlo 13/01/2018

O livro apresenta um ritmo intenso, onde cada missão motivada pela vingança de Ezio Auditore é sucedida por outra e mais outra onde ele vai matando um a um os inimigos de sua família. O protagonista é apresentado como alguém invencível e a facilidade com que ele realiza seus feitos torna o livro às vezes previsível. O ponto interessante são as participações de figuras históricas do mundo real, de Da Vinci a Rodrigo Bórgia. No final acaba sendo uma leitura razoável pra quem gosta de ação, no ritmo realmente de um vídeo game onde cada vez que passa de fase, Ezio Auditore se torna mais forte, mais experiente e vai ganhando recursos, instrumentos e aliados para ajudá-lo em suas missões.
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Jessé 12/01/2018

Renascença
Renascença faz lembrar o livro "inferno" de Dan Brown. Nos faz caminhar pelas ruas de Florença e Veneza. No final o tema religião prevalece. A luta entre o bem e o mal é discutida mais uma vez. E de novo as sociedades secretas/discretas aparecem como protagonistas da história mundial.
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Daironne 06/09/2017

Impressões sobre o abandono de Assassin's Creed - Renascença
O jovem Ezio busca vingança pela traição à sua família e se envolve no conflito entre duas antigas ordens, Assassinos e Templários, durante a Renascença italiana. Essa é a história contada de forma corrida, nada cativante e sem profundidade no primeiro livro (por ordem de lançamento) da série Assassin's Creed. Abandonei-o por volta de sua metade.

É forte a sensação de se tratar de um símples "roteiro" do jogo a que faz referência. A narrativa é entediante e a transição da história, do vídeo-game para o livro, foi péssima ao meu ver. Há pouco de bom, a citar a presença de Da Vinci, na leitura predominantemente massante, com descrições ruins e personagens mal desenvolvidos.

O autor tinha tudo para contar uma boa história, mas isso não aconteceu na minha opinião. Pulei o segundo livro da série, Irmandade (continuação direta deste), passando logo para o terceiro, A Cruzada Secreta, que me fez voltar a ter esperança nos livros Assassin's Creed.

Não recomendo a leitura. Mesmo você sendo fã do jogo, ainda assim não recomendo.
Isaque 04/07/2018minha estante
Rapaz, disse tudo que eu queria dizer, é literalmente narrativa de jogo. Obrigado.




Fagner Macedo 31/08/2017

Esse foi o primeiro e o último que li da saga!
Li em 2014, o livro em si é bom.. só! Acredito que pra quem jogou os jogos não vale a pena ler, a não ser que você seja muito fãn e queira se aprofundar na história! Achei o começo bem interessante, porém chegou um momento que o livro ficou bem cansativo e demorou pra dar uma melhorada! Dou 3 estrelas!
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Renan Motta 29/06/2017

Experiência do jogo não alcançada.
https://youtu.be/MMu80S_t4oo

Aqui eu esclareço tudo sobre o livro na resenha mais completa que verá no YouTube
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Kath 29/05/2017

Interessante e inteligente.
A história segue Ezio Auditore o filho de um banqueiro influente em Florença na época da "igreja do dinheiro". Vou começar dizendo que a maior treta desse livro é real. Absurdo, mas é. Para começar, é preciso entender que Assassin's Creed mexe com fatos históricos verídicos e apesar de toda fantasia por trás da história, estar situado nesse pano de fundo histórico é importante para o compreender da história com totalidade. Eu consegui me situar por causa da História do mundo para quem tem pressa que li recentemente (e que foi uma das razões para o atraso desse livro) emprestado de uma amiga.
Mas voltando, Ezio desfruta de uma boa vida como um filho abastado de uma família amorosa, ele herdará a liderança do banco do pai já que seu irmão mais velho não leva o menor jeito para tal. Há também seu irmão mais novo, no início da adolescência e sua linda irmã Cláudia prometida em noivado para um homem inescrupuloso - que Ezio faz questão de desmascarar. Nesse mesmo dia ele recebe do pai a incumbência de fazer algumas entregas e encontrar algumas pessoas, entre elas Lorenzo de Médice (só me lembrei de Reing) um dos maiores aliados de sua família na cidade.
Quando seu pai e seus irmãos são presos acusados de traição, a casa de Ezio é saqueada, sua mãe violentada e sua irmã salva por pouco. Totalmente desnorteado, o garoto invade secretamente a fortaleza onde são mantidos e consegue falar brevemente com seu pai que lhe dá instruções precisas para procurar o gonfaloneiro (uma espécie de administrador e magistrado) e entregar-lhe certos documentos sigilosos que tratarão de sua inocência, contudo, o homem traiu a confiança do pai de Ezio condenando ele e seus irmãos à forca. Por estar foragido, Ezio fora o único sobrevivente, caçado como um criminoso, precisou fugir com a irmã e a mãe para pedir asilo a Mario, o irmão de seu pai.
Lá ele descobre que seu pai era mais que um simples banqueiro, mas pertencia ao credo dos assassinos e que os Pazzi não eram apenas inimigos da sua família por razões de domínio estatal, mas por serem parte dos templários, inimigos mortais dos assassinos e conspiradores da ordem mundial. Ezio então é treinado pelo seu tio nas habilidades principais para se tornar um assassino e enviado de volta a Florença com uma lista dos conspiradores para a morte do seu pai e dos principais inimigos do credo.
Começa então uma verdadeira caçada por vingança e justiça. Enquanto vai atrás dos templários um a um, Ezio conhece novas pessoas que contribuem para seu treinamento e oferecem apoio à sua causa, mas os mistérios envolvendo o credo e seu passado continuam circundando a história através das páginas codificadas de um códex que os templários também querem montar. Com a ajuda de Leonardo da Vinci (sim, isso mesmo!) um cientista secreto e artista em ascensão, Ezio desenvolve as armas do códex dos assassinos que são sua arma principal na luta contra os inimigos da sua família. Ele percebe que pertencer a ordem é algo muito solitário, o grande amor da sua vida, Cristina Calfuci, é prometida em casamento a outro homem e, mais tarde, assassinada por um dos inimigos do credo. O principal responsável por toda desgraça caída sobre Ezio é Rodrigo Bórgia e abor aqui uma pequena pausa para uma explicação histórica sobre quem foi esse fulano que, assim como da Vinci, realmente existiu:
Alexandre VI, nascido Rodrigo Bórgia, ou Roderico de Borja; (Xàtiva, 1 de janeiro de 1431 – Roma, 18 de agosto de 1503) foi o 214.º papa da Igreja Católica, de 11 de agosto de 1492 até a data da sua morte. Adotou o nome de Rodrigo Borgia ao chegar à Itália.
Natural de Valência, após estudar em Roma, acompanhou seu primo Luis Juan de Milà y Borja à Universidade de Bolonha, onde se graduou em Leis.
O nome de sua família foi elevado à cátedra do Vaticano com a eleição do seu tio materno, Afonso Bórgia, como Papa Calisto III, por quem foi feito cardeal. Foi sucessivamente elevado a cargos de mais qualidade: bispo, cardeal e vice-chanceler da Igreja. Tornou-se um grande diplomata após servir à Cúria Romana durante cinco pontificados; adquiriu experiência administrativa, influência e riqueza, mas não grande poder.
Teve várias amantes: em particular Vanozza Catarei e Giulia Farnese, mulher de seu primo Orsino Orsini Migliorati. Rodrigo Bórgia usou sua fortuna e promessas para comprar a maior parte dos votos dos vinte e três cardeais quando se realizou o conclave para definir a sucessão do papa Inocêncio VIII. No conclave houve três candidatos: ele próprio, Ascanio Sforza e Giuliano della Rovere. Reuniram-se em agosto de 1492, na capela apelidada Capela Sistina, por ter sido construída pelo papa Sisto IV, adornada com obras-primas de Botticelli, Pinturicchio, Ghirlandaio e Michelangelo. A eleição foi definida na madrugada de 10 para 11 de agosto. Deu-se a coroação ao 26 de agosto. Rodrigo Bórgia tinha então 60 anos, e adotou o nome de Alexandre VI (em latim, Alexander VI). Notoriamente, recebeu a infeliz distinção de ser considerado, por muitos, o pior de todos os papas.
Sua trajetória é representada na série The Borgias. Ele representou uma igreja católica afundada em corrupção, luxúria e sede de poder. Infelizmente há esse passado escuro na igreja católica, afinal, é formada por homens e não preciso dizer muito sobre isso, uma vez que o mundo está como está por culpa de homens tão ruins ou piores que ele. Ele planejou o assassinato do pai de Ézio e o caçou incansavelmente a fim de impedir que ele conseguisse as demais partes do códex, atrapalhasse seus planos de controlar toda penísula itálica e, sobretudo, colocasse as mãos no poderoso artefato que, segundo foi descrito, era um pedaço do édem. Contudo, Ezio Auditore não está nem um pouco inclinado a desistir do seu caminho como assassino e justiceiro da sua família mesmo que seu inimigo seja mais forte que ele.
O livro abrange um período histórico de 1476 a 1503 e conta com a presença, quase no finalzinho, de Nicolau Maquiavel (sim, o próprio) que era um assassino! Depois de ver Bach como um caçador de sombras nada mais me surpreende, né? Gente, acontece muita coisa nesse livro, sério! O que eu falei aí não é nem uma graminha! Todo o tempo está havendo uma batalha ou sendo planejada uma, em certos pontos eu senti que a coisa ia meio que para o lado game quando Ezio recebia missões de alguém para resgate ou coisa assim, essas partes ficavam tão mecânicas que me lembravam o jogo (que eu não joguei, tá? Só pra constar). O final foi um pouco... não sei... é difícil pôr em palavras, não foi ruim, mas não foi o que eu esperava que fosse. Na verdade o livro como um todo foi bem diferente do que eu esperava. Ainda assim, achei a leitura bem interessante, principalmente pela história ser inserida em acontecimentos reais, o que torna o livro quase uma aula de história com movimentação interessante. Acho sim uma leitura válida, mesmo apesar do final meio "como assim?"
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Caio 14/05/2017

Melhor livro da trilogia Ezio
Como eu já tinha jogado o Assassin's Creed II, o livro acabou sendo uma experiência melhor para mim, arrisco dizer que é o melhor livro da trilogia Ezio. Certos aspectos do livro me prendeu a trama, como alguns personagens históricos, Leonardo da Vinci é o principal deles. Algumas batalhas, mesmo que vencidas de maneira "fácil", nos mantém presos a história.
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