A felicidade, desesperadamente

A felicidade, desesperadamente André Comte-Sponville




Resenhas - A felicidade, desesperadamente


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Renato 30/05/2010

Li, reli, e ainda acho que não aprendi tudo o que tinha pra aprender com esse livro. Não que eu seja espantosamente lerdo, mas apesar de parecer um livro simples, ele agrega tanto conteúdo importante que de um vez só é difícil introjetar tudo.
Estou pronto pra ler mais uma vez!
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Davi 17/06/2020

Livro belo e profundo
Há tempos não lia um livro sucintamente profundo. Com insights significativos sobre a felicidade e bem amparado na filosofia clássica. Leitura sempre atual. Sponville tem um dom de escrever com várias camadas. Livro que merece ser lido mais de uma vez.
Douglas 18/06/2020minha estante
Vou considerar a dica. Adicionado ??




Nath 28/03/2014

Muito bom!
Os principais pontos de discussão abordados na obra dizem respeito à felicidade, à sabedoria e à filosofia. Trata-se de uma palestra que foi transformada em um livro e, ao final, são apresentadas perguntas feitas pelos participantes ao autor. Todo o livro é de grande riqueza, trazendo para a atualidade discursos centenários e que nos ajudam a tornar mais leve a nossa caminhada na vida. São pontos de vista que abrem nossa visão para novas possibilidades.

Grande parte do livro discute a filosofia e a felicidade como elementos altamente relacionados: "O que é a filosofia? (...) Quanto a mim, adotei a resposta que Epicuro dava a essa pergunta. Ela assume devidamente a forma de uma definição: 'A filosofia é uma atividade que, por discursos e raciocínios nos proporciona uma vida feliz'" (pg. 7). Assim como a sabedoria, conforme esta passagem: "A felicidade é a meta da filosofia. Ou, mais exatamente, a meta da filosofia é a sabedoria, portanto a felicidade - já que, mais uma vez, uma das ideias mais aceitas em toda a tradição filosófica, especialmente na tradição grega, é que se reconhece a sabedoria pela felicidade, em todo caso por certo tipo de felicidade" (pg. 9).

É um livro pequeno: são 89 páginas de texto corrido + 47 páginas com perguntas e respostas. A leitura é muito tranquila. Não me atrevo a fazer análises filosóficas da obra, visto que meu conhecimento para tal é insuficiente. Mas para o leitor comum, asseguro que é vantajoso e vale a pena a sua leitura.

O autor faz uma crítica muito interessante que se encaixa perfeitamente às nossas rotinas atuais: "Só esperamos o que não temos, e por isso mesmo somos tanto menos felizes quando mais esperamos ser felizes. estamos constantemente separados da felicidade pela própria esperança que a busca. (...) Pascal explica que jamais vivemos para o presente: vivemos um pouco para o passado, explica ele, e principalmente muito, muito, para o futuro. O fragmento termina da seguinte maneira: 'Assim, como nunca vivemos, esperamos viver; e, dispondo-nos sempre a ser felizes, é inevitável que nunca o sejamos.'" (pg. 36/37). Me identifiquei tanto com este trecho, que me pus a pensar em como reverter essa situação em minha vida... Ainda vou encontrar uma forma!


site: http://livrosecines.blogspot.com.br/2013/10/a-felicidade-desesperadamente-andre.html
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sonia 25/07/2013

a arte de bem viver, dos gregos, ainda hoje atualíssima!
Para quem detesta o capitalismo e todas as suas babaquices,
este livro é um bálsamo: ainda somos lúcidos!
Baseado em Epicuro, passando por Sócrates, Aristóteles, Spinoza, o autor nos brinda com um bem humorado tratado de bom senso.
Ser feliz, afinal, aqui e agora, sempre está a nosso alcance.
Ser feliz é simples - nós é que mergulhamos em ilusões.
Afinal, o melhor da vida sempre foi, e ainda é, de graça!
Basta SER.
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Hildeberto 02/11/2020

Simples e interessante
Trata-se da transcrição de uma palestra concedida por Comte-Sponville, incluindo o debate que se seguiu a sua apresentação. Segue o formato tradicional das exposições filosóficas contemporâneas: apresentação do problema, confronto entre a tese e a antítese, conclusão - e as perguntas ao fim servem para expandir o tema. O texto tem o mérito inegável de trabalhar bem o ponto proposto, assentado em leituras de filósofos mais "tradicionais" (principalmente Espinoza), sem nunca se tornar hermético para o público leigo (no qual me incluo). Um tema interessante, tratado de forma leve, que consegue intreter e fazer refletir.
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DaniM 03/01/2018

felicidade sem fórmulas
Num mundo dominado pela autoajuda e suas expressões estúpidas e vazias, ler a transcrição dessa palestra sobre a relação da filosofia com a felicidade foi estimulante e gratificante. O autor nos aproxima da filosofia, apontando sua aplicação na vida prática, afinal, a função dela é justamente a de nos fazer suportar a vida prática e a ela sobreviver. A idéia não é nos fornecer fórmulas, mas nos fazer exercitar nossa inteligência de modo a encontra-las por nos mesmos.



site: https://www.instagram.com/danimansur/
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Deilson.Barros 25/03/2019

Desapegue-se da busca pela felicidade, e ela virá!
A obra, escrita pelo filósofo francês, Comte, tem como ponto central a defesa de que a esperança é um obstáculo que se interpõe ao desfrute da verdadeira felicidade em sua medida maximamente possível.

Na verdade, o autêntico buscador da felicidade deveria se ocupar de perseguir, amar a verdade, deixando que esta o guie à felicidade real.

Apesar de seus pares virem o tema como arcaico, o escritor inspira-se na tradição filosófica clássica dos gregos, sem deixar de prestigiar Spinoza e Montaigne, e vê a felicidade como a meta da filosofia.

Para ele, a filosofia seria uma atividade, calcada em discursos e raciocínios, norteada pela busca da verdade possível, que concretamente pode nos levar a alcançar o máximo de felicidade num espírito de máxima lucidez.

O autor ainda defende que essa seria a genuína felicidade, a que os gregos chamariam de sabedoria, em contraposição à que é ofertada por subterfúgios de esquecimentos, de negacionismos, crenças positivas, drogas, álcoois, euforias ou estímulos externos.

Em suma, a felicidade concreta seria possível, mas obstaculizada pela esperança; e nessa jornada, a filosofia seria o veículo, a verdade seria a bússola e a desesperança, a porta.
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Isabel.Dornelles 17/04/2020

Felicidade
Um debate profundo, sábio, necessário e esclarecedor sobre uma das perguntas fundadoras da filosofia, a felicidade e como atingi-la.
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BelaBelli 10/06/2009

Li em poucas horas, e acho que só terminei porque era pequeno mesmo.
É um livro para quem gosta MUITO de filosofia, porque eu gosto e mesmo assim achei bem chato.
André Abreu 25/10/2013minha estante
Chato? Se o Sponville fala de filosofia como busca e encontro da felicidade e mostra como fazer isso, como é chato? De repente eu gosto "MUITO" de filosofia... Este livro é mt bom p quem perde tempo c auto-ajuda: pois este livro é sobre o numinoso, imanente e transcendente HEDONISMO




Ronaldo 04/02/2014

Quando perdermos toda a esperança ai então seremos felizes
Apesar de do título parecer mais um livro de autoajuda ele está longe de ser isso. Esse livro faz pensar e se questionar de uma maneira única. Ele começa te jogando um conceito que a primeira vista parece absurdo de que “felizes são os desesperados”. E isso desperta sua curiosidade de como o autor poderá te convencer de que esse conceito faz sentido. E ao longo das páginas ele te faz acreditar que essa ideia é plausível.
Enfim esse livro que pode ser lido em um único dia e faz você querer reler várias e várias vezes para absorver a cada vez mais os conceitos que o autor tem a passar.
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Izu 25/05/2018

Pequeno livro e maravilhoso
Fico feliz de ter começado a ler filosofia por esse livro.Me fez querer aprofundar mais. Ele tem a finalidade de usar a filosofia para uma sabedoria e buscar a felicidade de cada um
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Mari 04/12/2018

Maravilhoso!
Livro de filosofia com questionamentos sobre o que é felicidade. Uma delícia de leitura!
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