Pelo Amor de Pete

Pelo Amor de Pete Barbara Delinsky
Barbara Delinsky




Resenhas - Pelo Amor de Pete


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Sueli 16/11/2012

O Melhor de Barbara Delinsky
Assim como as flores, existe um livro perfeitamente adequado para cada uma das etapas ou emoções de cada um de nós, portanto, discutirmos sobre a qualidade ou gosto é perda de tempo e/ ou desqualificarmos a experiência de vida de cada leitor. Desde o seu lançamento entre nós Pelo Amor de Pete sempre esteve presente entre meus livros favoritos.
Continuamente, tento fazer com que uma ou outra amiga desfrute do mesmo prazer e emoção que tive ao ler esse romance complexo, belo e muito sensível, apesar de não ter sido bem sucedida em nenhuma de minhas tentativas eu continuarei insistindo, afinal, sou brasileira e....rsrsrsr
Pelo Amor de Pete é um livro sobre as limitações que o medo nos proporciona e de como com persistência e coragem para abandonar a raiva e a presunção, podemos assumir as rédeas de nossa própria vida. Uma leitura de prazer infinito e carregada de emoção e lirismo, sem cair na pieguice.
Prepare-se para ler uma das mais lindas despedidas entre mãe e filha. Duvido você não chorar.
Mantenha todas as portas de sua emoção abertas, não faça juízo precipitado e se deixe levar por esses livros maravilhosos.
Sim, leitor, a princípio, estaremos lendo duas histórias, mas sem dúvida nenhuma complementares. Pelo Amor de Pete foi apenas mais uma isca lançada para Casey.
Todos nós temos momentos em que, por um motivo ou outro, nos sabotamos e nos negamos a oportunidade de sermos surpreendidos por inexplicáveis atos de amor e carinho, simplesmente por termos ideias preconcebidas das situações que julgávamos ter sob nosso controle, é nesse instante da vida de Casey que embarcamos nessa viagem.
Barbara Delinsky não é uma escritora preguiçosa. Os seus preciosos romances proporcionam a oportunidade de pensarmos sobre nós mesmos e de como reagimos a determinadas situações. Penso que a sua generosidade em nos facilitar acesso aos gatilhos emocionais que atravancam o nosso amadurecimento, vem do fato dela ser psicóloga, mas nem por isso seus livros são cheios de teorias irritantes. São romances recheados de ação, sensualidade e sabedoria. Precisos e coordenados
Curiosamente, em Pelo Amor de Pete os personagens que mais me chamaram atenção não estavam fisicamente presentes na ação, mas fomos brindados com a descrição do mais fabuloso e terapêutico jardim que a sua imaginação puder alcançar....
Sem falar no incrível jardineiro que cuidava dessa pérola, e que não passou, despercebido por Casey, uma jovem mulher com muitas questões a serem respondidas.
Casey, após trinta e quatro anos de abandono e rejeição seria capaz de perdoar o homem que havia virado as costas à sua mãe ao saber que ela estava grávida?
Seria capaz de aceitar um presente de três milhões de dólares?
Onde colocaria a lealdade à sua mãe?
E, a pergunta que permanecia e que não pode silenciar: Por quê?
Barbara Delinsky, através dos olhos de Casey nos guia pelos aposentos dessa herança indesejada, dando-nos detalhes e pistas sobre Connie, esse personagem ausente e enigmático. Porém, Casey passeia pela casa sem ser afetada por ela (diferentemente de mim), já que estava decidida que o abandono e a rejeição jamais poderiam ser pagos com um presente surpreendente como aquele.
Tudo isso cai por terra quando, enfrentando e superando o medo de entrar no consultório de seu falecido pai, ela se depara com o jardim mais exuberantemente lindo que já viu na vida!
Mas seus olhos também não perduraram nas portas, por mais bonitas que fossem. Sua atenção foi atraída para fora, por uma visão de sol, flores e árvores.
Quando a compreensão a atingiu, ela ficou sem fôlego. Mas se o gesto foi uma tentativa subconsciente de se conter, não adiantou. Foi amor à primeira vista. Ela estava perdida. (página 52)
Agora, para Casey era impossível abrir mão desse maravilhoso jardim embrulhado nesta casa magnífica!
Caso eu pudesse indicar uma trilha sonora para nossa heroína, iria sugerir que ela escutasse a belíssima canção de Djavan, cantada por Maria Betânia, chamada “Vive”.
Seria o fundo musical perfeito para as tardes tão lindamente descritas ao longo desse romance maravilhoso.
Que a primavera seja maravilhosa para todos nós.
Lizzy 01/01/2015minha estante
Adorei amiga, já estou lendo, obrigada pela dica =D




Cati 23/01/2010

Uma agradável supresa
Me surpreendi com este livro, pois achava que tratava apenas de drama familiar, o que definitivamente não faz meu estilo.

Mas a autora apresenta como fio condutor do romance um mistério que Casey tenta desvendar (o que prendeu minha atenção no início, mas que no desenrolar do livro é possível descobrir sem muito esforço), e em função do qual vão se desenrolando situações corriqueiras na sociedade e nas quais podemos nos ver, ou pelo menos nos imaginar.

A história é tão envolvente que em diversos pontos do livro me perguntei: caramba, o que faria se fosse eu? Algumas situações revoltantes, outras de encantar.

Em suma, eu adorei! Não sei dos demais livros de Barbara Delinsky, mas este com certeza eu recomendo a leitura.

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Lina ❥ 26/02/2012

O ruim foram só as extensas e cansativas descrições dos lugares, mas me apaixonei pelo Pete quase tanto como a Jenny e me senti quase vivendo as dúvidas, medos e também as alegrias da Casey. Um livro bacana e surpreendente, ao menos para mim.
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La brujita 10/04/2014

Opinião
Este livro me surpreendeu do começo ao fim, devorei ada página, me emocionei com a leitura, foi um dos melhores livros que li da Barbara. Vale ler. Final surpreendente
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Zana 19/11/2015

Passado - Little Falls
Jenny Clyde: Seu pai estava retornando para casa depois de ter cumprido pena por seis anos pelo assassinato de sua mãe. Uma mãe que a submetia a intensa pressão psicológica e um pai que praticava abusos emocionais e sexuais. Jenny era a psique humana no seu limite, porque para ela escapar consistia numa necessidade. Poderia, então o amor Pete ser sua válvula de escape?

Dan O’Keefe: Policial do condado de Little Falls, que mesmo não exercendo a profissão que idealizou para si, possuía um coração generoso e compassivo o suficiente para se importar.

Presente – Boston
Casey Ellis – A mãe se encontra há muito tempo em estado de coma. Seu pai, Dr. Cornelius Unger, um famoso psicólogo que nunca a viu nem a reconheceu, mas em que, mesmo ressentidamente se espelhou profissionalmente, lhe deixa sua valorizada casa como herança. Veio junto com a casa, uma jovem empregada e um enigmático jardineiro.

Ao encontrar páginas de um texto na casa que herdou, e entendendo ser uma possível mensagem deixada pelo pai, Casey Ellis se determina a encontrar as páginas faltantes. O texto relatava a vida de Jenny Clyde, moradora de uma pequena cidade chamada Little Falls. Quando Casey vai em busca de respostas não sabe que está prestes a encontrar a chave que destranca o passado do seu pai e do belo e misterioso jardineiro que aprendeu a amar.

Quer seja um mecanismo de defesa ou válvula de escape, que mistérios a mente humana é capaz de produzir? Barbara Delinsky ensaia algumas respostas em mais uma trama admirável. A autora esquadrinha a psique humana através das vidas distintas e entrelaçadas dos seus personagens, enredando passado e presente que se compõem. “Pelo Amor de Pete” traz uma boa escrita que recomenda a leitura, ao mesmo tempo em que é previsível consegue em seu contrapé surpreender o leitor.
Érica | @aquelacomlivros 19/11/2015minha estante
Bela resenha! :)
Fiquei curiosa, Zana! Será que vou gostar?


Zana 19/11/2015minha estante
Geralmente gosto do que a Barbara Delinsnky escreve, acho que vai gostar dela. Se bem que rsrs


Érica | @aquelacomlivros 19/11/2015minha estante
Pois é...kkkk




Lily 17/03/2010

Gosto muito da Barbara Delinsky e esse livro é sem dúvida um dos melhores que já li dela. Uma história com reviravoltas e um romance revigorante em meio ao caos da dor, da tristeza, da mágoa. Muito bem escrito, surpreendente em alguns momentos. Gostei!
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spoiler visualizar
tatielma 03/12/2016minha estante
Pensando bem, percebo agora que depois do desfecho do caso dela, essa personagem foi meio que esquecida e virou uma orelha ? (aquele personagem que só existe pra ouvir o protagonista falar)




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