A Resposta

A Resposta Kathryn Stockett
Kathrym Stockett




Resenhas - A Resposta


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Mis 05/04/2019

Nunca vou superar!
Pensei que ler esse livro seria muito sofrido, já que já havia assistido ao filme. Obviamente, tava errada. Mesmo lembrando de quase tudo por causa do filme, foi incrível passar os últimos dias lendo histórias da Minnie, da Aibileen, Skeeter e outras mulheres incríveis (e algumas detestáveis).

A unica coisa triste é saber que, mesmo hoje em dia MUITA coisa tendo mudado, ainda temos muitas situações em comum com esse livro. Gostaria que fosse aquele tipo de ficção beirando a fantasia por tratar de um assunto tão antigo, mas o racismo ainda é presente na nossa sociedade. Não tão descarado quanto foi em Jackson-, Mississipi, mas não podemos dizer que não existe mais.

É um livro grande que eu demorei quase duas semanas pra ler, mas mais porque queria "poupar" a história. Em um dia ou dois dá pra facilmente devorar o livro de tão gostosa que é a escrita.

Também é MUITO engraçado, quase no mesmo tanto que é emocionante. Sei lá, só amor. ?
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Luh09 21/01/2019

Em poucas palavras preciso dizer que não lembro a última vez que um livro me fez sentir tristeza por acabar tão rápido. Tocou meu coração de uma maneira especial ler sobre a história dessas mulheres. São 500 e poucas páginas de puro fascínio. Bebi de cada palavra. E neste momento estou simplesmente anestesiada. Queria saber mais. Bem mais sobre Aibellen, Minie e Skeeter.
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Edna 04/08/2018

Vôo que ultrapassa o poder da imaginação.
"You'll sink no Like a Stone
For the times they are a-changin"

Uma história de um grande vôo é de muita coragem, ambientado em Jackson / Mississipi / USA 1962 à 1964.

Skeeter Phelan foi criada por sua Criada Negra; Constantine, como milhares de crianças brancas que são colocadas nas mãos desses anjos destinadas à dar amor, carinho que os próprios pais não eram capazes pois tb não tinham sido amados por eles e sim ensinados a esquecer e descarta-los como nada importante, suas Babás, criadas assim que não mais dependessem de seus cuidados.


Eugênia Skeeter, ama Constantine e mesmo durante sua faculdade corresponde com muito amor confia todos os detalhes à ela até que do nada as cartas simplesmente não chegam mais, sem entender ela termina a Faculdade e retorna p/casa.


Seus sonhos de ser escritora, contra as ideias da mãe que sonha em vê-la casada, ela consegue um trabalho em um jornal bem longe daquilo que sonha, terá que dar dicas de como cuidar do lar em nome de outra pessoa que trabalhava para o jornal.


Ela não desistiu de saber o que aconteceu com o desaparecimento de sua Babá e une as duas coisas ela precisa de Dicas para continuar as publicações que ela vai conseguir com Aibilleen, que trabalha para uma de suas amigas de infância e desses encontros inicia uma grande amizade, ideias em escrever um livro sobre a vida das empregadas negras e suas patroas.


Clandestinamente elas se encontram, arriscam a própria vida, de suas famílias muitos com experiências bem triste como ser surrado e espancado violentamente por ter usado um banheiro de brancos, com uma conseqüências muito pior que isso, mulheres que irão contar suas histórias para o livro mesmo tendo relutado antes mas Aibibileen ñ desistiria.


Só a história de Aibileen que ajudou a criar 17 crianças brancas e perdeu seu único filho pra acidente de trabalho tão brutal que acabou com seus sonhos, e sua garra, seu auto-estima, sua vontade de ajudar já valeria a leitura.




Muitos personagens maravilhosos muita dor, preconceito, mas encontrará tb. muita fortaleza, pessoas boas também entre as Patroas, vai rir com a narrativa deliciosa que te prende mesmo já tendo visto o filme foi uma das melhores experiências que já tive.



Simplesmente não sou mais a mesma depois dessa história.


Uma ficção mesclada com fatos reais?
5/5


Citação: "Não há assunto mais difícil para um escritor do Sul do que o o do afeto entre uma pessoa negra e uma pessoa branca, no mundo desigual da segregaçao. Pois a desonestidade sobre a qual uma sociedade é erguida torna suspeita toda emoção, torna impossível saber se aquilo que fluiu entre duas pessoas era sentimento honesto, ou piedade, ou pragmatismo." Kathryn Stockett
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Joice (Jojo) 29/03/2018

Sobre força e delicadeza
"A leitura é uma viagem", disse em entrevista recente à Folha de S. Paulo o crítico literário Alberto Manguel. E não apenas no sentido de visitar outros países por meio das páginas de um livro, mas de conhecer outras realidades. E a realidade que Kathryn Stockett quer nos mostrar é a das mulheres negras do Mississipi da década de 1960.

A história é narrada por três mulheres: Skeeter, Aibileen e Minny, as duas últimas empregadas domésticas em casas de mulheres brancas. Skeeter é uma jovem aspirante a jornalista que foi criada por uma mulher negra (algo bem comum à época) e que resolve escrever um livro sobre o assunto. Com a ajuda de Aibileen e Minny, ela enverada pela fascinante relação entre mulheres negras e brancas, entre patroas e empregadas, repleta de injustiças mas também de momentos de pura cumplicidade.

A escrita de Stockett é fluida, com o uso de recursos decorativos apenas quando a situação pede. Esse conjunto contribui para uma leitura gostosa, até revigorante, que nos faz refletir, amar, chorar e rir. É também uma celebração ao universo feminino, de mulheres fortes, delicadas, dedicadas e apaixonantes.

Se você assistiu o filme, entregue-se ao livro sem medo. Nele, as personagens são mais complexas, cheias de detalhes que infelizmente não podem ser capturados para a tela grande.

Nos dias de hoje, onde os livros são uma mescla de diversos gêneros, "A Resposta" é um romance histórico, sim, mas também é um romance feminino, com todas as delicadezas do gênero. Recomendo.
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Dani 24/03/2018

A Resposta, Kathryn Stockett
Aibileen é uma das muitas empregadas domésticas negras no Mississippi. Ela costuma pegar trabalhos onde pode cuidar das crianças brancas e, por consequência, se apega á todos os bebês assim como eles se apegam a ela. Ela está criando agora de seu décimo sétimo bebê branco, uma menina adorável mas que não consegue o menor carinho da mãe.
Minny é amiga de longa data de Aibileen, uma cozinheira excelente. Seu único "defeito" é sua personalidade; ela é briguenta, não leva desaforo dos patrões brancos, perdendo muitos empregos por isso.
Eugenia, de apelido Skeeter, está do outro lado. Ela é branca, acabou de terminar a faculdade e está de volta à cidade para morar novamente com os pais. Mesmo tendo muitas amigas de influência ali, ela não agrada tanto à mãe, tanto pela altura, seus cabelos rebeldes, quanto pela personalidade e ambições.

'"Seja boazinha com as meninas negras quando estiver lá", disse mamãe uma vez para mim, e me lembro de ter olhado para ela, achado aquilo estranho e dizendo: "Por que eu não seria?". Mas minha mãe nunca se explicou.''

A Resposta é um livro que se passa no ano 1962 e possui estas três protagonistas, todas se conectando realmente quando Skeeter, que deseja ser escritora, decide escrever uma obra que relatasse a vida das empregadas domésticas de cor. Ela consegue a colaboração de Aibileen e Minny, que contarão suas histórias boas e ruins, porque nunca ninguém parou para pensar no lado delas.
É um livro bem grandinho em número de páginas, e me surpreendi em como fui cativada desde as primeiras linhas e não consegui parar de ler mais. Li em três dias e foi mesmo uma ótima leitura, em vários aspectos.
O livro discorre sem pressa, construindo de forma excelente cada personagem, realmente fazendo-os parecer pessoas que existiram, com o cenário aberto da mesma forma. Foi bem estranho, para mim que vive nesse século, ler sobre esse passado tão (ainda bem) diferente dos dias de hoje, onde há essa segregação de raças. Grande choque de realidade, ainda mais porque é uma luta que continua. Triste ver como pessoas que são diferentes mas iguais, no fim das contas, serem tratadas como seres inferiores.
Houveram, claro, muitas reflexões, mostrando a luta contra o racismo, além de outros pontos abordados, como pessoas que vivem de aparências, hipocrisia e coragem também, colocar o que você acha justo na frente do que os outros podem pensar.
O final de A Resposta chegou cedo para mim que estava tão apegada à estória, mas não tenho nada do que reclamar. Gostei como ficou bem realístico, sem um "fim." e só. Uma leitura que realmente me marcou e acho que todos deveriam tentar também.

site: http://blueunendlichkeit.blogspot.com.br/2018/04/a-resposta-kathryn-stockett.html
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Domi 13/02/2018

Mulheres fortes
Uma história fictícia passada no Mississipi na década de 60 que aborda como era a segregação racial nos EUA neste período.
É difícil não se sentir tocado e muitas vezes revoltado com os fatos relatados, algumas vezes é até difícil de acreditar que pudesse existir tamanha ignorância por se achar que negros pertenciam a uma raça inferior, com doenças diferentes das dos brancos e que não fossem dotados de inteligência.

Mais triste ainda é constatar que algumas das coisas descritas no livro ainda fazem parte da nossa realidade e cultura.

Um livro que narra a vida de mulheres fortes e batalhadoras que merece ser lido.
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Elisa 12/01/2018

Adoro o filme Histórias Cruzadas e o livro foi uma surpresa muito boa! Apesar do tema pesado, a leitura é leve e rápida. O posfácio da autora fecha com chave de ouro e traz a história mais pra perto da realidade ainda, o que sem dúvida vai me deixar com essa reflexão por dias. Termino o livro com vontade de assistir ao filme pela enésima vez!
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Aline Teodosio 09/12/2017

Tocante
Eugenia Skeeter Phelan é uma jovem do Mississipi dos anos 60, recém graduada e com um sonho de ser uma grande escritora. Mas para que isso aconteça, ela precisa escrever algo de grandiosa relevância.

É nesse cenário que ela tem a ideia de escrever os relatos das empregadas domésticas sobre como é trabalhar para as suas patroas brancas. Ela imaginava que o desafio seria grande, mas talvez não imaginasse que fosse tanto assim. Skeeter, no entanto contará com a ajuda essencial de Aibileen e de Minny, duas negras que embarcaram juntas nesse projeto audacioso.

A resposta é um livro forte, pois embora saibamos que seja a maior parte ficção, os comportamentos relatados foram verdadeiros. A segregação étnica nos EUA do Sul era tão absurda, que havia até cartilha de lei ditando o que um negro podia e não podia fazer. E se acaso saíssem da linha as retaliações eram tão ferrenhas, que eles seriam perseguidos a vida inteira, isso quando não pagavam com a vida. O preconceito era tão enraizado, que as mulheres negras eram educadas desde muito cedo para cumprir seu dever de empregada doméstica. Era esse o curso normal da vida, não havia outras perspectivas na época.

Mas nem tudo são horrores apenas. A Resposta também trata de relações mais amenas entre patroas e empregadas, de gratidão, de empatia, de respeito e, por que não, de amizade. Um livro tocante e reflexivo. Por vezes tive sentimentos de raiva, de asco da humanidade, de impotência diante de todas as injustiças deste mundo mesquinho. Um livro que aborda a segregação étnica de forma comovente, mexendo numa ferida universal que ainda está longe de ser cicatrizada.
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Mauriceia.Soares 16/11/2017

A resposta
Esse livro descreve perfeitamente que nosso país infelizmente tem muito preconceito fiquei de coração partido com a mãe mobley chorando por que sua babá aibileen foi despedida amei esse livro a resposta ele entro na minha listra dos meus favorito
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cris.leal.12 18/09/2017

Muito bom!
A história enfoca a trajetória de Skeeter, uma garota branca que acalenta o sonho de seguir a carreira literária e resolve escrever um livro em que empregadas domésticas negras relatam o seu relacionamento com patroas brancas do Mississipi na década de 60, onde a cor da pele das pessoas determinava toda a sua vida.

Apesar do tema sério, "A Resposta", da autora Kathryn Stockett, é um livro engraçado e tocante, que nos faz refletir sobre preconceito, amor, respeito e esperança.

site: http://www.newsdacris.com.br/2012/03/eu-li-resposta.html
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Renata.Gothardo 20/07/2017

Pura sensibilidade
História muito delicada para abordar um tema tão polêmico. Da maneira como o livro foi descrito temos ao mesmo tempo a sensação de ser a patroa e a empregada. Que além de negros, muitos brancos também sofreram com o racismo e com o pensamento equivocado de muitas pessoas daquela época. Vemos fragilidades em personagens considerados fortes e nos surpreendemos com atitudes firmes de personagens fracos. Enxergamos a vida da autora e da Demetrie, a empregada dela, em muitos personagens do livro. É um livro que a gente lê rápido e fica com uma sensação de querer saber mais o que aconteceu com os personagens.
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bia Lilian 21/06/2017

A Resposta
O livro narra as relações entre as empregadas domésticas afro-americanas e as patroas para as quais trabalhavam, tendo como cenário a cidade de Jacson no Mississippi em meados de 60,cujo enredo se desenvolve pela visão de duas empregadas que são:Aibillem(Viola Davis)que criou dezessete crianças e Minny( Octavia Spencer) que é conhecida por ser uma ótima cozinheira, além de Skeeter (Emma Stone)uma jovem branca formada em jornalismo que sonha em ser escritora.Após perder Constantine,empregada negra que lhe criou e possuía laços afetivos com a jovem Skeeter decide entrevistar mulheres negras para uma possível publicação de um livro, em meio a tantas proibições legais como o Jiw Cow Eugenia Phelan consegue o apoio de Aibillen e Minny para contar as histórias e posteriormente onze empregadas contam sua experiência no trabalho com as patroas brancas, no entanto haverá obstáculos na história para haver uma ruptura nos direitos civis da época.
Dessa forma aborda o trabalho das empregadas domésticas negras que labutam arduamente para obter oitenta e oito dólares por mês com pouca remuneração, longas jornadas de trabalho e sem direito a benefícios como férias e aposentadoria, podendo ser denominado como ´´escravidão remunerada´ ´a exemplo disso temos Aibillen que executa tarefas como lavar,passar,cozinhar e sobretudo cuidar das crianças para ter direito a esse pequeno salário.

Outro aspecto que é levantado em questão é que essas mulheres negras se submetem a esses serviços por não possuírem alternativas como educação, já que quando chegam a idade suficiente para trabalhar são instruídas pelas mães a seguir o mesmo caminho, ou seja, tal profissão era uma linha contínua que passava de geração para geração.

Ademais eram ensinadas por suas progenitoras que deveriam se comportar com doçura e educação sem serem´´ insolentes´´ porque estavam ali para desempenhar as funções de criadas e principalmente para servir a outrem.

Destaca-se também o fato de que essas negras criavam os filhos dos patroes,ensinavam que eram importantes, boas e inteligentes e podemos verificar isso em uma passagem onde Aibillen diz para Mae Mobley ´´voce é boa,voce é esperta,voce é importante´´,sob essa perspectiva as mesmas educavam e transmitiam valores e diante disso amavam essas crianças, que posteriormente quando cresciam se tornavam seus patrões. Bem como um vocabulário simples e direto que contem os vícios de linguagem das classes ricas e pobres americanas.
Por fim,esta obra é emocionante ao ponto de despertar no leitor choro,risos,revolta e um sentimento de mudança em relação a temas como condições de trabalho das empregadas domésticas, exclusão racial etc que estão presentes no nosso convívio em sociedade e por meio dessa produção envolvente podemos vibrar com cada personagem em cada acontecimento.
Recomendo esta obra á todos aqueles que querem mergulhar em um universo ousado e em testemunhos históricos de vida que trazem uma lição de coragem e esperança em meio as injustiças sociais.

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jeisiani.albino 16/06/2017

Melhor Impossível!
Leiam esse livro!
Parem tudo o que estão fazendo e vão ler esse livro.
Uma leitura rápida(apesar das 574 paginas), que te envolve(mesmo sendo um tema tão pesado), te leva pra outra época e ao mesmo tempo lhe mostra como as coisas não mudaram tanto assim e te deixa triste por isso.
A minha pessoa favorita nessa história era sem dúvida a Aibe...Nossa como eu queria ter alguém assim pra cuidar de mim e ao mesmo tempo queria cuidar dela.
não sei mais o que dizer só consigo pensar em como foi bom ter conhecido essa história além do filme(que por sinal também é Maravilhoso. Assistamm!!
Hallef 27/04/2018minha estante
A sua empolgaçao é a minha kkkkk


Li ele em meados de 2017 e toda vez que vejo essa capa, meu coraçao se aquece.


jeisiani.albino 30/04/2018minha estante
Isso é um bom sinal! Fico muito feliz em saber que mais pessoas foram tocadas por essa Maravilha!!


Grace.Fernandes 21/03/2019minha estante
Também amo a Aibe! Mas a Minny é a minha favorita, principalmente porque ela é um retrato de uma das minhas tias, ela já chegou a sair nos tapas com uma patroa que a chamou de "criola mal educada"! Me apeguei muito a história porque vim de uma família de domésticas, então conheço muitas histórias de injustiças como as relatadas no livro! Já li o livro umas três vezes e o filme devo saber até as falas!




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