A Resposta

A Resposta Kathryn Stockett
Kathrym Stockett




Resenhas - A Resposta


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Naty 16/10/2019

Maravilhoso
Único, surpreende e flui extraordinariamente bem! Leiam, e se apaixonem! Sinto carinho por cada uma das empregadas e particularmente adoraria ter a Minny como amiga?????? Que livrão.
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Yasmin Silveira 03/09/2019

Livro para "maratonar"
Esse é um daqueles livros que você devora em pouco tempo. Envolvente, fluido e difícil de parar.

A história se passa em 1962, no Mississipi, e é desenvolvida alternando capítulos de ponto de vista de três personagens: duas empregadas domésticas negras e uma jovem escritora branca e rica.

Que o livro é delicioso de ler não há como negar. Mas gostaria muito de ouvir a opinião de uma pessoa negra a respeito da leitura: a autora é branca e na sua breve biografia no final do livro revela que se sentiu um pouco insegura por ser branca e contar uma história sobre racismo do ponto de vista de personagens negras. Fiquei cuirosa para saber a perspectiva de leitores negros sobre a obra.
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Gi 01/08/2019

Verdadeiro
É difícil explicar o tanto de verdade que eu senti lendo esse livro.
Os personagens são tão bem construídos que parece que eles respiram, usando as palavras de alguém do próprio livro que eu esqueci o nome.
A Aibileen é um amor, da pra sentir o quanto ela se dedica ao trabalho e principalmente as crianças, a relação dela com a Mae Mobly é linda de se ver.
A Minny, imagino ela com o gênio da Rochele, mas no fundo mais boazinha. Amei a Celia e o marido dela.
E a Srta Skeeter é maravilhosa, mais q mereceu e precisava sair de Jackson, ela é mt grande pra lá.
Sobre o livro em si, é muito bom de ler, muuuito bem escrito, como se td fosse uma história que alguém está contando.
As vezes eu ficava "meu deus como isso ta acontecendo"? E aí vinha alguma parte da narrativa que trazia informações que, por exemplo, o controle remoto ainda estava sendo lançado, o que me fazia lembrar de como as coisas e os pensamentos eram diferentes tempos atrás.
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Sabrina Xavier 22/07/2019

Com certeza entrou para o topo da minha lista de favoritos da vida.
Deveria ser leitura obrigatória para todo ser humano. Muito bem escrito, prende você completamente por conseguir trazer a tona todos os sentimentos durante a leitura.
Amei muito mesmo!!!
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Juh 20/07/2019

Simplesmente Perfeito
Eu nn acredito que esse foi o primeiro livro escrito dessa mulher, a escrita é tao facil e ao mesmo tempo complexa, que me fez querer fazer uma resenha. A história desse livro é tocante, divertida e pesada, é dqls livros que vc lê com um sapo na garganta, te faz pensar como o ser humano pode ser horrível e como somos sortudos e privilegiado. Esse livro me conquistou literalmente na pagina 19, e até a pagina 578 eu tava com ele. Sorrindo e só agradecendo pelo privilegio de lê-lo.
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Adriana @livrosedevaneios 25/05/2019

Algumas histórias me deixam bastante intrigada e, por vezes, incomodada também. Especialmente aquelas que apresentam um contexto real, que retratam situações cotidianas nas quais existem partes desfavorecidas (por assim se dizer).
Em “A Resposta” temos uma dessas situações, pois a história contada por três protagonistas - Skeeter, Aibellen e Minny - traz à tona o relacionamento entre as domésticas negras e suas patroas brancas no Mississipi, durante o início dos anos 1960.
Skeeter é uma jovem branca que terminou a faculdade e sonha em tornar-se escritora. Diferentemente de seus familiares e amigos, as diferenças sociais e raciais são questões que a incomodam bastante. Movida pelas situações desagradáveis que presencia, numa parceria improvável e um tanto quanto perigosa para aquela época, ela se junta às empregadas domésticas Aibellen e Minny para escrever um livro a respeito das experiências das empregadas junto às patroas.
Apesar de ser muito incômoda em diversos pontos, e aqui falo especificamente sobre o racismo, é uma leitura extremamente envolvente. Simplesmente não consegui parar de ler até finalizar. Foi uma boa oportunidade para refletir um pouco mais a respeito de questões que machucaram tanta gente (física e emocionalmente) e que, infelizmente, até hoje é algo presente na sociedade. Temos muito o que evoluir e eu realmente acredito que livros como este contribuem para isso.
A história inspirou o filme “Histórias Cruzadas”, que está disponível na Netflix e conta com um elenco daqueles! Viola Davis, Emma Stone e Octavia Spencer interpretam as personagens principais e foram impecáveis... a adaptação tem muito detalhe beeeeem diferente do livro, o que não me permite considera-la 10/10 mas classifiquei com nota 8 (:
Leiam o livro, assistam ao filme. Nessa sequência!
Vale a pena, vai por mim.
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Luh09 21/01/2019

Em poucas palavras preciso dizer que não lembro a última vez que um livro me fez sentir tristeza por acabar tão rápido. Tocou meu coração de uma maneira especial ler sobre a história dessas mulheres. São 500 e poucas páginas de puro fascínio. Bebi de cada palavra. E neste momento estou simplesmente anestesiada. Queria saber mais. Bem mais sobre Aibellen, Minie e Skeeter.
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Edna Galindo 04/08/2018

Vôo que ultrapassa o poder da imaginação.
"You'll sink no Like a Stone
For the times they are a-changin"

Uma história de um grande vôo é de muita coragem, ambientado em Jackson / Mississipi / USA 1962 à 1964.

Skeeter Phelan foi criada por sua Criada Negra; Constantine, como milhares de crianças brancas que são colocadas nas mãos desses anjos destinadas à dar amor, carinho que os próprios pais não eram capazes pois tb não tinham sido amados por eles e sim ensinados a esquecer e descarta-los como nada importante, suas Babás, criadas assim que não mais dependessem de seus cuidados.


Eugênia Skeeter, ama Constantine e mesmo durante sua faculdade corresponde com muito amor confia todos os detalhes à ela até que do nada as cartas simplesmente não chegam mais, sem entender ela termina a Faculdade e retorna p/casa.


Seus sonhos de ser escritora, contra as ideias da mãe que sonha em vê-la casada, ela consegue um trabalho em um jornal bem longe daquilo que sonha, terá que dar dicas de como cuidar do lar em nome de outra pessoa que trabalhava para o jornal.


Ela não desistiu de saber o que aconteceu com o desaparecimento de sua Babá e une as duas coisas ela precisa de Dicas para continuar as publicações que ela vai conseguir com Aibilleen, que trabalha para uma de suas amigas de infância e desses encontros inicia uma grande amizade, ideias em escrever um livro sobre a vida das empregadas negras e suas patroas.


Clandestinamente elas se encontram, arriscam a própria vida, de suas famílias muitos com experiências bem triste como ser surrado e espancado violentamente por ter usado um banheiro de brancos, com uma conseqüências muito pior que isso, mulheres que irão contar suas histórias para o livro mesmo tendo relutado antes mas Aibibileen ñ desistiria.


Só a história de Aibileen que ajudou a criar 17 crianças brancas e perdeu seu único filho pra acidente de trabalho tão brutal que acabou com seus sonhos, e sua garra, seu auto-estima, sua vontade de ajudar já valeria a leitura.




Muitos personagens maravilhosos muita dor, preconceito, mas encontrará tb. muita fortaleza, pessoas boas também entre as Patroas, vai rir com a narrativa deliciosa que te prende mesmo já tendo visto o filme foi uma das melhores experiências que já tive.



Simplesmente não sou mais a mesma depois dessa história.


Uma ficção mesclada com fatos reais?
5/5


Citação: "Não há assunto mais difícil para um escritor do Sul do que o o do afeto entre uma pessoa negra e uma pessoa branca, no mundo desigual da segregaçao. Pois a desonestidade sobre a qual uma sociedade é erguida torna suspeita toda emoção, torna impossível saber se aquilo que fluiu entre duas pessoas era sentimento honesto, ou piedade, ou pragmatismo." Kathryn Stockett
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Joice (Jojo) 29/03/2018

Sobre força e delicadeza
"A leitura é uma viagem", disse em entrevista recente à Folha de S. Paulo o crítico literário Alberto Manguel. E não apenas no sentido de visitar outros países por meio das páginas de um livro, mas de conhecer outras realidades. E a realidade que Kathryn Stockett quer nos mostrar é a das mulheres negras do Mississipi da década de 1960.

A história é narrada por três mulheres: Skeeter, Aibileen e Minny, as duas últimas empregadas domésticas em casas de mulheres brancas. Skeeter é uma jovem aspirante a jornalista que foi criada por uma mulher negra (algo bem comum à época) e que resolve escrever um livro sobre o assunto. Com a ajuda de Aibileen e Minny, ela enverada pela fascinante relação entre mulheres negras e brancas, entre patroas e empregadas, repleta de injustiças mas também de momentos de pura cumplicidade.

A escrita de Stockett é fluida, com o uso de recursos decorativos apenas quando a situação pede. Esse conjunto contribui para uma leitura gostosa, até revigorante, que nos faz refletir, amar, chorar e rir. É também uma celebração ao universo feminino, de mulheres fortes, delicadas, dedicadas e apaixonantes.

Se você assistiu o filme, entregue-se ao livro sem medo. Nele, as personagens são mais complexas, cheias de detalhes que infelizmente não podem ser capturados para a tela grande.

Nos dias de hoje, onde os livros são uma mescla de diversos gêneros, "A Resposta" é um romance histórico, sim, mas também é um romance feminino, com todas as delicadezas do gênero. Recomendo.
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Dani 24/03/2018

A Resposta, Kathryn Stockett
Aibileen é uma das muitas empregadas domésticas negras no Mississippi. Ela costuma pegar trabalhos onde pode cuidar das crianças brancas e, por consequência, se apega á todos os bebês assim como eles se apegam a ela. Ela está criando agora de seu décimo sétimo bebê branco, uma menina adorável mas que não consegue o menor carinho da mãe.
Minny é amiga de longa data de Aibileen, uma cozinheira excelente. Seu único "defeito" é sua personalidade; ela é briguenta, não leva desaforo dos patrões brancos, perdendo muitos empregos por isso.
Eugenia, de apelido Skeeter, está do outro lado. Ela é branca, acabou de terminar a faculdade e está de volta à cidade para morar novamente com os pais. Mesmo tendo muitas amigas de influência ali, ela não agrada tanto à mãe, tanto pela altura, seus cabelos rebeldes, quanto pela personalidade e ambições.

'"Seja boazinha com as meninas negras quando estiver lá", disse mamãe uma vez para mim, e me lembro de ter olhado para ela, achado aquilo estranho e dizendo: "Por que eu não seria?". Mas minha mãe nunca se explicou.''

A Resposta é um livro que se passa no ano 1962 e possui estas três protagonistas, todas se conectando realmente quando Skeeter, que deseja ser escritora, decide escrever uma obra que relatasse a vida das empregadas domésticas de cor. Ela consegue a colaboração de Aibileen e Minny, que contarão suas histórias boas e ruins, porque nunca ninguém parou para pensar no lado delas.
É um livro bem grandinho em número de páginas, e me surpreendi em como fui cativada desde as primeiras linhas e não consegui parar de ler mais. Li em três dias e foi mesmo uma ótima leitura, em vários aspectos.
O livro discorre sem pressa, construindo de forma excelente cada personagem, realmente fazendo-os parecer pessoas que existiram, com o cenário aberto da mesma forma. Foi bem estranho, para mim que vive nesse século, ler sobre esse passado tão (ainda bem) diferente dos dias de hoje, onde há essa segregação de raças. Grande choque de realidade, ainda mais porque é uma luta que continua. Triste ver como pessoas que são diferentes mas iguais, no fim das contas, serem tratadas como seres inferiores.
Houveram, claro, muitas reflexões, mostrando a luta contra o racismo, além de outros pontos abordados, como pessoas que vivem de aparências, hipocrisia e coragem também, colocar o que você acha justo na frente do que os outros podem pensar.
O final de A Resposta chegou cedo para mim que estava tão apegada à estória, mas não tenho nada do que reclamar. Gostei como ficou bem realístico, sem um "fim." e só. Uma leitura que realmente me marcou e acho que todos deveriam tentar também.

site: http://blueunendlichkeit.blogspot.com.br/2018/04/a-resposta-kathryn-stockett.html
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Domi 13/02/2018

Mulheres fortes
Uma história fictícia passada no Mississipi na década de 60 que aborda como era a segregação racial nos EUA neste período.
É difícil não se sentir tocado e muitas vezes revoltado com os fatos relatados, algumas vezes é até difícil de acreditar que pudesse existir tamanha ignorância por se achar que negros pertenciam a uma raça inferior, com doenças diferentes das dos brancos e que não fossem dotados de inteligência.

Mais triste ainda é constatar que algumas das coisas descritas no livro ainda fazem parte da nossa realidade e cultura.

Um livro que narra a vida de mulheres fortes e batalhadoras que merece ser lido.
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Elisa 12/01/2018

Adoro o filme Histórias Cruzadas e o livro foi uma surpresa muito boa! Apesar do tema pesado, a leitura é leve e rápida. O posfácio da autora fecha com chave de ouro e traz a história mais pra perto da realidade ainda, o que sem dúvida vai me deixar com essa reflexão por dias. Termino o livro com vontade de assistir ao filme pela enésima vez!
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Aline Teodosio 09/12/2017

Tocante
Eugenia Skeeter Phelan é uma jovem do Mississipi dos anos 60, recém graduada e com um sonho de ser uma grande escritora. Mas para que isso aconteça, ela precisa escrever algo de grandiosa relevância.

É nesse cenário que ela tem a ideia de escrever os relatos das empregadas domésticas sobre como é trabalhar para as suas patroas brancas. Ela imaginava que o desafio seria grande, mas talvez não imaginasse que fosse tanto assim. Skeeter, no entanto contará com a ajuda essencial de Aibileen e de Minny, duas negras que embarcaram juntas nesse projeto audacioso.

A resposta é um livro forte, pois embora saibamos que seja a maior parte ficção, os comportamentos relatados foram verdadeiros. A segregação étnica nos EUA do Sul era tão absurda, que havia até cartilha de lei ditando o que um negro podia e não podia fazer. E se acaso saíssem da linha as retaliações eram tão ferrenhas, que eles seriam perseguidos a vida inteira, isso quando não pagavam com a vida. O preconceito era tão enraizado, que as mulheres negras eram educadas desde muito cedo para cumprir seu dever de empregada doméstica. Era esse o curso normal da vida, não havia outras perspectivas na época.

Mas nem tudo são horrores apenas. A Resposta também trata de relações mais amenas entre patroas e empregadas, de gratidão, de empatia, de respeito e, por que não, de amizade. Um livro tocante e reflexivo. Por vezes tive sentimentos de raiva, de asco da humanidade, de impotência diante de todas as injustiças deste mundo mesquinho. Um livro que aborda a segregação étnica de forma comovente, mexendo numa ferida universal que ainda está longe de ser cicatrizada.
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