Fahrenheit 451

Fahrenheit 451 Ray Bradbury


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Resenhas - Fahrenheit 451


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Duda 21/01/2019

promissor até que virou o livro de eli nao comprei mt o desenvolvimento nao
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Erica.Santos 18/01/2019

Atualíssimo
Muito atual esse livro, apesar de ter sido escrito em 1953. Livros sendo ignorados, pessoas medíocres em frente em telas, uso indiscriminado de medicamentos por conta de depressão e calmantes, falta de sentimentos em relações sociais.
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Jessica.Santos 17/01/2019

O melhor livro que li até aqui.
Me deixou com um ânimo de fazer a diferença no mundo, no meu mundo e o desejo de que essa diferença transborde para outras pessoas mais próximas e faça diferença pra elas e que possam levar adiante e assim sucessivamente.
Uma leitura rápida porém se leva mais tempo para refletir, marquei quase o livro todo com passagens que me expiraram e fizeram refletir. Li e reli essas passagens, algo que só fiz com a bíblia (não há comparações, o teor de ambos são diferentes), amei e Índico.
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Eliane 14/01/2019

Que livro!!!
Denso, tenso, melancólico... Que livro!!! Fez-me pensar sobre a importância da memória, da experiência, do pensar e, principalmente, no nosso papel, na nossa parcela de culpa nas transformações do presente e futuro.
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Marciel 13/01/2019

"Um livro é uma arma carregada na casa vizinha."
Os livros trazem mais perguntas que respostas, colocam ideias na cabeça das pessoas e fazem com que elas saiam do lugar em busca das respostas para seus questionamentos, geram inquietações e inconformidade e como citado pelo autor se tornam armas carregadas na casa vizinha.
Baseado nesse argumento, instaurou-se um governo totalitário em que os livros devem ser queimados, pois, segundo dizem, só trazem sofrimento às pessoas.
A história acompanha o ponto de vista de Guy Montag, um bombeiro que assim como todos os outros são responsáveis por queimar os livros. A ordem é incendiar qualquer local que os guarde, por isso as casas são feitas à prova de incêndios. As pessoas estão proibidas de ler, só podem se maravilhar com a televisão que toma todas as paredes da casa e tudo o que se passa ali acaba sendo a verdade que devem aceitar.
O despertar de Montag para a situação de seu país vem de sua vizinha Clarisse, a garota faz o bombeiro questionar-se sobre o que acontece ao redor e o faz se perguntar que perigo os livros representam a ponto da necessidade de combatê-los com fogo.
Montag reconhece que há algo errado em seu mundo e se sente cada vez mais tentado a consultar os livros, mesmo sabendo que pode ir preso e até mesmo ser morto pelo governo. Sua vizinha desaparece misteriosamente e isso faz o bombeiro mergulhar em seus questionamentos e se posicionar contra a polícia e a favor de manter o conhecimento vivo, nem que para isso tenha de desencadear uma guerra contra o sistema.
A linguagem é simples e ao mesmo tempo profunda, nos faz perceber a importância da leitura e como o conhecimento é a arma mais poderosa contra governos autoritários e deixa claro que um dos primeiros alvos desses governos é dificultar acesso ao pensamento crítico.
Uma obra bastante atual que reflete o momento de muitos países. Vale muito a leitura.
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Sunamita.Conti 13/01/2019

Romance distópico
Obra prima do escritor americano Ray Bradbury, publicada pela primeira vez em 1953, “Fahrenheit 451” é um clássico da distopia e lembra muito bem os romances de George Orwell, outro famoso romanista distópico.
Em um contexto futurista, o enredo retrata a história do protagonista Guy Montag, um bombeiro que tem como principal exercício, queimar livros. Tendo em vista a existência de um Estado Totalitário, torna-se proibido que as pessoas tenham acesso a qualquer material literário, sendo assim, os bombeiros tornam-se os responsáveis pela queima de bibliotecas e casas que estejam em desacordado com essa lei antilivros.
Com o desenrolar da história, Montag se depara com Clarisse, sua nova vizinha e é por intermédio dos vários questionamentos dela que Montag passa a ser despertado por uma consciência de abrir os olhos para a realidade daquela sociedade.
Posteriormente, Montag também presencia uma cena que aguça ainda mais essa consciência. Ele vê uma senhora recusar-se a abandonar os livros e se entregar a polícia, mesmo sob a condição de ser queimada junto com seus livros. Todo esse acontecimento instiga o bombeiro a questionar o que teria levado essa senhora a fazer isso e o que os livros de fato têm para oferecer.
Farto de não saber a respeito de nada, Monatg procura por maneiras de entender o que tem nos livros e o porquê de serem proibidos. Entrará então numa jornada acirrada por respostas que o ajudem a entender essa nova realidade que sua consciência passa a enxergar.
Com uma escrita simples, envolvente e objetiva, o autor consegue nos instigar a refletir sobre a busca desenfreada pela felicidade nesse mundo tão tecnológico, nos mostrando que há um mundo lá fora a ser explorado, há sentimentos a serem experienciados, há conhecimento a se adquirir, enfim, há um mundo de possibilidades que bens materiais não conseguem suprir. Sugiro que embarquem nessa aventura com Montag e experimentem com toda a sensibilidade possível às diversas reflexões que faz-nos enxergar a realidade por um ângulo necessário.
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Felipe.Cadorin 09/01/2019

Frenético, atemporal e obrigatório para todo fã de literatura.
A obra de Bradbury, mesmo tendo sido escrita a mais de 50 anos atrás, mais do que nunca ela se mostra atual, sendo impossível ler sem fazer paralelos com a nossa sociedade atual.
O romance além de sua enorme crítica a sociedade (que acredito não ser necessário comentar, pois a leitura é bem clara), é extremamente bem escrito e de rápida leitura, não tendo uma parte monótona sequer, personagens bem escritos (mérito principal para Mildred, esposa de Montag) fazem com que a leitura seja bem prazerosa.
É o tipo de livro que deveria ser lido por todo mundo, e faz jus a sua reputação de um dos maiores clássicos da ficção científica.
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Diego.Viana 09/01/2019

...
Gostei do livro... pra quem gosta de distopia é um prato cheio. Interessante como o autor trouxe a distopia em sua narrativa. Não há um governo autoritário que restringe os direitos ao extremo. Aqui essas autoridades são os bombeiros que atacam o que é considerado mais perigoso, os livros...
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Che 08/01/2019

MEMÓRIA REGISTRADA OU BARBÁRIE
Conforme eu já esperava, "Fahrenheit 451" (que rendeu um filme mais ou menos do Truffaut) é uma ficção-científica distópica estilo "Admirável Mundo Novo" e "1984". Quem gostou de ambos (meu caso), também tende a gostar deste, que tem narrativa fácil de acompanhar e não só pode como deve ter a leitura recomendada nas escolas do segundo ciclo do ensino fundamental ou do ensino médio.

Há de se ressaltar sobretudo a atualidade do tema. Vivemos um período - que agora tende a ser agravado com o governo Colostonaro, a fase 2.0 do golpe de 2016 - de apologia da ignorância, de 'relativização' da importância da memória para aprender com o conhecimentos dos que vieram antes (vide o caso de livros sobre a ditadura militar literalmente rasgados por apoiadores do "mito" em universidades). Só se aprende que o fascismo - atualmente com chances reais de voltar - foi um desastre justamente lendo o que se escreveu sobre ele.

Ray Bradbury acaba, no entanto, tocando também (e mais ainda) na temática das obras de ficção e a beleza catártica da fruição da arte que morre na apologia da ignorância feita no governo distópico descrito no livro. Aqui começam algumas restrições importantes minhas com o "Fahrenheit 451": o ajudante principal do herói da narrativa é um professor universitário que se acovarda e não vai pra luta, mas 'usa' o bombeiro Montag como se fosse um peão de tabuleiro. Bradbury, apesar de focar a narrativa em Montag e sua jornada de crescente interesse nos 'heréticos' calhamaços, acaba tendo condescendência e até certa vassalagem com os "produtores de pensamento" da arte e da universidade, como se tivessem uma importância no fundo maior do que quem de fato é da 'peãozada' que vai pra luta e faz acontecer. Outra coisa que incomoda é a obra escolhida como síntese do que a humanidade perdeu com o fim dos livros: a Bíblia! Nesse ponto, ficou parecendo o filme "O Livro de Eli", acaba tendo um tom proselitista religioso mal dissimulado e insinua que a maior tragédia com o fim do conhecimento naquele universo high-tech apocalíptico seria o... fim do "evangelho".

Enfim, são poucas as restrições que tenho, apesar de importantes e compreendendo que narrativamente "Fahrenheit 451" é uma delícia de leitura - o que é, afinal, a impressão que também tive de "Admirável Mundo Novo", embora neste as ressalvas sejam mais sobre o moralismo inegável do magnum opus de Huxley. De todo modo, boa leitura e atualíssima temática.
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Deise.Leite 04/01/2019

Excelente
Esse é um livro de leitura fácil, nada muito complexo mas com conteúdo abundante. Com certeza deveria ser leitura obrigatória haha, amei!
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Erick 03/01/2019

Espetacular
Para todo amante dos livros essa leitura é meio que obrigatória por assim dizer. Imaginar-se num mundo em que os livros são proibidos, onde a maior parte da população se basta com o vazio e se alegra com a mentira. Imaginar-se como os intelectuais presos às sombras e deglutindo medo. Sentir o medo de Montag com suas mãos furtivas. Esplêndido
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Daiane 30/12/2018

Fahrenheit 451 - Ray Bardbury
"Encha as pessoas com dados incombustiveis, entupa-as tanto com "fatos" que elas se sintam empazinadas, mas absolutamente "brilhantes" quanto a informações. Assim, elas imaginarao que estão pensando, terão uma sensação de movimento sem sair do lugar. E ficarão felizes, porque fatos dessa ordem não mudam. Não as coloque em terreno movediço, como filosofia ou sociologia, com que comparar suas experiências. " (p.84)

A história de Fahrenheit 451 se passa em uma época onde os livros e o conhecimento não são bem vindos.

Esse fragmento do livro é um dos meus favoritos, e foi um dos que mais me fez refletir sobre o que vivemos atualmente.

Considerado uma grande crítica aos regimes políticos opressores do século XX, Fahrenheit 451 de Ray Bradbury foi publicado em 1953 durante a Guerra Fria.
Uma obra atemporal, que mesmo passados 65 anos, nos mostra tempos atuais em nossa sociedade.
O livro narra a história do bombeiro Montag, que tem como função queimar livros. Os livros devem ser queimados, as minorias não podem ter acesso a eles, sobretudo a nenhum tipo de conhecimento. Para a sociedade descrita no livro, as pessoas que leem, são consideradas superiores, o que a afeta, sobretudo aos líderes.
O bombeiro Montag sempre seguiu as ordens que lhe eram dadas rigorosamente, até conhecer a adolescente Clarisse, inteligente e esclarecida, ela o deixa com dúvidas sobre a real intenção da queima de livros e a partir disso Montag começa a se questionar: Porque os livros são queimados?
O desaparecimento de Clarisse misteriosamente, leva Montag a se rebelar contra a política e a lutar pela preservação dos livros e do conhecimento.
Outra crítica bastante contundente apresentada no livro é a alienação através de televisores que ocupam paredes dos cômodos das casas e exibem o dia a dia de famílias com as quais os habitantes podem dialogar, o que os entretêm a passarem o dia inteiro conversando com elas. O que nos faz refletir bastante sobre os efeitos dos smartphones da nossa época.
Farenheit 451 talvez seja a última leitura do ano e se tornou uma das preferidas, sobretudo pela inteligencia e atemporalidade.
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Iza Carla 28/12/2018

Livro consagrado, atual para a geração rivotril e viciados nas redes sociais
A gente consome esse livro feito fogo (risos). Numa sociedade onde as pessoas vivem só para diversão, não há preocupação ou frustração de qualquer tipo, ninguém quer sofrer ou chorar. Os livros são proibidos, porquê eles nos levam a pensar e pensar demais nos faz sofrer. Distopia atualíssima, cenário de pessoas entorpecidas por telas e tecnologias, sem saber o que é lembrar, ter opinião própria ou sentir.
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Madelene.Martins 27/12/2018

Sou leiga demais pra fazer uma crítica de um livro tão consagrado, então vou só expor minha humilde opinião mesmo.
O livro é bom, mas eu esperava mais. As questões filosóficas, sociais, existenciais, etc que o autor levanta são extremamente interessantes e permanecem atuais, mas eu esperava uma história um pouco mais completa, rica em detalhes, um enredo mais envolvente.
Confesso que se não fosse o prefácio do Manuel da Costa Pinto (minha edição é a da Biblioteca Azul) explicando que a intenção do autor era mais escrever um ensaio do que uma ficção distópica, eu teria gostado bem menos do livro.
Mas, no fim das contas, é uma boa leitura, daquelas que te deixa pensativa por um bom tempo, tanto durante a leitura quanto depois de terminar o livro.
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