Fahrenheit 451

Fahrenheit 451 Ray Bradbury


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Resenhas - Fahrenheit 451


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Viviane 01/10/2018

2018 lendo Fahrenheit 451
Li esse livro em pleno 2018 e muita coisa se fez lembrar... foi qdo o Museu Nacional ardeu em chamas, #EleNão e muita coisa fez sentido.
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Ari 28/09/2018

Do pó ao pó
Creio que em tempo vigente não necessita-se de bombeiros para atear fogo em livros, a própria população se encarrega disso. Letras, frases e capítulos, uma vez que não possam ser compreendidos, se tornam meros adornos de prateleira. Dado a falência do nível cognitivo da massa manipulável - degradada cada vez mais pelo desejo de entretenimento, devorando, consumindo, adquirindo, pagando por mero prazer imediato - é palatável perceber o declínio da literatura.

Do exagero imediato ao prazer repentino, não se pode compartilhar - quem dirá compactuar - a sapiência inata do ser que busca o próprio aprimoramento. Estamos fadados à escasses do raciocínio se continuarmos buscando apenas o entretenimento frenético e efêmero. Dá-se o devido valor na busca da alta cultura e verás o engrandecimento de uma sociedade. Corrompa, degenere, degrade a educação de uma sociedade e verás um conjunto de mentes infrutíferas, frívolas e inúteis.
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Guido Alexandre - @lendocomotempo 27/09/2018

Podemos resumir o livro em três palavras: IMPACTANTE, REFLEXIVO e SURPREENDENTE.
“Reduza os livros às cinzas e, depois, queime as cinzas”

Já pensou se num futuro não tão distante fosse proibido ler ou até mesmo possuir livros? Isso é o que acontece em Fahrenheit 451.

Fahrenheit 451 foi publicado em 1953 e a história se passa no futuro próximo, onde a principal função dos bombeiros é queimar, não, eu não escrevi errado, os bombeiros recebiam denuncias de pessoas que tinham livros em casa e eles iam atrás dessas pessoas e queimavam todos os livros, e às vezes, até mesmo tudo o que tinha dentro da casa.

Mas calma, as casas tinham um revestimento plástico à prova de fogo, que proporcionava a integridade das paredes, fazendo com que todo o resto reduzisse em cinzas.

Nesse futuro, somos apresentados a uma perspectiva onde foi criado um mundo perfeito, no qual os livros foram um dos primeiros a sofrerem com isso, pois nesse ‘mundo perfeito’ as pessoas não podiam ficar tristes com leituras melancólicas ou devido a algum conteúdo que lessem nos livros.

“Os negros não gostam de Little Black Sambo. Queime-o. Os brancos não se sentem bem em relação à Cabana do pai Tomás. Queime-o. Alguém escreveu um livro sobre o fumo e o câncer de pulmão? As pessoas que fumam lamentam? Queimemos os livros.”

Cabe aos bombeiros, que ao invés de apagar o fogo o provocam, queimando os livros escondidos de pessoas que se recusavam a viver nesse universo tecnológico e totalmente digital.

O livro é narrado em terceira pessoa, nele vamos acompanhar a vida do bombeiro Guy Montag, que até então achava que o seu trabalho era muito importante para a população e que os livros realmente eram objetos que deveriam ser exterminados.

Por causa de alguns acontecimentos, Montag percebe que esse trabalho não está certo, que as pessoas não tem mais relações entre si, só ficam focadas nos televisores e nas radioconchas. Então ele decide lutar contra o que sempre acreditou que era o certo.

Confesso que em alguns momentos do livro fiquei bem confuso se as coisas narradas estavam acontecendo mesmo ou se o personagem estava imaginando. Com certeza esse é um livro que pretendo reler em breve.

Podemos resumir o livro em três palavras: IMPACTANTE, REFLEXIVO e SURPREENDENTE. Essa é uma leitura que deve ser feita com calma e bastante atenção, pois cada detalhe é muito importante para a compreensão da obra.
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Nathalia 22/09/2018

Em épocas de facebook, instagram e twitter, em épocas de manchetes jornalísticas tendenciosas e chamativas, esse livro é de extrema valia e atualidade. Na minha opinião, devia ser leitura obrigatória nos colégios...
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Bruh Silva 17/09/2018

?Se você esconde a sua ignorância, ninguém lhe baterá e você nunca irá aprender?

Guy Montag é um bombeiro por profissão. Os bombeiros são responsáveis pela higiene pública, eles queimam todos os livros que encontram, para evitar ?perturba? as pessoas de bem.
Após conhecer a jovem Clarisse McClellan e testemunhar a morte de uma senhora que foi queimada, por não aceitar abandonar sua casa e os seus livros, Gay se questiona se queimar os livros, privar as pessoas de tal conhecimento, não conversarem entre si, virarem marionetes de suas ?paredes interativas? com famílias artificiais, é realmente o certo a se fazer.

?Os que acompanham de nobres pensamentos nunca estão sozinhos.?

Com uma narrativa envolvente e apaixonante, mergulharemos de cabeça na historia do bombeiro Guy, que ao invés de combater os incêndios, os começa.
Gay é um personagem completamente gente como a gente, tem suas fraquezas, dúvidas, receios, vontades e com toda a certeza garra. Garra para mudar a situação, ir atrás de respostas, buscar mudanças e assumir as consequências.
Além disse a jovem Clarisse, além de conseguir mudar a perspectiva do nosso personagem, nos faz parar para refletir sobre as suas palavras, é uma personagem sem sombra de dúvidas importante e que inicia toda a mudança e amadurecimento de Guy.
Beatty é sem dúvida um personagem que me deixou bem curiosa. Por ser o chefe dos bombeiros e saber varias citações de livros e muito sobre suas histórias, quando surgiu ou foram escritas, me deixou com uma pulga atrás da orelha. Como aquele que queima os livros, por não ser permitido que as pessoas os conhecessem e aprendesse, podia saber tanto sobre os mesmo? Essa foi uma pergunta respondida no final do livro.
E quem ficou curioso para saber o porquê da queima dos livros, pois eu lhes digo. Os livros são queimados, para que as pessoas não fiquem pensando sobre o que leram e não tenham argumento para contestar aquilo que foi lhe imposto, além de não pensarem sobre a vida, trabalho, governo e tudo mais a sua volta, que não esta correto.

?...Conhecer pela metade é uma coisa perigosa.?
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Nem Tudo é Ficção 15/09/2018

Não queimem os livros
Desconheço outro livro que seja tão indicado para qualquer leitor.

Nem preciso falar sobre uma distopia para afirmar que os livros estão sendo queimados. Sempre foram! Na época de Hitler, muitos livros viraram cinzas, por exemplo. No Brasil, o Museu Nacional está aí para comprovar o quão é desnecessário para o governo manter a cultura viva. O que isso tem a ver com Fahrenheit 451? Só tudo.

No livro, o desinteresse da população leva a queima de livros e, consequentemente, a tornar a leitura um crime, acelerando o processo de alienação do povo.

Dominada pela tecnologia, cada vez menos as pessoas conseguem se relacionar entre si. Para o protagonista do livro, isso muda ao conhecer a única pessoa que ainda reflete sobre o mundo a sua volta.

Temos que parar com a ideia de amar a quantidade e substituir por amar a intensidade dos livros, pois não existe transformação sem reflexão. Leitura é se transformar e conhecer o outro. Você não precisa ler todos os dias, mas é importante refletir todos os dias.

Compartilhei mais minhas reflexões no blog, vai lá ver!

site: https://nemtudoeficcao.com.br/2018/09/14/fahrenheit-451-de-ray-bradbury/
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Jef C. 15/09/2018

Ler é um prazer
A primeira frase do livro é "queimar é um prazer", mostrando como o mundo de Fahrenheit 451 é.
A história de Guy Montag é uma história que representa a mediocridade de um mundo alienado pela televisão, pelos remédios tranquilizantes e pela futilidade de um mundo onde as pessoas aceitaram "a felicidade".

Guy, um bombeiro de 30 anos, ao conversar com Clarice, sua vizinha (ela puxa assunto com ele) percebe que o mundo está estranho. E nem sua mulher, Mildred, alienada por televisão ou o Capitão do copro de bombeiro, Beatty parece perceber o que está acontecendo.
Em uma sociedade onde livros são perigosos porque despertam emoções consideradas ruins, Guy era um de seus algozes até começar a se questionar. E aí está o perigo. Pensar custa caro.

Em um excelente romance distópico, Ray Bradbury, nos apresenta o futuro da humanidade em um ano da década de noventa. Um mundo onde há robôs sabujos que perseguem os que agem fora da lei. Um mundo onde quase ninguém conversa nada além de trivialidades, onde ninguém lê e é dominado pela mídia com os inúmero telões que existem nas casas de cada pessoa.
Uma distopia que nos assusta pela similaridade com a realidade. E é isso que uma boa distopia faz: nos faz pensar.
O livro tem umas 200 páginas ou um pouquinho mais. Uma leitura fluída, muito bem escrito e detalhado, com ação, reflexão e diálogos excelentes, principalmente dos personagens Faber, Granger e Beatty.

Faharenheit 451 é um clássico; e após lê-lo entendi o por quê. Um livro que te faz questionar enquanto se entretém, uma obra cujas palavras queimam em você como você. Um incêndio que só um bom escritor como Ray Bradbury é capaz de fazer. Assim como Guy Montag descobriu o poder das palavras, dos livros, espero que mais pessoas descubram que queimar livros (assim como censurá-los) não é um prazer, é retrocesso, mas ler é um prazer sublime que deve ser preservado para posteridade.

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Karina.Agra 10/09/2018

Onde se lançam livros às chamas, acaba-se por queimar também os homens.
O livro sem dúvida é um clássico, escrito entre as décadas de 40 e 50, que nos parece bastante atual e nos leva a várias reflexões.
Para mim a ideia da história é bastante interessante e me cativou na hora (impossível imaginar uma vida sem livros!), mas achei que não foi bem executada... deixando a desejar. Esperava que mais coisas acontecessem e quando termina, foi uma decepção... porém tem um posfácio bem interessante!
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Kênia Cândido 10/09/2018

Incrível!
Fahrenheit 451 de Ray Bradbury é um clássico da ficção científica escrito originalmente em 1953 e foi uma leitura incrível que deixou uma sensação de está vivendo a realidade instigante do livro, pois a semelhança com a nossa realidade é muito verdadeira.

Divido em três partes, o livro mostra um ambiente distópico, onde prédios e as casas foram construídos com material e textura à prova de incêndio e era impossível serem destruídas pelo fogo. Esse avanço trouxe consequências para quem exercia na profissão de bombeiro que eram treinados para atuarem em vários casos, especialmente em apagar e resgatar pessoas de incêndios.

Nessa época futurísticas com uma sociedade urbana sendo governada por um governo totalitário, os bombeiros adquiriram uma nova função, eles queimam livros. Era estreitamente proibido ter livros em qualquer residência, pois os governantes chegaram à conclusão que os livros não tinham utilidade e não construía em nada para humanidade.

Guy Montag é um bombeiro de trinta anos que trabalhava para manter a ordem na sociedade. Enquanto retornava para casa, Montag conheceu Clarice, uma adolescente que gostava de conversar e ter suas próprias opiniões. Clarice tinha necessidade de saber se Montag lia os livros que ele queimava.

Essa atitude considerada antissocial de Clarice começou confrontar os pensamentos e despertar curiosidade em Montag. Principalmente quando os bombeiros receberam uma denuncia anônima e Montag presenciou uma cena assustadora, onde uma mulher que guardava vários exemplares literários em casa, não aceitou abandoná-los e preferiu ser queimada com seus livros.

Contudo, alguns minutos antes da senhora ser incendiada com os livros, Montag decidiu pegar um livro escondido e resolveu leva-o para casa. A partir do dia seguinte, Montag começa enxergar como a sociedade é fútil e sem cultura a população é ignorante e mais fácil de ser enganada por uma política medíocre.

Apesar de ser um clássico, o livro consegue retrata assuntos da atualidade. Sem os livros para atrapalhar os pensamentos, a população não precisava questionar o que é verdadeiro ou falso, certo e o errado. Elas simplesmente viveriam sem contestar, não precisaria criar idéias ou socializar de forma saudável com conversas interessantes.

Quando Montag começa ver como realmente é a situação da sociedade, assume uma personalidade dupla com a necessidade de entender o que lê, Montag encontra com outros personagens excelentes. Primeiramente o professor Faber e depois um grupo de homens que viviam à margem da sociedade e apresentou um mundo novo para Montag.

A história é muito fácil de ler e compreender. Sabia da grandiosidade da obra, mas não imaginava que a escrita de Bradbury seria uma leitura tão simples e gostosa de apreciar. O único defeito do livro é porque ele não é meu para relê-lo novamente, mas a história conquistou um espaço enorme entre minhas leituras favoritas e pode ter certeza, ainda vou ter meu exemplar na minha estante.

A edição que li, contém a capa simples, mas correspondente a história, possui um prefácio magnífico escrito pelo Manuel da Costa Pinto e diagramação impecável nas folhas do papel pólen.

É uma leitura prazerosa que recomendo para todos os leitores. Leia Fahrenheit 451 e reflita tudo que ele possa proporcionar, pois caminhamos para um futuro que ele pode ser queimado.

site: http://historiasexistemparaseremcontadas.blogspot.com/2018/09/resenha-fahrenheit-451-ray-bradbury.html
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Leah Darth 10/09/2018

Ótimo livro.
Um dos melhores livros que já eu li. Muitíssimo atual, a história é boa de acompanhar e a leitura flui muito bem. Representa bem a sociedade atual.
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Carolina.Bernardes 05/09/2018

O livro que todos deveriam ter em suas estantes, perfeito para refletir sobre a mente humana e o mundo moderno/histórico. Uma leitura válida sem a menor dúvida. ??
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Caroline.Silva 30/08/2018

Um dos meus livros favoritos da vida!
Todo o desenvolvimento do enredo e dos personagens é incrível. Além de ter sido escrita há muito tempo, traz temas tão atuais que é impossível não fazer paralelos com a nossa sociedade de hoje. A sensação que tive é que Ray Bradburry viajou no tempo, deu uma espiadinha por aqui, anos 2010 e para frente, e pensou: Vou fazer um livro sobre isso.

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Dimitrya 27/08/2018

Fahrenheit 451 - experiência de leitura
O livro com menos páginas que eu mais demorei pra concluir. Não por ser ruim, mas por ser denso. Pelo menos a mim, exigiu grande foco para não perder as informações das entrelinhas e o fio da história. Até pq as coisas acontecem de uma forma distinta com a que estamos acostumados, e acredito que a mente leva um pouco mais de tempo para assimilar e prosseguir na história. A interpretação da narrativa, falas e etc nos fazem refletir sobre a realidade, faz ir dormir pensando. Enfim, indico ele pra quem julgo ter capacidade de ir além do que está escrito, pq caso contrário não terá paciência para prosseguir.
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