Fahrenheit 451

Fahrenheit 451 Ray Bradbury




Resenhas - Fahrenheit 451


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diliterando 03/07/2020

Quantos questionamento em um livro
Esse livro é intitulado como Distopia, mas ao meu ver é um relato sobre a guerra e muitas das opressões e ditaduras vividos no período. Como fatos reais de anti democracia da imprensa e autores que não podiam publicar seus livros livremente e ter o livre domínio de seus pensamentos.
Quando Montag encontra os velhos autores fugitivos eles dizem que NÃO precisam de livros, nem de papel, podem queima-los está tudo em nossa mente. O que cada um absorve de uma leitura é particular e ninguém pode roubar o conhecimento adquirido.
Diane: ?: ?? ?????? ???? ?? ?? ???? ?? ??????????? ???? ??????????? ?????? ?????? ??? ?????????? ????????".??.???
Esse livro me conectou de uma forma única, me arremessou para dentro da história onde Ray faz uma redoma transparente entre o leitor e Montag que vai descobrindo o poder da leitura e os questionamentos que um livro pode causar. Porque o livro é tão importante? O que há entre aqueles emaranhados de letras formando parágrafos em cada página? O que o hábito de ler causa na mente de um leitor?
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Tomas 03/07/2020

Bom
Leitura que vale muito apena, porem fica interessante na terceira parte, plot twist i n c r i v e l
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MaveySá 03/07/2020

Eu amei. A forma que foi contada a história... simplesmente maravilhoso.
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Roque 02/07/2020

Bombeiros incendiários
Título: Fahrenheit 451 (15/30)
Autor: Ray Bradbury
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A coisa que mais chama atenção nesse livro é o contexto no qual foi escrito,após a 2°GM em 1953, e foi revolucionário.
O autor tinha 15 anos quando via Hitler mandar queimar livros em praça pública e percebeu o poder que os livros tem resolvendo escrever sobre uma sociedade onde os livros são proibidos.
Aqui nessa história os bombeiros ao invés de apagar fogo são responsáveis por atear o fogo, o governo é extremamente totalitário e usa muito da mídia para fazer uma "lavagem cerebral" no povo. O personagem principal dessa história é um bombeiro ,Guy Montag, que um dia acaba tendo uma conversa com uma menina e isso faz ele pensar ,ninguém mais conversa ,todos estão presos em telas nos seus próprios mundos. Percebem o tanto que esse livro foi afrente do seu tempo? Ele começa a procurar respostas e se questiona " O que tem nos livros para termos que queimá-los?"

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Rafael Coelho 02/07/2020

Boas mensagens
Tem boas mensagens que o autor tenta passar sobre livros e sobre a vida, porém a maioria do livro não conseguiu me prender na história e nem me apegar ao personagem principal
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vith 02/07/2020

5 estrelas!!!!
Já tinha o livro há alguns meses e estava enrolando para começar. Esses dias olhei a estante e surgiu a vontade de ler a obra. Ainda bem.
Fiquei completamente apaixonada. Na reta final cheguei a chorar de tão impactante que algumas passagens foram (?Você gostaria de ler a República de Platão? Eu sou a República de Platão.?).

5 estrelas com a mais absoluta certeza.
Sinceramente, não consigo tecer uma única crítica ao livro.
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Dorothy 02/07/2020

?
Amei a crítica social do livro, me pegou de uma forma muito boa e gostei da construção do personagem...
Durães 02/07/2020minha estante
Se gostou, leia também Admirável Mundo Novo e 1984.




Vinícius 02/07/2020

Distópico e onírico, o romance não deixa de ser atual e palpável. Com um mundo onde bombeiros põem fogo em livros e telas entreteem as pessoas, jogando-as em mundo de aparências, Fahrenheit 451 nos faz enxergar nosso próprio mundo.
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AlessandraD. 02/07/2020

Fahrenheit 451 é uma dessas obras que ficam para a eternidade. A sua narrativa nunca perde o frescor, pois o vírus do totalitarismo está sempre à espreita em nossa sociedade. Leitura instigante!
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Laura 01/07/2020

Excelente!
Num futuro distópico, nos deparamos com uma sociedade na qual os livros são proibidos, a leitura é um crime, e aquele que desobedece essa lei, tem seus livros e sua casa queimados pelos bombeiros. Afinal, por que o sistema há de querer pessoas bem instruídas, cheias de ideias e opiniões próprias e que questionam o modelo de governo vigente?

Além disso, as pessoas não contemplam mais a natureza, não conversam como antes e não apreciam as coisas boas da vida, simplesmente vivem de acordo com o que é imposto para elas, como máquinas. E aquele que foge do padrão, não é visto com bons olhos.

Esse é um daqueles livros que te fazem refletir sobre os caminhos que a sociedade está percorrendo, será que um dia chegaremos nesse ponto? Será que já não estamos mais próximos dessa realidade do que imaginamos?
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Aline 01/07/2020

Sem dúvida, favorito!
Gostei muito do livro! ele é daqueles que nos faz questionar, pensar. Por isso, é assustadora a semelhança da sociedade criada por Bradbury no século XX, com a nossa. Assuntos como o alienação, consumismo, intolerância, uso da tecnologia, até mesmo, sobre o papel dos livros na sociedade são abordados nesse mundo distópico. Sem dúvidas já se tornou um dos meus favoritos, recomendo a leitura!
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Ana Ribeiro 01/07/2020

não sei.
Voltei a ler com mais intensidade nessa quarentena e resolvi me aventurar em leituras diferentes do que costumo gostar.
Era tanta gente falando TÃO bem desse livro que pensei ser uma ótima escolha. Não foi.
Os acontecimentos são muito lentos e confusos nas primeiras 100 páginas, sendo que tem o total de 215, ou seja, quase metade do livro você fica entediado querendo que algo aconteça. PORÉM mesmo com essa chatice toda você não consegue parar de ler pois tem uma escrita bem suave e gostosa, que apesar de tudo te deixa intrigado do início ao fim.
Passando da página 100 tudo começa a acontecer de uma forma mais intensa, deixando a coisa mais legal e ao mesmo tempo frustrante.
Resumindo, não curti tanto mas também não posso dizer que odiei, esperava mais. É um livro interessante e com MUITAS mensagens por trás, vale a pena pegar pra ler um dia mas não com tanta expectativa.
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Tati Sakanaka 30/06/2020

Um livro pra fazer pensar
E se os bombeiros, ao invés de apagar incêndio, trabalhassem para atear fogo?

(um adendo sobre o título: 451 graus Fahrenheit equivale à 237,8 graus Ceusius e faz alusão ao ponto de combustão do papel, ou seja, a temperatura em que o papel desprende vapores que, combinados com o oxigênio do ar e chama, inflamam e se mantém queimando mesmo se a fonte de ignição seja retirada).

Fahrenheit 451 é um romance distopico que trata de uma sociedade futurista, policialesca, em que os livros foram banidos e o simples fato de tê-los em casa é considerado crime.

A população, governada de forma autoritária vive de forma reprimida, dopada por narcotizantes e com a veemente presença da televisão. O consumo de entretenimento televisivos é tão intenso que, a própria população foi deixando de consumir livros, por terem uma opção que lhes é mais atraente.

Nesta distopia, os bombeiros, que antigamente serviam para inibir incêndios, ganharam uma nova função após todas as casas passarem a ser anti-chamas: atear fogo nos livros daqueles que ainda insistem em mantê-los em casa.

O protagonista, Guy Montag, é um bombeiro que trabalha a muitos anos na Corporação e sua esposa, Mildred é uma das tantas pessoas que vive a base de pílulas e permanece o dia todo na “sala de televisão”, sala em que três das paredes são dotadas de telas, onde ela pode até mesmo interagir com os apresentadores dos programas que assiste.

Certo dia, no caminho de volta para casa após o trabalho, Montag conhece Clarisse, sua vizinha, uma jovem curiosa e observadora que, diferentemente da maioria, não assiste aos telões. Em uma conversa, Clarisse questiona Montag sobre sua compulsão em queimar livros, trabalho que realiza sem ao menos pensar em porque o faz. Esses pensamentos se tornam ainda mais acentuados quando em um dos chamados seguintes que a Corporação recebe, o bombeiro presencia o sacrifício de uma senhora que, ao ver seus livros a serem incendiados, atea fogo em si mesma. Montag indaga-se sobre o fascínio que as páginas exercem sobre as pessoas que desafiam autoridades.

“[...] Um homem teve de gastar muito tempo para coloca-los no papel. E isso nunca havia me passado pela cabeça.”

O chefe dos bombeiros Beatty, procura Montag em sua casa ao perceber sua hesitação perante seu trabalho. Na conversa, Beatty expõe que os livros são um caminho para a infelicidade das pessoas, por isso a necessidade de aboli-las e manter a população numa aparente paz, sem dar a ela o poder de análise, conformando-as com o meio em que vive, a ignorância como uma bênção. Assim como ele mesmo diz:
“Os negros não gostam de Little Black Sambo. Queime-o. Os brancos não se sentem bem em relação à Cabana do Pai Tomás. Queime-o. Alguém escreveu um livro sobre o fumo e o câncer de pulmão? As pessoas que fumam lamentam? Queimemos o livro. Serenidade, Montag. Paz, Montag.”

Bradbury faz uma crítica aos meios de entretenimento, que, nessa sociedade, o consumo é desenfreado. O fluxo de informações é tão intenso que, não há tempo sequer para pensar sobre o que se vê – as formas tridimensionais dos espetáculos nas telas acabam se fundido com a realidade de tal forma, que toda capacidade de análise, memórias e sensações da vida real acabam sendo extintas.

É possível realizar paralelos com a sociedade em que vivemos, uma vez que as distrações causadas pelo entretenimento são evidentes nos dias de hoje, o que me faz questionar sobre o poder que esses meios têm de exercer domínio sobre nossa mente.

Sou suspeita pra falar desta distopia, pois é um dos meus favoritos, cheia de quotes marcantes que dá vontade de sair anotando. Acredito que por ser uma distopia mais “realista” (sem tantas invenções como os escritos por George Orwell, por exemplo), o que leva a uma maior facilidade de assimilação, além de ser um romance curtíssimo, seja uma boa porta de entrada para o gênero distópico.
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