O DESPERTAR

O DESPERTAR F. G. CARD




Resenhas - DRACO SAGA: O Despertar


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MahFrozen 07/06/2020

Draco Saga
Este livro faz parte do Booktour do Selo Brasileiro.


No princípio do livro, me incomodei muito e cheguei até mesmo a comentar numa Caixinha de Correio que não estava gostando nem um pouco. Muita gente sabe que não sou fã de livros que detalham demais as coisas, e este faz parte deles.


A narrativa de Fábio Guolo é cansativa por ser muito detalhada, levando em torno de 3 páginas para narrar coisas que poderiam ser deixadas com poucos detalhes e o resto com a nossa imaginação. E o vocabulário dos personagens às vezes fica bem pesado, mas isso é bem compreensível, já que o livro é medieval. Ah, e claro, se assemelha muito à um RPG, o que não me agradou nem um pouco.


Depois das primeiras páginas, o livro começou a me conquistar. No início achei muito chato os dragões se sentirem tão superiores aos outros seres vivos, e o desprezo voltado aos seres humanos, apesar de bem fundado, é muito exaustivo; tudo gira em torno de como os humanos são desprezíveis.


Porém, o livro começa a ter uma reviravolta na história, perdendo um pouco o foco do falatório e explicações, para chegar à ação na intenção de eliminar os seres humanos daquele mundo. E os planos, as reuniões e argumentos começam a ficar muito melhores.


No meio de toda esta guerra, encontramos romance. Claro, pouco. Dryfr e sua fêmea se comportam de maneira diferente dos outros casais de dragões e começam a procurar explicações dignas destes comportamentos. É muito interessante o desfecho dessa questão.


A partir do meio da história, tudo muda. Começamos a ver mais de perto os seres humanos e como se comportam, e toda a história a partir daí gira em torno de como destruí-los. Porém, encontramos personagens muito interessantes que podem ameaçar a extinção da humanidade daquele mundo.


Dryfr tem muitos desafios, e no decorrer do livro acabamos por ver muito sua evolução e amadurecimento, apesar de ter passado décadas desacordado. De grande guerreiro passa a ser sábio, literalmente. Simpatizei muito com o protagonista e, apesar do vocabulário refinado, gosto da forma como ele interage com o leitor.

Enfim, o final é o que mais me deixou boquiaberta. É muito diferente do que poderíamos imaginar e realmente abre muitas portas para os próximos volumes.
Apesar de ver vários pontos negativos, a história me agradou e pretendo ler os próximos volumes.
F. G. CARD 22/07/2020minha estante
Muito obrigado, de todo o coração, por tua opinião. Acho que o tamanho do teu texto mostra que não és tão impaciente quanto pensas... hehehe...

Obrigado pela paciência e pelo teu tempo gasto para ir até o fim do livro.




Igor 24/07/2019

Bom.
Se você não se incomodar com a soberba que a raça dos personagens principais trata a si. Kkkk. Eu sinceramente tive esse problema, gostei da leitura, do universo e da ambientação mas, quando os personagens principais começavam a se bajular... kkkk
F. G. CARD 17/08/2019minha estante
Hahaha... Confesso: a soberba foi inspirada por Smaug. Obrigado pela resenha. Grande abraço.




M.A.Costa 04/02/2015

recomendo
Draco Saca foi meu primeiro livro com dragões. De cara me surpreendi ao perceber que o livro seria narrado na primeira pessoa e que esta 'pessoa' seria um dragão, Dryfr.
A estória toda é recheada com críticas inteligentes à nossa sociedade e ao comportamento destrutivo dos seres humanos. É rica em detalhes e na criação dos mundos e ambientes conseguindo nos transportar com clareza para este universo encantado.
Em momentos me surpreendi com os desdobramentos da estória, em outros fiquei ansioso lendo e virando as páginas para saber o por vir.
Acredito ter começado com o pé direito minhas experiência com este tipo de leitura e já estou na expectativa da sequências deste interessante livro.
Recomendo!

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danicarvalhomf 05/08/2014

Seres humanos, seres emotivos
Dryfr é um dragão, conhecido como o Grande Guerreiro. Após ter passado muito tempo adormecido, ao acordar percebeu um mundo diferente, que foi detalhado pelo mestre Wyrmygn, apresentando uma realidade desafiadora, no qual consideram os seres humanos uma praga e que podem ameaçar sua espécie.
Após Dryfr ter sido nomeado sábio e conselheiro, foi designado a observar os seres humanos, juntamente com seus outros companheiros e aprendizes.
Muitas mudanças aconteceram na vida de Dryfr, casou-se com Wyryn, apaixonou-se por ela e estão a espera de um filhote. Porém, nesse momento turbulento, aproximou-se demais dos seres humanos a ponto de sentir suas emoções, conflitos e paixões.
O autor Fábio Guolo apresenta situações de nossa sociedade como religião, exploração, dentre outras, sob o ponto de vista de Dryfr.
Ao final, uma questão que ficou em mim foi. As emoções inerente a nós, seres humanos, é o que nos torna fracos ou fortes?


site: www.mavebook.com
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Samuel 03/03/2014

Sobre o roteiro, e críticas à respeito de temas abordados
Quanto ao roteiro desta obra, nota 10, pois é uma história muito boa, com um ótimo enredo e de fácil compreensão. Embora seja um livro de "literatura fantástica" o mesmo contém críticas sobre a sociedade em que vivemos e o mundo que nos cerca, fazendo-nos pensar à respeito. O texto em si, é bem descrito mas não repetitivo, pois, o autor não se prende em descrições complexas mas não falha ao ser claro e objetivo em sua narrativa. Para quem gosta de literatura fantástica, fantasia/ficção medieval é um prato cheio, para quem prefere outros "tipos" de leitura, o livro também acaba sendo uma opção logo que: Não é difícil de entender e aborda fortemente críticas sociais e religiosas.

site: https://www.facebook.com/samuel.strauss.5
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Lu 12/02/2013

Muito fraco
Ao ver a capa do primeiro volume da Draco Saga, eu esperava algo entre as "Crônicas do Mundo Emerso" da Lícia Triosi com uma pitada da ácida crítica religiosa da ótima trilogia "Fronteiras do Universo", de Phillip Pullman.

Minhas impressões foram por água abaixo logo nas primeiras linhas, com a narrativa pomposa do Fábio Guolo. Era tudo tão perfeito e cheio de frufrus, que eu imaginei um cenário meio de desenho de Disney e o dragão de aspecto assustador da capa ganhou a roupagem de um gorducho pônei amarelo. Na minha inocência, eu achei que o autor estivesse sendo irônico, veja você.

Mas ele não estava, e aí é que está o cerne do problema de "O Despertar" : ele fica em cima do muro. O texto não é suficientemente cretino para ser um reverso do divertido e comovente "Como Treinar o seu Dragão", ao mesmo tempo que não funciona como drama épico porque a todo momento se é bombardeado com pérolas do tipo "Se eu não fosse tão poderoso e glorioso, diria que ela me enfeitiçou com o olhar". Seria cômico, se não fosse tão exasperante.

Eu até compreendo que a intenção do autor seja que o leitor veja o personagem como ele o vê: como um grande, assustador e admirado guerreiro. Mas não é com cenas de reverência e crianças boquiabertas que se consegue isso. Pelo menos, não no meu caso. Quando eu leio uma cena como essa, o personagem automaticamente perde pontos comigo. Grandeza é algo que se demonstra com atitudes, pensamentos. Quando penso em grandes personagens, imagino Harry Potter, Lyra Belacqua, Jon Snow, Percy Jackson, Aragorn e Lisbeth Salander. Personagens menosprezados, maltratados por seus pares e que tiveram que provar o seu valor. E Pônei Gorducho ganhou um monte de prêmios e gente lambendo o chão onde pisa por causa de quê? Sinceramente, não sei dizer.

E com isso, fui perdendo o interesse pela história. Ia acontecer uma caçada, mas eu temia que ela tivesse o mesmo nível de emoção com que PG dizimou uma vila, copulou e falou com um amigo: nenhuma. A narrativa do autor é até bastante clara e detalhista. Mas acaba ficando um pouco over por causa dos exageros. Menos firulas e mais história teriam resultado numa leitura mais interessante.

Resumindo: "Draco Saga: O despertar" é um livro que não diverte, não emociona e não me convence. E eu nem vou entrar no mérito da discussão religiosa proposta porque simplesmente não vale a pena.

Não recomendo.



Márcia 03/12/2011minha estante
AMEI. Há tempos eu gostaria de ter paciência para escrever uma resenha como esta sobre este livro. Sinceramente, Lu, observe as notas e as resenhas que este livro recebeu... Não entendo. Acho que as pessoas que conseguem passar da página 20 simplesmente entram em coma e terminam a leitura como zumbis, só pode.


Lu 02/06/2012minha estante
Também prefiro dragões como animais selvagens, mas achei que seria interessante ler algo diferente. O problema é que não basta ter uma boa ideia. É preciso saber executá-la. Preocupação em demasia sobre como o leitor deve ver o personagem atrapalha o andamento da trama.


Márcia 13/02/2013minha estante
Até me interesso por dragões inteligentes, apesar de nunca ter lido um livro onde os dragões fossem o centro da história. Minha máxima experiência com eles se resumo Às Crônicas do Mundo Emerso. E mesmo aí não curti muito.

Será que não gosto de dragões?

Mas independente dos seres escolhidos pelo autor, o livro em si é ruim. Adorei sua qualificação da narrativa como "cheia de firulas". Concordo plenamente.


Lu 13/02/2013minha estante
Talvez seja o caso: vc simplesmente não gosta de dragões. Mas eu ainda sugiro dar uma lida nas Crônicas de Gelo e Fogo. A mitologia dos dragões é bem interessante.

No caso da Draco Saga, a firula só piora as coisas. Não adianta ter firula, se narrativa, construção de personagens e mitologia não são bem desenvolvidos.


Andrea 27/03/2018minha estante
Obrigada, me salvou de gastar um crédito do PLUS à toa.




Fulana Leitora 27/09/2012

Resenha feita por Kezia Martins no Blog Fulana Leitora - http://fulanaleitora.blogspot.com.br/2012/09/resenha-de-book-tour-draco-saga-fabio.html
Uma nova visão.

Os Dracos, novos velhos conhecidos dragões, são seres extremamente poderes e desenvolvidos, são superiores. Em nossas histórias, lendas e contos de fadas, vemos os dragões como o mal a ser exterminado. Como a besta a ser caçada por nossos bravos heróis, guerreiros e cavaleiros montados em um cavalo branco. Mas, e se nós, seres humanos, fossemos o mal?

Draco Saga é narrado em primeira pessoa pelo Draco Dryfr, o guerreiro. Após despertar de uma hibernação que durou 29 décadas, Dryfir se depara com um mundo novo. Nada mais é como antes. Seu mundo foi infectado com uma praga altamente destrutiva e que se prolifera rapidamente. A praga em questão somos nós, seres humanos.

O mundo de Dryfr era habitado pelos Dracos, poderosos, de sabedoria elevada. Apesar de haver seres inferiores, como os elfos e anões, o mundo era um lugar pacifico e prospero. Mas, em sua inferioridade, os elfos romperam o equilíbrio ao tentar executar uma magia e a praga chamada humanos encheu seu mundo.

Por anos os Dracos ignoraram os humanos por achar que não passavam de seres inferiores como os outros. Muito insignificantes para preocupar os poderosos Dracos. Mas, com o tempo, os humanos se mostraram uma praga maior do que o imaginável. Com sua sede por riquezas e posses, os humanos, aos poucos, foram devastando tudo ao redor. Ao perceberem a magnitude dos estragos causados pelos humanos, os Dracos se reuniram para tomar as providências necessárias. E a única alternativa possível era cortar o mal pela raiz. Os humanos deveriam ser exterminados.

Os Dracos começam a armar a estratégia para liquidar com os humanos, mas percebem que não é preciso se dar ao trabalho. Os humanos, em sua ignorância, se destruiriam a si mesmos, precisavam apenas de um pequeno empurrão. E, é ai que Dryfr enfrenta o maior desafio de sua existência, se infiltrar entre os humanos. E sentir na pele, literalmente, os sentimentos e emoções que nos afligem.

Nessa guerra silenciosa entre Dracos e humanos nos é apresentado, em riqueza de detalhes, o multiuniverso medieval. As vilas e reinos humanos, divididos sejam por questões políticas ou religiosas, são de encantar qualquer um.

A forma como o Fabio Guolo descreve os cenários é surpreendente. Não é possível negar a influência de Tolkien em sua obra. E eu, como grande fã de O Hobbit, posso dizer que Draco Saga não deixa a desejar em nada.

A estória te prende do inicio ao fim. Com muita aventura, mistério, magia e descobertas surpreendentes. Draco Saga oferece ao leitor uma nova visão da humanidade, suas falhas e fraquezas. Nos apresentando um novo mundo de possibilidade e quebrando os nossos conceitos. Ao terminar de ler, você se pega pensando se nós somos realmente os seres dominantes.

Terminei essa leitura extasiada e ansiosa. Quero ter em mãos o mais rápido possível Draco Saga: A Sentinela.
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Laisy 09/08/2012

O livro é narrado em primeira pessoa pelo dragão Dryfr - O Grande Guerreiro. Em uma manhã normal, ele desperta após sair de sua hibernação de inverno e se depara com criaturas estranhas nunca vistas antes de sua hibernação. Após estudá-las e observá-las durante um dia inteiro, chega a conclusão que realmente nunca as viu antes, e decide procurar o Mestre Wyrmygn. Durante o encontro, para sua surpresa, descobre que na verdade dormiu por mais de vinte e nove décadas. Descobre também que os seres estranhos com o qual se deparou, são os humanos. Seres inferiores que invadiram o multiverso (universo no qual eles vivem) e que querem se apossar de tudo o que pertence aos dragões.

A história gira em torno do plano que os dragões têm para destruírem os humanos, já que estes, por serem seres inferiores, não podem e também não possuem responsabilidade e condições reais para controlarem as forças existentes no multiverso, colocando em risco o lugar em que vivem.

Recebi Draco Saga - O despertar, de um Book Tour que me inscrevi e estava super entusiasmada para começar logo a leitura, pois nunca tinha lido nada sobre dragões especificamente, mas infelizmente tenho que relatar que me decepcionei. A minha leitura desse livro foi muito sofrida. Isso mesmo! Sofrida! E vou dizer o por quê: o livro possui personagens com nomes que eu tive muita dificuldade de decorar. Imaginem uma cena em que vários dragões estão em uma reunião. Agora imaginem todos eles falando na reunião e que os nomes deles sejam: Dryfr, Wyrmygn, Drywt, Fwlyr, Gwrtyr e por aí vai. Eu ficava louca, pois não sabia quem era quem no meio desses nomes e no final não sabia quem estava falando o quê. E não pensem que escrevi esses nomes aqui por que no final consegui decorar!!! Só consegui escrevê-los aqui, por que depois de muito sofrer na leitura sem nunca saber quem era quem, por não conseguir decorar esses nomes impossíveis, descobri que no final do livro existe uma listagem com esses nomes e dizendo quem é quem.

Não consegui viajar pela história, como sempre acontece quando leio meus tão adorados livros de fantasia. Isso porque depois do momento em que li: "Então Dryfr e Wyrmygn se abraçaram", achei totalmente impossível imaginar dois dragões na forma que conhecemos e imaginamos, se abraçando como pessoas, (pois se era abraço de dragão não foi descrito como era).

As vezes eu tinha a impressão que estava lendo um livro sobre qualquer outros seres, menos dragões, pois tinham algumas atitudes muito humanas. Não conseguia imaginar de jeito nenhum dragões falando e fazendo o que era descrito no livro.

Uma pena não ter gostado e como sempre digo aqui, irei sempre dar a minha opinião sincera sobre o que achei. Lembrem-se que o fato de eu não ter gostado, não significa que vocês também não irão gostar.

Esta resenha também se encontra no blog Perdidas na Biblioteca. Lá você também encontrará resenha dos mais variados tipos de livros. Fiquem a vontade para visitar! www.perdidasnabiblioteca.com
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Sandro Honorato 01/08/2012

Dryfr, o grande Dragão Guerreiro, é o protagonista e narrador de toda a história. Ele desperta, aparentemente, após dormir uma estação, mas na verdade estava em profundo sono há 29 décadas.
Mas logo ele percebe que algo tinha mudado no “planeta”...criaturas estranhas habitavam suas terras,seres insignificantes : os seres humanos. Incomodados com a presença humana, os dragões se unem para exterminá-los de suas terras.
Durante a história, podemos ver que nos seres humanos somos realmente insignificantes-sei que tudo é ficção, mas no fundo, temos uma pontinha de realidade,
O plano para acabar com os humanos é bem simples: colocá-los uns contra os outros, nas conhecidas Guerras.
E o plano funciona até certo ponto mas... ( se eu continuar a falar,vai ser um spoiler não acham? rsrs)

Link Resenha no meu blog:
http://www.rimasdopreto.com/2012/08/o-preto-resenha-draco-saga.html
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Vinícios 11/07/2012

Resenha do blog Yes, We Read
Situado em um universo medieval, o livro narra em primeira pessoa a vida de Dryfr, um Draco (nome que eles dão aos dragões), que entra em coma profundo de vinte e nove décadas, encontra uma nova ameaça: humanos, que estão dominando as terras cada vez mais rápido e que mataram seu irmão. Ele e outros Dracos, decididos em pôr um fim na praga, planejam um meio de exterminar os humanos do mundo deles.

Eu nunca fui muito fã de dragões, e provavelmente por isso tive uma grande surpresa quando terminei de ler O Despertar. Há alguns meses li o primeiro capítulo, e me interessei bastante, mas eu também não esperava tanto. O livro surpreende, principalmente, ao mostrar a opinião de Dryfr, narrador da história, sobre os humanos. Por essas opiniões, várias discussões surgem. Além disso, as interações de Dryfr com os humanos abrange mais ainda sua opinião sobre os mesmos. Também foi interessante ver que Guolo criou um universo totalmente novo, com novos elementos, dentre eles: o mana e sua utilização; as viagens astrais; os orbes de luz; etc.
O modo que o autor narra a história nos deixa vidrado no livro. Não de um jeito que você termina o livro em dois dias, mas de um modo lento, fazendo com que cada detalhe fique armazenado. No geral, eu gostei bastante do livro, principalmente nos momentos que Dryfr vigiava o comportamento dos humanos. O único problema é que o final deixou um pouco a desejar e algumas coisas ficaram em aberto. De qualquer forma, estou ansioso para ver o que A Sentinela, segundo livro da série que tem previsão de lançamento para o próximo mês, irá proporcionar.
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Larissa 27/06/2012

Eu ouvi falar sobre esse livro lendo resenhas e vendo sobre BookTour na blogosfera. Admito que no começo não me interessei muito, pois não fazia o meu gênero de leitura, mas dei uma chance a mim mesma e me inscrevi no BookTour da saga. Pela capa do livro, já podemos notar o grande destaque do mesmo: Dragões.
Sim, e os criados pelo autor, além de extremamente fortes, são muito inteligentes, até mesmo do que nós. O livro não é muito grande e é narrado em primeira pessoa. Maaaaaaaas, essa “pessoa” na verdade é um dragão. Sim, o livro é narrado pelo ponto de vista de Dryfr, um lendário e forte guerreiro da espécie. No começo, vemos que ele passou mais tempo do que o normal “dormindo” e quando acordou, percebeu que estava por fora dos acontecimentos, nem ao menos sabia da existência dos humanos, e seu Mestre, Wyrmygn, o põe a par de tudo sobre essa nova espécie e sobre o que ele perdera enquanto dormia.
Os humanos são os grandes vilões do livro, destruindo, conquistando grande parte de tudo por onde passam, perturbando a tranqüilidade dos dragões, principalmente quando os mesmos resolvem começar a roubar os ovos dos dragões, sendo a gota d’água e causando grande revolta, fazendo com que o conselho da espécie resolva tomar medidas drásticas.
É o tipo de livro para se ler com calma, apreciando os detalhes. Parabenizo o autor por conseguir escrever de modo diferente, criticando a humanidade pela sua ganância, mostrando, através dos olhos de um dragão, como a sociedade pode ser destruidora. Foi muito bem desenvolvido o tema, através das páginas.
Aguardo a continuação e indico, principalmente se gosta dos temas de fantasia e dragões.

Para ler mais sobre a resenha: http://vitaminadepimenta.blogspot.com.br/2012/06/resenhas-7-draco-saga-o-despertar-fabio.html
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Isabella Pina 07/06/2012

Dragões <3
Sabe aqueles livros que você sabe quase nada sobre ele? Que você sabe apenas que é de dragões porque na capa tem um e por causa do nome? Então, essa era eu e Draco Saga. Claro, eu já tinha ouvido falar dele pela blogosfera, mas nunca tinha parado pra ler a sinopse que, aliás, não revela muita coisa também.
E isso foi um ótimo ponto! Como eu não tinha ideia do que se tratava, acabou que eu não tinha expectativas. E me surpreendi, muito! O livro é bem mais do que eu dava por ele!
Tá certo, vocês já devem saber, eu adoro dragões. Mas eu conhecia apenas os dragões fofos de Como treinar seu dragão, não aqueles ferozes como, por exemplo, os de Harry Potter #4. E os desse livro são exatamente, enormes, afiados, fortes e muito perigosos. Mas, além disso tudo, eles possuem uma inteligência gigantesca, mil vezes superior que a de nós, reles humanos; eles conseguem fazer coisas, "magias", que nós jamais conseguiríamos. É quase como se eles usassem 50% da capacidade de seu cérebro em compensação a nós, que usamos 2%. Só pra vocês terem uma ideia.
E uma das coisas mais legais desse livro (acho que usei muitas vezes a palavra "legal" nessa resenha haha) é que nós não vemos o mundo pela visão comum de um humano. Vemos o mundo pelos olhos de Dryfr, um poderoso dragão que, após dormir muitos anos, acaba ficando desatualizado sobre o próprio planeta e que nem tinha conhecimento dos humanos, até que seu mestre Wyrmygn lhe ensina e lhe mostra o que eles estão fazendo: destruindo, estragando, conquistando, mudando o lugar onde os dragões há alguns séculos viviam em completa paz.
Os humanos se espalharam com muita velocidade e o pior de tudo não é só essas mudanças e sim que, conforme foram avançando, acabaram descobrindo a raça dos dragões e começam a roubar os amados ovos dos mesmos. Isso sendo a gota final, o conselho dos mais sábios dragões resolve se reunir para um plano para que se livrassem definitivamente dos humanos.
E é aí que a diversão começa. Pra começar, a época que se passa o livro deve ser algo como a Idade Média (seria ainda mais divertido se fosse nos dias atuais, né?!), então os próprios costumes humanos são diferentes. E, por mais que eles tenham observado os mesmos por anos, na prática tudo é mais difícil, não é mesmo?
O livro é gostoso de ler, não é daqueles que você devora mas sim lê devagar, aproveitando. A história é contada em primeira pessoa, o que em alguns momentos é muito engraçado, principalmente quando vemos Dryfr comentando sobre algumas experiências como humano. É divertido e é diferente! Na minha opinião, o Fábio escreveu uma história muito interessante e quero já a sequência. Recomendado!
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bgkran 08/05/2012

Voe nas asas desta fantasia!
Embora eu ansiasse, e muito para ler, confesso que no início do livro me achei dentro de uma aventura de RPG, maravilhosa/rica, mas ainda uma aventura de RPG, pensei: "Só amantes de RPG vão gostar do ivro". me enganei. À medida que a história se desenvolvia eu me apaixonava um pouco mais pela Saga, "morram criaturinhas bípedes infelizes e destruidoras, incapazes de se harmonizar com o meio em que vivem!!!!!!!!!!" hehe
Os dragões aqui retratados são os lendários dracos da literatura de fantasia mundial, é claro, com mais nobreza e intelecto.
O "timing" das personagens humanas no enredo é perfeito, quando você acha que a história chega num provável quadro definido e que agora aos dracos só restam o extermínio das pragas humanas, eis que algo novo muda a trama!
Se você ama fantasia (gostando ou não de RPG), você vai querer ler a história até o fim. E mais, vai querer que o Fábio Guolo esqueça que tem uma vida e se concentre somente em desvendar as aventuras da Draco Saga!

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Samara MaiMa 06/05/2012

Design

O Despertar é um livro de produção quase independente e tem projeto gráfico simples. O miolo apresenta uma mancha um pouco larga para o tamanho da página, deixando uma margem lateral muito apertada com pouco respiro.

A fonte é relativamente grande e eu particularmente prefiro quando elas são usadas em tamanhos menores. Não gostei muito do arabesco usado nas aberturas de capítulos por serem muito florais e rebuscadas. Eu imaginava que a temática de dragões combinava mais com grafismo mais parecido com as letras rúnicas criadas por Tolkien, que foram usadas nos mapas de O Senhor dos Anéis.

A capa é simpática mas apresenta os mesmo arabescos dos capítulos. Gostei do grafismo usado como pano de fundo que lembra um pouco couro manchado. Fico pensando que com um pouco mais de orçamento seria possível fazer uma aplicação de hot stamping dourado no dragão, assim criaria um efeito ainda mais legal de brilho. Eu preferiria que o título da série "Draco Saga" estivesse todo em caixa alta para criar uma diferenciação e aumentar ainda mais a hierarquia tipográfica da capa. O único problema que percebi foi o tamanho das orelhas que não chegam nem a 1/3 da largura da capa. Se elas fossem um pouco maiores talvez dessem mais estrutura e proteção para o livro.

Foi uma boa escolha utilizar a envernização fosca que ajuda a proteger a capa, mantendo uma aparência de livro novo, mesmo sendo um volume que já viajou por alguns leitores.

História

Desde que comecei o Parafraseando passeio muito pela blogosfera literária. Numa dessas minhas "andanças" cheguei ao Selo Brasileiro que é um blog com a meta de incentivar a leitura de autores brasileiros. No blog você pode se inscrever para booktours e receber novidades. Um dos booktours abertos era o do Fábio Guolo e seu primeiro volume da série Draco Saga.

Eu já tinha visto o banner do booktour em outros blogs e me interessei em participar. Afinal, era um livro de fantasia, um dos meus estilos favoritos, e haviam muitas resenhas positivas no Skoob falando bem. Li a degustação do primeiro capítulo e decidi que queria mesmo conhecer o livro.

Bem, Draco Saga tem uma boa temática e um plot interessante, mas peca em alguns pontos que me incomodaram durante a leitura.

O livro é sobre dragões. Dryfr, um grande dragão guerreiro acorda do que imagina ser um curto descanso e encontra seu mundo mudado e invadido por seres estranhos, dos quais ele não se recorda. Indo encontrar com seu Mestre, Dryfr descobre que dormiu por volta de 200 anos, consumido por uma estafa causada por um feitiço mal-executado por elfos, que criaram uma porta para a invasão dos seres humanos ao seu planeta.

Como os dragões são seres muito evoluídos e tiveram seus domínios invadidos por criaturas tão inferiores mas extremamente destrutivas, decidem que a melhor maneira de lidar com o problema é extinguir a raça humana. A história progride com os dragões desenvolvendo uma estratégia para fazer com que todas as nações invasoras destruam umas as outras, aproveitando uma inimizade já existente entre elas.

Eu fiquei meio chocada quando li sobre a decisão de extinguir o "problema", afinal esta é o código de Hamurabi, a lei do olho por olho, dente por dente. Como uma raça que se diz mais evoluída e superior resolve seus problemas desta forma? E como esta atitude os torna diferente e melhores que os humanos?

A parte inicial da história é meio corrida, com muita informação apresentada para o personagem e o leitor. Também é apresentado superficialmente a cultura dos dragões e seus costumes. Mas eu não consegui formar uma imagem do dragão de Fábio Guolo. Não consegui entender se ele era reptiliano, humanoide, serpentário... Às vezes ele descrevia-os com focinhos, às vezes com lábios; falava em mãos e outras vezes em garras; em dragões se abraçando; com tamanho colossal... fiquei um pouco perdida em alguns momentos nestas variações.

Outra coisa que dá para perceber neste início é que os dragões são extremamente arrogantes. Para mim isso foi um dificultador na identificação com os personagens. Em certos momentos cheguei a me irritar com o nível de superioridade.

A raça humana é descrita de uma forma quase agressiva, focando nos piores defeitos que todos possuímos. Eles são tão exarcebados que dá até vontade de pedir desculpas por existir. Mas apesar desse desgosto velado (ou não) do autor com a humanidade gostei de ver as grandes civilizações representadas nas cidades humanas da história: Grécia, Roma, os Impérios do Oriente (chinês e japonês) e os do Oriente Médio. Fábio Guolo contextualizou bem cada uma das cidades que criou com a cultura, religião e certos hábitos de cada civilização. Senti falta de um mapa, que localizasse melhor aonde ocorriam as ações da história. Já falei em outra oportunidade como acho fundamental mapas em livros de fantasia.

O desenvolvimento em alguns pontos é um tanto demorado. O autor alterna momentos muito lentos e descritivos com outros de velocidade e empolgantes, mas ainda não consegue manter uma uniformidade.

Eu achei O Despertar interessante e tem bastante potencial se houver amadurecimento e evolução dos personagens draconianos e se autor aprimorar ainda mais o seus estilo de escrita que se torna, algumas vezes, prolixo.

Recomendo para aqueles que querem uma história fantástica pela ótica de um herói não convencional, já que não é um ser humano, e que lutará por um ideal para proteger a sua raça e cultura, e salvaguardar o seu próprio planeta.

Até a próxima! o/
Laisy 09/08/2012minha estante
Hahahahahha... Ri muito com a sua resenha! Isso pq super concordo com vc!!! Li o livro há pouco tempo, e não consegui imaginar de jeito nenhum o que era descrito no livro. Dragões se abraçando??? Pra mim foi o fim! Tbm acabei de postar a minha resenha. Parabéns pela sua! Simplesmente ótima!
Um beijo!




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