Valiant

Valiant Holly Black




Resenhas - Valiant


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Kaz 16/09/2020

Eu esperava mais, amei tanto tithe e me decepcionei com esse, fora abordar temas muitos fortes e no capítulo seguinte parece que esqueceu que abordou esses temas
A cena da gatinha acabou comigo odiei
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Vavis 16/04/2011


Se gostar passa lá "http://www.nuncanagalaxia.com/" se gostar, segue. Será bem vindo.

Valiant: Fadas ousadas e modernas conta a história de Valerie Russel (Val), filha de pais divorciados e jogadora de lacrosse. Ela leva uma vida bastante normal até que por um acaso abre a porta de casa e encontra sua mãe e seu namorado (Tom) transando na sala de estar. Já deu pra notar que a mãe dela tem sérios problemas com o fato de estar envelhecendo e que a situação é no mínimo nojenta e assustadora. Não é de se admirar que Val tenha dado uma pequena “surtada” com o que viu.

Decepcionada com seu namorado e com sua mãe, Val segue para Nova York fugindo de sua realidade e ainda um pouco desnorteada, e é nesse momento caótico que ela raspa os cabelos e conhece Lolli, Dave e Luis, três moradores de rua que vivem em contato com um mundo que a maioria dos seres humanos não faz idéia que os rodeia, o mundo dos seres mágicos. Não demora muito e Val já está cercada de problemas, viciada em uma substância mágica que chama de “Nunca Mais” e quase escrava de um Troll (Ravus).

O livro tem uma história muito boa mesmo, é uma leitura rápida e bem dinâmica. A autora enfatiza bem a questão dos sem teto e os perigos da dependência química, o que deixa o ambiente da trama um tanto carregado. O que justifica é que na verdade trata-se de um conto de fadas para adultos que engloba tudo de melhor em um livro: traições, suspense, ação, aventura e romance. Os personagens são carismáticos, apesar das caracterizas já tão comuns de angústia que a maioria dos personagens “Y.A.” preservam. No entanto, ela procurou descrever com um ar misterioso e perigoso as fadas e os outros seres mágicos, e isso ficou muito legal.

Agora, devo confessar que em alguns pontos ele deixou a desejar, mas eu acho que isso se deve ao fato de ser um livro curto, pois tem apenas 206 páginas e tem assunto para 400. A autora podia ter desenvolvido muito mais algumas ideias, não vou entrar em detalhes para não contar spoiler.
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Mari R 03/07/2010

Se você gostou de Percy Jackson pode até achar Valiant interessante. O livro conta história de uma adolescente que depois de pagar a mãe beijando o namorado, foge de casa (o que é muito justo), raspa a cabeça (oi ?) e vai morar no metrô de Nova Iorque. Lá ela convive com três jovens sem teto que prestam serviços para criaturas do mundo mágico. Valerie,a protagonista, termina se envolvendo com um ogro e se vê no meio de uma trama de assassinato.

Mas ao contrario da série sobre o filho de Poseidon livro não vai a fundo na mitologia, fiquei com a impressão que Valerie passa muito mais tempo com os moradores de rua, do que com os seres mágicos. A autora tenta mostrar a realidade da vida nas ruas, então o livro tem “quê” de decadente. Passagens com drogas (drogas mágicas, diga-se de passagem ), roubos e muita (muita mesmo) sujeira. Com certeza esse era um fator que incomodava a escritora, porque quase toda página tem uma menção a algum cheiro ruim.
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Geórgia 20/06/2014

Porque eu gosto de garotas angustiadas, iradas
É a sujeira, a mágoa preenchendo a garganta, a revolta no raspar dos cabelos e a magia doce que eu quase consigo tocar no livro, que o fazem ser único. Acho admirável a escrita da autora. Sim, eu amo sua descrição dos lugares ruins e odores por onde Val passa. Assim como amo os lugares maravilhosos, com cheiro suave e mágicos. Gosto dos seres belos, coloridos, pálidos e góticos.
Não sou leitora de romances sobrenaturais. Sinto dizer, mas enojo ler mais de vinte sinopses de livros diferentes que tem estórias obviamente iguais. E é justamente isso que me prende a esse livro: mostrar o mundo real com um pouquinho de magia e ser diferente dos outros.
Sempre me pego imaginando como seria mergulhar no mundo subterrâneo de Dave, nos piercings de Luis e nos cabelos azuis de Lolli. Andar por aí sem rumo, se deparando com seres de olhos de lua e carregados de sedução.
Achei o desfecho da relação dela com a mãe digno e real, como qualquer um de nós faria e não como um estórias bobas e melodramatizadas te fazem acreditar. Não temos sangue de barata, nem a Val.
Holly Black me fez procurar outros livros que envolvessem mitologia das fadas. Mas é claro que nenhum deles mesclam o bem e o mal, o mundo real e a magia como ela. Os leitores que foram redirecionados não são os verdadeiros leitores desse livro.
E afinal, o mundo das fadas não é tão diferente do nosso.
Um dos meus favoritos.
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