Sheila Levine Está Morta e Vivendo em Nova York

Sheila Levine Está Morta e Vivendo em Nova York Gail Parent




Resenhas - Sheila Levine Está Morta e Vivendo em Nova York


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Anelise 08/07/2010

Muito bom! :)
Adoreeeeeeeeeeeei o livro, super recomendo pra quem está afim de dar risada! Ele é bem no estilo de Bridget Jones. É uma leitura fácil, rápida e muito engraçada.

Confesso que comprei pela capa, porque ela é maravilhosa. Mas definitivamente ele é mais do que isso. É um daqueles livros que você lê de novo só pra rir mais um pouquinho!
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Adriana 05/12/2011

Esta foi uma das leituras mais difíceis do ano, acho que só perdeu para O Clube do Filme (tão chato que nem resenhei) e O Vendedor de Sonhos, do qual desisti (por que eu ainda tento ler autoajuda? Odeio este estilo mesmo…) Sheila Levine está morta e vivendo em Nova York é considerado um dos primeiros chick-lits, escrito na década de 70 por Gail Parent.

A capa é fofa e me conquistou logo de cara. Mas o que me deixou mesmo com vontade de ler foi a seguinte citação da contra-capa:

”Junte uma pitada de O Diabo Veste Prada, acrescente uma tigela bem cheia de Bridget Jones, uma colher de sopa de Marian Keyes, e leve ao fogo alto de Sexy and the City. Quando estiver cozido, depois de boas gargalhadas, retire do forno e cubra com Bergdorf Blondes a gosto. Sirva acompanhado de deliciosas piadas judaicas. O humor inteligente e sagaz de Sheila Levine vai agradar em cheio os mais diversos paladares. Esqueça a dieta: é bem, bem mais gostoso do que bolo de chocolate quentinho.”

Depois da leitura, só me resta deixar o aviso: não acreditem em tudo que está escrito na capa, abas e contra-capa dos livro!!! As editoras mentem e mentem muito o.O

Sheila é uma garota judia que está desesperada para casar, sendo a palavra principal desta frase a desesperada. O livro, na verdade, é uma gigante carta de despedida de Sheila, contando a todos porque decidiu se suicidar aos 30 anos.

Ela sofreu pressão da família a vida toda para ter um belo casamento judio, marido e filhos perfeitos e uma casa cheia, mas não foi assim que as coisas se desenrolaram na vida dela. Acompanhamos todos os preparativos para o suicídio e até consegui rir de algumas partes, mas foi um humor fraco, nem um pouco comparável as divas que brilham hoje em dia escrevendo chick-lits.

Como o livro foi escrito há muito tempo, em uma época em que o mundo era diferente e as mulheres tinham maior obrigação de formar uma família, foi realmente difícil me colocar no papel da protagonista. Nem mesmo os chick-lits atuais, onde as mulheres caçam maridos o tempo todo são tão deturpados quanto a pobre mente de Sheila Levine. Todo tempo eu só pensava em gritar para a garota: vai à luta, esquece os homens, não fique com este babaca, você merece coisa melhor, etc, etc.

Outra coisa que me irritou profundamente foi o fato da narradora no caso, Sheila sempre se referir aos seus pais como pápis e mãmis: com acento e tudo. Só tenho um comentário a fazer, essas palavras ficam extremamente irritantes no decorrer do livro, não aguentava mais ler pápis e mãmis pra cá, pápis e mãmis pra lá!!! Gail Parent, você quis me enlouquecer!

Isso tudo somado ao fato da história começar num ponto e terminar exatamente do mesmo jeito faz com que o livro seja dispensável e, falando francamente, ruim. Não temos um personagem masculino digno, uma melhor amiga legal nem mesmo uma mãmis autoritária que se preste, a mãe de Sheila é só chata mesmo!

Os relacionamentos dela não dão em lugar nenhum e isso não muda durante toda a obra. Poxa, para que ler algo que não passa sequer uma mensagem positiva? O negativismo constante da personagem me deixou bem deprimida enquanto lia, o que é um dos principais motivos para não recomendar o livro.

Esta é a primeira resenha que faço onde avalio o livro com a classificação mínima, e realmente fico triste por constatar que perdi meu tempo com uma história que tinha tudo para ser boa, porém não conseguiu chegar perto de me agradar.

Resenha em: http://mundodaleitura.wordpress.com/2011/11/30/gail-parent-sheila-levine-esta-morta-e-vivendo-em-nova-york/
Priscila 17/12/2012minha estante
Olá... Parabéns por essa resenha..

Transmite exatamente o modo como fiquei depois de ler o livro...
DECEPCIONADA.




Isabela 22/12/2020

Pra rir da "desgraça" alheia!
Li quando tinha 15 anos, e ainda hj me lembro das risadas que dei e da cara das pessoas no ônibus ao olhar pra capa dessa edição... não sei se lendo agora daria a mesma nota, mas da sensação leve e cômica eu nao me esqueço e continuo recomendando.
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Pandora 19/10/2011

Confesso que quando soube que o livro era dos anos 70 torci o nariz. Embora tenha passado parte da infância e pré adolescência nos 70, não é uma época que me agrade muito. Mas a verdade é que "Sheila Levine..." poderia ter sido escrito em qualquer época; o tema "mulher desesperada para se casar" é atemporal. As sociedades não mudaram tanto assim no quesito família, particularmente a americana. E o livro é sensacional, tanto que uma porção de autoras (e alguns autores) resolveram seguir a linha "vamos rir de nossas desgraças". Contada de forma séria, a história de Sheila, uma judia complexada e com baixa auto estima, que sai com qualquer um porque se sente pressionada a se casar a ponto de decidir pelo suicídio, renderia um livro denso, sobre uma sociedade que ainda olha torto para a mulher gordinha que não consegue um pretendente. Nas mãos de Gail Parent, o enredo não mudou, mas ficou muito mais leve e extremamente divertido.
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Ana 28/12/2018

O Livro é de leitura fácil. Começa interessante, você fica curioso, com a expectativa de que algo vai acontecer e como Sheila Levine chegará ao fim do seu plano.
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SARITA 02/09/2011

Tenho a edição dos anos 60, mas, como consegui a versão atualizada, preferi esquecer a versão antiga.

Sheila Levine é uma judia mutcho lôuca, seu único anseio na vida é casar - E ter um emprego criativo, e não simplesmente "bater à máquina". A narrativa é toda em cima de uma perspectiva de morte, Sheila narrará a sua vida e nos explicará por que decidiu pelo suicídio. Aos 31 anos não conseguira se casar e agendara até o dia da sua morte (3 de julho para ser enterrada no 4 julho - dia da sua independência particular). Tudo é muito hilário, desde a compra da lápide até o vestido que usará no grande finale. Acreditam que para provar a roupa que usará no enterro ela deita no provador para saber se ficará bem? Bom, pode não ser tão engraçado, mas tem muita coisa engraçada nesse livro!

Sheila vive situações trágicas ao lado dos homens. Há muito humor inteligente e sagaz. Fazia um bom tempo que não pegava um livro tão engraçado, sem aquele humor-bobagem que costumo encontrar.

Esse livro não mudará sua vida, mas fará você rir bastante.
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Carous 26/10/2017

Mais feminista que muito chick lit do século XXI
Confesso que peguei o livro meio receosa de encontrar algum comentário preconceituoso que teria que engolir sorrindo porque, afinal, o livro foi escrito em 1970 e algumas ideias ainda eram abertamente aceitas e outras não. Não poderia problematizar.

Não conheço a cultura judaica muito bem para ter rido muito das piadas internas que a personagem fazia. No entanto, as passagens em que ela comentava alguma mania típica de família judia não eram chatas para o leitor que não conhecia bem esse campo. O que acontecia era que ao invés de Gail ter sucesso e provocar risos ao leitor, eu ficava meio assim: *_*

Neste bilhete tragicômico que Sheila deixa para os pais, ela explica porque resolveu se suicidar. Ela não deseja morrer, ela não odeia sua vida, mas está cansada da aporrinhação constante dos outros sobre quando ela vai casar, ter filhos, cachorro e uma casa com cerca branca no subúrbio. Sheila deseja alegrar essas pessoas porque também quer encontrar a tampa da sua panela, fazer filhos, ter casa, segurança e largar essa vida de solteira que vai a festas flopadas, arruma encontros desatrosos e ouve cantadas ruins na esperança do seu futuro marido cruzar seu caminho em um desses momentos. Mas talvez não seja para ser e a constante pergunta da família, amigos e parentes sobre quando ela vai noivar e ser mãe somado ao fato de que toda as mulheres ao seu redor estão casando e tendo filhos sem fazer metade do esforço dela chegou ao limite dela preferir se matar a ter que aguentar as cobranças e engolir a inveja. Morrer é a melhor solução.

O livro tem um ritmo bem ágil e como Gail Parent foi roteirista de sitcom - você nota na escrita dela - você cai na gargalhada com os comentários sarcásticos e verdadeiros da personagem. Porém, achei que os últimos capítulos foram demais. Gail deveria ter encerrado antes porque o ritmo mudou e me deu a sensação de encheção de linguiça.

Achei esse chick lit muito mais moderno e interessante que seus filhos. Aparentemente as outras escritoras não aprenderam com a mãe aqui a como escrever um romance sobre "mulher solteira procura" sem cair no clichê e parecer que a razão de viver da protagonista - e de toda mulher - é arrumar um marido e filhos.

site: https://www.instagram.com/shiuestoulendo/
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Débora 06/01/2009

Dei boas risadas com Sheila Levine :)
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Alê T. 15/01/2009

Daqueles livros que não se tira muita coisa do que se leu, mas é extremamente divertido. Ótimo para passar o tempo e fazer rir.
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claudioschamis 09/09/2009

Uma salada de frutas de estilo que lembra um pouco de Helen Fielding (Bridget Jones), Lauren Weisberger (Diabo Veste Prada), e Sophie Kinsella (Becky Bloom), junta-se tudo e temos Sheila Levine que traz muito humor no seu dia-a-dia e na sua saga em arrumar um marido e na programação do dia de sua morte já que sua vida parece não ter mais sentido. Com piadas judaicas, fala de dieta ou na desistência dela, relacionamentos familiares, inveja da irmã mais nova que vai casar. Enfim, um livro divertido.
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Reginacsm 09/05/2009

Sempre que estou de mau humor eu leio esse livro. Dei muitas risadas quando li pela primeira vez. Marcou uma determinada época em que chegar aos 30 e não se casar era motivo de suicídio. rsrsrs
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Dani Antunes 08/07/2009

Muito bom!
E surpreendente, também. Me apaixonei por esse livro! Leiam! Diversão garantida!
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mararegi 10/07/2009

Dá prá rir, mas dá nervoso também.
Gostei muito. A minha sensação enquanto estava lendo é que era autobiográfico, que ninguém conseguiria inventar uma coisa tão real.
Mas, depois, procurando pela autora, vi que não.
Quem me dera conseguir inventar assim. Acho que só conseguiria escrever tão bem sobre fatos autobiográficos.
Dá prá rir, mas dá nervoso também.
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Cacá 18/12/2009

Me falaram muito bem sobre esse livro e confesso que me decepcionei um pouco.

É bonzinho. E só. Na verdade, só terminei de ler porque odeio abandonar um livro pela metade.
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Livy 12/05/2011

Chick-lit assumido!
{ para ler a resenha completa acesse | nomundodoslivros.blogspot.com }


"Junte uma pitada de O Diabo Veste Prada, acrescente uma tigela bem cheia de Bridget Jones, uma colher de sopa de Marian Keyes, e leve ao fogo alto de Sexy and the City. Quando estiver cozido, depois de boas gargalhadas, retire do forno e cubra com Bergdorf Blondes a gosto. Sirva acompanhado de deliciosas piadas judaicas. O humor inteligente e sagaz de Sheila Levine vai agradar em cheio os mais diversos paladares. Esqueça a dieta: é bem, bem mais gostoso do que bolo de chocolate quentinho."
Realmente, o livro é muito divertido e Gail soube nos envolver com os dramas, dúvidas e angústias de Levine. Inclusive acho que muitas pessoas poderiam até mesmo se indentificar com as vivências da personagem.
Algumas partes eu achei meio forçado, mas em geral o livro é legal.
A narrativa é boa e é levada de uma maneira agradável e continua. Mas não é um dos meus preferidos do gênero. Diria que o livro é regular.
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