Cem Anos de Solidão

Cem Anos de Solidão Gabriel García Márquez




Resenhas - Cem Anos de Solidão


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Carolina 04/03/2021

Maravilhoso!
Amei a forma do Garcia Marquez, literalmente, contar essa história. Sem muita enrolação (apenas confusão com os nomes dos personagens hahaha) e sem muita descrição de lugares, coisas, pessoas (que eu detesto). Ele deixa o leitor livre pra imaginar personagens e locais e eu achei isso o máximo.

Sem contar com os acontecimentos na pacata Macondo, desde a "casinha branca como uma pomba" às mais mirabolantes histórias de mortes.

Simplesmente amei e super recomendo. Leiam!
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Eduarda Estruc 01/03/2021

Obra incrível
É um livro magnífico, é impressionante a forma com que o Gabo brinca com os tempos verbais,tem algumas cenas desconfortáveis relacionadas a estupro, machismo e pedofilia.Para mim foi um pouco complicado pegar o ritmo da leitura mas chega em um ponto que ela flui muito bem.
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Clara 01/03/2021

Amei o livro, se tornou um dos meus preferidos da vida. Gostei dos fatos históricos e do realismo mágico. Alguns temas abordado me incomodou muito, por este motivo não dou 5 estrelas inteiras.
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Krishna 01/03/2021

Um reflexo (ou miragem) da América Latina
O ritmo melífluo como as frases se derramam para narrar as mais insólitas tragédias. A beleza de suas longas sentenças e a sensação de que estamos lendo poesia em forma de prosa. A naturalidade como a fantasia e a loucura mesclam-se ao cotidiano enquanto o normal ganha ares de extraordinário. Personagens que inspiram paixão, comiseração, repulsa e, quando se vão, deixam saudade. Mas, especialmente, uma estirpe destinada à mais inexorável solidão. Tudo isso nos enreda numa narrativa labiríntica a uma família condenada a não ter uma segunda oportunidade sobre a face da Terra.

Nada nesse livro é trivial. Da intensidade das paixões à violência das mortes, da inocência das crianças ao amargo arrependimento dos idosos. A espiral do tempo que se repete em círculos como os nomes das personagens. A barbárie sangrenta dos golpes, as traições e os massacres onde reconhecemos um pouco da história da nossa própria nação. O vazio das guerras. Suas mulheres vigorosas como muralhas de pedra e seus homens instáveis e decadentes. Nossa própria identidade como povo latino-americano e colonizado, nossas próprias dores e nossos próprios preconceitos, nossos rostos, cores e sentimentos estão em cada parágrafo, como se toda palavra intimasse à reflexão e ao encantamento.

Nada que se possa dizer está à altura dessa obra. Para compreendê-la é preciso senti-la, absorvê-la, mergulhar nela e afogar-se em cem anos de puro espanto.

O melhor livro já escrito.
Rafa P. 02/03/2021minha estante
Quero reler muito em breve. Essa edição é boa?


Krishna 02/03/2021minha estante
Rafa, no começo a tradução de alguns termos me incomodou um pouco e eu cheguei até a comparar com a tradução mais antiga de Eliane Zagury e com o original em espanhol. No fundo acaba não sendo nada demais, mas eu sou chato com isso. O estilo não é afetado, foi só a escolha de certas palavras que eu estranhei.

Também tem uns errinhos. Por exemplo, a palavra Singapura aparece 3 vezes no texto, sendo duas grafadas com C e uma com S. Noutro trecho, estava escrito 'vaso' onde deveria ser 'copo'. E outros detalhes assim, que podem facilmente passar despercebidos.

Essa edição é impressa em papel off-white (não é pólen) e a impressão não é das melhores, mas isso é comum a todos os livros da Record. Na maioria das páginas, o bloco de texto da página da esquerda não estava perfeitamente alinhado com o da direita e isso me incomodava muito (um mais baixo que o outro ou um mais à esquerda que o outro, tornando as margens desiguais). Nas edições dos anos 2000 (de capa verde escura) havia ilustrações de Carybé no início dos capítulos, que essa edição não traz. Porém aquela era papel branco e essa não. Enfim, cada uma tem vantagens e desvantagens.


Rafa P. 03/03/2021minha estante
Eu super te entendo . Perguntei sobre a edição , pois li da biblioteca e agora quero comprar uma edição pra mim. De uns tempos pra cá tenha dado bastante atenção para a tradução, que é algo tão importante e por vezes menosprezado aqui no Brasil. Eu vou dar uma boa olhada nas edição disponíveis antes de comprar. Obrigada pelas dicas. Um abraço.


Romilda.Rodr 03/03/2021minha estante
Estudei a análise dessa obra na faculdade de espanhol, do jeito que nos foi passado não despertou nenhum interesse de ler a obra. Lendo seu resumo já quero degustá-la pra ontem! Obrigada!




Vick-chan 01/03/2021

Nunca tinha lido nada parecido com esse livro. Gabo me surpreendeu e agora posso dizer que cem anos de solidão é um dos meus livros preferidos!!!!????
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Fernanda 28/02/2021

Um livro muito bom!
Cem anos de solidão é um livro muito bom. De fato o estilo de Gabo é único, o realismo fantástico é onipresente na obra. Uma história que se apresenta com algumas divagações temporais, personagens complexas e uma história que só apresenta seu desfecho no último capitulo. Alguns trechos me causaram incômodo, como por exemplo a descrição de determinados personagens. Mas no geral, um ótimo livro.
Devido a repetição dos nomes, pode haver dificuldade para acompanhar os membros da família no decorrer da narrativa, e a grande vantagem dessa edição (além de ser belíssima) é ter nas primeiras páginas a árvore genealógica dos Buendía. Ajuda bastante, especialmente do meio para o final.
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Rita 28/02/2021

Uma grande experência de leitura
Esse livro é incrível!

É óbvio, não a toa deu ao Gabriel García Márquez um Nobel de Literatura.

Eu me apeguei a essa família enormemente confusa, o que é impossível não fazer considerando que os acompanhei por cem anos.

A temática da solidão está na vida de cada personagem, mesmo os que parecem ter muita companhia. Foi impossível ler o livro e não pensar que não importa o que fazemos, ou com quem vivemos, ou se somos próximos de verdade de alguém, a real é que a gente vive sozinho e nada pode mudar isso.

No entanto, o livro não tem só essa mensagem reflexiva e meio triste, eu dei muita risada durante a leitura. Sério, foram momentos que a risada surgiu em mim sem eu perceber.

A parte mágica desse realismo também é muito interessante e esá ligada a muita coisa que ainda conhecemos, apesar de, como disse Úrsula na página 200 da minha edição, "O que acontece (...) é que o mundo vai se acabando pouco a pouco, e essas coisas não vêm mais".
Essa frase foi marcante quando li, porque a ideia dela não é que o mundo vai avançando e adquirindo conhecimentos que tornam as superstições coisas em desuso, mas que ele vai acabando e perdendo parte do que ele era. Essa segunda definição não é como muitos se sentem sobre o passado? Que o mundo que conheciam acabou?

Foi realmente importante ler esse livro, eu realmente não sou mais a pessoa que começou a leitura.

Um coisa devo confessar: vou ficar aliviada por não ler/ouvir os nomes Aureliano e José Arcadio por um tempo.

Apesar de ser incrível mesmo, muito incrível, demais até; a leitura é cansativa e acho que só consegui numa boa com a ajuda do audiolivro. Mesmo assim valeu a pena cada segundo.

Outra coisa incômoda é, bem, como dizer sem dar spoiler?
Tem de tudo aqui, e algumas dessas coisas me incomodaram demais em certos momentos, mas são retratos bem realistas da sociedade que o autor criou/reproduziu aqui.

Eu amei, amei mesmo o livro, além de considerar bem difícil eu esquecer dele rapidamente.

Os que já leram, devem saber do que estou falando e os que não leram, eu incentivo a ler, porque é uma grande experiência.

Então, abra o livro, o ebook ou o áudiolivro e seja bem-vindo a Macondo!
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Didi 28/02/2021

O que dizer de 100 anos de solidão, tenho certeza que qualquer resenha não será completa. De longe uma história frenética, corriqueira, intensa. Mas não comum. A vivência da família Buendía, como esses anos todos, as aventuras e desventuras são apresentadas. Como que Macondo vai se desenvolvendo e a que custo isso ocorre. Tratar temas controversos, frágeis, cômicos e sérios. Que vão apontar na solidão humana.
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Marina 27/02/2021

No início tava gostando mais. Quando foi chegando no final achei arraaaaaaastado, meus deuses.
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Mi 26/02/2021

"Na verdade não se importava com a morte mas com a vida, e por isso a sensação que sentiu quando pronunciaram a sentença não foi uma sensação de medo e sim de nostalgia. Não falou nada até que perguntaram qual era o seu último desejo."
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Bel 26/02/2021

Cem anos de solidão é meu livro favorito da vidaaa!!! nunca vou cansar desse livro, ja é a segunda fez que leio e o capítulo final não cansa de me causar frio na barriga e arrepios.
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