Cem Anos de Solidão

Cem Anos de Solidão Gabriel García Márquez




Resenhas - Cem Anos de Solidão


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Pedro.Machado 27/03/2021

A história do continente
Literatura Fantástica que faz a síntese da historia da colonização sulamericana.
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Mian 27/03/2021

Um clássico mais contemporâneo do que nunca!
Por incrível que pareça, foi a primeira vez que faço a leitura deste retrato da história latino-americana. Não tenho o que falar que já não tenha sido dito, além de apelar pelo pessoal e dizer que com certeza, sem anos de solidão entra como meu livro favorito até hoje.
Um livro que pretendo reler muitas e muitas vezes além dessa leitura. Sensacional!
Mian 27/03/2021minha estante
meu deussssss, cuidado com a burraaaaaaaa


Mian 27/03/2021minha estante
*cem anos de solidão...




raissa 27/03/2021

Leia com um caderno ao lado!
Neste livro, Gabriel García Márquez desenha a história de diversas gerações da família Buendía, formada por homens e mulheres sujeitos à maldição do tempo e de suas escolhas, sempre rodeados de misticismo e miséria. Algumas passagens são simplesmente angustiantes e muitas são terrivelmente chocantes. No entanto, adorei ler e espero que muitas outras pessoas possam fazer o mesmo.
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Armando 26/03/2021

A história da centenária estirpe dos Buendía é narrada com extrema qualidade por García Márquez. O escritor ilustra a sua grandiosidade no ofício a partir do retrato desse conturbado grupo familiar. Embora tenha sido publicado em 1967, o livro traz diversos momentos que ainda podem remeter aos dias de hoje, consolidando-se como obra-prima literária.
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Geo 26/03/2021

Incrível!!!
Que final arrepiante! Terminei de ler e na mesma hora me deu vontade de reler tudinho. A história dos Buendía e de Macondo agora é uma das minhas favoritas da vida.
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andrighi.machado 25/03/2021

Viva ao Cem Anos de Solidão!
Gabriel García Márquez, o Gabo, foi um dos poucos escritores do mundo que conseguiu, ao mesmo tempo, elogios da maior parte do público e da crítica literária, aliado a um grande êxito comercial.
Cem anos de solidão é considerada por muitos críticos e escritores, como a mais representativa obra dos autores do Boom, não só pela grande quantidade de leitores e de traduções, mas também pela grande quantidade de estudos críticos sobre o romance. O livro, que se divide em 20 capítulos, narra a fundação, o apogeu e a decadência da cidade fictícia de Macondo e da família Buendía, ao longo de suas sete gerações. O romance, entretanto, não só é representativo do Boom, mas também da proposta estética do realismo mágico.
O livro, cuja proposta estética valoriza a imaginação e a fantasia, problematiza o projeto de racionalidade da modernidade, que afasta tudo que não pode ser explicado pela lógica cartesiana. Nessa nova proposta de narrar a realidade, as leis do racionalmente verificável convivem com o mito e a fantasia sem se chocarem.
O narrador, que no romance se aproxima da linguagem oral, ao relatar os acontecimentos sem fazer diferença entre o real e o fantástico, sem valorar tais acontecimentos, termina por naturalizá-los. Dessa forma, o insólito, o fantástico, pode ser um problema para os leitores, mas não para os personagens, visto que os acontecimentos estão inseridos em seu cotidiano. Para entrar no mundo desses personagens é preciso, portanto, aceitar o convite ao inverossímil, sem precisar buscar explicações.
O romance de Gabo não só consolidou o boom literário latino-americano pelo seu sucesso de púbico e de crítica, o que o levou a receber o Prêmio Nobel de Literatura, mas principalmente consolidou na América Latina o procedimento estético que ficou conhecido como realismo mágico, por misturar razão e fantasia, o empírico e o mito, sem que esses elementos se chocassem. Ao contrário, eram inseridos na narrativa de forma naturalizada.
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Mariana.Paula 25/03/2021

Realismo fantástico não é a minha praia. Eu achei que ia amar esse livro assim que começasse a ler, por causa dos comentários que li e ouvi a respeito dele, mas apesar de achar incrível a criatividade da narrativa, de gostar bastante do tom poético da escrita, e de considerar ele um livro inegavelmente bom/bem escrito, esse toque de fantástico não é algo que eu goste tanto mais não, algo bem pessoal mesmo. Então, por isso, a leitura pra mim foi meio arrastada. PORÉM, o último capítulo redimiu o livro todinho aos meus olhos, amarrou as pontas da história numa densidade de escrita que não ocorreu no resto do livro, um ponto final perfeito para todos os ciclos desses cem anos de solidão.
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marbeitos 23/03/2021

demorei um tempo pra dar nota pq estava processando tudo desse livro... foi uma leitura muito densa, que por alguns momentos eu precisei me distanciar por um tempo. mas enfim, é uma obra muito marcante, impossível sair do mesmo jeito que entrou...
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Gustavo Rodrigues 22/03/2021

Precisa de uma releitura.
Acho que quando a gente acaba uma leitura, é sempre válido pensar tanto na qualidade do livro como também na experiência ao lê-lo. Pra mim, Cem Anos de Solidão é um livro muito bom, mas que não me trouxe uma experiência tão boa quanto.  

Gabriel García é notadamente um autor muito inteligente e criativo. O que ele fez em Cem Anos merece respeito, porque não é pra qualquer um. Cada parágrafo tem uma infinidade de informações, que são conexas e desconexas ao mesmo tempo, e apresentam fatos que nem sempre estão acontecendo linearmente na linha temporal do livro. Isso não é fácil de se fazer, por isso que falo que realmente ele é muito bom. Porém, obviamente isso traz uma dificuldade a mais pro leitor, que as vezes fica meio perdido em relação aos fatos e não sabe muito bem definir questões temporais. 

Mais uma dificuldade está relacionada aos nomes dos personagens, pois há uma infinidade de José Arcádio e Aureliano. Tem a árvore genealógica que ajuda muito na hora de saber quem é quem, porém você acaba pegando alguns spoilers na medida que vai olhando-a. Iniciei dizendo ?não vou olhar a árvore, eu decoro o nome de todo mundo? mas na metade do livro já não sabia diferenciar um do outro hahahaha. 

Antes de iniciar tive a informação (obrigado, Renata) de que seria bom ler um pouco sobre Realismo Mágico antes, pra não estranhar algumas coisas ditas no livro. De fato fez diferença, então aconselho a todos que queiram ler, pra dar uma olhada nesse movimento literário que o Gabo usou em algumas passagens do livro.  

Sem dúvidas é um livro que deve ser lido mais de uma vez, porque é humanamente impossível absorver tudo de primeira. Por mais que eu diga que não foi uma livro feito pra mim, tenho a pretensão de fazer uma releitura daqui uns anos, pra talvez ter uma experiência melhor. 
Renata 22/03/2021minha estante
Aguardando a releitura. Não aceito menos que 5 estrelas e favoritado na próxima ?


Mara Islanne 24/03/2021minha estante
Deu até um medinho de encarar ele kkk.


Maria.Fernanda 10/04/2021minha estante
Livro da minha vida. Foi a única leitura que me fez economizar o livro. Eu lia bem devagar e poucas páginas por dia, pois não queria que acabasse.




paula 22/03/2021

Amei
fiquei até assustada com a tamanhs genialidade desse livro. admito que nos momentos que falavam das aventuras de guerra do coronel aureliano buendia não me prenderam tanto, mas todo o resto me fascinou de um jeito incrível. gabriel garcia marquez só nesse livro já me mostrou que é o melhor escritor que já li na vida.
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Nayara.Nairne 22/03/2021

Perfeito
Eu tinha muito receio de começar a ler, pois sempre ouvi falar sobre a quantidade de nomes repetidos, mas é menos difícil do que parece.
A história é muita boa, e os fatos são narrados de uma maneira incrível.
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Hannah Raulino 21/03/2021

hmmm
Um livro clássico, porém, não é o tipo de escrita que eu gosto mais, bem maçante, demorei bastante para concluir. Irei ler outro livro do mesmo autor para saber se realmente não nos damos bem.
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Keum 20/03/2021

"Ainda somos os mesmos e vivemos como os nossos pais"
Que livro mágico! Como destinguir realidade de fantasia? Uma leitura muito maravilhosa a cada página, cada personagem é marcado pela solidão de alguma forma, e todos tão únicos apesar da repetição dos nomes e dos mesmos problemas das gerações anteriores. Isso mostrando em quanto o mundo dá voltas e como o tempo passa. Os valores familiares são peculiares, mas não é isso que faz a obra ser o que é, e sim a forma como é escrita, tanto de maneira cômica quanto de maneira que te faz se aprofundar sobre a questão do tempo e também do passar da vida em si.
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Alexia.Barbosa 18/03/2021

o melhor
Cem anos de solidão é o melgor livro que ja li na minha vida, sempre recomendo!! Por favor, leiam!!!
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Carlos Batista 18/03/2021

Descontraído, atemporal e apaixonante
Descontraído, atemporal e apaixonante, 100 anos de solidão de Gabriel García Márquez é nada mais, nada menos do que um dos retratos mais fiéis e engraçados da cultura latino-americana. Nessa belíssima obra, ganhadora do Prêmio Nobel de Literatura em 1982, García Márquez relata a construção da família Buendía, ao mesmo passo em que se desenvolve o vilarejo de Macondo. José Arcadio Buendía e Úrsula Iguarán são os protagonistas dessa obra, primos unidos em matrimônio sob o terrível presságio de que seus filhos nasceriam com rabos de porcos. Ao contrário do previsto, as crianças frutos desse relacionamento não possuíam anomalias corporais, mas sim grande personalidade e hábitos que por onde passavam deixavam o rastro de que ?um Buendía havia passado por ali?. Se eu pudesse definir 100 anos de solidão em uma frase, definiria como uma conversa com meu avô. Rotineiramente, ao conversar com avôs e membros mais velhos das famílias escutamos terríveis e curiosas histórias que protestam contra a realidade, mas narradas de forma tão fervorosa e emocionante que parecem ter ocorrido no dia anterior, assim é essa narrativa enquadrada na corrente artística denominada de realismo mágico. As histórias, hoje considerada absurdas, são retratadas de forma tão reais que o leitor pode até mesmo se imaginar no ambiente descrito, como os relatos de uma mulher arrebatada por um forte vento, uma chuva que durou mais de 3 anos, borboletas amarelas que anunciavam a chegada de um visitante específico, marcas de cinzas impossíveis de serem limpas, são apenas uma parte das narrativas retratadas de forma tão realista.
Outrossim, ainda que a vida dos Buendías tenha sido dotada de tantas aventuras, todos compartilhavam o mesmo sentimentos de solidão, e após 100 anos de esforços, o autor apresenta a justificativa para tal sentimento, através do cigano Melquíades, personagem de grande importância na narrativa.
Por fim, considero 100 anos de solidão uma leitura leve, descontraída e sedutora, ao mesmo tempo em que proporciona ao leitor uma reflexão sobre hábitos familiares e opiniões compartilhados de geração em geração. Recomendo a todos!!
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