Bravura Indômita

Bravura Indômita Charles Portis




Resenhas - Bravura Indômita


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Matheus.Mauro 11/04/2018

Faltou mais emoção.
O ato final do livro resolve tudo sem muita surpresa e de forma muito seca.
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Hel 30/03/2018

Garota Indômita
Eu já tinha lido este livro o ano passado, com o título de "Olho por Olho" (era uma edição muito antiga) e feito uma resenha. Mas me ocorreu que dificilmente alguém procuraria pelo livro como Olho por Olho e sim com o título do filme, por isso decidi transferir a resenha para cá.

Bravura Indômita, ou True Grit, no original, é um retrato cru e sincero da gente rude do Velho Oeste - gente dura, incluindo as crianças. O pai de Mattie Ross é cruelmente assassinado e roubado pelo homem a quem ele deu emprego. Em vez de sentar-se a chorar, como sempre se espera que as mulheres façam, ela decidiu vingar a morte do pai a qualquer custo. E a pessoa certa para capturar o criminoso é um xerife sujo, bêbado, mal-educado, mas tão teimoso quanto Mattie: Ross Cogburn. Junta-se a eles um caçador de recompensas texano que também estava atrás de Chaney, o ladrão. É um trio altamente improvável, ainda mais que Mattie insiste em ir com os dois homens e, claro, eles não querem levar consigo uma menina que parece ter bem menos que seus catorze anos! Mas Mattie, apesar de imprudente, mostra-se tão durona quanto os dois homens, deixando na lona a velha imagem de fragilidade feminina. (há um momento em que Ross diz que só um tolo trabalha para mulheres, depois olha constrangido para Mattie, dando a entender que não a incluía nesse balaio).

Alguns diálogos e trechos exigem um pouco de paciência - a descrição da estadia de Mattie na cidade, enquanto aguardava a decisão de Ross podia ter sido muito mais curta. Mas no geral, é uma história de faroeste diferente, com uma heroína que provavelmente deve ter chocado os leitores, na época em que o livro foi publicado. Uma precursora das valentes Hermione e Katniss.
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Maria Eliete 05/03/2018

Gostei mais do filme.
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RickBragaHQ 03/06/2017

Que livro delicioso
O filme considero um ótimo western mas "lê-lo" foi uma experiência melhor ainda. Excelente!
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Luiz Henrique 13/11/2016

O livro conta a história de Mattie Ross, uma menina de 14 anos que vai atrás do assassino de seu pai atrás de vingança.
A história em si do livro não é surpreendente, no começo um pouco monótona e após Mattie sair atrás do assassino fica mais interessante.
O ponto forte do livro são os personagens, de personalidades marcantes, e principalmente a protagonista, que não passa nem um pouco a impressão de uma menina de 14 anos, madura, de língua afiada, afrontosa e corajosa. Rooster Cogburn, o Federal contratado por ela também é bem desenvolvido.
Não é uma leitura indispensável, mas para quem quiser um livro rápido, com diálogos um tanto quanto cômicos e que gosta de faroeste eu recomendo.
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Matheus 24/05/2015

Ao acompanhar a jornada de Mattie Ross por sobre o território indígena atrás do assassino de seu pai, acompanhada de duas figuras que vocês jamais imaginaria na companhia de uma garota de 14 anos, você tem contato com uma história de coragem verdadeira, realmente inspiradora e empolgante, onde algo que a própria personagem cita várias vezes durante o livro, que é a fibra moral, é colocada a prova em vários momentos. Tanto a dela quanto a de seus companheiros, representantes da lei que mais parecem preocupados em recompensas financeiras do que em fazer cumprir a lei ou em ajudar a garota. A condução da história é magistral. O livro é escrito de uma forma bem leve e de fácil leitura, que faz com que da metade para o final as páginas praticamente se virem sozinhas, com você incapaz de parar de ler. E o clímax da história é digno de um grande filme de velho oeste, te deixando realmente tenso quanto ao destino dos personagens, por mais detestáveis e falhos que eles sejam (no caso dos representantes da lei). Ótima leitura, recomendada a todos, mesmo aqueles que já tiveram contato com as versões para o cinema da história. Isso não tira em nada o valor deste grande livro.
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aarrgh 03/04/2015

Bravura Indômita
Mattie Ross é uma menina de 14 anos que busca justiça pela morte do pai. Ousada e de língua afiada, ela consegue o que quer com muita determinação, e, é claro, bravura indômita.

Mas não é apenas Mattie que possui bravura, afinal ela não teria chegado onde chegou se não tivesse contratado os serviços de Rooster Cogburn por cem doláres (depois de muita barganha) e ter aturado a companhia de LaBouef, homem que procurava o tal de Tom Chaney havia já quatro meses.

Tom Chaney é o covarde que meteu uma bala em seu pai.

É uma boa história de faroeste, uma aventura de estrutura simples, uma heroína com um objetivo, dificuldades na estrada, as velhas paradas para comer e dormir ao relento, e, é claro, um clímax de tirar o fôlego.

Recomendado para quem quer uma companhia numa tarde entediante, ou um livro para se levar pra vida toda.
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otxjunior 23/10/2014

Bravura Indômita, Charles Portis
Faroeste nunca é uma escolha óbvia para mim. Mas como estou trabalhando para refutar a teoria de que o livro "sempre" é melhor que o filme, o cinéfilo dentro de mim gostaria de acreditar que, na prática, existem sim contraexemplos (Psicose!), resolvi arriscar com esse clássico norte-americano. Minha tarefa, no entanto, fracassou. Mesmo considerando o brilhantismo da adaptação dos irmãos Coen (não assisti ao filme de 1969), o livro de Charles Portis é superior.
Mattie Ross, 14, de Dardanelle, Arkansas, narra, meio século depois do inverno de 1870, a viagem para vingar o assassinato de seu pai. Ela convence o caolho "Rooster" Cogburn, o agente federal mais destemperado disponível, a acompanhá-la nessa jornada e ajudá-la a combater os tipos obstinados em seu caminho. Usei propositalmente as palavras "destemperado" e "obstinados" para dar uma amostra do vocabulário da narradora. Essa linguagem específica e presente em todo o livro é o que traz o senso de realismo que precisamos para embarcar nessa aventura. A noção de responsabilidade que Mattie, recém saída da infância, é forçada a obter quando do falecimento de seu pai é essencial para entendermos essa heroína inusitada. O humor também está presente, principalmente nos momentos em que se estranha a presença de uma figura feminina em um mundo dominado por homens ou quando Mattie exige muito altivamente (para alguém de sua idade) seus direitos em um lugar habitado basicamente por corruptos e foras-da-lei.
Como todo bom western, Bravura Indômita ainda ilustra bem os cenários fantásticos do oeste americano. Temos também as eventuais perseguições a cavalo, duelo de armas, emboscadas a bandidos, enforcamentos de índios, e outros elementos irresistíveis do gênero. O livro é um excelente retrato da vida dura na fronteira dos Estados Unidos no século passado e dos tipos obstinados que levaram a forjar essa nação.
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Rafael 25/01/2014

Simples e direto. Não há palavras que melhor descrevem Bravura Indômita (True Grit), do autor Charles Portis.

Indômita quer dizer “indomada, arrogante, soberba”. E assim nos é apresentada Mattie Ross, nossa protagonista e narradora. Desde o início, Mattie se coloca como uma verdadeira cabeça-dura, que fará o possível e o impossível a fim de alcançar seu desígnio: acabar com o homem que matou seu pai e roubou seus bens. A construção da personagem é muito interessante, uma vez que no velho oeste norte-americano não é de se esperar uma mulher, quem dirá uma garotinha, que possui uma atitude de liderança e de insubmissão aos homens. Isso sem falar de sua postura irônica frente ao mundo que a rodeia (...)

site: http://referencialiteraria.blogspot.com.br/2013/04/recomendacao-internacional-bravura.html
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dãozinho 05/01/2014

Maldita capa!
Detesto esses livros que tem como capa o cartaz/capa do filme! Mas como o filme é muito bom (e não seria diferente sendo dos Coen), então tá valendo.

Livraço, que você mata rapidinho.
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Dose Literária 30/10/2013

Uma tempestade indomável chamada Mattie - Bravura Indômita, de Charles Portis
Sensacional! Essa é a palavra e o sinal de pontuação exatos para fazer referência ao romance Bravura Indômita (original True Grit), do norte americano Charles Portis. Do começo ao fim, não consegui deixar de me impressionar com a protagonista de quatorze anos, a destemida Mattie Ross. É preciso ter ressonância dentro e fora do peito para encarar uma identificação tão profunda como a que senti pela Mattie.


A história é a seguinte: O pai de Mattie é assassinado por um cara chamado Tom Chaney, sujeito que foi ajudado pelo pai da garota. Ao saber da morte do pai, Mattie parte em busca do corpo - a fim de realizar os procedimentos do enterro e transporte - e, principalmente, para vingar sua morte. Para isso, ela contrata os serviços do agente federal Rooster Cogburn, conhecido pela truculência e por ser "um homem de fibra", mesmo possuindo apenas um olho (o agente ficou caolho em combate). Cogburn também nutre o hábito de beber além da conta, mas isso parece não atrapalhar o exercício de suas atividades. Mattie e o agente federal contam com a ajuda do ranger texano LaBoeuf, outro sujeito ríspido e que faz a jovem garota "comer uma volta", como dizem por aí.

Juntos, o trio dispara no encalço de Chaney, encontrando muitos outros obstáculos no caminho. A cavalgada é longa, a comida escassa e a dureza nas ações e sentimentos é uma questão de necessidade. O livro narra uma jornada fantástica, onde descobrir os limites do corpo é como olhar para um abismo ou para um riacho, depende do rumo que você decide seguir. continue lendo em http://www.doseliteraria.com.br/2013/10/uma-tempestade-indomavel-chamada-mattie.html
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Larissa Lorena 09/04/2013

o leitor fica preso à história do início ao fim, mas eu ainda assim esperava mais do livro...
ricardo 07/12/2017minha estante
tipo o que vc esperava?




jota 23/02/2013

Menina de ouro
Bravura Indômita, livro de Charles Portis publicado em 1968, foi duas vezes adaptado para o cinema, em 1969 e em 2010. Resultou que o filme homônimo de 2010 foi mais bem recebido pela crítica que o de 1969, que reconheceu na nova versão algo mais próximo da obra escrita.

A edição brasileira vem com a recomendação de Donna Tart (autora de A História Secreta, que inclusive gravou o audiobook da obra para o mercado de língua inglesa), também do Washington Post, New York Times Books Review, Newsday, etc.

Mas vamos ao que interessa: Mattie Ross, a narradora, é uma corajosa garota de catorze anos que contrata um agente policial, Rooster Cogburn, para caçar o assassino do pai, que também lhe roubou os poucos pertences. Participa igualmente da empresa em território indígena, um caçador de recompensas, LaBoeuf. E daí pra frente é só aventura...

Mattie tem tiradas e sacadas inteligentes, quase sempre bem-humoradas, e é também uma pequena filósofa e observadora, capaz de emitir opiniões definitivas sobre pessoas, lugares e coisas, sem, entretanto, deixar de reconhecer que às vezes se enganou redondamente em seus julgamentos ou pensamentos. É também uma ótima negociante, especialmente quando se trata de cavalos, sabe ler e escrever muito bem. Fora seus conhecimentos de contabilidade...

E num dos melhores trechos do início do livro, depois de sentir-se mal-atendida por um funcionário público da Louisiana, ela desabafa: “[O funcionário]... se sentia todo inchado por causa de seu cargo. É de se esperar desse pessoal federal, e pra piorar aquela turma [os policiais federais] era republicana e não dava a mínima pra opinião do bom povo do Arkansas, onde são democratas.” Estivesse viva, Mattie certamente seria eleitora de Barack Obama.

Bravura Indômita é uma história bem-humorada de ponta a ponta, mas que não deixa de ter certo suspense, muito tiroteio e igual derramamento de sangue. E, de quebra, bem perto do final, uma cena cheia de cascavéis num buraco escuro, pra fazer a gente tirar o pé do chão no cinema ou em casa.

Todo o livro é escrito em linguagem popular (a tradução é muito boa: os personagens falam como se estivéssemos no Velho Oeste; aquele que o cinema criou em nossas cabeças), prende bastante a atenção e constitui uma boa opção de leitura descompromissada e divertida – ideal para esses infinitos dias chuvosos de fevereiro. Merecia uma nota 4,5, por aí.

Lido entre 18 e 23/02/2013.
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Nathan 05/01/2013

Resenha: Bravura Indômita
Bravura Indômita foi uma grande surpresa para mim, pois foi um livro que escolhi aleatoriamente na livraria, para algum dia eu ler.

Chegando em casa, fui procurar informações, resenhas a respeito de outros livros que tinha compro e acabei procurando sobre ele também, e descobri que o livro é bem antigo, de 1969 e que já tinha virado filme, tanto é que a capa do livro, é baseada no filme, o remake 2010. Com isso minha curiosidade aumentou muito e comecei a ler o livro na mesma hora.

O livro é narrado em primeira pessoa, por uma menina de catorze anos, em que você não sabe o nome, inicialmente, não sabe como ela é fisicamente, mas o autor deixa você imaginar, de como ela séria, através de suas falas, atitudes e pensamentos. Uma menina forte, inteligente, persuasiva, determinada e madura, pela idade que tem. Mas uma criança, primeiramente.


Mas sua filha vai querer vingança, e vai atrás de Tom, com ajuda de um federal, e é onde entramos em um mundo violento, para homens, e sentimos o que era o antigo faroeste.

“É uma pena que não possam enforcar o sujeito umas três ou quarto vezes.”
Página 97

A narrativa de Charles é maravilhosa. Ele soube muito bem, prender o leitor a cada página, sendo impossível larga o livro, só mesmo, quando finalizado. O humor presente é fantástico, impossível lê-lo e não dar boa gargalhadas, tanto nos diálogos quanto em algumas cenas presenciadas por nossa protagonista.

Bravura Indômita, inicialmente, foi um tiro cego, mas em pouco tempo, foi um tiro certeiro. Leitura mais que recomendada, prazerosa, divertida, com personagens maravilhosos, diferente da maioria dos livros atuais.

Bigode de Leite/ http://bigodeleeite.blogspot.com.br/
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Aline 22/09/2011

Mattie Ross, garota ponta-firme!
Mattie Ross tinha 14 anos e um objetivo convicto: vingar a morte de seu pai. Para realizar esse trabalho, ela contratou Rooster Cogburn, oficial do US Marshals de métodos suspeitos e fama de Bravura Indômita. A essa estranha parceria se reuniu LeBouef (lê-se LeBife!), um Texas Ranger que há meses caçava o mesmo homem. O assassino e marginal sob a mira de Cogburn, LeBife e Mattie era Tom Chaney.

Um ótimo Western, já roteirizado para o cinema duas vezes: em 1969, com John Wayne no papel de Rooster Cogburn, e em 2010, com Jeff Bridges (numa interpretação primorosa) e direção dos irmãos Coen. Ambas versões são bem fiéis ao livro, mas achei a produção mais recente muito superior.

Ah! E o livro é muito bom. Vale a pena ler.
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