Bravura Indômita

Bravura Indômita Charles Portis




Resenhas - Bravura Indômita


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robertablo 07/03/2011

Magnífico!
Adorei o livro! Acabei de ler e penso que ele bem que podia ter algumas (muitas) páginas a mais para não acabar tão rápido!

Ele tem de tudo o que um livro bom precisa: uma boa história, uma heroína cativante, uma linguagem rica, um ótimo clímax e um desfecho que, pra ser sincera, esperava um pouco diferente (não que seja ruim, longe disso, mas esperava que fosse por outro caminho).

Enfim, um excelente de um livro!

Kennedy 31/07/2011minha estante
"Linguagem rica"?! Rica ?!


robertablo 01/08/2011minha estante
Sim, achei uma linguagem rica. Deve-se olhar pelo contexto do livro. Uma linguagem refinada aqui não combinaria com o ambiente nem com os personagens.

Vou copiar uma parte do que a Coruja resenhou para para este livro, que achei muito legal: "A sacada de gênio do livro é a linguagem em que ele é escrito, num discurso livre que soa como se você estivesse escutando a história da boca de Mattie - já uma velha solteirona - sentado no alpendre da casa dela..."


Neto Marcel 01/08/2011minha estante
Concordo com robertablo, e consequentemente discordo de Kennedy, pois PRA mim um dos pontos fortes do livro foi a linguagem e a narrativa utilizadas pelo autor, sem os quais o texto não seria cativante, com um enredo que, sim, é simples. Apesar da simplicidade do livro, acho que vc realmente não absorveu a estória Kennedy. Existem livros com enredos reconhecidamente incríveis e escritos sem um erro mas que simplesmente não atinge determinado leitor em determinado momento da vida, nunca imagine que isso seja impossível! Vide discussão aqui msmo no skoob sobre o livro "A guerra dos tronos". Não afirmo que este foi seu caso, lógico, talvez pra vc foi um poarcaria inexplicável msmo. ;)




jota 23/02/2013

Menina de ouro
Bravura Indômita, livro de Charles Portis publicado em 1968, foi duas vezes adaptado para o cinema, em 1969 e em 2010. Resultou que o filme homônimo de 2010 foi mais bem recebido pela crítica que o de 1969, que reconheceu na nova versão algo mais próximo da obra escrita.

A edição brasileira vem com a recomendação de Donna Tart (autora de A História Secreta, que inclusive gravou o audiobook da obra para o mercado de língua inglesa), também do Washington Post, New York Times Books Review, Newsday, etc.

Mas vamos ao que interessa: Mattie Ross, a narradora, é uma corajosa garota de catorze anos que contrata um agente policial, Rooster Cogburn, para caçar o assassino do pai, que também lhe roubou os poucos pertences. Participa igualmente da empresa em território indígena, um caçador de recompensas, LaBoeuf. E daí pra frente é só aventura...

Mattie tem tiradas e sacadas inteligentes, quase sempre bem-humoradas, e é também uma pequena filósofa e observadora, capaz de emitir opiniões definitivas sobre pessoas, lugares e coisas, sem, entretanto, deixar de reconhecer que às vezes se enganou redondamente em seus julgamentos ou pensamentos. É também uma ótima negociante, especialmente quando se trata de cavalos, sabe ler e escrever muito bem. Fora seus conhecimentos de contabilidade...

E num dos melhores trechos do início do livro, depois de sentir-se mal-atendida por um funcionário público da Louisiana, ela desabafa: “[O funcionário]... se sentia todo inchado por causa de seu cargo. É de se esperar desse pessoal federal, e pra piorar aquela turma [os policiais federais] era republicana e não dava a mínima pra opinião do bom povo do Arkansas, onde são democratas.” Estivesse viva, Mattie certamente seria eleitora de Barack Obama.

Bravura Indômita é uma história bem-humorada de ponta a ponta, mas que não deixa de ter certo suspense, muito tiroteio e igual derramamento de sangue. E, de quebra, bem perto do final, uma cena cheia de cascavéis num buraco escuro, pra fazer a gente tirar o pé do chão no cinema ou em casa.

Todo o livro é escrito em linguagem popular (a tradução é muito boa: os personagens falam como se estivéssemos no Velho Oeste; aquele que o cinema criou em nossas cabeças), prende bastante a atenção e constitui uma boa opção de leitura descompromissada e divertida – ideal para esses infinitos dias chuvosos de fevereiro. Merecia uma nota 4,5, por aí.

Lido entre 18 e 23/02/2013.
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dãozinho 05/01/2014

Maldita capa!
Detesto esses livros que tem como capa o cartaz/capa do filme! Mas como o filme é muito bom (e não seria diferente sendo dos Coen), então tá valendo.

Livraço, que você mata rapidinho.
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Coruja 27/04/2011

Para começar falando de Bravura Indômita, tenho que dizer que estou com o original, com John Wayne no papel principal. E, como perdi o novo no cinema, vou ter de esperar até que saia em DVD. Não tendo assistindo nem um nem outro, obviamente não tecerei comentários sobre as versões cinematográficas - ao menos, não por enquanto.

Sobre o livro, contudo, posso dizer alguma coisa. E digo que ele é muito, muito bom.

Não sou uma grande fã de histórias narradas em primeira pessoa, mas Charles Portis acertou em cheio ao contar essa específica história na voz da teimosa (e põe teimosa nisso) Mattie Ross.

A sacada de gênio do livro é a linguagem em que ele é escrito, num discurso livre que soa como se você estivesse escutando a história da boca de Mattie - já uma velha solteirona - sentado no alpendre da casa dela, observando a paisagem e tomando alguma coisa gelada para suportar o calor do Velho Oeste.

O problema de histórias escritas em primeira pessoa é exatamente aí: na maior parte das vezes, elas são contadas na voz do autor, não do personagem que supostamente estaria falando. Elas não se coadunam com a cultura desse personagem, com o que ele realmente sabe e viveu. Não deixam entrever a personalidade daquela pessoa.

Mattie Ross, nossa protagonista e narradora, conta como, muitos anos antes, aos 14 anos, tem o pai assassinado. Apesar da idade, a menina é madura, tem um forte senso de justiça, uma ótima cabeça para números e um sério problema de teimosia. Uma vez que ela acha que, pelos meios oficiais não conseguirá levar o assassino para a forca, contrata o agente Rooster Cogburn - que é tanto um bêbado decaído quando um dos mais implacáveis perseguidores dos criminosos da área - para dar conta do serviço.

Pelo caminho, aparecem agentes federais, bandoleiros simpáticos, juízes ferrenhos, seguidos de mil e uma reviravoltas, e recheados de um delicioso humor negro. Para quem gosta de um bom faroeste, Bravura Indômita é um prato cheio, com personagens bem construídos e um enredo não apenas envolvente como também surpreendente. Fora que é leitura rápida, para uma tarde de domingo... e, no meu caso, bebendo um chá mate gelado!
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Larissa Lorena 09/04/2013

o leitor fica preso à história do início ao fim, mas eu ainda assim esperava mais do livro...
ricardo 07/12/2017minha estante
tipo o que vc esperava?




Giovanni 27/04/2011

É um livro muito bom!!!
É um legitimo roteiro de livro, fácil de imaginar as cenas!!
A história é contada por uma menina muito inteligente de 14 anos chamada de Mattie Ross que se destaca por sua inteligência, que indignada pelo assassinato de seu pai contrata o agente federal Rooster Cogburn, que é um legitimo cara durão, e nesta empreitada ganham o reforço de um policial "Ranger" dos Texas chamado de LaBoeuf que vem embusca da recompesa, pois o assassino Tom Chaney num passado próximo tinha matado um senador de outro Estado.
E assim juntos partiram no encalço deste assassino passando por perigos e dificuldades, até que por acidente se deparam com este assassino e nesta luta todos perdem algo.
O final do livro é diferente do convencional.
Gostei do livro e agora to com vontade de ver o filme.
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aarrgh 03/04/2015

Bravura Indômita
Mattie Ross é uma menina de 14 anos que busca justiça pela morte do pai. Ousada e de língua afiada, ela consegue o que quer com muita determinação, e, é claro, bravura indômita.

Mas não é apenas Mattie que possui bravura, afinal ela não teria chegado onde chegou se não tivesse contratado os serviços de Rooster Cogburn por cem doláres (depois de muita barganha) e ter aturado a companhia de LaBouef, homem que procurava o tal de Tom Chaney havia já quatro meses.

Tom Chaney é o covarde que meteu uma bala em seu pai.

É uma boa história de faroeste, uma aventura de estrutura simples, uma heroína com um objetivo, dificuldades na estrada, as velhas paradas para comer e dormir ao relento, e, é claro, um clímax de tirar o fôlego.

Recomendado para quem quer uma companhia numa tarde entediante, ou um livro para se levar pra vida toda.
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Matheus 24/05/2015

Ao acompanhar a jornada de Mattie Ross por sobre o território indígena atrás do assassino de seu pai, acompanhada de duas figuras que vocês jamais imaginaria na companhia de uma garota de 14 anos, você tem contato com uma história de coragem verdadeira, realmente inspiradora e empolgante, onde algo que a própria personagem cita várias vezes durante o livro, que é a fibra moral, é colocada a prova em vários momentos. Tanto a dela quanto a de seus companheiros, representantes da lei que mais parecem preocupados em recompensas financeiras do que em fazer cumprir a lei ou em ajudar a garota. A condução da história é magistral. O livro é escrito de uma forma bem leve e de fácil leitura, que faz com que da metade para o final as páginas praticamente se virem sozinhas, com você incapaz de parar de ler. E o clímax da história é digno de um grande filme de velho oeste, te deixando realmente tenso quanto ao destino dos personagens, por mais detestáveis e falhos que eles sejam (no caso dos representantes da lei). Ótima leitura, recomendada a todos, mesmo aqueles que já tiveram contato com as versões para o cinema da história. Isso não tira em nada o valor deste grande livro.
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Nathan 05/01/2013

Resenha: Bravura Indômita
Bravura Indômita foi uma grande surpresa para mim, pois foi um livro que escolhi aleatoriamente na livraria, para algum dia eu ler.

Chegando em casa, fui procurar informações, resenhas a respeito de outros livros que tinha compro e acabei procurando sobre ele também, e descobri que o livro é bem antigo, de 1969 e que já tinha virado filme, tanto é que a capa do livro, é baseada no filme, o remake 2010. Com isso minha curiosidade aumentou muito e comecei a ler o livro na mesma hora.

O livro é narrado em primeira pessoa, por uma menina de catorze anos, em que você não sabe o nome, inicialmente, não sabe como ela é fisicamente, mas o autor deixa você imaginar, de como ela séria, através de suas falas, atitudes e pensamentos. Uma menina forte, inteligente, persuasiva, determinada e madura, pela idade que tem. Mas uma criança, primeiramente.


Mas sua filha vai querer vingança, e vai atrás de Tom, com ajuda de um federal, e é onde entramos em um mundo violento, para homens, e sentimos o que era o antigo faroeste.

“É uma pena que não possam enforcar o sujeito umas três ou quarto vezes.”
Página 97

A narrativa de Charles é maravilhosa. Ele soube muito bem, prender o leitor a cada página, sendo impossível larga o livro, só mesmo, quando finalizado. O humor presente é fantástico, impossível lê-lo e não dar boa gargalhadas, tanto nos diálogos quanto em algumas cenas presenciadas por nossa protagonista.

Bravura Indômita, inicialmente, foi um tiro cego, mas em pouco tempo, foi um tiro certeiro. Leitura mais que recomendada, prazerosa, divertida, com personagens maravilhosos, diferente da maioria dos livros atuais.

Bigode de Leite/ http://bigodeleeite.blogspot.com.br/
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Dose Literária 30/10/2013

Uma tempestade indomável chamada Mattie - Bravura Indômita, de Charles Portis
Sensacional! Essa é a palavra e o sinal de pontuação exatos para fazer referência ao romance Bravura Indômita (original True Grit), do norte americano Charles Portis. Do começo ao fim, não consegui deixar de me impressionar com a protagonista de quatorze anos, a destemida Mattie Ross. É preciso ter ressonância dentro e fora do peito para encarar uma identificação tão profunda como a que senti pela Mattie.


A história é a seguinte: O pai de Mattie é assassinado por um cara chamado Tom Chaney, sujeito que foi ajudado pelo pai da garota. Ao saber da morte do pai, Mattie parte em busca do corpo - a fim de realizar os procedimentos do enterro e transporte - e, principalmente, para vingar sua morte. Para isso, ela contrata os serviços do agente federal Rooster Cogburn, conhecido pela truculência e por ser "um homem de fibra", mesmo possuindo apenas um olho (o agente ficou caolho em combate). Cogburn também nutre o hábito de beber além da conta, mas isso parece não atrapalhar o exercício de suas atividades. Mattie e o agente federal contam com a ajuda do ranger texano LaBoeuf, outro sujeito ríspido e que faz a jovem garota "comer uma volta", como dizem por aí.

Juntos, o trio dispara no encalço de Chaney, encontrando muitos outros obstáculos no caminho. A cavalgada é longa, a comida escassa e a dureza nas ações e sentimentos é uma questão de necessidade. O livro narra uma jornada fantástica, onde descobrir os limites do corpo é como olhar para um abismo ou para um riacho, depende do rumo que você decide seguir. continue lendo em http://www.doseliteraria.com.br/2013/10/uma-tempestade-indomavel-chamada-mattie.html
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Herandy 02/08/2011

Um livro, que posso dizer sem medo nenhum, diferente de todos os outros que se encontra por ai sobre faroeste. Primeiro destacamos a linguagem predominante nele, narrado em primeira pessoa o autor nos leva ao tempo do auge da corrida para o oeste com sua linguagem tipica e marcante daqueles tempos.
O autor não se apega aos clichês normalmente vistos em livros assim, personagem com personalidade própria que você não espera o que pode ser feito a seguir. Me prendeu do inicio ao fim, coisa rápida de se ler, e que vale muito a pena de se adquirir. Livro recomendadíssimo.
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Van Trintin 21/07/2011

Bravura Indômita
O começo do livro é um pouco chato, mas depois ficou bom! A narrativa por fim me prendeu.
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Perola 21/08/2011

Bravura Indômita

Foi o primeiro livro que li nesse estilo, gostei da historia.

Mattie Ross,tem coragem e é determinada, mesmo depois de perder o pai assassinado por um empregado, foi a luta pra conseguir o que queria .
Sozinha em uma cidade estranha com pessoas que nem conhecia, exigiu seus direitos, conseguiu vender os poneis que o pai havia comprado , recuperou os poucos pertences do pai, contratou Rooster Cogburne e teve também a ajuda de LaBoeuf pra caçar Tom Chaney.

Quer saber como termina a historia. Sugiro que leia o livro, eu gostei.
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Maria Eliete 05/03/2018

Gostei mais do filme.
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RickBragaHQ 03/06/2017

Que livro delicioso
O filme considero um ótimo western mas "lê-lo" foi uma experiência melhor ainda. Excelente!
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