Requiem

Requiem Lauren Oliver




Resenhas - Requiem


11 encontrados | exibindo 1 a 11


Jojo 13/05/2013

Eu acho que deu preguiça... no autor.
A pessoa escreve três livros e aí desiste?

Foi muito o que pareceu... Se vocês querem se lembrar, eu adorei Delirium. Pandemonium sofreu com a maldição do segundo livro, mas mesmo assim, ele empolga. Requiem? Uma bagunça.

Um dos piores problemas é a inconsistência da reação dos personagens a tudo o que acontece. Lena passa a metade do tempo com raiva de todos e confusa. A confusão é compreensível. A agressividade, não. Lena nunca foi passada como uma pessoa agressiva, mas é a sua reação na maior parte do livro.

O pior é Alex. A sua reação a Lena é completamente esquizofrênica. Entendo que a situação seja escrota. Mas, não foi diretamente culpa da Lena o que aconteceu com ele. E ele a amava tanto, mas tanto. E, agora, nada? É esquisito. Você se envolve com os personagens porque acha que os conhece. Aí eles mudam completamente e a autora espera que a gente se importe tanto assim no decorrer de um único livro? Difícil. E frustrante também.

E a única mudança que seria inteiramente compreensíve, a de Hana - já que ela foi curada - é das poucas personagens que conseguimos ainda perceber a personalidade dela. Como se ela mudasse mas, mesmo assim, ainda fosse ela. Ela fez com a Hana o que deveria ter feito com todos os outros personagens.

O único personagem que é consistente com o que conhecemos é Julian. E, sinceramente, ele é o único personagem que gosto nesse livro.

Mas, o pior...

Olha, entendo que um autor possa deixar um final aberto para que o leitor imagine o que acontece no final de tudo. É até bom isso. Incentiva a criatividade, a análise crítica e o quanto, realmente, o leitor se envolveu com a história e conhece os personagens. Porque quando você sente que conhece as coisas, é fácil se colocar no papel do autor e "terminar" a história.

Claramente, não é isso o que acontece com essa série. O final é tão, mas tão "jogado" na cara do leitor que só o que sobra é frustração. E, com todos os problemas de consistência que o livro tem, fica difícil imaginarmos o fim ou entendermos o lado "poético" do que ela está tentando mostrar.

Até porque, nada fica claro. Sim, entendemos um monte de coisa. Mas, a questão principal: "será que o amor realmente vale a pena por todo o sofrimento que ele pode causar?" não é respondida. Tipo, eu sei o que EU acho. Mas, até agora, não sei o que esse livro quis me contar.

Na minha opinião, Lauren Oliver se enrolou toda ao escrever esse livro, viu que já tava grande (mas sem nada de verdade estar acontecendo), cansou e pensou: "acho que vou deixar assim, desse jeito que tá".

Ou seja...

Essa é a série com mais potencial com um fim mais #fail que já li. Se já está lendo, provavelmente vai querer terminar e essa resenha aqui até ajude você a gostar mais, já que vai diminuir sua expectativa. Tá, o livro não é horrível, ele continua a história e é razoavelmente bem escrito. Mas é de uma frustração tamanha. Eu juro que tô esperando ela anunciar que vai ter o quarto livro.

Se você ainda não começou a ler, leia os dois primeiros e depois vem aqui que eu tenho conto o que acontece no terceiro.

Tem uma tentativa de explicação...

No blog da autora ela tenta explicar o por que desse final. E é exatamente o que eu disse acima, ela quis dar abertura para cada um poder terminar do seu jeito.

Ela só esqueceu que para isso funcionar, as pessoas tem que conhecer os personagens...

Enfim...

PS: Essa e outras resenhas em www.asletras.com.br
Amy 15/07/2013minha estante
Concordo totalmente com você. Ela deixou inúmeras pontas soltas nesse final, mesmo que a intenção dela seja ter deixado para a imaginação de cada leitor. Deixou o romance sem solução, e a tal da revolução também. Ela se perdeu completamente nesse final. Também tenho esperança de que ela escreva um quarto livro, onde explique o que aconteceu com os Inválidos, como será a convivência deles com os curados... Muita coisa ficou sem explicação.


Karina 11/06/2014minha estante
Oi jojo, você disse que depois que ler os dois primeiros que você conta o terceiro, quero que você me conte rs Como faço ?


Yassui 04/07/2015minha estante
Concordo com você, sério! Adorei o primeiro livro; gostei do segundo ( mesmo achando desnecessário alguns acontecimentos), entretanto, o terceiro livo tem sido frustando. Não terminei a leitura, e confesso, estou quase desistindo. Mas vou tentar concluir, quem sabe muda alguma coisa...




Sarah Warman/ @travelholic_sarah 21/03/2013

Eu sei que muita gente, vai se decepcionar com o final desse livro, mas eu confesso que amei. Leia o livro com a mente aberta, e talvez gostara, do mesmo jeito que eu gostei!!!!
Katty 25/04/2013minha estante
Eu sinceramente achei o final muito atropelado e em aberto.
Fiquei muito frustrada com o que a Lauren Oliver fez.


Sarah Warman/ @travelholic_sarah 26/04/2013minha estante
Com certeza gostaria o livro 4, para explicar mais, quem sabe a serie faz sucesso na tv, aí a autora escreve outro livro e continua a história. :)


Natália 04/05/2013minha estante
Acho que ela não soube o que fazer com o triângulo amoroso. O livro fodamente fantástico o tempo todo, mas esse final foi muito BLEH :(


Carissinha 11/05/2013minha estante
O engraçado é que eu amei o final. Algo que me fez gostar mais ainda do livro foi o final, a maneira como ela não entregou tudo, deixou para nossa imaginação. E o texto final é lindo.

Mas leria com prazer um quarto livro.


Louyse 04/06/2013minha estante
gente, alguém tem o livro em pdf traduzido?


Mille Siqueira 20/09/2013minha estante
Também não gostei do final.. Foi muito tenso o livro pra um final daquele. Ela não precisa entregar tudo, mas ao menos deixar uma pista a mais, dar uma pincelada e não deixar nossa imaginação tão solta.

E aquele conto final era pra se transformar em um livro. Que perfeito seria na visão do Alex! *-*


Geovana 21/11/2013minha estante
Ela deixou bastante a imaginar! E acho que ao longo da trilogia ela nos fez conhecer bastante os personagens! Eu acho que ela deixou meio óbvio que Lena ficaria com Alex, porque ela já tinha dito que nunca amaria mais Julian do que ela ama Alex e Alex beijou ela e disse que n desistiria dela e enfim... ela só não deixou beem concluido! Amei o fim! Me deixou com uma ressaca literária, mas ok!




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Alyssa Carolina 21/06/2013minha estante
Concordo plenamente com seu ponto de vista: o Alex, definitivamente, NÃO deveria ter voltado. Eu amei o Julian logo de cara, e isso não aconteceu com o Alex quando li Delírio. Pra mim, ele sempre foi algo necessário para que tudo acontecesse, mas não indispensável, como foi provado em Pandemônio. Mas a notícia de que o fim da história traz grandes reticências que serão preenchidas ao bel prazer do leitor me deixou um pouco mais animada e desanimada ao mesmo tempo. Posso imaginar à vontade que a Lena e o Julian ficaram juntos, mas também sem ter essa confirmação impressa no papel. Mas a questão do triângulo amoroso (muito) desnecessário não é o que está me deixando louca para ler esse livro, mas sim, a batalha final... E a volta da Hana, que tinha virado praticamente uma sombra... Adorei sua resenha. Traduziu tudo o que eu queria dizer desde que terminei o segundo livro.


Natália 10/07/2013minha estante
Obrigada por tudo, Alyssa! Eu acho que é covardia da autora deixar essa questão tão importante pros leitores. Pra mim, ela não quis encarar a repercussão que isso ia dar e não deu a cara tapa, o que me decepcionou bastante. Espero que a experiência seja mais agradável pra você rs




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Carissinha 13/12/2013

Arte, de qualquer tipo, é algo interessante. Seu valor depende de variados fatores, e seu poder de atingir as pessoas é variável. A minha vivência, meu conhecimento, meu gosto pessoal e o momento que vivo vão influenciar no quanto um trabalho artístico vai ou não me atingir, incomodar, fazer pensar e até amar.

Como é uma forma de expressão artística, a literatura é assim. O poder que um livro exerce sobre mim não necessariamente será igual ao que exercerá em minha mãe ou qualquer outro leitor.


Desde o lançamento de Delírio que a trilogia criada pela Lauren Oliver divide opiniões. Alguns amam e outros detestam.

Com Réquiem não foi diferente. Existem leitores que não gostam do último livro da série, eu não faço parte do grupo. Mais uma vez a escrita poética, profunda e ao mesmo tempo crua e direta da autora me cativou.
Adorei a narrativa, os capítulos alternando entre Lena e Hana. São duas personagens diferentes, com vidas e visões de mundo que seguem rumos distintos e nos dão relatos únicos.

É um livro cheio de ação, com doses de crueldade e espaço para reflexão. Acredito, inclusive, que a autora abre tanto espaço para o leitor imaginar e tirar suas próprias conclusões que muitos não gostaram. Já deixei claro que não é o meu caso.

Eu gostei bastante. E os últimos parágrafos do livro mexeram profundamente comigo e me emocionaram bastante.

Tenho certeza que muitos não pensarão como eu. Sei que alguns ficarão bem decepcionados com o final. Para mim, diferente do que imaginava, foi uma grata surpresa.

Ah! Fiquei com uma ressaca literária terrível quando terminei. Só conseguia pensar no final do livro. Talvez isso aconteça com você. eu soube de outros casos.

site: www.carissavieira.com
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Laura Machado 26/07/2017

Quase perfeito
Existem duas razões para eu não ter dado cinco estrelas para este livro. A primeira delas é que metade dele é um pouco sem graça. Os capítulos são intercalados entre o ponto de vista da Lena e o da Hana, o que é sempre uma boa ideia (me faz ler mais rápido!), mas, pela primeira metade do livro, parece que nada acontece direito na vida de nenhuma das duas. Ou seja, apesar de ter teoricamente duas protagonistas, não tem nenhum enredo. Somente depois da metade que começa a ter um foco, um objetivo, na vida da Hana mais do que na da Lena. O que mais incomoda na vida da Lena é que foi mais do mesmo, da parte dela sobrevivendo nos Wilds. Isso já foi explorado até o limite no segundo livro, estava na hora de ter outro foco nesse, sabe? Eu esperava uma revolução um pouco mais organizada, um pouco mais Jogos Vorazes.

Eu acho que a autora sentiu a necessidade de ter que explicar esses momentos e não conseguiu fugir disso, principalmente pela ideia que ela já tinha dado dos Inválidos nos livros anteriores. Tudo bem, até entendo, na verdade. Mas quando quase o livro todo é feito de capítulos aparentemente "de transição", é difícil sentir que é o último livro, o grande clímax da trilogia.

Eu tirei meia estrela por esse começo parado e mais meia porque claramente faltou um epílogo nesse livro! Quer dizer, eu amei o final! Amei de verdade, amei o jeito que a Lena encontrou a Hana, a última cena delas, amei o encontro com um certo cara no final, a última cena, a última parte, maravilhosa, que me fez chorar. Amei muito o final. Mas ele é um final lindo para um capítulo, não uma trilogia (principalmente uma distopia!). Delirium merecia um epílogo explicando mais da sociedade, como mudou! Pelo amor de deus, você não pode escrever uma trilogia distópica maravilhosa dessas e não me contar como o mundo ficou depois!

Não considero isso um defeito, foi uma escolha da autora. Mas o livro só teria ficado perfeito se tivesse sido completo!

De qualquer jeito, eu amei a trilogia, estou muito feliz de ter lido e vou seguir agora esta autora, porque ela escreve muito bem e tem ideias maravilhosas! Mas, antes de ir para o próximo livro dela (quero muito ler Replica!), vou ler as histórias extras de Delirium! Estou louca para ler a do Alex!
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Ju 01/12/2015

Somos livres inclusive para escolher o que é errado
Ao contrário dos livros anterios, em Requiém a história é contada sob pontos de vistas diferentes: dos Inválidos por Lena, e dos Curados por Hana. E as coisas boas já começam aí. Nos primeiros livros ficamos sabendo de tudo sob o ponto de vista de uma pessoa que não passou pela intervenção, e aqui temos a oportunidade de conhecer o outro lado.

Tanto no lado curado quanto na Selva, o clima é tenso. Os reguladores romperam a linha imaginária que separava o mundo curado daquele doente, estão entrando na Selva, e ninguém mais está seguro. Lena, está na Selva depois do ocorrido em Nova York e ao mesmo tempo em que enfrente uma luta diária pela sobrevivência, vai tentando organizar seus sentimentos em relação a Alex e Julian. Enquanto Hana, a nova narradora está se preparando para o seu casamento com o filho do prefeito, Fred Hargrove, que em breve será o prefeito de Portland.

Hana, apesar de curada é assombrada por sonhos e por sentimentos de culpa que deveriam ter sido eliminados após a cura mas, apesar de todas as mudanças em seu temperamento e em seus sentimentos, ao que parece a cura não funcionou completa e perfeitamente como deveria. E por vezes a vemos questionando a cura, já que esta deveria lhe trazer a paz eterna e não é o que está acontecendo... Continua >>> http://entrereaiseutopias.blogspot.com.br/2014/06/resenha-requiem-quotes.html

site: http://entrereaiseutopias.blogspot.com.br/2014/06/resenha-requiem-quotes.html
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