O Reverso da Medalha

O Reverso da Medalha Sidney Sheldon




Resenhas - O Reverso da Medalha


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Inugami 23/07/2009

Nunca tinha ouvido falar desse autor, até a Jû e Maris me apresentarem.

-Muito prazer, Sr Sidney Sheldon

Depois disso, fiquei sabendo que ele é um puta de um autor renomado entre os leitores. E eu nem sabia.

Ok.
Pedi uma sugestão das mesmas pessoas que me comentaram dele e esse foi o primeiro. Tomara que de MUITOS.

No inicio eu fiquei com a impressão de ser um plágio de O Conde de Monte Cristo, mas só a primeira parte é parecida. PARECIDA apenas.
Aí a história se desenrola dentre 4 ou 5 gerações, onde a epopéia da família Blackwell, seus podres e suas glórias são contados através de 100 anos de história.
Kate Blackwell é a dona do livro, mas pra mim quem teve mais brilho foi Jamie. :)

Um livro fascinante de suspense e armação que tem mais reviravoltas que novela mexicana quando começa a ficar sem assunto e tem mais 3 meses pra terminar.
Ficaria ótimo em filme.
Carol 21/01/2013minha estante
Mas existe um filme, sabia? ele é muito antigo. Comecei a ver, mas não achei dublado e não manjo muito de inglês.




Iara Paula 29/05/2010

Perfeito.Não existem palavras que possam definir essa obra prima.Sidney Sheldon mais uma vez dá um banho em seus sucessores que tentam se igualar a mente de seu mestre.Mas eles não compreendem que isso é impossivel né?Tá pra nascer um escritor que seja tão sagaz e audacioso como Sheldon.Ele não vacila em nenhum momento e na maioria das vezes deixa o leitor sem ter a minima idea do que possa acontecer por mais que se especule.Sheldon é nota 1000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000!
PS:Adorei o final de Eve,melhor impossível.
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Natália 06/10/2012

Sou uma adoradora da arte do autor Sidney Sheldon, que escreve com naturalidade e facilidade, fazendo-nos amar e odiar seus personagens...
O Reverso da Medalha é um dos melhores livros do autor e com certeza, um dos melhores que li. O drama que cerca essa família é tão envolvente que
me fez sorrir, chorar, amar, odiar e defender seus personagens.
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Vandejer 22/08/2010

Leitura obrigatória
O Reverso da Medalha é de longe uma das obras mais fortes e bem montadas do gênio que Sidney Sheldon foi. E com certeza, uma das grandes obras da literatura romancista. O livro está marcado por personalidades fortíssimas, apaixonantes, eu deveria dizer.
A mais forte delas é sem dúvida, Kate Blackwell, o sobrenome indica um 'bem negro', e acaba por indicar de uma forma geral a personalidade de tão intrigante personagem. Ela manipula, joga, ama e é fria, e tudo ao mesmo tempo. Você percebe, conversando com os leitores, que Kate é ao mesmo tempo a mais amada e a mais odiada.
É absolutamente um grande livro que consegue facilmente marcar o leitor de forma forte e altiva.
Leitura obrigatória para os amantes da literatura.
Day 13/06/2013minha estante
Como dizem, concordo com vc em gênero, numero e grau. Li esse livro a uns cinco anos mas é, e vai continuar a ser um dos meu preferidos.




Cris Compagnoni 02/12/2011

É só pegar um livro do Sidney Sheldon nas mãos que lembro do que uma amiga (profissional da área das letras) certa vez disse: que a obra dele é “literatura fest-food”, pois segundo a crítica é sem qualidade e puramente comercial. Não ligo, adoro as suas histórias do mesmo jeito, leio porque gosto e não por que algum crítico diz que é bom.

O conceito “literatura fest-food” não se enquadra nesse livro no quesito velocidade de leitura, não por ser complicado de entender por que não o é; mas é muito extenso, também, relata a história de várias gerações da família McGregor, desde o primeiro diamante que originou a fortuna até as conseqüências que o dinheiro trouxe com ele, como a ambição, cobiça e a inveja.

Jamie McGregor foi um escocês que migrou à África do Sul. Ele foi explorado por um holandês, e quase morreu. Ajudado por um africano, arriscaram a vida para invadir um campo de diamantes, onde conseguiram muitos diamantes. Jamie voltou à cidade em que fora enganado e vingou-se do holandês, construindo um vasto império comercial. Kate Blackwell é sua filha, que casou-se com o administrador da Kruger-Brent (nome do império fundado por McGregor), David Blackwell.

Kate Blackwell conseguiu formar uma fortuna colossal através de suas companhias em vários ramos da economia nos Estados Unidos, teve um único filho e ficou viúva cedo. Ela sempre foi uma mãe ausente, pois a sua preocupação era acumular cada vez mais capital, e a história narra vários problemas que ela tem com o filho.

Anos mais tarde a história gira em torno das netas de Kate, as gêmeas são criadas por ela que pretende acertar com as meninas tudo em que errou com o pai delas. Nesse ponto o autor cai naquele lugar comum das histórias que envolvem gêmeos: sempre têm um gêmeo do bem e um do mal; mas ele se supera quanto as maldades, quanta imaginação!

Através da leitura deste livro, podemos conhecer histórias intrigantes de para conquistar riquezas e poder. Podemos compreender o alto preço pago, inclusive com a própria vida, ao se deixar levar pelo arrogância e soberba que só uma grande fortuna é capaz de proporcionar. Histórias que ultrapassam os limites das relações familiares e que repercutem até na economia de vários países do mundo levando-nos a uma grande reflexão sobre a autonomia econômica do poder financeiro e econômico do petróleo e do auto índice de liquidez das empresas bélicas que se beneficiam com guerras e morte ao redor do mundo.

Sem dúvida nenhuma, podemos tirar uma grande lição de como aprender de forma intuitiva e prazerosa ao passar pelas páginas desse romance fantástico que mistura realidade e ficção a ponto de deixar o leitor sempre atento para verificar o destino de uma senhora ambiciosa que é capaz de sacrificar o próprio filho para centralizar suas riquezas, uma neta também arteira e mal-caráter que entre tantos desmandes e armações conseguem a maioria de seus objetivos financeiros.

O outro lado da história também nos mostra que apesar de possuir grande riqueza é possível ser do bem e que elementos como mau-caráter, ambição e cobiça não tem nada haver com bens materiais como nos mostra outros integrantes da família que é capaz de dar sustentação ao seu patrimônio com competência e honestidade sem usar de meios escusos.

É por essa e outras histórias que continuarei gostando de Sidney Sheldon, sendo “literatura fest-food” ou não; dane-se a “crítica”, pra mim o que conta e o prazer da leitura, a diversão e distração que o livro me traz. Ainda bem que Sheldon nos deixou inúmeras obras!

http://criscompagnoni.blogspot.com/2011/03/o-reverso-da-medalha.html
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Têco 05/10/2009

"Saga emocionante", mas com informações sobre o mundo e as pessoas
Trama cativante e um livro muito gostoso de ser lido, realmente te prende do início até o fim!

Tramas interessantes, cheias de detalhes, de qualidade, ricas, envolvendo coisas do mundo e traçoes de personalidades, muito bem escrito, muito bom de se ler (inclusive nas questões relativas a amor, sexo, relacionamentos, acaba te prendendo e te interessando, devido a riqueza de informações do autor e forma de escrever), e as últimas páginas são eletrizantes, de um suspense incrível e que mexe com você (e o final é fantástico e hilário, mas muito verdadeiro).

Pensei em ler somente este livro do autor porque era o mais bem comentado e muito elogiado, mas ele me cativou, conquistou, pela riqueza de informações que dá na obra, sobre o mundo e suas coisas, sobre as pessoas, e de uma forma muito bem escrita e cativante, envolvendo suspense e situações fortes mas envolvendo coisas do mundo em suas diversas áreas, o que dá o tom de poderem sim ter o tom de verdadeiras (no vasto mundo, ou então tirando-as pras coisas comuns); então me deu um querer de conhecer outras obras futuramente, os títulos das outras obras são bastante sugestivos, como "Lembranças da meia-noite, "O outro lado da meia-noite", "Manhã, tarde e noite", "Nada dura para sempre"...; acho que pode ser uma leitura muito boa de se ter, além de ser uma leitura "bem gostosa", realmente (pra um momento de "retomada" aos livros, então!).
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Fernanda 26/04/2012

"O reverso da medalha" não é um livro ruim. A trama é movimentada, abrange um longo período de tempo e três gerações da poderosa família Blackwell em uma trama de muitas reviravoltas, como é característico do autor. Gostei particularmente da primeira parte da história, que se passa na África do Sul e se foca em James Blackwell, um homem corajoso, perseverante e movido pelo desejo de vingança. Embora o foco do livro de uma maneira geral seja Kate Blackwell, foi James quem achei mais interessante, cheio de qualidades maravilhosas e defeitos terríveis, como só os bons personagens podem ter.

Ora, se a trama é boa e nela há pelo menos 1 personagem memorável (também gostei muito de Margareth), por que apenas 3 estrelas? Admito que o problema neste caso é meu. Não adianta, por mais que eu tente não consigo gostar do estilo de escrita de Sidney Sheldon.

Sim, ele é muito criativo, suas tramas são cheias de reviravoltas, sua escrita não é cansativa e ele consegue prender o leitor. Só que acho tudo muito raso. As histórias se sucedem de forma rápida demais, como se existisse mais de um livro dentro do livro. Como assim? Ora, a trama se desenvolve para um grande acontecimento, o leitor fica na expectativa de que a história está chegando a seu auge. Só que quando o 'grande acontecimento' chega ele ocorre de forma rápida e a trama já está se desenvolvendo para um novo ápice.

Para quem gosta de histórias rápidas, com muita ação e sem perda de tempo com grandes descrições de ambientes ou sentimentos, Sidney Sheldon é o autor certo e "O reverso da medalha" é uma de suas melhores histórias. Mesmo para aqueles que, como eu, não apreciam muito esse tipo de escrita, "O reverso da medalha" é um bom livro para se ler naqueles momentos em que se quer uma leitura leve, sem grandes compromissos.
taiana 05/05/2018minha estante
Ainda estou no começo do livro e estou tendo essa mesma sensação, de ser raso, sinto falta de maiores descrições do ambiente e e dos acontecimentos antes de passar pra o próximo. Há alguns anos li um livro do autor e me apaixonei, hoje não estou gostando tanto assim. Acho que nosso gosto literário vai mudando com o passar do tempo e contato com outros tipos de escrita.




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Haylane 16/09/2011

"Ambição, luxúria e cobiça.
Kate Blackwell só joga pra ganhar.
Tão fatal quanto os diamantes que fizeram sua fortuna."

Emocionante do princípio ao fim: a chegada de Jamie à Africa do sul, o achado do primeiro diamante na praia da Namíbia, as ruas boêmias de Paris, as mansões imponentes da Inglaterra, as salas de reuniões da alta sociedade, as alcovas da América, até a família Macgregor se tornar a elite européia dona de um vasto império comercial que se expandia cada vez mais, de acordo com os planos da ambiciosa Kate Blackwell, que a meu ver, é uma das mulheres mais fortes da literatura.

Embora seja a manipuladora Kate a protagonista do livro, minha atenção se voltou mesmo para Jamie e sua luta solitária...

Ah, e a vingança! Eis um livro que retrata a vingança em seu esplendor, quando é justamente realizada, e a sangue frio.



Geovana 31/08/2012minha estante
Ameeei a parte de Jamie , não gostei muito da de Tony e ameeeei o final de Eve (apesar de ter ficado com um pouco de pena) ... no começo não dei muito por ele não ... maaas , existe algum livro de Sidney Sheldon que não seja bom? Impossiveel!




Ersiro 03/06/2017

A SAGA DE UMA FAMÍLIA ENVOLTA PELO PODER
Sei que li outros livros quando criança ou até mesmo quando adolescente que não me lembro do título para adicionar aqui no Skoob como lido, mas quando notei que o próximo marcado como lido seria o centésimo, percebi que TINHA QUE SER UM LIVRO ESPECIAL. Não pensei muito ao escolher um livro do meu autor favorito, Sidney Sheldon, e escolha mais especial que essa, pra mim, não há. Acompanhar a saga da estirpe McGregor/Blackwell foi uma experiência muito gostosa de se ter e acompanhar a saga de uma família me remete automaticamente à Cem anos de solidão, ainda que as duas histórias sejam COMPLETAMENTE diferentes uma da outra.

A estória inicia com o jovem e sonhador Jamie McGregor à procura do enriquecimento na África do Sul do século XIX, quando a exploração de pedras preciosas fazia a cabeça de muitas pessoas em todo o planeta Terra. É a partir dessa premissa que se desdobra a árvore genealógica da família que o leitor acompanha durante todo o livro.

Não são poucos os personagens em O reverso da medalha. A construção destes foram bem feitas ao ponto do leitor ver claramente que nenhum deles se assemelha com o outro. Você pode até se esquecer do nome de um, mas não sua individualidade. Assim como existe a ideia de trevas não se misturar com luz ou óleo com água, a personalidade de cada personagem é contrastante do outro. É interessante ressaltar também da mudança e/ou adquirimento de características nas fases da vida de cada um, culminando em construção ainda mais focada.
A geração que mais gostei de acompanhar foi a primeira, com o fundador da Kruger Brent Ltd., Jamie McGregor, que, ao meu ver, foi onde o autor dedicou um cuidado maior, sem grande pressa para construir a parte da história. Nas demais partes não seria justo, de minha parte, dizer que são corridas, mas digo que são mais diretas, com saltos de tempos em frequências maiores. Porém nada disso decresce a nota máxima que dou ao livro.
Se dividir o livro em três partes, diria que a primeira (que vai de Jamie ao começo de Kate) é mais demorada; a segunda parte começa a correr um pouco; e na última, várias coisas acontecem com um simples gesto de passar para a próxima página.
Também gostei muito da era Kate Blackwell. Kate é a possível personagem que você ama ou odeia. Entretanto prefiro dizer que é uma mulher muito forte, engenhosa, voluntariosa e corajosa — isso desde criança! Uma mulher obcecada em fazer de tudo para manter e conquistar cada vez mais para a gigante Kruger-Brent, até o momento deste conglomerado não precisar ser sustentado por ela, mas sim ela ser sustentada por ele.
"Kate não sabia exatamente quando acontecera, mas, em determinado momento de sua vida, a companhia se tornara a senhora tora, enquanto ela virava uma escrava. A companhia a possuía mais do que ela possuía a companhia." p. 271.

Os últimos acontecimentos alavancaram a emoção e pediram para colocar o cinto e se segurar. Finalmente o foco nas gêmeas Eve e Alexandra ganhou um gás.

Vejo o poder como o foco do livro. O que é, o que faz e suas consequências. Tudo na obra — os acontecimentos, etc. —, o poder está sempre ali por trás, presente em sua forma mais imponente, porém eternamente discreta — ou escancarada, mesmo.
"Estava envolvida em algo além da imaginação. Nada tinha a ver com dinheiro ou realização pessoal, mas simplesmente com poder. Um poder que controlava as vidas de milhares de pessoas, em todas as partes do mundo. Assim como a vida dela fora outrora controlada. Enquanto ela tivesse poder, nunca precisaria realmente de ninguém. Era uma arma terrível, como ninguém podia imaginar." p. 272.
Talvez a maioria dos livros que já li de Sheldon dizem sobre isso. O Poder.

Não posso me esquecer de mencionar que a frase final de Kate definitivamente lacrou com chave de ouro o livro!
É uma história muito boa, ainda que tenha sentido falta de maior adrenalina. Vale muito a pena conhecê-la!
Não se tornou a minha favorita de Sheldon. Primeiro lugar pertence à deusa Tracy Whitney em Se houver amanhã e dali nenhuma outra anda tendo sucesso em tirá-la.

Abraços e boa leitura! :) ♥
Lidia 08/10/2017minha estante
Nem com 90 anos ela não desistiu de manipular kkkkkkk mas gostei da punição da Eva assasina kkkkkkk poderia ser melhor , tinha que ter sido enforcada ou coisa do tipo mas o dinheiro compra tudo hahahaha mas gostei do final.


Ersiro 10/10/2017minha estante
Sim, Lídia, e aquele final mostra que no fim, a quase centenária continuou firme em suas manipulações, ahahhahahah. Gosto de Sheldon porque ele dificilmente (que eu me lembre) faz os personagens sofrerem morte hedionda, ele sempre dá um jeito de deixar a punição marcada nas vidas dos coitados e faz com que fiquem gravadas em nossas mentes e dê aquela satisfação: bem feito!, aushuashuahs


Lidia 10/10/2017minha estante
Muito bom!!!! Terminei de ler tbm o Plano perfeito gostei muito se você ainda não leu te recomendo, adrenalina pura kkkkkll


Ersiro 10/10/2017minha estante
Já li sim, com a incrível Dana Evans e Kemel s2. Eu recomendo ler O Céu Está Caindo, que é a continuação de O Plano Perfeito, porém completamente focado em Dana. É muito bom também!


Lidia 11/10/2017minha estante
Vou tentar baixar, obrigada pela dica. Bjs


Lidia 11/10/2017minha estante
Consegui baixar mas no momento estou lendo Um estranho no espelho assim q terminar vou ler o céu está caindo obrigada pela dica.bjs




Zem 22/05/2016

Iniciação Honrosa
O Reverso da Medalha foi o meu primeiro livro adulto que li.
Eu tinha cerca de 11 anos quando minha mãe decidiu lê-lo pra mim antes de dormir. Eu não gostei da idéia de alguém ler "historinhas" pra dormir, mas minha mãe foi taxativa. Todo dia ela lia umas 10 páginas desse épico,dessa saga surpreendente da família McGregor/Blackwell.Eu fiquei vidrado(na verdade fiquei vidrado em todas as 4 vezes que reli esse livro). Um universo tão rico e grandioso, personagens tão intensos, humanos e complexos... Enfim antes de perceber, eu já ia deitar, só para ouvir as aventuras de Jamie e seu parceiro Banda.
Quando íamos chegando próximo da página 100,onde se desenrolam algumas das mais marcantes e emocionantes cenas da primeira parte da saga, minha mãe(esperta e dissimulada) anunciou que não iria mais ler pra mim. Eu nem me abalei. Tomei o livro pra mim é o devorei em poucos dias, iniciando assim meu vício por leitura.
Foi a primeira vez que eu prefiri ler do que sair pra brincar, ou pra jogar vídeo game. Terminei o livro é quis mais, muito mais.

Se eu recomendo esse épico? Sem sombra de dúvidas! A narrativa vai transitando pela geração da família Blackwell e quando você acha que não poderia melhorar a próxima geração surge e evolui ainda mais a história!! Esse é um livro pra quem curte drama, intriga, aventura e suspense ... Enfim para os amantes da boa leitura.
Karioka de Sampa 01/07/2016minha estante
Zem! Que demais sua experiência quanto ao livro.
Sei muito bem o que sua mãe fez porque fiz com meus filhos;
Fiquei viúva aos vinte e cinco anos e como lia muito continuei o fazendo.
Com as dificuldades comecei a reler meus livros e o reverso só seis vezes de tanto que amei,
como eu queria ler e não deixar de dar atenção aos meus filhos, eu lia e resumia para eles no dia seguinte, afinal eles só tinham três, quatro e onze anos.
Bom acredito piamente que a semente enraizou neles.
Hoje meus filhos têm um acervo de livros comprado por eles e a do meio escreveu uma trilogia aos 19 anos iniciando os manuscritos aos doze.
Sei que isso vem da raiz que um dia eles escutaram essa bela história de Sidney Sheldon.
Ah!
A propósito!
O livro dela está aqui no Skoob também!
Se chama a escolhida.
Autora:
Alana Folchart.




BIU VII 18/04/2011

Ruim, uma estória muito previsível, como em todos os livros que ele escreve. Parece que escreve sob receita, algumas pessoas gostam do que ele escrevem e ele vende aos milhares. Pacto perfeito, nada a reclamar.
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Karioka de Sampa 02/07/2016

Contagioso e epidêmico
Em meados de 2008 resumi esse livro para meus filhos.
Isso pós fatos trágicos que a vida nos dá.
Foi bom essa leitura pela 4ª vez me rendeu uma escritora, e leitores maravilhosos que são meus filhos.
Essa história merece virar filme.
É o meu predileto.
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Egídio Pizarro 19/04/2012

Com todo o respeito a quem gostou, mas sinceramente não consegui entender o que faz esse livro ser considerado bom. Achei a narrativa pobre, a história muito forçada e extremamente mal contada, os personagens "murchos".

O único personagem que poderia render alguma coisa, Banda, não é explorado devidamente. Ainda mais com o pano de fundo dele, que é a África do Sul sob o regime do apartheid. Mas o que acaba acontecendo é uma espécie de breve nota do autor, como se ele dissesse "olha só, não concordo com o apartheid, mas vamos à história."

Insisto: com todo o respeito a quem gostou, mas esse livro é desprezível.
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Felipe 16/06/2015

nao perca seu tempo com esse livro.
Ada 18/07/2015minha estante
O que achou?


Felipe 20/07/2015minha estante
péssimo.


Ada 24/07/2015minha estante
Bom, não concordo. É um dos meus livros favoritos. Mas como gosto é gosto, nada posso fazer.


Felipe 13/08/2015minha estante
verdade, mas pra mim o enredo tem muitas falhas, alem do final bem previsivel...




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