Minha Vida Fora dos Trilhos

Minha Vida Fora dos Trilhos Clare Vanderpool




Resenhas - Moon Over Manifest


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Thaís. 13/02/2018

Resenha - Minha Vida Fora dos Trilhos
Minha Vida Fora dos Trilhos é o romance de estréia da autora Clare Vanderpool, a mesma autora de Em Algum Lugar nas Estrelas, que eu já li e fiz resenha no blog. Por ter me encantado com a escrita da Clare e as aventuras de Jacky e Early, eu fiquei curiosa para descobrir o que me esperaria nesse exemplar. É o segundo livro dela publicado pela Darkside Books no selo DarkLove.

''Quem sonharia que alguém pode amar sem ser esmagado por esse peso?''

O livro conta a história de Abilene Tucker, uma menina de apenas doze anos que vive com seu pai de cidade em cidade entre viagens de trem. Até que um dia, ele decide mandá-la para Manifest, uma pequena cidade onde passará as férias de verão. A menina chega curiosa e se sentindo meio deslocada naquela cidade nova, mas logo fará amizades. Ela passa a morar durante esse período na casa de um velho conhecido de seu pai e descobre uma caixinha de charutos com alguns objetos antigos, que faz Abilene querer saber qual relação isso tem com a história daquele local. Curiosa por si só, contará com a ajuda de suas novas amizades, para resolver esse e outros mistérios que a intrigam.

"Para mim, aquelas coisas eram como tesouros de um museu, objetos que uma pessoa podia estudar para aprender sobre outro tempo e os indivíduos que nele viveram."

Minha Vida Fora dos Trilhos mistura passado e presente de uma forma ímpar. O leitor sente vontade de descobrir mais sobre os flashbacks e quando vê, já está entretido nas duas linhas de história. É um dos únicos livros desse formato que não se tornou maçante para mim. A linha de tempo da história é apresentada com as consequências da Grande Depressão de 1930, que seria o presente narrado por Abilene e também o início da Primeira Guerra Mundial, no passado e que outro personagem conta. Ao final do livro, a autora esclarece em uma nota o que é real e o que é ficção.

A diagramação de Minha Vida Fora dos Trilhos não poderia ser mais encantadora: páginas amarelas, fonte para uma boa leitura, inclusive com diferenciação de tamanho entre os flashs de passado e presente, o que ajuda o leitor a não se perder. Além da diferenciação de fonte entre as diferentes partes da história, temos uma narração fluída e com capítulos curtos, estimulando a leitura. O exemplar é em capa dura, com ilustrações do mapa de Kansas, ferrovias e partes de recorte de jornal da época de 1918.

''Quando há sofrimento, procuramos um motivo. E é mais fácil encontrar esse motivo dentro de si mesmo.''

Como eu já li o outro livro da autora, notam-se algumas ideias semelhantes, mas posso dizer que as duas histórias tomam rumos diferentes e igualmente bons. A escrita da Clare é maravilhosa e ela sempre tenta deixar uma lição no final de cada livro. O poder da amizade e das relações familiares foi o que mais ficou em evidência em Minha Vida Fora dos Trilhos. Esse é um livro que apesar da atmosfera de guerra, deixa a sensação de alegria a cada capítulo concluído.

Como eu já li o outro livro da autora, notam-se algumas ideias semelhantes, mas posso dizer que as duas histórias tomam rumos diferentes e igualmente bons. A escrita da Clare é maravilhosa e ela sempre tenta deixar uma lição no final de cada livro. O poder da amizade e das relações familiares foi o que mais ficou em evidência em Minha Vida Fora dos Trilhos. Esse é um livro que apesar da atmosfera de guerra, deixa a sensação de alegria a cada capítulo concluído.

Como eu já li o outro livro da autora, notam-se algumas ideias semelhantes, mas posso dizer que as duas histórias tomam rumos diferentes e igualmente bons. A escrita da Clare é maravilhosa e ela sempre tenta deixar uma lição no final de cada livro. O poder da amizade e das relações familiares foi o que mais ficou em evidência em Minha Vida Fora dos Trilhos. Esse é um livro que apesar da atmosfera de guerra, deixa a sensação de alegria a cada capítulo concluído.

Foi sem dúvidas uma leitura bem aproveitada, fluída e de um encanto enorme. Ter a narração de Abilene me deu um quentinho no peito, uma sensação de doçura e leveza já que me deixei levar pela narradora que ainda carrega a inocência da infância. A forma como cada relação é apresentada me fez torcer e querer entrar dentro do livro para ficar amiga dos personagens. A autora soube interligar todos os laços da história e tudo se encaixou no final. E eu terminei essa leitura de forma maravilhosa que só comprova o quanto me encantei por Minha Vida Fora dos Trilhos: sorrindo.



site: http://www.janeladesorrisos.com/minha-vida-fora-dos-trilhos/
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Aricia 12/01/2018

ENCANTADOR
Abilene é uma menina esperta que vive com seu pai, Gideon, pelas rodovias da cidade enquanto ele busca um serviço ali e acolá. Certo dia ela machuca o joelho e pega uma estranha infecção, Gideon que era um cara falante e contador de histórias passa a ficar um pouco mais calado, até que decide enviar a filha para passar uma temporada em outra cidade, sob os cuidados do pastor Shady Howard em Manifest.

Aquela é uma cidadela pacata e que parece parada no tempo. Um belo dia Abilene encontra uma caixa com diversos objetos aleatórios dentro e várias cartas datadas de 1917. Nelas, Ned e Jinx se correspondiam e citaram um espião conhecido como cascavél. Abilene, encantada com o teor das cartas, e suas amigas, decidem que desmascarariam o espião e começam a buscar por ele. Essa investigação faz com que elas saiam em busca de verdadeiros tesouros e o desfecho é de marejar os olhos, de aquecer a alma. É de suspirar e dizer ao final do livro que valeu a pena.

Quando a pequena perde sua bússola, o objeto estimado e que a ligava ao seu pai, descobre que ela está na casa da vidente e que para recuperá-la vai precisar trabalhar para ela. Aqui podemos ler mais sobre a história da cidade, intercalando entre momentos do passado e do futuro que se misturam e completam de uma forma que eu nunca vi nenhum autor conseguiu fazer. Todos os personagens tem o seu lugar e nenhuma história fica incompleta ou sem ser "desvendada" e isso torna o livro único!
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LT 09/01/2018

Com forte indicação para ler algo da autora e acompanhando o que falaram sobre outro livro dela, que eu olhava no site e ficava admirando, Em algum lugar na estrelas, decidi durante a blackfriday de 2017 comprar os dois livros da autora. E, nesse inicio de ano, li Minha vida fora dos trilhos e AMEI!

Vem comigo ler a resenha...

[RESENHA]

Abilene é uma menina esperta que vive com seu pai, Gideon, pelas rodovias da cidade enquanto ele busca um serviço ali e acolá. Certo dia ela machuca o joelho e pega uma estranha infecção, Gideon que era um cara falante e contador de histórias passa a ficar um pouco mais calado, até que decide enviar a filha para passar uma temporada em outra cidade, sob os cuidados do pastor Shady Howard em Manifest.

Aquela é uma cidadela pacata e que parece parada no tempo. Um belo dia Abilene encontra uma caixa com diversos objetos aleatórios dentro e várias cartas datadas de 1917. Nelas, Ned e Jinx se correspondiam e citaram um espião conhecido como cascavél. Abilene, encantada com o teor das cartas, e suas amigas, decidem que desmascarariam o espião e começam a buscar por ele. Essa investigação faz com que elas saiam em busca de verdadeiros tesouros e o desfecho é de marejar os olhos, de aquecer a alma. É de suspirar e dizer ao final do livro que valeu a pena.

Quando a pequena perde sua bússola, o objeto estimado e que a ligava ao seu pai, descobre que ela está na casa da vidente e que para recuperá-la vai precisar trabalhar para ela. Aqui podemos ler mais sobre a história da cidade, intercalando entre momentos do passado e do futuro que se misturam e completam de uma forma que eu nunca vi nenhum autor conseguiu fazer. Todos os personagens tem o seu lugar e nenhuma história fica incompleta ou sem ser "desvendada" e isso torna o livro único!

[QUOTE] Era interessante... notar o que mudou e o que continuava igual, porém, por alguma razão essa histórias me deixava muito triste e irritada... Todo mundo era dono de um pedaço da história daqui, mas ninguém falava do meu pai... - Trecho da página 221. [...]

É interessante ver que durante a narração da história da cidade e de sua população, Abilene precisa salvar a história de sua família e mais interessante ainda é ver uma menina de 12 anos amadurecer, como pessoa, como ser humano.

[SOBRE O LIVRO]

O livro tem em seu desenho a forma de uma caixa de charutos, o que é bem em conta, já que os tesouros são encontrados ali dentro durante a narrativa.

Ao final do livro, lemos uma carta de Claire dizendo que sua história mistura ficção com realidade, que Manifest é inspirada em Frontnac no Kansas, ela fala sobre o trem dos órfãos, a lei seca com o comércio clandestino do álcool que tem importância no enredo. Tudo é voltado para as ferrovias.

A cada virar de páginas você imagina que uma locomotiva vai sair de dentro do livro.

A diagramação é linda, na verdade a DarkSide faz um trabalho excepcional em seus livros.

Tem um postal lindo dentro do livro, além dos vários recortes de jornal que encontramos durante a leitura, os nomes dos personagens espalhados como anúncios de jornal. Tudo perfeitamente planejado e muito bem executado.

Resenhista: Aricia Aguiar.

site: http://livrosetalgroup.blogspot.com.br/
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Kelly 05/01/2018

Minha Vida Fora dos Trilhos
Abilene é uma garota curiosa e aprendeu desde cedo como é cuidar de si mesma. Seu pai, Gideon, trabalha em uma estrada de ferro em Iowa, por isso, quase sempre está ocupado, mas a menina adora suas historias sobre os tempos passados. No entanto, foi quando ela machucou os joelhos e ficou de cama por alguns dias que ele percebeu o quanto estava distante da filha e resolveu mandá-la para Manifest, uma pacata cidade do Kansas da qual viveu boa parte da infância. Abilene, então, pegou suas poucas coisas, juntamente com alguns recortes de jornais velhos e uma bússola antiga do pai, e partiu para longe em um trem, para morar por um tempo com um antigo amigo de Gideon.

Tudo que Abilene sabia sobre Manifest estava descrito nas colunas de Hattie Mae e nas histórias que Gideon gostava de lhe contar. Por isso, quando chegou ao local e conheceu Shady, o pastor que cuidaria dela na temporada de verão, assim como uma casa um tanto quanto sombria com letreiros que formavam a palavras PERDIÇÃO, a menina se viu perdida entre os pensamentos que alimentava toda vez que ouvia uma nova história. Então, quando descobriu uma antiga casa da árvore e uma caixa de charutos escondida, Abilene começou a entender melhor os fatos e os habitantes da região.

A caixa de charutos continha um mapa, uma rolha, um anzol, uma chave bonita, um dólar de prata e uma bonequinha de madeira do tamanho de um dedal, juntamente com inúmeras cartas que marcaram a trajetória de Ned e Jinx, dois amigos que foram separados pela guerra e que mantinham contato por meio de cartões postais. Em uma dessas cartas, Abilene ficou sabendo sobre O Cascavel e não contou tempo para começar a investigar sobre quem poderia ser. Para resolver o mistério, a menina contou com o auxílio de Ruthanne e Lettie, duas garotas da escola que deveriam ajudar a forasteira a escrever uma história para a Irmã Redempta.

Assim, as três começaram a procurar pistas que poderiam levá-las a um poço de respostas, mas tudo que Abilene encontrou foi problema. Em sua tamanha curiosidade, ela quebra um artigo valioso da Srta. Sadie, a vidente que mora na casa escura e sem vida com o portão da perdição, e perde sua bússola de ouro. Para quitar a dívida e receber de volta seu objeto precioso, a menina aceita trabalhar para a mulher. Mas é assim que Abilene fica sabendo sobre a vida de Jinx.

Minha Vida fora dos Trilhos é de uma narrativa simples e detalhista, exatamente como Clare gosta de nos apresentar. A escrita da autora é leve e foca em todos os pensamentos da personagem principal, trazendo à tona a sensação de descobrir o mundo pela primeira vez. Os capítulos são curtos e separados pelos lugares que Abilene visita, pelas histórias que a Srta. Sadie conta e pelos recortes dos jornais que a menina carrega ou encontra na redação com Hattie Mae. Confesso que a leitura de alguns capítulos acabaram se arrastando para mim, já que as histórias contadas são intensas, mas percebo que isso só fez o livro se tornar ainda mais rico em conteúdo.

Os personagens da obra foram criados com perfeição e todos carregam suas características únicas, mas admito que senti falta de mais detalhes sobre o pai de Abilene, mesmo que ele seja citado a todo momento. Acho que a autora poderia ter explorado um pouco mais a partida da menina, pois a história começa com ela já no trem, indo para Manifest, o que faz o leitor ficar um tanto quanto perdido, buscando alternativas para compreender o que acontece com Gideon ou com sua escolha de mandá-la para longe. No entanto, mesmo com essa falha, pude me identificar diversas vezes com os pensamentos ou sentimentos da menina.

site: http://www.caligrafando-te.com
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The 14/12/2017

Manifest: Uma Cidade com Passado
Abilene levava a vida na estrada com seu pai, no entanto, após um episódio o mesmo envia a filha para Manifest, uma pequena cidade no Kansas, para, teoricamente passar o verão, lá a menina acha na casa onde se hospeda uma caixa de objetos, e começa a desvendar seus mistérios junto com amigas que faz, aos poucos Abilene escutando histórias de uma senhora e recortes de jornais vai juntando pedaços de um grande cenário, e acaba encontrando também uma parte de sua própria história e porque acabou na cidadezinha.
Em mais uma linda edição da caveira, reencontrei com Clare Vanderpool em mais uma de suas histórias, e confesso que gostei mais dela do que Em Algum Lugar nas Estrelas, mas ambas tem uma atmosfera próxima para o leitor.
Uma história recheada de ligações interessantes para te fazer entrar de cabeça nesse universo.
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Maria Paula 06/12/2017

“...Ás vezes, as marcas mais profundas são as que mais doem.”
É com abundante graça que escrevo isso, foram despejados sobre mim sentimentos puros, singelos e verdadeiros, que transcorrem no coração de muitos. É incrível como as pessoas se afiliam uma as outras na dor que ambas compartilham, de seus modos e causas diferentes, todavia, através de tal fato muitas vidas se misturam.
Um livro que trata sobre abandono, amor, histórias, trapaças e muito mistério. Junte todos esses elementos e bon appétit, uma enxurrada de sabores em forma de emoções, alguns demorando a serem notados, no entanto, outros que salpicavam minha mente desde as primeiras páginas.

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Abilene Tucker tem 12 anos e vive sua vida corrida ao lado de seu pai, Gideon Tucker. Quando ainda era uma criancinha, sua mão a abandonara para junto de seu herói, e través disso, a menina teve uma vida bastante incomum para crianças da sua idade. Morava entre os trilhos, saltando de uma cidade para outra, em busca de comida e um colchão para se deitar.
Gideon sempre dizia que os melhores lugares não se encontravam em mapas, e ela acreditava nisso. Vivia uma vida nômade, abstraindo cada lugar como se fosse seu último dia, levava sempre consigo uma trouxinha com suas roupas, o que era o básico do necessário, e uma bússola que pertencia a seu pai, entretanto ela nunca apontava para o norte.
Tudo mudou quando faltavam apenas dois meses para seu aniversário de 12 anos, e Abilene machucou o joelho em uma de suas jornadas com o pai, ao pular o vagão do trem. Gideon nunca mais foi o mesmo, temia em perder sua preciosa menininha, pois a ferida infeccionara e a deixara doente por uns dias. Sendo assim, após a cicatrização, Abilene já estava pronta para voltar à estrada novamente, porém seus planos de continuar a andar com o pai foram cancelados.
Certo dia, com um pequeno bilhete, Gideon deixa instruções para que sua pequena filhinha embarque em uma cidade no Oeste dos Estados Unidos, chamada Manifest. Abilene Tucker não entende o porque de ter sido deixada para trás, mas de uma certeza tinha, seu pai jamais a abandonaria. Não por muito tempo.
Chegando em Manifest, Abilene foi para com o seu, agora, hospedeiro Pastor Shady, que a abrigaria durante sua estadia na cidadezinha. A menina, acha estranho, mas tenta seguir as palavras que o pai lhe dissera, permaneceria alí até que Gideon a buscasse. Até então, moraria em uma pequena igreja/bar, a Primeira Igreja Batista de Manifest.
Conhecendo a cidade, Abilene é mandada para o último dia de aula, para tentar se aproximar das crianças de sua idade, conhecendo então uma dupla maravilhosa; Lettie e Ruthanne. Juntas, o trio tenta desvendar os mistérios que cercam o passado da pequena cidade, através de cartas encontradas em uma caixa de charutos cubanos e histórias contadas por uma vidente húngara que sabia falar apenas do passado.
Em um drama que envolve família, confiança, amigos, guerras e espionagem, meu coração não esperava ser laçado, mas é exatamente o que ocorreu quando minhas lágrimas fluíam levemente e manchavam as letras no papel.
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day 28/11/2017

lindoooo
"O movimento do trem me embalava como uma canção de ninar. Fechei os olhos para a área rural empoeirada e imaginei a placa que só conhecia de histórias. A que ficava no limite da cidade e anunciava com grandes letras azuis-Manifest: uma cidade com um passado rico e um futuro brilhante."
Abilene ,tem 12 anos e acabou de chegar a Manifest.
Uma cidade que ela só conhece pelas histórias do seu pai Gideon.
Abilene foi mandada para manisfest pelo seu pai,porque ele lhe falou que ela tava ficando uma mocinha para viver em uma vida dentro de trens.
Como toda criança que deixada pelos pais, " pois a mãe de Abilene deixou ela com o pai quando ela era bebê" Abilene ,se sente triste por está em uma casa estranha,escola estranha e uma cidade tão longe de sua vida.
Porém,como toda criança tem facilidade de fazer amizades,logo ela se torna amiga de duas meninas na escola,e assim começa a entender mais o povo da cidade,e se sentir melhor.
Porém ,tudo começa quando ela encontra um saquinho nas tábuas do seu quarto,com alguns objetos antigos e várias cartas .
Toda curiosidade de Abilene se manifesta naquelas cartas entre dois amigos nos tempos da guerra...
Quem seriam eles? Como saber do passado da cidade?
Assim Abilene e suas amigas mergulham no passado de Manifest ,procurando tudo que venham explicar as cartas e acontecimentos ligados as cartas.
Gente...só que algo surpreendente acontece ...todo passado da cidade está ligada a vida da pequena Abilene...
O livro é super fofo^^ narrado por uma criança com o coração lindo.
É daquelas leituras que te prendem até o fim^^
Super recomendo.

site: http://escreverdayse.blogspot.com.br
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Fran.Andrighetti 26/10/2017

Minha Vida Fora Dos Trilhos - Clare Vanderpool
Minha vida fora dos trilhos é o primeiro livro da autora americana Clare Vanderpool e o segundo livro dela que eu tenho o prazer de ler.
O livro é narrado pela jovem Abilene Tucker, que vai nos contar sua história e seus pensamentos. Abilene tem 12 anos e vive com o pai (Gideon) indo de cidade em cidade a procura de trabalho, porém quando ela se machuca o pai vê que os trilhos não são o melhor lugar para uma moça e resolve mandá - la para a cidade de Manifest para ficar com Howard Shady, o pastor da primeira igreja batista da cidade. Lá ela encontra novas amizades e entre objetos antigos encontrados em um caixa de charuto, jornais velhos e histórias contadas pela vidente Srta. Sadie, ela tenta descobrir um pouco mais da vida de seu pai e do legado deixado por ele no lugar, além de tentar também solucionar o misterioso caso do espião Cascavel.
Em paralelo a história sobre Abilene, temos a história dos amigos Ned e Jinx que se passa na época da Primeira Guerra Mundial e que a Srta Sadie vai contando a Abilene durante sua estadia em Manifest.
É um livro muito divertido, bem fluído e rápido. Assim como "Em algum lugar nas estrelas", temos uma história com personagens jovens que buscam por algo maior que eles, que querem se encontrar no mundo. A leitura, embora leve, é rica em reflexões e pensamentos. Em alguns momentos é um verdadeiro tapa na cara, outros é um cafuné gostoso. É uma história para rir, se emocionar, chorar, ficar com raiva e se apaixonar por cada capítulo.
Todos os personagens são bem trabalhados, todos tem um papel significativo na história em algum momento e eles tem uma evolução sensacional no decorrer da história. Abilene, nossa protagonista, tem um crescimento lindo, um emponderamento admirável e, ao mesmo tempo, a inocência de uma criança de 12 anos. É muito bonito mesmo acompanhar toda a evolução dessa personagem.
A edição do livro é lindissima: capa dura, folha amareladas, imagens de trens, os recortes de jornal da Srta Hatie Mae, a fitinha dourada, o cartão postal do Kansas... TUDO está impecável!
É uma daquelas leituras da vida. A Clare Vanderpool tem o dom da escrita, o dom te te colocar dentro das suas histórias. Vale muito a pena!

#LeituraObrigatória
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João Victor - @livro.is.life 25/10/2017

Encontre também essa resenha no Instagram @livro.is.life
?RESENHA?
5/5 ? | Clare Vanderpool | 304 páginas | Drama infanto-juvenil | Darkside Books

Em, Minha Vida Fora dos Trilhos, acompanhamos Abilene que de início vive com seu pai (Gideon) sem residência certa, pois ele trabalha na construção de trilhos pelos EUA. Um acidente com Abilene faz seu pai se preocupar com a garota de 12 anos que não merece ficar nessas situações e a manda para Manifest, Kansas, para que fique lá enquanto o verão durar.
?
Em sua chegada nem um pouco comum, após pular do trem, Abilene é levada por Shady à sua casa, ele é um velho amigo de seu pai. Após sua chegada nessa cidade aconchegante e que um dia foi a morada de seu pai, Abilene se sente ao mesmo tempo em casa mas com aperto em seu coração pela distância entre ela e seu pai.
?
Shady a leva até seu quarto temporário e lá ela decide guardar suas coisas em um local protegido e escolhe o assoalho, ao averiguar o quarto ela encontra uma tábua solta, por acaso, ela encontra nesse vão um objeto: uma caixa de charutos Lucky Bill e dentro dela há algumas cartas (de remetente Ned ao destinatário Jinx), recortes e alguns objetos (uma chave, um dólar de prata, uma isca de pesca, uma rolha e uma bonequinha de madeira).
?
Nossa história é desenvolvida a partir da busca de Abilene por descobrir do que se trata o conteúdo dessa caixa, quem são esses garotos? O que significa cada objeto? Qual a relação disso tudo com ela, com seu pai? Como ela vai descobrir tudo isso durante esse período?
?
OPINIÃO

Em sua construção de mistérios, Clare, vai intercalando a história da busca de Abilene com a histórias dos dois garotos das cartas, que se passava durante a primeira guerra. Ambientada na segunda guerra a personagem principal nos cativa de um jeito...
?
A construção do livro apresente ainda, entre as viradas de capítulo, recortes de jornais e também postais, que dá uma visão mais ampla e nos fornece mais informações sobre a história do passado.
?
E aconteceu nesse livro, algo que no outro livro da autora - Em Algum Lugar nas Estrelas - não ocorreu: muito choro! Passei as últimas 20 páginas chorando, com o desfecho na qual tudo se conectava e ainda nos apresentava uma história nada previsível.
?
Então eu digo que pelo amor à minha estante, leiam esse livro, e venham sentir todas as emoções que me afloraram, e também saber se lágrimas escorrerão igual a mim. ? Clare Vanderpool, faça mais, faça sempre!!!!
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Camila Justi 18/10/2017

Narrado por criança!
Abilene é uma garotinha simples de 12 anos simpática e educada. Seu pai Gideon, está trabalhando em uma ferrovia no sudeste do Kansas, e por não ser um lugar adequado para uma menina da sua idade segundo ele, apesar de ter sido pela vida toda, manda ela para a cidade de Manifest onde ele viveu por um tempo na sua infância e promete buscá-la no fim do verão.
.
E assim Abi parte de trem para esse novo lugar, levando apenas alguns pertences, dentre eles a bússola do seu pai e um jornal velho da época de 1917. Chegando lá ela é muito bem recebida pelo pastor Shady Howard e também pela jornalista Hattie Mae, a qual era, e continua sendo jornalista no mesmo jornal Manifest Herald.
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A noite, em seu quarto, quando está procurando um lugar para esconder os seus pertences, acaba encontrando uma caixa de charutos Lucky Bill com várias cartas, um mapa e outros objetos dentro dela. A curiosidade em saber a quem pertenceu e que mistérios escondem esses objetos, levam Abi a uma aventura em busca da descoberta do passado e a revelações do futuro.
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💭A escrita dessa autora nos faz desejar ler tudo que ela escreve. Leve, fluída e cativante. Entramos de cabeça na história e sentimos tudo o que Abilene sente. Cheio de dramas familiares, perdas e amizades verdadeiras, nos faz pensar e refletir um pouco sobre a nossa própria vida e em como somos abençoados e nem percebemos. .
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Vai Lendo 29/09/2017

Uma viagem inesperada e surpreendentemente emocionante
Quem me conhece sabe que o meu gênero literário preferido é a Literatura Fantástica, então, naturalmente até eu fiquei surpresa quando realmente me interessei em ler "Minha vida Fora dos Trilhos", de Clare Vanderpool, publicado pela editora DarkSide Books.

Clare Vanderpool é uma escritora de livros para crianças — essa foi novidade para mim, não que o "Minha Vida Fora dos Trilhos" seja impróprio para crianças, mas confesso que isso nem passou pela minha cabeça —, americana e nativa do Kansas. É membro da Society of Children’s Book Writters and Illustrators — Sociedade dos Escritores e Ilustradores de Livros Infantis, tradução minha — e seu primeiro livro foi o "Moon over Manifest", que é justamente o "Minha Vida Fora dos Trilhos" — não entendi a tradução do título.

"Minha Vida Fora dos Trilhos" é uma ficção histórica, sem nem um pinguinho de fantasia, sci-fi ou terror — pelo menos, eu não vi, se deixei passar, por favor, alguém me diga. E isso me intrigou muito pelo livro ter sido publicado pela editora DarkSide Books, cuja proposta é publicar histórias que se encaixem na Literatura Fantástica — especificamente fantasia e terror. Então, eu realmente fiquei surpresa — talvez, tenha algo a ver com a outra obra de Vanderpool, também publicada pela DarkSide, Algum Lugar nas Estrelas.

Notem que eu disse surpresa e não decepcionada. Definitivamente, não fiquei decepcionada. Eu diria até que fiquei bem impressionada, porque eu realmente não curto ficções históricas propriamente ditas.

Mas dessa eu gostei. Principalmente, do final, que foi meticulosamente dosado com felicidade e tristeza — sim, eu chorei, como sempre, mas terminei sorrindo também.

Vai entender… Coisas de leitor.

Mas como posso falar do final da história se sequer falei dela ainda? Vamos a um rápido resumo, então.

A história possui dois focos históricos e narrativos. Um deles se passa em 1936 e é contado por Abilene Tucker, uma menina de 12 anos que, depois de viver com o pai, viajando de trem, no sul dos Estados Unidos, é mandada pelo pai para a pequena cidade de Manifest, no Kansas. E é em Manifest que Abilene vai mergulhar na história dessa pequena cidade, na época da Primeira Guerra Mundial, entre os anos 1917 e 1918.

É aí que entra o segundo foco narrativo, do qual não pretendo falar muito para não estragar a surpresa. Mas acho que é seguro dizer que essa história que nossa querida Abilene vai escutar, e nós vamos ler, é contada de maneira bem misteriosa.

Apesar de não ter nenhum dos elementos fantásticos aos quais estou acostumada — e os quais eu amo de paixão —, gostei bastante da trama do livro e, principalmente, da forma como ela foi se desenrolando. Como eu já disse mais acima, adorei o final.

E, cá entre nós, um bom final faz toda a diferença.

Além de ser interessante pela forma como foi apresentada e pelo conteúdo em si, a história também nos mostra fatos que realmente aconteceram, como a desconfiança sobre os estrangeiros que iam para os Estados Unidos em busca de uma vida melhor, as grandes dificuldades pelas quais eles passavam, a importância de se ter uma origem e um nome de família naquela época — até hoje, ainda é um pouco assim — e, acima de tudo, o imenso drama que foi a Guerra na vida dessas pessoas.

Para quem ler esse livro, eu realmente sugiro que leia também a nota da autora, onde ela explica de onde tirou vários elementos e personagens. Eu li depois de ter terminado o livro — até mesmo porque a nota fica no final do livro —, mas acho que seria muito bom ler antes, talvez, porque já daria uma esclarecida em algumas coisas.

O que me incomodou um pouco foi a forma como a narrativa foi feita. Visto que parte da história é narrada por uma criança de 12 anos, acho que determinados trechos ficaram fora desse contexto etário da Abilene — a menina diz que não sabe o que significa “casa de vidência” e nem “antro de iniquidade”, mas sabe usar a palavra conglomerado de maneira irônica.

A despeito disso, a história é bem interessante. Mas, se você pegar esse livro esperando ter alguma ação, esquece. Não é esse o objetivo.

Quanto ao trabalho da editora, está bom, principalmente no que se refere ao material visualmente falando — esse é um dos pontos fortes da DarkSide, fazer livros bonitos. A capa, principalmente — mais de uma vez, fui surpreendida no ônibus, enquanto lia, por olhares curiosos de leitores fazendo contorcionismo na tentativa de ver a capa —, que foi muito elogiada. Não apenas a parte externa, mas a interna também está muito bem trabalhada. A única coisa que me incomodou foi a tradução do título — que, convenhamos, não tem nada a ver com título original, mas isso já ingressa em uma discussão muito complicada para ser debatida aqui —, mas eu não sei se isso foi de fato obra da editora.

"Minha Vida Fora dos Trilhos" definitivamente fugiu da minha zona de conforto, mas eu não posso dizer que foi uma aventura ruim — eu até chorei, olha só. Certamente serviu para aumentar a minha simpatia com ficções históricas.

site: http://www.vailendo.com.br/2017/09/20/minha-vida-fora-dos-trilhos-de-clare-vanderpool-resenha/
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Maria Clara | @pixelbooks 24/09/2017

Impossível não se apaixonar
Resenha disponível no Instagram @Pixelbooks

O livro fala sobre a Abilene, uma menina que é mandada pelo pai para passar o verão na cidade de Manifest enquanto ele trabalha na construção de uma trilha de ferro. Cercada de dúvidas e medos, Abilene acaba encontrando uma caixa de charutos cheia de cartas antigas e objetos aleatórios e é aí que começa um verão incrível é que vai trazer muitas recordações. A leitura do livro foi fantástica, os personagens construídos pela Clare são tão reais que é impossível não se apegar é viver com eles cada segundo da trama e se emocionar junto. Um livro que me marcou muito e que virou favorito logo de cara. Pra quem amou Em Algum Lugar nas Estrelas, Minha Vida Fora dos Trilhos consegue ser ainda mais incrível que ele, uma leitura para todos os fãs de livros que deixam você com o coração quentinho e cheio de amor.
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Isa 22/09/2017

5 motivos para ler Minha Vida Fora dos Trilhos
Minha Vida Fora dos Trilhos, um dos livros mais recentes da linha DarkLove da DarkSide Books, foi o pontapé da autora Clare Vanderpool no mundo editorial. Nele nós conhecemos Abilene Tucker, uma menina de doze anos que é deixada por seu pai aos cuidados de um amigo de sua antiga cidade, Manifest. Ela não entende bem como foi a passagem de seu pai por aquela parte do Kansas e está determinada a descobrir durante a sua estadia de verão. O que ela não espera é que a história da cidade, a do seu pai, há 20 anos atrás, esconde muitos segredos. A história de Abilene Tucker não demora a te conquista.

- Se você curte um mistério, veio ao lugar certo

Abilene acaba bancando a detetive, explora caminhos e pistas deixadas por um menino, Jinx, que vivia na cidade da época. Com a ajuda de suas amigas Lettie e Ruthanne, a menina encontra figuras suspeitas, soturnas e quietas demais, lendas sobre uma criatura que habita os boques nos limites da cidade e corrupções que desafiam o governo e a moral. São quebra-cabeças um atrás do outro que deixam o leitor bem ocupado e intrigado.

- Apaixonado pelo clima dos filmes dos anos 80, com o protagonismo infantil cheio de aventuras?

O livro é dividido em duas partes: 1936, com Abilene e suas amigas, e 1918, com Jinx e suas mirabolâncias. Assim, nós somos inseridos numa atmosfera bem legal e semelhante aos clássicos dos anos 80. Sabe as crianças descendo as ruas de bicicleta? Aqui elas correm, sobem em árvores, acompanham os trilhos – era meio difícil colocar as mãos numa bicicleta na Depressão – e dão um toque de curiosidade e aventura que baseiam a história.

Você pode ler o resto no site :)

site: http://anatomiapop.com/5-motivos-para-ler-minha-vida-fora-dos-trilhos/
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Veronica @gatonolivro 17/09/2017

Abilene tem 12 anos, é mandada para a cidade de Manifest, Kansas no começo do verão pelo seu pai alegando ter arrumado um emprego na ferrovia que não é lugar para ela. Seu pai viveu na cidade quando era jovem e sempre contou histórias sobre o lugar. Ela fica na casa de Shady, mesmo lugar que seu pai ficou, enquanto tenta achar algo sobre seu pai acaba encontrando uma história cheio de mistérios e amigos.

Abilene quer encontrar algo do pai que ela percebe não conhecer muito, ela também começa a ficar com medo de que seu pai nunca volte para busca-la, ela acaba encontrando e se conectando com os habitantes da pequena cidade, que guardam vários segredos. O livro se passa em 1936 e 1918, épocas da grande depressão e primeira guerra. A parte de 1918 usa de historias contadas para a protagonista, jornais e cartas que ela encontra.

Não dei cinco para o livro porque senti que não me conectei muito com os personagens e gostaria de ter conhecido mais sobre Abilene, mas ainda assim é um livro lindo e o final excelente, cheio de surpresas que eu não esperava.

Esse é o trabalho de estreia da autora, o livro ganhou o prêmio para livros infantis Newbery, até agora nenhum ganhador desse prêmio me decepcionou, mas eu gostei mais de seu outro livro Em Algum Lugar nas Estrelas também lançado pela Darkside.

site: https://gatonolivro.blogspot.com.br/2017/09/minha-vida-fora-dos-trilhos-clare.html
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Universo de utopia 15/09/2017

Universo de utopia
Universo de Utopia
15/09/17
Minha vida fora dos trilhos - Clare Vanderpool

São poucos os livros que conseguem te prender do início ao fim, no qual a vontade de devorar cada página e sentir sua história nas veias, superam a fome, sono, estudos e até os compromissos previamente agendados. O grande feito de um escritor(a) consiste em transmitir aos leitores tudo o que sente durante a escrita e o que Clare Vanderpool fez foi indescritível que ultrapassa até mesmo as barreiras do inteligível.

Somos teletransportados para os eventos, conhecemos as pessoas da cidade Manifest, os motivos e os lugares mesmo sem recorrer aos recortes do jornal da Stra. Haddie Mae, jornalista deste pacato lugar.

E para os tidos como curiosos, assim como eu uma palavra diz mais que seu significado literal - Manifesto, além de verbo e também é substantivo que significa uma lista de passageiros ou mercadoria a bordo de um navio, e revele muito o lugar que iremos conhecer, cidade do Kansas compreendida basicamente de imigrantes reclusos de sua terra natal e vitimados pelas suas histórias de vidas, de dor, perda e saudades.

Para Abilene essa realidade não é diferente, embora o presente seja muito mais significativo que seu passado e de seu pai e os verdadeiros lugares não estejam marcados num mapa, as marcas deixadas pelas feridas podem refletir sobre o que chamamos de lar.

Na busca incessante de revelar sobre seu genitor que a abandonou, a protagonista encontra uma caixa de charutos, com cartas e alguns objetos que escondem segredos e lembranças as quais ela juntamente com duas amigas (Lettie e Ruthane) embarcam numa verdadeira viagem ao passado e descobre o peso sufocante sobre a amar alguém.

Com a ajuda a Srta. Sadie, uma vidente, para qual deverá trabalhar e pagar um vaso quebrado, ela lhe transportará por meio de histórias e memórias aos fatos que ligam os objetos e as cartas encontradas à pessoas daquela cidade.

Essa garotinha se envolve em algumas confusões e aventuras e até mesmo acredita em verdades universais. Mas o que ela não sabe é que boas histórias necessariamente possuem começos, meios e fins e nelas é possível encontrar a redenção e as respostas para inquietudes.

A escrita é estritamente impecável, ela criou dois universos entre passado e presente que se intercalam a cada capítulo que você vai lendo, e te dá vontade de fazer parte dele, mas como não é viável, simplesmente fecha o livro é agradece por ter autores como Clare Vanderpool.

Tipo de livro que não se dar, não vende, nem se empresta e que todos deveriam ter um exemplar como esse na estante!
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