Memórias de um sobrevivente

Memórias de um sobrevivente Luiz Alberto Mendes
Luiz Alberto Mendes




Resenhas - Memórias de um sobrevivente


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Caroline.Queiroz 05/11/2020

Gostei mais do que imaginava
No meio do livro achei que ia me arrepender de ler. Parecia que a história tomar um rumo qual eu não fosse gostar. Mas me surpreendeu e eu adorei.
Leitura fácil, o livro te prende. A história é impressionante e comovente.
Indico sim
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MaC 04/07/2020

Um livro muito forte. O autor contou sua história de uma forma que me envolveu e me fez sentir extremamente privilegiada. Eu o recomendo, mas com um alerta pra quem tem intolerância a cenas fortes.
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Saulo Cruz 06/06/2016

Carta aberta a Luiz Alberto Mendes
Caro Luiz,

Levei pelo menos quinze anos para encontrar seu primeiro livro. Conheci seu texto através da Revista Trip. Adoro essa publicação, uma das poucas coisas relevantes que a gente encontra na banca. Cada edição costuma ser temática e, por mais interessante que o assunto seja, sempre pulo direto pra sua coluna nas últimas páginas. Pra mim é o norte da edição, difere do “zen-surfismo” que norteia esse periódico paulista. Gosto dos editoriais do Paulo Lima mas me encontro em sua escrita. Acredito que seja porque os outros colunistas, entrevistados e demais envolvidos morem em uma realidade distante da que estou inserido (o que acho bacana para ampliar meus horizontes, claro!)

“A intenção do livro não foi a de ter uma mensagem. Não tenho essa pretensão. Apenas escrevi para ter uma sequência que permitisse que eu mesmo entendesse o que realmente havia acontecido” - Epílogo de “Memórias de Um Sobrevivente”

Também não sei se tem alguma mensagem. Mas o “Memórias de Um Sobrevivente” é um livro importante por vários motivos, os quais refleti e escrevo abaixo:

- Todo mundo deveria encarar sua existência com honestidade e marcar sua passagem no mundo com a vida interpretada em suas próprias palavras. Acredito que todo mundo tem alguma coisa a dizer. Sua história é sobre alguém que mergulhou no inferno e voltou pra contar como foi. Incrível.
- Ajudar na interpretação do Vade Mecum do Direito Criminal. Os jogadores da jurisprudência deveriam ter acesso a “Memórias de Um Sobrevivente”. Tenho receio de gente responsável pela criação, manutenção e execução da Lei que jamais se envolveu com as consequências do que defende. Um livro não é um fim, mas é um passo na direção de uma consciência menos limitada.
- Nós precisamos falar sobre nossas cadeias. Jogam as pessoas lá dentro, são como problemas afastados do corpo da sociedade. O sistema prisional torna invisível essa gente. Corta a comunicação com a civilização. Onde o Estado/Sociedade não chega o empreendedorismo do mal conquista. Acredito que o caminho deveria ser o oposto: os olhos do mundo deveriam estar ali dentro.
- O erro é natural. Mas existem pessoas que podem errar muito mais que outras. Segundo Rachel Sheherazade o “marginalzinho” linchado e amarrado nu em um poste teve o que mereceu. Já Thor, filho do Eike Batista, foi absolvido após atropelar e matar um ciclista. Duas juventudes iguais, diferentes em suas condições de uma nova chance.
- A redenção nem sempre vem da palavra dos textos sagrados. É estupendo se achar em “O Ser e o Nada”, do Sartre ou nos livros da grande literatura universal. Existem vários caminhos. Uma tonelada de perguntas que foram pensadas por pelo menos milênios. Esse conhecimento é extremamente relevante mas não é popular porque fica instalado no castelo do academicismo. A entrada é franca mas o preconceito/ideologia/status quo é o guardião cruel…

Enfim, o que mais quero lhe dizer mesmo é OBRIGADO.

Grande abraço,

Saulo Cruz.
Lais Dias Ramos 26/05/2019minha estante
Muito reflexiva sua resenha (carta). Me fez colocar como prioridade de leitura. Quanto a essa frase "Segundo Rachel Sheherazade o ?marginalzinho? linchado e amarrado nu em um poste teve o que mereceu. Já Thor, filho do Eike Batista, foi absolvido após atropelar e matar um ciclista. Duas juventudes iguais, diferentes em suas condições de uma nova chance" me fez lembrar de um documentário muito importante chamado "Bagatela", que aborda as injustiças do sistema judiciário (como roubar um shampoo e ficar presa por 3 anos). Mostra também uma advogada que tenta tirar essas pessoas da cadeia através do argumento do princípio da insignificância ou Bagatela.




Ba 23/02/2013

Tenho em papel. Pretendo ler
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Bbel 23/10/2011

Excelente!!
No epílogo o autor diz que foi uma história que "merecia ser escrita".
Me lembrei do Projeto Missy, que divulga "A Cabana" como um livro que "merecia ser lido".
É isso o que tenho a dizer sobre "Memórias de um sobrevivente". Uma história que merece (MUITO) ser lida!!
O autor é visceral e, além de escrever mto bem, apresenta uma riqueza inenarrável em suas descrições e detalhes.
Absurdamente intenso, sensível e chocante.
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Andrew 30/01/2010

Um dos melhores livros que já li!
Sensacional, parece que você está assistindo um filme! Recomendo a todos!
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Murilo 28/10/2009

Recomendo
Uma história de injustiças e crimes mas que no final renova nossa esperança no ser humano, e nos revela uma arma poderosa nessa guerra "a leitura".
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Naty Fênix 22/08/2009

Valores distorcidos
Realista e direto, a vida de um homem criado com valores distorcidos e com uma mentalidade paralela e complexa.
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claudioschamis 11/02/2009

Testemunho do próprio autor sobre sua vida, começando pela sua infancia pobre até chegar ao crime, o que o faz passar pela sua descoberta pela literatura. O autor foi preso aos 19 anos de idade e 30 anos depois, quando publicou o livro (2001), continuava preso. Um livro forte e que mostra também sua vida na cadeia.
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Mica Lopes 13/01/2009

Muito bom.
A vida de um cara que desde criança quis ser bandido, e foi.
Ou seja, a maldade existe sim.
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