O Castelo das Águias

O Castelo das Águias Ana Lúcia Merege




Resenhas - O Castelo das Águias


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Rosy-@mother_ofbooks 27/05/2019

Um livro repleto de magia
Em O castelo das águias, conhecemos Anna, jovem humana curiosa e destemida, que morava em uma tribo de Elfos na Floresta dos Teixos, em Bryke. Sempre apaixonada por histórias, ela aceita o convite do Mestre Camdell, mentor da escola de magia das Terras Férteis de Athelgard, para se tornar a Mestre de Sagas e se mudar para o Castelo das Águias, onde homens e elfos vivem em certa harmonia. O nome do castelo, se dá devido as belas águias que vivem na floresta que o rodeia. Águias que com o encantamento correto, se tornam majestosas e podem ser usadas na comunicação ou como armas de guerra, o que o exército tem feito nas últimas décadas.

Lá Anna conhece outros Metres, como Urien, o professor de Música e fofoqueiro oficial; Lara, uma maga frágil e enigmática, e Kieran de Scyllix, ou o Carrasco, como também é chamado “secretamente” por seus alunos. Anna e Kieran mantém um forte laço desde sua chegada.

O universo criado pela autora é um cenário tradicional de fantasia e ao mesmo tempo diferente e cativante. São muitos personagens, confesso que no início fiquei meio perdida, mas logo já estava imersa e envolvida com cada um deles.

A leitura foi muito prazerosa, me prendeu até o último instante, nem percebi o quão rápida foi. Na continuação, A ilha dos ossos, quero muito saber mais sobre o mestre Kieran, o quão forte ele é, quais seus limites, além da evolução da Anna nesse mundo de magia.

site: https://www.instagram.com/p/Bxvt41gBoGP/
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Rafael.Lois 17/11/2018

Adorei
Uma leitura suave, melodiosa, com uma trama direta e envolvente. Uma ótima leitura do começo ao fim
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lukaum.freak 05/11/2018

Após se mudar para uma escola de magia, Anna se torna a nova mestra de sagas. Além de se adaptar a nova vida, também divide sua atenção entre um interesse romântico e uma certa conspiração envolvendo as águias.
Com um estilo de leitura bem leve em uma linguagem acessível, o ponto alto do livro está na ambientação que bebe muito nas fontes mitológicas. Com referências ao mundo real e a fantasia, Athelgard passa a sensação se ser um localizado na divisa entre os dois.
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Brena 01/10/2018

Resenha do Crônicas Fantásticas
Em O Castelo das Águias somos apresentados ao mundo de Athelgard através de Anna de Byrke, protagonista e narradora dessa estória envolvente e cheia de magia.

Anna é uma jovem arqueira vinda de uma terra isolada e distinta, com hábitos e costumes próprios, em busca de conhecimento no Castelo das Águias, uma escola de magia situada em Vindravah. De início, bastante insegura e deslocada; Anna passa a conquistar seu espaço e a determinar seus objetivos. Lá ela conhece elfos e humanos, e também Kieran, o mago responsável pelas aves do castelo. Essas aves podem ser manipuladas e transformadas, e por isso são usadas como combatentes na guerra, o que é motivação para uma discussão política em que as posições de Kieran e dos mestres da cidade de Scyllix se opõem.

Através de uma trama direta, a autora conseguiu contar uma estória com uma construção de mundo excelente, sistema de magia básico e inteligente, e personagens com nuances bem distintas. É incrível como isso pôde ser feito com apenas 196 páginas. E se não bastassem a fantasia criativa, as batalhas de tirar o fôlego e a diversidade de personagens, ainda temos um romance que desenrola de forma natural e singela, de acalentar a alma.

Apesar de não ser um livro com um plot twist arrebatador, conta uma estória que nos encanta e marca a alma. É um livro que recomendo para todas as idades, pois mesmo sem cenas drásticas e pesadas, a autora consegue nos encantar, além de passar reflexões sobre relacionamento, trabalho em equipe, liberdade, meio-ambiente, política, poder.
As estórias de Athelgard continuam nos volumes 2 e 3, A Ilha dos Ossos e A Fonte Âmbar, respectivamente. Esse mundo e seus habitantes são enriquecidos em outras estórias contadas pela Ana Merege; podem ser encontradas disponíveis na Amazon e até mesmo grátis, nos blogs do livro e da autora .

site: https://cronicasfantasticas.com/2018/10/01/o-castelo-das-aguias/
Eduardo 14/10/2018minha estante
Também gostei bastante. Conheci a autora numa feira, olhei os livros mas não estava com dinheiro pra comprar. Dois dias depois, entrei no site da editora e comprei a versão digital desse livro - e não me arrependi. Já estou me programando para adquirir os dois faltantes da trilogia. Foi uma grata surpresa.


Brena 16/10/2018minha estante
A Ana é ótima =)! Tb vou pegar os outros dois em dezembro, já estão reservados rsrsrs




BOOKS BY ANNA BONNIE 01/10/2018

Um aventura mágica.
Esse é o terceiro livro que leio da autora, e mais uma vez me agradou bastante.
Em um misto de magia, castelos, intrigas, águias, elfos, humanos, deuses mitológicos e vilões somos inseridos nesse mundo fantástico e cheio de aventuras que é Athelgard.
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Mesmo contendo poucas páginas, a história é bem envolvente e descontraída, com uma narrativa leve e encantadora. Recomendo.
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Minha resenha completa está no Facebook: Sobre café e livros BY ANNA.
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Corredora Literária 09/07/2018

O Castelo das Águias | Blog Corredora Literária
O Castelo das Águias é uma leitura rápida, mágica, envolvente, fantástica. Nossa protagonista é Anna de Byrke, que narra a história neste primeiro livro da trilogia de Atherlgard.

Anna é uma excelente arqueira, uma jovem vinda de uma terra isolada em busca de conhecimento em Vindravah, no Castelo das Águias, uma escola de magia. No local, se misturam elfos e humanos.

Ela passa pela adaptação inicial e, a princípio, se mostra uma personagem insegura, isolada. Aos poucos, porém, ela vai conquistando espaço e aprofundando suas motivações. Anna chama a atenção por onde passa devido à sua beleza e também se torna alvo de inveja.

Nosso outro personagem importante é Kieran, o Mestre das Águias, um mago misterioso que cuida das aves do castelo. Aves essas que são usadas para ajudar nas batalhas na guerra. Há uma trama política por trás disso e Anna tem um papel importante no destino dessas aves, mas será uma solução definitiva?

Anna descobre que as águias passaram por várias experiências até se tornarem guerreiras. Muitas sofrem e, infelizmente, podem ser transformadas para o mal. Algumas cenas com essa transformação me deixaram arrepiada.

A autora criou também os hábitos e costumes dos elfos e da tribo de Anna. Achei bem construído demais.

Outra cena que me chamou a atenção é quando Anna se vê encurralada por alguns homens. Fiquei aflita, pois me coloquei em seu lugar. É uma cena bem delicada e confesso que achei que ia dar ruim...

O livro é cheio de reviravoltas.

Para mim, este seria um livro único, com início, meio e fim, porém as terras extensas de Athelgard permitem a autora desbravar cada canto do mapa com os livros seguintes e, sem dúvidas, há muita coisa boa por vir que quero conhecer mais!

Agora, falando sobre a edição, a autora mostrou o capricho e carinho ímpar com a obra. Diagramação perfeita, capa bonita, letras capitulares (que adoro e dão todo aquele ar medieval), mapa extenso e bacana, o qual visitei várias vezes.

O sistema de magia é criativo e interessante. Há divisões entre a magia de forma, magia de pensamento e conhecimento de sagas, que é a base de toda a magia!

Os Pássaros são magníficos! A cada cena com eles me bateu uma vontade forte de estar naquele local!

O Romance é inesperado. Não tem  lenga-lenga. Não há demora. É arrebatador.

Me diverti bastante com este livro. Assim que finalizei, já emendei direto a leitura do livro 2. Foi impossível não fazer isso! A escrita e criatividade da autora me cativaram! Foi uma leitura fluída e gostosa e já aviso que a cena final é sensacional, mesmo Anna não estando 100% ativa nela. Deixou uma abertura bem legal para o livro seguinte, com certeza.

Com personagens cativantes, várias emoções, muitos segredos, traições e ótimas reviravoltas te garanto que é um livro no qual vale o investimento! Terá aventuras ímpares por suas páginas!

Se você já leu o livro, fique tranquilo, porque semana que vem venho falar do livro 2, A Ilha dos Ossos. Se ainda não leu, não leia a resenha de semana que vem! (Depois não diga que A Corredora Literária não avisou hein, rs.)

site: https://corredoraliteraria.wordpress.com
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AB 24/12/2017

O Castelo das Águias, apesar de ser um livro com poucas páginas, contém um história envolvente, onde somos levados a conhecer um mundo diferente, no qual, habitam humanos, elfos e outros seres mágicos.

O livro trás uma narrativa em primeira pessoa, onde acompanhamos a Anna, que é uma humana que viveu toda a sua vida em uma vila de elfos, mas que acabou de se mudar para a cidade, para se tornar a nova Mestra de Sagas na Escola de Magia.

Para ela tudo é novo e diferente, tudo é fascinante e ela está animada para viver essa novidade e dar o seu melhor, ensinando aos seus novos alunos um pouco de seus conhecimentos.

No começo da história somos apresentados ao castelo de Vrindavahn, aos personagens e a história, e conforme a mesma vai caminhando, vamos entendendo como funciona o novo local de trabalho da Anna, bem como, qual o conflito entre as pessoas da Escola de Magia e os mestres da cidade de Scyllix.

O conflito em questão se baseia, na disputa pelas águias, criaturas mágicas, residentes no castelo e que tem a habilidade de serem transformadas em águias guerreiras, que podem ser utilizadas para lutar junto aos Mestres das Águias.

De um lado da disputa está a Escola de Magia de Vrindavahn, que defende que as águias devem continuar vivendo onde estão, pois, isso é o melhor para elas. E do outro lado está os mestres de Scyllix, que veem as águias apenas como armas e não se importam com o bem estar delas.

Essa disputa acarretará várias discussões, conflitos e perigos, mas ainda sim, no meio de tudo isso, há espaço para surgir um romance, um amor entre duas pessoas muito diferentes, contudo, que não deixa de ser verdadeiro e forte.

O livro possui ação, aventura e um romance daqueles que aquecem o coração. Não é daqueles romances de te fazer chorar ou se revoltar, mas é algo doce e singelo, algo agradável de acompanhar o desenvolver.

Em resumo, o livro é uma ótima leitura, a qual recomendo que leiam. Ela não é uma leitura que irá marcá-los, mas é uma boa história para passar o tempo e viajar em um novo universo.


site: http://www.abobrinhacomchocolate.com.br/2016/05/resenha-o-castelo-das-aguias.html
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Paulo 03/11/2017

Uma das qualidades de um bom livro é saber criar um mundo cativante, apresentando-o de uma forma atrativa ao leitor. A arte de contar histórias envolve encantar o leitor, envolvendo os seus cinco sentidos para fazê-lo sentir o ambiente ao seu redor. Essa é a proposta de Ana Lúcia Merege, não apenas uma autora, mas uma contadora de histórias que nos introduz seu mundo de Athelgard pelos olhos de Anna de Bryke.

Posso dizer de cara que o que mais me surpreendeu na leitura de O Castelo das Águias foi a construção de mundo. O leitor consegue sentir a veia RPGística da autora com um cenário tradicional de fantasia, apesar de ela colocar o toque dela aqui ou ali. Athelgard é um mundo enorme e nesse primeiro volume conhecemos apenas a pontinha do iceberg que nos aguarda em outras histórias. O mérito da autora está em nos apresentar o seu universo literário, mas sempre deixando margem para incluir inúmeras outras coisas. Quando eu estava acompanhando a história eu me encantava com as descrições dos lugares, dos hábitos e dos costumes e quando eu terminei a história, decidi olhar o mapa. Quando me dei conta de que tudo aquilo que eu tinha visto na história se passava em alguns poucos lugares, e que havia ainda muito mais por vir fiquei absolutamente abismado com o tanto de informação que a autora passou e o quão pouco isso representa dentro de todos os lugares do mundo.

Há toda uma riqueza nas descrições. Ficamos sabendo das tradições locais, somos apresentados a algumas festividades e até como cada cultura entende a do próximo (alteridade). Por exemplo, a maneira como os elfos enxergam os humanos ou até as hierarquias dentro da sociedade élfica. Ou como a cultura do norte entende os elfos que não é a mesma que a cultura do oeste. São pequenas sutilezas que apenas o leitor mais atento vai perceber. Apesar de a trama ser bem simples e direta, nada em O Castelo das Águias é simples. Existe mais sendo dito nas entrelinhas. Não significa que ao final da história nós saberemos tudo sobre Athelgard, mas certamente chegaremos ao segundo volume da série com mais informações. Embora isso não tire a possibilidade da autora nos maravilhar com alguma surpresa escondida.

Ao mesmo tempo em que a construção de mundo é o ponto mais alto de O Castelo das Águias, ele também é sua vulnerabilidade. É como uma espada de Dâmocles capaz de oferecer força, mas também pontos fracos. São muitas informações colocadas para o leitor em um curto espaço de tempo. Apesar de a autora ter conseguido usar algumas estratégias muito eficientes para superar o info dumping, ele está ali. Aliás, fica a dica para autores que desejam encontrar tais estratégias em suas histórias. Vou citar duas que achei muito bacanas: quando Anna chega ao Castelo das Águias, um dos professores apresenta a escola para a personagem, tecendo alguns comentários a respeito; outro ponto interessante é quando Anna está dando aulas e ensinando um pouco da mitologia do mundo para os alunos. São duas maneiras simples, porém eficientes. E não cansam tanto o leitor que entende que aquilo faz parte da história. A primeira estratégia além de apresentar o castelo para a protagonista, mostra ao leitor como o lugar de onde Anna veio é muito diferente em relação ao clima cosmopolita do castelo; já a segunda se trata da maneira como Anna consegue se relacionar com seus alunos e até como a sua forma de ensinar é diferente do padrão dos demais. Apesar disso tudo, ainda senti que muito da narrativa acabou precisando ceder espaço à construção de mundo. E isso era algo inevitável: a autora precisava fazer essa construção, ou seja, estabelecer essas fundações para que em outros volumes ela não precisasse fazer isso.

Nem sempre é necessário criar uma narrativa destruidora de universos para se criar uma história competente. Em O Castelo das Águias, a autora nos coloca no meio de uma disputa de duas cidades pela posse de águias guerreiras, animais usados no combate no universo de Athelgard. E é isso. Não temos a deformação de universos, o aparecimento de uma singularidade, uma magia proibida, nada disso. A trama não podia ser mais direta. E mesmo assim a história é muito boa. Não é o escopo de uma narrativa que a torna inesquecível, mas a forma como ela é contada. Por isso que eu vou sempre me referir à Ana Lúcia não só como uma autora, para mim ela é uma contadora de histórias (uma storyteller). Porque ela vai nos encantando com suas histórias e pouco a pouco vamos sendo enredados em sua narrativa até o ponto em que já estamos tão presos que não somos capazes de parar até terminar. Uma sensação semelhante a essa eu senti quando li Os Portões do Inferno, escrito pelo André Gordirro. Uma história absolutamente simples de enfrentar um ser maligno, mas conduzido com tanta eficiência que nos esquecemos disso.

Vale também colocar o emprego de uma barda como protagonista. Pronto... vou fazer uma blasfêmia para aqueles que gostam do livro... mas, fala sério. Que Kvothe, que nada. Sou mais Anna de Bryke. Sim, o público-alvo da Ana Lúcia é diferente do público do Rothfuss. Sim, com certeza. O espaço dado ao personagem é infinitamente maior? Com certeza. Mas, acho que em pouco mais de 180 páginas, a autora conseguiu construir uma personagem credível, com suas forças e fraquezas, dilemas e inseguranças, capazes de fornecer alguém sólido o suficiente para carregar a narrativa nas costas. Não temos uma personagem incrivelmente poderosa, filha de um semideus, nem nada do gênero: Anna é uma mestra de sagas que procura resolver os problemas com sua inteligência e perspicácia. Em diversos momentos ela se encontrou em perigo e não descobriu que era capaz de se tornar um dragão, ou era capaz de disparar raios elementares das mãos. Ela precisou do apoio de seus aliados, feitos ao longo da história para poder se sair de uma enrascada. Ou até mesmo contar com um pouco de sorte.

Só achei que a narrativa poderia ter ficado melhor se tivesse sido escrita em terceira pessoa. Achei que a narrativa em primeira pessoa acabou limitando um pouco as possibilidades de apresentar outros pontos de vista. Senti que a autora quis aprofundar um pouco mais os personagens, mas este acabou precisando ficar um pouco de lado para poder se focar nas aventuras da protagonista. Como a narrativa pertencia a ela, o leitor era conduzido por aquilo que ela via e depreendia. Há muito mais a ser explorado nas demais histórias, mas senti que isso pesou um pouco tanto na escrita final (tá... admito... sou chato com narrativas em primeira pessoa...insuportável mesmo) quanto no desenvolvimento dos personagens. Entretanto, senti que alguns personagens receberam bastante atenção e parecem ter muito mais a oferecer posteriormente como o Kieran e até mesmo o Doron.

Enfim, para quem está procurando uma boa história de fantasia, o livro de Ana Lúcia Merege é um prato cheio com ação, romance e muita aventura. Uma construção de mundo impecável que só tende a melhorar em futuras edições tornam a narrativa riquíssima em detalhes. Temos também uma personagem extremamente credível e que precisa lidar com suas limitações para solucionar os problemas com inteligência. Nas próximas edições quero poder conhecer mais dos outros personagens e tenho certeza que continuarei a ser encantado pela pena da autora.

site: www.ficcoeshumanas.com
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Vanessa 17/10/2017

Resenha - O Castelo das Águias
Música em Suas Tranças (Um conto gratuito que você pode ler aqui) foi a primeira história que li do mundo de Athelgard.  Ali já percebi quão simples e bonita era a história de Kieran e Anna. Em O Castelo das Águias, não é diferente. Essa seria uma narrativa simples, se não fosse por seu universo fantástico. Ana Merege une a magia, com humanos e elfos, deuses mitológicos, xamãs e águias em mundos únicos, com culturas e histórias próprias. Dentro disso, ela trás a tona assuntos como diversidade, meio ambiente, política e poder. Isso tudo, nas mãos (ou na cabeça) de outros, poderia ser uma incrível confusão. Mas Ana consegue contar a história com tal capricho que torna tudo fluido e natural.

Acho que posso aqui recomendar O Castelo das Águias para todas as idades, pois foi feita para encantar todos os seres - homens ou elfos - de todas as idades. Afinal essa não é só uma história de amor, mas também uma história sobre a importância da liberdade. Já estou na ansiedade para ler A Ilha dos Ossos, segundo livro da saga. E claro, quando isso acontecer, conto pra vocês.
Uma observação final: Além da linda capa de Carolina Mylius, o livro foi impresso em papel pólen bold de ótima qualidade e trás lindas ilustrações de mapa e arabescos (se é que posso chamar assim).
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Sheila Lima 16/09/2017

Opinião do blog "Doce Sonho Alado"
Por se tratar de um primeiro volume, "O Castelo das Águias" já começa cheio de informações e personagens para conhecer. Isso pode ser um pouco desanimador para um primeiro contato, mas acredite: vale a pena insistir e continuar lendo, pois muitas coisas boas se encontram nessas páginas.
A primeira coisa que me chamou atenção foi a questão da miscigenação das raças e o preconceito que existe mesmo em uma sociedade que convive há muito tempo no mesmo lugar, algo que certamente pode ser transportado para a nossa realidade, um tema muito atual.
Outra coisa que me encantou foi a mistura de magia e arte, algo que deu um colorido a mais ao mundo criado pela autora, sem dúvidas faz a obra se destacar em meio a muitas outras.
Mais um ponto que vale a pena destacar é a forma como no ápice da história cada personagem teve sua importância na resolução do problema, não deixando tudo no encargo de um único herói.
Apesar de ter o foco em um casal principal, não me incomodei com a dosagem de romance, principalmente porque a personagem principal não se torna dependente de seu parceiro. Há toda uma diferença de idade, cultura e personalidade entre os dois, algo que enriquece sua interação (e que pode chocar leitores que não estejam atentos a detalhes e não percebam a passagem do tempo, mas é só uma questão de entender o que foi proposto).
Como é um romance relativamente curto, não me arrisco a dizer que cheguei a me apegar a algum dos personagens, mas já admiro a personalidade de muitos deles. A Anna, como protagonista, mostrou ter seus defeitos e momentos de fraqueza nos lugares certos, o que também é muito positivo.
Claro que recomendo o livro a todos que curtem uma boa fantasia épica, principalmente àqueles que estejam procurando algo que fuja do "mais do mesmo". Já estou curiosa para saber o que vem a seguir, com certeza continuarei a acompanhar a série.

site: http://www.docesonhoalado.com/2017/08/livros-contos-fantasia-ana-lucia-merege.html
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Taverneiro 11/04/2017

Ótima Fantasia Nacional ^^
...
Esse livro de fantasia se passa no mundo de Athelgard e é o primeiro de uma trilogia que inclui A Ilha dos Ossos e A Fonte Âmbar. Trilogia por serem os mesmos personagens, porque todo o arco de história que nasce aqui nesse livro termina aqui mesmo, fazendo ser bem autossuficiente.

O Castelo das águias é uma escola de magia encontrada nas terras férteis de Athelgard. Uma terra fantástica de elfos e homens. Nós acompanhamos aqui Anna de Bryke, uma moça nascida longe das cidades grandes e que foi chamada para ser a nova Mestre de Sagas do castelo. Ela é jovem para essa posição, e tem que se acostumar com essa nova responsabilidade e com o modo de vida da “cidade grande”.

O castelo tem esse nome por um motivo, eles treinam águias aprimoradas magicamente para a batalha, e essas águias precisam da agua de uma fonte que só existe nos arredores do castelo, e a mestra Anna acaba caindo no meio de uma trama política liderada pelo mago elfo Hillias, que deseja transportar essas águias para outras cidades, mesmo elas não aguentando muito tempo longe da fonte. Por meio de experiências cruéis com as aves ele deseja leva-las para toda a Athelgard.

O Mestre das Águias Kieran é o principal ponto opositor dessa ideia. Com o apoio do castelo, mas vai ser necessário mais do que a bravura de Kieran para impedir que esses animais sejam maltratados, e a mestra Anna com sua sensibilidade vai ter uma importância vital nesse empasse.

O livro é bem curtinho se comparado a qualquer outra fantasia medieval de atualmente, e tem muita coisa legal nessas quase duzentas páginas.

O primeiro ponto que destacou a obra para mim foi o tratamento dado aos personagens. A protagonista é explorada emocionalmente, e acaba sendo fácil criar um laço com a personagem e pelo que ela está passando. A temática de escola de magia não é novidade, mas a autora sabe usar isso de uma maneira mais sutil, não é tão presente na trama esse detalhe, e, além disso, a protagonista tem o ponto de vista de uma professora, e não um aluno, o que deixa tudo bem interessante.

Combinado com isso vem o fato de ser uma escrita muito mais “sóbria”, sem exageros de enredo ou traços muito destoantes na história. É uma leitura mais sublime, para ser lido como um passeio enquanto se ouve o barulho de ondas e sente o vento da maresia no rosto (gostaram da minha analogia? 😄 ). Esse não é o tipo de leitura que eu procuro ativamente e eu já estava imaginando que iria odiar antes de começar, mas de repente eu me vi empolgado com os grandes momentos da história (até mesmo os de romance, por mais incrível que pareça 😄 ). A autora me amarrou aos seus personagens e qualquer coisa que abalassem eles ia me atingir também, o que é ótimo.

O livro tem seus momentos de combate e tensão bem pontuais. Eu achei o suficiente, mas alguém com maior desejo de ação pode ficar um pouco decepcionado. O prologo revelando o que ia dar errado na trama espalhou o tom de tensão por todo o livro, isso foi uma escolha muito acertada da autora.

E o sistema de magia dela é muito, muito legal, com suas divisões entre magia de forma, magia de pensamento, e principalmente a base de toda a magia, que é o conhecimento de sagas! Eu adorei essa associação com livros e grandes histórias como sendo a base da magia, e o “mago” é o conhecedor dessas histórias. Isso toca qualquer leitor ou escritor e é um dos pensamentos desse livro que eu vou levar para a vida. ^^

“Você tem que entender as bases da Magia, não para pratica-la, mas para explicar aos seus alunos que as sagas contêm mais do que apenas uma trama bem elaborada.”

“Descobrir as histórias de vidas daqueles jovens. Fazer com que as contassem, as representassem, as enlaçassem a outras historias que existiam no mundo. Só assim poderiam viver segundo o lema da escola. Pela Arte e pela Magia!”

Obviamente o livro não é perfeito. Os personagens secundários são quase um monte de nomes sem proposito. Eu li o conto dos mares gelados, onde um dos coadjuvantes aqui é o protagonista lá e, se o background de metade dos nomes citados nesse livro foi trabalhado como o desse homem, já seria um grande trabalho de criação de mundo, mas não é isso que eu senti enquanto lia o livro. A maior parte deles eu nem consigo lembrar.

E outro ponto que me deixou meio para baixo foi a falta de participação da protagonista na cena final. É uma cena incrível, mas é outra pessoa que tem o foco lá, e eu queria que a Anna fizesse mais coisas. Mas isso é só uma questão pessoal mesmo, a cena é muito boa.

Conhecer Anna de Bryke, a Mestre de Sagas e Filha dos Lobos, foi um privilégio. Ana Lucia Merege criou um ótimo mundo aqui, e conseguiu me deixar com vontade de continuar acompanhando esses personagens em mais aventuras.

Livro muito recomendado, e se você quiser ver outros trabalhos da autora, tem também uma pequena resenha de um conto por aqui mesmo, e ela tem diversos textos menores pra quem não quiser ler um livro inteiro, vocês podem conferir mais no blog ou na pagina do facebook do livro, vocês não vão se arrepender. ^^

“O fogo me revelou que a Magia e a Ciência não bastam. Precisamos da Imaginação. E quem melhor para isso do que a nossa Mestre de Sagas?”

site: https://tavernablog.com/2017/03/19/o-castelo-das-aguias-de-ana-lucia-merege-resenha/
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Dear Book 09/04/2017

Escola de magia criada por uma brasileira
[Resenha com corte de trechos ilustrativos e imagens; confira no link no blog]
Por Eliel: Anna de Bryke é uma jovem apaixonada por histórias, conhece muitas delas, seja por estar sempre lendo ou ouvindo de seu povo. Sempre trocando cartas com Mestre Camdell logo ela recebe o convite a se juntar ao corpo docente da escola de magia como Mestre das Sagas no Castelo das Águias.  Lá os aprendizes aprendem sobre magia e arte, uma escola única nas Terras Férteis. Longe de sua tribo Anna terá que se adaptar à vida em uma cidade grande.

Com a ajuda do mestre das águias Kieran de Scyllix e do seu conhecimentos das sagas, Anna luta para manter a salvo as águias de magos que gostariam de usá-las contra Althergard. As águias desse lado das Terras Férteis são muito especiais, elas têm acesso à uma fonte de águas mágicas que as transformam (com a ajuda do mestre) em águias guerreiras que são usadas em momentos de conflito. O grande impasse desse livro é que há um grupo que deseja reproduzir essas águias em massa para proteger Althergard mesmo em dias de paz. Anna, Kieran e outros não concordam com esse uso abusivo desses animais como armas. Juntos enfrentarão muitas dificuldades para proteger as águias e os alunos da escola.

Personagens bem construídos e narrativa bem amarrada,leitura clara e fluída. Fiquei surpreso com a qualidade da escrita de Ana Lúcia Merege, ela tem um talento nato para a literatura fantástica. Esse é o primeiro livro que leio dela e com certeza já quero ler a continuação dessa saga.

O próximo livro é A Ilha dos Ossos, esse terá como foco o misterioso Mestre Kieran. Ao chegar ao final de O Castelo das Águias não pense que acabou. Ainda teremos muito mais, foi um prazer descobrir Ana Lúcia Merege, quero ler mais e você também vai querer.
P.s.: Fãs de Harry Potter, podem ler e se tornarem fãs dessa escola de magia criada por uma brasileira. Vale a pena.

site: http://www.dear-book.net/2016/06/resenha-o-castelo-das-aguias-athelgard.html
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Marcos Antonio 05/04/2017

O castelos das àguias
Livro conta a história de Anna moça de avós Elfos Brilhantes e com descendência humana que e vivia na vila dos Elfos no clãs dos Lobos e professora de Sagas ( História de heróis) que foi convidada para dar aulas em uma escola de magia, lá conheceu as águias que era usada na guerra e o enredo do livro é esse. Ana se apaixona por um dos magos da escola responsável pelas águias. O que eu achei falho foi a autora modificar a aparência Élficas, a meu ver todos deveria se manter no Padrão dos Elfos de TOLKIEN.
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Eric "Julián" Silva 09/08/2016

Multiculturalismo, identidade étnica e defesa da natureza em um cenário de fantasia e magia.
Mais do que uma simples narrativa do gênero fantasia, O Castelo das Águias, livro da autora brasileira Ana Lúcia Merege, traz em seu bojo uma multiplicidade de temas, alguns de forma não muito explícita, mas que vão além da costumeira atmosfera que encontramos nos livros do gênero. São discussões que podem chamar a atenção daqueles leitores mais antenados com questões como cultura, identidade, docência e ambientalismo, mas que vão se mostrando subjetivamente presentes na narrativa, permeando a construção da personalidade e da identidade de suas personagens.

Quem lê o livro de Ana Lúcia de imediato percebe algumas de suas referências, sobretudo, o universo de Harry Potter e alguns poucos elementos de O Senhor dos Anéis. Não sei se a autora deliberadamente se inspirou nestes livros, mas em alguns pontos as histórias se aproximam, sobretudo na ideia de uma escola de magia e seu singular séquito de professores, presente na série da britânica J. K. Rowling, e as criaturas mágicas representadas pelos elfos, cuja presença é marcante no livro de J. R. R. Tolkien.

Porém, a autora com criatividade soube demonstrar sua originalidade ao se concentrar em um dos mestres da escola, indo em sentido contrário ao que vemos em Harry Potter, cuja história se encontra centrada nas experiências e aventuras de um grupo de estudantes da escola de magia idealizada por Rowling. Mas a originalidade do livro não para por ir e a criatividade da autora desponta, sobretudo, ao criar um universo de convivência íntima e amistosa entre criaturas mágicas e humanos – muito perceptível na sociedade multicultural que é formada na cidade de Vrindavahn – e ao criar uma personagem com referências étnicas tão fortes como as existentes em Anna.

Quem pensa, logo ao iniciar o livro, que a história será uma reprodução de tudo que já foi visto nos livros citados descobre o engano ao conhecer mais profundamente as personagens e a bagagem por elas trazidas.

Confiram nossa resenha completa.

site: http://conhecertudoemais.blogspot.com/2016/08/o-castelo-das-aguias-ana-lucia-merege.html
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Monique 06/07/2016

Resenha - O Castelo das Águias (Athelgard #1)
O Castelo das Águias é um livro de fantasia, onde podemos conhecer personagens cativantes, bem estruturados e misteriosos. Cada um com sua história e personalidade diferentes.
A autora conseguiu criar um universo mágico onde elfos e humanos convivem juntos em aldeias e cidades.
O que falar da Escola de Magia ? Eu diria que é uma Hogwarts diferente, pois além de haver magos, há também humanos e elfos (e descendentes de elfos) estudando e lecionando na escola. Além de que durante a história, vemos a narração nos mostrando o lado dos professores, principalmente o de Anna, a personagem principal.
Falando nela, eu adorei a personagem! Inteligente, decidida e forte!
Anna foi criada pela avó em uma aldeia de elfos, onde existem várias Casas, a sua é a dos Lobos (podemos nos lembrar de Game Of Thrones, talvez). Ela foi convidada pelo Mestre Camdell (o Mentor da Escola) para ser a Mestra das Sagas e lecionar na escola.
O livro é todo narrado pela Anna, o que nos deixa mais íntimos da personagem.

"- Não sou princesa nenhuma! - repliquei, esquivando-me ao toque grosseiro. - Nem dançarina, aliás. Sou Anna de Bryke, mestra de sagas... e professora da Escola de Artes Mágicas."

As cenas de ação são descritas com simplicidade o que facilita na compreensão e imaginação, além de nos deixar aflitos para saber o que vai acontecer em seguida.
Não tem muita enrolação na narração, tudo é descrito de forma simples e madura.

Acho que podemos comentar sobre o romance entre Anna e o seu prometido (não irei dizer o nome, para não dar spoiler).
Logo quando Anna chega no castelo, já podemos perceber por quem ela se sente atraída e logo ficamos pensando se o sentimento é recíproco.
Aqui o romance não é algo clichê que podemos ver na maioria dos livros de fantasia. É algo mais leve, mais "fofo".

"- Eu, escrever ? Você é a mestra das sagas - lembrou meu prometido. - É você que vai contar a nossa história um dia."

Queria comentar que a mitologia criada pela autora me fez lembrar da Mitologia Nórdica. Não sei se a referência é de fato, mas me fez lembrar dos Deuses Asgardianos!

Enfim, posso dizer que amei a história e que com certeza irei ler os outros livros da série!
Me apaixonei pelo universo criado pela autora e pelos personagens principais.

Minha nota: 5/5

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