O Castelo das Águias

O Castelo das Águias Ana Lúcia Merege




Resenhas - O Castelo das Águias


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Taverneiro 11/04/2017

Ótima Fantasia Nacional ^^
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Esse livro de fantasia se passa no mundo de Athelgard e é o primeiro de uma trilogia que inclui A Ilha dos Ossos e A Fonte Âmbar. Trilogia por serem os mesmos personagens, porque todo o arco de história que nasce aqui nesse livro termina aqui mesmo, fazendo ser bem autossuficiente.

O Castelo das águias é uma escola de magia encontrada nas terras férteis de Athelgard. Uma terra fantástica de elfos e homens. Nós acompanhamos aqui Anna de Bryke, uma moça nascida longe das cidades grandes e que foi chamada para ser a nova Mestre de Sagas do castelo. Ela é jovem para essa posição, e tem que se acostumar com essa nova responsabilidade e com o modo de vida da “cidade grande”.

O castelo tem esse nome por um motivo, eles treinam águias aprimoradas magicamente para a batalha, e essas águias precisam da agua de uma fonte que só existe nos arredores do castelo, e a mestra Anna acaba caindo no meio de uma trama política liderada pelo mago elfo Hillias, que deseja transportar essas águias para outras cidades, mesmo elas não aguentando muito tempo longe da fonte. Por meio de experiências cruéis com as aves ele deseja leva-las para toda a Athelgard.

O Mestre das Águias Kieran é o principal ponto opositor dessa ideia. Com o apoio do castelo, mas vai ser necessário mais do que a bravura de Kieran para impedir que esses animais sejam maltratados, e a mestra Anna com sua sensibilidade vai ter uma importância vital nesse empasse.

O livro é bem curtinho se comparado a qualquer outra fantasia medieval de atualmente, e tem muita coisa legal nessas quase duzentas páginas.

O primeiro ponto que destacou a obra para mim foi o tratamento dado aos personagens. A protagonista é explorada emocionalmente, e acaba sendo fácil criar um laço com a personagem e pelo que ela está passando. A temática de escola de magia não é novidade, mas a autora sabe usar isso de uma maneira mais sutil, não é tão presente na trama esse detalhe, e, além disso, a protagonista tem o ponto de vista de uma professora, e não um aluno, o que deixa tudo bem interessante.

Combinado com isso vem o fato de ser uma escrita muito mais “sóbria”, sem exageros de enredo ou traços muito destoantes na história. É uma leitura mais sublime, para ser lido como um passeio enquanto se ouve o barulho de ondas e sente o vento da maresia no rosto (gostaram da minha analogia? 😄 ). Esse não é o tipo de leitura que eu procuro ativamente e eu já estava imaginando que iria odiar antes de começar, mas de repente eu me vi empolgado com os grandes momentos da história (até mesmo os de romance, por mais incrível que pareça 😄 ). A autora me amarrou aos seus personagens e qualquer coisa que abalassem eles ia me atingir também, o que é ótimo.

O livro tem seus momentos de combate e tensão bem pontuais. Eu achei o suficiente, mas alguém com maior desejo de ação pode ficar um pouco decepcionado. O prologo revelando o que ia dar errado na trama espalhou o tom de tensão por todo o livro, isso foi uma escolha muito acertada da autora.

E o sistema de magia dela é muito, muito legal, com suas divisões entre magia de forma, magia de pensamento, e principalmente a base de toda a magia, que é o conhecimento de sagas! Eu adorei essa associação com livros e grandes histórias como sendo a base da magia, e o “mago” é o conhecedor dessas histórias. Isso toca qualquer leitor ou escritor e é um dos pensamentos desse livro que eu vou levar para a vida. ^^

“Você tem que entender as bases da Magia, não para pratica-la, mas para explicar aos seus alunos que as sagas contêm mais do que apenas uma trama bem elaborada.”

“Descobrir as histórias de vidas daqueles jovens. Fazer com que as contassem, as representassem, as enlaçassem a outras historias que existiam no mundo. Só assim poderiam viver segundo o lema da escola. Pela Arte e pela Magia!”

Obviamente o livro não é perfeito. Os personagens secundários são quase um monte de nomes sem proposito. Eu li o conto dos mares gelados, onde um dos coadjuvantes aqui é o protagonista lá e, se o background de metade dos nomes citados nesse livro foi trabalhado como o desse homem, já seria um grande trabalho de criação de mundo, mas não é isso que eu senti enquanto lia o livro. A maior parte deles eu nem consigo lembrar.

E outro ponto que me deixou meio para baixo foi a falta de participação da protagonista na cena final. É uma cena incrível, mas é outra pessoa que tem o foco lá, e eu queria que a Anna fizesse mais coisas. Mas isso é só uma questão pessoal mesmo, a cena é muito boa.

Conhecer Anna de Bryke, a Mestre de Sagas e Filha dos Lobos, foi um privilégio. Ana Lucia Merege criou um ótimo mundo aqui, e conseguiu me deixar com vontade de continuar acompanhando esses personagens em mais aventuras.

Livro muito recomendado, e se você quiser ver outros trabalhos da autora, tem também uma pequena resenha de um conto por aqui mesmo, e ela tem diversos textos menores pra quem não quiser ler um livro inteiro, vocês podem conferir mais no blog ou na pagina do facebook do livro, vocês não vão se arrepender. ^^

“O fogo me revelou que a Magia e a Ciência não bastam. Precisamos da Imaginação. E quem melhor para isso do que a nossa Mestre de Sagas?”

site: https://tavernablog.com/2017/03/19/o-castelo-das-aguias-de-ana-lucia-merege-resenha/
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Dear Book 09/04/2017

Escola de magia criada por uma brasileira
[Resenha com corte de trechos ilustrativos e imagens; confira no link no blog]
Por Eliel: Anna de Bryke é uma jovem apaixonada por histórias, conhece muitas delas, seja por estar sempre lendo ou ouvindo de seu povo. Sempre trocando cartas com Mestre Camdell logo ela recebe o convite a se juntar ao corpo docente da escola de magia como Mestre das Sagas no Castelo das Águias.  Lá os aprendizes aprendem sobre magia e arte, uma escola única nas Terras Férteis. Longe de sua tribo Anna terá que se adaptar à vida em uma cidade grande.

Com a ajuda do mestre das águias Kieran de Scyllix e do seu conhecimentos das sagas, Anna luta para manter a salvo as águias de magos que gostariam de usá-las contra Althergard. As águias desse lado das Terras Férteis são muito especiais, elas têm acesso à uma fonte de águas mágicas que as transformam (com a ajuda do mestre) em águias guerreiras que são usadas em momentos de conflito. O grande impasse desse livro é que há um grupo que deseja reproduzir essas águias em massa para proteger Althergard mesmo em dias de paz. Anna, Kieran e outros não concordam com esse uso abusivo desses animais como armas. Juntos enfrentarão muitas dificuldades para proteger as águias e os alunos da escola.

Personagens bem construídos e narrativa bem amarrada,leitura clara e fluída. Fiquei surpreso com a qualidade da escrita de Ana Lúcia Merege, ela tem um talento nato para a literatura fantástica. Esse é o primeiro livro que leio dela e com certeza já quero ler a continuação dessa saga.

O próximo livro é A Ilha dos Ossos, esse terá como foco o misterioso Mestre Kieran. Ao chegar ao final de O Castelo das Águias não pense que acabou. Ainda teremos muito mais, foi um prazer descobrir Ana Lúcia Merege, quero ler mais e você também vai querer.
P.s.: Fãs de Harry Potter, podem ler e se tornarem fãs dessa escola de magia criada por uma brasileira. Vale a pena.

site: http://www.dear-book.net/2016/06/resenha-o-castelo-das-aguias-athelgard.html
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Marcos Antonio 05/04/2017

O castelos das àguias
Livro conta a história de Anna moça de avós Elfos Brilhantes e com descendência humana que e vivia na vila dos Elfos no clãs dos Lobos e professora de Sagas ( História de heróis) que foi convidada para dar aulas em uma escola de magia, lá conheceu as águias que era usada na guerra e o enredo do livro é esse. Ana se apaixona por um dos magos da escola responsável pelas águias. O que eu achei falho foi a autora modificar a aparência Élficas, a meu ver todos deveria se manter no Padrão dos Elfos de TOLKIEN.
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Eric.Silva 09/08/2016

Multiculturalismo, identidade étnica e defesa da natureza em um cenário de fantasia e magia.
Mais do que uma simples narrativa do gênero fantasia, O Castelo das Águias, livro da autora brasileira Ana Lúcia Merege, traz em seu bojo uma multiplicidade de temas, alguns de forma não muito explícita, mas que vão além da costumeira atmosfera que encontramos nos livros do gênero. São discussões que podem chamar a atenção daqueles leitores mais antenados com questões como cultura, identidade, docência e ambientalismo, mas que vão se mostrando subjetivamente presentes na narrativa, permeando a construção da personalidade e da identidade de suas personagens.

Quem lê o livro de Ana Lúcia de imediato percebe algumas de suas referências, sobretudo, o universo de Harry Potter e alguns poucos elementos de O Senhor dos Anéis. Não sei se a autora deliberadamente se inspirou nestes livros, mas em alguns pontos as histórias se aproximam, sobretudo na ideia de uma escola de magia e seu singular séquito de professores, presente na série da britânica J. K. Rowling, e as criaturas mágicas representadas pelos elfos, cuja presença é marcante no livro de J. R. R. Tolkien.

Porém, a autora com criatividade soube demonstrar sua originalidade ao se concentrar em um dos mestres da escola, indo em sentido contrário ao que vemos em Harry Potter, cuja história se encontra centrada nas experiências e aventuras de um grupo de estudantes da escola de magia idealizada por Rowling. Mas a originalidade do livro não para por ir e a criatividade da autora desponta, sobretudo, ao criar um universo de convivência íntima e amistosa entre criaturas mágicas e humanos – muito perceptível na sociedade multicultural que é formada na cidade de Vrindavahn – e ao criar uma personagem com referências étnicas tão fortes como as existentes em Anna.

Quem pensa, logo ao iniciar o livro, que a história será uma reprodução de tudo que já foi visto nos livros citados descobre o engano ao conhecer mais profundamente as personagens e a bagagem por elas trazidas.

Confiram nossa resenha completa.

site: http://conhecertudoemais.blogspot.com/2016/08/o-castelo-das-aguias-ana-lucia-merege.html
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Monique 06/07/2016

Resenha - O Castelo das Águias (Athelgard #1)
O Castelo das Águias é um livro de fantasia, onde podemos conhecer personagens cativantes, bem estruturados e misteriosos. Cada um com sua história e personalidade diferentes.
A autora conseguiu criar um universo mágico onde elfos e humanos convivem juntos em aldeias e cidades.
O que falar da Escola de Magia ? Eu diria que é uma Hogwarts diferente, pois além de haver magos, há também humanos e elfos (e descendentes de elfos) estudando e lecionando na escola. Além de que durante a história, vemos a narração nos mostrando o lado dos professores, principalmente o de Anna, a personagem principal.
Falando nela, eu adorei a personagem! Inteligente, decidida e forte!
Anna foi criada pela avó em uma aldeia de elfos, onde existem várias Casas, a sua é a dos Lobos (podemos nos lembrar de Game Of Thrones, talvez). Ela foi convidada pelo Mestre Camdell (o Mentor da Escola) para ser a Mestra das Sagas e lecionar na escola.
O livro é todo narrado pela Anna, o que nos deixa mais íntimos da personagem.

"- Não sou princesa nenhuma! - repliquei, esquivando-me ao toque grosseiro. - Nem dançarina, aliás. Sou Anna de Bryke, mestra de sagas... e professora da Escola de Artes Mágicas."

As cenas de ação são descritas com simplicidade o que facilita na compreensão e imaginação, além de nos deixar aflitos para saber o que vai acontecer em seguida.
Não tem muita enrolação na narração, tudo é descrito de forma simples e madura.

Acho que podemos comentar sobre o romance entre Anna e o seu prometido (não irei dizer o nome, para não dar spoiler).
Logo quando Anna chega no castelo, já podemos perceber por quem ela se sente atraída e logo ficamos pensando se o sentimento é recíproco.
Aqui o romance não é algo clichê que podemos ver na maioria dos livros de fantasia. É algo mais leve, mais "fofo".

"- Eu, escrever ? Você é a mestra das sagas - lembrou meu prometido. - É você que vai contar a nossa história um dia."

Queria comentar que a mitologia criada pela autora me fez lembrar da Mitologia Nórdica. Não sei se a referência é de fato, mas me fez lembrar dos Deuses Asgardianos!

Enfim, posso dizer que amei a história e que com certeza irei ler os outros livros da série!
Me apaixonei pelo universo criado pela autora e pelos personagens principais.

Minha nota: 5/5

site: http://invernode1996.blogspot.com.br/
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Carol 06/06/2016

Encantador!
O livro nos conta a história de Anna de Bryke ao aceitar dar aulas e se tornar a nova Mestra das Sagas da Escola de Magia. Com narração em primeira pessoa, vamos conhecendo junto com Anna todas as maravilhas fantásticas que a escola e a cidade de Vrindavahn tem.

“Vista de cima, Vrindavahn tinha um aspecto acolhedor. As construções imponentes, ornadas de colunas, que davam tanta fama às cidades grandes, não faziam a menor falta naquelas ruas estreitas, calçadas por seixos redondos, onde se alinhavam as casinhas de madeira e tijolos.”

Nessa escola, conhecida como Castelo das Águias, também somos apresentados à Kieran, o Mestre das Águias. Com o decorrer do livro vamos entendendo o quão importantes as águias são e as razões para que hajam tantas pessoas pessoas interessadas em ter total controle delas. Nem sempre a pessoa interessada vai estar do bem… e é aí que as coisas começam a desenrolar na hostória.

A Ana Lúcia criou em O Castelo das Águias um universo muito belo e encantador, cheio de magia e histórias fantásticas, além claro, daquele toque romântico.

Do que posso falar da edição visto que só tive contato com o livro digital: não percebi erros de revisão, a diagramação, os detalhes no livro ficaram muito bons e a capa reflete muito bem o contexto da história.

Não quero falar muito mais para não dar spoilers.

Fico aqui curiosa para ler logo a continuação.

site: http://livroseversos.com/resenha-o-castelo-das-aguias-ana-lucia-merege/
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sentilivros 02/06/2016

resenha de O Castelo das Águias
"E o nome e as palavras... eram mais que Magia do Pensamento, não é?"
Recebi o livro em e-book através de uma parceria com a editora Draco. Havia alguns títulos para escolha, mas quando vi O Castelo das Águias não tive dúvidas e não me arrependi. Amei o livro. Já conheci a escrita da Ana e como sempre ela nos envolve totalmente em sua história.
Aqui vamos conhecer Ana e ouros mestres da Escola de magia Castelo das Águias.
Quando falamos em magia lembramos quase que imediatamente de Harry Potter. Porém, aqui estamos mais intimos aos mestres e as relações com a sociedade no geral. Não apenas as rotinas da escola. Também ative um deja vu com Tolkien, talvez pela questão da águias mesmo e as relações entre os seres. Pois em Athelgard temos elfos, meiohumanos e humanos se relacionando. Em alguns lugares até pacificamente e em outros nem tanto. Mas, ainda assim há aqueles que acreditam-se superiores devido sua raça.
"Bom, mesmo nesses números eu percebi que estávamos lidando com magia - respondi, um pouco envergonhada. - Não era a da Forma e a do Pensamento, não ainda, mas era a do ser, a do fazer, a do acreditar. É aquele tipo de magia presente, e necessário, na vida de todas as pessoas"
O livro começa cem um momento crucial para a história e se desenrola como uma lembrança até chegar na parte citada. Vemos como uma jovem, digamos recém formada,vai crescendo como personagem e na história. descobrimos alguns segredos, romance, brigas e amizade.
Eu li o livro em um dia. A leitura rápida e prazerosa nos proporciona bons momentos e algumas reflexões.
Eu amei e super indico!
"Descobrir as histórias de vida daqueles jovens. Fazer com que as contassem, as representassem, as enlaçassem a outras histórias que existiam no mundo. Só assim poderiam viver segundo o lema da Escola. Pela Arte e pela Magia!"

site: http://sentimentonoslivros.blogspot.com.br/2016/06/o-castelo-das-aguias-ana-lucia-merege.html
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Nahhli 31/05/2016

Leitura agradável e envolvente
O Castelo das Águias, apesar de ser um livro com poucas páginas, contém um história envolvente, onde somos levados a conhecer um mundo diferente, no qual, habitam humanos, elfos e outros seres mágicos.

O livro trás uma narrativa em primeira pessoa, onde acompanhamos a Anna, que é uma humana que viveu toda a sua vida em uma vila de elfos, mas que acabou de se mudar para a cidade, para se tornar a nova Mestra de Sagas na Escola de Magia.

Para ela tudo é novo e diferente, tudo é fascinante e ela está animada para viver essa novidade e dar o seu melhor, ensinando aos seus novos alunos um pouco de seus conhecimentos.

No começo da história somos apresentados ao castelo de Vrindavahn, aos personagens e a história, e conforme a mesma vai caminhando, vamos entendendo como funciona o novo local de trabalho da Anna, bem como, qual o conflito entre as pessoas da Escola de Magia e os mestres da cidade de Scyllix.

O conflito em questão se baseia, na disputa pelas águias, criaturas mágicas, residentes no castelo e que tem a habilidade de serem transformadas em águias guerreiras, que podem ser utilizadas para lutar junto aos Mestres das Águias.

De um lado da disputa está a Escola de Magia de Vrindavahn, que defende que as águias devem continuar vivendo onde estão, pois, isso é o melhor para elas. E do outro lado está os mestres de Scyllix, que veem as águias apenas como armas e não se importam com o bem estar delas.

Essa disputa acarretará várias discussões, conflitos e perigos, mas ainda sim, no meio de tudo isso, há espaço para surgir um romance, um amor entre duas pessoas muito diferentes, contudo, que não deixa de ser verdadeiro e forte.

O livro possui ação, aventura e um romance daqueles que aquecem o coração. Não é daqueles romances de te fazer chorar ou se revoltar, mas é algo doce e singelo, algo agradável de acompanhar o desenvolver.

Em resumo, o livro é uma ótima leitura, a qual recomendo que leiam. Ela não é uma leitura que irá marcá-los, mas é uma boa história para passar o tempo e viajar em um novo universo.

site: http://www.abobrinhacomchocolate.com.br/2016/05/resenha-o-castelo-das-aguias.html
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joanice.oliveir 25/05/2016

[Resenha] O Castelo das Águias - Ana Lúcia Merege
Olá, Leitores!

Estou aqui para falar do Livro O Castelo das Águias é o primeiro volume da série da Autora Ana Lucia Merece, um romance com selo de qualidade da Literatura Brasileira, publicado pela Editora Draco, meus sentimentos ficaram à flor da pele em cada página lida desta linda obra.

Começa a saga da jovem Anna de Bruyke, ao qual logo me identifiquei de cara, pois é uma personagem forte que não teme os obstáculos que são colocados à sua frente, ela simplesmente seguir em frente.

A sua jornada começa nas Terras Férteis onde se localizada à vila chamada Athelgard, é uma cidade que habitada três tipos de povos: homens, semi-humanos e elfos, aonde foi travado uma guerra entre eles que deixaram muitas marcas e feridas profundas.

"Não deveria. Você pensou mesmo que eu deixaria a sorte das águias em suas mãos? Ou de qualquer outro que não houvesse sido iniciado por mim?"

Na mesma região, se encontra a Escola de Magia de Vrindavahn, também conhecida como O castelo das Águias, onde Anna vai ser tornar A Mestres das Sagas (professora de História), a narração é feita em 1 pessoa, podemos perceber os medos e inseguranças que envolvem a vida da personagem.

Imaginem um Castelo lindo e grandioso, com homens e elfos convivendo nos mesmo lugar, mas era uma aparência externa, quando Anna conheceu o Mestre Camdell, e além é claro do jovem Kieran, o Mestre de Magia da Forma e do Pensamento, que logo iria se apaixona por aquele que descobriu ter sido um antigo Mestre das Águias, da cidade de Scyllix (vocês saberá só desfrutando da leitura!)

"Sei que foi por você que eu sempre procurei a vida toda. E sei o que você sente por mim. Então, por que esperar?"

Ah, confesso que o romance entre Anna e Kieren é muito lindo e vocês vão se apaixonam com eu!!

Foi quando percebeu que havia um grande segredo que girar em torno das Águias, qual dá o nome do Castelo. Isso consiste em o enredo do livro, a Autora conseguir desenvolve muito bem uma história de romance, ação, fantasia e um pouco de drama.

" Nosso momento tinha chegado."

Outro ponto muito interessante abordado pela autora foi sobre o casamento, amor e o papel da mulher em uma sociedade machista, tudo pelo fato de ser uma mulher, e podemos até pensar que Anna abaixar a sua cabeça, mas ela se impõe e mostra seu talento e potencial que todos nós temos é muito bem colocando na trama.

Enfim, eu mergulhei na Terra de Athelgard, aprendi alguns feitiços e encantamentos mágicos, me senti uma Mestre das Sagas e terminei essa leitura fascinante e maravilhosa em apenas 3 horas e fiquei mais feliz por ter a continuação da série do Livro chamando “A Ilha dos Ossos”.

Então, meus queridos leitores, estar mais do que Recomendado à leitura do Livro O castelo das Águias e vamos embarcar nessa viagem fantástica!

site: http://poesiaqueencantavida.blogspot.com.br/2016/05/resenha-o-castelo-das-aguias-ana-lucia.html
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Bruno Marukesu 24/05/2016

[Resenha] O Castelo das Águias
Em O Castelo das Águias acompanhamos a trajetória da protagonista Anna de Bryke como nova Mestre de Sagas na Escola de Artes Mágicas de Vrindavahn. No decorrer dos capítulos vemos a adaptação dela a nova rotina de vida e claro que ela não poderia estar mais segura do que tendo como protetores do Castelo das Águias justamente águias. Isso mesmo, o castelo da escola é guarnecido por esses voadores, mas eles são especiais. Ali perto existe uma fonte que ao beberem dela os transformam em águias guerreiras.
Kieran de Scyllix é o guardião delas, é ele quem as protege e sabe todos os trâmites para a transformação ocorrer de forma correta, mas essas águias não só protegem o Castelo não, elas são usadas - quando solicitadas - como armas de batalha pelo Conselho de Guerra das Terras Férteis. A trama do livro é a do Conselho almejar realocar as águias de Vindravahn para Scyllix onde a reprodução seria em quantidade abundante mesmo em tempos de paz. Não basta somente algumas águias como aliadas.
Nossa protagonista, Anna, não partilha do pensamento de que águias deveriam ser usadas como armas militares e logo fica claro que em quanto puder rechaçar o desejo do Conselho ela irá dialogar para as águias permanecerem em Vindravahn.
A autora criou Athelgard com uma riqueza de detalhes que não é difícil desejar querer morar em algum cantinho desse espaço.
Tudo foi criado com bastante cuidado, não havendo furos no enredo e cenário.
O cotidiano no Castelo das Águias me lembrou bastante a Harry Potter, não sei se a autora tem como referência o mundo criado pela Rowling mas que eu senti um ar de Hogwarts no castelo isso eu senti. kkk
Os personagens são muito bem construídos e isso me facilitou a minha permanência na leitura, mas não senti apego suficiente para admirar algum deles.
Gostei bastante da divisão dos alunos no castelo, saber o que cada Círculo estuda me interessou. Outro detalhe também foi a menção dos deuses que existem. Sim, no mundo de Athelgard existe o politeísmo e isso me fascinou bastante ao ponto de ainda não ter escolhido um deus deles para admirar.
Como toda obra não é perfeita alguns pontos negativos necessito mencionar. Um deles é o romance criado. Sim, eu não sou a favor de romance em enredos de fantasia, perde o ar de incerteza sobre tudo porque querendo ou não sabemos que em algum ponto da história o casal vai se lascar com um deles sendo usado como franqueza do outro fora que não curti muito não como o romance foi construído, achei a evolução dele muito rápida. O outro ponto negativo foi que localizado a ponto X da trama do livro não foi difícil adivinhar as reações futuras dos personagens malvados. Claro que eu não previ as reviravoltas que sucederam, mas por altos eu acertei o que pensei e isso não posso esconder.
O livro é escrito em primeira pessoa aos olhos da Anna. Isso foi algo bom, mas que ao meu ver deveria ter sido em terceira pessoa para ter uma visão mais rica do Castelo e da guerra que se sucedeu no passado em Athelgard.
Estou sem palavras para elogiar a editora Draco na arte da capa e pela edição! Gostei bastante da letra capitular no começo de cada capítulo, deu todo um ar medieval ao mundo onde Anna vive. As folhas são amareladas - meus olhos agradecem - e a fonte das letras é mediana. O único problema no livro é ter uma altura pequena, quase pocket. É prático para guardar mas ruim para ler rapidamente porque diminui o espaço dos parágrafos, tudo fica muito junto.
E o que eu mais gostei de toda a edição foi o mapa de Athelgard. SIM, dentro da obra tem um mapa!
Para os fãs de fantasia que buscam sentir um gostinho de algo que lembre HP, O Castelo das Águias é uma pedida nacional certeira. :D

site: http://peregrinodanoite.blogspot.com.br/2016/05/resenha-o-castelo-das-aguias.html
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Victor Burgos 14/05/2016

Descubra Athelgard
Sejamos francos, a fantasia é um gênero que tende ao exagero. Às vezes parece que todo livro dessa estripe tem que lutar contra o impulso de transformar seus heróis em semi-deuses, seus vilões em horrores cósmicos, e espalhar sua narrativa pelos quatro cantos do multiverso. E mesmo as obras mais “realistas” tem uma inclinação a mostrar personagens extremos criar tramas politicas tão complexas e amplas que elas se tornam uma ameaça maior à suspensão da descrença do que qualquer mago ou monstro.

Todavia, a autora Ana Lucia Merege escolheu trilhar outro caminho.

“O Castelo das Águias” é um livro diferente. Bem, não “raça de cactos humanoides são o mais próximo que temos de anões enquanto mariposas-psicodélicas-gigantes-devoradoras-de-mentes ocupam o nicho de dragões em um mundo steampunk” diferente, mas… diferente, ainda sim. Ele é modesto.

A protagonista não é uma pessoa extraordinária para seu contexto, o destino do mundo não está em jogo, os vilões são definitivamente mundanos e, mais impressionante, a história se passa em uma única cidade. E do que o livro trata então, você pergunta?
Com uma linguagem ágil e agradável, “O Castelo das Águias” mostra a história clássica do “protagonista se adaptando a uma escola mágica” sob um ângulo incomum. Ao invés de seguir um jovem aprendiz de feiticeiro, aqui acompanhamos o de uma professora, e melhor ainda, uma professora de sagas —de literatura — se adaptando à rotina acadêmica.

Nos primeiros capítulos, vemos com Anna a chegada na escolha e seus vários docentes, e seu primeiro contato com os animais que dão nome ao castelo: às águias, que, graças aos poderes de uma fonte mágica próxima não só são especialmente majestosas e inteligentes, como podem também ser transformadas temporariamente criaturas de guerra pelos encantamentos apropriados, o que as torna alvo de cobiça por muitos olhos…

A partir daí a história se desdobra em duas linhas narrativas principais: o nascente romance de Anna pelo antigo mestre das águias, Kieran, e os debates políticos se as aves podem ou não ser transformadas permanentemente em animais de guerra.
Essa primeira linha flui bem, e o romance entre os dois é crível. O único problema dela, é que ela transcorre sem basicamente nenhuma posição genuína rumo a um final previsível. A maioria dos empecilhos à relação estavam só na cabeça da protagonista.

A segunda linha, focada nas lutas — metafóricas ou não — pelo destino das águias demora um pouco mais do que devia para engatar, mas responde pela maior parte da tensão do livro. Além disso, a discussão sobre se é valido arriscar a saúde de animais em prol de interesses humanos é bastante interessante, o que só torna mais lastimável o fato de que em terminando momento “O Castelo das Águias” abandona qualquer pretensão de ambiguidade moral e transforma um dos lados do conflito em vilões descarados. Além disso, teria sido interessante ver um personagem que desse um passo além dos protagonistas e lutasse para que as águias não fossem transformadas em momento algum.

Ambas as linhas interagem com o arco da protagonista de amadurecimento. Anna é uma personagem com qual a maioria dos leitores irá se identificar — afinal, assim como eles a mestra das sagas é uma recém-chegada em um mundo estranho e cheio de seres mais poderosos. Inclusive, esse é outro ponto em que o livro é extremamente corajoso: Anna não é uma figura excepcional em seu mundo, ou sequer entre seus companheiros. Sim, é uma mestra das sagas, sabe usar o arco, é uma boa rastreadora, conhece a diplomacia e sabe usar elas habilidade ao seu favor, mas para por aí. Ana Lucia Merege tem confiança suficiente na sua protagonista para narrar a história dela sem inflar as habilidades dela.

Todavia, é impossível não ficar com a impressão que a mestra das sagas é “pasteurizada” demais para a origem dela. Para alguém que cresceu em um ambiente tribal e se identifica com o deus Loki, Anna é muito dócil, sendo várias vezes mais ligada à etiqueta que os personagens urbanos — com destaque para os momentos em que ela desiste de perseguir o amor de Kieran pela mera insinuação de que talvez ele estivesse se relacionado com outra, e a hora que ela se abstém de atirar uma fecha em um inimigo apenas para não ferir “o orgulho” de um companheiro. Uma personagem mais ativa e alheia — intencionalmente ou não — às regras de comportamento teria gerado situações mais interessantes.

Confesso, todavia, que nenhum dos outros personagens mostrou o crescimento de Ana, e que para piorar o livro sofreu de um excesso de personagens que são nomeados no começo para só aparecer de relance na história.

A filosofia de humildade se reflete até no mundo onde a história se passa. Athelgard não está presa em uma luta eterna contra o senhor do escuro nº 586, não é consumida por guerras infindáveis, não possui cidades flutuantes localizadas dentro de furações e nem magos pirotécnicos conjurando bolas de fogo a torto e a direito. Até os animais fantásticos presentes na narrativa — as titulares águias — são mais razoáveis que o padrão. Como resultado, o mundo se torna mais crível. Confesso que teria sido interessante ver um pouquinho mais sobre a cultura das Terras Férteis, especialmente o porquê de divindades da mitologia serem cultuadas em um mundo à primeira vista independente da terra… Mas reconheço que isso fugiria ao ponto do livro.

“O castelo das águias” representa um passo na diversificação do cenário de fantasia local, e certamente será um balsamo para os que buscam um livro de fantasia mais leve sem ser no humor e pé no chão sem ser brutal, mas pode desapontar os que buscam uma trama mais complexa.

site: http://blogcinefilosreview.blogspot.com.br/
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Helena Eher 22/04/2016

Blog/ Canal Leitora na Holanda
O Castelo das Águias é um romance fantástico infanto-juvenil escrito pela autora brasileira Ana Lúcia Merege.

Num cenário onde há elfos e humanos, a história conta sobre Anna de Bryke que será a nova Mestre de Sagas da Escola de Magia de Athelgard. (Essa escola lembra bastante Hogwarts, por termos professores entendedores de assuntos ligados à magia).

Lá, Anna conhece Kieran, um professor bem rígido que cuida da águias, animais peculiares que têm o poder de se transformar em verdadeiras armas de guerra.

A história gira em torno de Anna e os desafios de sua nova profissão; do sentimento que começa a surgir entre ela e Kieran; e da necessidade de proteger as águias de pessoas poderosas que querem se apropriar delas.

Por ser um livro infanto-juvenil, a história se desenvolve com facilidade, é rápida e bem gostosa de ler. Gostei do enredo, mas senti falta de conhecer melhor esse mundo fantástico, achei que o romance, por exemplo, teve mais ênfase do que o universo em si Eu, particularmente, gostaria de saber mais sobre os elfos e sobre o que se passava na escola.

site: http://leitoranaholanda.com.br
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Brenda 23/03/2016

Mais uma obra nacional que me enche de orgulho
Sabe aquele momento lindo em que você lê um livro que tem vontade de conferir desde que lançou? No meu caso, aconteceu 5 anos depois! haha Fiquei super feliz quando a Editora Draco me deu a oportunidade de resenhar O Castelo das Águias. Mais uma obra nacional que me enche de orgulho.

Este é o primeiro volume da série Athelgard, onde conhecemos nossa protagonista, Anna de Bryke. Uma humana que foi criada numa pequena vila onde sua raça e os elfos convivem em harmonia. Sendo uma mulher muito inteligente e habilidosa com as palavras, Anna foi convidada pelo Mestre Camdell a ser a nova Mestra de Sagas do Castelo das Águias, uma escola de Magia e Artes.

(Não, não é igual a Hogwarts! haha)

O castelo tem esse nome devido às águias que residem na floresta local. Elas são cuidadas pelo mago Kieran, o Mestre das Águias da escola (e o amor de Anna). Em tempos de guerra, essas águias são transformadas para ajudarem o exército. No entanto, essa questão é muito delicada e existem magos dispostos a fazer qualquer coisa para que essas águias sejam tiradas do domínio da escola e se tornem um exército constante, ao invés de um auxílio em tempos emergenciais. E isso trará grandes problemas ao Castelo das Águias e os Mestres irão à luta.

Com uma narrativa fluida e cativante, a autora consegue prender o leitor e criar uma trama muito bem amarrada mesmo em poucas páginas. O livro não precisou de extensas descrições para ambientar o leitor. É muito fácil entrar na história, entender onde estamos, como o local se parece e o que fomos fazer ali. Com drama, fantasia, costumes, tradições, política, lutas, personagens variados, um pouco da rotina dos professores e alunos e um toque de romance, O Castelo das Águias é uma leitura rápida, interessante e de grande proveito.

Há quem diga que o romance entre Anna e Kieran foi forçado. Realmente, acontece um pouco rápido demais e a Anna tem uns períodos de "socorro, eu o conheço tão pouco!". Mas, eles foram criados em meio a tradições e magias, eu acho que é normal acontecer isso de "encontrei quem eu procurava".

Em conclusão... Todos aqueles que adoram uma boa aventura fantástica bastante fluida e também quem só quer se livrar de uma ressaca literária, irão se agradar com o universo criado por Ana Lúcia Merege. Estou ansiosa para ler a sequência.

site: http://www.sonhosemtinta.com.br/2016/03/resenha-o-castelo-das-aguias-ana-lucia.html
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Arine-san 12/03/2016

Um sentimento que define o fim da leitura do primeiro livro da série de Ana Lúcia Merege é surpresa. Digo, surpresa de verdade. Pelas personagens, pela história e pela maturidade da narrativa. Como eu não havia lido criticas antes de começar a leitura, eu não sabia que o que me esperava da primeira página para frente era uma aventura que você só se sente saciado ao virar a última página - ou nem assim!

*Essa leitura fez parte do Book Tour promovido pela Evan's Assessoria

Tudo começa quando nossa protagonista, a Anna de Bryke, é chamada para ser professora da Escola de Magia, substituindo a antiga Mestra de Sagas do castelo. Seu objetivo? Ensinar aquilo que sempre te deu prazer, que foi conhecer as sagas de seu mundo e escrever as suas próprias. Porém, sua chegada no castelo é acompanhada por uma questão antiga que volta ao castelo de tempos em tempos: há gente mal intencionada de fora do castelo que quer tirar as sagradas águias guerreiras de lá para usá-las na guerra. Por essas águias possuírem um pouco de magia no próprio sangue, isso as faz diferente de qualquer outra águia em outro lugar do mundo, mas também as faz mais delicadas em outros sentidos. E é procurando defender as águias que Anna se aproxima do misterioso - e grosso! - Kieran.

A história tem um toque de aventura mais sutil que outros livros de fantasia fantástica, mas ainda assim o ritmo permanece seguro e rápido, com exceção do inicio. Demorei um pouco pra deslanchar as primeiras 50 páginas, mas depois disso a leitura correu quase voando. As cidades, religiões, Heróis - uma forma de deuses - e complexidades de Athelgard são apresentados pelo leitor aos poucos, enquanto a própria história avança. E, apesar do mundo encantar o leitor com seu funcionamento, não há nada mais cativante que a própria protagonista da história, a Anna.

Cá entre nós, sou dessas leitoras chatinhas mesmo. Caço entre os livros de fantasia uma boa personagem feminina principal. Há de verdade uma falha nesse ponto, principalmente porque a maioria dos livros de fantasia são escritos por mulheres. Mas Ana Lúcia conseguiu construir uma personagem forte, carinhosa, mas ainda assim preparada para fazer qualquer coisa para salvar sua própria vida e a vida de quem ama. Ele ter sido narrado em primeira pessoa pela própria Anna só dá mais personalidade para a própria narrativa, e todas as informações novas sobre Athelgard teve um toque de descobrimento por parte de Anna também, e isso é maravilhoso. Resumo da ópera, quero uma Anna pra chamar de minha

site: http://www.vicioempaginas.com.br/2015/11/resenha-o-castelo-das-aguias-ana-lucia.html
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Jéssica 03/03/2016

O Castelo das Águias - Ana Lúcia Merege
Anna de Bryke viveu desde pequena em sua vila onde elfos e humanos convivem tranquilamente, ensinada por sua prima ela se tornou uma grande contadora de Sagas e por isso é convidada por seu amigo de correspondência e diretor do Castelo das Águias, Camdell, a se tornar a nova Mestra de Sagas do Castelo.

Sem saber o que esperar Anna aceita e cruza toda a Athelgard para chegar a escola de Magia onde uma disputa pelas magicas águias que vivem na floresta do castelo tumultua a rotina de todos os professores, sem conhecer nada de politica e com dificuldade em lidar com alguns colegas ela terá que se superar e enfrentar grandes desafios.

Diferente de muitos livros que se passam em escolas de magia não são os jovens alunos que enfrentaram os inimigos que desafiam a paz do castelo e sim os professores, mestres em suas áreas, que juntos são fortes o bastante. Com protagonista adultos não somos levados a suas aventuras de amadurecimento e sim a adaptação da protagonista em seu novo lar, mas mesmo assim tem a saga dela para descobrir/admitir sua própria força.

O romance presente no livro foi um dos poucos pontos negativos para mim, por ser um livro curto ele decorreu um pouco rápido demais e com algumas atitudes da protagonista que me lembraram muito alguns romances entre adolescentes com aquele desentendimento clichê de ouvir alguém falar sobre um novo casal e logo concluir que é sobre seu amado que estão conversando.

Fora isso a autora conseguiu construir uma boa aventura mágica que promete encantar seus leitores com heróis e vilões que se enfrentaram na disputa pelos serem mágicos protegidos pelo castelo.

A diagramação do livro com suas 192 páginas amareladas esta encantadora, detalhes no começo do livro como o mapa da região fazem toda diferença para os leitores, além é claro da capa que representa bem os dois personagens principais da historia.

A escrita da autora com sua narrativa em primeira pessoa é leve e simples, sem excesso de descrição o que torna a leitura bem rápida. Enfim, uma ótima pedida para os amantes de fantasia.

site: http://meumundo-meuestilo.blogspot.com.br/2016/02/OCastelodasAguias.html
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