Zona Morta (Dead Zone)

Zona Morta (Dead Zone) Stephen King




Resenhas - Zona Morta


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Zef 25/08/2017

Tedioso
Eu entendo o modo de escrever do Stephen King, mas definitivamente não me agrada. Ele se prende muito a detalhes que não fazem diferença, divaga comparações que não vão acrescentar em nada da história.
Esse livro em particular, por tratar da política americana, dispensa muitas páginas nessas explicações, e John Smith fica meio que como um coadjuvante.
Esperava mais do desenvolvimento do personagem, e o final acabou se tornando bem previsível no terceiro ato do livro.
Sei que ele é um dos grandes escritores na vida, é muito reconhecido, mas na minha opinião ele é superestimado.
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Blog De Bem Com a Leitura 11/07/2017

John Smith era professor e levava uma vida normal, até que um passei no parque mudaria a sua vida drasticamente. John estava em um começo de relacionamento com Sarah, o casal tinha tudo para dar certo, mas eles nunca tiveram a oportunidade que mereciam.

Quando Sarah chegou na casa de John, ele a estava esperando com uma máscara assustadora, a brincadeira de John seria lembrada para sempre por ele. Aquela terrível máscara jamais sairia de sua mente. Após se recuperar do susto, eles seguiram para o parque, onde acontecia uma feira que prometia barraquinhas de comidas, brinquedos e muita diversão.

No começo eles realmente se divertiram muito, mas quando John parou para jogar em uma Roda da Fortuna as coisas mudaram. Desde a infância, John tinha pressentimentos sobre o futuro, nada muito grande, eram apenas intuições, mas naquele momento, ele sabia com toda a certeza em quais números apostar.

John ganhou algumas partidas e as pessoas começaram a se amontoar em volta do casal. O dono da banca insistia para que ele continuasse apostando, achando que em algum momento ele perderia, as o incentivavam e ele fazia apostas cada vez mais altas. No entanto, Sarah começou a se sentir mal, de repente, o estômago começou a reclamar e ela queria ir embora, mas John estava ganhando e estava feliz, ficaram mais um pouco.

A noite que planejaram passar juntos não aconteceu, Sarah estava muito mal e ele a deixou em casa. foi durante a sua viagem de volta que tudo aconteceu! O táxi em que estava se envolveu em um acidente, o motorista morreu e John ficou quatro anos em coma. Foram tempos difíceis para a família, chegou o momento em que ninguém mais acreditava em seu retorno. Sarah se casou novamente, mas nunca deixou de amá-lo.

Quando acordou do coma, John descobriu um poder que não tinha explicação e assustava a todos. Com apenas um toque, ele podia saber informações da pessoa sobre o seu passado, presente e... futuro. Enquanto muitos viam como um dom, John via como uma maldição. Ele via coisas terríveis, era muito sofrimento. Depois de passar por experiências perturbadoras, ele vai se deparar com uma situação única. John aperta a mão de um político e o que ele vê é o fim do mundo. Algo precisa ser feito, a sua visão não pode se cumprir. John sabe o que está em suas mãos, mas como vai parar o político é que o deixa inquieto.

Resenha completa lá no blog > https://vocedebemcomaleitura.blogspot.com.br/2017/07/resenha-zona-morta.html

site: www.vocedebemcomaleitura.blogspot.com.br
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hanny.saraiva 07/04/2017

Pode o fim de um livro estragar toda a jornada?
Tinha tudo para levar 5 estrelas, mas o final foi tão decepcionante que de 4 foi para 3.
Mesma sensação que tive com o season finale de Dexter.
Bernardo 07/04/2017minha estante
Oo mesma sensação de Dexter? Agora fiquei com medo. Final de dexter foi a coisa mais cagada do mundo


hanny.saraiva 07/04/2017minha estante
Será que exagerei? rs Mas fiquei bem desapontada...




Eduardo 05/02/2017

Apesar de gosta muito de literatura ficcional, este livro de Stephen King me surpreendeu por ser um assunto e estória possível de se encontrar. Assim, recomendo a todos que leiam essa obra, que prende a atenção e, em muitos momentos apresentou com uma linha de raciocínio e comportamento do personagem principal assim como eu penso e me comporto.
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Diogo 06/12/2016

Salvo pelo gongo
O final salvou o livro. Na minha opinião foi uma solução criativa para o problema principal que compensou a pasmaceira do desenrolar da história.
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Filipe 05/12/2016

Fantástico
Tio King no seu melhor, incrível como seus trabalhos clássicos conseguem ser obras quase perfeitas tanto na criação dos personagens, quando nas escolhas narrativas e literárias.
Um dos melhores do Mestre, ao lado de IT e Dança da Morte.
A história de Johnny é muito bem explorada, a tensão criada pelos seus poderes faz o leitor realmente sentir a dor e frustração que ele tem em ter essa "paranormalidade" em sua vida, e tudo de ruim que veio com ela desde sua infância.
O final pode parecer corrido para alguns, mas não senti isso, achei necessário, foi um ciclo, seu Ka estava se fechando, não vi sentido em prolongar o embate final, esse prologamento podemos ver em Novembro de 63, praticamente o livro todo é uma grande preparação e levanta a mesma questão, com pessoas diferentes.
Viajar por Castle Rock não tem a mesma emoção que Derry, Castle é uma cidade sem graça, mas foi bom ver personagens conhecidos, que vieram a aparecer em outros livros dele depois desse.
Recomendo. Recomendo a todos.
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Alisson Augusto 02/12/2016

Na página 348 na edição em que li, o narrador diz que o embate entre o protagonista e antagonista deverá acontecer em breve, pois Johnny Smith está sem tempo. E partir deste ponto eu acho que quem ficou sem tempo foi o Sr. King.
A história é ótima! Muito instigante e envolvente, te faz querer ler mais e descobrir o que está para vir. O dom de Johnny é bem explorado e tem um papel fundamental em quatro momentos chaves da história. Contudo, no último deles, o embate de fato com "vilão", é tão atropelado em si mesmo que King perdeu a oportunidade de fechar esse livro com chave de ouro.
Pelo menos foi essa a minha impressão: King escreveu a história no seu ritmo costumeiro, mais quando estava próximo ao clímax, tudo começou a correr e perder um pouco o foco. Não que o final seja ruim, só necessitava de mais umas 30 páginas para ser bem explorado - algo fácil para um escritor tão produtivo.
Quem já leu, pode rebater o argumento de que x situação estava transcorrendo naquele momento com o personagem principal, mas mesmo assim... nada que um pouco mais de detalhes não pudesse melhorar. E é engraçado dizer que King escreveu pouco e detalhou pouco, mais como disse, é só minha opinião.
De qualquer maneira, a história vale a pena. Aventurem-se.
Filipe 05/12/2016minha estante
Concordo que o embate final foi corrido, pouco explorado, mas acredito que a história como um todo não era sobre esse conflito entre os dois personagens e sim sobre o "poder" que ele tinha e suas consequências. Em outras livros de King o final muitas vezes me incomoda, mas nesse caso achei realmente muito bom.


Alisson Augusto 09/12/2016minha estante
Sim, Filipe, também vejo que o emante não seja o foco do livro. Mais o antagonista tinha uma personalidade tão forte que seria bem interessante ver ambos os personagens em um contato direto.




Luciana.Freire 27/10/2016

UM CLÁSSICO MAGISTRAL!
Zona Morta vai com certeza figurar entre os meus favoritos do rei!
KIng nos leva por essa trama de uma maneira que quando menos percebemos estamos dentro do livro e sofrendo junto com Johnny.
O autor detalha tanto o protagonista que é como se o conhececemos, como se fossemos ele de alguma forma....e que realidade aguarda Johnny depois de acordar de um sono de quase 5 anos!
Esse livro nos faz acreditar que detrás de sorrisos e simpatia pode morar um mal imenso, nós faz acreditar que a vida segue seu rumo mesmo sem a gente estar por perto, e nos faz pensar se ter uma segunda chance realmente vale a pena....
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vortexcultural 06/08/2016

Por André Kirano
Johnny Smith, jovem professor do Maine, (esse deve ser um lugar medonho já que tudo de ruim acontece por lá, que o digam , Stephen King e H. P. Lovecraft ) sofre um acidente de carro e fica anos em coma profundo. Ao acordar, é submetido a exames, rotina comum em casos de pessoas que acordam após um longo período nesta condição, e através destes, descobre que tem lesões cerebrais, também chamadas de zonas mortas, nas quais certas memórias e conhecimentos se perderam. Junto das Zonas Mortas, ele descobre um poder de vidência relacionado ao toque.

Lançado em 1979, Zona Morta é um livro de terror que conta o desenrolar desta estória através de suas páginas. Johnny é um personagem, para quem, inicialmente, você não dá nada. (mesmo após ele descobrir seus poderes). Calmo, sorridente e tudo mais, é muito simplório, mas é esse lado comum que faz com que você se identifique (exceto pelas partes extremamente American Way of Life) e até goste um pouco dele.

[Resenha completa no Vortex Cultural - Link abaixo]

site: http://www.vortexcultural.com.br/literatura/resenha-zona-morta-stephen-king/
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MarcosZ 03/08/2016

Bom, mas a série é melhor
Comecei a ver a série (O vidente), mas interrompi e fui ler o livro. Achei que o protagonista divaga muito, e poucos desdobramentos acontecem durante a estória. Na série, em cada episódio uma ou duas situações colocam os poderes de John Smith à prova, bem como a trama pessoal dele é muito mais agitada!
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Gabriel 06/12/2015

a zona de King
Um dos meus livros favoritos de Stephen King. É o tipo de história sobre limites humanos e o mundo assustador que traz a profunda marca de assinatura de King. O desfecho também é um dos pontos altos da história, levando o leitor a sempre acompanhar as mudanças profundas na personagem
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Nandes 07/10/2015

Zona Morta
História fantástica, enredo que mantêm interessado. Leitura deliciosa.

Recomendo assistir ao filme também.
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Michela 04/09/2015

Zona morta foi escrito por Stephen King em 1979, mais uma grande obra!!!
Narra a história de Johnny Smith, um professor que, após permanecer em coma durante quatro anos e meio, acorda com o poder de ler o presente, o passado e o futuro na mente das pessoas, basta apenas tocá-las para que isso aconteça. Nesse tempo, Johnny perdeu a namorada, que se casou com outro, a mãe, cada vez mais fanática com sua religião. Ele se sente perdido em relação ao seu "dom" ou "maldição", até conhecer Greg Stillson, um político anti-ético, uma espécie de futuro Hitler, e Johnny, prevendo o futuro da carreira de Greg como presidente dos EUA, se sente na obrigação de salvar o país de uma imensa catástrofe, uma guerra nuclear.
"Ele a escrevera em um dos cadernos e sempre voltava a ela. Escrevera com letra caprichada, e depois traçara um círculo triplo em volta dela, como que para encerrá-la. A Pergunta era a seguinte: Se você pudesse entrar numa máquina do tempo e voltar a 1932, mataria Hitler?”

“Todos fazemos o que podemos, e tem de ser bastante bom... e se não for bastante bom, tem de servir. Nada jamais se perde, Sarah. Nada que não se possa encontrar.”
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