O Discurso do Rei

O Discurso do Rei Mark Logue...




Resenhas - O Discurso do Rei


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yuri29 01/08/2019

Sempre em frente e superando as dificuldades
O Discurso do Rei 0é um livro para quem deseja uma leitura bem leve. Não espere que a obra, mesmo que ela tenha como pano de fundo adventos históricos, traga profundidade. Não, esse não é um livro que trata mais densamente coisas como a Segunda Guerra Mundial. E este nem é o intuito. O autor possui como principal objetivo, enaltecer a evolução de George VI, que sofria com a gagueira. A falta de densidade nos eventos históricos é compensada, de maneira surpreendente, na narração de como desenvolveu-se a relação de George VI com Logue, seu terapeuta australiano.
Eu creio que todo livro tem de passar algum tipo de mensagem ao leitor, seja ela positiva ou negativa. E tenho de dizer que o Discurso do Rei veio para agregar de maneira positiva à minha vida. Observando o crescimento do rei inglês no que tange a sua dicção, pude constatar que sempre podemos vencer os obstáculos da vida se acreditarmos em nós mesmos.
Recomendo o livro para àqueles que querem inspiração para poder vencer um obstáculo em sua vida.
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cris.leal.12 10/09/2017

Belo relato sobre amizade...
Apesar do livro de Mark Logue e Peter Conradi apresentar um retrato bastante fiel e interessante da época, e narrar a incrível superação da gagueira do rei britânico George VI (pai da atual Rainha Elizabeth), o que realmente chama atenção é a história da amizade entre um nobre, segundo filho de Sua Majestade o rei George V, e um plebeu da colônia australiana. A princípio, esses dois homens não deveriam nem ser conhecidos, mas as suas histórias de vida, a amizade genuína e a lealdade que há entre eles, é o que, de verdade, nos emociona.

site: http://www.newsdacris.com.br/2010/04/eu-li-o-discurso-do-rei.html
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Dalves 07/07/2017

Interessante
Retrata a dedicação de um homem em guiar um império mesmo ciente de sua gagueira.
Em paralelo, mostra bem como um profissional especializado no assunto é fundamental nessa caminhada.
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Luiz Pereira Júnior 21/06/2017

Um chafariz de jardim...
Dizer que um livro é chato não significa muita coisa (sempre digo que "chato" é aquilo de que não gostamos). "O Discurso do Rei" é simplesmente superficial, com descrições repetitivas e altamente elogiosas ao protagonista - o que já seria de esperar de um dos autores do livro - por motivos óbvios. Além disso, não há uma descrição verdadeiramente apurada dos métodos usados pelo terapeuta da fala para a cura ou a amenização da gagueira (bem, para isso teria sido melhor comprar um livro específico) e a idealização da nobreza britânica beira o ridículo (talvez seja melhor dizer "risível"). Quanto ao título da resenha: bonito, nobre, aristocrático, mas raaaasoooo... No mais, aproveite-o para uma leitura descompromissada em um domingo anterior a uma semana estressante...
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Karol Cremonini 17/04/2017

O discurso do Rei
Eu sou louca por história mundial, principalmente os assuntos que envolvem as Duas Grandes Guerras. E também sou apaixonada pela Família Real Britânica. Juntando os dois assuntos, eu fico no paraíso.

Temos aqui a história verídica de como foi para Albert, então Duque de York, superar sua gagueira, ao se ver obrigado a assumir o trono da Inglaterra e se tornar o Rei George VI (pai da atual Rainha Elizabeth II).

Desde pequeno Albert apresentava problemas na fala; não conseguia se comunicar com clareza e coesão em situações normais e muito menos quando estava sob pressão. Após muitos tratamentos inúteis ele havia praticamente desistido de tentar melhorar.

E foi assim que os caminhos do futuro Rei e de Lionel Logue, se cruzaram. Logue era um tipo de terapeuta da fala e sua ajuda foi fundamental para suavizar os problemas de fala do Rei, que passou por muitas provações, afinal, assumiu a Coroa em uma época de guerra (a Segunda, no caso) logo os discursos eram constantes.

No livro vemos a relação dos dois, que começou de forma profissional, mas evoluiu para uma sólida amizade entre um plebeu e seu Rei. Percebemos nos relatos os esforços de ambos para conseguir o melhor resultado possível.

A leitura é rápida e fluida, e pra quem gosta de história está muito mais que recomendada.

Há também uma adaptação cinematográfica, onde as atuações são impecáveis e que inclusive ganhou 4 Oscars, sendo o de melhor filme, melhor ator, melhor diretor e melhor roteiro adaptado, ou seja, IMPERDÍVEL.

Recomendo o livro e o filme. ?
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Gleiciane.Marques 08/12/2016

O Discurso do Rei - um reflexo de cada um de nós
Sempre quando leio procuro extrair algum ensinamento da obra em questão. Este é um dos critérios pelo qual me baseio ao julgar o valor de uma obra. Sempre penso as lições que aprendi durante a leitura. Com o discurso do rei, de Mark Logue e Peter Conradi não foi diferente. Ao narrar a dificuldade de fala do rei George VI ao longo de sua vida, bem como o papel fundamental de Lionel Logue neste trajeto fui várias vezes levadas à reflexão.
Em primeiro lugar, amei a descrição do contexto histórico da época. A minha mente formou imagens de lugares que eu sempre desejei ir e pessoas que eu ficaria encantada em conhecer. Eis um dos feitos da literatura, esta capacidade de te transportar para o mundo. Refleti sobre o comportamento e visão das pessoas daquela época.
Ponderei também sobre a família real e como eles também possuem desafios de conviverem entre si com as suas diferenças e dificuldades pessoais. Toda família tem isso.
Além disso, senti-me tocada pela descrição do rei George VI. Por meio dos extratos de seu diário, matérias de jornais e cartas pude atentar para o fato de que todas as pessoas tem obstáculos a serem enfrentados, seja da realeza ou não e o quão difícil é deixar de fazer o que você quer por um bem maior. Por isso todas as pessoas também passam em algum momento da vida.
Enfim, uma ótima leitura que reflete cada um de nós.

site: https://www.youtube.com/watch?v=REMuB7tn3J4
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BibliotecadaLulys 31/08/2016

O Discurso do Rei
Aclamado pela crítica, o livro que deu origem ao filme ganhador de 4 Oscars, em 2011, mostra que a Monarquia Britânica se manteve firme, com a imagem de um Rei, graças à um homem: Lionel Logue. Excelente trabalho dos autores Marke Logue e Peter Conradi ao construírem uma obra que retrata o esforço de um homem cuja deficiência estava na fala e no esforço em ajudar o seu próprio Rei, driblando as dificuldades por não ser um doutor, por parte de outro.

Mark e Peter utilizaram os diários reais, deixados pelo monarca George VI, que retrata a sua evolução ao curar, ou melhor, minimizar sua gagueira, fruto de acontecimentos traumáticos durante a infância. Para completar e enriquecer a obra, os autores também tiveram acesso aos diários de Lionel Logue, além de entrevistar a nora do australiano, ainda viva, porém muito idosa. O resultado não poderia ser outro: uma excelente pesquisa histórica moldada em uma escrita simples e de fácil leitura.

Mesmo tendo um período curto da amizade e cumplicidade entre George VI e Lionel Logue, o livro tende a relatar a preocupação dos autores em transmitir a evolução de um simples atendimento, enquanto Albert ainda era conhecido como Durque de York, à necessidade em se ter Logue ao lado do Rei durante os seus discursos, apoiando e auxiliando para que sua imagem como Rei se mantivesse com imponente e não desmontasse a qualquer sinal de sua gagueira.

Ampliando o breve período retratado no livro, os autores também tiveram o cuidado de dar um passo para trás, na história dos personagens a fim de ilustrar acontecimentos passados e que possibilitariam maior entendimento e profundidade ao lermos o livor. Desde os relatos de antepassados, como também as infâncias, de Albert e Lionel, vemos a construção de dois homens que deixaram as diferenças sociais e burocracias impostas, entre Rei e plebeu, para fundarem uma bela e invejável amizade.

Divididos em capítulos que possuem conexões entre si, a organização do livro nos faz ler trechos da vida de cada personagem presente na história da Monarquia Britânica, passando por momentos incomuns para os curiosos, porém servindo de excelente referência para os estudiosos da história mundial. Material também que possui imagens, além de trechos transcritos diretamente dos diários e cartas entre as famílias e seus representantes, sem contar os casos e relatos pessoais, como também muitas vezes curiosos e engraçados, desde a dores de barrigas e enjôos, como também sentimentos e sensações expressas pelo próprio Bertie, como carinhosamente era chamado, e Logue.

Por mais bela história, não estamos isentos de momentos tristes; os autores não deixaram de fora tragédias e revoltas, como também dificuldades em acertos e erros, que, na minha opinião, se tornam artifícios necessários para criar o drama existente na história. Sem pender para algo romântico, muito menos para o dramático, o livro se mantém numa linha tênue entre os dois gêneros, apresentando uma configuração única e característica dos autores.

Incomparável e superior ao filme, “O Discurso do Rei” se mostra um excelente livro, melhorando a experiência de quem assistiu a adaptação, a ponto de não esquecermos facilmente dessa bela história verídica sobre um Rei e um plebeu. Livro obrigatório na estante de qualquer pessoa…
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Fernanda 06/02/2016

Minha opinião sobre: "O discurso do Rei"
Achei o livro muito bem escrito. Mark Logue quis vangloriar bastante seu avô, Lionel Logue, cujo o ato me incomodou bastante. Achei a história bem fraca! Não acontece nada inusitado, na verdade parece que não acontece nada. Tudo é muito bem detalhado o que na minha opinião é um aspecto positivo. Mas, não me prendeu um único momento, passei o livro todo achando que iria ter alguma coisa inusitada, o que não aconteceu o livro inteiro. O filme eu não vi mas, segundo meus familiares é muito bom. Então, resumindo achei o livro ruim, e dei apenas uma estrela, uma estrela só por causa da escrita. Não recomendo.
Rosane 01/08/2019minha estante
Acho que voce nao entendeu o pq do livro existir. Nao e uma história inventada, em que qualquer coisa "inusitada" pode acontecer. E um livro quase biografico, de historia.




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Prof. Angélica Zanin 11/12/2014

Um rei salvo por um plebeu
Para quem gosta de história, o livro é formidável! Através desta narrativa comprovada por fragmentos de cartas, constata-se quanto humano são aqueles que detêm a nobreza e o poder. Rei George VI , frágil , inseguro, despreparado para ser o rei, uma vez que há Edward-seu irmão mais velho e herdeiro do trono e, além disto, gago. Mas a vida lhe proporciona um encontro com o australiano Lionel Logue, especialista em fala. Este homem acompanha toda a trajetória do rei, auxiliando-o em seus discursos. Especialistas da atualidade afirmam que esta ajuda foi muito mais psicológica e humana que física. É uma história única, emocionante e ainda mais incrível por ser autêntica.É possível ler em meio a narrativa fragmentos dos discursos, julgamentos, cartas e teses de pessoas de destaque da época, mas o que mais me encantou foi verificar a humanidade por trás de pessoas que se escondem sob suas couraças do poder e da nobreza.
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Cris 03/09/2014

O filme é melhor....
Na minha opinião, este é um dos raros casos em que o filme é melhor do que o livro. Fiquei encantada quando assisti o filme, e esperava que o livro fosse tão emocionante quanto.O livro não é ruim, mas a leitura é um pouco monótona. Só recomendo pra quem realmente gosta de história, o livro fala sobre alguns períodos históricos importantes como a
Primeira e Segunda Guerras Mundiais.
Rosane 01/08/2019minha estante
O livro nao eh uma copia do filme, simplesmente.




Ennio 09/03/2014

Deus salve o rei... Mas que rei?
Inicialmente descrito como o relato das dificuldades do soberano George VI no que concerne à comunicação, O discurso do rei ultrapassa os limites de um relato pessoal e ganha ares de livro histórico. Relata desta forma, o panorama social no qual estava inserida a Europa - sobretudo a Inglaterra -, no período entre as duas Guerras Mundiais. Mas é a relação estabelecida entre Lionel Logue e o até então duque de York,que permeia toda a obra. Relação esta, travada inicialmente para possibilitar ao duque certa desenvoltura em seus discursos; pois como era de conhecimento geral,Bertie "sofria de problemas da fala". Tal dificuldade é acentuada com a morte do rei George V e a abdicação do trono,em menos de 1 ano, do soberano Edward VIII. Portanto, sendo o próximo na linha de sucessão, Bertie teria de enfrentar seus "fantasmas" pessoais e deixar de lado a timidez e a gagueira (algo inadmissível a um rei). É aí que se torna mais intensa a relação entre o ex-duque e Logue. Paciente e terapeuta tornam-se cada vez mais próximos e mantêm contato, sobretudo por cartas, até a morte da Sua Majestade, ocorrida em 1952. Desta maneira, este livro tem importância tanto histórica quanto descritiva, pois narra os bastidores de um dos momentos mais tensos pelo qual passou a Inglaterra.
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Gabriel 13/10/2013

Algo a Caráter de Rei
"O Discurso do Rei" é um livro o qual foi realmente instigante para mim. Nele é relatada a história de "Berti" um membro da família real que enfrenta terríveis problemas de fala e que já sem esperanças encontra com Logue, um terapeuta da fala que o ajuda com seu problema, tornando-se assim peça fundamental na vida do futuro rei.
Não só a história do livro que é verdadeira, como todos os detalhes nele contido, são colocados impressionantemente para formar algo realmente "descente".
Lendo, pode-se notar que os autores realmente se empenharam em escrevê-lo, deixando parecer toda uma pesquisa e coleta de dados por trás da obra. Algo grande que me impressionou.
Em certas partes o livro chega a ser monótono, mas não mais que o filme que é deveras "chato". Mas lendo-o fui instigado a cada página para conhecer mais de toda a trajetória do rei Jorge VI (Berti)desde sua infância, seu encontro com Logue, até sua morte. Recebendo detalhes de sua vida e relações a cada parte.

Minha satisfação com o livro foi certa.
Marcelle 13/10/2013minha estante
Fiquei curiosa para ler, me empresta? hehe :)




Quésia Mello 03/06/2013

Resenha, O Discurso do Rei, Mark Logue e Peter Conradi
Bem, a primeira coisa que posso dizer sobre esse livro é que sua capa – e titulo – são uma propaganda enganosa.

Não, o livro não é ruim. Entretanto, se você acha que vai ler nele a história do rei George VI desde sua sofrida infância com a gagueira e todos os problemas seguintes que isso lhe trouxe, está enganado. Outro ponto que se deve saber é que diferente dos filmes que são baseados nos livros, esse livro foi baseado no filme.

No livro “O Discurso do Rei” somos apresentados ao senhor Lionel Logue. Um austríaco – isso mesmo, ele não é um britânico - fascinado pela fala e pelas formas de cura de todos os problemas que as pessoas podem ter ao falar, inclusive a gagueira.

É claro, em vários momentos do livro, em geral após que Lionel ganha a confiança do rei e acaba por se tornar um apoio e um homem de total confiança, os relatos passam a ser mais sobre como o rei sofreu preconceito de toda família – inclusive do pai, o rei George V – e como gostaria de ser mais como o seu irmão mais velho, mais altivo e confiante – tirando os escândalos que o levaram a abandonar o trono, é claro – a falta de confiança que todos tinham nele e até mesmo o medo das pessoas de que ele assumisse o reinado e fosse um fracasso total.

No livro – diferente do filme, desculpa aê falar – o autor diz que até hoje não há nenhum documento ao certo – relatórios ou principalmente cartas – que dizem quem apresentou os trabalhos de Logue ao Rei George, tudo o que se sabe é que de alguma forma – direta ou indireta – a rainha mãe Elizabeth têve um papel fundamental em todos os momentos do tratamento de seu marido e especula-se que ela apresentou ambos, após uma amiga ter feito a indicação.

O livro em si não é ruim, mas é repleto de datas e pronomes de tratamento. Além disso, não é um romance. O livro é baseado nas cartas que Logue escrevia para familiares e para o rei, falando sobre como andava o tratamento, os métodos que empregava ao rei, a evolução do rei em seus longos discurso e a sua vontade de ver-se curado. Mas tudo é muito Logue e pouco George VI.

Outra coisa relevante no livro, é que ele se passa no fim da Primeira Guerra Mundial e inicio da Segunda Guerra Mundial. Ou seja, são muitas cartas e recortes de jornais com datas, pronomes de tratamento, lugares... e no fim acaba por se tornar mais um livro de história do que todo o resto. É preciso que o leitor entenda que “O Discurso do Rei” é uma reunião de documentos encontrados pelo neto de Lionel, o escritor Mark Logue.

O livro conta primeiramente a história de Logue, em seguida – após a visita do rei, acontecimento que muda a vida de Logue para sempre – o livro passa a contar – através de cartas ou recortes de jornais e revistas britânicos e internacionais – os fatos que levaram George ao trono quando o irmão dele decide abandonar o trono pela mulher que ama uma americana, bem mais velha que ele, com um ex-marido vivo e ainda legalmente casada com outro homem, o que para a família real britânica é totalmente inaceitável.

Forçado a assumir o trono, os medos de George de não ser capaz de administrar o império acabam piorando a sua gagueira, mas ainda assim Logue está sempre do lado, em todos os discursos eles sentam, leem o texto, ensaiam e discutem as palavras que devem permanecer ou serem substituídas, além é claro dos vários exercícios que Logue o obriga a praticar.

O livro não é ruim, mas é necessário paciência. Alguns pontos são meio complexos e a pessoa precisa voltar ler com calma para só assim entender como aquela situação se encaixa naquele lugar. As referencias também que chateiam um pouco, dizer que foi tirado do jornal tal, do ano tal, que foi escrito por fulano tal e que dizia tal coisa... muitas datas, pronomes que nunca não usamos diariamente...

Enfim, eu aconselho a leitura do livro, mas aconselho muita paciência também.



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