O Discurso do Rei

O Discurso do Rei Mark Logue...




Resenhas - O Discurso do Rei


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Patricia 22/03/2011

Narrativa sofrível. Não vejo nenhum outro propósito desse livro além de aproveitar a onda do filme a faturar alguns trocados.

Logo de início Mark Logue afirma que teve a idéia de escrever o livro depois que foi procurado pelos produtores do filme. Enquanto revirava caixas e gavetas, levantando uma nuvem de pó, Logue, o neto, teve a idéia de ele escrever um livro.

Com, segundo ele, o objetivo de contar mais sobre a história de seu avô do que o roteiro do filme pretendia. Certo, nada mais justo.

Mas não é isso que acontece!

Fora um breve histórico de Logue na Austrália e a viagem para o Reino unido, o livro nada acrescenta ao que o filme conta, e pior, é extremamente repetitivo e cansativo.

O filme, pelo forte apelo fotográfico, ainda consegue disfarçar, mas no livro é clara a falta de fontes disponíveis para pesquisa: somente as cartas e o diário, fora o registro histórico para ambientação, é claro.

Mark Logue, por não ter experiência na escrita, teve ajuda de Conradi, um jornalista e pesquisador nessa empreitada.

Juntando tudo isso, o resultado é muito claro: um relato extremamente sentimental, com tentativas de floreio, como para exaltar a história "mero sudito servindo à realeza". Além de um bla bla bla incansável, que depois de metade da leitura descorrida, fica muito claro: não se tem conteúdo suficiente para escrever uma história interessante. Simples assim.

E a frase de efeito na capa da edição? Por favor, mesmo quando eu ainda não tinha aberto o livro ela já havia me parecido desmesurada.
Mayra Dias 05/04/2011minha estante
Desanimei total agora. hahaha


Patricia 06/04/2011minha estante
olha... como ja deves ter percebido, eu sou praticamente voto vencido. varias pessoas gostaram. então de repente tu goste tbm né. mas eu realmente achei sofrível.


Jeane 29/05/2012minha estante
Concordo com você, Patricia. O livro é raso, chato e também acho pretensioso o subtitulo.O neto Mark Logue só quis pegar carona no sucesso do filme.Só dei duas estrelas por causa das pinceladas de informação sobre 2a. Guerra Mundial ...




Cris 03/09/2014

O filme é melhor....
Na minha opinião, este é um dos raros casos em que o filme é melhor do que o livro. Fiquei encantada quando assisti o filme, e esperava que o livro fosse tão emocionante quanto.O livro não é ruim, mas a leitura é um pouco monótona. Só recomendo pra quem realmente gosta de história, o livro fala sobre alguns períodos históricos importantes como a
Primeira e Segunda Guerras Mundiais.
Rosane 01/08/2019minha estante
O livro nao eh uma copia do filme, simplesmente.




desto_beßer 17/09/2012

Convite para o sono
Um livro que tinha tudo para ser chato – e não foge à regra. Tudo bem contar uma ou duas vezes como eram as preparações pré-discurso do rei George VI e o quanto seu treinador de fala, o dr. Logue, gostava do monarca. Mas quando se passa o livro inteiro lendo a mesma ladainha, ad nauseam, sem modificações valorosas no lenga-lenga, a vontade de desistir se torna quase irresistível. Seria esta uma estratégia espertinha do autor, que repete repete repete as mesmas coisas mesmas coisas mesmas coisas assim como o rei gago? Infelizmente não, porque mesmo quando tenta soltar um quê de aventura em meio ao marasmo – como quando descreve os tenebrosos e excitantes anos de guerra – a pasmaceira impera. Quereria o autor infligir nos leitores a mesma angústia e o mesmo tormento de quem não consegue dizer a que veio em tempo adequado? Muito mais provável, e se esta foi a idéia, parabéns, Mark Logue. Os corajosos que conseguem terminar o livro não ganham muito mais do que quem leu as 50 primeiras páginas, a não ser um lugar no céu devido à inumana paciência.
Ana 31/08/2013minha estante
Concordo com todas as vírgulas!




Fernanda 06/02/2016

Minha opinião sobre: "O discurso do Rei"
Achei o livro muito bem escrito. Mark Logue quis vangloriar bastante seu avô, Lionel Logue, cujo o ato me incomodou bastante. Achei a história bem fraca! Não acontece nada inusitado, na verdade parece que não acontece nada. Tudo é muito bem detalhado o que na minha opinião é um aspecto positivo. Mas, não me prendeu um único momento, passei o livro todo achando que iria ter alguma coisa inusitada, o que não aconteceu o livro inteiro. O filme eu não vi mas, segundo meus familiares é muito bom. Então, resumindo achei o livro ruim, e dei apenas uma estrela, uma estrela só por causa da escrita. Não recomendo.
Rosane 01/08/2019minha estante
Acho que voce nao entendeu o pq do livro existir. Nao e uma história inventada, em que qualquer coisa "inusitada" pode acontecer. E um livro quase biografico, de historia.




Gabriel 13/10/2013

Algo a Caráter de Rei
"O Discurso do Rei" é um livro o qual foi realmente instigante para mim. Nele é relatada a história de "Berti" um membro da família real que enfrenta terríveis problemas de fala e que já sem esperanças encontra com Logue, um terapeuta da fala que o ajuda com seu problema, tornando-se assim peça fundamental na vida do futuro rei.
Não só a história do livro que é verdadeira, como todos os detalhes nele contido, são colocados impressionantemente para formar algo realmente "descente".
Lendo, pode-se notar que os autores realmente se empenharam em escrevê-lo, deixando parecer toda uma pesquisa e coleta de dados por trás da obra. Algo grande que me impressionou.
Em certas partes o livro chega a ser monótono, mas não mais que o filme que é deveras "chato". Mas lendo-o fui instigado a cada página para conhecer mais de toda a trajetória do rei Jorge VI (Berti)desde sua infância, seu encontro com Logue, até sua morte. Recebendo detalhes de sua vida e relações a cada parte.

Minha satisfação com o livro foi certa.
Marcelle 13/10/2013minha estante
Fiquei curiosa para ler, me empresta? hehe :)




Rosa Maria 04/01/2013

No embalo do filme
Pior livro lido em 2012.
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BibliotecadaLulys 31/08/2016

O Discurso do Rei
Aclamado pela crítica, o livro que deu origem ao filme ganhador de 4 Oscars, em 2011, mostra que a Monarquia Britânica se manteve firme, com a imagem de um Rei, graças à um homem: Lionel Logue. Excelente trabalho dos autores Marke Logue e Peter Conradi ao construírem uma obra que retrata o esforço de um homem cuja deficiência estava na fala e no esforço em ajudar o seu próprio Rei, driblando as dificuldades por não ser um doutor, por parte de outro.

Mark e Peter utilizaram os diários reais, deixados pelo monarca George VI, que retrata a sua evolução ao curar, ou melhor, minimizar sua gagueira, fruto de acontecimentos traumáticos durante a infância. Para completar e enriquecer a obra, os autores também tiveram acesso aos diários de Lionel Logue, além de entrevistar a nora do australiano, ainda viva, porém muito idosa. O resultado não poderia ser outro: uma excelente pesquisa histórica moldada em uma escrita simples e de fácil leitura.

Mesmo tendo um período curto da amizade e cumplicidade entre George VI e Lionel Logue, o livro tende a relatar a preocupação dos autores em transmitir a evolução de um simples atendimento, enquanto Albert ainda era conhecido como Durque de York, à necessidade em se ter Logue ao lado do Rei durante os seus discursos, apoiando e auxiliando para que sua imagem como Rei se mantivesse com imponente e não desmontasse a qualquer sinal de sua gagueira.

Ampliando o breve período retratado no livro, os autores também tiveram o cuidado de dar um passo para trás, na história dos personagens a fim de ilustrar acontecimentos passados e que possibilitariam maior entendimento e profundidade ao lermos o livor. Desde os relatos de antepassados, como também as infâncias, de Albert e Lionel, vemos a construção de dois homens que deixaram as diferenças sociais e burocracias impostas, entre Rei e plebeu, para fundarem uma bela e invejável amizade.

Divididos em capítulos que possuem conexões entre si, a organização do livro nos faz ler trechos da vida de cada personagem presente na história da Monarquia Britânica, passando por momentos incomuns para os curiosos, porém servindo de excelente referência para os estudiosos da história mundial. Material também que possui imagens, além de trechos transcritos diretamente dos diários e cartas entre as famílias e seus representantes, sem contar os casos e relatos pessoais, como também muitas vezes curiosos e engraçados, desde a dores de barrigas e enjôos, como também sentimentos e sensações expressas pelo próprio Bertie, como carinhosamente era chamado, e Logue.

Por mais bela história, não estamos isentos de momentos tristes; os autores não deixaram de fora tragédias e revoltas, como também dificuldades em acertos e erros, que, na minha opinião, se tornam artifícios necessários para criar o drama existente na história. Sem pender para algo romântico, muito menos para o dramático, o livro se mantém numa linha tênue entre os dois gêneros, apresentando uma configuração única e característica dos autores.

Incomparável e superior ao filme, “O Discurso do Rei” se mostra um excelente livro, melhorando a experiência de quem assistiu a adaptação, a ponto de não esquecermos facilmente dessa bela história verídica sobre um Rei e um plebeu. Livro obrigatório na estante de qualquer pessoa…
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Jeane 29/05/2012

Não é o filme...
O livro é baseado nos diários de Lionel Logue,mas na verdade é uma colcha de retalhos da vida do psicoteraupeta da fala e o Rei George VI, da juventude até a morte de ambos.É uma narrativa tediosa, sem profundidade, feita pelo neto de Lionel Logue, Mark Logue, numa tentativa de pegar carona na fama do filme vencedor do Oscar 2011.
Usaram o mesmo título e cartaz do filme como chamariz para o livro, mas este não é a base da história que vimos no cinema, tanto que foi escrito DEPOIS que tiveram a idéia fazer um filme sobre o problema de gagueira real.
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Mari 09/07/2011

A pesar da idolatria um pouco exagerada a Lionel Logue - como já podíamos ver desde o subtítulo - é um livro excelente.
Uma história sobre amizade e esforço para superar obstáculos muito bem escrita e que chega até a emocionar em algumas - admito que não muitas - partes.

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RAFAA 14/04/2013

História baseada em fatos reais, contada pelo neto do terapeuta da fala (Lionel Logue). A história mostra a relação do terapeuta com o seu mais famoso cliente: o Rei Inglês George VI.
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Digão Livros 26/01/2012

Fiquei entre dar nota 3 e 4 para esse livro. Achei injusto a nota 3. O livro é meio em forma de documentário, meio em forma de diário de memórias.

Narra o período em que a Monarquia na Inglaterra era protagonista. Do modo em que George VI chega ao poder, e seu árduo trabalho para conseguir dominar a sua gagueira, e a sua perseverança na luta contra esse problema, que super-dimensionava em um cargo cujo uma das principais arte é falar e se fazer entender.

Nesse aspecto, a figura do sr Logue, australiano e terapeuta da fala preponderante.

Apesar do estilo narrativo, é muito interessante observar o elemento que une esses 2 homens, todos os atos de simbolismo que a monarquia possuí em relação a realeza, e como esse simbolismo influenciava a sociedade. É legal ver também como discursos do Rei auxiliaram a população a enfrentar a II Guerra Mundial e, ao mesmo tempo, o contexto histórico que fez com que a monarquia diminuísse a sua influência na estrutura de poder.

Gostei do livro. Recomendo!
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Eli 03/06/2011

Que fale o rei... E todos nós também...
Não era o que eu pensava. Tinha idéia de um livro mais "divertido", mas não foi isso que encontrei. E agradeço aos céus por isso. Escrito a partir de cartas trocadas entre o rei e seu terapeuta da fala Lionel Logue, o livro faz um retrato da monarquia britânica de uma maneira bem lisonjeira, cometendo "poucas indiscrições" para com a linhagem de Elizabeth, o que deve ter deixado a filha de George VI bem contente. Com duas exceções apenas (uma bem detalhada, com quase um capítulo) e outra exposta em menos de um parágrafo.
O que vemos aqui é um homem inseguro, com problemas de gagueira desde a infância, colocado contra a parede por amigos e a família, para que o problema fosse resolvido de uma vez por todas. Se a gagueira já não fosse problema suficiente, o fato de pertencer a família real britânica acrescenta outra dimensão ao fato. Quando procurou Lionel Logue, George não imaginava que seria rei, afinal, ele tinha um irmão mais velho, que encantado com uma mulher divorciada norte-americana, resolve abdicar do trono para ficar com seu grande amor.
O livro fala dos acontecimentos históricos que permearam o periodo, focando na relação de trabalho e amizade que surgiu entre o rei e seu terapeuta de fala. Para muitos pode soar com uma "babação de ovo" para com a Coroa Britânica, mas para mim, fala da honra que um homem sentiu ao poder ajudar aquele a quem ele considerava seu soberano. Recomendo.
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yuri29 01/08/2019

Sempre em frente e superando as dificuldades
O Discurso do Rei 0é um livro para quem deseja uma leitura bem leve. Não espere que a obra, mesmo que ela tenha como pano de fundo adventos históricos, traga profundidade. Não, esse não é um livro que trata mais densamente coisas como a Segunda Guerra Mundial. E este nem é o intuito. O autor possui como principal objetivo, enaltecer a evolução de George VI, que sofria com a gagueira. A falta de densidade nos eventos históricos é compensada, de maneira surpreendente, na narração de como desenvolveu-se a relação de George VI com Logue, seu terapeuta australiano.
Eu creio que todo livro tem de passar algum tipo de mensagem ao leitor, seja ela positiva ou negativa. E tenho de dizer que o Discurso do Rei veio para agregar de maneira positiva à minha vida. Observando o crescimento do rei inglês no que tange a sua dicção, pude constatar que sempre podemos vencer os obstáculos da vida se acreditarmos em nós mesmos.
Recomendo o livro para àqueles que querem inspiração para poder vencer um obstáculo em sua vida.
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CGarrido 25/04/2011

O livro é interessante, apesar de não ser extraordinário. Os capítulos iniciais apresentam as vidas dos dois protagonistas antes delas se cruzarem. A partir dai, o livro passa para a fase dos discursos do Rei até o desfecho do livro. A partir de certo ponto esta fase torna-se repetitiva e monótona. Uma parte interessante são os acontecimentos históricos da época, tal como a II Guerra Mundial e alguns cerimoniais da Monarquia da Grã-Bretanha.
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Carla 12/04/2013

Chatinho!
Eu adorei o filme O Discurso do Rei. Outro dia, estava passando na livraria vi o livro e resolvi comprar.
Quando li a apresentação já fiquei com o pé atrás, pois nele o neto de Lionel Logue (médico do rei) explica que reuniu todas as informações sobre a vida do avô para a equipe do filme. E a partir daí resolveu escrever o livro. Ou seja, o filme não foi baseado exatamente no livro. Na verdade, o autor aproveitou o gancho do filme e as informações que ele já tinha reunido para escrever uma breve biografia sobre o médico que curou o rei.
O problema é que o livro pra mim ficou extremamente amador (e muito chato!). Como se a professora pedisse de dever de casa para você contar a história de alguém da sua família.
Mas vamos ao livro!
Diferente do filme, o livro não conta somente a relação do médico com o rei e como foi o tratamento.
O livro retrata a história de Logue, a vida dele na Austrália, a sua viagem ao mundo, a sua evolução como terapeuta da fala, seu casamento, sua mudança para a Inglaterra, o nascimento dos seus filhos e o tratamento do rei. Esse último tema, lógico, é abordado mais profundamente.
O livro usou como base correspondências e os diários do rei e de Lionel. Mostrando como a relação médico e paciente evolui para uma amizade. A evolução do rei em relação ao problema da fala (que pra mim no filme nem ficou muito claro como é no livro) e sua gratidão a Logue.
O livro não é grande, é muito fácil de ler, mas confesso as vezes é bem chatinho. Tive vontade de abandonar várias vezes.
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