O Discurso do Rei

O Discurso do Rei Mark Logue...




Resenhas - O Discurso do Rei


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Anna 19/03/2013

O Discurso do Rei: Como um Homem Salvou a Monarquia Britânica – Mark Logue e Peter Conradi
Uma das coisas que eu mais gostei nesse livro, foi ele ser escrito também pelo neto de Logue, que encontrou cartas em que seu avô falava de seu relacionamento com o Rei, e sobre os seus trabalhos. O livro foi escrito após o lançamento do filme homônimo. No livro contém algumas fotos de Logue com sua família e a família do Rei, inclusive a Rainha Elizabeth novinha, só acho que poderiam vir mais fotos (já que eu adoro rs)

O livro é contado de forma fácil e rápida de se ler, sem você ficar precisando pensar horas o que teria acontecido, tudo isso baseado em cartas de Lionel Logue, o homem que “curou” o Rei George VI da gagueira. A história em si é bem diferente do que eu achava, – pensava que ia ficar com o Rei tentando se livrar da gagueira sem conseguir – mas não estou dizendo que isso foi ruim, pra mim foi até bom pois é uma história real, e nada é apenas resolvido no último capítulo. O Rei (que quando Logue começou a trabalhar, ainda era Príncipe) mostra que era bem esforçado para conseguir com que a cura fosse realizada.

Como eu disse no início, em algumas partes é falado das Grandes Guerras, porém o assunto é mais abordado sobre a Segunda, já que aconteceu nos anos que Rei George VI estava no poder. Toda a Guerra é mostrada sobre a perspectiva dos Ingleses.

Pra quem quer conhecer um pouco mais sobre a história da Monarquia Britânica vai adorar, recomendo!

http://naosoupatricinha.wordpress.com/2013/03/12/resenha-o-discurso-do-rei-como-um-homem-salvou-a-monarquia-britanica-mark-logue-e-peter-conradi-sem-spoiler/
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Quésia Mello 03/06/2013

Resenha, O Discurso do Rei, Mark Logue e Peter Conradi
Bem, a primeira coisa que posso dizer sobre esse livro é que sua capa – e titulo – são uma propaganda enganosa.

Não, o livro não é ruim. Entretanto, se você acha que vai ler nele a história do rei George VI desde sua sofrida infância com a gagueira e todos os problemas seguintes que isso lhe trouxe, está enganado. Outro ponto que se deve saber é que diferente dos filmes que são baseados nos livros, esse livro foi baseado no filme.

No livro “O Discurso do Rei” somos apresentados ao senhor Lionel Logue. Um austríaco – isso mesmo, ele não é um britânico - fascinado pela fala e pelas formas de cura de todos os problemas que as pessoas podem ter ao falar, inclusive a gagueira.

É claro, em vários momentos do livro, em geral após que Lionel ganha a confiança do rei e acaba por se tornar um apoio e um homem de total confiança, os relatos passam a ser mais sobre como o rei sofreu preconceito de toda família – inclusive do pai, o rei George V – e como gostaria de ser mais como o seu irmão mais velho, mais altivo e confiante – tirando os escândalos que o levaram a abandonar o trono, é claro – a falta de confiança que todos tinham nele e até mesmo o medo das pessoas de que ele assumisse o reinado e fosse um fracasso total.

No livro – diferente do filme, desculpa aê falar – o autor diz que até hoje não há nenhum documento ao certo – relatórios ou principalmente cartas – que dizem quem apresentou os trabalhos de Logue ao Rei George, tudo o que se sabe é que de alguma forma – direta ou indireta – a rainha mãe Elizabeth têve um papel fundamental em todos os momentos do tratamento de seu marido e especula-se que ela apresentou ambos, após uma amiga ter feito a indicação.

O livro em si não é ruim, mas é repleto de datas e pronomes de tratamento. Além disso, não é um romance. O livro é baseado nas cartas que Logue escrevia para familiares e para o rei, falando sobre como andava o tratamento, os métodos que empregava ao rei, a evolução do rei em seus longos discurso e a sua vontade de ver-se curado. Mas tudo é muito Logue e pouco George VI.

Outra coisa relevante no livro, é que ele se passa no fim da Primeira Guerra Mundial e inicio da Segunda Guerra Mundial. Ou seja, são muitas cartas e recortes de jornais com datas, pronomes de tratamento, lugares... e no fim acaba por se tornar mais um livro de história do que todo o resto. É preciso que o leitor entenda que “O Discurso do Rei” é uma reunião de documentos encontrados pelo neto de Lionel, o escritor Mark Logue.

O livro conta primeiramente a história de Logue, em seguida – após a visita do rei, acontecimento que muda a vida de Logue para sempre – o livro passa a contar – através de cartas ou recortes de jornais e revistas britânicos e internacionais – os fatos que levaram George ao trono quando o irmão dele decide abandonar o trono pela mulher que ama uma americana, bem mais velha que ele, com um ex-marido vivo e ainda legalmente casada com outro homem, o que para a família real britânica é totalmente inaceitável.

Forçado a assumir o trono, os medos de George de não ser capaz de administrar o império acabam piorando a sua gagueira, mas ainda assim Logue está sempre do lado, em todos os discursos eles sentam, leem o texto, ensaiam e discutem as palavras que devem permanecer ou serem substituídas, além é claro dos vários exercícios que Logue o obriga a praticar.

O livro não é ruim, mas é necessário paciência. Alguns pontos são meio complexos e a pessoa precisa voltar ler com calma para só assim entender como aquela situação se encaixa naquele lugar. As referencias também que chateiam um pouco, dizer que foi tirado do jornal tal, do ano tal, que foi escrito por fulano tal e que dizia tal coisa... muitas datas, pronomes que nunca não usamos diariamente...

Enfim, eu aconselho a leitura do livro, mas aconselho muita paciência também.



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danilo_livros 19/05/2011

A história fazendo arte
Para fazer a diferença no mundo, não precisamos de grandes feitos ou ações miraculosas. Precisamos sim acreditar no que podemos realizar o que fazemos de melhor para quem precisa. Este amor pelo que fazemos, se for bem direcionado para as pessoas ao seu redor, pode mudar a história.
É disso que fala O Discurso do Rei (José Olympio, 292 páginas) escrita por Peter Conradi e Mark Logue.
A famosa história de como o terapeuta vocal Lionel Logue ajudou o Rei George VI a lidar com sua gagueira no momento mais crucial da história - seu irmão, o verdadeiro rei por hereditariedade, que abdica para ficar com a mulher que ama - uma divorciada americana, em 1936, desta vez ganha o universo literário.
Com um escândalo inglês e um abalo para a coroa, Lionel e o futuro monarca se conhecem, dando início a uma das mais inusitadas amizades da história britânica, onde profissionalismo e dedicação se misturam.
O livro, escrito por um jornalista e pelo neto de Lionel, Mark Logue, veio depois que o filme ganhador do Oscar começou a ser filmado. Diferente do filme que acompanha apenas alguns anos, o livro engloba toda a vida dos dois personagens, graças a descoberta de papéis e diários importantes por Mark entre as coisas deixadas pelo seu avô. É muito interessante para quem quiser ver esta história sem o toque emocional presente no filme.

Veja resenha completa no Literatura de Cabeça:
http://bit.ly/imHVz1
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Tatha 04/02/2012

Não é um livro chato. Eu realmente gostei. Achei interessante ver a história de um rei gago, contada pelo neto de quem ajudou o rei a se "curar" da gagueira. É um livro que deve ter paciência pra ler, ele é muito detalhado e, muitas vezes cansativo e repetitivo. Foi bastante inusitado por a vida dos dois antes de se conhecerem (a vida de Logue achei um pouco cansativa) e o desdobramento da história é bem legal. Não sei se só aconteceu comigo, mas achei que livro e filme se completam.
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Dalves 07/07/2017

Interessante
Retrata a dedicação de um homem em guiar um império mesmo ciente de sua gagueira.
Em paralelo, mostra bem como um profissional especializado no assunto é fundamental nessa caminhada.
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