O Discurso do Rei

O Discurso do Rei Mark Logue...




Resenhas - O Discurso do Rei


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Beto 20/06/2011

Não desista...
Tenho visto muita desistência sobre este livro, porque estou participando de um site de leitores, o que me deixou intrigado, pois é um bom livro, bem escrito com uma história real, e o que me deixa triste, pois temos que ir até o fim, para podermos tirar as conclusões necessárias. Mas do livro tenho a dizer que é uma ótima história, é muito difícil ter um problema emocional, como a gagueira, ainda mais sendo o Rei da Inglaterra, aonde os discursos são inevitáveis, o desenrolar da história é envolvente, ainda nos ensina sobre a segunda guerra mundial.
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Eli 03/06/2011

Que fale o rei... E todos nós também...
Não era o que eu pensava. Tinha idéia de um livro mais "divertido", mas não foi isso que encontrei. E agradeço aos céus por isso. Escrito a partir de cartas trocadas entre o rei e seu terapeuta da fala Lionel Logue, o livro faz um retrato da monarquia britânica de uma maneira bem lisonjeira, cometendo "poucas indiscrições" para com a linhagem de Elizabeth, o que deve ter deixado a filha de George VI bem contente. Com duas exceções apenas (uma bem detalhada, com quase um capítulo) e outra exposta em menos de um parágrafo.
O que vemos aqui é um homem inseguro, com problemas de gagueira desde a infância, colocado contra a parede por amigos e a família, para que o problema fosse resolvido de uma vez por todas. Se a gagueira já não fosse problema suficiente, o fato de pertencer a família real britânica acrescenta outra dimensão ao fato. Quando procurou Lionel Logue, George não imaginava que seria rei, afinal, ele tinha um irmão mais velho, que encantado com uma mulher divorciada norte-americana, resolve abdicar do trono para ficar com seu grande amor.
O livro fala dos acontecimentos históricos que permearam o periodo, focando na relação de trabalho e amizade que surgiu entre o rei e seu terapeuta de fala. Para muitos pode soar com uma "babação de ovo" para com a Coroa Britânica, mas para mim, fala da honra que um homem sentiu ao poder ajudar aquele a quem ele considerava seu soberano. Recomendo.
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Gabriel 13/10/2013

Algo a Caráter de Rei
"O Discurso do Rei" é um livro o qual foi realmente instigante para mim. Nele é relatada a história de "Berti" um membro da família real que enfrenta terríveis problemas de fala e que já sem esperanças encontra com Logue, um terapeuta da fala que o ajuda com seu problema, tornando-se assim peça fundamental na vida do futuro rei.
Não só a história do livro que é verdadeira, como todos os detalhes nele contido, são colocados impressionantemente para formar algo realmente "descente".
Lendo, pode-se notar que os autores realmente se empenharam em escrevê-lo, deixando parecer toda uma pesquisa e coleta de dados por trás da obra. Algo grande que me impressionou.
Em certas partes o livro chega a ser monótono, mas não mais que o filme que é deveras "chato". Mas lendo-o fui instigado a cada página para conhecer mais de toda a trajetória do rei Jorge VI (Berti)desde sua infância, seu encontro com Logue, até sua morte. Recebendo detalhes de sua vida e relações a cada parte.

Minha satisfação com o livro foi certa.
Marcelle 13/10/2013minha estante
Fiquei curiosa para ler, me empresta? hehe :)




Patricia 22/03/2011

Narrativa sofrível. Não vejo nenhum outro propósito desse livro além de aproveitar a onda do filme a faturar alguns trocados.

Logo de início Mark Logue afirma que teve a idéia de escrever o livro depois que foi procurado pelos produtores do filme. Enquanto revirava caixas e gavetas, levantando uma nuvem de pó, Logue, o neto, teve a idéia de ele escrever um livro.

Com, segundo ele, o objetivo de contar mais sobre a história de seu avô do que o roteiro do filme pretendia. Certo, nada mais justo.

Mas não é isso que acontece!

Fora um breve histórico de Logue na Austrália e a viagem para o Reino unido, o livro nada acrescenta ao que o filme conta, e pior, é extremamente repetitivo e cansativo.

O filme, pelo forte apelo fotográfico, ainda consegue disfarçar, mas no livro é clara a falta de fontes disponíveis para pesquisa: somente as cartas e o diário, fora o registro histórico para ambientação, é claro.

Mark Logue, por não ter experiência na escrita, teve ajuda de Conradi, um jornalista e pesquisador nessa empreitada.

Juntando tudo isso, o resultado é muito claro: um relato extremamente sentimental, com tentativas de floreio, como para exaltar a história "mero sudito servindo à realeza". Além de um bla bla bla incansável, que depois de metade da leitura descorrida, fica muito claro: não se tem conteúdo suficiente para escrever uma história interessante. Simples assim.

E a frase de efeito na capa da edição? Por favor, mesmo quando eu ainda não tinha aberto o livro ela já havia me parecido desmesurada.
Mayra Dias 05/04/2011minha estante
Desanimei total agora. hahaha


Patricia 06/04/2011minha estante
olha... como ja deves ter percebido, eu sou praticamente voto vencido. varias pessoas gostaram. então de repente tu goste tbm né. mas eu realmente achei sofrível.


Jeane 29/05/2012minha estante
Concordo com você, Patricia. O livro é raso, chato e também acho pretensioso o subtitulo.O neto Mark Logue só quis pegar carona no sucesso do filme.Só dei duas estrelas por causa das pinceladas de informação sobre 2a. Guerra Mundial ...




Ennio 09/03/2014

Deus salve o rei... Mas que rei?
Inicialmente descrito como o relato das dificuldades do soberano George VI no que concerne à comunicação, O discurso do rei ultrapassa os limites de um relato pessoal e ganha ares de livro histórico. Relata desta forma, o panorama social no qual estava inserida a Europa - sobretudo a Inglaterra -, no período entre as duas Guerras Mundiais. Mas é a relação estabelecida entre Lionel Logue e o até então duque de York,que permeia toda a obra. Relação esta, travada inicialmente para possibilitar ao duque certa desenvoltura em seus discursos; pois como era de conhecimento geral,Bertie "sofria de problemas da fala". Tal dificuldade é acentuada com a morte do rei George V e a abdicação do trono,em menos de 1 ano, do soberano Edward VIII. Portanto, sendo o próximo na linha de sucessão, Bertie teria de enfrentar seus "fantasmas" pessoais e deixar de lado a timidez e a gagueira (algo inadmissível a um rei). É aí que se torna mais intensa a relação entre o ex-duque e Logue. Paciente e terapeuta tornam-se cada vez mais próximos e mantêm contato, sobretudo por cartas, até a morte da Sua Majestade, ocorrida em 1952. Desta maneira, este livro tem importância tanto histórica quanto descritiva, pois narra os bastidores de um dos momentos mais tensos pelo qual passou a Inglaterra.
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Cris 03/09/2014

O filme é melhor....
Na minha opinião, este é um dos raros casos em que o filme é melhor do que o livro. Fiquei encantada quando assisti o filme, e esperava que o livro fosse tão emocionante quanto.O livro não é ruim, mas a leitura é um pouco monótona. Só recomendo pra quem realmente gosta de história, o livro fala sobre alguns períodos históricos importantes como a
Primeira e Segunda Guerras Mundiais.
Rosane 01/08/2019minha estante
O livro nao eh uma copia do filme, simplesmente.




desto_beßer 17/09/2012

Convite para o sono
Um livro que tinha tudo para ser chato – e não foge à regra. Tudo bem contar uma ou duas vezes como eram as preparações pré-discurso do rei George VI e o quanto seu treinador de fala, o dr. Logue, gostava do monarca. Mas quando se passa o livro inteiro lendo a mesma ladainha, ad nauseam, sem modificações valorosas no lenga-lenga, a vontade de desistir se torna quase irresistível. Seria esta uma estratégia espertinha do autor, que repete repete repete as mesmas coisas mesmas coisas mesmas coisas assim como o rei gago? Infelizmente não, porque mesmo quando tenta soltar um quê de aventura em meio ao marasmo – como quando descreve os tenebrosos e excitantes anos de guerra – a pasmaceira impera. Quereria o autor infligir nos leitores a mesma angústia e o mesmo tormento de quem não consegue dizer a que veio em tempo adequado? Muito mais provável, e se esta foi a idéia, parabéns, Mark Logue. Os corajosos que conseguem terminar o livro não ganham muito mais do que quem leu as 50 primeiras páginas, a não ser um lugar no céu devido à inumana paciência.
Ana 31/08/2013minha estante
Concordo com todas as vírgulas!




yuri29 01/08/2019

Sempre em frente e superando as dificuldades
O Discurso do Rei 0é um livro para quem deseja uma leitura bem leve. Não espere que a obra, mesmo que ela tenha como pano de fundo adventos históricos, traga profundidade. Não, esse não é um livro que trata mais densamente coisas como a Segunda Guerra Mundial. E este nem é o intuito. O autor possui como principal objetivo, enaltecer a evolução de George VI, que sofria com a gagueira. A falta de densidade nos eventos históricos é compensada, de maneira surpreendente, na narração de como desenvolveu-se a relação de George VI com Logue, seu terapeuta australiano.
Eu creio que todo livro tem de passar algum tipo de mensagem ao leitor, seja ela positiva ou negativa. E tenho de dizer que o Discurso do Rei veio para agregar de maneira positiva à minha vida. Observando o crescimento do rei inglês no que tange a sua dicção, pude constatar que sempre podemos vencer os obstáculos da vida se acreditarmos em nós mesmos.
Recomendo o livro para àqueles que querem inspiração para poder vencer um obstáculo em sua vida.
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CGarrido 25/04/2011

O livro é interessante, apesar de não ser extraordinário. Os capítulos iniciais apresentam as vidas dos dois protagonistas antes delas se cruzarem. A partir dai, o livro passa para a fase dos discursos do Rei até o desfecho do livro. A partir de certo ponto esta fase torna-se repetitiva e monótona. Uma parte interessante são os acontecimentos históricos da época, tal como a II Guerra Mundial e alguns cerimoniais da Monarquia da Grã-Bretanha.
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Carla 12/04/2013

Chatinho!
Eu adorei o filme O Discurso do Rei. Outro dia, estava passando na livraria vi o livro e resolvi comprar.
Quando li a apresentação já fiquei com o pé atrás, pois nele o neto de Lionel Logue (médico do rei) explica que reuniu todas as informações sobre a vida do avô para a equipe do filme. E a partir daí resolveu escrever o livro. Ou seja, o filme não foi baseado exatamente no livro. Na verdade, o autor aproveitou o gancho do filme e as informações que ele já tinha reunido para escrever uma breve biografia sobre o médico que curou o rei.
O problema é que o livro pra mim ficou extremamente amador (e muito chato!). Como se a professora pedisse de dever de casa para você contar a história de alguém da sua família.
Mas vamos ao livro!
Diferente do filme, o livro não conta somente a relação do médico com o rei e como foi o tratamento.
O livro retrata a história de Logue, a vida dele na Austrália, a sua viagem ao mundo, a sua evolução como terapeuta da fala, seu casamento, sua mudança para a Inglaterra, o nascimento dos seus filhos e o tratamento do rei. Esse último tema, lógico, é abordado mais profundamente.
O livro usou como base correspondências e os diários do rei e de Lionel. Mostrando como a relação médico e paciente evolui para uma amizade. A evolução do rei em relação ao problema da fala (que pra mim no filme nem ficou muito claro como é no livro) e sua gratidão a Logue.
O livro não é grande, é muito fácil de ler, mas confesso as vezes é bem chatinho. Tive vontade de abandonar várias vezes.
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Gleiciane.Marques 08/12/2016

O Discurso do Rei - um reflexo de cada um de nós
Sempre quando leio procuro extrair algum ensinamento da obra em questão. Este é um dos critérios pelo qual me baseio ao julgar o valor de uma obra. Sempre penso as lições que aprendi durante a leitura. Com o discurso do rei, de Mark Logue e Peter Conradi não foi diferente. Ao narrar a dificuldade de fala do rei George VI ao longo de sua vida, bem como o papel fundamental de Lionel Logue neste trajeto fui várias vezes levadas à reflexão.
Em primeiro lugar, amei a descrição do contexto histórico da época. A minha mente formou imagens de lugares que eu sempre desejei ir e pessoas que eu ficaria encantada em conhecer. Eis um dos feitos da literatura, esta capacidade de te transportar para o mundo. Refleti sobre o comportamento e visão das pessoas daquela época.
Ponderei também sobre a família real e como eles também possuem desafios de conviverem entre si com as suas diferenças e dificuldades pessoais. Toda família tem isso.
Além disso, senti-me tocada pela descrição do rei George VI. Por meio dos extratos de seu diário, matérias de jornais e cartas pude atentar para o fato de que todas as pessoas tem obstáculos a serem enfrentados, seja da realeza ou não e o quão difícil é deixar de fazer o que você quer por um bem maior. Por isso todas as pessoas também passam em algum momento da vida.
Enfim, uma ótima leitura que reflete cada um de nós.

site: https://www.youtube.com/watch?v=REMuB7tn3J4
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Luiz Pereira Júnior 21/06/2017

Um chafariz de jardim...
Dizer que um livro é chato não significa muita coisa (sempre digo que "chato" é aquilo de que não gostamos). "O Discurso do Rei" é simplesmente superficial, com descrições repetitivas e altamente elogiosas ao protagonista - o que já seria de esperar de um dos autores do livro - por motivos óbvios. Além disso, não há uma descrição verdadeiramente apurada dos métodos usados pelo terapeuta da fala para a cura ou a amenização da gagueira (bem, para isso teria sido melhor comprar um livro específico) e a idealização da nobreza britânica beira o ridículo (talvez seja melhor dizer "risível"). Quanto ao título da resenha: bonito, nobre, aristocrático, mas raaaasoooo... No mais, aproveite-o para uma leitura descompromissada em um domingo anterior a uma semana estressante...
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Karol Cremonini 17/04/2017

O discurso do Rei
Eu sou louca por história mundial, principalmente os assuntos que envolvem as Duas Grandes Guerras. E também sou apaixonada pela Família Real Britânica. Juntando os dois assuntos, eu fico no paraíso.

Temos aqui a história verídica de como foi para Albert, então Duque de York, superar sua gagueira, ao se ver obrigado a assumir o trono da Inglaterra e se tornar o Rei George VI (pai da atual Rainha Elizabeth II).

Desde pequeno Albert apresentava problemas na fala; não conseguia se comunicar com clareza e coesão em situações normais e muito menos quando estava sob pressão. Após muitos tratamentos inúteis ele havia praticamente desistido de tentar melhorar.

E foi assim que os caminhos do futuro Rei e de Lionel Logue, se cruzaram. Logue era um tipo de terapeuta da fala e sua ajuda foi fundamental para suavizar os problemas de fala do Rei, que passou por muitas provações, afinal, assumiu a Coroa em uma época de guerra (a Segunda, no caso) logo os discursos eram constantes.

No livro vemos a relação dos dois, que começou de forma profissional, mas evoluiu para uma sólida amizade entre um plebeu e seu Rei. Percebemos nos relatos os esforços de ambos para conseguir o melhor resultado possível.

A leitura é rápida e fluida, e pra quem gosta de história está muito mais que recomendada.

Há também uma adaptação cinematográfica, onde as atuações são impecáveis e que inclusive ganhou 4 Oscars, sendo o de melhor filme, melhor ator, melhor diretor e melhor roteiro adaptado, ou seja, IMPERDÍVEL.

Recomendo o livro e o filme. ?
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Tatha 04/02/2012

Não é um livro chato. Eu realmente gostei. Achei interessante ver a história de um rei gago, contada pelo neto de quem ajudou o rei a se "curar" da gagueira. É um livro que deve ter paciência pra ler, ele é muito detalhado e, muitas vezes cansativo e repetitivo. Foi bastante inusitado por a vida dos dois antes de se conhecerem (a vida de Logue achei um pouco cansativa) e o desdobramento da história é bem legal. Não sei se só aconteceu comigo, mas achei que livro e filme se completam.
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Rosa Maria 04/01/2013

No embalo do filme
Pior livro lido em 2012.
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