O Diário de um Mago

O Diário de um Mago Paulo Coelho




Resenhas - O Diário de um Mago


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Petrus 02/02/2010

Para mentes pequenas
Mais um aproveitador da inocência do vulgo. Se não considerasse uma palavra muito chula, diria que este livro é uma merda.
laura 09/04/2010minha estante
Concordo plenamente com você.


Junior 05/05/2011minha estante
Sou mais um que concorda com tuas palavras. Um embusteiro que escreve bobagens pseudo-esotéricas e pseudo-místicas é como eu defino o autor desta obra.


Rodrigo 11/11/2011minha estante
Concordo plenamente (2).
Paulo Coelho foi sorteado pelo acaso,porque não pode ser que alguém goste desse lixo literario que ele escreve.


Wesley 15/07/2012minha estante
virem escritores e escrevam coisas melhores então.


Lidia 21/09/2012minha estante
rs...achei pessoas que compartilham as mesmas opiniões sobre esse tal de Paulo Coelho!!!!


Lidia 21/09/2012minha estante
rs...achei pessoas que compartilham as mesmas opiniões sobre esse tal de Paulo Coelho!!!!


Helloise 06/02/2013minha estante
"virem escritores e escrevam coisas melhores então."

Não é porque não sabemos fazer algo que somos obrigados a engolir o que produzem de má qualidade. Bons escritores no mundo não faltam.


Nattt 30/11/2013minha estante
Honestamente, não lembro muito do livro, lembro apenas de poucas coisas e a impressão que tive dele. Me pareceu um bom livro, tendo em vista que não gosto do Paulo Coelho, não consigo passar de uma página de suas obras. Talvez pelo esoterismo, ou pseudo-esoterismo, como disse o moço Junior. Talvez eu realmente precise reler, hahaha


Diego 19/02/2015minha estante
Para gostar é preciso ter afinidade com o assunto. O diário de um mago é um livro que não é apenas para ser lido, mas sim, meditado, como todos os livros de Paulo Coelho. São obras de extrema sensibilidade e simplicidade, para quem tem humildade de leitura e que falam diretamente ao coração de quem a possui. Cada tem sua opinião sobre a obra e todas as obras desse autor. No entanto, nunca leiam um livro apenas por curiosidade ou para tirar conclusões, principalmente os de Paulo Coelho, que são livros que falam do próprio ser que somos, em sua forma mais singular. Para ler Paulo Coelho é preciso humildade, sensibilidade e coração aberto, sem qualquer tipo de preconceito.


Lucas 23/03/2016minha estante
Concordo com o Diego, só acrescento que para quem acha o Paulo Coelho um pilantra, basta apenas ler um pouco sobre sua história. Ele viveu sua Lenda pessoal toda sua vida.




Luiz.Otavio 29/01/2018

Primeiro livro de Paulo Coelho....gostei muito....rrss !
Maycon Guedes 18/05/2018minha estante
Oi, tudo bem? Posso tirar uma dúvida? Eu acho que já li esse livro a muitos anos, mais de 10 anos mas não tenho certeza. É esse livro que em algumas partes fala sobre apertar a unha na carne para esquecer algo ruim?


Luiz.Otavio 26/05/2018minha estante
Oi Maycon ! Assim como Vc faz muito tempo que li....foi meu primeiro livro dele e não recordo dessa passagem .....más posso te garantir que foi muito bom ...rrss ! desculpa não poder ajudar...abraço !


Maycon Guedes 02/06/2018minha estante
Sem problemas cara. Obrigado mesmo assim ;)


Goretti 07/06/2018minha estante
Sim, Maycon. É este mesmo. Este é o exercício da crueldade, que o guia ensina para afastar maus pensamentos




Lacerda 27/08/2018minha estante
Acabei agora, rola isso sim kkkkk


Maycon Guedes 28/09/2018minha estante
Valeu ;)




Pedro Júnior 04/06/2009

Suicídio intelectual
Escrever sobre esse livro não só é completamente ofensivo, mas me faz pensar o que tinha na cabeça quando cheguei ao final dele. Deveria ter sido deixado na prateleira onde o peguei e nunca mais me lembrado que isso existe...
Não há qualquer maneira de dizer o que quis dizer Paulo Coelho com esse entojo que ele chama de livro. E pelo que já percebi, todos os livros dele são a mesma coisa.
Não acredito como tantas pessoas foram iludidas como eu.
Sinceramente, qual foi o motivo para a viagem a Santiago de Compostela? Respondo: nenhuma. Aliás, o motivo foi a ganância por vender. Não há qualquer elemento de profundidade nessa narrativa.
Não recomendo a ninguém. Ninguém MESMO.
Pris.rocha 11/12/2009minha estante
Adorei sua resenha sintetiza a minha opinião sobre os livros de Paulo Coelho. Primeiro li O Alquimista e confesso que ele disfarça a sua ignorância literária (sabe aquela história que sabemos que já foi contada por alguém? esse é O Alquimista, um livro velho!). Então para tirar a limpo, li O Diário de um Mago e fiquei horrorizada como alguém tem coragem de escrever tamanha baboseira!!


Fernando 05/11/2012minha estante
Isso normalmente ocorre com quem não consegue escrever uma linha, nem de uma redação no ensino fundamental. Uma crítica deve ser construtiva e estar acompanhada de boas idéias, as criticas de voces não ajudam ninguém.


Pedro Júnior 06/11/2012minha estante
Muito pelo contrário, Fernando. Já escrevi algumas coisas e muitas redações, inclusive do Ens. Fundamental. Aliás, geralmente sou eu quem peço pra fazer as redações, até porque sou professor. Não conheço manual algum que obrigue a criticar uma obra propondo ideias. Geralmente as pessoas fazem isso porque querem. O que não é o meu caso. Eu não quis ter boa ideia alguma pra fazer esta crítica (sequer é uma resenha, pq nem estrutura de resenha o texto tem), apenas quis dizer exatamente o que está escrito: o livro é horrível, sem profundidade, vago e sem atrativo algum. Nota 0. Minha crítica não vai ajudar o Paulo Coelho em nada, observando-se que ele não possui Skoob e o livro já foi escrito e publicado há mais de 10 anos. ;)


Andriane 20/11/2012minha estante
Eu não aguentei ler. Antes da metade, já tinha abandonado o livro!




Jéssica Veneno 07/05/2016

O Diário de um Mago
. O Diário de um Mago é o relato da peregrinação feita por Paulo Coelho em 1986 pelo caminho de Santiago.

site: http://jessicavenenoofficial.blogspot.com.br/2015/01/o-diario-de-um-mago.html
Kelly 09/05/2016minha estante
Foi o primeiro livro de Paulo Coelho que eu li. Já faz tanto tempo que estou com vontade de ler de novo.


Jéssica Veneno 20/05/2016minha estante
Kelly Parece que o Paulo vai lançar livro este ano ,estou tão ansiosa *-*


Kelly 21/05/2016minha estante
Que novidade boa ! :D




Evelyn Ruani 13/07/2010

Medo...
Parei de ler por medo. Quando ele começa a ensinar o que você faz para ver as coisas que ele via e os sentimentos que experimentava em sua peregrinação, decidi parar a leitura. A descrição da busca de Paulo Coelho pelos mistérios da magia e sua experiências místicas relatadas no livro não me agradaram nem um pouco. Pode ser covardia, mas pra mim não deu não!
Junior 05/05/2011minha estante
Sério isso? Se ainda fosse um Stephen King...
Primeira vez que ouço falar de alguém que tem medo das charlatanices que este cidadão escreve.


Evelyn Ruani 07/03/2012minha estante
Stephen King eu consigo ler até o final ;P


vanessamf 15/12/2014minha estante
É este livro que ele fala que devemos visualizar uma labareda de fogo ao nosso lado? Se for, eu também parei de ler pelo mesmo motivo... ;)




Polly 07/03/2020

O Diário de um Mago: uma peregrinação interna (#101)
Atenção: como personagem e autor têm o mesmo nome, sempre que eu estiver falando de Paulo estou me referindo ao personagem, e quando falar Coelho será ao autor. Pronto, você já pode ler a impressão literária sem confusão!



Deixar leituras pela metade é ainda um dos bichinhos da vaidade de leitora que me incomoda bastante. Já deve ter dado para notar, não é? Vez ou outra eu falo aqui de um livro que eu tinha tentado antes e depois de um tempo voltei a ele para tentar de novo. O Diário de um Mago foi um desses. Quando tentei a primeira vez, abandonei-o porque ele é um livro essencialmente lento e lentidão não é algo com que milleniuns sabem lhe dar na maioria das vezes. Ainda que você seja um daqueles milleniuns que lute com unhas e dentes contra essa pressa do século XXI, o piloto automático sempre é acionado em algum momento. Inevitavelmente.

No início de 2020, achei que meu humor e o tempo estavam favoráveis a essa leitura. Reiniciei-a. Nunca tinha lido Paulo Coelho até então. E, pelo que ouvia falar, ou só era possível amá-lo até as entranhas ou só odiá-lo profundamente. Acho que eu entendi por quê. Os odiadores o acusam de autoajuda disfarçada e é, só não sei se concordo com o disfarçada. Coelho transformou essa busca pelo melhor de si mesmo em literatura, em arte, e, honestamente, não vejo problema nisso. E acho que os que o amam, amam-no justamente pelos mesmos motivos dos que o odeiam.

O Diário de um Mago mistura um pouco de ficção com realidade. Seu protagonista também se chama Paulo, que é uma pessoa versada em magia. Com a ajuda do mestre Petrus, Paulo percorre o Caminho de Santiago em busca de sua espada. Tudo o que acontece durante o livro são apenas alegorias de tudo o que Paulo quer nos contar. Os fantasmas, os desafios, os monstros, tudo o que o mago enfrenta na vida real(?) são só metáforas dos próprios fantamas e monstros internos mal resolvidos.

Aplaudo Coelho por transformar os conflitos internos e a busca por aprender a conviver com eles em arte. Sim, mesmo que você vire o nariz para a literatura de Coelho, o que ele faz é arte. Toda forma de expressão sem uma definição clara de utilidade é arte. A definição mais sucinta que já ouvi de arte é que ela não serve para nada e, dessa forma, serve para tudo.
Durante a leitura, vi-me fazendo uma pergunta que sempre evito de fazer a mim mesma (apesar de acreditar que é ela que nos ajuda a enfrentar os monstros interiores). Estamos sempre preocupados em nos perguntarmos "para onde vamos?", "onde queremos chegar?" e, na verdade, a pergunta que deveríamos sempre estar a nos fazer é "onde estamos nesse exato momento?", "é onde queremos ficar?". Só por isso já vale a pena a leitura.

Paulo aprende que "sua espada", que interpreto como sua paz interior, não está no fim do destino, mas durante todo o Caminho de Santiago. Porque tudo o que ele tem é apenas o caminho. É apenas o agora.

Não posso falar que O Diário de um Mago seja um livro que mudou a minha vida, nem que será um dos meus preferidos. Acho que prefiro filosofia à autoajuda, e a diferença entra as duas é que a primeira só te faz perguntas e espera que você invente umas tantas outras em busca das respostas, já a segunda tenta de orientar a uma resposta mais ou menos pronta. Você só tem que escolher qual é a que te satisfaz. Mas, acho que, em certa medida, o livro me fez pensar sobre minha própria existência, logo filosofar sobre ela.

Enfim, não seja hater de livros. Ele pode ser uma boa experiência para uma outra pessoa. Considere suas falhas, debata sobre elas, mas nunca impeça um livro de ser aberto. Confesso que já fiz isso. Tem algumas impressões literárias aqui das quais me envergonho. De verdade. Mas, elas ficarão aqui para me lembrar que a gente sempre tem o que melhorar.

No mais, se você for da autoajuda, pega O Diário de um Mago já. Se não for, deixa quieto e tudo certo.


site: https://madrugadaliterarialerevida.blogspot.com/2020/04/o-diario-de-um-mago-uma-peregrinacao.html
Clayton.Nunes 19/03/2020minha estante
Oi sou novo aqui...não consigo ler os livros.pode me ajudar


Cris 25/07/2020minha estante
Mas o "personagem" Paulo É O PAULO COELHO. Como assim, nomes iguais?
O livro conta a própria jornada dele pelo Caminho de Santiago. É autobiográfico.




Gil. 17/11/2016

Diário de um mago
Confesso que de início não tive tanto interesse assim,mas com o decorrer da história foi se tornando interessante e acabei me prendendo na leitura,por fim gostei muito.
Gil. 17/11/2016minha estante
O fato da viagem de Paulo como peregrino,me entusiasmava por viver o personagem a cada momento e em tudo que ocorria na ocasião,foi o primeiro livro que li do Paulo Coelho,sem nem ao menos imaginar que ,depois desse teria interesses em outros dele...


Gil. 17/11/2016minha estante
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Thaís Q. 08/08/2010

Leitura Regular
Um livro que não me agregou nenhuma experiência boa e conhecimento válido!
e. 08/08/2010minha estante
e dizem que ainda ele vai virar filme (ou já virou?).


Thaís Q. 05/04/2012minha estante
Dois anos depois... ainda bem que não virou filme.




MF (Blog Terminei de Ler) 23/09/2018

Minha experiência com Paulo Coelho
Nota introdutória: Resenha escrita para todos os livros do Paulo Coelho que li.

Existem pessoas que destroem suas vidas no crack ou na cocaína, outras que exageram no álcool ou na maconha, outras estão viciadas em nicotina ou Bolsonaro... Bom, a única droga que consumi foram os livros do Paulo Coelho... e com muito pesar confesso que tive uma recaída recente...

No início dos anos 2000, minha amiga Vanessa e eu estudávamos juntos para o vestibular e ela me emprestou para eu ler "O diário de um mago". Se uma pessoa que eu admirava tanto me empresta um livro, o mínimo que poderia fazer era lê-lo. Eu, ainda começando nos prazeres da Literatura, li e achei bacana. "Puxa, o cara não é apenas um escritor: o cara é mago! Ele compôs com Raulzito e ele voa... ele voa, véio!".

Pouco tempo depois, Vanessa me emprestaria "O Alquimista". "Um livro inspirador, bonito!", diria. Fui numa biblioteca e pesquisei pelo autor. Li "Brida" e achei interessante a história de uma irlandesa numa busca pela magia.

Eu tinha completado a tríade de "obras-primas" do Paulo Coelho. Fui então lendo outros livros do autor. Eram livros pequenos que eu lia em, no máximo, 3 dias. Li, num espaço de menos de dois anos, "As valkírias", "Na margem do rio Piedra eu sentei e chorei", "Maktub", "Veronika decide morrer", "O demônio e a srta. Prym", "O monte cinco", "Onze minutos" e "O manual do guerreiro da luz". Cheguei a ler uma pequena biografia do autor, escrita pela Martin Claret. Era meu fast-food literário.

Então, aconteceu: eu enjoei do autor. Aquilo que era original, se tornou repetitivo. Percebi que, a obra de Paulo Coelho, em seus livros, poderia ser resumida em uma série de elementos comuns: um personagem que sente perdido numa busca pessoal + um elemento místico como foco e/ou fio condutor + mensagens piegas de auto-ajuda + alguma cena esporádica de sexo + o personagem superando um desafio pessoal. Seria a redundância na temática que me fez enjoar? Ou o fato de que, entre essas leituras, fui lendo outros livros e conhecendo autores como Machado de Assis (que virou uma paixão), Manuel Bandeira, Gabriel García Márquez, William Shakespeare, Franz Kafka, dentre outros... o que me tornou mais exigente como leitor? Ou seria o fato de que, com o passar dos anos, fui ficando menos religioso? Talvez tenha sido tudo isso junto...

Eu voltaria a encarar Paulo Coelho somente uns cinco anos depois. Li "O zahir". Odiei. Achei vazio e desisti do autor.

Eis que, dez anos depois, voltando de viagem, recentemente, numa banca de revista que vende livros usados no Centro de Belo Horizonte, para não fazer uma desfeita com a vendedora, uma simpaticíssima senhora, pequei uma obra do autor. Li "O bosque de cedros", volume 1 de uma coleção lançada pela ridícula revista Caras, no final dos anos 90. Trata-se de um livro que, em suas pouco mais de 60 páginas, me fez lembrar de tudo que odiava no autor. São pequenos contos, insipientes e piegas e, pela primeira vez, Coelho me fez sentir ódio. Juro. Um dos "contos" chamava-se "A porta da lei" e é uma releitura que o autor fez de "Diante da Lei", um dos melhores contos de Franz Kafka e um dos melhores contos da história, certamente. Paulo Coelho conseguiu deturpar totalmente a essência da história. No livro do brasileiro, basicamente vemos uma curta pseudo-mensagem sobre a necessidade de "correr atrás dos objetivos". É algo muito mais limitado do que a quantidade grande de reflexões possibilitadas pelo conto kafkiano, onde temos a figura do homem ante o sistema, que o convida para a busca e, em concomitância, o impede de conseguir a Justiça, sendo esta impossível de ser obtida. Em resumo: Paulo Coelho não apenas é limitado ao escrever: ele é limitado como intérprete daquilo que deveria lhe influenciar a ser melhor como escritor.

Por fim, pode-se dizer que Paulo Coelho é a prova de que modus operandi vende e vicia... e permanecer nesse espectro, nesse vício, é limitar o campo de visão para o leque de maravilhas que somente a Literatura pode possibilitar ao ser humano.

P.S.: Caso tenha gostado do que escrevi, visite https://mftermineideler.wordpress.com/
Le 04/10/2019minha estante
Não li tantos do autor mas gostei dos que li, talvez você goste de Onze minutos, o último que li dele á alguns anos atrás, talcez tenha essea clichês dele, mas de uma maneira geral eu gostei da história.


MF (Blog Terminei de Ler) 06/10/2019minha estante
Oi Le. Eu li "Onze Minutos", como citei. A experiência de cada leitor é única. Logo, não desanime com minha resenha, leia e tire suas conclusões sobre Paulo Coelho. Obrigado pelo comentário.




Carolina 20/10/2009

Achei o livro péssimo! Vulgar, estranho, exagerado... achei bizarro! MUITO BIZARRO! Não recomendo!
Eu até gosto dos livros do Paulo Coelho, mas nesse ele mandou MUITO mal!
Mila 02/06/2011minha estante
é claro que vc achou o livro péssimo porque vc não entendeu o verdadeiro significado dele isso abaca acontecendo com pessoas ignorantes em relação a conhecimento.


Fernando 05/11/2012minha estante
Isso normalmente ocorre com quem não consegue escrever uma linha, nem de uma redação no ensino fundamental. Uma crítica deve ser construtiva e estar acompanhada de boas idéias, as criticas de voces não ajudam ninguém.




kassya 28/07/2009

lembrança
Assim como outros livros de Paulo Coelho, este também deixou marcas em mim. Talvez tenha sido pela epoca que eu li, adolescente... mas acredito que ter lido esses livros nesta epoca, me tornou a pessoa que sou. ler é mais que passar os olhos em centenas de letras e, entender o que esta escrito ou compreender a mensagem, e preciso torna-la util na sua vida.



"Chegamos exatamente onde precisamos chegar, porque a Mão de Deus sempre guia aquele que segue seu caminho com fé."



"O primeiro sintoma de que estamos matando nossos sonhos é a falta de tempo. As pessoas mais ocupadas têm tempo para tudo. As que nada fazem estão sempre cansadas."



"O segundo sintoma da morte de nossos sonhos são nossas certezas. Porque não queremos olhar a vida como uma grande aventura a ser vivida, passamos a nos julgar sábios no pouco que pedimos da existência. E não percebemos a imensa Alegria que está no coração de quem está lutando."



"O terceiro sintoma da morte de nossos sonhos é a Paz. A vida passa a ser uma tarde de domingo, sem nos pedir grandes coisas e sem exigir mais do que queremos dar."



"Quando renunciamos aos nossos sonhos e encontramos a paz, temos um pequeno período de tranqüilidade. Mas os sonhos mortos começam a apodrecer dentro de nós e a infestar todo o ambiente em que vivemos. O que queríamos evitar no combate, a decepção e a derrota, passa a ser o único legado de nossa covardia."



"O homem é o único ser na Natureza que tem consciência de que vai morrer. Mas mesmo sabendo que tudo irá acabar, faz da sua vida uma luta digna de um ser eterno."



"A cada momento de nossa existência temos que escolher entre um caminho e o outro. Uma simples decisão pode afetar uma pessoa para o resto da vida."

Márcia 20/10/2012minha estante
Achei linda a sua resenha.
Comecei a ler esse livro e abandonei, acho que naquela parte que ele fala de imaginar que você está morta, no caxão, foi muito forte pra mim.
Vou tentar ler novamente, dessa vez o livro inteiro.
Obrigada pela resenha.


Bia 02/05/2017minha estante
Como nem tudo é para todo mundo, os livros de Paulo Coelho tbém são assim.
Esse homem que veio da 28 dimensão de consciência, para ter uma experiência como humano e ajudar aqueles que precisam ser despertos, para assim, seguirem com seus projetos divinos na terra. Um avatar entre nós e compactado como humano...como muitos outros que já estiveram por aqui. Seus livros ajudam na expansão de consciência apenas daqueles que
desejam buscar com sinceridade, a evolução para sua vida. Por isso nem todos alcançarão seus ensinamentos.




George Facundo 16/06/2011

Vamos lá... Já devo ter falado em outra resenha de um livro dele (acho que foi na resenha do livro "A bruxa de Portobello")que muita gente, muita gente mesmo fala mal de Paulo Coelho sem nunca ter lido.

Não é que eu morra de amores pelos livros dele nem ache ele um gênio literário. Mas ele também, pelo menos em alguns livros, não é ruim. E quando eu falo não é ruim, digo que de fato o cara escreveu um livro muito bom de se ler.

Acho que os eruditos tem o nariz torto pra ele por simplesmente não entenderem do porque o Paulo Coelho ser o escritor mais traduzido no mundo, superando até Sheakspeare. Então é aquela velha coisa, de quem muito é dado muito é cobrado. E quando vc vai ler uma narrativa dele ve que, de fato, apesar de ser muito bom não chega a ser espetacular.

Enfim, agora, falando do Diário de um Mago, o livro realmente é bom. Ele consegue lhe prender e, certamente, para aquelas pessoas que no íntimo tem uma sede metafísica, é um livro instigante que lhe leva a uma viagem rumo ao desconhecido e ao submundo da magia e dos poderes. O poder de ter poder, de ver além do material, essas coisas.

Enfim, no geral, além de gostar muito da leitura o livro me fez passar um bom tempo pensando em coisas relacionadas a misticismo e espiritualidade. Na minha opinião não é o melhor livro dele. Mas também não está entre os piores.
Daia 16/11/2011minha estante
Acho que o problema todo George, é porque ele é brasileiro, se fosse um americano ou inglês, todo mundo iria amar. Exemplo que cito aqui é o livro o Segredo. Tem coisa mais deprimente do que aquele livro. E faz muito sucesso por aqui até hoje.


George Facundo 01/10/2015minha estante
Pois é Daia... Tem muito gringo super medíocre cultuado como um "gênio" por este Brasil...




Rnk 08/03/2014

O melhor livro de Paulo Coelho!
Para mim, a única obra de Paulo coelho das quais eu li que realmente valeu à pena. Sempre estará no top de todos os livros que já li.

A maneira como a história é contada pode até parecer exagerada ou ficcional, mas são fatos que realmente aconteceram, a aventura em que Paulo coelho se envolve nesse livro é de uma imserão incrível, apesar de, as primeiras páginas não serem tão atrativas, o resto do conteúdo irá te fazer esquecer de qualquer parte que não tenha te agradado. Do começo ao fim do livro, as aventuras, os lugares por onde ele passa, todos os obstáculos mentais e físicos que foram quebrados, as "provações" tirando os conceitos reliogiosos, é de te deixar "preso" no livro do ínicio ao final.
Tayná 31/12/2014minha estante
Concordo contigo. O melhor do Paulo Coelho, de longe. =) Já li também O Alquimista e Brida.




Marcos 20/07/2014

Mistura feita para vender
Paulo Coelho tem o grande mérito de ter percebido que o leitor contemporâneo estava ávido por uma novela que incorporasse auto-ajuda, cultura(religiosa e artística) e um pouco de misticismo, algo que Dan Brown exploraria posteriormente com bem mais habilidade literária. O livro não é ruim, mas peca por ser raso demais para ser místico e um tanto confuso para ser auto-ajuda. Como literatura é completamente inverossímil e beirando ao ridículo. Como pode um mago que esteve quase no último nível para ganhar a tal espada se comportar como um quase idiota ao longo de toda a caminhada? Fora coisas patéticas como fincar a unha no polegar e o ritual da árvore. Tivesse realmente talento para a escrita, Coelho poderia ter até feito uma boa novela com os elementos que levantou, com uma boa podada nos exageros. Mas há alguma competência que deve ser reconhecida na mistura que fez para contar a sua estória.
Jancléia Albuquerque 29/04/2015minha estante
Confrontos com demônios, visões de anjos, a ordem de RAM, além de outros relatos (todos juntos no mesmo livro), me fizeram duvidar da veracidade da "biografia". Ao lê-la, a explicação feita pelo autor ainda no prólogo quando menciona a ordem de RAM pela 1a vez: "uma PEQUENA ordem dentro da Igreja Católica, SEM SEGREDOS OU MISTÉRIOS", começa a parecer clara. Se houvessem segredos, provavelmente haveriam registros, mas não há (uma Ordem existente desde o século XV, mas que ainda assim não aparece em nenhum registro, exceto os dele próprio. Estranho, não???). Quase entrou pra minha lista de "abandoei". Foi exatamente isso o que pensei: MISTURA FEITA PARA VENDER.




Luciano R. M. 19/04/2009

Paulo Coelho, em sua obra máxima, mostra-se digno da Academia Brasileira de Letras: é, afinal, um charlatão da auto-ajuda, prova que Gombrowicz estava certo ao dizer que a literatura morreu. Coelho ainda dá uma cuspida no cadáver ao chamar isso de literatura.
R'Amon~An~Gelo 15/05/2015minha estante
You meant to say: Augusto Cury!




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