O Diário de um Mago

O Diário de um Mago Paulo Coelho




Resenhas - O Diário de um Mago


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Antonio.Junior 17/04/2020

De Volta ao Caminho
Li o Diário de Um Mago pela primeira vez no início dos anos 90. Foi quando interesei-me pelo Caminho de Santiago e aquela primeira leitura da saga do Paulo Coelho foi, de certa forma, uma apresentação do lado místico do Caminho. Depois dessa leitura decidi que faria o Caminho, não pelo misticismo, mas porque sempre gostei de aventuras,e se é verdade o que dizem os peregrinos, que a sua caminhada começa quando você decide realizá-la, estou a quase trinta anos no caminho, mas este é outro assunto. O fato é que resolvi reler Paulo Coelho, e desta vez, não houve o mesmo impacto de antes, o livro continua o mesmo, apenas com alguns pequenos apêndices que o autor acrescentou do seu segundo caminho. Mas o efeito foi diferente. É um livro curioso, mas não é um guia para quem quer fazer a peregrinação.
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Carol.inacio 12/04/2020

O Diário de um Mago
Percorrer caminhos antes não conhecidos, com a alma demasiada perdida, faz do trajeto do mago a nossa própria trajetória, se reinventar e ver o que estava diante dos nossos olhos muitas vezes só nos é revelado quando abrimos a caixa de Pandora aceitando fazer a jornada juntamente com Paulo Coelho!!!
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Polly 07/03/2020

O Diário de um Mago: uma peregrinação interna (#101)
Atenção: como personagem e autor têm o mesmo nome, sempre que eu estiver falando de Paulo estou me referindo ao personagem, e quando falar Coelho será ao autor. Pronto, você já pode ler a impressão literária sem confusão!



Deixar leituras pela metade é ainda um dos bichinhos da vaidade de leitora que me incomoda bastante. Já deve ter dado para notar, não é? Vez ou outra eu falo aqui de um livro que eu tinha tentado antes e depois de um tempo voltei a ele para tentar de novo. O Diário de um Mago foi um desses. Quando tentei a primeira vez, abandonei-o porque ele é um livro essencialmente lento e lentidão não é algo com que milleniuns sabem lhe dar na maioria das vezes. Ainda que você seja um daqueles milleniuns que lute com unhas e dentes contra essa pressa do século XXI, o piloto automático sempre é acionado em algum momento. Inevitavelmente.

No início de 2020, achei que meu humor e o tempo estavam favoráveis a essa leitura. Reiniciei-a. Nunca tinha lido Paulo Coelho até então. E, pelo que ouvia falar, ou só era possível amá-lo até as entranhas ou só odiá-lo profundamente. Acho que eu entendi por quê. Os odiadores o acusam de autoajuda disfarçada e é, só não sei se concordo com o disfarçada. Coelho transformou essa busca pelo melhor de si mesmo em literatura, em arte, e, honestamente, não vejo problema nisso. E acho que os que o amam, amam-no justamente pelos mesmos motivos dos que o odeiam.

O Diário de um Mago mistura um pouco de ficção com realidade. Seu protagonista também se chama Paulo, que é uma pessoa versada em magia. Com a ajuda do mestre Petrus, Paulo percorre o Caminho de Santiago em busca de sua espada. Tudo o que acontece durante o livro são apenas alegorias de tudo o que Paulo quer nos contar. Os fantasmas, os desafios, os monstros, tudo o que o mago enfrenta na vida real(?) são só metáforas dos próprios fantamas e monstros internos mal resolvidos.

Aplaudo Coelho por transformar os conflitos internos e a busca por aprender a conviver com eles em arte. Sim, mesmo que você vire o nariz para a literatura de Coelho, o que ele faz é arte. Toda forma de expressão sem uma definição clara de utilidade é arte. A definição mais sucinta que já ouvi de arte é que ela não serve para nada e, dessa forma, serve para tudo.
Durante a leitura, vi-me fazendo uma pergunta que sempre evito de fazer a mim mesma (apesar de acreditar que é ela que nos ajuda a enfrentar os monstros interiores). Estamos sempre preocupados em nos perguntarmos "para onde vamos?", "onde queremos chegar?" e, na verdade, a pergunta que deveríamos sempre estar a nos fazer é "onde estamos nesse exato momento?", "é onde queremos ficar?". Só por isso já vale a pena a leitura.

Paulo aprende que "sua espada", que interpreto como sua paz interior, não está no fim do destino, mas durante todo o Caminho de Santiago. Porque tudo o que ele tem é apenas o caminho. É apenas o agora.

Não posso falar que O Diário de um Mago seja um livro que mudou a minha vida, nem que será um dos meus preferidos. Acho que prefiro filosofia à autoajuda, e a diferença entra as duas é que a primeira só te faz perguntas e espera que você invente umas tantas outras em busca das respostas, já a segunda tenta de orientar a uma resposta mais ou menos pronta. Você só tem que escolher qual é a que te satisfaz. Mas, acho que, em certa medida, o livro me fez pensar sobre minha própria existência, logo filosofar sobre ela.

Enfim, não seja hater de livros. Ele pode ser uma boa experiência para uma outra pessoa. Considere suas falhas, debata sobre elas, mas nunca impeça um livro de ser aberto. Confesso que já fiz isso. Tem algumas impressões literárias aqui das quais me envergonho. De verdade. Mas, elas ficarão aqui para me lembrar que a gente sempre tem o que melhorar.

No mais, se você for da autoajuda, pega O Diário de um Mago já. Se não for, deixa quieto e tudo certo.


site: https://madrugadaliterarialerevida.blogspot.com/2020/04/o-diario-de-um-mago-uma-peregrinacao.html
Clayton.Nunes 19/03/2020minha estante
Oi sou novo aqui...não consigo ler os livros.pode me ajudar


Cris 25/07/2020minha estante
Mas o "personagem" Paulo É O PAULO COELHO. Como assim, nomes iguais?
O livro conta a própria jornada dele pelo Caminho de Santiago. É autobiográfico.




Carol.Panaro 23/02/2020

Mais um título de Paulo Coelho puramente comercial, nada envolvente, nada a acrescentar.
Foram seis tentativas, seis livros lidos do autor, e ao fim de todos eles minha única constatação foi: literatura comercial.
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Jeanderson 14/02/2020

Uma caminhada em busca de uma espada
Tinha lido na minha adolescência mas sem concluir e muitos anos depois consegui termina-lo. Algo aconteceu pois parecia um livro empolgante naquela época e hoje achei um pouco tedioso. Talvez por ser um dos primeiros livros que li, não tendo contato com obras tao legais e dinâmicas como se tem hoje. Aconselho a quem ler, pesquisar no Google sobre os lugares citados no livro pra ter uma imersão maior, como se nós estivéssemos la também.
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Kleber Rafael 28/01/2020

Nossa, já fazia mais de dez anos que havia lido esse livro, reler ele foi muito prazeroso, uma nova experiência, diferente da primeira vez... Foi muito bom seguir os passos de Paulo Coelho e suas incríveis aventuras em cada trajeto do caminho mágico de Santiago de Compostela, em busca de sua espada...
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Paulo.Silva 27/12/2019

Opinião do livro O diário de um mago
Eu somente li porque eu amo a escrita do autor e só! Porque eu literalmente não gostei do meio para o final. O que aconteceu ? Não sei, mas do meio para o final as coisas foi levando um rumo meio robótico e eu não gostei e empurrei com a barriga.
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Dime 16/12/2019

Resenha: O diário de um mago (Paulo Coelho)
Olá, meus citados e minhas citadas! Hoje venho resenhar o livro "O diário de um Mago" do nosso escritor brasileiro Paulo Coelho.



O diário de um mago - Resenha Dimecitou


O presente texto tem a intenção de resenhar criticamente o livro "O diário de um Mago" do autor brasileiro Paulo Coelho", edição publicado pela editora Sextante, em 2010.

Capa e alementos palpavéis.

Analisando de primeiro momento a capa, a considero charmosa, com uma fonte bonita e detalhes bem elegantes. No centro da capa há a imagem de um caminho tirada pelo Alberto Paredes, um grande fotografo europeu. A foto trouxe para capa uma imagem visual de um caminho, nos aproximando mais da história, fazendo com que nossa imaginação tenha um rumo para qual seguir. Por ter um caminho na foto, isso soa como um convite para que o leitor caminhe, não só pelo caminho de Santiago junto com os relatos de Paulo, mas também caminhe para dentro da história, convidando o leitor a abir o livro.
Em relação ao fomato do livro (14x21) achei bem distribuído, não ficou um livro grosso, de difícil manuseio, pelo contrário, achei o tamanho ideial e confortável de segurar durante a leitura. As páginas amareladas deram aquele charme que boa parte de quem ama livros gosta.

Enredo

A história nada mais é do que um relato da tragetória de Paulo coelho durante sua peregrinação em 1986 pelo Caminho de Santiago.
Por se tratar de um biografia, a analíse se fechará somente no elemento "personagem". O personagem principal da história é o próprio Paulo, o qual se torna um personagem-narrador. Sendo assim, a história ganhou uma narração leve e fluída, resultado do carisma nas palavras de Coelho. Não apresentou vocabulários sofisticados, o que achei um ponto positivo, pois a linguagem usada por Paulo aproxima muito o leitor ao narrador, o que deixa a história mais envolvente e nada chata de se ler.
Durante a sua jornada, Paulo vai em busca de sua espada, guiado por seu mestre Petrus. É interessante notar a evolução do Paulo durante seu percurso. A cada novo capítulo, ele traz várias reflexões da vida cotidiana, reflexões estas que nos faz pensar no simples e passar a valorizar mais isso. Petrus ensina vários exercícios do RAM ( Regnus Agnus Mundi) , práticas voltadas para o ensinamento por via oral da linguagem simbólica. Confesso que alguns exercícios eu tentei fazer e outros eu tive medo, como o caso do exercício do mensageiro.
A busca pela espada é o que matêm Paulo no caminho, que não o faz desistir. De certa forma, essa busca também nos envolve, fazendo com que nós também não queiramos abandonar o livro, fato que me fez querer ler o livro a cada instante em que eu tinha livre. É uma leitura muito envolvente e uma eventura de vários ensinamentos e reflexões. A escolha do título condiz com a tipologia textual e o tipo de narrador. Paulo foi muito felize em narrar em primeira pessoa tal história, o colocando como escritor-narrador-personagem, o que me fez gostar bastante deste livro, uma vez que esse tipo de linguagem nos aproxima do autor. É quase como se você estivesse tomando um café da tarde com Paulo Coelho e ele estivesse lhe contando a história.
Certamente, eu indico este livro para as pessoas que também querem se aventurar nos caminhos de Santiago e também para aquelas pessoas que gostariam de conhecer mais sobre o RAM.


site: https://www.dimecitou.com.br/post/resenha-o-di%C3%A1rio-de-um-mago-paulo-coelho
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Le 04/10/2019

O diário de um mago
Nao sabia nada sobre o conteúdo e resolvi ler após O alquimista pois gostei da narrativa do autor, me surpreendi com a história e com o "caminho do mago" a conceitos interessantes que apesar de não seguir, respeito. Recomendo também do autor, O dêmonio e a Sr.Prim, Verônica decide morrer, 11minutos e o O monte cinco que conta a história do profeta Ezequiel e sua subida ao monte cinco, pode parecer uma leitura religiosa e tal mas nas mãos do autor ficou bem fluido e até com um ar de uma novela.
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Rejane 03/09/2019

Diario de um mago
O diário de um mago é um excelente livro,o qual eu recomendo!
Ele conta a trajetória de um homem que percorre um fantástico caminho chamado "CAMINHO DE SANTIAGO" em busca de uma espada.
Nesse caminho ele aprende lições que são levadas para toda vida, chamadas "as práticas de RAM",junto a o seu companheiro Peteus, ele enfrenta muitos demônios mas o seu mestre um mago muito sábio, o ajuda até que consiga voltar para casa com sua espada e aprenda as melhores lições de vida...
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Gabriel 03/09/2019

Tedioso
Um livro tedioso. Em poucas palavras, afinal, o autor não deve gostar muito delas.
Paulo.Silva 27/12/2019minha estante
Eu também não gostei, li todo porque amo o autor e a escrita, mas na metade ele acabou com a minha leitura haha




Daniel Muniz 20/08/2019

O bom combate...
Minha primeira experiência lendo Paulo Coelho. Gostei do livro, não é um guia sobre o caminho e não é um livro de auto-ajuda, mas um livro que conta a estória de sua peregrinação no caminho de Santiago. Um livro que também te faz questionar algumas coisas que estão a sua volta no dia a dia, um livro que fala um pouco de magia, mas no fim, o que é relatado é a busca de sua espiritualidade. Pra quem pretende fazer o caminho, tem muita coisa interessante no livro...
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MF (Blog Terminei de Ler) 23/09/2018

Minha experiência com Paulo Coelho
Nota introdutória: Resenha escrita para todos os livros do Paulo Coelho que li.

Existem pessoas que destroem suas vidas no crack ou na cocaína, outras que exageram no álcool ou na maconha, outras estão viciadas em nicotina ou Bolsonaro... Bom, a única droga que consumi foram os livros do Paulo Coelho... e com muito pesar confesso que tive uma recaída recente...

No início dos anos 2000, minha amiga Vanessa e eu estudávamos juntos para o vestibular e ela me emprestou para eu ler "O diário de um mago". Se uma pessoa que eu admirava tanto me empresta um livro, o mínimo que poderia fazer era lê-lo. Eu, ainda começando nos prazeres da Literatura, li e achei bacana. "Puxa, o cara não é apenas um escritor: o cara é mago! Ele compôs com Raulzito e ele voa... ele voa, véio!".

Pouco tempo depois, Vanessa me emprestaria "O Alquimista". "Um livro inspirador, bonito!", diria. Fui numa biblioteca e pesquisei pelo autor. Li "Brida" e achei interessante a história de uma irlandesa numa busca pela magia.

Eu tinha completado a tríade de "obras-primas" do Paulo Coelho. Fui então lendo outros livros do autor. Eram livros pequenos que eu lia em, no máximo, 3 dias. Li, num espaço de menos de dois anos, "As valkírias", "Na margem do rio Piedra eu sentei e chorei", "Maktub", "Veronika decide morrer", "O demônio e a srta. Prym", "O monte cinco", "Onze minutos" e "O manual do guerreiro da luz". Cheguei a ler uma pequena biografia do autor, escrita pela Martin Claret. Era meu fast-food literário.

Então, aconteceu: eu enjoei do autor. Aquilo que era original, se tornou repetitivo. Percebi que, a obra de Paulo Coelho, em seus livros, poderia ser resumida em uma série de elementos comuns: um personagem que sente perdido numa busca pessoal + um elemento místico como foco e/ou fio condutor + mensagens piegas de auto-ajuda + alguma cena esporádica de sexo + o personagem superando um desafio pessoal. Seria a redundância na temática que me fez enjoar? Ou o fato de que, entre essas leituras, fui lendo outros livros e conhecendo autores como Machado de Assis (que virou uma paixão), Manuel Bandeira, Gabriel García Márquez, William Shakespeare, Franz Kafka, dentre outros... o que me tornou mais exigente como leitor? Ou seria o fato de que, com o passar dos anos, fui ficando menos religioso? Talvez tenha sido tudo isso junto...

Eu voltaria a encarar Paulo Coelho somente uns cinco anos depois. Li "O zahir". Odiei. Achei vazio e desisti do autor.

Eis que, dez anos depois, voltando de viagem, recentemente, numa banca de revista que vende livros usados no Centro de Belo Horizonte, para não fazer uma desfeita com a vendedora, uma simpaticíssima senhora, pequei uma obra do autor. Li "O bosque de cedros", volume 1 de uma coleção lançada pela ridícula revista Caras, no final dos anos 90. Trata-se de um livro que, em suas pouco mais de 60 páginas, me fez lembrar de tudo que odiava no autor. São pequenos contos, insipientes e piegas e, pela primeira vez, Coelho me fez sentir ódio. Juro. Um dos "contos" chamava-se "A porta da lei" e é uma releitura que o autor fez de "Diante da Lei", um dos melhores contos de Franz Kafka e um dos melhores contos da história, certamente. Paulo Coelho conseguiu deturpar totalmente a essência da história. No livro do brasileiro, basicamente vemos uma curta pseudo-mensagem sobre a necessidade de "correr atrás dos objetivos". É algo muito mais limitado do que a quantidade grande de reflexões possibilitadas pelo conto kafkiano, onde temos a figura do homem ante o sistema, que o convida para a busca e, em concomitância, o impede de conseguir a Justiça, sendo esta impossível de ser obtida. Em resumo: Paulo Coelho não apenas é limitado ao escrever: ele é limitado como intérprete daquilo que deveria lhe influenciar a ser melhor como escritor.

Por fim, pode-se dizer que Paulo Coelho é a prova de que modus operandi vende e vicia... e permanecer nesse espectro, nesse vício, é limitar o campo de visão para o leque de maravilhas que somente a Literatura pode possibilitar ao ser humano.

P.S.: Caso tenha gostado do que escrevi, visite https://mftermineideler.wordpress.com/
Le 04/10/2019minha estante
Não li tantos do autor mas gostei dos que li, talvez você goste de Onze minutos, o último que li dele á alguns anos atrás, talcez tenha essea clichês dele, mas de uma maneira geral eu gostei da história.


MF (Blog Terminei de Ler) 06/10/2019minha estante
Oi Le. Eu li "Onze Minutos", como citei. A experiência de cada leitor é única. Logo, não desanime com minha resenha, leia e tire suas conclusões sobre Paulo Coelho. Obrigado pelo comentário.




Junior 08/09/2018

Fraco
Sempre ouvi críticas negativas aos livros de Paulo Coelho e nunca acreditei muito nelas, tendo em vista as milhares de cópias vendidas.

Este foi o primeiro livro que li de Paulo Coelho. Não gostei. A história (que história?) é fraca, a narrativa é fraca, o desenvolvimento é fraco.

Basicamente narra a experiência do autor no caminho de Santiago, trazendo elementos mágicos pouco convincentes e misturando religiões e seitas, tudo com uma narrativa fraca.

Ainda pretendo ler mais um livro dele, mas este primeiro contato não foi bom.
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Camila 10/08/2018

Chato. Desisti.
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