A Tormenta de Espadas

A Tormenta de Espadas George R. R. Martin




Resenhas - A Tormenta de Espadas


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Lena 02/11/2011

Um dos melhores livros do mundo... E também o pior.
Caro leitor, se você quer realmente ler esse livro (e você DEVE), prepare o coração. Porque ele é um dos livros mais eletrizantes, da melhor saga épica do universo, de um dos melhores autores da atualidade.

E ele arruinou minha vida.

É, isso mesmo. Contraditório, Não? Mas todos os que leem, se sentem assim durante e no fim da leitura, viciados, elétricos, ou estáticos, mas desesperados. Então, já sabe. Prepare o coração. Porque a carga de acontecimentos, as reviravoltas na história (e reviravoltas MESMO. Não pense que você sabe o que vai acontecer, porque você não sabe.), a montanha-russa de adrenalina que o autor faz os leitores passarem, não é qualquer coisa!

Terminei esse livro há mais de um mês e não consigo esquecer as emoções que vivi ao lê-lo, e no quanto eu AMO e ODEIO esse livro, e no quanto eu preciso MUITO viver para terminar de ler essa série!!

(aliás, George R. R. Martin, por favor, NÃO MORRA antes de terminar essa série. Grata.)

TODAS as pessoas do mundo que não leem Crônicas de Gelo e Fogo, não sabem o que estão perdendo.
Crislaini 08/11/2011minha estante
Às vezes penso nisso: e se ele morrer? Chego a conclusão que vou ficar eternamente pensando nos finais que poderia ter tido. Haha. Isso soou insensível, mas tudo bem. ^^


Miguel 15/05/2012minha estante
Ouvi rumores de que ele tinha revelado seus planos pro fim da saga para os produtores da série de televisão, caso ele morra antes de terminar. O problema é que seriamos obrigados a ver o desfecho da história pela série, sem a opção do livro. Bom, de qualquer maneira ficaríamos sabendo o final, e é isso que importa.


Alex BS 27/05/2012minha estante
"TODAS as pessoas do mundo que não leem Crônicas de Gelo e Fogo, não sabem o que estão perdendo."
Uma resenha de qualquer exemplar das Crônicas de Gelo e Fogo só precisa dessa frase!
Sempre penso nisso do George Martin ir dessa pra melhor e deixar a série incompleta, mas acho que não vai acontecer. Li que ele tem planos de terminar no próximo livro, que seria o maior de todos. Mas na verdade eu penso isso de vários autores que começam um projeto tão grandioso e longo.
Uma coisa é certa: Se concluída propriamente, a série vai ser lembrada daqui há alguns anos como um grande clássico da literatura, como Fundação e O Senhor dos Anéis.


Hera 07/06/2012minha estante
kkkkkkkkkkkkkk, essa foi boa, não morra antes de terminar a serie. O pior é q ele ta veio. se ele bater as botas antes de terminar a serie, eu mato ele!


Renato 11/08/2012minha estante
Fica desesperador, quando vc se apega a um personagem, ele morre ou acontesse algo inesperado, realmente uma serie q surpreende a cada capitulo!!!


rahrt 29/08/2012minha estante
Comecei hoje. Estou absurdamente TENSA com essa resenha que acabei de ler. HUAHAUAHU
Os livros de George R.R. Martin estão compondo a melhor leitura da minha vida.


G. Oliveira 11/09/2012minha estante
Eu estava pensando em só ler o livro lá pra Janeiro, depois do ENEM/Vestibular e essas coisas, mas não sei se vou resistir. =X Saga muito boa!!


Cristiano 11/09/2012minha estante
Sem dúvida o melhor livro de fantasia que já li na vida. Cheguei a uma certa parte do livro que me deu vontade de joga-lo contra a parede.
mas sem duvidas que quem não leu ainda está perdendo muito!!


Hindya 20/09/2012minha estante
Terminei de ler esse livro e meu 1º pensamento foi: "E se George Martin morrer?!"
Ele está a 16 anos escrevendo esses 5 livros, o 6º tá previsto pra 2014 e o último então, sem estimativa. A espera é desesperadora.
Se eu soubesse, tinha deixado pra ler os 7 depois d'ele terminar de escrever tudo. Aff!


Julia 24/09/2012minha estante
Terminei de ler esse livro ontem e ainda não acredito na quantidade de coisas que aconteceram nele...
Muito bom, agora é esperar que ele não morra antes de terminar a série...


Sabrina 24/10/2012minha estante
Eu tive a mesma sensação. Eu tinha vontade de gritar de raiva de alguns acontecimentos. Eu simplesmente não acreditava...mas ao mesmo tempo as reviravoltas são tão grandes que você quer cada vez mais o que vai acontecer. Uma coisa é certa nessa história. Não existem protagonistas.


poisson 03/12/2012minha estante
Hehehehe, terminei o livro a 15 dias. Realmente é surpreendente, acontece tudo diferente do que você imagina, e isso é muito bom. Desejo muita saúde para George Martin...Lembrando que Stephen King quase morreu no meio da saga A Torre Negra, não estava lendo os livros na época, mas o negócio foi tenso.


Gustavo Mahler 06/12/2012minha estante
Tô terminando FÚRIA DOS REIS, e antes de começar a TORMENTA DAS ESPADAS ,ia dar uma pausa ( lendo outro livro )... mas dps de tua resenha ,estou mega-ansioso pra lê-lo!


André Filipe 15/01/2013minha estante
Esse velho é cruel...!


Malenna 22/01/2013minha estante
"E ele arruinou minha vida." melhor definição impossível. velho cruel. só falta mesmo morrer sem terminar a série.


Rosani Lidia 28/01/2013minha estante
Li e gostei! Concordo com o comentário da colega! Irei começar a Dança dos Dragões!


Ana Paula David 01/02/2013minha estante
Estou lá pelas páginas 500 e tantos, e agora entendo o que vc quis dizer perfeitamente. Até meu sono ele já tirou!


Lud 10/02/2013minha estante
George esta querendo terminar os livros antes da série de TV, e a terceira temporada ja esta prontinha, fora que ele esta terminando o sexto livro. Já sabe o destino dos personagens principais, e, caso morra, deixou informações "por alto" com os produtores da série caso ele morra, para que a série termine. mas se ele morrer, os livros acabam de vez. bem, pelo menos saberemos pela série o que rola... se ele morrer, e acho meio dificil, pois me parece disposto e lucido.


Que viva mais que a Velha Ama!!!


Naty 24/04/2013minha estante
VAI PRA PORRA, aguento mais chorar não. t-t


Gabi 24/04/2013minha estante
Muito boa sua resenha... É bem isso mesmo, estou terminando de ler o livro e to tipo: gente q q ta acontecendo aqui? Num to acreditando! George Martin, me explica? Tem hr q eu tenho q parar de ler e ficar uns cinco minutos olhando pro nada tentando digerir o q aconteceu... hist


Gabi 24/04/2013minha estante
Muito boa sua resenha... É bem isso mesmo. Estou terminando de ler o livro e to tipo: gente q q ta acontecendo ato? Num to acreditando! George Martin, me explica? Tem hr q eu tenho q parar de ler e ficar uns cinco minutos olhando pro nada tentando digerir o q aconteceu... Uma história de amor e ódio mesmo...


Gabi 24/04/2013minha estante
Muito boa sua resenha... É bem isso mesmo. Estou terminando de ler o livro e to tipo: gente q q ta acontecendo ato? Num to acreditando! George Martin, me explica? Tem hr q eu tenho q parar de ler e ficar uns cinco minutos olhando pro nada tentando digerir o q aconteceu... Uma história de amor e ódio mesmo...


Kate 24/04/2013minha estante
Rsrsrs Adorei sua resenha e os comentários.

"esse velho é cruel" kkkk mas acho que é isso mesmo, ele é sinistro.

Ouvi (ou li) em algum lugar que o Martin deu uma declaração que toda vez que alguém me pergunta sobre o próximo livro eu mato um Stark"

Mais cruel impossível! rsssss


Andrei 27/05/2013minha estante
Excelente resenha! É assim que se traduz sentimento em palavras. É assim, exatamente assim, que me sinto ao ter me jogado e me entregado de vez aos Sete Reinos...


Vinícius 13/06/2013minha estante
De fato kkkkkkkkkkkkkkk A Tormenta é provavelmente o livro mais intenso das Crônicas, e um dos mais eletrizantes e chocantes de todos os tempos... é revelação atrás de revelação, reviravolta atrás de reviravolta... não tem como não amar esse livro, por mais que você fique pirado pelas coisas impactantes que acontecem (e não são poucas). Por isso é até agora o melhor da saga.


César 29/08/2013minha estante
Parece que eu sou o único leitor do mundo que não se impressiona com As Cronicas de Gelo e Fogo, em especial com o terceiro livro.
Achei a Guerra dos tronos um bom livro e por isso li o segundo que foi muito abaixo do que eu esperava. Comecei a ler o terceiro devido a todos os comentários que diziam que ele era espetacular, envolvente, impossível parar de ler. Porém, devo confessar que A tormenta de espadas foi para mim o pior dos três livros, me arrastei durante quatro meses em mais de oitocentas páginas esperando o momento em que a história se tornaria alucinante, momento esse que nunca chegou.
Também não achei o livro nada surpreendente, ele tem um monte de assassinatos que seriam chocantes no primeiro livro, mas já estou no terceiro e já me acostumei com o estilo do autor.
E por fim acho que Martim enrola muito, em alguns pontos a história se torna entediante e eu fiquei com a impressão de que umas quatrocentas páginas seriam dispensáveis.
Já ia me esquecendo que no fim do terceiro livro aconteceram duas coisas (que não vou citar) que me fizeram desistir definitivamente da série.
As crônicas de Gelo e fogo não é para mim.



Diego 07/05/2014minha estante
Eu amo e odeio esse livro... realmente HUASUHAUSHAUHSUAHSUAHSUAH expressou toda a trajetória do livro com essas palavras, e as surpresas... em nome de Cristo UAHSUHASUHAUSHAHSUAHS.


Silvana 15/06/2014minha estante
Nossa, estou louca pra ler o sexto livro. E não fala isso, o George R. R. Martin não vai morrer nãão.Ele tem que acabar de escrever os dois últimos livros. *--*


Carlos 23/10/2014minha estante
De fato, esta é a maior obra de fantasia do universo, e o tomo 3 é o ápice! Ao terminar a leitura, meu queixo estava caído. O Festim dos Corvos dá uma queda no nível, que volta a subir um pouco em Dança, mas nada comparado à Tormenta. Leitura obrigatória.


Rone 22/12/2014minha estante
Eu quero ler esse livro mas, ainda estou meio em duvida.


Ligyane 26/04/2015minha estante
O melhor dos três que já li. Uma trama impressionante, com reviravoltas incríveis, não importa o que você imagine, nunca vai adivinhar o que virá em seguida. Me surpreendia a cada novo capítulo e mal posso esperar para ler o próximo. Super recomendado.




Jow 19/01/2012

Rain of Blood.
"Everybody hates me now, so fuck it
Blood's on my face and my hands, and I
Don't know why, I'm not afraid to cry
But that's none of your business
Whose life is it? Get it? See it? Feel it? Eat it?
Spin it around so I can spit in it's face
I wanna leave without a trace
'Cuz I don't wanna die in this place"

People = Shit - Slipknot


Ao me deparar com esse calhamaço, me fiz à seguinte pergunta: será teremos o mesmo nível de qualidade dos dois livros anteriores? Será que a história vai conseguir se manter depois da morte de tantos personagens importantes? Será que era realmente necessário um livro com esse tamanho? Não tenha dúvidas. Das três partes já lançadas até agora, “A Tormenta de Espadas” é a melhor: a mais intensa, sombria e perversa manifestação do imaginário de George Martin.

A história se inicia pouco antes do fim de “A Fúria dos Reis”, e desde já, tenho que comentar do prólogo imensamente desesperador deste livro. Iniciar a obra com A Patrulha da Noite me deixou super empolgado e sedento por respostas para tudo aquilo que aconteceu nas breves 20 primeiras páginas do livro, e ver as conseqüências desse prólogo pela visão do Samwell Tarlly, foi ainda mais legal.

Os Sete Reinos ainda travam a Guerra dos Cinco Reis, e essa parte trama criada por Martin não só ultrapassa em anos a qualidade do segundo, mas como também a do maravilhoso primeiro livro e ainda marca um novo ritmo e uma nova fase para a história corrente. A capacidade dele para criar ganchos, em quase todos os mais de 80 capítulos do livro, faz com que o leitor termine quase que sufocado e com vontade de ler por mais horas e horas para saber como a história de tal personagem vai continuar. Em Essos, do outro lado do Mar Estreito, Daenerys Targaryen tenta voltar a Pentos, na esperança de reunir um grande exército para reclamar o Trono de Ferro. Ela consegue se sobressair em alguns pontos da trama, mas A Daenerys, que tinha uma das melhores histórias em “A Guerra dos Tronos” tem a história mais enrolada possível, nada acontece até os dois últimos capítulos em que ela aparece.

Entretanto a escolha de estrutura do livro não colabora muito para essa leitura incessante, algumas vezes algo interessante acontece no fim do capitulo de Arya, mas para vermos a continuação temos que passar por dois capítulos insuportáveis de Bran, três excelentes capítulos do magistral e indispensável à trama Tyrion, um da mais insuportável ainda. Sansa, um da dramática Catelyn o que torna a situação um pouco anticlimática e cansativa. Mas, ao mesmo tempo, não consigo imaginar como a saga funcionaria com outra estrutura que não essa.

Como prometido desde o prólogo de A Guerra dos Tronos, os aspectos fantásticos no mundo dos Sete Reinos vão ficando cada vez mais fortes. E chegada definitiva da magia em contraste com a realidade visceral das crônicas, torna o livvro ainda mais forte e inabalável. É impossível não ficar estupefato com o grande exército de selvagens que marcha rumo à Muralha sob o comando de Mance Rayder, contra apenas uma minúscula força da Patrulha da Noite no caminho para fazer resistência. Aqui, Jon Snow ganha um papel fundamental e faz jus ao sangue de seu pai, e trava uma batalha épica, digna de cenas cinematográficas.

A história também é agraciada com novos personagens que estavam agindo nos bastidores dos dois primeiros livros. O melhor exemplo é o inteligentíssimo estrategista Tywin Lannister, senhor da casa de Lannister e pai da rainha. Tywin, que foi à Mão do Rei antes da Rebelião de Robert. Agora, com Porto Real segura, assume as rédeas da guerra para garantir o reinado do neto, Joffrey. Além de Jaime Lannister, que nos dois, talvez três primeiros capítulos de dele tudo o que achávamos dele se confirma, contudo mais adiante, começamos a enxergar o personagem com outros olhos. “As coisas que faço por amor!” foi uma das frases ditas por ele antes de cometer um brutal ato no primeiro livro, essa frase define o personagem, o amor que ele sente por sua irmã, Cersei, e também o ressentimento por ter sua honra sempre posta em cheque, pois é um regicida.

Outra coisa interessante é notar como Jaime enxerga a figura de Ned Stark, o irretocável grande herói que perece no fim do primeiro livro. Quando acompanhamos a história pelo ponto de vista de Ned, ele é pura honra o que o torna a melhor das pessoas em Westeros, pelo ponto de vista de Jaime, Ned é também pura honra, mas quando vemos através do Lannister, Ned é uma das pessoas mais frias e rígidas de Westeros, e ambos os pontos de vista estão corretos e nenhum deles é contraditório quando você avalia cada situação. Controlar pontos de vista conflitantes de personagens sem nunca soar maniqueísta ou contraditório com certeza é uma habilidade rara em escritores, mas Martin fez isso de forma impecável.

Martin criou um panteão de personagens amados e odiados, e com certeza dar um fim digno para cada um deles é o mais complicado, Stannis, Jon, Daenerys e outros tem bons finais. Contudo o final de Arya e Jaime são dois dos mais interessantes, é de ficar ansioso pelo o que esta por vir para os dois, e também o fim de Sansa, não exatamente por ela, mas por sua companhia atual que eu acredito ainda ter um papel importante para executar na saga.

Contudo o final de Tyrion Lannister me incomoda muito, o personagem não foi de forma alguma descaracterizado, o que acontece no fim do livro parece um pouco exagerado pra ele, mas se considerarmos toda a pressão que ele vinha enfrentando acho que é compreensível, o problema é que tudo que o tornava interessante acabou ao fim do terceiro livro, tudo mesmo, ele é um personagem que parece que cumpriu seu propósito na trama, enquanto todos os outros personagens apenas cresceram, não sei até onde isso vai ser bom para o quarto livro e para sua história.

Como foi dito antes, “A Tormenta de Espadas” muda o rumo da história da saga como a conhecemos, e muda também nossa visão e nossas expectativas. Jaime Lannister se tornou um dos meus personagens favoritos ao fim do livro, era um dos que eu mais detestava até o fim do segundo. Daenerys ganha muito respeito graças aos seus dragões. Mindinho, o personagem que deveria ter o nome de outro dedo, o do meio, para ser mais fiel a sua atitude, surpreende com a sua inteligência e seus planos bem elaborados na trama.

É difícil saber o que esperar de O Festim de Corvos, especialmente sabendo que nem todos os personagens terão “pontos de vista” nesse próximo livro, mas dificilmente esse, vai superar a experiência de ler “A Tormenta de Espadas.”
Alan Ventura 20/01/2012minha estante
Resenha sempre muito boa, e melhor ainda por ter um trecho de uma canção do Slipknot. Parabéns!


Eder 23/02/2012minha estante
Que resenha foda! Despertou todas as sensações que experimentei ao ler ATdE.. Parabéns.


Mônica 05/06/2012minha estante
cara,vc é bom!Sua resenha é muito,muito bem escrita.


Edson 08/08/2012minha estante
Cara, você leu o livro? sabe o que leu? Daenerys Targaryen teve sua dose de enrrolação no SEGUNDO livro e não no terceiro como você disse, é aqui, que as coisas começam a acontecer na vida da moça, não há um capítulo que algo de importante não aconteça na vida de Daenerys. Mais uma coisa, Slipknot é ruim, e não se devem colocar essas coisas em resenhas.


Jow 08/08/2012minha estante
Eu sei o que eu li, e eu sei o que eu resenhei, e dentre as coisas que eu mais sei desse livro é que a Daenerys é um saco, e que tudo relacionado a ela é uma verdadeira bobagem. Ela se acha sem ser porra nenhuma ainda. E o Slipknot, é muito bom. Portanto, caro Edson, a resenha é uma opinião minha, e nessa opinião a Daenerys é inútil, e Slipknot é um meio para me fazer esquecê-la.


Hiram 02/11/2012minha estante
Nunca li nada parecido ou empolgante! Na metade do livro tive um choque com tamanhos acontecimentos que fiquei um tempo sem ler para digerir os fatos. Mas depois a história ganhou uma força surpreendente.


Leiliane 26/03/2013minha estante
Boa resenha! Só não concordo em relação a Daenerys, eu achei o máximo o desenvolvimento da história dela na Tormenta de espadas. Mas concordo contigo, vai ser difícil os outros volumes superarem esse. Um dos melhores livros que já li em toda minha vida.


Vitor 16/08/2013minha estante
Resenha excelente MESMO. A única coisa que não me agradou em relação a Daenerys é que, mesmo com momentos épicos, às vezes ela consegue ter alguns dos momentos mais chatos também.


Vinícius 02/09/2013minha estante
Excelente resenha, só não concordo quanto a Dany, na minha opinião a Tormenta é o ponto alto dela na série até agora, e a Sansa que é muito diferente daquela boba do primeiro livro, sendo uma personagem mil vezes melhor. E quem já leu a Dança sabe muito bem que a jornada do Tyrion não se encerrou.


Israel 26/03/2014minha estante
Altamente fodástico ter começado a crítica com um trecho desta fantástica banda. Parabéns, bela construção de análise.


Ana 03/05/2015minha estante
O que você escreveu em relação ao Jaime, foi exatamente o que eu senti quando terminei de ler o livro. Definitivamente se tornou um dos meus personagens favoritos também.




Alana ! 27/09/2011

Todo mundo aqui conhece a segurança de uma história, mesmo que não a chame assim. É aquela sensação de que certas coisas não podem ocorrer, por que o enredo depende delas - pelo menos no decorrer do livro. Um exemplo: em Harry Potter, você sabe que Harry não morrerá, ou sei lá, que não perderá seus poderes. Pelo menos até o fim dos seus livros. Por que é a história DELE, ela se tornaria outra história se algumas partes - dentre elas, Harry - desaparecesse. Entendem do que eu estou falando? Não estou falando de surpresas. Estou falando de impossibilidades. Então... descubro que para George R. R. Martin isso simplesmente NÃO existe. Não há segurança nenhuma nas crônicas de gelo e fogo. Nunca ouse pensar que alguém está a salvo. Ou morto. Ou que algo está conquistado. Leia cada capítulo com medo. Pois - e é nisso que reside sua extrema beleza - As crônicas de Gelo e Fogo não são apenas um história. São inúmeras, e essas inúmeras não têm medo de mudança. Como o são as histórias de verdade.
nessacardoso 27/12/2011minha estante
Muito isso!




Sr_Tigeer 15/04/2013

A Tormenta de Espadas, Impressões...
Fala ai galera...decidi abrir minhas resenhas aqui no Skoob com "A Tormenta de Espadas" ando meio enferrujado na arte de escrever resenhas, mas vamos lá.

Lendo o 3° livro das Crônicas de Gelo e Fogo, parei por alguns instantes pra respirar fundo, e pensar...é serio que tudo isso saiu da cabeça de um homem? George R.R me ensinou muitas coisas com esse livro, a primeira e talvez a maior delas, parte sobre o próprio autor, o cara é insano, cruel, e incrivelmente FANTÁSTICO e sem duvidas sabe o que está fazendo. Não dá pra esperar que ele poupe ou trate A ou B com mais cuidado, todos estão sujeitos a simplesmente terem o pescoço arrancado, ou serem culpados por algo que não fizeram mas que até queriam ter feito se tivessem tido a chance (rs). Aliás isso vemos desde a Guerra dos tronos e já não é mais novidade, só que em "A Tormenta de Espadas" isso torna explicito.

A Tormenta de Espadas, é sem duvida o livro mais impactante das três crônicas que li até agora, vindo direto da "Fúria dos Reis" logo no inicio já sentimos que teremos uma experiencia diferente das que tivemos anteriormente o que se justifica a cada pagina ou ponto de vista que lemos. Nos deparamos com reviravoltas e confrontos épicos e bem desenhados o que torna o livro emocionante a cada página.

O tom político do universo criado por George R.R continua presente, e bem sinalizado nas alianças matrimoniais, que pra mim são os pontos altos e mais chocantes do volume, e são também nesses eventos que vemos a genialidade do autor com o rumo da história.

A Tormenta de Espadas, coloca em ascensão alguns personagens bem interessantes, e nos submete a uma nova ótica sobre caráter e a motivação de outros, um bom exemplo disso sem citar spoiler na resenha é o desenvolvimento dos pontos de vista do Jaime e o crescimento da polêmica e misteriosa Melisandre.

Uma das coisas que mais me prendem dentro desse mundo criado pelo autor, é sem duvidas a falta de um simbolo que podemos chamar de mocinho, ou de vilão. Cada um age de acordo com o que lhe é conveniente e cada passo é pensado pelo autor afim de nos levar ao choque de valores de cada um dos seus personagens.

Bom galera, essas foram as minhas impressões sobre "A Tormenta de Espadas" sem duvidas esse é um livro que me arrebatou me tirou horas de sono, e me fez de fato exercitar algumas doses de desapego.

Deixem suas opiniões ai nos comentários, criticas construtivas e opiniões são muito bem vindas. Um abraço a todos e até a proxima.



Fabricio~Raito 15/04/2013minha estante
Adorei a resenha! Ficou perceptível seu bom tempo gasto com a leitura (: Também valorizo uma escrita boa, onde os personagens são tão realistas como "nós", sem vilão ou mocinho, apenas buscando/lutando por seus ideais. Definitivamente, é uma série épica. Preciso cair de cabeça logo e conferir também! :D


Junior 15/04/2013minha estante
Uma resenha clara e objetiva.
Pra quem só acompanha a série sem nunca ter folheado algumas páginas de um único livro, é um prato cheio de expectativas e fome de ler todos, (pelo menos no meu caso). Resenha construtiva que dá muito a entender "LEIA OS LIVROS, agora!" Já quero e vou providenciar o inicio dessa fantástica aventura, sinto que perco cada capitulo não lido. :D


Thales 15/04/2013minha estante
Muito boa a resenha cara, Parabéns :D
Você conseguiu explicar legal como é o livro, e ainda, no meu caso, que naum li nenhum livro da série ainda, me deixar extremamente ansioso por lê-los :D


Fran Castro 16/04/2013minha estante
Amigo, estou exatamente estudando resenha, e como nunca fiz uma e estou aprendendo agora, posso dizer com toda a certeza de que a sua foi super clara, e você alcançou o real objetivo, mostrar ao leitor a ideia principal do livro, e assim como em mim, despertar o interesse e curiosidade para ler...Parabéns!!! Assim que eu estiver com tempo livre irei lê-lo com certeza. =D


Douglas 16/04/2013minha estante
Dos três que li esse é o melhor livro da série e o mais sangrento de todos. Sem perder o ritmo da narrativa George R.R. traz uma reviravolta na história e na guerra como um todo. Nesse livro todos os lados sofrem mudanças, alguns se enfraquecem e outros ficam mais poderosos. Muito bom esse livro.


Rômulo Rocha 18/04/2013minha estante
Dos três primeiros é o melhor disparado, dá raiva, tensão e releitura não acreditando que o autor fosse capaz de fazer o que fez!!! (xinguei muito) Já iniciei o 4ª livro com o coração na mão!! HahHahAhahHA..




Shaftiel 06/08/2011

Tormenta de Espadas (Storm of Swords) é o terceiro livro das Crônicas do Gelo e do Fogo (Song of Ice and Fire). É uma continuação esplêndida desse série magnífica, seguindo com um aumento constante de qualidade. Se o primeiro livro é excelente, o segundo mais do que isso, o terceiro precisa de elogios maiores ainda.

A Guerra dos Cinco Reis continua a atormentar Westeros. As alianças foram declaradas, mas, como fica claro na série, palavras são vento. Cada rei, com seu grupo de aliados, avança nos campos de batalha. No norte, os Greyjoy não perdem oportunidades, principalmente se aproveitando de diversas jogadas políticas e ações impetuosas ocorridas no primeiro livro. Mesmo depois dos eventos do segundo livro, a chama continua acesa entre os Baratheon, representados principalmente por Stannis, com a sacerdotisa vermelha dando poder política necessário para que conquiste seus direitos de herança. Os Stark, com seu poder agora mais ao sul, avançam em vitórias constantes, mas sem conseguirem tonar a guerra permanentemente a seu favor. Enquanto isso, os Lannister continuam a maquinar.

Por mais que os outros livros tenham eventos importantes, nada é tão decisivo quanto em a Tormenta de Espadas, o melhor livro da série até o momento (li todos os cinco já lançados). Novos Pontos de Vista (PdV) como Jaime Lannister e Samwell Tarly são apresentados, demonstrando mudanças nesses personagens, além de posições diferentes nos meios políticos em que se encontram. Outros personagens, como Catelyn Stark, continuam sendo importantes mais como observadores do que como indivíduos cujas ações transformam a história. Isso não minimiza sua importância no futuro, pois cada anseio demonstrado por Cat, por exemplo, deixa transparente a profundidade do personagem e como as ações que a cercam engolfam e mutilam as pessoas.

PdV mais importantes como os de Jon Snow mostram novas faces da história como a guerra depois da Muralha, que não recebe a atenção merecida dos governantes do sul. Nesse momento, a Patrulha da Noite tem que lidar com as conseqüências das atitudes que Snow foi forçado a tomar no segundo livro, o que transforma a identidade do personagem e até mesmo dessa sociedade guerreira.

Bem mais ao sul, os PdV de Tyrion e Sansa mostram que nada está calmo na capital de Westeros. Cersei luta pelo poder, tramando para que mantenha influência máxima. Nisso, humilha o irmão e põe de lado aquela que deveria ser sua nora. A aliança da rainha segue contextos bastante interessantes, com outras doses de traições, ao precisar disputar espaço com uma nova e poderosa casa, os Martell, agora aliados, mas não necessariamente amados, pelos Lannister.

Nenhum personagem com PdV deixa de sofrer nesse livro. Todos são deslocados de algum modo de suas posições, seja isso politicamente ou geograficamente. Alguns como Tyrion são levados ao extremo de sua raiva, outros como Sansa são carregados pela corrente turbulenta. Mas, apesar de importantíssimos, em nenhum dos casos, os eventos são tão dramáticos quanto no ápice do livro. Não vou descrever o que acontece obviamente, mas o que é descrito nos fóruns como RW é um dos mais chocantes capítulos não só das Crônicas do Gelo e do Fogo, mas de toda a literatura de fantasia (ao menos para quem aprendeu a amar todos os personagens de Westeros).

Tormenta de Espadas é, repito, o melhor livro da série. O quarto e o quinto nem se aproximam, portanto George Martin precisará se esforçar bastante para se superar nos dois livros que ainda restam.
mcgi97 21/08/2011minha estante
Estou ainda mais ansiosa para o lançamento desse livro! Talvez possa até ler em inglês, mas prefiro esperar, até porque ainda não acabei A Fúria dos Reis.


Guilherme 14/09/2011minha estante
Sem dúvida o capítulo a que você se referiu como RW é um dos mais chocantes de todos os livros até aqui. É tudo tão súbito e brutal, num momento tudo está bem e no seguinte, BUM! O abalo na história é óbvio, principalmente pra quem gosta daqueles personagens. Excepcional!!


Paula 14/09/2011minha estante
RW com certeza é o mais chocante capítulo que já li em qualquer livro! Fiquei tão impressionada que nem consegui mais ler durante horas. Mas o livro tem outras passagens quase igualmente tensas, e um final surpreendente em vários PdV e mais ainda no epílogo! Mas fiquei decepcionada sobre os próximos livros não serem tão bons, mas ainda sim estou ansiosa pra ler!


Eder 20/10/2011minha estante
De fato, é um capítulo chocante. Tive que dar uma pausa na leitura para "abosrver" os ultimos parágrafos. E todas as menções sobre RW no decorrer do livro me traziam arrepios novamente. Não lembro de ter me sentido assim em qualquer outro livro.


Saulo 10/09/2012minha estante
Realmente foi muito difícil digerir o RW. Não conseguia acreditar que fosse verdade. Apesar de ter algumas dicas nos capítulos anteriores que indicavam esse desfecho. RW é o melhor e pior capitulo de todos os livros que li ate agora.


Saulo 10/09/2012minha estante
Realmente foi muito difícil digerir o RW. Não conseguia acreditar que fosse verdade. Apesar de ter algumas dicas nos capítulos anteriores que indicavam esse desfecho. RW é o melhor e pior capitulo de todos os livros que li ate agora.


ygorrenato 08/10/2012minha estante
Que capítulo é esse que é o RW , alguem sabe a pagina pelo menos, eu estou na pagina 390, não sei se ja passei essa parte ! obg


Mari 07/03/2013minha estante
Como alguém já comentou, apesar de ter indicações do que vai acontecer, esse capítulo é realmente muito chocante. Chorei lendo, não consegui segurar haha. E o final deixou muitas perguntas, mal posso esperar pra ler os outros.


Vinícius 02/09/2013minha estante
Excelente resenha, só não concordo quanto a opinião acerca dos livros 4 e 5. Contudo, a Tormenta ainda é o ápice da série, e eu creio que apenas o Ventos pode superá-lo.




Marinho 07/12/2011

Valar Morghulis
E finalmente chegamos. Ao ápice da montanha. Ao calor da guerra. Ao topo da muralha. Daqui em diante, tudo cairá rumo ladeira abaixo, derrubando quem estiver no caminho. Pois para baixo é o caminho a se seguir quando se chega alto demais. Cinco reis para um reino (apesar de ser chamado de “Sete reinos”) visivelmente é exagerado demais, e era lógico que uma hora estes castelos de areias iriam ser derrubados. E a hora chegou. Pelo menos, pra quase todos, reis ou não. É com esse espírito de conclusão que vamos devorando as páginas de ‘A Tormenta de Espadas’, visto a grande quantidade de gente que Martin decidiu matar neste volume. Sentimento esse que desaparece por completo nas ultimas páginas, em que se percebe que o final foi tão aberto quanto os dos outros dois livros precedentes. Boa jogada, Martin! (fico imaginando a angústia daqueles que tiveram que esperar cinco anos para descobrirem as respostas, espaço de tempo entre o lançamento entre este livro e o próximo, ‘O Festim dos Corvos’).

Enquanto ‘A Guerra dos Tronos’ já possuía o mérito de ser uma grande obra de George R. R. Martin, depois de se ler esse livro, percebe-se que aquele primeiro foi na verdade uma gigante “introdução” que viria a apresentar os motivos da trama chegar ao ponto tão complexo em que ficou neste livro. Tudo foi pensado e explicado (bom, quase). Até em se ler os apêndices no final fica-se claro que Martin não criou uma saga: criou um mundo. Ele se deu ao trabalho de compor árvores genealógicas gigantes e dar uma frase de história a personagens que nem sequer dão as caras na trama em si, assim como lugares nos quatro mapas contidos. Para ele, tudo é importante. E é. Todo mundo que ler este livro se pegará dando uma escapada aos mapas e às vezes, aos apêndices, para não se perder no grande grau de complexidade de personagens e locais que esta saga oferece. As suas 884 páginas estão aí para provar que o autor não brinca mesmo em serviço.

E agora vamos ao livro em si. Primeiro: quem reclamou de ‘A Fúria dos Reis’ ter sido enrolado (fato que eu discordo) terá que calar a boca ao ler este. O primeiro livro construiu a história, e o segundo cimentou ela mais ainda, tornando a história sólida para culminar neste livro. Se no livro anterior os personagens terminaram de forma menos abrupta em relação à que começaram, aqui ocorre justamente o contrário. Todos, eu digo TODOS(!!!) os POVs tiveram seu destino mudado, e quase todos para pior. Alguns terminaram sem nem eles mesmo saberem o destino. Mas o que quis dizer com isso é que acontece mesmo muita coisa na história, muitas delas fazendo o leitor cair o queixo com fatos carregados de imprevisibilidade (a não ser que alguém tenha lido spoilers, dificilmente não arregalará os olhos na parte do Casamento Vermelho, por exemplo). Pois é, ‘Tormenta’ é tão pouco enrolado como uma folha de papel recém-fabricada e intocada. E se nos livros anteriores a boa escrita de Martin já prendia o leitor, aqui isso fará com que se vicie a ponto do leitor querer esquecer o mundo real e mergulhar nas páginas de Westeros sem horário de volta.

Segundo: Martin não tem amor aos seus personagens. Dane-se se certo personagem é importante, cativo do publico e é ativo desde o primeiro livro: ele vai morrer se chegar sua hora. Na verdade, Martin demonstra este desapego desde o primeiro livro (quem leu, sabe de quem estou falando). Mas aqui ele deu a louca e decidiu passar Westeros na espada. O livro praticamente pinga sangue, de tanta morte que acontece em seus parágrafos. E o realismo da história conseguiu chegar no nível bárbaro. É gente sendo esfolada, outra sendo mutilada, terceiras sendo flechadas em partes genitais. Até criança crucificada tem. Um dos personagens decepa o pé dos seus criados apenas por tradição, para não fugirem. É essa moral a essência dos personagens da saga. Claro que alguns (poucos) ainda colocam a honra e o dever acima de todas as coisas, mas no geral, todos são interesseiros e capazes de matar o primeiro que vier na frente por uma dose de poder.

Terceiro: ‘A Tormenta de Espadas’ foi um avanço absurdo em termos de história. Como já disse, aconteceu tanta coisa que a história disparou em termos de evolução (também, tantas páginas não eram para menos). Se você passar o olho nas primeiras páginas do livro e nas ultimas, terá idéia do quão grande foi esse passo. Também tivemos revelações, algumas totalmente inesperadas e dadas como resolvidas. Como Jon Arryn morreu? Quem mandou matar Bran lá nas primeiras páginas do primeiro livro? São várias as questões respondidas, quase todas em formas de confissão em vez de dedução. Também nos são apresentados melhores detalhes do que aconteceu no passado, contextualizando a bagunça que este reino se encontra.

Quarto: É, parece que não dá mesmo para odiar totalmente os personagens centrais. Todos tem o seu lado ruim, e o seu lado bom. Até aqueles que acreditávamos ser a imagem da maldade (Cersei, cof), percebemos que na verdade praticavam ações devido ao meio em que se encontravam, mas que não agiriam de tal modo se tivessem a autonomia que desejassem. E é dessa forma que passamos a conhecer melhor outros personagens (enquanto os antigos vão morrendo [não resisti]) e a compreendê-los, vendo a história sobre seus pontos de vista e entendendo os seus lados. O ponto aqui vai para a complexidade de construção de caráter pelo autor. Deus, Martin sempre acerta!

Quinto: Parece que ainda não foi dessa vez que a magia chegou por completo em Westeros. O nível de fantasia deste volume é praticamente o mesmo que o do passado, com Melisandre aprontando com seu R’hlorr, os Starks aprontando com suas personalidades wargs e Daenerys com seus dragões. Realismo fantástico aconteceu em pingos na história, aqui e ali; mas em sumo, ‘As Crônicas de Gelo e Fogo’ continua colocando o caráter humano em primeiro plano (torcemos para que seja sempre assim).

Se definíssemos ‘Tormenta’ em uma palavra, esta seria “Decisivo”. Decisivo para alguns (muitos) personagens, que tiveram sua vida decidida por aqui. Decisivo para o reino, que conta com alguns menos reis para disputarem o trono. E decisivo para a história, visto que praticamente tudo que foi apresentado aqui foi importante para a trama e para os acontecimentos que se seguirão a esta. O próximo volume e o quinto acontecessem em simultâneo, como se fossem dois lados de uma mesma moeda, cobrindo espaço de anos, provando que este grau de complexidade só tende a se agravar, culminando em finais épicos. E que o inverno que está chegando venha com tudo. Esperaremos ansiosamente por sua chegada!
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Pamella 09/07/2012

Sores, peguem suas espadas, vocês irão precisar delas pra ler esse livro.
Inteligente, cruel e incrivelmente violento. Não é a primeira vez que me surpreendo com o senhor Martin. Mas Tormenta de Espadas supera qualquer expectativa. Li numas resenhas desse mesmo livro algo parecido com seguinte: O primeiro foi a contrução e o segundo encrementou a história para ela se desenvolver nesse terceiro livro. É exatamente isso. Dos três lidos, esse é sem dúvida o melhor. Não nego que ao olhar para essas 884 páginas ficava desanimada. Mas o livro começa de com uma magia inexplicável que te faz seguir em frente e ficar morrendo aos poucos a cada finalzinho de capitulo.
São segredos revelados, traições descobertas e mortes. Muitas, muitas mortes. Martin não tem amor à suas crias. Mata sem dó, quando você menos espera e por quem você menos espera. É gente esfolada, enforcada, empalada, mutilada...
Ao dizer que a história realmente se desenvolve nesse livro, quero dizer que isso realmente acontece. As batalhas vão pra lados que você não consegue advinhar, os personagens tomam rumos diferentes do esperado e uniões imprevisíveis acontecem. Nesse, você descobre lados dos personagens que te fazem achar dele o bonzinho e mais pra frente você descobre o quão malvado ele é. Você muda de opnião o tempo inteiro e, ao longo do jogo dos tronos, você descobre que não pode confiar em ninguem, porque ninguem é o que aparenta ser.
Temos aqui um gostinho do poder de R'hllor, do poder dos selvagens, do poder da muralha, dos Outros e principalmente dos dragões.
Tão grande quanto seu tamanho é somente a magnificência dessa história.
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Túlio 07/06/2013minha estante




nessacardoso 09/12/2011

Nossa, que livro enorme! Do que se trata?
Essa perguntinha me acompanhou por onde quer que eu fosse durante esses quase dois meses de leitura. As pessoas se assustam com o tamanho e logo criam uma aversão imensa pelo livro, ainda mais quando descobrem que é série. "Você é louca, eu jamais leria isso..." só me restava lamentar e partir para persuasão. Mas então a pergunta vinha a tona: "Do que se trata?" e é exatamente aí que minha tentativa de trazer um novo leitor ao mundo se esvaia.
Do que se trata, de verdade? Eu honestamente não sei. Fantasia? Nah, muito forçado. Ação? Pode ser, mas ainda não é isso. Aventura! é, aventura... não, também não. Creio que seja impossível enquadrar esse livro em nossos conhecidos parâmetros literários, ao mesmo tempo que se encaixa em todos, não se encaixa em nenhum.
A Tormenta de Espadas é o cúmulo do sentimentalismo, é incrível como esse bendito (pra não falar outra coisa) George Martin consegue arrastar até o mais duro dos leitores as lágrimas. Aqui não tem essa de personagem meia-boca. Todos tem suas histórias, suas dores, seus segredos. Não se pode confiar em ninguém, dormir sem sentinela, manter-se longe de sua espada. Em Westeros, nada lhe impede de amanhecer morto por aquele que mais ama.
Lu 20/12/2011minha estante
Eu passo pelo mesmo dilema que vc, Nessa. meus amigos ficam me perguntando do que o livro se trata, mas é impossível de definir. mas o certo é que a história desses personagens, fictícios ou não, mexem e muito com o leitor.




Raphaella 10/11/2011

Kafka afirmou que precisamos de livros que nos afetem como um desastre, que nos entristeçam profundamente, como a morte de alguém a quem tenhamos amado mais do que a nós mesmos, como ser banido para florestas isoladas de todos, como um suicídio. Que um livro deve ser o machado para o mar enregelado que temos dentro de nós.

“As Crônicas de Gelo e Fogo” sem dúvidas tem essa capacidade. É impossível ler qualquer dos volumes já lançados da série e permanecer impassível.

ATENÇÃO: a partir daqui contém spoiler para quem não leu o volume anterior da série.

Após os inesperados eventos provenientes da fúria de cinco reis e uma rainha, Westeros agora têm de lidar com suas consequências.

As batalhas ainda estão longe de terminar e a segurança, de ser certificada. Os habitantes dos Sete Reinos se vêem no meio de um grande conflito, sendo envolvidos e tendo de lidar com os resultados de jogos dos quais muitas vezes não tiveram intenção de tomar parte ou mesmo perceberam que são participantes.

Mais uma vez, novos personagens são introduzidos e alguns antigos, reapresentados. São incluídos novos pontos de vista, como o de outro Lannister – através do qual ficam conhecidos mais aspectos sobre sua personalidade e motivações.

Os antigos continuam tendo de enfrentar seus desafios. Um exemplo é Daenerys, que havia ficado um pouco à margem no segundo volume e ganha destaque novamente, começando a mostrar a que veio. A única rainha entre tantos reis agora conseguiu navios, mas como conquistar o trono sem um exército?

Os Starks não ficam de fora. Rei Robb, o Jovem Lobo, tendo provado seu valor e liderança vencendo todas as suas batalhas, descobrirá também o preço da honra. Sansa, ainda em Porto Real, mais uma vez fica à mercê de seu destino, enquanto Arya continua a tentar mostrar que é uma loba apesar de qualquer situação em que se vê envolvida. Bran precisará fazer sua escolha: proteger-se ou voar? E Jon Snow tenta descobrir como se passar por traidor sem virar um.

Além disso, o rei-para-lá-da-muralha, juntamente com seus exércitos – incluindo gigantes e mamutes – está determinado a deixar o Norte e invadir os Sete Reinos. O inverno está cada vez mais próximo, e traz consigo a ameaça de coisas piores que espadas. Se em “A Fúria dos Reis” o sobrenatural foi mais concreto que em “A Guerra dos Tronos”, em “A Tormenta de Espadas” se torna real e visível.

Mais uma vez, Martin não decepciona. Algumas perguntas que ficaram em aberto são respondidas, acontecimentos antigos são vistos com novos olhos e eventos do passado de alguns personagens são revelados. Além disso, a trama é complexa e repleta de acontecimentos inesperados até a última página – literalmente.

Em "As Crônicas de Gelo e Fogo" nada é o que parece e só uma coisa é certa: valar morghulis.

http://bit.ly/tGvSZq

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NatashaIshida 20/03/2012

Para os preguiçosos ou que reclamam que os textos são longos, já aviso, essa crítica não tinha como ser reduzida, e tenho três motivos pra isso. O primeiro é: não consigo falar desse livro sem pensar em mil e um detalhes que gostaria de compartilhar. O segundo: não falarei apenas de um único livro aqui, como ocorreu nos outros posts de crítica. O terceiro: O menor livro da série até agora tem 591 páginas e muitos detalhes, e pretendo comentar tudo que penso a respeito dele. Aqui será comentado sobre os três primeiros volumes: A Guerra dos Tronos, A Fúria dos Reis e A Tormenta das Espadas, mas não com detalhes sobre cada um e sim como a série em um todo.

A primeira coisa que eu tenho a dizer é NÃO SE APEGUE A NENHUM PERSONAGEM. No início, quando os personagens que eu gostava começaram a morrer, senti raiva e achava que isso estragaria muita coisa no livro. Mas agora que acostumei, começo a pensar que isso traz muito benefícios. Além de evitar que a história seja facilmente adivinhada, quebra todo tipo de expectativa que sua mente cria sobre o rumo dos acontecimentos, isso geralmente acaba logo no primeiro livro. A frase Valar morghulis é apresentada no segundo livro, e o real significado só aparece no terceiro, este significado explica sem rodeios por quê quase todo mundo da série morre.

Comecei a achar que a divisão por crônicas é muito melhor que por capítulos, talvez seja isso que faz com que o livro seja tão volumoso. Porém, apesar de ser uma leitura muito extensa, são poucas as vezes que se torna cansativa, depende muito do ritmo que o leitor pegar. As crônicas permitem que os detalhes apareçam mais, que a cronologia seja um pouco esquecida e os personagens tenham muito mais profundidade. Não acontecem em sequência, muitas vezes o que está se passando na crônica de um personagem é bem depois do que vai ser passado na próxima. Eu reparei também que a escrita do autor modifica em cada uma delas, por exemplo, as crônicas da Sansa são repletas de palavras de tom calmo e doce, nenhum vocabulário pesado; já as crônicas do Tyrion, as palavras são mais ácidas e recheadas por um tom rude e sarcástico. E não me refiro ao diálogo, e sim à narração ou descrição, isso faz com que o leitor sinta mais as características do personagem. Também é ótimo para mostrar o quanto a mente de cada personagem funciona, ocorre muito com a Sansa e Tyrion no terceiro livro.

Algumas coisas você passa a entender apenas no terceiro livro propositalmente, achei até que eu é que tinha entendido com lentidão, mas é isso que o autor pretende, ele precisa de uma cena pra explicar o porquê (eu tenho muitos exemplos, mas estou tentando o máximo possível não soltar nenhum spoiler), e isso é usado também no caráter dos personagens, alguns deles são perversos e escrotos, mas logo aparece uma cena que faz você duvidar se aquele personagem é realmente escroto como você imaginava. E geralmente, as pessoas que se mostram amigáveis são sempre as menos confiáveis, acho que George R. R. Martin está tentando esfregar na nossa cara essa verdade universal.

As adolescentes do livro são irritantes, ainda não sei se essa característica está sendo apresentada agora para depois elas se tornarem mais sábias, ou se o autor só que passar a mensagem “adolescentes que estão lendo, tá vendo como vocês são chatas?”. Em quase todas as crônicas da Sansa ou da Daenerys eu me irritava com alguma coisa que elas pensavam ou faziam, e é bom reparar que uma delas está em Westeros e a outra do outro lado do mar, mas ainda assim são tão semelhantes.

A medida que se passam os volumes, a história começa a ser ainda mais violenta e pornográfica, e cada vez mais emocionante e recheada de humor negro. Me irritei um pouco com a enrolação em A Tormenta das Espadas, que ficava fazendo alguns personagens percorrerem todo o mapa de Westeros várias e várias vezes, como foi o caso da Arya Stark, apesar de isso justificar algumas coisas que acontecem, gostaria que ela não tivesse passado tanto tendo vagando de um lado pro outro.

Algo importante notar é como as pessoas que estão de fora não entendem as coisas e só pensam que entendem, nos faz refletir sobre o nosso cotidiano. Existe um personagem que é bom, apesar de tudo, mas só por causa das fofocas e picuinhas que cercam o reino as pessoas “comuns” odeiam ele, e é frequente tentarem atirar estrume nele sempre que aparece em público. Essa fofoca é o que faz tudo se movimentar, às vezes um pequeno comentário bobo faz com que haja uma enorme confusão.

A fantasia no livro é bem diferente daquela que está presente em Senhor dos Anéis, mas só usei esse exemplo pra explicar, eu me recuso de todas as formas a comparar o Tolkien com o Martin e participar dessa briguinha de crianças, cada um é bom na sua própria forma. A fantasia usada por Martin não envolve seres de mitologias como elfos e anões, apesar dos gigantes e alguns outros seres estarem presentes, o foco não é esse. Bem no início do primeiro livro são apresentados os Outros, mas para que você tenha a emoção de ler a respeito deles, não irei comentar mais nada. A partir de Tormenta das Espadas você consegue entender realmente por quê os livros se chamam Crônicas de Gelo e Fogo, apesar de ser bem subjetivo. Logo no início quando aparecem os Outros pela primeira vez você já tem uma idéia de que eles são importantes na história, o problema é que ao longo dos outros livros eles são deixados de lado, mas quando voltam a aparecer e você começa a entender o propósito daquilo tudo, seu cérebro explode e logo você terá de limpar massa cinzenta do teto.

Quanto à Game of Thrones da HBO, por enquanto está sendo muito fiel e a adaptação está sendo muito boa mesmo. “Posso ver só a série pra saber o que está nos livros?”. Não. E por que? Nos livros, até se o personagem está desconfortável na cadeira você fica sabendo, o que está passando na cabeça dele está lá, escrito. E a HBO tirou algumas muitas cenas ocorridas no livro e adicionou outras desnecessárias, um exemplo pode ser Khal Drogo e Daenerys, qualquer cena do livro é desculpa para acasalarem no meio de todo mundo, isso eles não mostram. Enquanto a escrita ajuda muito a saber os detalhes e o caráter de cada um, o seriado acaba se privando disso e é um dos pontos-chave que torna o livro tão bom, além de ter de incluir cenas que no livro não aconteceriam, pelo simples fato dos personagens adultos não confiarem em ninguém. Apesar de Game of Thrones da HBO ser uma série fiel, já houve boatos que outros personagens que estão vivos no livro irão morrer e ao meu ver, isso pode tomar um rumo completamente diferente.

Os apêndices dos livros servem para você se guiar entre todos os 99999999999 nomes que aparecem nos livros e para se aprofundar mais nas famílias, mas talvez seja desnecessário ler.

Crônicas de Gelo e Fogo conseguiu se tornar minha série favorita, até mesmo levando as trilogias em consideração. Eu nunca fiquei tão apegada a uma história como me apeguei a essa. Quando terminei de ler, apenas 30 minutos depois eu já conseguia sentir falta da narração e dos personagens e eu senti uma enorme vontade de ler novamente só pra matar a saudade. Recomendo a qualquer pessoa que quer um livro de qualidade e que queira dedicar um bom tempo em leitura.

É uma série para adultos, de fato, mas tantas lições de vida podem ser retiradas desse livro. Não confie na primeira pessoa amigável que aparecer na sua frente. As vezes as pessoas tem motivos pra serem tão perversas. Nem mesmo os reis tem uma vida fácil. Valar Morghulis.

Curtiu a crítica? Acessa pra ver mais: http://nerdandstuff.wordpress.com/2012/01/12/critica-cronicas-de-gelo-e-fogo-valar-morghulis/
Greg 15/04/2012minha estante
Sério, se eu pude-se dava 15 estrelas pro seu texto, expressou tudo que eu falaria, concordo 150% com o que você disse...




Gustavo Ventura 08/10/2011

Obra prima...
Se lendo o primeiro volume das Crônicas de Gelo e Fogo já tinha ficado impressionado, ao final da leitura de "A Tormenta de Espadas" decidi: essa é a melhor saga já escrita.
Não me lembro de nenhum outro autor que tenha criado tantas reviravoltas em uma história antes. George Martin é capaz de fazer você acreditar fielmente em algo, como se já soubesse o que vai ocorrer, e de repente, do nada... uma nova visão é mostrada, e nos vemos no escuro novamente. Se antes tinhamos a convicção de quem era o errado na história, agora já não sabemos mais.
Impossível deixar de ficar nervoso ao acompanhar a saga de cada um dos personagens, sabendo o gosto que o autor possui por matá-los sem dó nem piedade.
Essa é uma daquelas poucas obras em que você, leitor, não tem certeza de que o personagem favorito escolhido irá permanecer vivo até o final da história (e quais sofrimentos ou alegrias deverá atravessar). A sensação de suspense é sensacional, e um livro de mais de 800 páginas é lido em poucos dias.
Não se apegue a ninguém nessa história... como saber se ela estará lá até o final?
Bradley 04/03/2018minha estante
É neste volume o acontecimento do casamento vermelho?
muito triste aquilo... de uma sordidez sem limites...
:(




Ana Luíza 29/03/2013

"A noite é escura e cheia de terrores, o dia, luminoso, belo e cheio de esperança"
É impossível comparar A Tormenta de Espadas com os outros livros dAs Crônicas de Gelo e Fogo, mas uma palavra o define: Surpreendente.
Surpreendente porque faz o leitor ficar em uma grande discordância, em uma constante mudança de opinião. Comigo foi assim! Rs. Personagens que nunca gostei passaram a chamar mais minha atenção nesse terceiro livro...
E se você é daqueles que realmente criam elos de admiração aos personagens, sugiro que prepare o coração ao decorrer da leitura...
Aliás, "quando se joga o jogo dos tronos, você vence ou você morre. Não existe meio-termo".
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Ana 28/04/2014

Resenha: A Tormenta de Espadas
Para quem é fã da série Game of thrones ou quer ler o terceiro livro da série só tenho algo a dizer : Leia ! Este livro é simplesmente perfeito, nele você tem ação, aventura, drama , romance , poder , politica e bom ... Um pouco de sexo também .
É uma leitura magnífica e altamente recomendada a todos que gostam de livros grandes, inteligentes e cheios de conteúdo, os momentos de Sansa e Tyrion conseguem superar o de muitos outros personagens e a criação do ponto de vista de Jaime torna a leitura tão engraçada e cativante, as aventuras dele com Brienne te fazem enxergar um lado dele que ninguém nunca viu ,ele sempre foi rotulado como regecida mas a história é só essa ? Quais foram seus motivos ? Porque foi culpado ? Você descobrirá isso e outros tantos segredos de Westeros neste livro !
É impossível não se identificar com nenhum deste vasto leque de personagens !A leitura é tão empolgante que ás vezes nos pegamos chorando e torcendo pelos personagens e os pontos de vista de alguns outros deixam você enxergar que ninguém ali é mocinho ou vilão exceto o ridículo rei Joffrey e como as coisas que ocorreram com ele me animaram a ler !
Enfim , os personagens são tão humanos , tem falhas , histórias é tão magnífica que aposto que quem ler vai se apaixonar pelo jogo dos tronos...
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Rjr 10/02/2014

Uma obra de arte
Uma obra de arte, complexa e sobrenatural, por mais humana que seja; surpreendente a cada linha, uma leitura saborosa e viciante. Neste terceiro livro da série, Martin se supera e entra para o hall de deuses literários, e não posso negar que me surpreendi, por mais que as recomendações dissessem que este era um bom livro, eu me surpreendi. As tramas são muito bem conectadas e se desenrolam suavemente, nos contagiando a cada novo capítulo, até as ultimas linhas literalmente. A magia começa a tomar um espaço maior na trama, que nos capítulos anteriores dava maior visibilidade á política. Você vai sentir nós na garganta ao longo do livro, vai chorar assim como chorei, mas também vai ver que há sempre uma luz no fim do túnel, e mal posso esperar pra chegar ao fim deste túnel nos próximos dois volumes já lançados, e nos mais que virão em seguida. Se você gosta de literatura fantástica e já está ambientado com os personagens de Westeros, essa é uma excelente leitura.


Michelly 26/02/2013

Growing strong...
O terceiro volume de "Crônicas de Gelo e Fogo" é o maior e mais incrível livro da série, pelo menos por enquanto...
Esse livro vai te ensinar o que é reviravolta. Vai te deixar sem reação, sedento de vingança. E, sobretudo, vai te ensinar a não se apegar aos personagens...
Esqueça tudo o que você imagina sobre essa saga. Ninguém - eu disse NINGUÉM - está a salvo!

Enquanto Daenerys continua sua busca por um exército a fim de conquistar Westeros, Jon Snow precisa escolher entre seu coração e sua honra.
Nos é oferecido dois novos e importantes pontos de vista. Um é de Samwell Tarlly, o covarde intendente que se mostra nem tão covarde assim... O outro é de Jaime Lannister. Só o que eu posso dizer é que eu odiava Jaime até o segundo livro, agora esse é um dos meus personagens favoritos (lembrem-se que toda história tem dois lados).
Tywin Lannister sai das sombras para mostrar de onde vem a inteligência de Tyrion. Por sinal, esses dois personagens têm muito mais em comum do que você imagina...
Mance Rayder marcha contra a Muralha, e é travada uma batalha épica entre seu colossal exército e a pequena força restante da Patrulha da Noite.
E no meio da guerra, mortes e conspirações, encontramos Mindinho e suas mãos sempre tão limpas... Será?

Não se esqueçam: na guerra dos tronos ou você ganha ou você morre.

http://maisumapaginalivros.blogspot.com.br/
Mais Uma Página
Rod 11/12/2014minha estante
Autores do gabarito dele trabalham com um equipe de redatores. Se ele morrer, os redatores continuam o trabalho, mas ao invés do George ganhar o direito autoral, se ele não houver deixado ninguém em testamento, será a família.




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