Pegasus e o Fogo do Olimpo

Pegasus e o Fogo do Olimpo Kate O'Hearn




Resenhas - Pegasus e o Fogo do Olimpo


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Vincent Law 03/08/2012

É um belo livro para jovens adolescentes.
Há muito tempo me perguntei por que certas obras tem uma recepção bastante fraca, mas depois de me sentar através de centenas de horas, eu comecei a entender. Bom, certos livros são como pedras preciosas encontradas em uma montanha de pedras, e rapidamente só chegam para a maioria do público pela ampla divulgação da mídia. Devido a essa descoberta, não posso argumentar seriamente meu sentimento de que o “meio” tem ido para “baixo” desde o advento desta anormalidade...

Os principais pontos fortes desta história são na forma como a escrita é feita, juntamente com a capacidade de criar um mundo interessante, e um futuro filme, promete ser avassalador nas bilheteria.

A personagem principal parece ser um arquétipo para algum protagonista típico, mas com o passar do tempo, você começa a conhecer a protagonista, começa a entender o seu pensamento, suas ações, seus sentimentos, e traz a história muito mais viva. E sim, a protagonista é clichê, chata e iludida e mal se desenvolve nesse aspecto.

Eu não estou vomitando bobagem. Eu li isso até o fim, e eu aprecio a batalha e cenas de ação, mas o caráter e as emoções parecem ser uma fraude total e não há romance aqui. A história poderia ter se saído muito melhor se tivesse focado nos cenários precários, com uma visão um pouco mais épica, e tratando os leitores de forma mais realista.

Esse certamente não é um volume ruim, mas eu não acho que mereça o hype que ele recebe. Eu não sei o que acontece com este recurso para mim, porque quando eu o analiso não se somam. Refiro-me ao desenvolvimento das cenas, a maioria das explicações que os personagens passam para outro é em demasia e repetitiva, e o enredo é muito bom, mas isso não justifica o meu “fanatismo”, se você olhar para ele no somatório: é série média. Esta série tem a qualidade incomum como Harry Potter, que você vai amá-lo mesmo se você não entender o porquê.

Veja bem: Embora muitas pessoas tenham afirmado que ama essa série, as pessoas que odeiam ou não gostam eles também têm um ponto.

A grande lição? Todo o enredo funciona tão bem porque você já viu muito disso em nosso mundo real: Os políticos estão dispostos a sacrificar vidas inocentes para encobrir seus erros. Situações apertadas traz tanto o melhor e pior nas pessoas. Soluções democráticas falham em face de uma crise, e as formas racionais de decisão são substituídas por rígidas ordens hierárquicas, onde o forte dominam os mais fracos, mesmo se eles têm as melhores intenções. Às vezes, as pessoas tornam-se tiranos, apenas porque eles sentem que não têm outra maneira de alcançar os melhores resultados para todos. É escuro, é sombrio, é real. É um ritmo muito agitado.

Eu poderia ter dado uma nota 4, mas assim eu passaria de um hipócrita dando mérito para uma autora que está se tornando um Top na literatura. Também eu poderia ter dado um 2, mas eu estaria contradizendo a minha resenha, e não dando valor a certos aspectos que encontrei na obra.

Eu não poderia explicar o quão bom é Pegasus, porque já há toneladas de comentários que explicam como impressionante essa série. Melhor e mais fácil de compreender a maneira do que eu jamais poderia escrever. Quanto à razão pela qual Emily se sentir culpada por se tornar a “garota que acabou com a vida do seu pai”, provavelmente será explicada mais tarde na história, e com certeza será a maior dor dela durante o 2° Volume desta série.

A premissa era boa, mas a história foi mal executada? Não acho bem isso. A menina é uma dor. Sim. Ela é a heroína mais rasa e Pegasus é calado. Pegasus está lá, mas é como se ele não está. Sua personalidade é inexistente.

Ps: Se você não pode receber críticas e não gostar delas, então talvez você não deva contra argumentar, já que tudo que você fizer vai ter fãs e detratores. Mas como bem sabemos, a crítica ajuda mudar até o ponto de vista do outro, mas que seja de forma amigável.
Bia 02/09/2012minha estante
Concordo com você. Ótima resenha.


julia 11/09/2012minha estante
muito boa a resenha.


Vincent Law 14/09/2012minha estante
Que bom que gostaram!

Abs.


Su 01/06/2014minha estante
acabei de ler esse volume, e gostei do seu comentário, esse livro me lembra muito Percy Jackson


Vincent Law 02/06/2014minha estante
Foi o que muitos pensaram, lembra mesmo Percy Jackson.


maria 23/06/2020minha estante
Ótima resenha!




Psychobooks 23/05/2011

Criei muitas expectativas com esse livro, mas acabei me decepcionando.
Achei a história muito semelhante a de Percy Jackson e um pouco sem sentido.
Na história são usadas as representações dos deuses romanos: Júpiter, Mercúrio, Juno…
Acabei ficando um pouco confusa por estar acostumada as representações gregas e só identificava os deuses por associação, mas alguns nome eu tive que recorrer ao Google.
A narração é um pouco tediosa e a Emily e o Pegasus são super sem-graça. Ela não tem sal nem açúcar e o Pegasus apesar de ser idolatrado, nem é tão magestoso assim.
A Emily é apenas uma criança inocente que está disposta a fazer tudo que puder para ajudar o “cavalo” e, ela até se sente um pouco dona dele.
E o Pegasus é o que chamamos de “via de mão única”. Ele entende o que a Emily fala, mas ela não entende o que ele fala.
A missão do cavalo alada no começo é um mistério já que a garotinha não entende o que ele diz, mas nem por isso ela está menos disposta a judá-lo e, quando ela descobre a verdadeira missão do cavalo com uma certa ‘ajudinha divina’ ela resolve correr os riscos e ajudá-lo.

Uma coisa que achei totalmente sem sentido é que o Olimpo está sendo atacado por criaturas chamadas Nirads (seres cinzas com 4 braços - Essas criaturas na hora me lembraram o Goro do Mortal Kombat (obrigada a Alba e ao Tio Dú por me ajudarem a lembrar dele) e, essas criaturas estão causando uma grande destruição no Olimpo e são uma grande ameaça para os deuses.
Se bem me lembro os deuses são seres imortais, apesar de que os Titãs seriam capazes de matá-los. Mas enfim, esses nirads, além de não fazerem parte da mitologia, também não possuem uma definição certa do que são no livro. Sabe-se apenas que eles são praticamente invencíves e bla blá blá.
Achei o livro um tanto sem pé nem cabeça, faltou um glossário e uma definição melhor de certos personagens.
Sinceramente não pretendo continuar lendo essa série, apesar de saber de pessoas que adoraram o livro.
Ainda bem que não comprei esse livro. Provavelmente eu teria me arrependido.
Pelo menos a leitura flui fácil, apesar de tediosa.

Acesse:
http://www.psychobooks.com.br/2011/05/resenha-pegasus-e-o-fogo-do-olimpo.html
Robervando G. 19/12/2011minha estante
Ainda estou lendo, mas concordo totalmente com você.. OS diálogos não são bem construídos tanto quanto as cenas que na teoria deveriam ser emocionantes.
O livro também não tem um fio condutor ( objetivo claro de onde a história quer te levar) forte o bastante. Muito infantil e o Rick Rordan me decepcionou ao indicar um livro desses.


Rubilein 15/07/2012minha estante
Olha, sei q ñ deveria te criticar, pois essa é a sua opinião. Mas esse livro ñ tem nada a ver com Percy Jackson, nada a ver mesmo. E bom, eu acho q Percy Jackson é q é uma história sem sentido.
E com o seu comentário parece que vc ñ leu o livro direito, pq na verdade o Pegasus entende o q a Emily fala sim, mas essa história de ela ñ entender o que ele fala, acho q vc está enganada quanto a isso. A Emily sempre sente o que o Pegasus deseja, eles tem uma ligação. Ele ñ precisa falar com palavras as coisas q sente p ela entender, ela sabe o q ele quer só de olhar nos olhos dele.
E a definição sobre os nirads está no próximo livro: Pegasus e a guerra do Olimpo.
Tive raiva de vc quando lí seu comentário, sinceramente, mas quem sou eu p jugar sua opinião né. É o q vc acha. Eu amei esse livro, e pra mim ele é um dos meus favoritos.


Helo 02/08/2012minha estante
Idem aqui. Eu estava até aguentando, mas, sabe, tinha uma parte simplesmente que você não tem vontade de continuar. Os personagens são muito fracos e, muitas vezes, insuportáveis (Paelen, principalmente).
A história em si tinha muito potencial, mas eu tive a impressão de que foi algo muito mal aproveitado e, principalmente, desenvolvido de forma errônea.
Muitas vezes, eu tinha vontade de parar de ler, porque, como o Robervando disse, não tinha um fio condutor forte/bom o suficiente.
Não tenho vontade alguma de continuar a ler, também, porque aquele final já me pareceu bom o suficiente e não me deixou nem um pouco curiosa.


Bia 02/09/2012minha estante
Eu me senti exatamente assim. A leitura mal me prendeu, nem sei porque continuei.
Achei os personagens mal elaborados. E o nível de decepção foi enorme.


Clara 12/10/2012minha estante
Concordo. O livro é certamente um dos mais tediosos que já li, e tem um comentário de Riordan na capa, o qual eu tenho certeza fez muitos leitores criarem grandes expectativas e comprarem o livro. Me decepcionei bastante, a história não tem emoção alguma.


Monique 11/11/2012minha estante
Pensei que fosse só eu q tinha percebido o.O Sim, sim, os deuses da mitologia greco-romana são imortais!!! Céus, mesmo eu que estendo bem pouco desse tema sei disso! Tudo bem a autora querer colocar algo novo no seu livro, mas daí algo novo sem sentido é chato, é péssimo -,-


Su 01/06/2014minha estante
concordo com você, mas vou continuar lendo a série para ver o que acontece, a trama me parece um tanto óbvio demais. Sem querer me gabar, eu meio que já sabia o que ia acontecer no fim, só não entendi os seres maléficos, será que é coisa de Plutão? Enfim... vou continuar a ler só para ter na estante, mas não é uma série que esteja ávida para ler.




Giu 18/02/2011

Considere o livro um “Percy Jackson para garotas”
Eu admito nunca ter ouvido falar desse livro, dessa série e dessa autora antes, mas quando eu vi a capa e a mini-review do Rick Riordan eu tive que ler a sinopse.
Eu sei, eu sei, a gente nunca deve julgar o livro pela capa, mas eu fiquei feliz por ter feito isso. O plot é tão lindo quanto ela!
O livro é sobre amizade, coragem, amor e superação. Tem uma mitologia super bem escrita e os personagens são super cativantes.
Considere o livro um “Percy Jackson para garotas”. (tá, o PJ ainda é melhor, mais é para você ver o quão bom é o livro)
Eu amei a Emily e como ela é humilde, corajosa e leal. Amei o Joel e como ele é muito mais do que os olhos veem. Amei o Steve e como ele faz de tudo para proteger sua filha. Amei a Diana (Ártemis *-*) e sua determinação e seu amor pelos animais. Amei o Paelen porque ele é simplesmente bad-ass. E, obviamente, amei o Pegasus porque ele é perfeito e muito mais que um simples cavalo alado.
O livro te prende desde o começo. Te emociona, te deixa aflita, nervosa, te faz rir e sim, te faz chorar.
E depois que você termina você vai ficar morrendo de vontade de por as mãos na continuação!
Rubilein 15/07/2012minha estante
Percy Jackson é uma merda mesmo.
Eu já li Pégasus e o fogo do Olimpo, é um livro incrível q te prende desde a primeira página, é bom pra caramba. Eu to com muita vontade de ler a coninuação, mas ainda ñ achei por aqui pra comprar.
Sabe de uma coisa, eu ñ entendi seu comentário? Vc leu um resumo do livro, ou o que? Eu ñ entendi mesmo. Seu comentário tá super td a ver e tals, mas pra dizer a verdade eu ñ entendo como vc pode dizer td isso sem ter lido o livro. Me desculpe mas parece q vc colou isso de algum lugar.


Giu 15/07/2012minha estante
Hmm, desculpa, ficou meio confuso mesmo, mas eu li o livro sim (:
o que eu quis dizer foi que antes de pegá-lo na livraria eu nunca tinha ouvido falar da série e nem da autora, mas quando li o comentário do Rick Riordan eu decidi comprar e ler... e essa resenha foi feita há um tempinho atrás, antes de postá-la eu não tinha lido nenhuma outra sobre o livro, mas as vezes acontece de alguma coisa que eu escrevi estar parecida com o que outra pessoa escreveu... não quer dizer nescessariamente que eu copiei de alguém ou que esse alguém copiou de mim, o livro pode ter simplesmente passado as mesmas impressões/causado as mesmas emoções para nós(:
Obrigada por comentar :D


Monique 11/11/2012minha estante
Sério que vc chorou nesse livro? Sem criticar, com certeza, mas me diga o motivo, porque eu estou sem enxergá-lo.


Giu 11/11/2012minha estante
Oi Monique, admito que agora não lembro que parte eu chorei, faz quase dois anos que li o livro e li muitos outros desde então, mas como eu me emociono até com animação da Disney não precisa de muito motivo para me fazer chorar quando eu leio (minha mãe que o diga hahaha), pode ser o final feliz (por mais cliche que seja), aquele momento em que tudo pode dar errado, que algum personagem secundário morre, esse tipo de coisa...




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Monique 11/11/2012minha estante
CONCORDO PLENAMENTE!!! Que final foi aquele, me decepcionou mais que Amanhecer!
O que é aquilo?
"Também saiu muito pela tangente para explicar aquele diabo de final, que eu devo dizer, fiquei "WTF?!". Gente, tem milhares de Nirads (seja la o que forem) comendo o rabo de todo mundo. Eles já capturaram Júpiter, mataram Apolo, e estão prestes a matar Diana e Paelen quando de repente...BAM! Acontece o clímax e pam, adeus Nirads, subitamente sumiram e todo o Olimpo se reconstruiu magicamente, todo mundo de repente tava lá de volta...
Foi o final mais WTF que eu já vi. Jurava que ia ser uma coisa tipo 'vamos reacencer o fogo e depois vamos salvar todo mundo, pois os deuses mortos aqui vão ressusitar, Diana vai ter forças de novo e então poderemos comer o rabo deles!'"
#Amei
Gostei da resenha, bem espirituosa para um livro assim ;D




Arthur 04/11/2011

Uma espécie de spin-off de Percy Jackson
Sempre início uma resenha contando o motivo que me levou a ler determinado livro. No caso de Pegasus and the Flame foram a capa e o tema do livro.

Quando Pegasus, o majestoso e mitológico cavalo alado, é atingido por um raio e cai em seu terraço durante uma violenta tempestade que deixa Nova York no escuro, a vida da jovem Emily transforma-se em uma lenda. Buscando ajuda para tratar os graves ferimentos de Pegasus, Emily recorre ao garoto estranho da escola, Joel. Trabalhando juntos, eles rapidamente descobrem que o cavalo alado tem mais do que ferimentos da tempestade. Ele possui marcas da terrível batalha que acontece paralelamente ao nosso mundo. Uma batalha contra o Olimpo, onde destruição e morte marcam o lugar onde antes os deuses governavam. Junto com Pegasus, Emily e Joel enfrentarão batalhas épicas contra terríveis monstros, seres sobre-humanos, deuses e demônios, mas suas vidas nunca mais serão as mesmas após voarem com Pegasus nesta heroica aventura para salvar o Olimpo antes que Fogo do Olimpo se apague para sempre.

É inevitável comparar o livro à série Percy Jackson & the Olympians, da qual sou um grande fã, é uma das minhas séries favoritas. Eu arriscaria dizer que Pegasus and the Flame poderia funcionar com um spin-off de The Last Olympian, o último livro da série do Rick Riordan. Talvez a maior diferença entre as duas sagas sejam os nomes dos deuses, que em Pegasus segue a mitologia romana e em PJ&O, a grega. A história não tem o lado cômico que é uma das maiores características de Percy Jackson, apesar de ser protagonizada por crianças. Entretanto, não é tão complexa quanto a história do semideus filho de Poseidon (talvez "complexa" não seja a melhor palavra, porque nenhuma das duas séries é complexa no sentido de difícil de entender, mas Percy Jackson tem um número maior de personagens envolvidos na trama do que Pegasus).

É uma série que, mesmo contendo os elementos de outra, tem sua própria marca e promete divertir não só os fãs de Percy Jackson como qualquer leitor fã de uma boa história.
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Mari 27/07/2013

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Atenção fãs de Percy Jackson, não percam tempo para comprar “Pegasus e o Fogo do Olimpo”!

Bem, pra quem não sabe, adoro livro sobre mitologia grega. Neste caso, mitologia romana. Então, é claro, amei. .

A história começa com a guerra no Olimpo, na qual os Nirads, monstros com quatro braços e pele resistente, estão acabando com os Olímpicos . E como se não estivesse tudo ferrado, um ladrão tenta roubar as rédeas de Pegasus. É ai que a história realmente começa.

Pegasus vai para Terra, ferido, e acaba caindo no terraço de um prédio. E por coincidência – ou não – era o prédio de Emily, uma garota de 13 anos. Imagine o susto da garota ao encontrar um cavalo com asas em seu terraço!

Com ajuda de seu colega de escola Joel e muito açúcar ela cuidará de Pegasus. Mas é claro, nada poderia ser tão fácil. Tem uma agência secreta atrás deles e os Nirads. Ah, os Nirads. Quem será capaz de matar aqueles monstros, sem nem mesmo Júpiter conseguiu?

O fim é... Como posso dizer? O fim é comovente. E te faz querer o próximo livro no momento que termina a última frase.

O legal é que tem um mapinha de Nova York no final (O qual só fui descobrir quando terminei). Posso dizer que estou muito ansiosa para o próximo livro, Pégasus e a Luta por Olimpo.

site: http://mundo-da-noite.blogspot.com.br/
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Rubilein 15/07/2012minha estante
Gostei do seu comentário, mas acho que vc ñ deveria comparar os fãs de Percy Jackson com os de Pegasus. Acho q ñ tem nada a ver uma coisa com a outra.




Blog MVL - Nina 05/05/2011

Blog: Minha Vida por um Livro | Marina Moura www.minhavidaporumlivro.blogspot.com
Desde a publicação da série Percy Jackson e os Olimpianos do autor Rick Riordan, os jovens e adolescentes tem criado um gosto especial por Mitologia Grega, diga-se de passagem, um golpe de mestre do autor. Em sua nova série publicada a autora Canadense Kate O’Hearn também aposta nos seres mitológicos para angariar leitores.

Em Pegasus e o Fogo do Olimpo, primeiro volume da série Olimpo em Guerra, o leitor é apresentado à Emily, uma menina de 13 anos que acaba de perder a mãe e tenta se adaptar a viver somente com o pai, um policial que passa a maior parte do tempo em serviço. Em uma noite de tempestade em Nova York, Emily encontra uma agradável surpresa no jardim de seu apartamento. Pegasus, o ser alado da mitologia grega. Emily acaba por adentrar um mundo onde os Deuses estão em guerra e a única pessoa que pode ajudá-la é Joel, o valentão da Escola com um conhecimento especial de miologia. As duas crianças se unem para salvar Pegasus, o Olimpo e o mundo como conhecemos.

Kate O’Hearn não é novata no mundo da literatura fantástica. Em 2008 teve seu primeiro livro publicado, uma série sobre Dragões que já possui duas obras e o terceiro à caminho. Apesar de a autora não ser iniciante, a narrativa de “Pegasus e o Fogo do Olimpo” poderia ter me enganado. A obra,embora interessante em sua trama principal, não consegue desenvolver para algo maior. Kate demonstra uma óbvia inabilidade descritiva. A autora não perde tempo em elaborar os acontecimentos para que o leitor consiga captar melhor as cenas e emoções dos personagens.

A trama não é especialmente original e há certa falta de objetivo, como se a própria autora não soubesse exatamente onde para onde guiar sua estória. Acredito que o livro seria uma boa opção para crianças até doze anos de idade. Cumprirá o papel de entreter , contudo, não acredito que será apelativo para jovens e adolescentes.

Se você já possui uma lista de livros para aquisição,espere o livro “Pegasus e o Fogo do Olimpo” entrar em promoção. À despeito da falta de originalidade e descrições bem empregadas,pode ser que os mais interessados em mitologia apreciem a obra. Eu,apesar de ser fascinada por seres mitológicos,não tive minha atenção ou imaginação despertada por esse lançamento em especial.
Monique 11/11/2012minha estante
Também achei isso! A autora se perdeu na própria obra ;)




Carol 26/03/2020

Emocionante do início ao fim. Apaixonada pelo pegasus.
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Mateus 24/07/2012

Mitologia narrada de forma amigável e simples
Trata-se de uma narraçao em 3a. pessoa, onde Kate O'Hearn conta a história do ''garanhão'' Pegasus em busca de um novo Fogo do Olimpo na Terra.

O livro começa com uma guerra no Olimpo, onde os Nirads querem apagar o Fogo que mantém os poderes dos olimpicos ativos. Pegasus e Paelen (o ladrão das rédeas do alazão) são atingidos por um raio de Júpiter (Zeus) e caem em nosso planeta.

O enredo é pobre, com narrações diretas e supérfluas, onde os personagens com seus diálogos são básicos e genéricos.
Há uma mistura de mitologia (grega e romana) com o mundo atual, e um toque de MIB (homens de preto) onde agentes de uma organização secreta investigam a vinda das ''criaturas'' à Terra.

A garota protagonista pensa mais do que o restante dos personagens (com 13 anos) que são muito mais experientes e desenvolvidos.

Ninguém sabe até o fim da história o que são os benditos Nirads e onde foi parar o pai de Emily. Talvez sejam contados no outro livro da autora, porém foram fatos simples que poderiam ter sido citados resolvidos.

Enfim, não sei como a maioria aqui considera esta obra boa, com 5 estrelas. É algo muito parecido com Percy Jackson mesclado com o desenho Cavalo de Fogo onde a menina, filha de pai viúvo, ''ama seu cavalo mitológico''.

Roteiro tipico dos filmes da Sessão da Tarde, para se ver sem expectativas e para passar o tempo.
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Santana 20/05/2020

Infanto juvenil
Um bom livro para crianças , mesmo assim gostei bastante
Deuses do Olimpo
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CooltureNews 18/09/2011

Por: Junior Nascimento
Publicada no www.CooltureNews.com.br


Sabe aquela história de não julgar um livro pela capa? Essa mesmo que vivo quebrando a cara por não seguir. Tinha grandes expectativas para ler este livro por dois motivos, primeiro a capa e em segundo por se tratar de mais um livro com temas mitológicos, o qual sou extremamente fascinado e não canso de ler. Preciso começar esta resenha dizendo que minhas expectativas passaram longe de serem alcançadas, não que o livro seja ruim, me diverti em alguns momentos, mas o sentimento de “está faltando algo” permaneceu durante toda a leitura.

Essa decepção se deu logo nas primeiras páginas, na verdade ficou basicamente restrita ao início com alguns reflexos durante a trama. Faltou a autora trabalhar um pouco mais na introdução, a história foi simplesmente “jogada” na cara do leitor e tivemos que “engolir” com poucas explicações. Em um primeiro momento também me vi perdido em relação aos deuses, afinal Pegasus e o Fogo do Olimpo faz referencias a mitologia romana, a qual não sou muito familiarizado (prefiro a grega), porém no decorrer da trama ficou mais fácil acompanhar, afinal não foram poupadas explicações, o que na verdade é um ponto positivo, afinal agregar conhecimento é o mais interessante ao ler um livro.

Na trama, o Olimpo sofre um ataque e fica a um fio de ser destruído, por serem deuses, achei que deveria haver maiores explicações sobre o ataque assim como da raça invasora, afinal para conseguir invadir e matar alguns deuses seria fascinante conhecer um pouco mais sobre seres tão fortes. Essa é a primeira impressão que temos sobre essa parte da história, porém no decorrer do livro conseguimos descobrir o motivo que levou alguns deuses e o próprio Olimpo a tombar diante de tal ameaça.

Depois que você consegue ler os capítulos iniciais tudo fica mais fácil e a historia vai se tornando mais interessante, apesar de haver uns pontos óbvios que deveriam ter sido retratado e resolvido logo no começo, garanto que transformaria a trama mais dinâmica.

Outro ponto positivo quanto ao livro é que por se tratar de uma série esperava um grande “gancho” para o próximo livro, e na verdade se o livro fosse obra única, a autora teria conseguido fechar a história de uma forma empolgante e emocionante, e na verdade isso é bom para aqueles não gostariam de continuar a ler a série (não é meu caso). Agora que conheço um pouco mais sobre os personagens e a forma com que a autora escreve, espero que consiga apreciar mais o segundo volume da série, sem grandes expectativas.
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Naislan 21/03/2020

Então...
Esse livro me surpreendeu bastante,e de um modo bom. É uma leitura leve, rápida e típica de adolescente. O que me decepcionou foi o final óbvio. A autora poderia ter desenvolvido mais o capítulo final e também poderia ter criado personagens mais cativantes. O que gostei foi a fluidez da história, me deu vontade de ler, porém, o final tirou toda a expectativa que criei.
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Digão Livros 05/04/2012

Para quem já leu Rick Riordan, na minha humilde opinião, o livro deixa a desejar.
A idéia original, do conflito/guerras na mitologia romana é muito boa, porém, a transição dos eventos do mundo dos deuses até que esse conflito chegue à Terra deixa muitas brechas na explicação, se quisermos manter uma mínima coerência.
Além disso, a autora copiou a idéia do Rick Riordan, colocando a morada dos deuses bem em cima de cidades norte-americanas.
Aliás, se a conduta é sempre deixar as moradas em cima de países com grande influência, já passou da hora de termos uma parte do Olimpo em cima da China...rs
O papel de Pegasus no drama é confuso, e só se esclarece no fim da obra. Contudo, desde o início da obra, quando em meio a batalha, o cavalo alado foge para a Terra, entra em contato com a pequena ____ o que se v~e é uma séria decisões tomadas por ela e por seu novo amigo, que não condiz com um mínimo de coerência nem em um conto de fadas.
A sugestão que o livro oferece para salvar a Terra é no mínimo temerária para a leitura de um adolescente, e até metade da obra, está permeada de maus exemplos sobre o que não devemos fazer em um relacionamento pai-filha, em minha opinião.
Ao fim do livro, ela tira uma saída da cartola, que atropela todo o drama, não emociona, e não surpreende. Ademais, a situação que ela criou obrigatoriamente possibilita a continuação da obra. Ela fora uma franquia.
Acho o exemplo do livro que possui muito marketing e pouco conteúdo.
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Aninha 07/03/2012

Olimpo em guerra – livro 1: Pegasus e o fogo do Olimpo
O livro 1 da série Olimpo em Guerra nos apresenta Emely, uma menina de 13 anos que mora com o pai em Nova York. Ela está passando por um momento triste, após a morte da mãe, quando algo incrível muda completamente a sua vida. Pegasus cai na varanda da sua casa, aparentemente atingido por um raio.

A história em si é fraca, mas o ritmo de aventura e muita ação compensa.

Quem leu a série Percy Jackson e os Olimpianos ou conhece um pouco dessa mitologia vai relacionar facilmente os nomes gregos aos romanos. Mas pode se decepcionar um pouco com este livro (assim como eu), pois o uso da mitologia é apenas um pano de fundo para contar a história de uma menina que supera um momento difícil por causa da amizade com um animal.

O que salva narrativa é realmente o ritmo frenético dos acontecimentos. Para preencher um enredo raso a autora usou bastante ação e deu à história um clima de guerra. Outro fato que me agradou foi que apesar de ser o primeiro livro de uma série a história dele fecha bem, pois tem começo, meio e fim, mas deixa um bom gancho para o próximo volume.

Merece 4 estrelas pela ação e aventura, além de me deixar com vontade de ler a continuação, mas sem pressa pelo seu lançamento.
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