Um lugar chamado liberdade

Um lugar chamado liberdade Ken Follett




Resenhas - Um Lugar Chamado Liberdade


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12/09/2020

O livro começa muito bom mas os personagens não são envolventes. Já li livros melhores do autor.
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@leiturasdamiih 13/08/2020

Romance histórico fascinante
No ano de 1766 na Escócia, vive um jovem escravo chamado Mack McAsh. Desde que nasceu seu destino já estava selado. Trabalhava na mina de carvão da família Jamisson desde os 7 anos de idade.?
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? Mack possuía um magnetismo natural que fazia com que os colegas o vissem como líder. Era questionador, possuía argumentos libertários e amante da liberdade. Era o único do seu grupo que sabia ler.?
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? Após receber uma carta de um advogado londrino revelando sobre a ilegalidade da escravidão dos mineiros, Mack decide então fugir.?
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? Já em Londres Mack vai trabalhar como carregador de carvão e então percebe que o sistema opressor escraviza também outras classes de trabalhadores.?
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? Mesmo descontente e muitas vezes sem esperança, Mack nao desiste de seu maior sonho: a liberdade.?
Trabalhar e receber um salário justo por isso era tudo o que almejava.?
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? Em Londres, Mack encontra Lizzie, sua amiga de infância que amava se vestir de maneira masculina, e era fascinada por tudo o que era proibido. Além de possuir senso de justiça era uma jovem determinada e respondia como bem entendesse a quem fosse, mandando às favas as boas maneiras. Agora casada com Jay Jamisson, filho do dono da mina na Escócia onde Mack fora escravo.?
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? Vítima de uma conspiração, Mack é acusado injustamente de um crime que não cometeu e é deportado como escravo à America.?
Lá precisará lutar com todas as suas forças para continuar em busca da tão sonhada liberdade.?
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? É o primeiro contato com a escrita do autor e posso dizer que estou encantada.?
O autor trouxe muitos temas relevantes necessários para o ótimo desfecho, como disparidade de classes, escravidão, conspiração, traição, preconceito, injustiça, mentiras, política, enfim, é uma histórica riquíssima com contexto histórico e personagens fortes, determinados e cativantes.?
Só leiam!!!
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Héliton 11/08/2020

Deixar-se levar pela maré, ou lutar pela vida?
O romance de Daniel Defoe de 1719, "Robinson Crusoé", é uma das bases que inspiram Mack, um dos personagens deste livro, para ir além do que seu status social permite. O destino o leva para uma vida de escravidão e sofrimento, mas pode ele fugir disso e lutar pela sua liberdade?

Em "Um Lugar Chamado Liberdade", história que se passa a parti do ano de 1767, é mostrado a vida dos mineradores com as amarras de uma aristocracia soberba e de pensamentos distorcidos sobre a visão da vida humana. O livro retrata a realidade cruel desse tempo onde só havia um só destino para as pessoas que não nasciam de famílias com sangue aristocrata, a escravidão. Nessa realidade, a lei só era útil para aqueles com poder suficiente para impô-la, deixando os mineradores e carregadores de carvão a mercê das injustiças.

Indo do país da Escócia aos estados de Londres e Virgínia(E.U.A), o autor segue fielmente uma época onde o carvão movia um estado inteiro, onde sem ela nada acontecia, um período onde o enforcamento era tratado como espetáculo, médicos priorizam a vida das pessoas pelos seus status sociais, e onde as crianças nascidas eram juramentadas ao destino de serem propriedade dos senhores de terras.

Ken Follett constrói a trama entre três personagens centrais que possuem seus próprios capítulos, onde fora os diálogos, são narrados em terceira pessoa durante a narrativa: Malachi McAsh, um jovem minerador e condenado a trabalhar como escravo, mas que não mede esforços para buscar e lutar pelos seus direitos; Lizzie Hallim, uma dama refinada e de uma personalidade que anseia saber do diferente, devido a sua curiosidade acima do normal; e Jay Jamisson, segundo filho de um aristocrata muito influente, mas que é desprezado por ele. Qual a relação entre eles? A busca pela sua própria liberdade e a construção de seu próprio destino.

Me incomodou o fato de Follett ter deixado de lado alguns personagens iniciais, dando um "motivo" um tanto suspeito para mudar o rumo da história deles e da narrativa. O foco do desenvolvimento foram os três que eu citei, nada mais certo que isso, mas queria ver o destino e a construção uma pouco melhor dos demais. As coincidências que aconteceram também me incomodaram, uma ou duas vezes até aceitava, o problema em si foi que ocorreu várias vezes e de forma bem conveniente, dando a impressão de algo forçado para gerar o que essas situações se propuseram a fazer, mas tudo bem, isso foi algo a parte sem relação direta com a narrativa principal.

Assim como em "O Buraco da Agulha", seu primeiro romance, os personagens do Follett são bem construidos (neste aqui, ao menos os principais foram). Alguns sofrem uma grande evolução positiva, outros apenas decaem pelo seu próprio ego. O romance é bom, mas não espere algo clichê de cara, porque não tem, do tipo "um membro da alta classe e um escravo lutando contra as leis e contra todos para ficarem juntos", não tem. Gostei da forma que terminou, mas poderia prolongar um pouco mais!

Por fim, a fala de Esther (uma das personagens que gostei neste livro) resume bem a realidade deles naquela vida: "Certo e errado não contam muito nesse mundo, só no céu".
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Macedon 09/08/2020

Autor perfeito.
Eu nunca tinha lido Ken Follet antes, e confesso que tava meio com preconceito em ler. Por ser um escritor de fatos históricos, achei q seria chato, mas meu deus. Que escrita perfeita, livro perfeito, personagens cativantes, histórias que te puxam. Eu amei forte. Recomendo para todos.
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Josana.Baltazar 08/08/2020

Muito bom como sempre os livros do Ken Follet, trás mais uma vez a questão das injustiças sociais da época, personagens femininas com personalidades fortes e de destaque, trama bem escrita. Não é o seu melhor livro entre os que já li, mas não deixa nada a desejar
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Amado Livro da Lua 07/08/2020

Um romance histórico para se apaixonar
“Imagine só, poder viver como quiser, não como lhe dizem. Poder escolher onde trabalhar, ser livre para largar o emprego e arranjar outro que pague melhor ou seja mais seguro ou limpo. Ser dono do próprio nariz, e não escravo de alguém … Não seria maravilhoso?”

Mack McAsh nunca se conformou em trabalhar nas minas de carvão da família Jamisson e sempre sonhou com a liberdade. Após lutar contra as expectativas impostas recebe uma carta que muda tudo. Ele será um homem livre. Mas enfrentar uma família poderosa como os Jamissons e um homem cruel como Sir George não será fácil.

Lizzie Hallim é uma jovem bonita e de família nobre. Mora com sua mãe viúva que desde que o marido falecera tem se desdobrado para manter a propriedade da família esperando até o dia que sua filha possa realizar um bom casamento e arcar com propriedade.Esse é o inferno social que se encontra presa a jovem Lizzie.

A vida será cruel com Mack que tem o grito pela liberdade dentro de si e enfrentará o que for necessário para alcançá-la. Dentro de sua própria realidade, que vai sendo descoberta no decorrer do livro, Lizzie Hallim baterá de frente com as verdades e as mazelas, e como Mack, viverá para ser livre.

Em diversos momentos da leitura eu me questionava sobre algumas atitudes de Lizzie e quando tive que julgar certos comportamentos não ficava satisfeita com o resultado. Percebi que só pude entender sua visão e pensamento quando conclui o livro e fui analisar a trajetória da personagem. Errei ao julgar que seu ponto de partida estava em pé de igualdade de Mack, sendo que ambos vieram de origens bem diferentes, portanto, noções da realidade e anseios completamente divergentes inicialmente. São as circunstâncias que geram as reflexões necessárias para o alinhamento de pensamento dos personagens no decorrer do livro.

O caminho deles estarão interligados em diversos momentos de formas decisivas e reveladoras que desencadeará momentos cruciais para o destino de ambos. Ken Follett sempre me surpreende! Ambientado às portas da Independência Americana (1776), mais um romance histórico do Ken Follett para amar.
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A2Lan 02/08/2020

Fascinante
É um livro realmente bom e que prende o leitor, vai além de um romance, pois mexe com os sentimentos de quem lê, prendendo e ansiando para chegar ao final. Vale a pena.
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Henrique Moutinho 26/07/2020

Excelente
É mais um excelente livro de Ken Follett, que está se tornando um dos meus autores preferidos. As diferenças sociais e dificuldades para as classes baixas no inicio do século XVIII são retratadas na vida de uma homem desventurado em busca de liberdade. O contexto é simples, Mack quer ser livre, mas a sociedade é complexa e ele se vê repetidamente em situações incontroláveis que adiam repetidamente seu grande sonho.
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Marco Pacheco 23/06/2020

História envolvente
Primeiro livro que leio de Ken Follett, e me mostrou uma ótima fuidez na leitura, com uma ótima narrativa e uma boa ambientação da história no século XVIII, passando pelo minérios de ferro escoceses, as ruas londrinas da época, navios de escravos e pelas fazendas de tabaco na Virginia.

Esse romance histórico, se passa em meio a escravidão e a busca continua da liberdade, o que nos faz pensar muito em perseverança e esperança e também sobre os valores humanos e a liberdade, onde pertencer a você mesmo, e não ser escravo de ninguém, é o grande foco.
Damiris 05/07/2020minha estante
Deu vontade de lê-lo... liberdade é um tema que muito me interessa!




Luiza 09/06/2020

Mé...
Não consigo deixar de pensar que esse livro foi encomendado. Como algo que Follett tivesse que escrever, mas não estava tão inspirado assim. A premissa da história é como sempre muito boa, no entanto há uma pobreza na narrativa que não é típica dos seus livros. O roteiro é bem superficial, com diálogos forçados e personagens caricatos. Não me prendeu em nada e falta tanto desenvolvimento para a história que ela parece mais um roteiro do que um romance. Enfim, o único livro do autor que não gostei.
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samir crzo 26/05/2020

Ótimo livro!!
Um livro muito bom com emoção do começo ao fim, bem escrito !!
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LER ETERNO PRAZER 02/03/2020

Em "Um lugar chamado liberdade", Ken Follett nos leva para High Glenn, uma pequena aldeia na Escócia, o ano é 1766. Tem como principal atividade econômica a mineração e é dominada pela família Jamisson. Nessa cidade os mineradores levam uma vida árdua e sofrida, com condições de trabalho inseguras e insalubres. É nessa pequena cidade que vamos conhecer Mack MacAsh, um rapaz de 21 anos que não aguenta mais essa vida que leva, para piorar a situação Mack é condenado à escravidão e a sua ocupação como minerador é na verdade uma condição de trabalho escravo.Não aguentando mais a incerteza quanto ao próprio futuro, Mack após enfrentar Sir George Jamisson, o seu "dono", coloca em sua cabeça que precisa fugir desse lugar e conquistar a sua liberdade.Ele consegue fugir para a cidade de Londres com a promessa de juntar dinheiro suficiente para resgatar a sua irmã gêmea Esther.Porém, Londres não é diferente da pequena cidade da Escócia, ele vê que homens poderosos mandam na região, os caminhos de Mack acaba cruzando com o da família Jamisson. O jovem rapaz acaba vendo-se envolvido em confusões que o leva a ser preso, condenado e deportado para os Estados Unidos.É nos E. U. que Mack irá colocar um ponto final na sua busca por liberdade!
Ken Follett é um dos grandes mestres da ficção histórica e sempre leva ao leitor livros excelentes como "Os Pilares da Terra", "A trilogia século" e outros. Com o livro "Um Lugar Chamado Liberdade" não tinha como ser diferente, pois é um livro de muita qualidade onde o autor mescla elementos históricos com personagens ficcionais de forma magnífica. Follett nos demonstra de forma brutal como era o trabalho nas minas de carvão, principalmente na condição de escravo como a de Mack. Também retrata o poder político e financeiro nas mãos de poucos, seja na pequena aldeia de High Glenn ou na grande cidade de Londres."Um lugar chamado liberdade" é um tapa na cara do leitor, retrata a vida dura, bem como as poucas opções que a mulher ou o pobre tinham na sociedade daquela época. Um ótimo, sua leitura flui, não é cansativo, bem dosado e com personagens bem criados.
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Book.ster por Pedro Pacifico 01/03/2020

Um lugar chamado liberdade, Ken Follett - Nota 8,5/10
Em mais uma obra brilhante, Ken Follett constrói uma narrativa fluida, intrigante e com uma rica abordagem histórica. Dessa vez, o leitor se depara com a Escócia do final do século XVIII , época da primeira revolução industrial, e com a cruel realidade do trabalho escravo nas minas de carvão do país. É nesse cenário que acompanhamos a história de Mack McAsh, um dos milhares de condenados ao trabalho nas minas, mas que, por um acaso, recebe a notícia que teria chances de ser libertado desse destino... Com essa semente de esperança plantada, o protagonista desafia um sistema social rígido, alimentado pelos donos das mineradoras, para conseguir a sua tão sonhada liberdade. No entanto, depois de viver um grande amor por uma jovem feminista, Mack acaba sendo deportado para a América, onde se depara com uma realidade de abuso nas lavouras coloniais, que em muito se assemelham a crueldade nas minas de carvão. Com personagens sempre à frente de seu tempo, Ken Follett desenvolve uma trama envolvente, abordando a tão relevante temática da liberdade. Não foi o meu livro favorito do autor, mas, mesmo assim, achei excelente!!!

site: https://www.instagram.com/book.ster
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Dulce 25/02/2020

Sinopse:

"Desde pequeno, Mack McAsh foi obrigado a trabalhar nas minas de carvão da família Jamisson e sempre ansiou por escapar. Porém, o sistema de escravidão na Escócia não possui brechas e a mínima infração é punida severamente. Sem perspectivas, ele se vê sozinho em seus ousados ideais libertários.

Durante uma visita dos Jamisson à propriedade, Mack acaba encontrando uma aliada incomum: Lizzie Hallim, uma jovem bela e bem nascida, mas presa em seu inferno pessoal, numa sociedade em que as mulheres dever ser submissas e não têm vontade própria.

Apesar de separados por questões políticas e sociais, os dois estão ligados por sua apaixonante busca pela liberdade e verão o destino entrelaçar suas vidas de forma inexorável.

Das fervilhantes ruas de Londres às vastas plantações de tabaco da Virgínia, passando pelos porões da infernais dos navios de escravos, Mack e Lizzie protagonizam uma história de paixão e inconformismo em meio a lutas épicas que vão marcá-los para sempre."

#DulceLeu
#EditoraArqueiro
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Silvia AC/DC 13/01/2020

Triste escravidão
Não fui cativada por nenhum dos personagens e o tema não me interessava muito. Mas o autor foi um verdadeiro historiador (como sempre, né...). Eu nunca tinha lido algo tão detalhado sobre minas, e a vida extremamente sofrida de um minerador.
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