Caninos Brancos

Caninos Brancos Jack London




Resenhas - Caninos Brancos


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Tainara 13/07/2010

Quando peguei esse livro na biblioteca, nunca imaginei que iria gostar tanto dele. Tratando de Jack London, achem provável que eu iria apreciar a leitura dele, MAS NÃO TANTO! O livro é lindo, é contado mais ou menos do ponto de vista do Lobo, o que o torna simples e singular. A transformação do olhar de Caninos Brancos sobre os humanos, indo de deuses de servidão a um único deus do amor é comovente. Durante todo o livro senti somente a falta de uma coisa: Caninos Brancos com uma companheira. Mas, ao terminar o livro, entendi que isso só poderia acontecer no final, quando ele se tranformasse, do ódio para o amor. Super recomendado para quem gosta de animais, ajuda a entender melhor o ponto de vista e a simplicidade deles.
Morfindel 10/03/2011minha estante
Ótima resenha, me deu mais vontade ainda de relê-lo!


Pam 04/01/2013minha estante
Também me surpreendi, gostei bastante do livro. Ele é citado em New Girl por isso fiquei com vontade de ler. Recomendo também. :)


Luiz 06/02/2016minha estante
Tainara, o que você escreveu é a mais pura verdade. Surpreendente o livro, me conquistou desde a primeira página. Não senti a mesma angústia que você sobre a falta a companheira, porque creio que a solidão fosse, talvez, um ingrediente necessário para toda a jornada. Mas VALE MUITO A PENA!


Aline 19/12/2017minha estante
Recomendo "o chamado da floresta". Do mesmo autor e mesma temática, narrado por um lobo.




girino 14/01/2009

White Fang
Acabei de ler uma edição de bolso de Caninos Brancos, do Jack London.

Desde criança que minha mãe sempre falava desse livro, e do filme subsequente, mas eu nunca tinha lido ou visto nenhum dos dois. Bom, eu nunca tinha sido um fã de cachórros até o advento da Lilica, então pressupunha uma história chata e piegas.

Porra, mas o livro é DUCARALHO. Tem lá suas pieguisses, admito, mas o modelo da "psicologia" canina que o autor monta é muito legal! Toda a construção do relacionamento do cão-lobo com os seus sucessivos donos é muito, mas muito bem feita. A idéia do homem como um "deus" é muito bem montada :)

E pior, minha esposa ainda me fala:
- Ah, eu vi esse filme, você vai chorar até porque ********************* (cortei essa parte pra não fazer spoilers)

Ai, quando chega no tal capítulo onde supostamente ********************* eu já desabo a chorar.
Chorei copiosamente de ter de parar de ler por alguns minutos pra poder enxugar o choro (sim, minha esposa sabe que eu sou manteiga derretida com histórias tristes). E quando volto a ler... NÃO ACONTECEU!!! Eu chorei que nem um retardado atoa! Damn it.

Mas sim, quem não leu, eu recomendo. É piegas mas é muito bom!
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Claire Scorzi 23/10/2011

Para quem gosta de cães...
Outra das belas narrativas de Jack London em cima da premissa: toda criatura tem a capacidade de adaptar-se mesmo dentro das piores condições.

Neste belo relato, London transforma um cão-lobo em protagonista, colocando-o sob diversos ambientes - alguns terrivelmente sórdidos. Numa espécie de testemunho do poder do amor, e também da capacidade de mudar e redimir-se, "Caninos Brancos" é uma daquelas novelas para quem adora cães ou lobos - e para quem não adora, mas pode ser cativado pelo poder da escrita de London e o charme inegável que consegue dar aos seus heróis de quatro patas.

Tocante, cruel - o escritor, homem acostumado a um mundo rude, não romantiza a natureza e seus perigos - e esplendoroso.
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Thais181 28/12/2009

ao ler Caninos Brancos...

eu entendo melhor o meu cachorro ;)
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Wishbone 03/01/2009

Como esse livro foi escrito à muito tempo, a tentativa de explicar a vida de um animal e seu dono é simples. O que deixa o livro bom é o tentativa da unificação do humano-animal. No final, todos tem algo em comum: o Amor.
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Jeane 27/01/2010

Caninos Brancos é um cão-lobo dividido entre dois mundos, sem pertencer a nenhum. De um lado, a natureza selvagem com o apelo forte por liberdade, chamando o caçador solitário de volta a floresta. Do outro lado, a servidão ao deus-homem e a domesticação forçada através da violência. Caninos Brancos nunca fora tratado com amor, bondade ou carinho, nem mesmo quando filhote, e por isso transformou-se em uma criatura cruel e feroz, moldada pela mão do homem que não lhe permitiu outra forma de viver. Torci para que os homens parassem de maltratar Caninos Brancos e o tratassem com humanidade! O livro mostra a vida no ártico, a luta pela sobrevivência, o mundo dos lobos e a regeneração gradual e lenta de Caninos Brancos. Jack London conta uma historia tão naturalmente, que seu cão-lobo parece mesmo real.Adorei!
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Simone Chyz 08/06/2009

Emocionante!!
Adorei de paixão! Engraçado que relutei durante muito tempo em ler esse livro. Mas quando resolví ler, foi de um fôlego só!! Emocinante a forma como o autor traduz os pensamentos do lobo! A riqueza de detalhes, ao invés de ser cansativa como em tantos outros livros, nos conduz diretamente à floresta, ao acampamentos indígenas... Uma leitura para crianças de todas as idades! Recomendo!!!
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Candiani 03/05/2013

Entre cães e lobos
Sabe quando você descobre que aquele seu filme favorito da infância, que passava pelo menos 3 vezes por ano na sessão da tarde, era inspirado em um livro com o mesmo nome, mas você nunca se deu conta disso? Pois é, até achar o livro perdido eu não sabia.

Lobinho, Caninos Brancos, Lobo Lutador ou Lobo Indomável, não importa, apenas viaje em suas quatro patas. A história é simples, com um toque de delicadeza surpreendente. A maior parte do livro acontece na cabeça do lobo, da sua concepção de paternidade, meio ambiente, homem, outros animais etc. que irão auxiliá-lo na formação da sua personalidade, não que ele entenda esse conceito, mas vão formar o que ele é. Isso é o mais incrível do livro, o ponto de vista do lobo e como ele age de acordo com aquilo que ele vê e sente além da concepção de bem e mal, sendo bem aquilo que causa prazer e mal o que lhe causa dor, aparenta ameaça ou hostilidade.

Desde a primeira presa e o gosto do sangue quente, os momentos de solidão, o abandono paternal, a fome e todas as condições que ele está exposto no Wild - o selvagem, desconhecido - até as suas reflexões sobre os humanos, a domesticação e a repreensão do seus instintos, o conflito com os da sua raça e o choque ao descobrir o amor. Tudo está exposto nos pelos e reflexões de Caninos.

Os homens deuses, e isso achei interessante, nós seres vivos temos o costume de tomar por divino aquilo que desconhecemos ou pouco compreendemos e que podem nos afligir, de alguma forma, dano, pena ou punição, o mesmo acontece na relação lobo e homem. O que expande a compreensão sobre o comportamento humano e como os animais se comportam. Imagino que London não tinha nenhum conhecimento nem estudo formal acerca do comportamento dos animais, tudo foi fruto da sua imaginação e poder de observação e mesmo assim, ele constituiu um trabalho excepcional.

A obra é caracterizada como infantil, mas é uma leitura para quem busca viajar, transpor os limites da carne e se transformar em lobo, para sentir o que caninos sentiu. Se permitido a obra é totalmente transcendental, claro, todas obras são, mas essa ultrapassa o limite personagem humano, sendo possível sentir-se um animal, um lobo selvagem.

Jack London cresceu na Califórnia, nasceu em 12 de janeiro de 1876, foi essencialmente autodidata, largou o curso de jornalismo em Berkeley aos 21 anos, depois de descobrir as razões do suicídio da mãe. Foi para Klondike em 1897, atrás da corrida do ouro que ali se desenvolvia, o que prejudicou sua carreira e onde nasceram boa parte de suas histórias. Voltou para a Califórnia um ano depois, onde dedicou-se a virar escritor. Dentre seus histórias, navega "O Chamado da Floresta" que aparece no filme Into The Wild de Sean Penn com a perfeita trilha sonora de Eddie Vedder, como um dos livros lidos por Alexander Supertramp - Christopher McCandless, interpretado por Emile Hirsch -, além de Caninos Brancos, na sua viagem em busca do existencialismo.

Encontrei uma edição 1983 da Companhia Editora Nacional com tradução de Monteiro Lobato - dono da editora -, com 184 páginas, sem sinopse e que faz parte da Coleção Terramarear, que por iniciativa de Monteiro Lobato introduziu a literatura no cotidiano de São Paulo trazendo títulos como Robin Wood, Tarzan, Mogli, o menino lobo, O último dos Mohicanos entre outros. Faz parte do grupo IBEP-Companhia Editora Nacional, desde 1980 e em 2009 o grupo adquiriu a Conrad Editora, especializada em histórias em quadrinhos.
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Nando 17/06/2014

Leitura fácil, porém diferenciada pela singularidade deste grande escritor. Me surpreendi do inicio ao fim, e considero uma das maiores obras primas literárias. É difícil até mesmo de descrever.
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Franco 09/08/2011

O livro ganha seu leitor já nas primeiras páginas quando narra o sufocante cerco dos lobos a dois homens isolados do mundo. E se a pessoa não gostar desse 'prefácio' é porque não gosta de Jack London.

Indo adiante, a história toda se constrói em base de um argumento principal: as condições que a vida nos impõe são como inescapáveis forças a nos modelar, e adaptar-se é questão fundamental de sobrevivência.

É o argumento já presente em outras obras de London - O Lobo do Mar e O Chamado da Floresta, mais especificamente. Mas aqui há o diferencial: o argumento está mais intenso, cruel, brutal e sangrento.

Há também um detalhe curioso que, como nas outras obras dele, vale a pena perceber. Suas personagens, animais e homens, desenham uma alegoria, ou talvez metáfora, a respeito das relações entre dominados e dominantes. O que é, afinal, uma sacada social muito bem posta por Jack London, que as explora com inteligência e dinamismo.

Um ótimo livro que vale a leitura. O único problema é que depois de conhecer Caninos Brancos, algo como a compilação animal de todos os personagens mais durões de Clint Eastwood, será inevitável o olhar de desprezo para o seu dócil e bem talhado cãozinho doméstico.
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Marco 18/12/2009

Pra quem leu Marley e eu querendo ler uma história interessante do homem e seu melhor amigo e achou aquele livro horrível e infantil, leia este que não irá se arrepender. Não é à toa que é um clássico!
Vívian Rezende 19/03/2010minha estante
Marley e eu não é infantil!!


Tainara 10/07/2010minha estante
Como já dito, Marley & Eu não é NADA infantil. o.O




Tito 14/06/2011

Sobre lobos e seus poderosos deuses bípedes, mas, principalmente, sobre a inefável capacidade do ambiente selvagem de moldá-los em bestas ferozes, para os quais "a vida [pode ser resumida] como um apetite voraz, e o mundo como (...) uma multidão de apetites, que perseguem e são perseguidos, caçam e são caçados, devoram e são devorados, tudo em meio a cegueira e confusão, num caos de glutonaria e morticínio governado pelo acaso, pela falta de compaixão, sem planejamento, sem fim".
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Mário 01/06/2014

Uma metáfora da dureza e desafios que é viver personificada através das experiências de um lobo. Leitura fácil e cativante.
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Jessica 24/01/2016

Caninos Brancos
O motivo de eu ter abandonado a leitura não foi de forma alguma por falta de qualidade no desenrolar da história, mas pela descrição de certos acontecimentos. Não gosto de ver ou ler sobre maus-tratos contra animais. Fora isso, até onde eu li (página 100) a história é interessante e parte de mim não queria abandonar a leitura, mas o desconforto que estava me causando foi mais forte.
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Nat 29/07/2013

Esse livro é diferente do que eu esperava, de várias maneiras. Jack London faz mais do que traçar um paralelo entre homem e animal, sua história é uma descrição visceral do homem e do animal enfrentando-se na natureza, cada um seguindo o instinto de sua própria espécie, sem considerar o outro. Confesso que em algumas partes fiquei chocada e tive vontade de chorar (parecia que eu estava assistindo um daqueles documentários sobre animais selvagens, que sempre me fazem cair no choro). Um clássico, realmente, que merece várias leituras.

site: http://ofantasticomundodaleitura.blogspot.com.br/2013/07/caninos-brancos-jack-london-dl-2013.html
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