Como Viver Eternamente

Como Viver Eternamente Sally Nicholls




Resenhas - Como Viver Eternamente


150 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |


Thaila.Mary 25/07/2019

Já leu um livro e pensou: Livro tú quer acabar comigo? Pois é, é isso que eu senti ao terminar "Como viver eternamente."

O livro conta a história de Sam narrada em primeira pessoa. Sam é um garoto de 11 anos que tem câncer terminal (leucemia linfoblástica aguda) ou como ele prefere dizer... glóbulos esferoidais. E antes que você pense que esse livro é um livro sobre câncer está enganado. Sam começa a escrever um livro sobre sua vida, uma coletânea de histórias, fotos, perguntas e fatos.

Sam conhece seu amigo Félix no hospital. Félix tem 13 anos e também tem câncer. Juntos decidem realizar alguns desejos antes de morrer escritos por Sam.
Sam conta neste livro como ele lida com a doença. Ele não fala sobre a morte, mas sobre a vida e como aproveitar cada minuto e em como o câncer não é o fim de tudo. Não é um livro que foca só na doença mas como ela é tratada por várias pessoas. Sam dizia que não queria que fosse algo triste até o fim de sua morte e o tempo todo. Ele faz planos pra antes e depois de sua morte e sem pensar no quão triste possa ser, ao contrário disso, ele nos deixa perceber que toda morte deveria ser assim porque algumas coisas são perfeitas do início ao fim. ?
comentários(0)comente



Suelen 27/04/2019

Como Viver Eternamente
Um fato da vida de leitor: impossível não se emocionar com livros narrados por crianças.
Mais um livro que quebrou o meu coração. Em muitos momentos tive vontade de chorar, em outros, risadas surgiram.Triste, emocionante e inesquecível!
comentários(0)comente



Silvestre 05/01/2019

Fascinante
Tocante! Depois de chorar por horas não consigo nem descrever o que senti por esse livro. Me fez rir, me fez refletir, me fez chorar. Sam me lembrou um pouco do Auggie (Extraordinário), um garoto novo (11 anos) mas muito inteligente, com boas reflexões e conclusões astutas! Hehehe

Sam tem leucemia, por duas vezes ele tentou tratamento mas quando a doença aparece pela terceira vez muitas dúvidas quanto ao possível tratamento aparecem. Medo, questionamentos a Deus e sonhos a realizar. Sem contar todas as outras pessoas envolvidas na história (os pais, a irmã, Sra Willis, e o grande amigo Felix). Tudo isso é abordado no livro, mas de uma forma tão leve e gostosa de ler que a vontade é de ler numa sentada (eu li em 5h).

Tudo começou quando a professora de Sam propõe que ele escreva sobre si. E daí ele resolve escrever um livro.

O livro é narrado em primeira pessoa, pelo próprio Sam. Escrita fácil e capítulos curtos, o que facilita a leitura.

A Culpa É das Estrelas ficou no chinelo com esse livro, só isso que tenho a dizer!

Vou ler e reler 1000x ainda!

LEIAM TAMBÉM!!!!!
comentários(0)comente



hanny.saraiva 18/12/2018

Muito melhor que A culpa é das estrelas
Com uma escrita leve, esse livro que fala sobre um menino com leucemia (em fase terminal) é de uma leveza e uma fofura que deixa o olho marejado.
comentários(0)comente



Adriana 06/12/2018

Apaixonante
Mesmo trite ( óbvio) mas tão lindo que vc se apaixona...
Que livro gostoso de ler
Impossível não se apaixonar
comentários(0)comente



Pedro.Morais 02/12/2018

Emocionante e Cativante.
Você só entende o sentido da vida quando ela está se esvaindo e dando lugar a perda.
Sam é um adolescente que foi diagnosticado com leucemia e a vida dele marcada no passado com rotina escolar, passeios e esporte, hoje o cenário que ele se encontra é cercado de médicos, quimioterapia, hospitais, morfina e dores nos ossos.
Graças a um encontro do acaso ele conhece Félix, um menino destemido que mesmo enfrentando a doença no estágio mais crítico levanta o astral de Sam e ambos se apoiam e desbravando uma possibilidade de enfrentar a doença de uma maneira mais positiva.
Com o incentivo da Senhora Willis , uma professora dedicada que dá aula para os garotos, ela desenvolve a dinâmica de escrever um livro. Sam narra em primeira pessoa o dia a dia e faz o leitor mergulhar e sentir os medos e as aventuras, porém logo na primeira página Sam já anuncia que "se você estiver lendo este livro saiba que eu já morri."
Sally Nichols trouxe um drama emotivo, com traços marcantes e uma mensagem que vai permanecer em seu coração pra sempre.
comentários(0)comente



Kaline.Santos 23/09/2018

Porque eu amei esse livro
Não é um livro normal de um garoto com leucemia, o qual todos os videntes leitores sabem o fim. É um livro que consegue transforma todas as coisas ruins em energia positiva. Todos temos um Sam dentro de nós, um garoto que 11 anos que já é maduro o suficiente, que descreveu todos os momentos trágicos da vida e quando você ler é a sua presença dentro do livro.
comentários(0)comente



Su 14/04/2018

...
comentários(0)comente



Kymhy 11/04/2018

Como Viver Eternamente - Sally Nicholls
Nosso personagem Sam sabe que irá morrer em breve. Porém ao invés de cair na melancolia, ele passa a escrever um diário onde registra todos os seus pensamentos e nos faz refletir sobre as questões da vida e da morte.

site: https://gatoletrado.com.br/site/resenha-como-viver-eternamente-sally-nicholls/
comentários(0)comente



Coisas de Mineira 15/02/2018

Preparem os lencinhos pois a resenha de hoje é de um dos livros mais emocionantes e marcantes da história, cheio de lições de vida e coragem que somente uma criança é capaz de mostrar. Mas não se engane as lágrimas não serão somente pelas tristezas e sim pela força e bravura de um personagem único.

Sam, é um garotinho de onze anos, leucêmico pela terceira vez e debilitado pelos tratamentos agressivos que enfrenta na tentativa da cura do câncer. Enquanto faz o tratamento ele tenta viver tudo que uma criança de sua idade deseja da melhor forma possível devido as limitações que a doença impõe, afinal seu corpo está debilitado, mas isso não afetou sua imaginação fértil ou sua curiosidade pelos "Livro dos Recordes".

Para que ele possa viver o mais normal possível sua mãe contratou uma professora particular para dar aulas a ele e a seu melhor amigo Felix, que também enfrenta um tipo diferente de câncer e não tem como frequentar a escola. Em uma dessas aulas a professora do Sam o desafia a escrever um livro sobre o que quiser e depois de muito analisar ele acaba escrevendo sobre si mesmo.

E é neste momento que história começa, contada em primeira pessoa, a autora vai relatando os dias bons e ruins que Sam enfrenta ao longo da história e como ele lida com as notícias boas e ruins que recebe dos médicos em relação ao progresso de sua doença.

Para mim essas as partes foram as mais difíceis do livro, pois mesmo quando o médico relatava algo bom, sempre tinha algo mais para deixar o leitor na expectativa da resposta da cura e fui percebendo no decorrer do livro que mesmo que desejemos que algo mágico aconteça nem sempre temos finais felizes.

E é assim que você vai lendo esse texto escrito pela Sally Nicholls em primeira pessoa na visão de um dos personagens mais marcante, inteligente e amável que eu já conheci e descobre por que essa autora conseguiu o destaque que tem com este livro, pois ela foi capaz de criar diálogos em que o leitor consegue se identificar com uma criança de onze anos, além da forma como ela aborda a doença na família do Sam com um diferencial de qualquer outro livro eu tenha lido com o mesmo tema, porque a dor e o sofrimento estão lá, mas também há a serenidade dos acontecimentos, a alegria dos sonhos realizados e a certeza que o nosso protagonista viveu um dia de cada vez.

Eu chorei bastante no decorrer da leitura, não por que o sofrimento do Sam era demais mas sim por todos os pontos felizes que ele teve, pelo amor que seus pais tentavam mostrar a ele, pela dificuldade de sua mãe em lidar com uma notícia que nenhuma mãe merece receber, pela difícil decisão de quando se deve ou não continuar o tratamento, pelo pai que prefere não falar sobre a doença e fingir que ela não existe, mas que dá o melhor para seu filho, pelos momentos divertidíssimos que o Felix cria para que o Sam consiga realizar seus desejos e fingir que tem seu nome no Guinness Book. Esses foram os momentos que me fizeram cair em prantos ao pensar em como aquilo tudo era injusto e quanto o Sam era forte e corajoso.

Eu queria mais momentos com ele, saber o que aconteceu com a sua família depois da última página, mas como tudo foi escrito na visão do Sam e como ele mesmo disse na primeira página “se você está lendo este livro é por que eu já morri” é muito difícil a autora escrever algo na visão de um outro personagem da.

Quotes

"Este é o meu livro, iniciado em 7 de janeiro e terminado em 12 de abril. É
uma coletânea de listas, histórias, fotos, perguntas e fatos. É também a minha história."

"Não me lembro por quanto tempo nós choramos juntos. Mas me lembro de que,
quando paramos, ela me deu um lencinho de papel, e eu enxuguei minhas lágrimas, e ela secou os olhos. Senti o quanto ela queria fazer tudo voltar ao normal, mas não tinha como."

Por: Leh Pimenta
Site: http://www.coisasdemineira.com/2015/05/livro-como-viver-eternamente-sally.html
comentários(0)comente



Jefferson 14/02/2018

Já de cara percebe-se que é uma história triste. É uma leitura rápida e agradável, pois o personagem principal é carismático e seu melhor amigo que o acompanha durante toda a história é inteligente e bem sarcástico. Mas por outro lado, em muitas passagens os diálogos não me convenceu de que se tratava de duas crianças. Fica óbvio que um adulto está escrevendo. A graça de personagens infantis ou de gêneros diferentes do autor, é esquecermos que tem uma pessoa "x" por trás desses personagens e imergimos as cegas na estória. concluindo, é um bom livro e seu ponto forte é nos colocar no lugar dos (principalmente dos pais) dos personagens. É uma boa pedida para uma noite calma e muito feliz, porque ler esse livro num estado emocional ruim, não vai ajudar em nada.
comentários(0)comente



AB 23/12/2017

“Meu nome é Sam, tenho onze anos, coleciono histórias e fatos fantásticos, tenho
leucemia, quando você estiver lendo isso provavelmente já estarei morto.”

Como viver eternamente é um livro simples e incrível, tem uma leitura leve que te cativa, conhecer Sam e acompanhá-lo ao decorrer do livro é uma experiência pela qual você precisa passar, vai por mim.

Eu já havia lido este livro a algum tempo atrás e recentemente acabei relendo, pela saudade que dá da simplicidade e leveza de Sam.

Sam tem 11 anos e tem leucemia, ele sabe que tem pouco tempo de vida, pois todos os tratamentos até então não funcionaram mais do que prolongar um pouco sua vida. Logo no começo do livro, Sam é incentivado a escrever um livro, o qual ele resolveu escrever em forma de diário, onde ele coloca suas tantas perguntas que ninguém sabe responder e então procura respondê-las e também coloca lá tudo o que ele queria fazer antes de morrer, seus sonhos.

Junto com ele, nessa missão de responder as perguntas de seu livro e realizar seus sonhos, está Felix seu melhor amigo que também sofre de câncer. Felix incentiva Sam a realizar todos os sonhos da sua lista, nada parece ser impossível, os dois nos mostram uma grande lição no decorrer do livro. Como a vida pode ser simples e prazerosa, mesmo estando doente e restando só um pouquinho dela.

Resumindo, sem enrolação e direto ao ponto (eu não gosto muito de resenhas enoooooormes e acredito que a maioria também não kkkk') o livro é lindo, uma história comovente e que nos inspira, vale a pena se jogar nessa leitura.

site: http://www.abobrinhacomchocolate.com.br/2016/01/como-viver-eternamente-resenha.html
comentários(0)comente



Renata 02/12/2017

Como Viver Eternamente - Sally Nicholls
Sam é um garoto de onze anos quase como qualquer outro – curioso e cheio de perguntas a serem respondidas. A única diferença é que ele foi diagnosticado com leucemia e por isso precisa de um acompanhamento médico, o que o impede de ir para a escola com os outros garotos, mas ao mesmo tempo, não o impede de viver.

Em uma atividade passada por sua professora particular, Sam começa uma espécie de diário pessoal, onde rascunha um pouco sobre a sua vida como um garoto de onze anos, sua experiência com a sua doença e todas as perguntas que ele gostaria que fossem respondidas. É ao longo dessa narrativa que vamos conhecendo um pouco mais sobre este personagem e podemos descobrir se é realmente possível viver eternamente.


A narrativa do livro é toda feita em primeira pessoa, do ponto de vista de Sam. Acompanhamos desde antes do inicio das anotações, até quando as mesmas terminam. O que mais me encantou nessa narrativa, foi a forma simples e delicada que a autora escreveu contar os fatos na visão de um garoto de onze anos. Do meu ponto de vista, não há o que criticar, porque é exatamente essa narrativa que faz este livro ser absolutamente encantador.

O enredo é o mais simples que vocês podem imaginar, mas é uma simplicidade que comove. Meu primeiro contato com esse livro foi através de outras resenhas, eu não sabia o que esperar desse sick-lit depois de já ter lido tantos parecidos, mas Sally Nicholls encontrou a sua própria forma de ganhar meu coração e me fazer chorar durante toda a leitura.


Ao contrário do que todo mundo pensa, este não é um daqueles sick-lits como A Culpa é das Estrelas. Não estamos falando de um romance, mas sim de um garoto de onze anos, pequeno para a sua idade, de cabelos castanhos que estão crescendo aos poucos que resolve contar, por si só, um pouco da sua vida. Se isso inclui a experiência com a leucemia? Com certeza, mas a beleza dessa história vai muito mais além de tratamentos médicos e hospitais.

Sam é de uma inocência que te emociona do primeiro capítulo ao último. Eu me conectei de tal forma com o personagem que conseguia visualizar com perfeição cada uma das cenas, como se fizesse parte dela. A sua simplicidade em ver as coisas que estavam a sua volta fazia o meu coração doer, e sinceramente? Esse livro foi uma das minhas leituras mais difíceis.

Por mais que o livro fosse narrado do ponto de vista do Sam, a sua narrativa era muito sincera, então eu conseguia visualizar com muita clareza os personagens secundários da história, principalmente a relação que os seus pais tinham com a doença dele. Não era uma situação fácil, e cada um deles tentava lidar da melhor maneira possível, o que me fez entender que cada pessoa tem a sua própria forma de lidar com a dor.

A amizade dele com Félix foi o que mais me tocou durante todo o livro. E eu confesso que é muito difícil escrever essa resenha sem ter vontade de chorar e sem dar nenhum spoiler da história. Mas, na simplicidade e limitações da amizade deles, acho que ambos encontram uma forma própria de passar pela doença sem se sentir realmente doentes. Pra mim isso foi ápice de lindeza dessa história.

Como Viver Eternamente foi a minha primeira experiência de leitura com a Sally Nicholls e eu não tenho palavras para descrever o quão maravilhada eu estou com a escrita dessa autora. Com a sua narrativa simples e com o seu enredo encantador, ela deu vida a um personagem que nos ensina muito mais do que só a vida de um garoto de onze anos, mas também nos mostra a apreciar nossos sonhos e a nossa vida.

Sei que muitos já estão saturados de sick-lit, mas se você ainda não colocou Como Viver Eternamente na estante, acho que deveria realmente dar mais uma chance a esse gênero literário e ler este livro em particular. É uma leitura que vai surpreender a todo
comentários(0)comente



Marceli 08/10/2017

Palavras eternas
Livro marcante, repleto de palavras sinceras que nos tocam para sempre... Exatamente como as pessoais especiais que já não habitam o nosso mundo visível, mas se fazem eternas pela essência que deixaram em nossas vidas.
comentários(0)comente



Esdras 08/08/2017

“Pode ser algo que morre ou pode ser algo que nasce. Depende do ângulo que se escolhe.”
Aqui conhecemos o Sam. Um garoto de 11 anos que tem Leucemia. Já faz um tempo que ele lida com a doença e o livro trata do seu dia a dia na luta contra a mesma.
Sam já não frequenta a escola. Tem aulas particulares em casa junto com seu amigo Felix.
A amizade dos dois é muito legal de acompanhar e proporciona momentos engraçados, mesmo em meio a esse clima de ‘tem algo muito errado por aqui’.

Sam resolve escrever um livro sobre sua vida. E nele inclui várias listas sobre coisas pra fazer antes de morrer, recordes a quebrar, pensamentos e melhores coisas que fez na vida. (O livro dispõe de pesquisas também, com fatos verídicos.)
Interessante analisar o que se passa na cabeça dele. Ele tem consciência da doença e sua gravidade, mas ao mesmo tempo não se sente como alguém incapaz. De modo que se questiona, junto ao amigo, o porquê de crianças portarem doenças desse tipo ou qualquer outra doença. Por que crianças? É Deus quem lhes dá doenças? Com qual propósito?
Contamos ainda com suas reflexões sobre morte, pra onde vamos, se a gente sente quando morre e coisas do tipo.

“ – É a minha vida. Não quero passar o resto dela tomando drogas horríveis...”

Essa leitura encanta e emociona por sua simplicidade e inocência. Sobretudo pela esperança que os personagens se negam a abandonar. Todos lutam, bravamente, da maneira que conseguem suportar.
É uma narrativa pesada no quesito sentimental.

A rotina do Sam torna-se mais e mais desgastante ao longo do desenvolvimento e isso ultrapassa o papel e atinge a gente em cheio e nos faz compartilhar tudo o que ele sente. É exaustivo. É triste.

“ – Pensei que seria amedrontador. Mas não era. Era apenas silencioso e vazio.”

A escrita da autora é muito envolvente. E excelente ao mesclar a seriedade da doença com a leveza e a magia do olhar de uma criança.
Sem dúvida, muito marcante. Amei.

Fernando Lafaiete 10/08/2017minha estante
Goste da resenha e como adoro livros assim; já está na lista de futuras leituras! Percebi que você mudou a estrutura da resenha, gostei bastante!! :)


Esdras 10/08/2017minha estante
Espero que goste, Fernando.
Obrigado.


Sangelo 31/03/2019minha estante
Já li esse livro emprestado, amei a história e o choro ficou entalado na garganta. Ótima recordação tive agora após ler sua resenha, obrigado por me relembrar o quão maravilhoso foi esse livro.




150 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |