O caso do Hotel Bertram

O caso do Hotel Bertram Agatha Christie
Agatha Christie




Resenhas - O Caso do Hotel Bertram


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Heder 19/12/2011

Na minha humilde opnião
Um livro que na minha opnião não condiz com a referência Agatha Christie.. não que seja ruim, mas é diferente.. há muitos fatos irrelevantes, sem a prsença indispensável de um detetive, mas o crime sim, muito bem escrito! Recomendo a quem já leu muitos livros dela, mas não pra alguém que está no início, pois pode se equivocar e perder a oportunidade de ler livros perfeitos..
Marina 01/11/2012minha estante
eu acabei de ler ele agora - realmente ela tem livros bem mais empolgantes que esse. E também só recomendaria para quem já fosse ''intimo'' dela. Mas eu gostei pelo caso ser interessante.


Heder 10/01/2013minha estante
que bom :D


Humb 29/04/2013minha estante
Concordo com sua opinião.
O livro tem detalhes irrelevantes. A Miss Marple também não teve participação central na história.
Acho que o livro poderia ser bem mais desenvolvido, pois a trama era muito boa.




Karla 14/01/2013

A história é um pouco fraca, não há fatos impressionantes que prendam a curiosidade do leitor (como nas histórias do Poirot, por exemplo) e o desfecho é muito insatisfatório, mas em se tratando de Agatha Christie sempre vale a pena ler.
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NATI 17/01/2010

Lançado em 1965, "O Caso do Hotel Bertram" faz parte do rol de mistérios desvendados pela maravilhosa Miss Marple. Como presente, a querida senhora ganha de seu sobrinho uma estada em um dos hotéis mais caros de Londres. Embora seja, aparentemente, um hotel de luxo que ainda conserva resquícios da belle époque inglesa, ao longo do livro Agatha confirma o ditado de que "nem tudo é o que parece". Auxiliando o inspetor-chefe Davy, da Scotland Yard, Miss Marple desvenda um brilhante esquema de assaltos a bancos e trens ingleses.

Entretanto, como é do feitio da "Rainha do crime", o livro tem muito mais a oferecer a seus leitores do que um mero enigma policial. Por meio de seus personagens, Agatha nos leva a refletir (mais uma vez) sobre o terrível papel do dinheiro, motivador de tantos crimes. Além disso, o livro é toda uma reflexão sobre a passagem do tempo e sobre as mudanças que tal passagem acarreta. Ambientado no pós-guerra, a obra tenta apresentar um pouco do lado da antiga geração, a qual tem de viver numa era moderna, estando apegada às memórias do passado.

Além dos roubos, há um assassinato na história, o que complica mais a vida de Miss Marple. Apesar disso, não é uma das melhores obras de Agatha Christie e, embora a identidade do assassino seja surpreendente, a identidade do cérebro por trás dos assaltos é facilmente desvendada.
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Douglas 26/08/2016

Elis Regina já havia avisado que o novo sempre vem

"Vir aqui é como retornar a um passado distante. Parece que nada mudou".

Um hotel localizado em Londres em meados do século XX é o palco do décimo romance da série protagonizada pela detetive amadora Miss Marple, escrita pela Agatha Christie. Estilizado como uma lembrança do passado em uma sociedade em profundo dinamismo, no auge da Guerra Fria, o Hotel Bertram é frequentado, majoritariamente, por pessoas idosas, que descrevem o local como uma personificação das eras eduardiana (1901-1910) e vitoriana (1837-1901).

Nossa heróina, que neste caso atua mais como coadjuvante e conselheira, é Jane Marple, uma simpática e carismática senhora de setenta e poucos anos que se hospeda por lazer no Bertram por uma semana. A estadia no hotel havia sido presente de uma de suas sobrinhas. O principal incentivo de Miss Marple para escolher esse hotel foi para relembrar a última vez em que esteve ali, quando tinha catorze anos de idade.

O caso referenciado no título não seria um único caso per se. O leitor é apresentado a uma ampla gama de personagens e fatos que não possuiriam conexão aparente entre si, apesar de disporem de vínculo, em algum grau, com o elegante Hotel Bertram. Além de Miss Marple, compõem a narrativa uma mulher aventureira de meia-idade chamada Bess Sedgwick; o gerente do hotel, Sr. Humfries; a recepcionista do hotel, Srta. Gorringe; a jovem rica Elvira Blake e seu tutor legal, o coronel Luscombe; o porteiro, Micky Gorman; o jovem piloto de automóvel, Ladislaus Malinowski; o esquecido cônego Pennyfather; e o mordomo Henry. Além dos mistérios presentes na obra, as próprias personagens e suas respectivas motivações constituem peças suplementares nesse quebra-cabeça.

Paralelamente, em uma reunião da Scotland Yard (o departamento policial responsável pela região metropolitana de Londres), tomamos ciência de uma série de roubos em grande escala intelectualmente planejados que vêm ocorrendo, bem como somos apresentados ao “Pai”, apelido dado ao inspetor-chefe Fred Davy da polícia londrina, que possui papel de protagonismo na trama.

A problemática do romance é introduzida por meio do desaparecimento, em circunstâncias misteriosas, do cônego Pennyfather, o que transporta o “Pai” ao núcleo do Hotel Bertram e às personagens e suas agendas secretas.

O romance teria como pano de fundo a nostalgia a épocas e acontecimentos há muito findados e a relutância humana em se adaptar e aceitar o presente. O conflito velho versus novo é constante. Ainda no primeiro ato do texto, o jovem piloto Malinowski adentra o hotel composto essencialmente por pessoas idosas e, nesse instante, é como se houvesse uma ruptura tácita do status quo, descrito por Christie da seguinte forma “sua vitalidade era tanta que, em comparação, o Bertram parecia um museu. As pessoas eram relíquias empoeiradas de outra era”. A sempre sorridente recepcionista não lhe acolheu com um sorriso. A partir de então, delineiam-se ações que culminam com o desaparecimento do cônego Pennyfather.

Em momento catártico, Miss Marple pondera, brilhantemente, o seguinte: “Estar aqui é como voltar ao passado… àquela parte do passado que amamos e aproveitamos. Mas, claro, não era nada disso. Aprendi que nunca podemos voltar atrás, que não devemos nem tentar. Que a essência da vida é seguir adiante. A vida, na verdade, é uma rua de mão única, não?”.

site: https://conversaunilateral.wordpress.com/
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ricardo_22 19/05/2011

Resenha (OverShock) - O Caso do Hotel Bertram
O caso do hotel Bertram, Agatha Christie, 2ª edição, Rio de Janeiro: Edição Best Bolso, 2010, 198 páginas

Mais um livro de Agatha Christie, autora de talento indiscutível, e que mais uma vez surpreende e agrada aos leitores. O caso do hotel Bertram, lançado originalmente em 1965 é um dos 12 livros onde nos deparamos com a simpática e amadora detetive Jane Marple, que depois de muito tempo, ganha de seu sobrinho uma estadia e volta ao luxoso hotel Bertram para passar 15 dias, sem esperar do que estava por vir.

Bertram é um hotel famoso, inaugurado no século XIX, e que é frequentado por muitas pessoas que querem conforto, já que os serviços são esplêndidos "Assim era o Bertram, frequentado, anos a fio, pelos mais altos escalões do clero, por aristocratas idosas vindas do campo e moças a caminho de casa, onde passariam as férias de suas dipendiosas escolas particulares só para mulheres" (pág. 7). Nesse estadia de Miss Marple, ela começa a observar coisas estranhas, e que a ajuda mais tarde na hora de desvendar o crime.

O diferencial deste livro, é que o crime não acontece no começo da narrativa - narrativa essa que é fácil e empolgante - e o primeiro fato interessante, é o desaparecimento de um clérigo muito distraído. Quando isso acontece, entra em cena o inspetor chefe Davy, que acaba tendo maior participação do que a própria Miss Marple. Mais tarde, em uma noite de forte nevoeiro, a jovem Elvira, herdeira de uma grande fortuna e filha de Bess Sedgwick, uma mulher famosa por seus 'problemas', sofre uma tentativa de morte, e o porteiro do hotel Bertram tenta salva-la e é morta no lugar da jovem. O que gostei, é que pelo fato do crime acontecer na parte final, o desfecho é rápido.

Por ser a primeira obra de Miss Marple, e uma das últimas obras da escritora que leio, ainda sou fã do ínicio da carreira de Christie e claro, de Hercule Poirot, principalmente por que se o leitor estiver atento às descrisões dada no ínicio do livro, já podemos descobrir quem é o assassino. "-Quem ficará com o dinheiro se eu morrer? / -O seu parente mais próximo" (pág. 74), mas não posso dizer que é livro ruim, mesmo que no final, uma morte possa deixar muitos leitores irritados.

Leia também em http://overshock.blogspot.com/2011/04/resenhas-20-o-caso-o-hotel-bertram.html

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Selma 17/04/2011

Um vir a ser
Neste livro, Agatha Christie prima, como sempre, por descrições detalhadas do cenário em que desenrola a ação.
Poderia ter feito o mesmo com os personagens e explorado mais a complexidade humana. O desfecho, portanto, deixa a desejar e deveria ter sido mais surpreendente.
Ainda prefiro Hercule Poirot a Miss Marple...
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Cissa Domingues 12/05/2012

Primeiramente tenho que deixar claro que amo a escrita da Agatha Christie, assim como seus livros. É um dos poucos livros de assassinato que eu realmente quero e tento saber quem é o culpado. Então eu me assustei com O caso do hotel Bertram. Todos os livros que eu li antes da Agatha Christie eram sobre histórias do Poirot, porém o caso do hotel Bertram conta uma aventura de Miss Marple. Esse foi o maior fato que me fez comprar o livro, pois queria ter uma opinião sobre a Miss Marple. Foi decepcionante. Estou acostumada com as grandes aventuras de Poirot, onde é ele que desenrola totalmente o mistério. Nesse livro, Miss Marple tem uma participação meio que secundária. Ela ajuda, sim, porém quem desvenda a maior parte do mistério é o inspetor-chefe Davy. Penso que deveria ter uma participação maior da Miss Marple. Sei que nesse livro ela já está idosa e não poderia fazer muita coisa, mas mesmo não tendo condições, Poirot sempre foi o “cabeça” de seus livros. Outro fato negativo do livro foi o final, deveria ser mais bem bolado. Como fiquei na dúvida se a Miss Marple é, digamos, “fraca”, ou a culpa de seu afastamento na história é por causa de sua idade, pretendo comprar outro livro que conta uma aventura da mesma para tirar essa dúvida e conto o resultado para vocês. Recomendo totalmente os livros da Agatha Christie, mas não poderei dizer o mesmo para O caso do hotel Bertram.
Samuel 29/12/2012minha estante
Tenho a mesma opinião que vc desse livro, mas eu dou 4 estrelas. Axo que a Miss Marple deveria ter participado mais dessa história,ela ficou como coadjuvante né rs




Leticia 20/08/2017

Esse foi o único livro que não gostei de Agatha. E olha que li quase todos dela. A conclusão foi bem capenga e até hoje me incomoda o fato de ninguém ter visto o atirador em frente ao hotel.
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-Davi- 12/10/2015

Um leitura "diferente" de Agatha Christie
"O Caso do Hotel Bertram" é o segundo livro que eu leio da Rainha do Crime, Agatha Christie, o primeiro foi "O Misterioso Caso de Styles" que também é conhecido como a primeira aventura do famoso detetive Hercule Poirot.
Deste segundo livro faz parte a personagem Miss Marple que também aparece em outros livros da escritora, uma velha e simpática senhora que está atenta a tudo que acontece a sua volta e tem um forte faro de detetive, o que acaba ajudando na resolução do caso em questão que envolve o luxuoso e misterioso Hotel Bertram e seus hóspedes.
A trama é instigante e tem uma resolução interessante, assim como o primeiro livro que eu li, mas o mais curioso é a forma como o livro é escrito e posso dizer que parece uma outra pessoa que o escreve, não que esse seja uma fato depreciativo, mas curioso. Aqui o livro é repleto de uma série detalhes que poderiam ser excluídos deixando assim a leitura mais fluída, porém são esses mesmos detalhes que dão vida ao livro, criando uma atmosfera única.
Vale a pena a leitura!
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Humb 13/04/2013

Esperava mais
Peguei o livro na biblioteca antes de ler várias resenhas aqui no Skoob e achei estranho várias leitores não terem gostado muito do livro. Quando conclui a leitura entendi o porquê.

"O caso do Hotel Bertram" é um caso de Miss Marple, ou deveria ser, já que a velha senhora ficou ofuscada a maior parte do livro. O protagonista mesmo era o inspetor-chefe.

O enredo é muito bom. Um hotel restaurado após a gerra, hóspedes peculiares, assaltos a trens e bancos, uma jovem herdeira de uma fortuna. O modo como todas essas coisas estavam intimamente ligados prendeu tanto minha atenção que li o livro em um dia.

Então, por que apenas três estrelas?

Infelizmente, o final ficou muito corrido. Várias pontas ficaram soltas ou concluídas abruptamente. "O caso do Hotel Bertram" tinha tudo para ser um livro excelente e até mais desenvolvido, com umas 400 páginas. Agatha Cristie criou um enredo intrincado, mas, por algum motivo, concluiu o livro depressa demais.

Ainda assim, recomendo.
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Nathalia.Danielle 30/07/2015

Surpreendente mas maçante
Primeiramente, terei o máximo de cuidado para não revelar nenhum mistério a ser resolvido nessa trama. A história gira em torno de um Hotel aparentemente descente e acima de qualquer suspeita de Londres, enquanto todos acionam o botam da modernização, o Bertram tenta deixar toda áurea e conforto da Era Eduardiana.
Há vários pontos interessantes nesse livro, um dos quais mais me chamou atenção é que não se prende a um único mistério, temos aí 3 envolvimentos para serem desvendados que, a princípio, não tem nexo um com o outro:

Um desaparecimento de um velhinho caduco;
Um assalto a um trem
Um assassinato

As coisas vão ficando mais intrigantes e porque não dizer intrínsecas ao correr das páginas, Miss Marple, uma velhinha muito simpática e curiosa a respeito da vida alheia, se mostra de grande valia para o inspetor-chefe, responsável pelos casos, ela fornece algumas pistas para o mesmo e para nós leitores de modo muito sutil, assim mal percebemos quando o inspetor faz todas as ligações (aliás eu não resolvi o caso, porém, meu amigo disse que foi o primeiro livro em que ele desvendou o mistério, grande abraço pra Dudu que inclusive, me deu o livro). A senhorinha se mostra experiente em fazer ligações e não confiar demais em coincidências.

Algumas frases são profundas e eu fiz questão de marcar no livro, tais como:
"Quanto mais as coisas mudam, mais continuam a mesma"
"...Acho aliás, que já sabia disso antes - que não se pode nunca volta atrás, que não se deve tentar voltar atrás... Que a essência da vida é andar pra frente. A vida é na realidade uma rua de mão única, não é?"
"...Além disso, ela é bonita, a senhora sabe.
- É verdade - concordou Miss Marple - Os filhos de Lúcifer quase sempre são belos. E, como sabemos, florescem como o loureiro verdejante."


O que me fez tirar pontos do livro foi a extrema DEMORA pra ir direto ao assunto (talvez teria tirado 1 ponto, porém, o final me deixou de queixo caído, então...), sei que livros de Suspense são assim mesmo, ainda mais casos policiais, as coisas demoram para se revelar, mas esse livro lhe testa a paciência (tanto que desisti de lê-lo umas três vezes)

Exemplo disso é a TOTAL FALTA DE NECESSIDADE nesse parágrafo do livro (um entre vários):

"...De repente, a velocidade diminuiu, os freios agiram. As rodas gritaram ao agarrarem-se aos trilhos. A velocidade foi diminuindo... diminuindo... O guarda enfiou a cabeça pela janela, observou o sinal vermelho à frente, e o trem afinal parou. Alguns dos passageiros acordaram. A maioria continuou dormindo..."
(Séeeerio que esse parágrafo era necessário? Tá de brincadeira né?)

Porém, não pensem que é um livro em particular que ela faz isso, é característico dela, afinal, nem tudo é perfeito né?

site: http://prisma-literario.blogspot.com.br/
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Patrick 22/12/2012

As surpresas de Agatha Christie
Livros da Agatha Christie sempre me deixam abismados sobre como podemos ser surpreendidos pelas pessoas.
Na trama com Miss Marple ela prova que aquilo que é perfeito é completamente absurdo e fonte de diversas suspeitas, assim como a personagem Henry, maitrê do Hotel Bertram, o homem que serve que é uma beleza. Ainda mostra que os costumes devem passar.
Falando sobre o ambiente do hotel, se trata de um local que revive tempos eduardinos, onde velhas senhoras podem sempre habitar por um preço mais baixo, para fazer parte do cenário, figurantes de toda a ação.
Partes importantes para entender o livro são as pequenas confusões que as pessoas fazem dentro deste luxuoso Hotel.
O caso do Hotel Bertram se trata de um título excepcional da Rainha do Crime.
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Vítor 28/05/2010

O Caso do Hotel Bertram
O Bertram é um respeitado hotel. Ali hospedam importantes pessoas, entre elas está Miss Marple, uma simpática senhora, que com o movimento de hospedes estranhos começa a observá-los.

Um desparecimento misterioso de um clérico que envolvia pessoas importantes, virando caso de polícia e estes que pediram auxílio de Miss Marple. Juntos, eles conseguiram investigar, encontrar pistas, e chegar a uma resposta. Para solucionar esse mistério, o livro consegue nos levar à algumas hipóteses para o verdadeiro criminoso.

Miss Marple e a polícia vão até a principal suspeita, Bess, e também chegar a uma solução para morte do porteirto que tentou ajudar a filha de Bess, Elvira. A aventureira Bess por fim confessa tudo, e se suicida, deixando uma dúvida: denunciar a sua filha, Elvira, quem desde do início da hitória era considerada calma, por matar o porteiro devido a chantagens feito a ela. O livro deixa assim um fim vago para que o leitor interprete o destino de Elvira.


Para quem gosta de livros policiais, não pode dixar de ler este, e poder também desvendar "O Caso do Hotel Bertram".
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Te 13/07/2010

Gostei muito, apesar de não ter envolvido diretamente nossa querida Miss Marple, e sim o inspetor chefe Davy, e muito bom. A narrativa é envolvente e nos prende de forma intensa para conhecer o seu final.
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Nat 18/10/2017

O Caso do Hotel Bertram - um livro feito para a Miss Marple aproveitar a velhice
O hotel Bertram é um lugar adorado pelos idosos porque presa tudo de bom que “existia antigamente”: comidas, funcionários, ambiente – como se Londres tivesse parado no tempo! E Miss Marple foi, feliz, tirar uns dias de férias nele.
Claro, como não poderia deixar de ser, alguém morre! E Jane conduz uma investigação paralela a da polícia para descobrir o que houve.
Muitos personagens são apresentados nessa história, mas nenhum de grande repercussão. As que mais se destacam são duas adolescentes meio maluquinhas que estão, indiretamente, relacionadas com o caso.
O destaque desse livro, para mim é, a ambientação, o hotel e o que ele representa sendo uma fachada (e deixa eu não dar mais spoilers). Afinal, é uma história antiga e, ainda assim, o que acontece no hotel é super atual.
Esse livro também é conhecido como A Mulher Diabólica, mas acho que esse título pode induzir a algum tipo de spoiler, conforme você avança na leitura.
Não entrou para os livros favoritos da Agatha, achei o final muito corrido e as respostas são jogadas sem muito aprofundamento. Ainda assim, vale a leitura pela diversão!

site: https://www.youtube.com/c/PilhadeLeituradaNat
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