O Vermelho e o Negro

O Vermelho e o Negro Stendhal




Resenhas - O Vermelho e o Negro


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fhdesouza 20/01/2009

Magistral, clássico
Este livro demonstra o que é, realmente, um CLÀSSICO. Erótico, pertubador, incisivo, o autor nos guia pelos abismos da sociedade francesa. Não dá para largar. É uma pena quando acaba.
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Lari 03/12/2013

É uma história muito interessante, a começar pelo título, que supostamente demonstra a o conflito do protagonista entre o amor (ou o exército?) e a batina que usa. Um romance realista que tem também valor histórico. Apesar disso tudo, levei uns 4 meses pra ler, porque entre outros compromissos, acabei me entediando com a sequência de acontecimentos, que demoram pra se desenrolar, além de não saber muita coisa sobre a situação da França na época.
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LER ETERNO PRAZER 30/06/2019

Com esse livro, publicado em 1830, oescritor Henri Beyle, que escreve com pseudonimo de Sthendal, marca o início do Realismo na literatura francesa, deixando de lado toda a tradição romântica.O Vermelho e o Negro não é uma leitura que possa definir como fácil e superficial. É uma leitura densa, forte, diria até um pouco pesada em muitos pontos, porém, a cada capítulo, prende mais o leitor no emaranhado das relações de Julien Sorel que termina condenado pela mesma sociedade que tanto desprezou e cobiçou.
Julien Sorel. Jovem, ambicioso, autêntico em seus desejos, extremamente sedutor, traiçoeiro em suas ações, porém honesto em suas verdades,  ele é sarcástico, arrogante, mas também se deixa levar por paixões, vive o céu e o inferno ao longo das 489 páginas do romance.* Ao longo dos capítulos sofremos por Julien, torcemos por ele, amamos e odiamos sua figura ao mesmo tempo. Anti-herói por excelência, não é de todo mau, contudo seguramente nada tem de bondade.
Julien Sorel nosso protagonista, é um jovem, ambicioso, autêntico em seus desejos, extremamente sedutor, meio traiçoeiro em suas ações, porém honesto em suas verdades, é sarcástico, arrogante, mas também se deixa levar por paixões, vive o céu e o inferno ao longo das 489 páginas do romance. Ao longo dos capítulos sofremos por e com Julien, torcemos por ele, admiramos e odiamos sua figura ao mesmo tempo.Podemos afirmar que nosso personagem é um anti-herói por excelência, não é de todo mau, contudo seguramente nada tem de bondade. Capaz de muitas coisas que podemos, não considerar corretas. Em O vermelho e o negro, observamos que Stendhal usa-o como pano de fundo para descrever e tecer críticas a sociedade
parisiense no período que que sucede a Revolução Francesa,
acompanhamos e nos envolvemos com os dramas e alegrias de um personagem no qual nenhum gesto ou palavra é gratuita.
O vermelho é o negro e uma obra para se ver com calma e concentração. Demorei para concluir sua leitura mas foi muito gratificante!
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Isidio 15/03/2014

Preciso ler de novo.
É um livro que li há muito tempo, e gostaria de ler novamente. Trata-se da luta dos operários nas minas de carvão. Etiene, nunca me esqueci desse nome, é o personagem principal da história.
Fendrich 31/07/2015minha estante
Acho que não é esse livro, hein? =)




Esther 24/01/2012

O VERMELHO E O NEGRO
Baseado em fatos reais, O Vermelho e o Negro é uma crítica contundente e primorosamente romanceada à sociedade francesa do período da Restauração — aquele que sucedeu o triunfo da Revolução Francesa —, principalmente à sociedade parisiense. O jovem Julien Sorel, personagem principal desse livro, é um rapaz de origem simples, que se sente incompreendido entre os seus e aspira ser padre, por acreditar tratar-se de um bom caminho para a ascensão social, sua mais aguda necessidade. Nessa busca, chegará também a usar a farda do exército, uma outra alta posição social para quem tem sua origem e secretamente experimenta verdadeiro fascínio pela figura de Napoleão e seu exército, o que obviamente não era nada bem quisto na época. De inteligência brilhante e ainda muito jovem, Julien surpreende especialmente pelo seu incrível domínio do latim e excelente memória, tendo decorado a Bíblia — e em latim! Com esse perfil e uma desmedida ambição, Julien começa a galgar os degraus da sociedade com facilidade. Porém, se por um lado nosso herói é tão inteligente, prima pela retórica e pela astúcia ao driblar suas dificuldades na busca por seus muito bem determinados objetivos, por outro é atropelado por suas paixões e vive duas grandes aventuras amorosas, repletas de escândalos e tragédias. Terá de arcar com as consequências de cada uma de suas atitudes, sem nenhuma comiseração da sociedade que tanto almejava quanto odiava. A origem do nome da obra é um tanto polêmica: para alguns, o vermelho faz referência à farda que o personagem usou, cheio de orgulho, e o negro refere-se à cor de sua batina. Porém, há os que ligam vermelho a paixão e negro a morte, dois fortíssimos elementos da trama. Com essa obra, publicada em 1830, o autor Henri Beyle, mais conhecido como Sthendal, marca o início do Realismo na literatura francesa, deixando de lado toda a tradição romântica. A complexidade psicológica de seus personagens, a riqueza com que são abordados os sentimentos humanos, as lúcidas críticas sociais e o brilhante desenvolvimento narrativo fazem desse romance, além de um marco na literatura de todos os tempos, um clássico imperdível para o leitor que anseia por qualidade.
Paulo 19/05/2012minha estante
Não é baseado em fatos reais. um evento ocorrido na igreja deu a ideia de Stendhal utilizá-la em um romance (em uma cena) e não na obra por completa. Stendhal o leu em um jornal simplesmente, o restante do romance não tem a ver com este fato real por si só.




Bruna 13/02/2014

Um personagem em carne e osso
Para mim, esse é um personagem completo... sujeito a falhas, não é de caráter excessivamente ruim, nem excessivamente bondoso...está nos moldes humanos, e é exatamente essa a definição de Julien Sorel, que junto com Pip (Grandes Esperanças), representa personagens, acima de tudo, humanos.
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bells 10/11/2016

Amei a verdade... Onde Ela está? Por toda parte a hipocrisia, ou pelo menos o charlatanismo, mesmo entre os mais virtuosos, mesmo entre os maiores.
Le Rouge et le Noir
Didi 06/12/2016minha estante
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Shirlei 29/10/2014

O vermelho e o negro
Perdido no interior da França, o filho de um comerciante de madeira nutre sonhos de grandeza heroica, sem se dar conta de que ficaram para trás os tempos em que um jovem tenente de artilharia podia tornar-se cabeça de um Império. Este livro é a narrativa desse desencontro histórico, em suas menores reverberações. No rescaldo da derrota de Napoleão, as carreiras são tortuosas e os amores são difíceis. Para chegar a Paris, Julien Sorel passará por um seminário de província, aceitará um posto subalterno junto a uma grande família e será amante de duas mulheres únicas e díspares.
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Cris 26/11/2018

Não é porque é um clássico que eu tenho que gostar...
“Tal é o efeito da graça perfeita, quando é natural ao caráter e, sobretudo, quando a pessoa que ela ornamenta nem imagina possuí-la.” Pág. 36

O livro se passa na França no século XIX e conta a história de Julien Sorel. No início do livro, Julien era um humilde filho de carpinteiro, que dedicava seus dias à leitura e aos estudos e sonhava em ascender socialmente.

Sua família (seu pai e irmãos) o desprezava por ele se portar diferente do resto da família. Nesta época, as carreiras de maior destaque na sociedade era a carreira militar e a religiosa.

E Julien, acaba seguindo a carreira religiosa. Por ter bons conhecimentos de latim, acaba sendo contratado por uma família nobre para ensinar os filhos desta família rica.

O livro nos ambienta bem na sociedade da época pós-napoleônica na França, e eu acredito que eu teria aproveitado mais o contexto se eu estivesse mais familiarizada com este importante período histórico.
A história traz muita crítica à sociedade da época, especialmente à burguesia e à Igreja.

Mas eu devo confessar que eu achei o livro muito chato. O protagonista e demais personagens são um porre. Não consegui sentir empatia por ninguém. Os interesses amorosos que surgem na história são tão confusos que não me emocionaram e nem me fizeram torcer por eles. E os diálogos também são muito monótonos.

Enfim, não gostei do livro. Ele tem mais de 500 páginas, mas a impressão que eu tinha era de que eu não ia acabar nunca de ler, e parece que pouca coisa acontece nessas 500 páginas.

O final do livro foi bem imprevisível para mim, mas eu achei a maior parte da história sem graça.

“Os salões da aristocracia valem pelo prazer de citá-los depois que se sai deles, mas isso é tudo; a cortesia em si não tem valor próprio senão nos primeiros dias, constatava Julien; depois do primeiro encanto, o primeiro espanto.” Pág. 327



site: https://www.instagram.com/li_numlivro/
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Leituras do Sam 18/07/2017

É um clássico no melhor sentido da palavra, mas além de disso, é um belíssimo livro clássico.
Com uma escrita singular Stendhal nos transporta não só para a sociedade francesa do século XIX, mas também para a mente do jovem camponês Julien Sorel.
Sorel é pobre, mas ambicioso e sonha em se tornar soldado do exército, pois acredita que é a única forma de ascender socialmente (vermelho), mas os caminhos que acaba traçando o levam a viver como um jovem seminarista (negro) e assim a religião torna-se a sua escada para a alta sociedade francesa.
Astuto, dissimulado, inteligente e frio, porém não menos encantador, delicado e capaz de despertar paixões, o lindo jovem conquista o apoio de muitas figuras importantes.
Usando de todos os artifícios para conquistar o amor de mulheres da aristocracia francesa, Julien termina por assinar o seu fim, já esperado pelos leitores, mas que o autor narra com tamanha veracidade e emoção que só nos resta ao fim da leitura aplaudir e agradecer por ao longo de mais de 500 páginas termos acompanhado o desprezo, o nojo e a desfassatez com que Julien luta para sair de uma classe social subalternizada e adentrar na hipocrisia da alta sociedade.
Em todo o tempo Stendhal crítica a sociedade, a religião, políticos e o exército da época, o que torna o livro tão delicioso de ler.


@leiturasdosamm
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Joyce 23/10/2016

O livro é muito bom, porém o final pode não agradar algumas pessoas, mas lembre-se ao ler este livro: ele foi escrito no século XIX, quando as coisas eram bem diferentes de hoje.
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joedson 19/12/2010

O VERMELHO E O NEGRO

se não se bate o pé
tanta cor dita a moda
se não vive o que se é
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Isotilia 23/05/2013

Não sei o que pensar
Este é um daqueles livros que eu preciso digerir depois de ler. Ainda vou pensar na história por muito tempo e tirar diferentes conclusões. Fiquei profundamente identificada com Julien Sorel.
A única certeza é ser uma obra surpreendente. Ele não é um romance psicológico, mas a descrição breve dos personagens é suficiente para entendermos suas limitações, seus preconceitos e suas ambições. Obra de um gênio da comunicação. Além disso a história é rápida e envolvente.
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Daiana 07/01/2013

Ótimo livro! Recomendo!
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