Amor de Capitu

Amor de Capitu Fernando Sabino




Resenhas - Amor de Capitu


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Amanda 05/11/2019

A teoria homossexual de Dom Casmurro
A traição de Capitu é um dos mistérios mais intrigantes da literatura brasileira, uma dúvida que paira por séculos. Por um lado, é interessante analisar o mistério da traição de forma imparcial, em 3ª pessoa, sem o vitimismo do protagonista que tenta provar, a todo custo, que foi traído pela amada. Todavia, eu achei também emocionante acompanhar a história pelo olhar alucinado de Dom Casmurro, a mente de um homem afundado em ciúmes e desconfianças. O delírio do narrador, na obra machadiana, prende o leitor à trama, pois este acaba acreditando nas palavras de Bentinho e na sua obsessão. De forma geral, em comparação a Dom Casmurro, o Amor de Capitu traz, de fato, uma leitura mais leve e moderna, devido, principalmente, por se tratar de uma obra escrita recentemente.
Durante toda a narrativa de Amor de Capitu, são apresentados pontos que provam a traição e ao mesmo tempo pontos que provam a fidelidade da esposa. O narrador mostra Capitu como dissimulada e ardilosa, sempre misteriosa. Também descreve a melancolia da jovem e o olhar apaixonado que ela lançou a Escobar, morto. Nessa hora foi que Bentinho teve certeza que Capitu havia o traído e que Ezequiel era filho de seu amigo, por isso, para Bento, justifica-se tamanhas semelhanças no comportamento entre seu filho e Escobar. Entretanto, a história também mostra que, desde muito pequeno, Ezequiel gostava de imitar os modos e gestos de Escobar, pois este e seu pai eram muito amigos e, assim, havia uma convivência quase que diária entre as famílias. Isso é um ponto que prova a inocência de Capitu, pois seu filho é parecido com Escobar apenas devido à influência da convivência com ele.
Mesmo de uma perspectiva diferente da história de Bento e Capitu, eu ainda não consigo afirmar se a esposa traiu de fato o marido. Acredito que é exatamente esse questionamento que fez dessa história de romance e traição um marco da literatura nacional. Passar-se-ão décadas, diversas versões serão escritas, e ninguém provará, irrefutavelmente, se Capitu traiu ou não. Essa é a graça da obra-prima machadiana e, garanto, que esse foi o objetivo de Machado.
Outras teorias conspiratórias fluíram à minha mente quando me questionava sobre o livro. E se quem traiu foi Bentinho? Em uma das cenas do livro Dom Casmurro, em que se passa no seminário, quando Bento conhece Escobar, Bentinho diz consigo mesmo: “(...) mas, como as portas não tinham chaves nem fechaduras, bastava empurrá-las, e Escobar empurrou-as e entrou. Cá o achei dentro, cá ficou, até que...” e assim termina o capítulo. Essa finalização do capítulo deixa a dúvida do que aconteceu no quarto entre os dois. Além disso, em diversos trechos, Bento descreve com um certo tom de deslumbramento os olhos claros e o jeito tímido de Escobar.
E se Bentinho passou a vida inteira apaixonado por seu melhor amigo e por isso enxergava-o em todos os lugares, inclusive em seu filho, Ezequiel? E se o ciúmes obsessivo que Dom Casmurro sentia fosse por Escobar e não por Capitu? E se Bentinho, ao abandonar a esposa e o filho na Suíça, o fez por querer viver o luto, pois o amor de sua vida havia morrido? E se Bentinho fosse de fato, então, homossexual, e quis se livrar do peso de ter tido um romance com Escobar na adolescência e por isso inventou a traição de Capitu, para sensibilizar os leitores e reconfortar-se?
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Loren 09/10/2018

de tirar o fôlego.
?Os olhos fitavam-se e desfitavam-se, e depois de vagar por perto, tornavam a meter-se uns pelos outros...Futuro padre, ali estava ele diante dela como de um altar. As mãos unidas faziam das duas criaturas uma só, e os olhos continuavam a dizer coisas infinitas, mas as palavras nem tentavam sair da boca, tornavam ao coração como vinham...?


não vou mentir que não tive que empurrar a leitura, algumas partes me eram desinteressantes como as que falavam da vocação eclesiástica. Mas tirando estas míseras páginas, a leitura foi encantadora, aquele verso que te segura a respiração até terminar de lê-lo, os olhos correm pelas páginas só para ver como termina o verso. Muito muito lindo!
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Cabine de Leitura 07/02/2018

Este é o primeiro livro do meu primeiro desafio literário. Falei desse desafio aqui e vocês não imaginam a minha alegria de ter consegui concluir o primeiro mês.

A meta do Desafio 12 Meses Literário 2018 de janeiro era literatura nacional e eu apaixonada por uma certa mulher com os olhos de ressaca, escolhi uma releitura do clássico de Machado de Assis.



A antiga rua Matacavalos serve de cenário para a amizade de Bento Santiago e Maria Capitolina, os eternos Dom Casmurro e Capitu.

Bentinho vive em um casarão com sua mãe, Dona Glória, Prima Justina, Tio Cosme e José dias, que foi agregado a família Santiago pelo falecido pai do rapazote. E na casa ao lado viviam Pádua e a filha.

Dona Glória a muito fizera uma promessa, onde prometia que se este filho "vingasse" o enviaria para o seminário, seria ordenado padre. Mas com receio de ficar longe do garoto a mulher vai adiando o inevitável.

Sem alternativa o nosso Casmurro vai pro seminário e sofre com a saudade de sua amanda Capitu, que o prometeu esperar para se casar com ele, quando conseguisse se livrar da bendita promessa da mãe.

No colégio Bento conhece Ezequiel de Sousa Escobar, outro que também não tinha vocação alguma para carreira eclesiástica. Os dois se tornam grandes amigos. Essa amizade vai perdurar até o último dia de vida de Ezequiel.

Com a ajuda do amigo, Bento consegue se livrar da promessa da mãe e vai estudar para ser advogado, quando retorna já formado fica feliz em saber que a amada e sua mãe são inseparáveis e esta faz muito gosto em ter a moça na família.

Bento e Capitu se casam e Escobar acaba se casando com Sancha, uma amiga- irmã de Capitu, estreitando assim ainda mais os laços entre os amigos.

O casal de amigos tem uma linda filha, enquanto os nossos protagonistas pelejam para conseguir essa proeza. Quando finalmente acontece, Bento coloca o nome do filho de Ezequiel, para compensar o amigo que não pode ser o escolhido para batizar a criança.

Com o passar dos anos, com convívio ainda mais estreito das duas famílias o pequeno Ezequiel vai absorvendo o mundo a sua volta. Por vez, Escobar morre, deixando Sancha desconsolada, restando a amiga Capitu, consola-la no velório.

O compadecimento de Capitu foi o suficiente para Dom Casmurro puxar em seus pensamentos tudo o que viveram até aquele instante, dando-lhe a conclusão que a mulher teve um caso com o falecido e o filho se parecia com o amigo por ser filho dele. Estava decretado, Capitu traiu Bento Santiago.



Não vou falar de personagens bem construídos, escrita fluída e história envolvente, porque todos os que leram o clássico sabe que isso é fato e quem não leu ainda, não faz ideia do que está perdendo. Vou falar sobre a pergunta que nunca vai se calar: CAPITU TRAIU OU NÃO TRAIU DOM CASMURRO?

Essa releitura, se é que posso chamar assim, é exatamente a mesma história com o único diferencial, o narrador. O clássico de Machado de Assis é narrado em primeira pessoa, pelo próprio Dom Casmurro, enquanto esse é narrado em terceira pessoa. Não temos o vitimismo do protagonista que tenta a todo custo provar que foi traído.

Um mistério que ira perdurar pela eternidade, uma vez que em todo o livro vemos provas do amor de Capitu, ao mesmo tempo que vemos como ela era boa em dissimular. Na mesma mão temos Casmurro que é possesso de ciúmes desde os primeiros capítulos, quando ainda era um adolescente. Depois temos o nascimento do filho, que em vários momentos é passado ao leitor o habito dele em imitar os modos, gestos e manias das pessoas que o cerca, inclusive de Escobar, depois temos o pai falando que o filho é idêntico ao amigo.

Em praticamente todo livro nos é apresentado os pontos que provam uma traição e a mesma altura temos os pontos que provam a fidelidade da esposa.
Acredito que essa sempre foi a intenção de Machado, a ponto de intrigar o leitor de forma diferente a cada releitura.

Para se ter uma ideia do quanto essa dúvida corroí os leitores, temos diversos livros que dissertam sobre o assunto da traição ou não, os principais são O Legado de Capitu e O Enigma de Capitu.

Como este livro é de professor no final temos a dissertação do próprio Fernando Sabino sobre o assunto e lá ele esclarece que esse livro é uma recriação literária, nada de releitura como disse lá em cima.
Agora você deve estar se perguntando o que eu acho, se houve ou não uma traição e minha resposta é NÃO SEI. Nunca vou ter cem por cento de certeza, ora acho que sim e ora tenho certeza que não. Então LEIA e descubra por si só o que é todo esse enigma de Capitu.

site: http://cabinedeleitura0.blogspot.com.br/2018/01/eu-li-amor-de-capitu.html
Debora.Regina 30/04/2018minha estante
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Larissa Guedes de Souza 23/06/2017

“Amor de Capitu” é uma releitura de “Dom Casmurro”, escrita por Fernando Sabino. A famosa história de romance de Capitu e Bentinho é agora recontada por um narrador em terceira pessoa, que transforma toda a essência da obra original narrada pelo ponto de vista de Bentinho.

Apesar de parecer um sacrilégio mexer com tão grande clássico da literatura brasileira como “Dom Casmurro”, na minha opinião o Fernando Sabino não cometeu crime algum. A história se mantém extremamente fiel ao original, as personalidades dos personagens permanecem bem leais e os acontecimentos e sua sequência também são mantidos. O que ele fez foi contar a mesma história, dessa vez sem a ótica parcial e ciumenta de Bentinho, porém em nenhum momento acho que o encantamento do enigma de Capitu se perdeu com isso.

A linguagem é mais atual e menos rebuscada que o original, além de tirar um pouco da obsessão na narrativa em primeira pessoa de Bentinho, deixando a leitura mais leve. Isso pode atrair novos leitores para o clássico, especialmente aqueles jovens que tem certo preconceito com os clássicos, achando-os chatos, etc. Depois de ler essa versão mais “acessível” e se encantarem com o enredo, eles poderão se interessar em buscar o original para tentar achar mais pistas para desvendar o grande mistério da literatura brasileira: Capitu traiu ou não Bentinho? E acho que qualquer tentativa para desmistificar a leitura, principalmente a dos clássicos, como chata e enfadonha é super válida.

Como a própria sinopse do livro diz, Fernando Sabino fez esse projeto como uma forma de homenagem a um dos maiores escritores brasileiros. E para mim isso ficou bem claro: o livro é um verdadeiro tributo à grande obra de Machado de Assis.

site: https://bibliomaniacas.blogspot.com.br
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dudavalentte 03/01/2015

o melhor
sem dúvidas o melhor livro que já li em toda minha vida! sem excessões, nenhum erro, devorei o livro em dias, pois a história me prendeu como nenhuma outra havia conseguido. leria mais 10 vezes. Incrível, vale a pena.
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Paula 22/07/2014

Será Capitu?
Bentinho ou Dom Casmurro? Talvez por serem a mesma pessoa eles dividam a mesma história. Mas vou logo avisando, é bem provável que eles não se pareceram tanto.
Amor de Capitu é uma adaptação do livro Dom Casmurro, realizada por Fernando Sabino, que fez a proeza de narrar o romance entre vizinhos utilizando a terceira pessoa.
Fora isso, o fato de ter atualizado a linguagem me ajudou muito na compreensão da história, mas vamos ao que interessa.
Bento é o filho de Dona Glória, e nutre uma gigantesca paixão por sua vizinha ,Capitolina, mais conhecida como Capitu. A sorte que teve em ter seu amor correspondido, não foi a mesma com a chegada do pagamento da promessa de sua mãe.
Não havia uma escapatória visível, por mais que se tentasse o destino de Bento era ir ao Seminário. Quanto a se tornar padre? Bem, isso não estava nos seus planos, nem nos da vida...
Foi lá que ele conheceu Escobar o seu melhor em amigo em vida,e provavelmente o seu pior inimigo após a morte. Eles dividiram momentos, histórias, passeios e talvez a mesma mulher.
Não há uma certeza, não posso afirmar o que de fato ocorreu entre Escobar e Cspitu, nem se realmente aconteceu algo entre eles. Machado de Assis se foi, e deixou como legado o eterno mistério de Capitu. Mais do que isso ele deixou também os superlativos de José Dias, a santidade de Dona Glória, as reclamações de prima Justina, os ciúmes de Bento, o companheirismo de Escobar. Machado deixou um mundo a ser desvendado e uma história a não ser esquecida.
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Juninho 28/12/2013

Aprendizado
Uma fantástica obra machadiana, nesta versão o escritor Fernando Sabino faz uma recriação da historia de uma forma mais compreensível, com palavras mais atuais, porém se forem ler é necessário que tenham em mãos um dicionário já que existem várias palavras que já não são usadas atualmente no nosso idioma. Um bom romance com um final... recomendo que leiam para saber, o "enigma de Capitu" já há algum tempo faz pessoas se perguntarem "Capitu traiu Bentinho? Ou não?" e é isso que faz da obra um sucesso, Machado de Assis, deixou o final, a conclusão para o leitor compôr, um grande mistério, uma grande história, absolutamente fantástico, a melhor obra da literatura brasileira na minha opinião. Recomendo que leiam e se surpreendam como eu.
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Giu Carelli 15/04/2013

Machado de Assis X Fernando Sabino
Eu li Dom Casmurro para a escola e me apaixonei pela trama. A narrativa, misteriosa e muito rica, gira em torno da mudança ocorrida na personalidade do personagem principal frente à questão da suposta traição de sua mulher com o seu melhor e único amigo. Teria mesmo Capitu traído Bentinho? Até agora me pergunto isso, apesar de já ter uma opinião sobre o assunto. Enfim,vale muito a pena ler essa intrigante obra de Machado de Assis.

Depois, eu li o amor de Capitu, a recriação literária feita por Fernando Sabino, com o narrador em terceira pessoa e não me impressionei tanto quanto na obra original. O Amor de Capitu possui, claramente, uma linguagem muito mais fácil que proporciona o melhor entendimento da historia, mas não te prende tanto quanto Dom Casmurro.O Amor de Capitu não tem as loucuras e intensos pensamentos de Bentinho, tomado pelo ciúme.

Obs: Para mim, Capitu nunca traiu Bentinho
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Ana Lyra 03/02/2013

Vendo por outro ângulo
Este livro conta a história de Dom casmurro porém menos densa, com uma pegada mais romântica do que crítica.Vale a pena ler.Li antes de Dom casmurro e gostei mais desse.
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Gil 18/04/2011

Já faz tempo que li.
A história é narrada aos olhos de Capitu, diferente do livro Dom Casmurro.Eu li também na esperança de alguma pista para enfim descobrir a real verdade sobre Bentinho, pois pra quem já leu Dom Casmurro sabe que fica no ar a paternidade do garoto.

Há muitos flash backs nesse livro, assim como analise que Fernando Sabino faz a Dom Casmurro.
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Bit 14/03/2011

O famoso caso da suspeita de traição de Capitu, no clássico Dom Casmurro, de Machado de Assis, é revisitado e apresentado com um novo ponto de vista. As perturbações de Bentinho, causadas pela desconfiança, ganham uma nova dimensão
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Juliana 24/01/2011

É a mesma história de Dom Casmurro, só que contada sem a ótica do Bentinho. É mais ou menos isso: pegue um bom livro e reescreva a mesma história mudando a primeira pessoa. Achei a idéia boa, uma vez que o que realmente faz a história de Machado de Assis ser tão intrigante é porque ela é contada sob o ponto de visto de um personagem, e dessa forma, você nunca terá realmente a certeza do que aconteceu (a velha indagação: será que Capitu realmente traiu o Bentinho?). Mas para pegar uma obra dessa nível e desconstruí-la com essa proposta de mudar o centro do livro, colocando um narrador fora da história, é necessário mais esforço do que isso. É basicamente a mesma história, mas sem a intensidade que o narrador da primeira pessoa sendo o personagem principal traz. Ou seja, uma boa história, mas sem a graça da original. É como um bolo de chocolate sem recheio.
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Gabriela 07/01/2011

Houve uma época que minha mãe comprava os livros de uma coleção de clássicos da literatura brasileira. Logicamente, Dom Casmurro estava entre eles, mas nunca ninguém teve o interesse de lê-lo, nem mesmo a própria dona. Somente quando meu irmão precisou lê-lo para fazer uma prova que nós desvendamos a história que atravessou o século. E todos se sentiram entediados. Não há dúvidas que a trama é excelente, com amarrações bem feitas, mas a narração... Tédio.

Tempos depois, a melhor amiga da minha mãe me emprestou Amor de Capitu, um livro que o filho dela - que regula idade comigo - precisou ler para o colégio, mas nunca demonstrara real interesse por ele. Quando eu li, já na capa, que era o romance de Machado de Assis, reescristo na terceira pessoa, a primeira coisa que imaginei é que teria algumas horas do mesmo tédio. Agora na visão de um narrador onisciente. Ledo engano.

A história flui tão mais fácil e tão mais rápido que a vontade é ler tudo de novo, quando se chega ao fim. Não entrarei no mérito da questão se a Capitu traiu ou não traiu o Bentinho, apesar desta versão possuir mais probabilidades para a suposta traição do que na original. Sem a visão parcial de Bento, tudo parece mais simples e claro.

Demorei meses para encontrar vontade de iniciar a leitura, mas assim que o fiz, eu terminei em algumas horas. Então se você é uma das milhares de pessoas que sequer chegou a metade de Dom Casmurro, leia Amor de Capitu e depois tente o livro do Machado de novo. Porque se você não conseguir apreciar a história em terceira pessoa, provavelmente detestará em primeira e ela é boa demais para se ignorar.
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Flor 28/09/2010

Ler adaptações para depois ler os clássicos
Li Amor de Capitu na 8ª série e acredito que é a leitura indicada para algumas ocasiões didáticas. Lembro que tive de fazer fichamento de cada capítulo e - certamente - se a proposta fosse fazer isso com a obra original, o trabalho seria muito maior.
Não sou contra versões e recriações literárias, para mim elas são ideais no sentido de incentivar o sujeito a ter interesse pelos clássicos.
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