Moby Dick

Moby Dick Herman Melville




Resenhas - Moby Dick


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Anienne 28/04/2019

Moby Dick
Moby Dick é um livro de escrita leve e fluida que vai envolvendo o leitor sutilmente.

A história é simples, interessante e curiosa, principalmente, por estar fora do nosso tempo e do nosso dia a dia, ao mesmo tempo em que, percebe-se uma crueldade tão grande voltada para as baleias, que aparentemente, não era sentida, nem percebida pela maioria das pessoas da época, principalmente o cachalote branco, personagem principal.

Vi-me em muitos momentos torcendo por Moby Dick, para que ele desse uma lição na ferocidade daqueles homens mais bárbaros que os animais.

Algo que me surpreendeu foram alguns trechos bastante filosóficos e tocantes no livro, que nos levam à reflexão.

Eu gostei bastante e super recomendo!
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Thiago.Struzani 04/04/2019

Esperava mais
Confesso que, dos clássicos, o que mais me decepcionou.
Vamos lá:

1- O livro se perde em vários momentos. Ele conta a história, legal, aí do nada coloca uns 3 capítulos de técnica de caça à baleia; sobre as armas adequadas para a caça, tipos de baleia existentes no mundo etc...Acho que deveria focar mais na história.

2- A sinopse entrega o final... A Martin Claret (da editoria que li) entregou o único momento interessante do livro que é o desfecho da batalha entre o Capitão Acab e Moby Dick.

3- Ele pecou MUITO ao não explorar os personagens. Ismael, por exemplo, não é citado no livro, apenas no começo.

4- Você se perde demais no tempo (há quanto tempo estamos de viagem?) e na localização do barco (onde estamos? Perto do Japão beleza, e agora?). Acho que ele poderia detalhar mais a viagem, ia ficar mais interessante.

Enfim, não gostei galera. Li muitas resenhas e o povo falando bem. Me perdoem, mas não consegui gostar. Eu tentei...

Nota 2/5
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Adjuto 25/03/2019

Gigante
Não há como não cair no clichê de "não deixe de ler" o Moby Dick. Fonte inesgotável de sabedoria. E mesmo em meio de capítulos que, aparentemente, estão aí apenas para "encher linguiça", o autor invariavelmente nos remete a reflexões profundas. Talvez, cada um de nós teremos a nossa particular interpretação do texto em um particular momento de nossas vidas. Talvez como adolescentes encaremos a Moby Dick como uma grande aventura no mar e, como adultos a encararemos como a nossa árdua batalha da vida, lutando pela sobrevivência em ondas de tristezas,trabalhos estafantes e que podem até nos amputar, em meio ao oceano que é a vida. Quantas dezenas, talvez até uma centena de mensagens de Melville dizendo a nós "vamos lá, é assim mesmo"; "é amigo, se mata uma baleia por dia"; "cuidado com a vingança"; "cuidado com a depressão", entre outras.
Que livro e quão feliz foi o autor em suas reflexões filosóficas a respeito de questões sombrias e até por vezes até em relação a felicidade, amizade e tudo com vários momentos de bom humor.
Desde os primeiros capítulos até o fim, ele vai literalmente navegando na história, assim como ondas, assim como é a vida.
Enfim, não é um livro fácil, mas a vida o é?
Enfim, não é um livro de entendimento rápido, mas a vida o é?
Tem vários momentos tristes, tristíssimos e até abalarão nossa alma, mas a vida não é assim?
E como escrever um livro que fale sobre o mal, a vida e a baleia que não seja extenso, complexo, mas por fim, maravilhoso.
Agradeço de coração este presente que ganhei de meu pai e recomendo para todos os amantes da leitura.
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Morcego 15/03/2019

MOBY DICK (Herman Melville).
Uma batalha. Assim pode ser definida a leitura de MOBY DICK, obra máxima do autor Herman Melville. Após quase dois anos preso a ele, finalmente consegui concluir a leitura.

A leitura de Moby Dick não é fácil, uma vez que é uma obra complexa, composta por diversas camadas, e que, até hoje, recebe inúmeras intepretações.

Em seu texto, Melville conta basicamente uma historia de aventura, onde um grupo de marinheiros embarca num navio para caçar baleias. Parece simples, não? Bem, não é bem assim. A narrativa é lenta, densa e muito detalhada, principalmente quando o autor decide falar sobre a Cetologia, o estudo dos cetáceos. Pode até ser que o leitor desavisado queira pular essa parte do livro e ir direto para a narrativa em si (contada em primeira pessoa pelo protagonista Ismael), mas, infelizmente, não é possível, uma vez que Melville intercala trechos científicos com sua narrativa de ficção, então, é praticamente impossível separar essa parte da historia.

Como mencionado acima, Moby Dick possui diversas interpretações, sendo as mais conhecidas de que trata-se da eterna luta do Bem contra o Mal. E lendo o livro, isso ficou claro para mim em alguns pontos, principalmente no final. Não sei como aqueles que o leram interpretaram, mas, eu concluí que existe, sim, uma luta do Bem contra o Mal, mas, nesse caso, o Bem é a Baleia-Branca Moby Dick, e o Mal, o Capitão Ahab. Pelo menos essa foi a minha visão, uma vez que, desde sua primeira aparição na historia, Ahab deixa claro qual o seu objetivo: vingar-se de Moby Dick por ter-lhe arrancado a perna, e tê-lo colocado sobre um “tronco morto”. Essa também é outra visão sobre a obra: uma historia de obsessão, obsessão de vingança de Ahab, que está disposto a tudo para ter sua vingança, mesmo que custe sua vida e a vida de sua tripulação.

Um detalhe interessante: o próprio Melville fez parte de um navio baleeiro durante parte de sua vida, então, de certa forma, esse pode ser também um relato autobiográfico, uma vez que a jornada dos personagens é descrita com detalhes impressionantes; em certos momentos, cheguei a visualizar as cenas descritas pelo autor, até mesmo a própria Baleia-Branca.

E falando em Moby Dick, ele é, sem duvida, o personagem mais impactante da historia, talvez mais até que os próprios marinheiros. Melville o descreve com paixão, em toda sua gloria, quase como se ele fosse um personagem mítico, bíblico, até – também uma interpretação da obra, se não estou enganado.

O que também torna o texto incrível, é que, durante boa parte da historia, o autor quase não apresenta seu personagem-título, apenas mostra que ele está presente nos diálogos entre Ahab e sua tripulação. Depois disso, ficamos um longo tempo sem ver o nome de Moby Dick; porém, quando ele surge finalmente na historia, é um momento espetacular. Aliás, esse é outro ponto interessante – a ausência da Baleia-Branca. Em diversos momentos, parece que Ahab está vivendo uma fantasia, que aquela baleia existe apenas em sua cabeça, ou então, parece que a baleia está morta. Mas para ele, isso não importa – ele mostra-se decidido a cumprir seu destino, e o destino de Moby Dick, que ele acredita, será morrer por seu arpão.

Sobre a parte da Cetologia, digo o seguinte: é preciso muita paciência para ler, porque o autor descreve com detalhes a anatomia de uma baleia, além de explicar seu nome e também descrever – da forma mais gráfica possível – como os arpoadores içam seu corpo para o navio e o que fazem depois. E como já disse, é impossível separar-se dessa parte da historia.

Enfim, Moby Dick é um livro extraordinário, cansativo às vezes, é verdade, mas, extraordinário. Uma historia de aventura, ação, drama, suspense e emoção, tudo maravilhosamente escrito e executado.

Recebeu algumas adaptações para o cinema, mas, as melhores são a versão 1956, dirigida por John Huston, co-escrita por Ray Bradbury, e estrelada por Gregory Peck, no papel do Capitão Ahab, papel mais memorável, e uma minissérie lançada em 1998, estrelada por Patrick Stewart e Ted Levine, que contou com a participação especial de Gregory Peck, no papel do Padre Mable.

Um livro fascinante. Um Clássico da Literatura Universal.
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. 25/02/2019

Adaptação infantojuvenil (Coleção Aventuras Grandiosas - Rideel, 2010)
Tal qual o Acabe bíblico, que se deixa seduzir por Jezabel em despropósitos e loucuras que o levam à morte, o famigerado capitão do Pequod é também um homem seduzido e entregue a maus caminhos. Longe de mim querer comparar a rainha má à baleia, nessa obra ela é como o coração vingativo, seduzindo e instigando.

Li o romance há tempos, e vou ainda reencontrá-lo. Por enquanto, deu para reacender a lembrança da história fantástica, onde o monstro (contrariando o que a maioria das edições do clássico costumam ilustrar na capa) está no coração odioso de Acabe. Deveriam mostrar um homem envenenado pela vingança. Como disse Jesus, é dele que vem os maus desígnios (Mateus 15:19). Aspecto em que, dessa vez, a leitura só me fez pensar...

Acho que estou afetado pela expectativa da nova novela de inspiração bíblica na Record: Jezabel. Acho não, certeza!
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Lavinia 17/02/2019

"Moby Dick", Herman Melville

Finalmente, terminei a leitura do calhamaço "Moby Dick" de Herman Melville, um dos livros mais icônicos da literatura norte-americana. A obra é narrada por Ishmael, um jovem que navega a bordo do navio baleeiro Pequod. O navio é comandado pelo enigmático capitão Ahab, quem revela à sua tripulação que o principal objetivo da viagem é caçar a cachalote branca que arrancou sua perna, a temida Moby Dick.
O livro, publicado em 1851, foi baseado em uma história real de naufrágio, que é retratada no filme "No Coração do Mar", e a baleia é inspirada na Mocha Dick, um cachalote albino que atacava os navios baleeiros da época 🐋

É um livro grande, com diversos temas como, religião, amizade, vingança, loucura, morte etc. Todos esses temas estão reunidos numa obra que se alterna em ser um diário de bordo com descrições que nos imergem no que é viver em uma embarcação, um estudo científico sobre grandes cachalotes e uma aventura no meio do mar.

Ao mesmo tempo que a obra é intrigante com a forma que retrata a obsessão humana e descreve a vida no mar, além do interessante uso de simbologia como é o caso da representação da cor branca, Moby Dick muitas vezes acaba sendo uma leitura aborrecedora e arrastada pelo seu tamanho e detalhismo extenuante.
Porém, não há como negar que é um "grande" livro, de extrema importância para a literatura. Além disso, tive a sorte de acompanhar essa história nessa edição maravilhosa da editora Cosac Naify, que deve ser uma das edições de livro mais incríveis que eu tenho na minha estante.

site: @estantedalavinia
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Biblioteca Álvaro Guerra 01/02/2019

Moby Dick é um romance do autor estadunidense Herman Melville, sobre um cachalote (grande animal marinho) de cor branca que foi perseguido, e mesmo ferido várias vezes por baleeiros, conseguiu se defender e destruí-los, nas aventuras narradas pelo marinheiro Ishmael junto com o Capitão Ahab e o primeiro imediato Starbuck à bordo do baleeiro Pequod. Originalmente foi publicado em três fascículos com o título "Moby-Dick, A Baleia" em Londres e em Nova York em 1851.

Livro disponível para empréstimo nas Bibliotecas Municipais de São Paulo. De graça!

site: http://bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa/isbn/9788508104277
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Rogério 13/01/2019

Moby Dick
O oceano absurdo da existência, recheado de tubarões por toda parte. A frágil nau que atravessa os mares, comandada pelo louco capitão que, ao perseguir o leviatã em seus pensamentos criou uma criatura monstruosa em si, tão destrutiva como o próprio cachalote. No final, enfrentando ou não nossos próprios leviatãs, sofreremos cedo ou tarde o fatídico naufrágio causado pela morte, quando o arpão do cruel arpoador for cravado no espiráculo de nossa existência. E quando formos pó, o oceano de mil eras continuará seu reinado assombroso!!!
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Cintia 08/12/2018

Cachalote branco
um grande classico
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Luz 18/11/2018

"Deus, que transes de tormentos suporta o homem consumido por um incomensurável desejo de vingança!"
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~Coppi~ 14/11/2018

Obrigação à vista.
Então, eu li esse livro (que poderia ter matado em uma semana) em três meses. Isso se deve a alguns motivos:
1- Não gosto de histórias que retratam o oceano e viagens náufragas.
2- Tive trabalho, prova e muita preguiça.
3- Era pro curso de inglês e a obrigação me deixou desmotivada.
Resultado? Li mas não absorvi quase nada. Espero que vocês que querem aprender inglês e que gostam de aventurar marítimas curtam esse livro mais do que eu.
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Edna 11/11/2018

Natureza não se engane com ela
O nosso narrador Ismael chega à Bedford Porto à sul de Massachusetts, com o objetivo de conseguir emprego no Navio Baleeiro, ao procurar uma estalagem que caiba no seu bolso, ele se depara com uma um tanto sombria e já é informado que está cheia, o estalajadeiro lhe oferece uma opção para que divida o quarto com um arpoador. Ismael é levado ao quarto já que o outro hospede ainda não chegou e se surpreende que terá que dividir a cama não só o quarto e de madrugada chega o hospéde que é uma figura gigante, tatuado, selvagem e logo após fazer seu ritual antes de dormir, coloca umas cabeças dissecadas na mesa e vai para a cama com uma machadinha. No dia seguinte Quiqueg, o Canibal, é acordado por Ismael só então percebe a sua presença, e vão fazer uma amizade, serão grandes companheiros de viagem, Quiqeug abdicou o principado para seguir como arpoador pelos mares. Após as entrevistas com o Primeiro e segundo Imediato Ismael consegue o emprego no Navio cuja tripulação além da caça às baleias foi manipulada pelo capitão Acab um homem taciturno, que quer caçar a sua algóz que lhe arracou a perna. Muitas previsões funestas envolvem essas aventuras em alto mar, muitas supertições.
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O livro traz referências bíblicas em vários trechos e muito conhecimento teórico também sobre as baleias, óleo que eram matérias primas essenciais na época.
Com personagens cativantes, como Quiqueg, o Starbucks, o bem humorado Flasques o imediato também que deixa a viagem mais leve. O encontro com outra tripulação que é convencida e justos unidos saem em busca do tão temido Leviatã, como é chamado a Baleia.
Muitas passagens engraçadas, o que torna a leitura menos densa.
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Alguns trechos são tocantes como citação de Quiqueg " Nós Canibais temos que ajudar os cristãos"
E um trecho que o Capitão Acab contempla o firmamento w diz " Essa luz encantadora não me ilumina", como não o ilumina se se refere ao sol como encantador?
Outro trecho forte é o Funeral mas vou deixar para voces descobrirem.
"Ambos considerem a terra e o mar".
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Daniel - Twitter @py3ltk 17/10/2018

Clássico dos Clássicos.
Ler Moby Dick é uma tarefa e tanto! Eu gostei e valeu ler cada capítulo! Até mesmo os capítulos mais técnicos. Esta obra merece releitura pois é rica em detalhes que podem passar desapercebidos. Recomendo para o amadurecimento literário dos leitores de clássicos.
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Cris Paiva 18/07/2018

Moby Dick não é um livro muito fácil de se ler.
A narrativa é lenta e muitas vezes você não entende muito bem onde o autor quer chegar com tanta explicação sobre a vida náutica, detalhes dos tipos de baleias, explicações sobre como funcionam partes do navio, como é feita a caça e muitas outras coisas que não entram direito na sua cabeça e que podiam muito bem ser suprimidas da história e deixar somente a parte que interessa.
Mas esses detalhes formam a parte que interessa, mas infelizmente, só vamos entender isso no finalzinho do livro...
Moby Dick é uma aventura épica, que permanece com você muito tempo depois que se fecham as páginas do livro. É uma história sobre a luta do homem contra a natureza, entre o bem e o mal, onde você não sabe direito qual é o lado “certo”. Será o capitão Ahab a mão vingadora de Deus, ou um homem enlouquecido que somente quer se vingar da baleia assassina. E Moby Dick, será que ela representa a fúria de Deus contra os homens ou é apenas um animal irracional com ódio dos homens e o que eles representam?
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