Fahrenheit 451

Fahrenheit 451 Ray Bradbury




Resenhas - Fahrenheit 451


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Lari 07/10/2019

Mais ou menos
Gostei muito do início, quando Clarisse aparece e conversa com Montag, etc, mas, com o passar da história, a narrativa começa a ficar extenuante e desinteressante.
A história conta sobre uma cidade distópica, assim como 1984. Embora seja legal no início, não acontece nada de surpreendente no final, que desperta emoções, assim como 1984.
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Caroline.Dias 06/10/2019

Achei mais ou menos
O contexto é até interessante, mas não me prendeu muito a atenção, eu tinha visto tantas indicações que acabei criando expectativas. Um livro bem pequeno, deu pra ler um uma tarde, mas com ctz não voltaria a ler. Mas consigo entender quem aprecia.
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Nandhy - @me_encontrei_na_pagina 08/09/2019

Fahrenheit 451: Um livro necessário!
SINOPSE: Esse livro conta a história de McClellan, um bombeiro que fica em dúvida sobre a necessidade da sua profissão após conhecer Clarisse. Cabe nessa sinopse a explicação de que a profissão de bombeiro serve para queimar livros e não apagar o fogo e que a sociedade em que McClellan vive preza pelo prazer e pela satisfação com televisões que ocupam paredes e poucos questionamentos.

OPINIÃO PESSOAL: Um livro necessário e extremamente interessante que nos coloca em dúvida sobre o nosso livre arbítrio em um mundo onde o prazer e a diversão está à frente da ética e da honestidade. Cada página (aqui em quadrinhos) nos faz refletir sobre até que ponto somos induzidos a ser, fazer e sentir e automaticamente regidos pelo medo e pela censura. O único ponto que não gostei foi o final pois senti que podia ser muito melhor explorado, mas, isso não desabona em nada a leitura.
Uma temática importante em qualquer momento. Um livro sempre atual!
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MiojoGeek 20/08/2019

Fahrenheit 451, Atual e necessário.
Excelsior é o selo de quadrinhos da jovem editora Book One, e para sua estreia, parece que começaram com o pé direito.
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Fahrenheit 451 é a escala de temperatura que precisa ser alcançada para a queima de papel, um dos principais combustíveis dessa distopia escrita por Ray Bradbury e, adaptada para os quadrinhos por Tim Hamilton.
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A concepção de todo universo contido nessa hq surgiu em 1950 quando após um jantar com amigos, o jovem Ray resolveu sair para caminhar. No meio de sua perambulação, Ray foi abordado pela polícia que o interpelou sobre o que ele estava fazendo ali, o imprudente Ray respondeu: "pondo um pé atrás do outro", na sequência, uma série de perguntas o fez sentir como se o simples fato de caminhar o estivesse levando a transgredir a lei.
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Ao chegar em casa ele escreveu o conto: O Pedestre, algum tempo depois o pedestre encontrou Clarisse e, assim surgiu a história sobre o bombeiro que queimava livros, Fahrenheit 451.
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Nesse universo onde existe uma repulsa pelo conhecimento, qualquer lugar suspeito por esconder livros é imediatamente denunciado aos bombeiros que vão até o local e o incineram, por vezes, com o dono dos livros junto.
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Nosso protagonista trabalha nos bombeiros e leva uma vida rotineira, até que encontra na rua Clarisse, uma jovem de 16 anos cheio de vida e ideias. E ideias, são à prova de fogo. Uma vez acesa a centelha da curiosidade, e da busca pelo conhecimento, o mundo nunca mais é o mesmo.
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Um livro extremamente pertinente e atual para o momento em que vivemos. O obscurantismo e o revisionismo histórico abordado na hq dialoga com diversos momentos históricos, e nos leva a refletir sobre nossos valores como sociedade.
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Uma baita estreia da editora, e que leva nota 10/10.

site: https://www.instagram.com/p/B1PmpnxDGnC/
Vivi 22/08/2019minha estante
Muito bom! =)




Lis 28/07/2019

Deixa a desejar comparado com outras distopias
A temática é muito semelhante ao Admirável Mundo Novo mas com um desenvolvimento aquém. O livro prevê uma sociedade fútil mas peca por enfocar apenas na degradação da cultura e não evocar outras áreas do comportamento humano com o mesmo interesse. Apenas o protagonista e mais um ou dois personagens são mais trabalhados: os demais parecem que entraram no romance apenas como uma participação especial.

Os diálogos carecem de fluidez e de um pouco mais de inteligência para trabalhar melhor o tema, já que o narrador é pouco participativo, atendo-se apenas em contar a história e não fazendo digressões.

Como alguma outra pessoa desenhou aqui, para quem leu 1984, admirável mundo novo, senhor das moscas e etc, essa distopia é um pouco mais do mesmo, sem grande brilho.

Dou um ponto positivo pelo fato de haver uma reflexão interessante sobre: conhecimento por si só não basta; é importante que se faça algo com ele, pois somos lembrados pelo o que fazemos/transmitimos ao mundo.
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Che 08/01/2019

MEMÓRIA REGISTRADA OU BARBÁRIE
Conforme eu já esperava, "Fahrenheit 451" (que rendeu um filme mais ou menos do Truffaut) é uma ficção-científica distópica estilo "Admirável Mundo Novo" e "1984". Quem gostou de ambos (meu caso), também tende a gostar deste, que tem narrativa fácil de acompanhar e não só pode como deve ter a leitura recomendada nas escolas do segundo ciclo do ensino fundamental ou do ensino médio.

Há de se ressaltar sobretudo a atualidade do tema. Vivemos um período - que agora tende a ser agravado com o governo Colostonaro, a fase 2.0 do golpe de 2016 - de apologia da ignorância, de 'relativização' da importância da memória para aprender com o conhecimentos dos que vieram antes (vide o caso de livros sobre a ditadura militar literalmente rasgados por apoiadores do "mito" em universidades). Só se aprende que o fascismo - atualmente com chances reais de voltar - foi um desastre justamente lendo o que se escreveu sobre ele.

Ray Bradbury acaba, no entanto, tocando também (e mais ainda) na temática das obras de ficção e a beleza catártica da fruição da arte que morre na apologia da ignorância feita no governo distópico descrito no livro. Aqui começam algumas restrições importantes minhas com o "Fahrenheit 451": o ajudante principal do herói da narrativa é um professor universitário que se acovarda e não vai pra luta, mas 'usa' o bombeiro Montag como se fosse um peão de tabuleiro. Bradbury, apesar de focar a narrativa em Montag e sua jornada de crescente interesse nos 'heréticos' calhamaços, acaba tendo condescendência e até certa vassalagem com os "produtores de pensamento" da arte e da universidade, como se tivessem uma importância no fundo maior do que quem de fato é da 'peãozada' que vai pra luta e faz acontecer. Outra coisa que incomoda é a obra escolhida como síntese do que a humanidade perdeu com o fim dos livros: a Bíblia! Nesse ponto, ficou parecendo o filme "O Livro de Eli", acaba tendo um tom proselitista religioso mal dissimulado e insinua que a maior tragédia com o fim do conhecimento naquele universo high-tech apocalíptico seria o... fim do "evangelho".

Enfim, são poucas as restrições que tenho, apesar de importantes e compreendendo que narrativamente "Fahrenheit 451" é uma delícia de leitura - o que é, afinal, a impressão que também tive de "Admirável Mundo Novo", embora neste as ressalvas sejam mais sobre o moralismo inegável do magnum opus de Huxley. De todo modo, boa leitura e atualíssima temática.
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Ocelo 04/12/2018

The Fire Man – (Fahrenheit 451)
“The Fire Man”, segundo o autor esse era o primeiro título do livro quando ainda estava sendo escrito na década de 1950. Depois passou a chamá-lo de “Fahrenheit 451” cujo título faz jus ao enredo da obra.

O autor revolucionou a literatura com um texto que condena não só a opressão anti-intelectual nazista, mas principalmente o cenário dos anos 1950, revelando sua apreensão numa sociedade opressiva e comandada pelo autoritarismo do mundo pós-guerra.

Mesmo tendo sido escrito e lançado nos anos 50 o livro ainda é bastante atual e presente. Mesmo não vivendo uma opressão ou ditadura como nas décadas anteriores, sabemos muito bem que presenciamos uma geração cheia de bestialidades!

Onde infelizmente, muitos valorizam cada vez mais a vulgaridade, a superficialidade, a imbecilidade e a epidêmica alienação! Essas são as grandes opressões ou ditaduras atualmente na sociedade dita como moderna.

As pessoas se prendem ou se apegam facilmente as coisas superficiais que nos rondam diariamente. Deixando a essência da beleza da vida se escaparem por entre os dedos. E assim a verdadeira arte vai sendo desprezada e ignorada por quem deveria conhecê-la e apreciá-la.

Leitura boa, história bem criativa e muito interessante até para os dias de hoje. Ao meu ver só há um problema, tem passagens que parecem ou se tornam meio arrastadas como se o autor desejasse que seu livro se tornasse verboso. Tais partes do livro chegam até se tornar um pouco enfadonho!

Não sei se foi o fato de ter lido um livro de bolso, pois não gosto muito de livros de bolso (letra miúda, livro pequeno...)! Afora isso eu o recomendo para quem gosta de uma boa obra de ficção científica.
Bia Alper 05/12/2018minha estante
eu amo esse livro demais, foi a primeira distopia que eu li e eu guardo com muito carinho algums passagens


Ocelo 05/12/2018minha estante
Ele é muito bom mesmo, Bia Alper, também guardarei boas lembranças desse livro.




Re 16/05/2018

Uma Distópia
Releituras precisam ser feitas.
Fahrenheit 451, junto com 1984 de George Orwll e Um mundo Feliz de Aldous Huxley popularizaram o termo Distópia que é o avesso da Utópia.
Em linhas gerais un romance "distópico" acontece em um universo, país ou mundo imaginário criado de uma forma pouco ou nada atrativa. São modelos de Governos horrendo, infelizes e tenebrosos.
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Tata 02/05/2018

Hmmm
Acho que tenho algum problema com as distopias clássicas. Outro clássico que não gostei muito. Achei melhor que "Admirável Mundo Novo", mas ainda assim fiquei com a sensação que podia ser mais. Acho que fui com muitas expectativas para o livro e ele não as superou. Ficou na média pra mim. Acho que talvez por as história já ser muito conhecida e eu saber o que esperar eu fiquei com a sensação que tava lendo uma história repetida, e por isso não gostei muito. Mas achei interessante a construção dos personagens e a forma como eles já são tão dependentes da tecnologia que nem percebem que existe uma vida sem ela. E, claro, a alusão à como os livros seriam a "salvação" das pessoas, a volta ao mundo das ideias e ao pensar. A ideia do livro é excelente, a narrativa e a construção dos personagens é boa, mas a sensação de que já li aquela história mil vezes me atrapalhou a me apegar mais ao livro.
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Fernando.Lopes 05/01/2018

Clássico literário que vale a alcunha
Um livro de conteúdo denso e reflexivo, que, porém, é de uma leveza na linguagem inesperada, sendo de muito fácil compreensão as ideias propostas pelo autor e de trabalhar a reflexão no leitor, pondo personagens humanos e criveis, muito próximos da realidade, apesar da situação distópica.
Um dos principais debates do livro gira em torno de algo muito comum a nossa sociedade moderna, pondo em prática nosso pensamento comparativo.
Com uma ambientação muito bem construída, a imersão na história é muito fácil, tornando a leitura, que já é simples, ainda mais agradável, e ainda mais fácil de se compactuar com os objetivos propostos, quanto a história, não apenas o debate.
Em síntese, por ser um livro que trabalha de forma muito boa o seu universo e seus objetivos, tudo nele se torna indispensável, apesar de uma clara queda de qualidade no ato final, não sendo algo tão relevante pra obra como um todo, portanto, Farenheit 451 é sim um clássico literário que conseguiu romper as barreiras das gerações e continua muito atual.
Eloisa.Goronci 17/05/2018minha estante
Atualiza esse feed, pelo amor de deus




Joine Farias 24/12/2017

Muito bom
Curti bastante. Cheio de argumentos e citações interessantes. Achei o final meio decepcionante, mas entendo que isso não era o mais importante, mas sim a ideia geral que o autor quis passar. O livro foi escrito em uma época passada, mas não posso deixar de pensar que estamos nos encaminhado para esse mesmo destino!
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Andréa 27/09/2017

Abril/2012
Tenho para mim, secretamente, que Jogos Vorazes é inspirado numa pseudo continuação deste livro. Notem que o texto é de 1953, cinquenta e três, gente.
Zicardo 04/10/2017minha estante
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Xsavier 02/05/2017

Realmente quente
Esta obra se coloca par a par com as grandes obras antiautoritarismo mais conhecidas como 1984 entre outras... tem grande valor ainda que pareça um pouco datada nos dias de hoje. Temos um gradiente crescendo que vai da desinformação passando pela indiferença indo ao auto preservacionismo mas desenrolando se através de uma pequena dúvida inerente que irá se tornar curiosidade depois fome por conhecimento e finalmente explodindo em ação com o inevitável inconformismo diante nos novos fatos que se apresentam... 5 estrelas.
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Alcione 26/03/2017

Clássico com previsões do futuro??
O livro é excelente,ágil e direto.Entretanto há tv de plasma?Ponto eletronico?Big brother? Foi um livro muito além de seu tempo e com um pulinho correto no futuro!!!
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Bynho 24/01/2017

Ficção, bem louca... rs
Li este livro como atividade da faculdade. Por ser uma ficção e agravado pela narrativa do autor, confesso que não entendi muito bem a leitura, por mais que o objetivo da atividade ficou claro em sala de aula.
Marcelo 23/09/2017minha estante
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