O Silêncio da Chuva

O Silêncio da Chuva Luiz Alfredo Garcia-Roza




Resenhas - O Silêncio da Chuva


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Vinícius 02/09/2020minha estante
Bela resenha. Concordo em tudo! Essa morte não tem nem o que falar mesmo...


Diogo Hilário 04/09/2020minha estante
Vinícius, agradeço a sua interação com meu texto.




Marlo R. R. López 21/02/2010

Divertido, mas inverossímel
Não sei o que escrever nesta resenha essa é a verdade. Se por um lado o livro prendeu a minha atenção o tempo todo (ou pelo menos durante uma grande parte do tempo que usei para lê-lo), por outro lado eu constatei uma série de defeitos técnicos que, a meu ver, colocam a obra em um nível abaixo do normal.

Vou falar primeiro dos pontos positivos do livro.

'O Silêncio da Chuva' não é um romance policial que segue o roteiro dos outros milhões de livros do mesmo gênero, em que temos tudo sempre bem definido: o detetive empenhado no caso e ludibriado pelas testemunhas; os intermináveis interrogatórios que parecem não acabar nunca e não levam a nada; a narrativa desprovida de humanismo e que só discorre sobre o básico, não desperdiçando nada em palavras; e, depois disso tudo, a grande revelação do sujeito obscuro que jamais seria taxado de assassino.

No romance de Garcia-Roza, não temos nada disso, pelo menos não em larga medida. Os personagens parecem ter mais vida do que os personagens dos romances policiais convencionais, a trama não é inteiramente voltada para um caso principal e isolado, o detetive não é o mais inteligente do mundo e a narrativa se usa de técnicas e palavras que fogem às técnicas e palavras usadas convencionalmente em romances noir. Em se tratando de originalidade, pode-se dizer que O Silêncio da Chuva ganha pontos.

Depois que a Primeira Parte (relativamente enfadonha) é lida e chegamos à Segunda Parte, não paramos mais de ler o livro. Isso é fato. Findo o romance, fazemos o balanço da leitura e chegamos à conclusão de que valeu a pena lê-lo.

No entanto (agora vêm os pontos negativos)

Analisando a obra sob um ponto de vista técnico (o que não deixa de ser necessário), encontramos vários defeitos bobos que nos mostram que o livro foi escrito por um iniciante. Um deles é o defeito de o narrador (em 3ª pessoa) não manter um padrão no modo como narra a história. Em determinados momentos, usa-se de certas palavras e expressões, e, em outros momentos, usa-se de palavras e expressões completamente opostos, como se Garcia-Roza escrevesse seu livro de acordo com o humor com que acordasse de manhã.

Sei quando essa variação no modo de narrar é fruto de um trabalho bem feito e previamente pensado, o que não é o caso do livro em questão. E esse defeito mostra-se mais pungente ainda nas palavras que o autor usa no final do livro, que, por razões óbvias, não vou comentar aqui, muito embora gostaria de fazê-lo.

Bem, mesmo assim mesmo depois de citar esses defeitos digo que 'O Silêncio da Chuva' é um entretenimento normal e que salvou o tédio do meu feriado passado em casa.

~~

Resenha completa em: www.artigosefemeros.blogspot.com
MindFields 22/11/2013minha estante
Boa observação. Às vezes, é fácil notar a mudança no estilo de escrita, muitas vezes até mesmo de um parágrafo para outro.

O final foi um tanto estranho mesmo, nada condizente com o estilo anterior do livro.


Marlo R. R. López 23/11/2013minha estante
Obrigado pelo comentário, Walter!




Luciana 22/05/2014

O Silêncio da Chuva.

Somente pelos três capítulos que já lemos do livro “O Silêncio da chuva”, percebi que é um livro cheio de mistérios que através de detetives são descoberto.
O livro fala de um executivo encontrado morto com um tiro, sentado ao volante de seu carro. Além do tiro, único e definitivo, não há outros sinais de violência. E isso é serviço para o detetive Espinosa, mas tudo se complica quando ocorre outro assassinato e pessoas começam a sumir.
Estamos gostando desse livro, ele nos encantou, e identificamos com o gênero, pois gostamos mais de livros assim que sempre nos traz o mistério.
Pois queremos terminar de ler e descobrir como Espinosa vai se virar com tudo isso. Será que ele consegue?
Vamos lá...
Parceria: Luciana e Stefani
Lu 26/05/2014minha estante
Também fiquei curiosa.
me conta depois...




Patricia 07/09/2019

Apesar de cheia de clichês a história é interessante, mas o final é de amargar.
André Vedder 13/09/2019minha estante
O final é broxante.




Mariana 12/12/2010

Gostei da história, a maior parte do tempo me prendeu a atenção. Achei que a parte final ficou meio forçada...
allanpatrick 12/04/2015minha estante
Concordo com você, o desfecho é inverossímil e decepcionante. Mas gostei da história como um todo, suas idas e vindas, o fato de num momento nós sabemos mais que o detetive e no seguinte estamos tão perdidos quanto ele, o desenrolar irregular da investigação, tudo isso muito bem montado pelo autor. No geral, melhor que o segundo livro da série Espinosa, Achados e Perdidos.





Luan Sperandio 02/01/2011

Um Romance policial que foge os estereótipos tradicionais.
Ambientado no Rio de Janeiro, o romance policial foge do estereótipo do gênero ao apresentar no livro fragmentos relacionados a dramas pessoais em paralelo ao tema central que é um caso policial.
Nota-se que Luiz Alfredo Garcia Roza detalha especificamente o perfil dos personagens.
O Silêncio da Chuva foge de clichês em que ocorre um caso no início do livro e que o mistério sobre o que ocorreu é desvendado somente nas ultimas páginas. Esse fato aliado a escrita simples e elegante do autor chama muito a atenção; bem como uma crítica implícita aos trabalhos da perícia e da polícia carioca, uma vez que por incompetência de ambas um caso teoricamente fácil se complicou.
O livro peca em não detalhar os motivos que levaram ao fato inicial e ao forçar um desenrolar improvável da história, contudo é válido lê-lo pela originalidade que é apresentada na obra.
Marcelo 03/01/2011minha estante
O interessante do Luiz Alfredo Garcia-Roza é ele esmiuçar o que está sentido cada pessoa ligada à trama. Às vezes, você parece estar lendo um romance existencial e não uma trama policial. O crime virou um detalhe. Enfim, você soube enxergar essa característica dele. O autor aproxima essas pessoas da gente. Não é aquela coisa inatingível de um Sherlock Holmes. O investigador Espinosa está no mesmo patamar que os leitores. Parece possível convidá-lo para tomar um chope numa daquelas biroscas da Zona Sul carioca.




Mara Rubia 11/09/2012

Rio de Janeiro. Edificio garagem Menezes Cortes. Ricardo Vasconcellos, executivo bem sucedido da Planalto Mineraçoes é encontrado morto dentro de seu veiculo, sem nenhum de seus pertences. O que leva a policia acreditar em assassinato.
Simples latrocinio,crime passional ou queima de arquivo?
Inspetor Espinosa,passa a investigar o caso. Todos que são do circulo de convivio do executivo passa a serem suspeitos.
POrém a única testemunha e também suspeita é encontrada morta. Os demais suspeitos passam a ser ameaçados.
Espinosa descobre o motivo da morte do executivo. Agora precisa entender porque os suspeitos passaram à vitimas e descobrir quem as ameaça.
Com um desfecho surpreendente, O Silencio da Chuva,irá te prender do começo ao fim.



cuidado com as pessoas oportunistas, às vezes convivemos com elas e nem nos damos conta.
Andy 26/03/2015minha estante
Ricardo Carvalho. ;)
Vasconcellos é o sobrenome da viúva.




Edson Camara 05/09/2020

Levou um tiro, único e definitivo, mas não há outros sinais de violência: É um morto de indiscutível compostura
Livro comprado e lido em setembro de 2007. o autor Luiz Alfredo Garcia-Roza, psicologo carioca escreveu diversos livros desta área, este é o seu primeiro romance policial, O silêncio da chuva recebeu os prêmios Jabuti e Nestlé e foi publicado em nove países. É também estreia de Espinosa, personagem de outros quatro livros do autor. Neste seu caso inicial, um executivo é encontrado morto no volante de seu próprio carro em um edifício garagem no centro do Rio.Levou um tiro, único e definitivo, mas não há outros sinais de violência: É um morto de indiscutível compostura. O que só atrapalha as coisas, nesse crime sem testemunhas e aparentemente sem pistas. Excelente leitura.
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Raquel Lima 17/04/2014

De ruim para péssimo
Não sou muito fã do gênero, mas acreditei nos prêmios do autor e na sinopse e comecei a ler, no inicio você até passa a querer saber o que aconteceu, mas depois a coisa fica tão artificial, parece meio Cidade Alerta em que o apresentador fica repetindo pontos para criar uma trama e no fundo não tem nada... e não tem nada mesmo, o final é quase ridiculo. Sexo e morte por causa natural, e o bandido era o mocinho...Pronto, falei!!!...rsrsr...
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Só Sobre Livros 02/04/2014

Suspense policial à la Espinosa
Confira resenha no blog

site: http://sosobrelivros.blogspot.com.br/2014/04/desafio-skoob-marco-suspense-policial.html
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Luana Ludmila 10/06/2013

Enfim, entreguei-me ao famoso Espinosa.
A narrativa é incrível! Sabe aquelas histórias que não te deixam ir ao banheiro, essa é uma. O autor amarrou muito bem a história. Um romance policial de primeira. Fiquei muito orgulhosa do autor ser brasileiro.
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José 23/05/2010

Psi
Para quem gosta de psicanálise, o livro é muito mais de que um simples romance policial. E não poderia ser diferente: o autor escreveu o clássico “Freud e o inconsciente”, com mais de 20 edições publicadas.
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Aguinaldo 08/02/2011

o silêncio da chuva
A capa é muito bonita, as indicações da contracapa generosas, os selos discretos do Jabuti e do prêmio Nestlé de literatura reluzindo como excelentes abre alas, mas eu não gostei deste livro. É um romance policial clássico: há um crime e um sujeito ambíguo demais para parecer um bom detetive se apresenta para resolver o problema após uma sucessão de sustos. Este formato funciona com Poirot, com Maigret, com Sherlock Holmes, com Miss Marple, com San Spade (principalmente quando Humphrey Bogart o interpreta) e, é claro neste ano espanhol, com o detetive, gastrônomo e catalão Pepe Carvalho. Claro que este "O Silêncio da Chuva" é bem escrito e tem passagens boas de se ler, mas não há como comparar a irônia e modacidade do Carvalho, por exemplo, com o Espinosa de Garcia-Roza. Os contrastes do Rio de Janeiro que todos conhecemos são bem descritos no livro, ficamos curiosos com os possíveis desfechos, mas eu, bem antes do meio do livro, já havia pensado que o assassino natural do livro seria o sujeito que ao fim é revelado pelo detetive. Isto não é exatamente um problema, mas deixa um travo na boca. As tramas dos romances policiais são sempre rocambolescas e repetitivas mas muito neste livro pareceu-me artificial demais para eu me tornar um viciado em Garcia-Roza como tornei-me do Vazquez Montalbán. Claro que vou dar outras chances ao Garcia-Roza (não sou tão definitivo assim). Há ao menos uma outra meia dúzia de títulos onde o detetive Espinosa se apresenta diretamente do 1o. DP (na praça Mauá) para levantar o tapete das sujeiras cariocas. Vamos acompanhá-lo pois neste que também é o ano dos romances policiais.
O Silêncio da Chuva, Luiz Alfredo Garcia-Roza, editora Companhia das Letras, 3a. edição (2005) ISBN: 85-7164-612-0
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Bru 22/07/2020

Estava bom até chegar no final
O silêncio da chuva é um suspense policial com uma boa trama , bons personagens e bom protagonista.
Daqueles em que vc cria várias hipóteses sobre quem é o culpado e fica duvidando de si mesmo.
O livro demorou um pouco para engatar pra mim, mas quando aconteceu , cada capítulo trazia novos acontecimentos e me deixava cada vez mais ansiosa para o final.
Sobre o final... me deixou curiosa por dias e quando aconteceu foi simplesmente frustrante, não houve embate final e na verdade foi um final sem pé nem cabeça.
Me sinto decepcionada, estava me preparando para o clímax da história e este não aconteceu .
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