Macunaíma

Macunaíma Mário de Andrade




Resenhas - Macunaíma


86 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6


r.morel 01/01/2018

Resenha Telegráfica
Quem tem medo da Literatura Brasileira por descaminhos nas escolas primárias e secundárias deveria dar uma chance ao livro do modernista Mário de Andrade. As aventuras do índio Macunaíma, é visível a Jornada do Herói antes mesmo desse agora clichê existir, encaixariam perfeitamente em adaptações em novas mídias em novas formas de expressão como animações e, por que não?!, até em videogames e joguinhos de aplicativos. A dica -  não mais literária: empreendedora! - foi dada e dos futuros lucros 10% são meus.

“E estava lindíssimo na Sol da Lapa os três manos um loiro um vermelho outro negro, de pé bem erguidos e nus. Todos os seres do mato espiavam assombrados. O jacareúna o jacaretinga o jacaré-açu o jacaré-ururau de papo amarelo, todos esses jacarés botaram os olhos de rochedo pra fora d’água.”

site: popcultpulp.com
comentários(0)comente



spoiler visualizar
Anderson 30/12/2017minha estante
Despertou o meu interesse! Vamos a leitura!


Ana 30/12/2017minha estante
Espero que goste!




Leituras do Sam 20/11/2017

Aí! Que preguiça!
De fazer resenha desta obra já tão estudada e importante.
Vale muito a pena ler.
comentários(0)comente



Simone Torres 12/08/2017

Um livro de difícil leitura (para mim), pelo vocabulário e neologismos da época (1928) em que foi escrito.
A palavra "Macunaíma", segundo Haroldo de Campos, parece conter como parte essencial "Maku", que significa: Mau; e o sufixo "Ima", que significa: Grande. Macunaíma significaria, portanto, "O Grande Mau". Nosso herói sem caráter, como define o próprio Mário de Andrade, seria uma ambiguidade, com poderes de criação e transformação, mas também malicioso e pérfido.
O texto não segue uma ordem cronológica ou geográfica (espaço-tempo), já que o herói perfaz caminhos por todo o território brasileiro, bem como por diferentes situações que nos remetem a épocas distintas. O tempo, neste caso, é totalmente subvertido.
Geograficamente, Macunaíma vai de São Paulo ao Rio de Janeiro, de Mato Grosso ao Amazonas, de Pernambuco a Minas Gerais. Cronologicamente, dialoga com personagens do século XVI (João Ramalho); com os holandeses (século XVII); com Hércule Florence (século XIX); e com Delmiro Gouveia (século XIX).
Ao misturar culturas, regionalismos e tradições das diferentes partes do Brasil, Mário de Andrade revoluciona a literatura da época.
Macunaíma resulta de anos de pesquisa dos mitos e lendas indígenas, bem como do folclore nacional. É uma rapsódia (termo usado pelos gregos para definir obras que contém as tradições folclóricas de um povo), bem como a Ilíada e Odisseia (de Homero).
Não, não é fácil ler Macunaíma, diria que é desafiador. No entanto, essencial para o engrandecimento do vocabulário e do conhecimento de tantas riquezas nacionais.
#Recomendo
comentários(0)comente



Simone Torres 12/08/2017

Um livro de difícil leitura (para mim), pelo vocabulário e neologismos da época (1928) em que foi escrito.
A palavra "Macunaíma", segundo Haroldo de Campos, parece conter como parte essencial "Maku", que significa: Mau; e o sufixo "Ima", que significa: Grande. Macunaíma significaria, portanto, "O Grande Mau". Nosso herói sem caráter, como define o próprio Mário de Andrade, seria uma ambiguidade, com poderes de criação e transformação, mas também malicioso e pérfido.
O texto não segue uma ordem cronológica ou geográfica (espaço-tempo), já que o herói perfaz caminhos por todo o território brasileiro, bem como por diferentes situações que nos remetem a épocas distintas. O tempo, neste caso, é totalmente subvertido.
Geograficamente, Macunaíma vai de São Paulo ao Rio de Janeiro, de Mato Grosso ao Amazonas, de Pernambuco a Minas Gerais. Cronologicamente, dialoga com personagens do século XVI (João Ramalho); com os holandeses (século XVII); com Hércule Florence (século XIX); e com Delmiro Gouveia (século XIX).
Ao misturar culturas, regionalismos e tradições das diferentes partes do Brasil, Mário de Andrade revoluciona a literatura da época.
Macunaíma resulta de anos de pesquisa dos mitos e lendas indígenas, bem como do folclore nacional. É uma rapsódia (termo usado pelos gregos para definir obras que contém as tradições folclóricas de um povo), bem como a Ilíada e Odisseia (de Homero).
Não, não é fácil ler Macunaíma, diria que é desafiador. No entanto, essencial para o engrandecimento do vocabulário e do conhecimento de tantas riquezas nacionais.
#Recomendo
comentários(0)comente



Colégio Evolução 22/07/2017

Macunaíma nasce e já manifesta sua principal característica: a preguiça. O herói vive às margens do mítico rio Uraricoera com sua mãe e seus irmãos numa tribo amazônica.
Macunaíma encontra Ci, mãe do Mato, rainha das Icamiabas. Depois de dominá-la com a ajuda de seus irmãos faz dela sua mulher tornando-se assim imperador do Mato Virgem.
souza.heiras 21/10/2017minha estante
É uma preguiça paradoxal. Como dizer que tal personagem é moroso, ha de saber de suas vivissimas aventuras encrustrando nos mais variados ambientes nacionais e tempos ilógicos.




Mara.Sousa 14/06/2017

He he he
Como eu te amo Mário...
comentários(0)comente



Iarley Estrela 28/05/2017

Escrito por Mario de Andrade, Macunaíma foi lançado em 1928. De uma representatividade e importância histórica o livro é marco na ruptura da estrutura burguesa e conservadora da época, tornando-se um dos mais lembrados da fase modernista brasileira. Palavras consideradas difíceis ou incomuns fazem parte da obra mas isso não desqualifica Macunaíma em nenhum quesito. As expressões e nomes indígenas, regionalismos e neologismos, linguagem coloquial e sintaxe invertida podem afugentar o leitor inicial ou em formação nesta que é a obra mais conhecida do autor. É importante lembrar que o livro valoriza a cultura nacional mostrando aspectos indígenas, lendas e mitos dos povos da região amazônica. Macunaíma é o personagem principal. O herói sem nenhum caráter e estereotipo do malandro. Em seu entorno o autor segue descrevendo a vida dos índios amazônicos numa atmosfera de ironia e sarcasmo. Por fim compreendemos que Macunaíma é a personificação do jeitinho brasileiro e de como passamos pelas maiores dificuldades sem perder o bom humor. Suas aventuras atravessam o Brasil com reviravoltas intensas numa trama surrealista onde tudo pode ser realizado e construído.
comentários(0)comente



João Luiz 22/04/2017

Um grande clássico da literatura brasileira.
Macunaíma, o herói sem nenhum caráter. Lançado em 1928, valoriza a cultura nacional. Particularmente não gostei muito. Não é uma leitura tão fácil e agradável. Porém, pela importância histórica e o modo revolucionário da escrita é obrigatório conhecer Macunaíma!
comentários(0)comente



vgmaysonnave 27/03/2017

O herói de nossa gente
O que dizer sobre essa obra do Mario de Andrade? Bem, talvez eu tenha criado nova grande expectativa sobre o livro - que não foi correspondida - mas que ainda assim me encantou. Mario de Andrade escreveu essa obra de um jeito bem peculiar não respeitando normas cultas e etc... mas acredito ser uma obra de fácil leitura e interpretação, muito ágil.
Tinha assistido o áudio visual antes de ler o livro mas gostei do fato disso não ter me auxiliado muito, afinal, é necessário reconstruir tudo na literatura desse livro porque as obras são muitos distintas (mas resalvo a interpretação do Grande Otelo no filme).
O livro basicamente aborda a vida de Macunaíma e suas aventuras nas andanças por esse Brasil afora.
Não sei se nasceram nessa obra, mas existe muitos ditados populares e frases "clássicas" do dialeto brasileiro nela.
No mais foi é uma obra que recomendo, até mesmo para ser lido para crianças pela linguagem limpa adotado por Mario de Andrade. Entretanto o livro "Contos novos" -primeira obra lida do autor- ter sido mais interessante pra mim.
comentários(0)comente



Fendrich 22/03/2017

Experimentalismo ou dá super certo ou dá tremendamente errado. Para mim, foi este último caso.
comentários(0)comente



Andre.Luiz 19/03/2017

Parei de ler na página 146, penso não estar preparado para ler essa obra.
Fendrich 22/03/2017minha estante
146? Mas então já estava quase acabando =).




spoiler visualizar
comentários(0)comente



wesley.moreiradeandrade 11/01/2017

Macunaíma me fez lembrar o traumático momento, no 2º ano do Ensino Médio, em que tive que ler Iracema de José de Alencar, clássico do Romantismo Brasileiro que me exijo a uma futura e nova leitura. As expressões e nomes indígenas, regionalismos e neologismos, a linguagem coloquial a sintaxe invertida podem afugentar aquele leitor inicial ou em formação nesta que é a obra mais conhecida de Mário de Andrade.
Como o próprio título do livro indica, o protagonista é um herói sem nenhum caráter, o que subverte as convenções literárias e também aperfeiçoa aquilo que Manuel Antonio de Almeida começou com o seu “Memórias de um sargento de Milícias” no século anterior. Mário traz novamente o anti-herói, o personagem pícaro, neste romance rapsódia. Macunaíma desde pequeno é acometido de uma preguiça interminável e vive de ludibriar os irmãos, brincar com as cunhãs, de querer levar e tirar vantagem em todas as situações em que por vezes se dá bem, por outras se dá muito mal. Convivendo com figuras folclóricas numa jornada épica rumo a São Paulo para recuperar a muiraquitã que ele ganhara de presente da Mãe do Mato, Ci, que agora está sob a posse de Venceslau Pietro Pietra, o gigante Paimã comedor de gente.
O urbano e o rural, o citadino e o indígena, o realismo e o lendário fundem-se numa narrativa pulsante, inconstante e que é um tour de force numa primeira leitura (quiçá na segunda vez a inventividade de Mário não soe tão difícil como agora o foi).
Mário de Andrade foi um grande pesquisador e contribuidor da cultura popular brasileira, este Macunaíma seria uma síntese em formato de ficção do grande arcabouço cultural que temos de herança, do resultado das misturas entre raças, desta miscigenação que é nossa principal característica e que foi fonte da pesquisa empreendida pelo autor modernista em suas viagens pelo país. Não somente é um retrato da nossa brasilidade mas do que liga nossa cultura a dos outros países da América.

site: https://escritoswesleymoreira.blogspot.com.br/2014/01/na-estante-11-macunaima-mario-de-andrade.html
comentários(0)comente



Vi 02/12/2016

Macunaíma
Palavras difíceis ou incomuns obviamente fazem parte da obra de Mário de Andrade, mas isso não desqualifica Macunaíma em nenhum quesito. Uma história peculiar que me fez rir e muito também me fez pensar sobre essa nossa sociedade. Com toda certeza é uma obra que todos deveriam ler, mesmo com algumas palavras estranhas
comentários(0)comente



86 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6