Macunaíma

Macunaíma
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Resenhas - Macunaíma


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Vi 02/12/2016

Macunaíma
Palavras difíceis ou incomuns obviamente fazem parte da obra de Mário de Andrade, mas isso não desqualifica Macunaíma em nenhum quesito. Uma história peculiar que me fez rir e muito também me fez pensar sobre essa nossa sociedade. Com toda certeza é uma obra que todos deveriam ler, mesmo com algumas palavras estranhas
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Simone.Sardinha 16/10/2016

Carregado de regionalismo
Macunaíma foi lançado em 1928 e representou um dos mais importantes romances do modernismo brasileiro.
O livro valoriza a cultura nacional mostrando aspectos indígenas, lendas e mitos dos povos da região amazônica, sendo Macunaíma seu principal personagem.
Macunaíma é o estereótipo do malandro. Sem falar na preguiça que era sua principal característica. Em seu entorno, o autor segue descrevendo a vida dos índios amazônicos em uma atmosfera de ironia, sarcasmo, romance, história e muitas palavras regionalizadas.
Ao trazermos esse romance para os dias de hoje, torna-se um pouco cansativa a leitura, mas à luz da época em que foi escrito, realmente torna-se sensacional.
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Cheisy 28/09/2016

Herói da nossa gente
A obra relata o nascimento, vida e morte da personagem homônima. Trata-se segundo o próprio autor de uma rapsódia, ou seja, uma compilação de temas heterogênicos que caracterizam o romance ícone da primeira fase do Modernismo brasileiro.
Macunaíma nasce caçula numa aldeia indígena num lugar chamado Pai da Tocandira, seus outros dois irmãos Maanape já velhinho e Jiguê na força de homem o acompanharão por toda a fantástica narrativa que revelará as presepadas de um anti-herói picaresco que personifica à imagem do brasileiro de todos os tempos regiões deste país.
A linguagem coloquial empregada pelo autor revela o propósito modernista de retratar a identidade nacional brasileira já buscada desde o período romancista em obras como Iracema e o Guaraní de José de Alencar. Aliás, o primitivismo é outra característica deste período literário que fomenta os valores da raça e a herança cultural de nosso povo.
Essa acentuada inspiração nacionalista também revela a perspectiva antropofágica dos modernistas em receber a informação cultural que vem de fora, degluti-la, e devolve-la como forma da mais pura representatividade estética nacional. Mário de Andrade o faz ao conceber uma personagem que longe das idealizações passadistas, de influência europeia, retrata as virtudes e as falhas de caráter de um herói símbolo da nossa idiossincrasia nacional.
A primeira impressão que se tem de Macunaíma é a de que o herói realmente não tem caráter, mas isso porque ele não vive os valores da civilização ocidental. A personagem no entanto em suas duas formas, tanto como negro índio ou homem branco, é uma tentativa de construção do povo brasileiro mostrando a miscigenação das raças que povoam o país.
Em Macunaíma o nacionalismo tem um caráter crítico e a figura do índio aparece causando uma reflexão sobre o que é ser brasileiro. E essa crítica à sociedade é deixada muito clara com a constante fala do personagem "Pouca saúde e muita saúva, os males do Brasil são".
Em suma, Macunaíma é uma obra vanguardista quanto ao seu projeto de uma literatura autêntica e de desconstrução dos velhos hábitos literários de sua época, um registro singular de que a arte literária, assim como o próprio homem, se reinventa, possibilitando um novo e aguçado olhar sobre si mesmo.


site: http://arquivo-literario.blogspot.com.br/2016/09/macunaima-mario-de-andrade.html
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Diego.Braga 02/09/2016

Nonsense mas é bom
Gostei da estoria embora seja bem maluca
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Mayda Ribeiro 26/08/2016

Macunaíma
Muito bom.
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ThiagoFermorais 29/06/2016

Cansativo....
Apesar de sua relevância para a literatura brasileira e da linguagem diferenciada utilizada, não é um livro fácil ou muito agradável de se ler. Particularmente, gosto do Mário de Andrade e, deste livro, sugiro apenas e especialmente a leitura do capítulo Carta pras Icamiabas, que é de um primor linguístico inigualável além de tons finos de ironia que deixarão o leitor satisfeito. A edição que eu li também era recheada de prefácios que não foram publicados em outras edições e também uma carta dedicada a Carlos Drummond, que é interessante. E só ! Claro que o mito ou o arquétipo de Macunaíma é importante mas....se você tiver paciência...vá em frente !
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Natalie 09/05/2016

Apesar de Macunaíma ser considerada uma das obras mais importantes da literatura nacional, Mário de Andrade não conseguiu me convencer com o experimentalismo de linguagem utilizado. A única obra dele que conhecia até então era Amar, Verbo Intransitivo - livro que gostei bastante, e acho que um dos motivos de eu ter me decepcionado tanto com a leitura foi a comparação que não pude deixar de fazer entre eles. Nem parece que foi a mesma pessoa que escreveu os dois.

Há quem adore a história e ache o protagonista um grande representante do brasileiro.Não concordo com isso e também não fiquei envolvida com a brincadeira que o próprio autor nos prefácios se propõe a fazer, pois deu a impressão de desleixo.

Porém, pelo valor histórico e revolucionário da escrita é interessante conhecer Macunaíma, o herói sem nenhum caráter; mas para aqueles que, como eu, tem dificuldade com textos escritos com a linguagem oral, é enfadonho.
Leonardo 09/05/2016minha estante
Bom comentário! Tenho interesse em ler =) Li alguns textos dele sobre música e já achei super chato hehe




andredonadia 25/01/2016

Experimentalismo e Criatividade
Não sou um grande entendedor dos movimentos literários, no entanto considero esse livro um tanto experimental. Não posso negar a criatividade do autor, o excelente jogo que ele estabelece com as palavras, incluindo aí novos usos, novas origens para nossas expressões e costumes. Nesse sentido o livro é genial. Mas para mim, não funcionou. Houve momentos em que me senti perdido em ler um livro escrito em nosso idioma. Parece que Mário de Andrade esticou demais os limites e assim, com esse estilo a narrativa ficou um pouco confusa para mim.

Natalie 02/05/2016minha estante
Estou com a mesma sensação.




Marcos 04/01/2016

Ruim é elogio
Texto ruim, mal cuidado, um desleixo total sem qualquer compromisso com o leitor. Não deveria ser divulgado como "literatura brasileira". Há quem idolatre esses lixos, o que é compreensível em um país onde o errado é vencedor.
Jhony 19/01/2016minha estante
E comentários como o seu é a prova concreta que as pessoas falam de um assunto sem conhecê-lo. Estude literatura, depois venha desmerecer alguém.


Joao.Vitor 06/06/2016minha estante
Concordo cntg, n vejo nada dmais nessa obra, um livro extremamente chato e cada página é uma tortura, é mt mal escrito, realmente n dá pra entender como idolatram esse tipo de coisa.




Valnikson 23/12/2015

1001 Livros Brasileiros Para Ler Antes de Morrer: Macunaíma, O Herói Sem Nenhum Caráter
Macunaíma seria a representação do povo brasileiro, seu universo lendário e linguajar único. Com isso, muitos estudiosos e pesquisadores consideram a obra uma rapsódia, gênero da literatura que une diversos temas de inspiração folclórica. O autor conhecia muito bem esta modalidade artística devido à sua formação musical (o termo advém da tradição poética e oral grega, de autores como Homero), sabendo culminar seu conhecimento a cerca de mitos indígenas e contos da tradição popular na composição do seu texto. (Leia mais no link)

site: https://1001livrosbrasileirosparalerantesdemorrer.wordpress.com/2013/09/12/01-macunaima-o-heroi-sem-nenhum-carater/
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Cacau 10/10/2015

Aos defensores xiitas da obra...
Eu juro que tentei...
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Aline 01/10/2015

Macunaíma
Macunaíma representando o povo brasileiro literalmente, obra maravilhosa de Mário de Andrade!
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Felipe 16/06/2015

Mais ou menos...
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Marques 11/06/2015

Devo dizer que o Modernismo de Mário de Andrade pode ser facilmente relacionado com a comédia nonsense britânica.
A maneira dele contar a história sobre a origem das etnias ou do automóvel é digna de aplausos. Talvez mais pela loucura que pela genialidade.
Sinceramente, eu gostei do livro e não gostei ao mesmo tempo, pois a única coisa que pude levar adiante com uma análise é a desconstrução da imagem do indígena como o símbolo de nosso cavaleiro medieval presente no Romantismo e a busca pelos Modernista em uma identidade nacional original.
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SakuraUchiha 21/03/2015

Clássico Modernista
A batalha entre o brasileiro genuíno e o estrangeiro é o grande enfoque desta rapsódia, que somente no final do texto tem seu desdobramento.
A obra coloca o índio, brasileiro nativo, como representante da cultura de nossa terra, que encontra em seu adversário, o gigante Piaimã, de nome Venceslau Pietro Pietra, seu antagônico, o estrangeiro – comedor de gente.
Com certeza é uma das maiores obras de nossa literatura, que proporciona uma leitura muito rápida, pois como já dito, possuí uma cadência musical. Lançada seis anos depois da Semana de Arte Moderna de São Paulo, a obra expressa todo o espírito modernista que havia dominado certos autores, principalmente os paulistas, especialmente os amigos Osvald e Mário de Andrade.
Segundo o próprio autor, Mário de Andrade, Macunaíma representa “a aceitação sem timidez nem vanglória da entidade nacional”, concebida como o retrato cultural do povo brasileiro, índio branco, feiticeiro, mau caráter, preguiçoso, mentiroso, egoísta, gozador, capaz de rir de si próprio e de nunca perder uma piada.
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