Outlander

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Resenhas - A Viajante do Tempo


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Isadora.Celestino 20/07/2016

Outlander - A Viajante do Tempo - Livro 1
Genteeee, para tudooooo! Eu preciso falar sobre esse livro maravilhoso! Sério gente, que livro é esse?! Tô mega apaixonada, envolvida, encantada, desesperada por mais, enfim, amor à primeira leitura rsrs.
Ok, vamos começar mais organizado isso aqui, antes que eu enlouqueça todos rsrs
Primeiro, que história é essa? Iniciamos a trama na Escócia com a enfermeira Claire e seu marido Frank que desfrutam de sua segunda lua de mel após 6 anos separados (se não me engano é esse tempo mesmo). O destino foi mais escolhido pelo Frank que está em busca de informações da sua árvore genealógica da família Randall e 200 anos atrás, um tio seu viveu naquele país como capitão das tropas inglesas.
O livro começa com as inseguranças do casal, as lembranças da Claire de sua infância, do tempo como enfermeira, dos feridos, dos momentos de solidão e saudades do marido, as descobertas da cidade, superstições da vila onde estão, etc. Alguns dias depois os dois vão visitar as montanhas de Craigh Na Dun que antes era usada para emboscadas, e no presente momento acontecia tipo de uma dança, um ritual pelas mulheres da cidade. Enfim, a Claire por gostar de plantas, flores (principalmente por ser enfermeira) se encanta por uma que estava nas montanhas e retorna no outro dia para explorar mais sobre tal flor. E aí minha gente, é que a coisa começa de verdade e todo o desenrolar da história começa. Então eu já adianto: a coisa é boa, mas tão boa que você quase pira junto! Hahaha...
Voltando, Claire acaba voltando 200 anos atrás de seu tempo (1745) e acaba se aventurando muito: primeiro encontra o tio do marido, depois um grupo de escoceses que a “sequestram”, aí além de tudo a mulher passa por muita coisa mesmo! É tentativas de estrupo, a desconfiança de todos por essa mulher misteriosa, a saudade de sua época, perigos constantes, superstições de feitiçaria (bruxaria) e um amor minha gente, que envolve de um jeito que... Nossaaaaa! Meu DEUS quero eu viver tudo aqui também!
A Claire vai conhecer Jamie, que apesar de no começo você já matar que hmmmmmmmm eles vão ficar juntos, é mais uma mistura de amizade, depois desejo e depois amoooor! A coisa acontece como um “acordo” para livrar a moça de alguns perigos e gente, é claro que essa coisa de acordo nunca acaba bem, né?! Enfim, os dois se apaixonam, Claire fica dividida entre Frank e o lindo escocês e tem que tomar a decisão. Claro que em coração ninguém manda e apesar de amar, qual dos dois ela escolherá?
Eu até gostaria de contar mais, porque esse livro minha gente, me deixou de um jeito que estou doida, mas doida para continuar (já comprei o segundo livro) mas o que eu posso adiantar é que os últimos capítulos desse livro te fazem sofrer de um jeito, te deixam doida de agonia, de esperança, e te faz ver como o amor é capaz de tudo, como uma mulher tem o poder de levantar um homem seja como for.
E para completar temos a série Outlander que já está fazendo o maior sucesso lá fora, e claro eu comecei e garanto é muito bom! É fiel ao livro, muda algumas coisas mas nada demais e o que é melhor você vê tudo aquilo que imaginou ali, em cores e movimentos e te transportando novamente para todas as emoções. Então turma, boa leitura e boa aventura à todos! Até a próxima.
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Dhiego 18/07/2016

A Viajante do Tempo
“— Você diz que tem medo de realizar uma ação aqui por medo de afetar o futuro. Isso é ilógico. Todas as ações afetam o futuro. Se tivesse permanecido em seu próprio lugar e época, suas ações, ainda assim, afetariam o que viesse a acontecer, exatamente como agora. Ainda tem as mesmas responsabilidades que teria lá, que qualquer ser humano tem em qualquer época. A única diferença é que pode estar em condições de ver mais claramente as consequências de seus atos. E, novamente, talvez não. — Balançou a cabeça, olhando diretamente para mim por cima da mesa.”
Quando Claire Randall, uma enfermeira que desfruta de sua lua de mel em Inverness, Escócia, retorna a Craig na Dun, os monólitos pitorescos e de ares ancestrais, tudo o que ela não poderia imaginar acontece: do clima do pós-guerra, em 1945, Claire é lançada impiedosamente pelo tempo e se vê estirada, absorta, em uma Escócia selvagem e brutal de 1743, onde os clãs ainda governam as Terras Altas.
As histórias parecem sempre ocorrer com mulheres e de duzentos em duzentos anos — ou é o que Claire Randall (Beauchamp) acredita. Após presenciar um ritual misterioso no círculo de pedras, alguma fenda no tempo parece ter sido aberta, sugando a jovem enfermeira para o século XVIII. Presenciando uma batalha entre ingleses e escoceses, sendo quase violada pelo capitão dos Dragões, ela deve esconder as verdades sobre a sua origem incompreensível e viver entre o clã MacKenzie, entre olhares que a acusam de ser espiã ou até mesmo uma bruxa.
“— Ma chère, sirvo a um homem que multiplicou os pães e peixes — sorriu, meneando a cabeça para o lago, onde os redemoinhos causados pelos movimentos das carpas se alimentando ainda se diluíam —, que curou o doente e ergueu o morto. Devo ficar espantado que o mestre da eternidade tenha trazido uma jovem mulher pelas pedras da terra para cumprir Sua vontade?”
Em “A Viajante do Tempo”, Diana Gabaldon nos apresenta Jamie Fraser, um guerreiro escocês salvo da morte por Claire. O brutamontes parece fazer valer o significado de sofrer em terra e carrega consigo a essência compactada dos verdadeiros clãs escoceses da época. Não tarda muito para que se construa uma ligação entre as duas personagens, um fio resistente que dá núcleo para o romance histórico.
É através da relação entre Jamie e Claire que Gabaldon entrelaça a sua trama de uma forma poderosa e inexplicavelmente crível. Não apenas existe força e beleza no seu texto, mas também uma veracidade e uma magia que inunda os capítulos, inebriando o leitor de uma forma que ele praticamente torna-se incapaz de negar a realidade da história.
Levados por paisagens exuberantes, somos apresentados a outras personagens: Dougal, Colum, Murtagh, Geillis Duncan, sra. FitzGibbons, Jonathan Randall, etc. A história avança entre perseguições, fugas, sensualidade, tortura e intrigas políticas, cujos fios se entrelaçam página a página.
Presa no passado, Claire se vê dilacerada entre o coração que cria raízes naquelas terras e o dever que sussurra o seu retorno ao futuro. Tendo o dom para mudar os eventos de um massacre vindouro, ela precisa se decidir rapidamente, afinal, a sua estadia nas Terras Altas não passa em branco. Jonathan Randall, antepassado de Frank (seu futuro esposo, em 1945) e capitão inglês, trama a sua captura, certo de que Claire trata-se de uma espiã escocesa ou jacobita.
Às vezes, o conhecimento do futuro pode se transformar em dor, quando se está preso a um passado selvagem... mas não menos sedutor.
“[...] Às vezes, há uma linha tênue entre a justiça e a brutalidade [...]”.
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Any 18/07/2016

Recomendo
Para todos aqueles que conhecem a história entre Escócia e Inglaterra ou que gostam da lealdade e honra que o povo escocês demonstra ao longo dos anos enquanto luta por seu país, esta é uma excelente coleção para se ler (pois este é o primeiro volume de uma extensa coleção). A Escócia aqui está viva como em poucos livros que já li – que misturam ficção a realidade – e traz o misticismo que envolve a cultura daquele país. Clair viaja no tempo por acidente se deparando como a mulher relatada em uma antiga cantiga que fala sobre tal lenda, conhecendo o amor de sua vida e enfrentando adversidades para que fiquem juntos. Brilhantemente escrita, a história traz fatos reais, ficção, ação, romance e fantasia perfeitamente equilibrados.
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Juliana 12/07/2016

Somos todos Sassenach
As pessoas me perguntam como consigo ler um livro tão grande e pesado. Eu sempre digo que não há obstáculos que impeçam a leitura de uma ótima história. E assim acontece com Outlander.
Eu comecei a ler a narração de Claire Randall, uma mulher moderna, livre e independente na medida do possível para a sua época. Casada com Frank Randall e aproveitando o fim da segunda guerra nas Highlands em sua lua-de-mel, Claire está indiretamente sabendo mais sobre o passado de seu marido. Quando digo passado, quero dizer 200 anos atrás. Frank é um professor-historiador e sua nova obsessão é genealogia. Claire foi enfermeira nas linhas de guerra e possui um fascínio por Botânica. No início da leitura há uma sensação de que fadas aparecerão, mas não são bem elas as responsáveis pelo desaparecimento de Claire (até agora não sei o que foi. Talvez magia pura das Terras Altas).
Frank e sua esposa presenciam um ritual druida que deixa a mulher intrigada. Claire retorna ao local das sacerdotisas - o monumento megalítico de Craigh na Dun - em busca de uma planta medicinal, sozinha, e acaba sendo surpreendida por barulhos que ela acha serem abelhas.
Desorientada, Claire tenta voltar para o hotel em Inverness. Acaba dando de cara com um homem muito parecido com seu marido e, pasmem queridxs, não é o Randall que qualquer uma de nós quereria encontrar em uma floresta deserta e assustadora. Ao perceber seu erro, a Sra. Randall de 1945 tenta escapar, mas o Sr. Randall de 1743 é mais acostumado a caçadas do que qualquer outro homem que Claire já tinha conhecido.
Então, eis que o salvador de Claire aparece, embora não ache que ela tenha sido salva. Muuuuuuuuitas coisas vão rolar e Jamie Fraser é introduzido nas nossas vidas sem aviso prévio de "cuidado para não se apaixonar perdida e completamente".
Jamie é um jovem guerreiro escocês que acaba de voltar do exílio. Passa o livro todo fugindo e salvando Claire, entretanto a cada cena que Jamie protagoniza, mais um pedaço de seu bom caráter, determinação, força, tenacidade e sagacidade é entrevista. Quando ele e Claire estão juntos são duas forças complementares. Ela o conquista logo no primeiro contato, mas Jamie vai florescendo no coração de Claire e a deixando confusa porque Frank, embora não tenha existido naquela época, já habitava o coração da Sassenach do futuro.
Dougal e Collum, irmãos poderosos que encabeçam o clã Mackenzie, disputam o lugar de vilões com o poderoso capitão dos dragões ingleses, Black Jack Randall.
A narrativa é sempre do ponto de vista de Claire, mas às vezes, tive a sensação que Claire narrava fatos que não tinha como saber. Ou então ela descrevia o que Murtagh estava falando. Isso, em um livro de 800 páginas, deixou minha mente um pouco confusa.
Assim como Game of Thrones, os direitos dos livros foram comprados pela emissora Starz em 2014 e podemos ver Caitriona Balfe e Sam Heughan como nossos protagonistas queridos. Eu gostei da série, mas prefiro um milhão de vezes o livro. A química entre os dois no livro é muito mais latente.


site: https://clubedxslulus.blogspot.com.br/
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Juliana 12/07/2016

Somos todos Sassenach
As pessoas me perguntam como consigo ler um livro tão grande e pesado. Eu sempre digo que não há obstáculos que impeçam a leitura de uma ótima história. E assim acontece com Outlander.
Eu comecei a ler a narração de Claire Randall, uma mulher moderna, livre e independente na medida do possível para a sua época. Casada com Frank Randall e aproveitando o fim da segunda guerra nas Highlands em sua lua-de-mel, Claire está indiretamente sabendo mais sobre o passado de seu marido. Quando digo passado, quero dizer 200 anos atrás. Frank é um professor-historiador e sua nova obsessão é genealogia. Claire foi enfermeira nas linhas de guerra e possui um fascínio por Botânica. No início da leitura há uma sensação de que fadas aparecerão, mas não são bem elas as responsáveis pelo desaparecimento de Claire (até agora não sei o que foi. Talvez magia pura das Terras Altas).
Frank e sua esposa presenciam um ritual druida que deixa a mulher intrigada. Claire retorna ao local das sacerdotisas - o monumento megalítico de Craigh na Dun - em busca de uma planta medicinal, sozinha, e acaba sendo surpreendida por barulhos que ela acha serem abelhas.
Desorientada, Claire tenta voltar para o hotel em Inverness. Acaba dando de cara com um homem muito parecido com seu marido e, pasmem queridxs, não é o Randall que qualquer uma de nós quereria encontrar em uma floresta deserta e assustadora. Ao perceber seu erro, a Sra. Randall de 1945 tenta escapar, mas o Sr. Randall de 1743 é mais acostumado a caçadas do que qualquer outro homem que Claire já tinha conhecido.
Então, eis que o salvador de Claire aparece, embora não ache que ela tenha sido salva. Muuuuuuuuitas coisas vão rolar e Jamie Fraser é introduzido nas nossas vidas sem aviso prévio de "cuidado para não se apaixonar perdida e completamente".
Jamie é um jovem guerreiro escocês que acaba de voltar do exílio. Passa o livro todo fugindo e salvando Claire, entretanto a cada cena que Jamie protagoniza, mais um pedaço de seu bom caráter, determinação, força, tenacidade e sagacidade é entrevista. Quando ele e Claire estão juntos são duas forças complementares. Ela o conquista logo no primeiro contato, mas Jamie vai florescendo no coração de Claire e a deixando confusa porque Frank, embora não tenha existido naquela época, já habitava o coração da Sassenach do futuro.
Dougal e Collum, irmãos poderosos que encabeçam o clã Mackenzie, disputam o lugar de vilões com o poderoso capitão dos dragões ingleses, Black Jack Randall.
A narrativa é sempre do ponto de vista de Claire, mas às vezes, tive a sensação que Claire narrava fatos que não tinha como saber. Ou então ela descrevia o que Murtagh estava falando. Isso, em um livro de 800 páginas, deixou minha mente um pouco confusa.
Assim como Game of Thrones, os direitos dos livros foram comprados pela emissora Starz em 2014 e podemos ver Caitriona Balfe e Sam Heughan como nossos protagonistas queridos. Eu gostei da série, mas prefiro um milhão de vezes o livro. A química entre os dois no livro é muito mais latente.


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Nicoly 02/07/2016

Já tinha visto algo sobre esse livro acho que aqui pelo Skoob mesmo, mas nem procurei saber sobre o que era. E então eu conheci a série, assisti a primeira temporada igual uma completa viciada. Fiquei maravilhada com a série e os personagens grudaram em mim como tatuagem, não conseguia parar de pensar na história. Até sonhava com ela. haha

Mas então resolvi ler os livros, ainda mais por falarem que era ainda melhor que a série. Primeiro comecei a ler pelo computador mesmo, mas no meio da leitura decidi que precisava do livro físico, então quando o preço baixou (porque tava caro pra mim), eu comprei e continuei a ler. Eu costumo ler muito rápido, ainda mais quando a história me envolve, mas resolvi ler esse livro devagar. Pois é assim que deve ser lido para ser totalmente apreciado.

Depois de ficar alguns anos sem se verem por causa da guerra, Claire e seu marido Frank viajam para a Escócia. Então um certo dia ela presencia, junto com Frank, um misterioso ritual num círculo de pedras chamado Craigh na Dun. Ao voltar depois sozinha, ela acaba tocando-as e então se vê no ano de 1743 com uma guerra à vista dos clãs escoceses contra os ingleses.

Lá ela então conhece Jamie, um jovem escocês, junto com outros guerreiros de um certo clã, e com a suspeita de ela ser uma espiã inglesa, levam-na para o castelo Leoch do clã Mackenzie. Quando percebe o que aconteceu, Claire fica tentando procurar um jeito de voltar para o círculo de pedras para então retornar para o seu século, porém parece que cada vez mais ela fica mais longe de conseguir. E então é quando Claire acaba se apaixonando e colocando todo o resto em dúvida.

Não vou me aprofundar muito no que acontece no livro para não estragar as coisas. Mas digo que de imediato eu me apaixonei por Jamie. Achei o Frank um ótimo marido, mas pra mim, não teria como opção abandonar Jamie. Ele é um sonho. *suspiro* ai ai!

Esse livro é daquele tipo que além de fazer eu me envolver MUITO na história, também não me deixa desligar dos personagens (mesmo quando não estou lendo). Fiquei feliz, sofri e amei junto com eles. A escrita é maravilhosa. É tudo maravilhoso!

A série de tv já tá na segunda temporada e estou acompanhando... Mas já não vejo a hora de ler o resto dos livros também, porém o segundo tá bem carinho pro meu bolso então estou esperando o preço baixar mais um pouco.

Recomento DEMAIS. COM CERTEZA é um dos meus favoritos... E olhe lá se não O favorito.
Boo 02/07/2016minha estante
é fantástico, que bom que vc gostou. Se quiser saber mais sobre o universo Outlander, veja aqui: https://www.facebook.com/OutlanderLSBrasil/




Marina 29/06/2016

Não vou entrar na questão do enredo porque todo mundo que já fez resenha desse livro já falou, então acho que todos já sabem do que se trata.

Gostei muito do livro, mas tive alguns probleminhas com ele. Primeiro, a tradução. Horrível. O engraçado é que eu não sou muito de me incomodar e/ou avaliar este aspecto do livro, mas nesse caso é tão ruim que não teve como não reparar. Vários parágrafos desconexos, faltando coerência, erros gramaticais a dar com rodo e expressões traduzidas literalmente quando não era o caso de ser. Enfim.

Em relação ao conteúdo em si, achei o ritmo do livro um pouco instável. O livro começa meio devagar vai ficando bom quando quando está mais perto da metade, depois passa por um longo pedaço meio tedioso e mais pro fim fica ótimo. O ápice realmente acontece perto do fim do livro, então realmente vale a pena ler tudo. Além disso, houve momentos em que eu não aguentava mais as cenas soft porn da estória. Ok, acho legal ter (inclusive acho que são mais bem escritas que a média, mesmo tendo uns trechinhos meio bregas/clichês), mas tem momentos em que fica DEMAIS. Não acontece mais nada no livro, seria bom um equilíbrio de cenas. Quando a autora sabe dosar bem esse tipo de conteúdo, é legal porque cria uma expectativa e você fica ansiosa pra acontecer. Mas quando é excessivo acaba virando banal.

Mas apesar desses pontos negativos, o saldo geral é bastante positivo. É um livro bem divertidinho de ler, e apesar do tamanho, você consegue acabar bem rápido. A Diana Gabaldon realmente soube criar um galã que vai agradar todas as mulheres. E é bom ressaltar que o foco do livro é esse: romance. Se você não gosta muito de livros de amor, não vai gostar desse aqui.
Outra coisa que achei legal a respeito da autora, é que ela não tem medo de maltratar os personagens! Acontecem algumas coisas bem tensas no livro, que dá uma dinâmica bem interessante.

A série, no entanto, é muito longa. Não me vejo lendo todos esses livros, mas o segundo eu ainda animo de ler!
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Ana Neuma 25/06/2016

Outlander - A viajante do tempo
Meu. Deus. Do. Céu!!! Antes de começar, posso implorar que, se você tiver esse livro paradinho na estante, comece a ler IMEDIATAMENTE? Ok. Obrigada. Só o que eu consigo dizer desse livro é que, Diana Gabaldon, você é um gênio!! Outlander - A viajante do tempo é o primeiro volume da série Outlander e conta a história de Claire, 27 anos, enfermeira, casada, voltando do serviço que prestou durante oito anos na Segunda Guerra Mundial, em plena lua de mel com o marido que passou tantos anos afastada, quando é arrebatada para a Escócia de muitíssimos anos atrás por um círculo de pedras que contém uma magia sobrenatural.

O primeiro sentimento foi de desespero. Imaginar aquela situação em que Claire estava dava certa agonia, apreensão e medo. Como lidar com uma situação em que você está completamente sozinha em um mundo que você não conhece, séculos inferiores ao que você está habituado? Confesso que tive que fechar o livro diversas vezes pra recuperar o fôlego. A autora conseguiu entremear fatos reais com fictícios, de forma que a leitura flui de maneira fácil de engolir, pois somos apresentados a personagens com hábitos e culturas reais para a época. A cada capítulo me sentia mais próxima de Claire, com sua personalidade forte e seu conhecimento sobre regras de sobrevivência, começamos a acreditar na sua capacidade de sair de tudo aquilo bem.

Somos apresentados a muitos personagens rapidamente, entre eles Collun, Murtagh, Dougal e o marcante Jamie. Ruivo, gigante, amável e usando kilt, óbvio. E, a partir daí, as escolhas de Claire se tornam milhares de vezes mais difíceis, assim como as nossas, leitores que sofremos junto com as decisões que ela precisa tomar. Dividida entre o mundo que conhece desde que nasceu, às pessoas que deixou pra trás e entre o novo mundo que a abraçou e aprendeu a amar.

É difícil escrever sobre algo que me cativou tanto, que me fez viajar e até sonhar. Só queria poder compartilhar essa história com todos os leitores do mundo! De desespero a amor, paixão, ódio, nojo, repulsa, náuseas e amor novamente. Tudo em um livro só! Ansiosa e doida pra ter os próximos volumes em mãos e, assim, poder conviver mais um pouquinho com esses personagens tão incríveis.

(Resenha publicada por mim no blog 7 coisas!!)

site: http://www.setecoisas.com/2016/06/resenha-outlander-viajante-do-tempo-de.html
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eneida 25/06/2016

Uma fantasia leve, gostosa, para distrair e viajar no tempo, literalmente. Mocinha forte, bem humorada e inteligente, mocinho forte, doce e bem humorado. Uma delícia de ler, do tipo que faz bem de vez em quando, pra fugir da realidade.
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Conchego das Letras 15/06/2016

Uma montanha russa emocional...
Olá pessoal, hoje venho trazer para vocês o primeiro livro de uma série que a cada dia que passa torna-se um sucesso maior: OUTLANDER.

Você pode ter olhado o número de páginas do livro 01 e pensado "Você está louca se acha que vou ler um livro desse tamanho! Menos ainda ao saber que são vários e todos tão grandes quanto". Bem, eu pensava como vocês antigamente e demorei horrores para tomar coragem para iniciar essa empreitada. Uma coisa eu posso garantir: a única coisa da qual me arrependo foi de ter demorando tanto para começar... O LIVRO É MUITO BOM e eu virei fã de carteirinha!

Vamos à história em si?


Outlander #1 - A viajante do tempo nos conta a história de... bem... gente pra caramba, mas principalmente Clarie, Jamie e Randall.

Claire é uma mulher forte e decidida, que trabalhou como enfermeira durante a Segunda Guerra Mundial, e agora, no pós-gerra, está tentando readaptar-se ao casamento e ao marido. Para isso eles resolvem fazer uma viagem para a Escócia como uma segunda lua-de-mel.

Em uma bela noite, ao voltar para o hotel, Frank, seu marido, percebe um homem de kilt olhando para a janela onde Claire penteava seus cabelos pensando no dia de ontem. Enciumado e querendo tirar satisfações, ele vai em direção àquele homem, mas o mesmo se movimenta, vira a esquina e... Puf... Desaparece. Prestem atenção nesse homem, prestem muita atenção.

Voltando... Frank Randall é um historiador e fica intrigado com uma lenda local sobre as bruxas que se reúnem em uma madrugada específica no círculo de pedras de Craigh na Dun. Eles vão até lá e o que eles testemunham os surpreende. No dia seguinte Claire acaba voltando sozinha, e, ao tocar em uma das pedras do círculo, desmaia.


Quando Claire acorda, atordoada e começa a tentar voltar para o seu carro, depara-se com uma cena inusitada. Homens aparentemente do século anterior lutavam entre si, com disparos de balas de mosquete, cavalos, roupas típicas... Óbvio que ela pensa que está sendo gravado um filme de época, afinal, quem pensaria "Viajei no tempo, caramba!".

Nessa Escócia antiga, ainda dominada por Clãs, onde o sobrenome Randall não é lá algo muito bom de se ter, Claire viverá coisas inimagináveis. Sofrerá tentativas de estupro, será sequestrada, ameaça, feita prisioneira, chamada de bruxa e feiticeira... Tudo isso apenas nas primeiras trezentas páginas (não tô zoando), enquanto tenta desesperadamente voltar a Craig na Dun, voltar à sua época e ao seu marido.

Bem pessoal, não quero contar muito mais para não estragar as VÁRIAS surpresas dessa obra. Para quem pensa que é um livro bobinho sobre viagem no tempo, está muito enganado. A autora Diana Gabaldon consegue nos surpreender apresentando reviravoltas a cada duzentas páginas ou menos. Quando você finalmente pensa que as coisas vão começar a se resolver ou que você vai ter um tempinho para finalmente soltar aquele ar que estava prendendo há 60 páginas, lá vem a tia Diana para te dar uma rasteira e deixar você com o coração na mão em outra situação mega complexa.



Não faltam chibatadas (snif) e cenas chocantes (snif snif). Esse livro é uma verdadeira montanha russa emocional. E eu não posso deixar de ressaltar que temos Jamie (suspiros), mas acho melhor não começar a falar dele porque essa resenha já está gigante.rs

CURIOSIDADES:

01 - Os livros estão sendo relançados no Brasil e as novas capas são com cenas e personagens da série de TV.

02 - ISSO MESMO, Outlander virou série televisiva. Atualmente está na segunda temporada e mais duas já foram confirmadas. Cada temporada, um livro.

03 - Eu fiquei agoniada para saber se eles iriam mesmo filmar AQUELAS DUAS CENAS (sabe, aquelas do Jamie que partem o seu coração?). Para os curiosos... Eles filmaram. Quase não tive coragem para assistir essas cenas.

04 - A autora chegou a ter que fazer um post falando que ela mesma ajudou na escolha dos atores e que o Jamie é aquele mesmo, porque muitos fãs não conseguiam ver uma relação direta entre o ator e o próprio imaginário. Ela chegou a brincar falando que Jamie era ruivo, e não o bozo, para as pessoas pararem de reclamar da cor do cabelo do personagem. (kkkkkkkkkkkk ri horrores lendo isso)

05 - O seriado é mega fiel ao filme e nós até fizemos uma resenha sobre a primeira temporada aqui no blog.

RESENHA FEITA POR MARIANA RAMOS.

site: http://conchegodasletras.blogspot.com.br/2016/06/resenha-outlander-viajante-do-tempo.html#more
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Felippe.Paiiva 03/06/2016

Melhor livro da serie sem dúvida!
A Viajante Do tempo, achei q ele foi bem adaptado na 1ª parte da serie, mas a 2ª parte pra mim foi bem decepcionante em termos de adaptação, mas sei q isso ocorreu pra deixar a serie mais
O que gostei e INFELIZMENTE não teve na serie:
1) Não tem como eu ñ citar isso, pois foi uma das partes q eu mais gostei, fiquei super emocionado nessa parte, e foi a da Claire vendo o Nessie, cheguei a chorar nesse capitulo e acho q ela fez bastante falta na adaptação;
2) Os encontros com os lobos nas florestas, as duas partes em q a Claire encontra lobos na floresta não teve e senti muita falta pois elas foram sinistras demais, principalmente a parte em q ela tem q matar um quando o BJ joga ela pela porta da prisão;
3) Jaime conversando com o primo sobre sexo, ri demais nessa parte e fiquei decepcionado com a exclusão dela;
4) Quando Claire e Jaime estão fugindo da prisão teve uma “batalha” na estrada e até a Claire mata com dos soldados dos dragões, queria muito ter visto, alias o final foi muito diferente pra mim, cortaram bastante parte dele, principalmente na parte do mosteiro, uma pena q amei muito a parte no mosteiro na serie, principalmente quando a Claire sente Deus, q foi uma parte q até eu q ñ sou religioso gostei.
5) A parte da Claire e do Jaime na caverna q tem no mosteiro, queria muito ter visto isso na serie.
O que gostei na serie e pra a minha surpresa ñ teve no livro:
1) Claire se lembrando de Geillis depois dela a ter salvo no julgamento, isso foi uma coisa q fiquei muito bolado vendo a serie, pois AMO a Geillis e fiquei com muita raiva da Claire ñ lembrar dela, coloco aqui ainda, a parte da Rainha perguntando a Claire o que ela estava fazendo no passado;
2) Claire na casa do Duque Sandringham, foi muito bom ver Claire confrontando o Duque sobre ele ser amigo do BJ, uma pena q isso foi exclusivo pra serie.
Partes que pra mim a adaptação fez muito bem:
1) As cenas de sexos, pois elas foram muito boas na serie, e eu lia muito q as cenas eram muito boas nos livros e cheguei a ler gente falando q essas cenas os ajudaram a fazer um sexo muito gostoso com seus parceiros, então eu imaginava q as cenas eram bem detalhadas, mas foi uma decepção pq ñ eram;
2) Claire tentando ir pra Colina das Fadas e sendo “sequestrada” pelos dragões de BJ, na serie foi muito melhor, pois nessa parte ela senti o Frank quando chega perto das pedras, ta legal q isso ocorre nos livros depois, mas acho q podia ter isso nessa parte nos livros tbm;
3) Jaime jurando lealdade a Claire e eles fazendo sexo depois e ela ameaçando ele, na serie foi BEM melhor!
4) Quando Jaime é preso no final, na adaptação foi muito mais empolgante, afinal tava mostrando, mas ñ só por isso e sim pq ele foi pego com os colegas vida loka dele e ñ indo trabalhar no moinho como nos livros.
5) Falando em moinho, a cena do Jaime o concertando na serie foi bem melhor, ainda mais pq o Sam ficou quase nu, uma coisa q foi muito boa pros meus olhos, mas senti falta da senhora q pede ajuda pra Claire e Jaime nessa hora.
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Nelba 02/06/2016

Outlander
Mesmo já sabendo a história por já ter assistido a série, não deixei de me surpreender com a belíssima história que é contada com uma riqueza de detalhes e sensações que fazem o leitor se sentir dentro da história. O amor que Jamie e Claire desenvolvem ao longo de todo o livro nos faz suspirar e ter vontade de encontrar alguém que o faça se sentir igual aos personagens. O vilão Black Jack é tão bem construído que tudo o que você consegue sentir em relação a ele é repulsa e uma vontade enorme de ver o fim dele logo. Enfim, recomendo bastante a leitura desse belíssimo livro.
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Beka 23/05/2016

MInha primeira resenha em snapchat
Para saber o que eu acho do livro, acessem meu Snapchat (rebecanoleto). Vocês têm 24 horas para assistir (os vídeos foram publicados na noite do dia 23/05/16).
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Ariane 03/05/2016

Venha para o lado Sassenach da força - O clube da Meia-noite
Claire Randall está calma em sua segunda lua de mel. Apaixonada por seu marido, está matando as saudades após tanto tempo afastados trabalhando na guerra: Ela como uma competente enfermeira e ele em uma função importante e desconhecida. Frank Randall, seu marido, está igualmente animado por este tempo antes de começar a dar aulas de História em Oxford; Além disso, ambos estão ansiosos por começar uma família.


"Havia um zumbido profundo vindo de algum lugar bem próximo. Imaginei que deveria haver uma colmeia alojada em algum nicho da rocha e coloquei a mão sobre a pedra, a fim de inclinar-me para dentro da fenda.

A pedra soltou um grito.

Recuei o mais depressa que pude, tão depressa que tropecei na relva curta e caí sentada com toda força. Fitei a pedra, espantada, suando.

Nunca ouvira um som semelhante de nenhum ser vivo. Não é possível descrevê-lo, exceto dizer que era o tipo de grito que se poderia esperar de uma pedra. Era horrível.

As outras pedras começaram a gritar. Ouvi sons de batalha, os gritos de homens morrendo e cavalos feridos.

Tudo indo perfeitamente bem para ambos, em uma ótima lua de mel até Claire desaparecer repentinamente. Para ele? Apenas preocupações e incógnitas. Para ela? Um mundo, um tempo e uma situação completamente desconhecidas em que ela deveria fazer o possível para sobreviver e o impossível para retornar a seu marido.

Para opor-se a uma multidão era preciso mais do que a coragem comum; algo que fosse além do instinto humano. E eu temia não ter esta força e, ao temer sentia vergonha.

Claire se encontra na Escócia de 1743, às vésperas da segunda revolução jacobita, onde uma mulher é apenas uma procriadora e uma inglesa nada mais é que uma hostil estrangeira, uma Sassenach. Seu primeiro contato é o antepassado de seu marido: Jonathan Randall, ou Black Jack Randall, um homem terrível e tosco. Ela é salva pelo característico escocês Murtagh, padrinho de Jamie e um homem honrado e leal, é levada ao esconderijo de um grupo de escoceses. Lá é logo surpreendida pelo terrível tratamento à mulheres e apresentada a ele: James Alexander Fraser, um doce homem, perseguido pela justiça e vítima das mãos do Black Jack.

A dura verdade é que um ato simples pode ter consequências muito sérias em lugares e tempos como estes, especialmente para um homem como eu.

Forçada a conviver nesse ambiente até encontrar um jeito de voltar, Claire logo é levada a colocar suas habilidades de enfermeira em prática como Curandeira, e aos poucos vai conquistando o apreço dos seus companheiros, um pouco mais tarde conquista a confiança e faz amizades com pessoas peculiares: Ned, advogado inglês que é apaixonado pela Escócia e Geillis Duncan, uma mulher de personalidade forte, bruxa e sarcástica; Uma mulher apaixonante e intrigante. Claire também faz amizade com o Ruivo, Jamie, com quem é mais tarde forçada a se casar para garantir sua segurança.

"Meus braços o envolviam, acariciando as cicatrizes enrijecidas de suas costas. - Eu mesmo posso suportar a dor - disse ele suavemente -, mas não aguentaria vê-la sofrer. Está acima das minhas forças. "

Claire é posta em um terrível triângulo amoroso. Enquanto ainda deseja voltar para seu amado Frank, vai se deixando cativar pelo maravilhoso-perfeito-tesudo íntegro Jamie. Somos levados às mais diversas e difíceis aventuras de ambos, as quais envolvem desde perseguição, insiquisições, desavenças, brigas com o mundo a um amor forte e maravilhoso. Companheiros, marido e mulher que se amam e se respeitam, uma característica incomum entre casais estão preparados para enfrentar o que for.

-Você está a salvo disse ele com firmeza. Tem meu nome e minha família,meu clã, e se necessário, a proteção do meu corpo também. O sujeito não vai colocar as mãos em você de novo enquanto eu viver.

Com oito livros publicados e um nono a caminho, Diana Gabaldon, grande amiga de George R. Martin(autor da Guerra dos tronos), constrói uma história entrelaçada e firme, com temáticas diferentes a cada livro e personagens diferentes, apaixonantes ou odiosos. Esta é a saga que envolve romance, ação, aventura, violência, um grande toque da realidade, enormes lições de história. Te leva a muitos risos e muitas lágrimas simultaneamente. Prepare-se para ser arrancado de sua estabilidade emocional para um turbilhão de emoções. De um capítulo por dia que você leia, nesta saga, você acabará com o livro em poucos dias. Sim, ela é tudo isso.

Onde todo o amor existe, não há necessidade de palavras. É tudo. É imortal. E se basta.

Gosta de ação? Leia
Gosta de romance? Leia
Gosta de aventura e mistérios? Leia
A Viajante do tempo é a maravilhosa introdução a este maravilhoso universo criado por Diana Gabaldon. Leiam, chorem, riam, se emocionem, vivam este maravilhoso livro junto comigo e então, volte aqui para me contar o que achou e reservar sua passagem à Inverness junto a mim e mais 20 milhões de amantes deste universo.


Permita então que beijos apaixonados permaneçam em nossos lábios. Comece a contagem até mil e cem. E mais cem e mais mil.




site: http://www.oclubedameianoite.com/2016/04/resenha-viajante-do-tempo-diana-gabaldon.htmlhttp://www.oclubedameianoite.com/2016/04/resenha-viajante-do-tempo-diana-gabaldon.html
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Gabriela 28/04/2016

Romance na medida certa
Eu não costumo gostar de livros que contenham romance, mas esse me surpreendeu. Comecei a ler por curiosidade e adorei a narrativa, a forma como a história é contada. É incrível pensar como seria nossa reação se estivéssemos no lugar de Claire. Imagine-se voltando no tempo, para 200 anos atrás, em meio à guerra de clãs escoceses e ingleses e, ainda "pior", sendo mulher.

É uma história incrível, não há como não se envolver. Os personagens marcam, são bem trabalhados e conseguimos ter aquela sensação de conhecê-los, de que eles fazem parte da nossa vida. Claire é uma mulher forte e determinada, com um único intuito: sobreviver. A sinopse acima não condiz exatamente com a história. Com Jamie, há sim, o desejo, mas o livro é muito mais do que uma escolha entre voltar ao presente e resistir a uma paixão. É uma história de guerra, traição, envolvimento, desejo sim, mas também descobertas, evolução pessoal.

Para os que ouviram falar que é parecido com "50 Tons de Cinza", acredito que não. Eu não li 50 Tons, mas pelo sei, ele é bem hot e polêmico. Diferente de Outlander, que tem sim suas cenas picantes, mas também é um livro que coloca muito em tela o empoderamento feminino, diante de um cenário tipicamente machista, como o da época.

Indico esse livro a todos que gostam de história e de romance. Mas também àqueles que, como eu, querem arriscar um gênero diferente e, cuidado, vocês podem se surpreender!

site: http://arquivoliterariogb.blogspot.com.br/
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