Outlander

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Resenhas - A Viajante do Tempo


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Darla 16/11/2016

Uma verdadeira viagem no tempo...
Esse é um ótimo livro para quem deseja uma aventura cheia de ficção... a protagonista da história, que vive seus dilemas diários do pos guerra, se vê diante de uma situação totalmente inusitada ao entrar em um círculo de pedras e voltar 200 anos no passado.
É um livro que você não consegue deixar de lado, pois não é apenas a viagem no tempo, Claire, que é casada no presente, acaba encontrando um novo amor no passado...
Este é o primeiro livro de uma série de 16 livros. Os livros um e dois tem somente um volume, mas a partir do terceiro são divididos em dois.
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diana.silveira. 12/11/2016

Intrigante e intenso
SEM SPOILERS:
Comecei a ler Outlander por recomendações e por ver que a história era muito bem quista. Para quem deseja começar a ler a série já se prepare: ela é gigante, e cada livro em si também. Ao ler percebemos que a autora é super detalhista. Narra cada cena com riqueza de detalhes de cenário e ações de personagens. E além disso, o enredo da longas voltas (não é como a maior parte dos livros que tem um grande ápice. Outlander tem vários, alguns em seguida de outros). O que é uma grande vantagvm, porque deixa a história bem empolgante.
Mesmo com esses apontamentos, que podem indicar uma leitura chata, em Outlander isso é exatamente o contrário (se você passar das 200 primeiras páginas). Aos poucos nos acostumamos com essa escrita e ficamos cada vez mais agradecidos por isso, porque assim absorvemos mais do universo caótico de Clair Beauchamp.

O livro é narrado em primeira pessoa. Claire tem 27 anos, tem um casamento respeitável e é uma jovem enfermeira bela, (não tão) recatada e do lar. Fora sua boca suja, a dificuldade em engravidar e sua falta de afinidade com seu marido Frank Randall, tudo vai muito bem na vida dela. Até que com um quê de fantasia muito bem explicada na história, Claire é transportada para a Escócia violenta e bárbara do séc. XVII. Ali acontecem problemas atrás de outros e nos é apresentado um novo personagem, James Fraser, que aos poucos vai ganhando espaço. Claire e Jamie logo se vêem imersos nas mais diversas situações.

Se prepare para ler muita barbárie, problemas políticos e sociais da Escócia do século XVII, violência e sobre amor e sexo também (tem muitas cenas de sexo, caso isso seja um problema é melhor não ler).

Para mim, cada página vale a pena. O gostinho de quero mais é muito latente neste livro. E ao final, sentimos falta como se fosse parte de nós. Recomendo muito, para quem gosta dos gêneros fantasia, história e romance.
Jessica M. 13/11/2016minha estante
??????




Lanny 06/11/2016

Por que? Por que? Por que?
Por que eu só "descobri" essa série agora? Há tempos não tinha uma série/livros que me prendesse pelo coração. Minha vontade é de apenas ler, ler, ler e ler... ou assistir, assistir, assistir... mas fico me controlando porque se fizer isso vai ser obsessão pura.

Mas vamos ao livro... o que falar dessa obra prima que não tenha sido dito antes por outras pessoas de mais sorte que já a conhecem há mais tempo? Um livro que tem elementos que agradam os mais diversos tipos de pessoas. Tem romance? Teeeeeeem. Tem brigas? Teeeeeem. Tem humor? Teeeeem. Tem intrigas? Teeeeeem. Tem drama? Teeeeem.

Vou tentar me ater apenas ao primeiro livro embora já saiba o que se passa no segundo por ter assistido à série. Jamie Fraser é um tipo de cara que eu nunca encontrei, e não estou falando de encontrar na minha vida, estou falando de encontrar em universo literário. Quero que alguém me aponte outro protagonista que ame uma mulher tão verdadeiramente que coloque sua felicidade e segurança acima de qualquer coisa e não fique de mimimi depois. Tenho tanto costume de caras inseguros que ficam o tempo todo se comparando com os ex da mulher amada e insinuando que ela quer o outro, que seria mais feliz com ele e etc que ver Jamie falar de Frank como se fosse um amigo, sem nenhum ressentimento é uma bela novidade.

Claire também tem o mesmo espírito desprendido, uma mulher de força como nunca vi antes.Em momento algum você se pega gritando para as páginas "Que merda você vai fazer?" Todas as ações dos personagens são bem pensadas e nada infantis.Como é bom.

No aspecto histórico é muito bom conhecer um pouco da história da Escócia. Pelo que li por aí, o trabalho de pesquisa que a autora fez para escrever os livros é muito bem feito e o que você lê no livro são fatos que realmente aconteceram, sem qualquer fantasia da autora. Então para quem estuda ou se interessa por história é uma ótima maneira de conhecer.

AMO, AMO, AMO....mal posso esperar para ler os livros 3 em diante para descobrir o que vem por aí.
Thamires 10/11/2016minha estante
Eu acabei de assistir o último episódio hj... E to fazendo o possível pra não chorar o tempo todo! Ao contrário de vc não estou conseguindo controlar a minha obsessão! Vi as duas temporadas em 5 dias contando com hj. E olha que eu faço faculdade e tbm trabalho, não sei mais o que fazer da vida... Estou me sentindo perdida


Lanny 10/11/2016minha estante
É muito auto controle. Que foi aquela cena de Claire na pedra do Clã Fraser? Só de pensar meus olhos enchem de água.


Thamires 10/11/2016minha estante
Ela conseguiu não chorar, eu estava me debulhando em lágrimas




Isadora 03/11/2016

Tentei
Pela terceira vez tentei iniciar esta leitura. A premissa da história é interessante, mas não consegui aguentar os personagens e suas motivações, pois tudo me parece muito raso e mal construído. Até onde parei, me sentia lendo uma novela mexicana.
Andréia Meirele 06/11/2016minha estante
Também estou tentando. Mas realmente tá se arrastando. Ainda bem que não comprei o segundo volume da série antes de terminar de ler o primeiro.


Isadora 06/11/2016minha estante
Pois é, também não consegui me envolver. Achei a trama bem fraca.


Juliana.CantuAria 21/11/2016minha estante
Até que enfim alguém concordou comigo, tava me sentindo tao solitária haha


Day 28/11/2016minha estante
Estou no 6ª livro e é, sem dúvida, a melhor série de livros!!!
Não desiste não! Algumas partes são maravilhosas e emocionantes...você irá chorar muitas vezes. Sem falar no suspense!!!
Melhora muito!!!!
Nota 10!
O meu preferido até agora é o terceiro!


Isadora 28/11/2016minha estante
Rsrs não aguentei também. Achei que ia ser ótimo, mas é uma leitura bem rasa.




Laryssa.Pinheiro 02/11/2016

Claire é uma mulher forte que acaba de trabalhar como enfermeira na Segunda Guerra Mundial, casada com Frank Randall ? historiador. Os dois ficaram separados cinco anos. Durante a guerra ele foi mandado para realizar o treinamento de oficiais do M16, enquanto ela atuou como enfermeira. Em prol de restabelecer o relacionamento, os dois embarcam em uma segunda lua de mel em Inverness na Escócia, eu sei, até o nome já é muito romântico, apesar disso o maior motivo de Frank ? que é obcecado por sua árvore genealógica ? é descobrir mais sobre seus antepassados. Claire entediada com o passatempo do marido se concentra no seu ? botânica ? e vai a uma antiga construção circular de pedras onde havia visto um ritual tradicional com o marido, para colher algumas ervas. Quando começa a se sentir entranha e tenta ir embora, ela se dá conta que não está mais no mesmo lugar, mas sim em um terra estranha com pessoas vestidas de modo antiquado e montadas a cavalo. Depois de ponderar ela percebe que voltou no tempo, 200 anos antes do seu. É ai que ela conhece o ruivo e lindo Jamie e a história começa a ficar muito mais interessante? Pois é, quem diria que eu conseguiria ler um livro de 800 páginas em uma semana, e eu só não terminei antes por que convenhamos, trabalhar é preciso.
Claire é maravilhosa! Forte, decidida, adaptável, apaixonada, inteligente, esperta, acho que até moderna demais para o seu tempo, no geral a maioria dos personagens não condiz exatamente com o comportamento conhecido de acordo com linha temporal em que existem nesse livro ? mas quem liga neh?? É inegável que ela é apaixonada pelo marido, e inicialmente todos os seus planos são para voltar para os braços dele. Só que depois de ser sequestrada, ela lida com a situação com louvor, se mostrando útil com diversos conhecimentos médicos e cuidando do tempestuoso e inconsequente Jamie.
Frank honestamente? É realmente entediante, ele tem a sua sensibilidade e carisma ? mas é pouco. Fiquei convencida e comovida por sua relação com a protagonista, mas não tinha como não torcer por Jamie, inclusive a escrita de Diana é toda voltada para o que eu passei a chamar de ?AME JAIME?. Perdi a conta dos meus suspiros e dores de estômago por causa desse livro. Jamie é bronco, violento, irresponsável e adorável ? sabia compreender Claire como ninguém, nobre e fiel aos amigos, tinha plenos momentos de gentileza e romantismo que só Deus viu!
Capa, Diagramação e Escrita: Gosto da capa, tem uma mistura de bucólico com vibrante incrível ? as cores e a cena combinam perfeitamente com o livro. A diagramação é simples, e convenhamos a fonte poderia ser um pouco maior, mas é polida e adequada. A única ressalva que tenho, é que carregar o livro por aí, e não ter o conforto de ler apoiado em uma superfície é cansativo (isso por que eu leio em qualquer lugar, meus livros são viajantes, mas se você ler só em casa isso não é um problema). A escrita é surpreendente, como essa mulher consegue transformar uma história simples nessa obra de arte e sem ficar cansativo?!? Claro que há trechos que poderiam ser cortados, mas eles não pesam na leitura, a escrita é fluida, dinâmica e muito interessante.
Concluindo: Estou elegendo Outlander o melhor romance histórico que já li na vida ? e eu já li muitos ? leio romance histórico dês dos meus 10 anos, e Diana enriqueceu essa história de forma maravilhosa, além da temática da viagem no tempo e os pequenos detalhes reais sobre a Escócia e procedimentos médicos e sobre botânica, o romance é envolvente e bem desenvolvido. Não se assustem com o tamanho do livro, descubram o mundo maravilhoso de Diana Gabaldon.
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André Cerbase 02/11/2016

Bom demais da conta. Impossível largar.
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Ianara Caleffi 18/10/2016

Avassalador
Estou destruída.
Quero muito ser a protagonista desse livro.
Uma história viciante, envolvente, não sei descrever. Meus sentimentos estão todos a mercê desse livro. Esse livro me fez amar um casal como jamais amei, é tanta cumplicidade, tanto amor, que me faz acreditar que essa historia é real.
Estou apaixonada e arrasada por igual.
Manoela Pontual 19/10/2016minha estante
Bem vinda ao meu mundo! Nunca imaginei que fosse ficar tão encantada e tão apaixonada por uma história e por personagens como fiquei com Outlander. Você falou tudo, é totalmente viciante! E o pior é que ninguém entende quando falamos que é tãããão maravilhoso. Não é como nenhum outro livro, é único. Amor eterno!




Rosana 13/10/2016

Enfim terminei
Por diversas vezes abandonei mas finalmente fui até o fim, não por ser um livro ruim muito pelo contrario mas sempre tinha outros no caminho para ler, depois de seguir a serie na tv, resolvi terminar o livro que é envolvente com uma historia e personagens cativantes e com certeza vou partir para o segundo volume quero ver no que vai dar.
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Mari 04/10/2016

Mas ainda não acabou essa história?!
Foi exatamente o que eu pensei quando cheguei na metade do livro (pagina 500). Como eu li em pdf, acho que por isso eu estranhei ele ser tão grande. Mas não só pelo numero de paginas, a história em si não me conquistou. Os personagens são bem reais, as brigas e reconciliações do casal protagonista são muito boas, mas durante a leitura achei que a história deles foi muito longa. De verdade, esse livro poderia ser dividido em dois volumes e estaria perfeito!
O final foi um pouco confuso e meio brusco, na minha opinião. O livro acabou do nada! Mas acho que essa era a intenção da autora, fazer com que a curiosidade te obrigue a ler o proximo livro. Normal. Eu até leria, se não achasse a história tão cansativa...
Fui ler a contracapa dos outros livros da série Outlander e já me desanimei com o rumo que a história vai tomar.
Enfim, eu esperava bem mais desse livro, devido a sua repercursão, mas infelizmente ele não me convenceu.
Andréia Meirele 06/11/2016minha estante
Estou lendo. Estou na página 177 e estou com essa mesma sensação. Parece uma novela romântica do SBT.




Lu 30/09/2016

Leitura agradável e entusiasmante!
História cativante, prende do começo ao fim. Há bastantes diálogos, mas não são enfadonhos e sim necessários ao desenvolvimento da trama. O aspecto descritivo da narrativa é tão detalhada qje inúmeras vezes senti o que a personagem sentia... frio, calor, brisa, folhas de outono, tardes, manhãs, chuva, sol... enfim, maravilhoso. Indo pro próximo livro!
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Julia G 28/09/2016

A viajante do tempo

Havia um bom tempo que eu queria ler A Viajante do Tempo, de Diana Galbadon. Teve época de o livro estar sumido do mercado e, depois que foi relançado pela Editora Arqueiro, os diversos compromissos que eu tinha me impediram de adquirir um livro que, convenhamos, assusta por seu tamanho. Quando a editora lançou, recentemente, uma nova edição da obra, não tive dúvidas e solicitei para leitura. E por que, meu Deus, por que eu não fiz essa leitura antes? O livro se tornou um dos meus favoritos e até agora, alguns dias depois de ter terminado a última página, ainda revivo com uma frequência absurda todos os sentimentos que essa leitura me trouxe.

As primeiras duzentas páginas do livro são um pouco cansativas. Pensei, algumas vezes, que eu seria algum tipo de aberração que não iria gostar de um livro tão bem cotado, no fim das contas. Esses primeiros capítulos do livro mostram a vida de Claire antes da viagem no tempo, seu casamento e a paixão de Frank, seu marido, por história e árvores genealógicas. Depois da viagem no tempo, ainda há uma boa quantidade de páginas falando sobre a nova rotina de Claire, o dia a dia em Leoch, plantas e especiarias.


"Esta época ainda era, de muitas maneiras, irreal para mim; algo saído de uma peça teatral ou de um desfile de fantasias. Comparadas às visões de guerra mecanizada em massa, de onde eu vinha, as pequenas batalhas que vira - alguns poucos homens armados de espadas e mosquetes - pareciam-me pitorescas em vez de assustadoras."


Quando a trama, porém, parecia se encaminhar para o marasmo, tem-se uma reviravolta capaz de abalar as estruturas, as de Claire e as minhas. É nesse momento que Jamie Fraser realmente passa a ser importante, que começa a se mostrar como o homem que é e a ganhar, pouco a pouco, os nossos corações.

A Viajante do Tempo não é construído à maneira tradicional dos romances. Diana Galbadon tem uma escrita descritiva, lenta e minuciosa e, em uma única cena, apega-se aos detalhes da paisagem, a cada movimento dos personagens e os aspectos psicológicos que perpassam cada um deles. A narração em primeira pessoa não tira do leitor a percepção sobre os demais personagens e é feita de uma forma calculadamente serena.

Essa escrita detalhista, no entanto, não é chata. Fora os primeiros capítulos que, como comentei, não envolvem tanto o leitor, toda a descrição torna a leitura mais rica e nos faz sentir como se estivéssemos juntos de Claire e Jamie. Também, os acontecimentos passam a ser tão intensos e definitivos que o descompasso cardíaco é constante e a leitura, por isso, torna-se uma necessidade.

Ademais, é impossível não querer saber mais sobre toda a beleza das Terras Altas e a história da Escócia depois de conhecer um pouco pelo livro. Por diversas vezes, pesquisei detalhes históricos citados na obra para ver se conferiam com a realidade e, até onde pude constar, conferem.

Os personagens criados por Diana Galbadon, da mesma forma que sua ambientação, são também consistentes. E isso não se restringe aos protagonistas, mas a todos, construídos com uma riqueza de detalhes que os tornam quase sólidos ao leitor. Claro que Claire e Jamie têm um espaço muito maior na trama e são também aqueles que geram maior empatia.

Claire, nascida no século XX, é definitivamente uma mulher de seu tempo, mesmo quando passa a viver no século XVIII. Destemida, linguaruda e audaciosa, ela logo aprende a se guiar naquela época não tão amistosa. Jamie, por sua vez, é quase indescritível. Ele é uma mistura de futuro e de passado, uma réplica da forma como foi criado jungido a uma mente mais racional que as pessoas de seu século. Por vezes, eu odiei o rapaz e suas atitudes ultrapassadas e não entendi como Claire podia se apaixonar por ele. Por outro lado, eu mesma fiquei com meu coração completamente tomado por Jamie e por seus modos carinhosos, seu jeito de chamar Claire de Sassenach, seus cuidados e seu amor incondicional.


"- Você realmente acredita em mim, Jamie?
Ele suspirou e sorriu melancolicamente.
- Sim, acredito em você, Sassenach. Mas teria sido muito mais fácil se você fosse apenas uma bruxa."


A história de Jamie e Claire, aliás, é tão apaixonante quanto perturbadora. É aquele tipo de trama que você não consegue tirar da cabeça, precisa saber o que acontece, mesmo depois que o livro acaba. E, enquanto a trama não terminava, os dois passaram por tantos percalços e sacrifícios que chegaram a me tirar noites de sono.

A Viajante do Tempo foi, definitivamente, um dos melhores livros que já li. A história foi muito além do lugar comum, misturou fatos reais e fantasia, conseguiu derrubar todas as minhas barreiras como leitora e me deu muito mais do que eu poderia esperar. E, ainda, me deixou quase doente de não ter a sequência em mãos.


"Porque onde todo o amor existe, não há necessidade de palavras. É tudo. É imortal. E se basta."

site: https://conjuntodaobra.blogspot.com.br/2016/09/a-viajante-do-tempo-diana-gabaldon.html
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Carlos 17/09/2016

Romance e aventura
OUTLANDER: A VIAJANTE DO TEMPO tem como protagonista a linda enfermeira Claire Randall. Ela tem 27 anos e está na segunda lua de mel com seu marido, Frank, após o final da Segunda Guerra Mundial. Com o intuito de restabelecer o casamento, já que ambos foram levados a lutar na guerra - Frank foi mandado para o Treinamento de Oficiais na Unidade de Inteligência do M16, e Claire para o treinamento de enfermeiras -, eles escolheram voltar às Terras Altas para repetir a dose da lua de mel, fora que o local foi um dos menos atingidos fisicamente pelos horrores da guerra.

Frank tinha paixão por genealogia. Não foi à toa que quis tanto voltar a Inverness. O motivo foi a descoberta de um antepassado em sua árvore genealógica, que tinha ligação direta com os acontecimentos que ocorreram na região em meados do século XVII.

Claire tem total desinteresse pela história familiar do marido, e isso fica claro nas primeiras páginas do livro. Sinceramente, não sei como ela conseguia aturar esse ponto negativo.

Os campos de batalha mostraram coisas que Claire nunca imaginou presenciar em vida. Ela acabou se acostumando ao sofrimento humano de uma maneira tão comum que assusta.

Numas das excursões com o marido pela pequena cidade, eles decidem testemunhar um ritual misterioso feito por mulheres de Inverness. Dias depois, Claire volta ao local do ritual para pegar uma flor no meio do círculo de pedras. É nesse momento que a vida de Claire sai dos eixos e ela atravessa um tempo-espaço que desafia a racionalidade.

Decidida a voltar para os braços de Frank, ela se depara com uma pessoa extremamente idêntica a ele na floresta, mas percebe que não é o seu Frank. E num turbilhão de kilts, galhos, pólvora e cavalos, Claire está como prisioneira de um grupo mal encarado de escoceses.

Seguindo-os à contragosto, o pensamento de que está num filme lhe persegue, mas, pouco a pouco, percebe que tudo é real demais... E que não está no século certo!

Logo, nossa protagonista precisa dar um jeito de voltar para o seu Frank, ao mesmo tempo em que tenta sobreviver no mundo cruel de 1743.

Paixão. Era comum entre enfermeiras e médicos, enfermeiras e pacientes, entre qualquer grupo de pessoas que ficam por longos períodos de tempo na companhia uma das outras.
Algumas se entregavam a ela e romances intensos e breves eram frequentes. Se tivessem sorte, o romance se extinguia em poucos meses, sem maiores consequências. Se não tivessem... bem. Gravidez, divórcio, um ou outro caso de doença venérea. Perigosa, a paixão.

Claire é uma protagonista que me cativou bastante. Com sua força descomunal, ela prova que não é frágil e que sabe ser teimosa quando o momento exige. Ser enfermeira possibilitou presenciarmos procedimentos de cura que são ocultados em enredos medievais. O melhor de tudo foi a veracidade das informações. Se você pesquisar no Google tem a confirmação das propriedades de cura de cada item. Isso é enriquecedor.

Em 800 páginas é possível conhecer vários personagens que contribuem, de alguma forma, para o enredo, mas confesso que muitos poderiam ter seus detalhes cortados para deixar a leitura mais ágil. É como se a autora tivesse gostado muito de escrever e quisesse prolongar ao máximo as cenas.

Também existem algumas cenas que, ao meu ver, poderiam ser cortadas, por não engrandecer o enredo, mas ,fora isso, o enredo não deixa a desejar.

Jamie é um personagem que gostei bastante! Mesmo com uma lista extensa de defeitos, é impossível não se apaixonar por esse escocês filho da mãe cabeça dura.

Com narrativa em primeira pessoa, vários são os momentos em que a voz de Claire parece fundir-se aos dos personagens, e as cenas ultrapassam a descrição. Os cenários são muito bem descritos, assim como as cenas de cura. A escrita da autora me agradou bastante.

Não existe somente um clímax. Não. Vários são os momentos de tensão máxima, que, quando chega no O clímax, você só percebe que o é, pois o desenrolar do fato se discorre por vários capítulos. Essa característica me deixou bastante confuso e fascinado.

Existem muitas cenas picantes no decorrer do enredo e isso surpreende um pouco num tema medieval. Não chegou a incomodar, mas que foi algo inusitado para o tipo de enredo, isso foi. Parecia muito com um romance de banca!

Concluo que não consigo imaginar como os acontecimentos vão se suceder no próximo volume da série. Um ciclo foi fechado e não sei qual outro se abre para dar continuidade a história de Claire Beauchamp.

A capa do livro é muito linda e revela o local do círculo de pedras. Os capítulos são medianos, simples, sem floreios, fontes pequenas e folhas amareladas. O livro é dividido em sete partes.

Recomendo bastante a leitura para os que curtem um enredo fantástico medieval.

INFORMAÇÃO EXTRA: OUTLANDER já tem série, possuindo duas temporadas e com renovação garantida até a quarta temporada.

Resenha feita pelo BRUNO, do GETTUB

site: http://www.gettub.com.br/2016/09/outlander-viajante-do-tempo.html
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Nathy 13/09/2016

Outlander: A Viajante do Tempo – Diana Gabaldon – #Resenha
Um livro que estava muito empolgada para iniciar a leitura, tudo porque comecei a acompanhar a série. Fiquei morrendo de amores pelo Jamie na série e estava curiosa para saber como seria a continuação da mesma. Porque pelo que vi estava sendo adaptada de uma forma muito parecida com o livro. As partes importantes estão presentes. Conforme ia lendo conseguia ver exatamente qual era aquele ponto e o que estava acontecendo com o casal. Porém, tenho que dizer que esse livro foi uma grande mistura de sentimentos. Quis chorar no final, mas as lágrimas não vinham de tão angustiada que estava. Geralmente não gosto de histórias em que a autora faz o mocinho sofrer demais mesmo depois tendo seu final feliz. Fiquei boa parte do tempo querendo abraçar fortemente o Jamie e querendo dizer que logo tudo aquilo iria passar. Meu sofrimento foi tanto que somente de estar escrevendo essa review já sinto todas as aquelas emoções de novo.

O livro é narrado na final da Claire. E muito obrigada por isso porque se fosse a terceira pessoa ou o Jamie narrando em algum momento tenho certeza que não ia conseguir chegar ao final do livro. Mesmo tendo um enorme número de páginas e fazer você pensar em um primeiro momento que pode se tornar tudo cansativo. Afirmo que está errado. Consegui terminar a leitura rapidamente porque quanto lia mais estava querendo saber o que aconteceria e como os personagens sairiam daquelas situações. Estou na torcida para que na série algumas partes não sejam faladas pode até mesmo ser mencionadas por cima para explicar os comportamentos, mas que pelo amor de Deus não mostrem nada. Porque se não chorei no livro com certeza irei chorar na série.

A história relatada é de Claire Randall que vive no ano de 1945 com seu marido Frank Randall. Após passarem aos afastados devido à guerra que teve estão finalmente conseguindo aproveitar a segunda lua de mel. Em umas das suas explorações pela cidade Claire se encontra sozinha diante de algumas pedras que parecem estar a chamando. Quando encosta-se às mesmas se vê transportada 200 anos para o passado. Nele os escoceses estão praticamente em guerra com os ingleses. Ela se encontra diante do clã dos Mackenzie das quais conhece um pouco da história porque Frank estava pesquisando sobre seu antepassado. Conforme vai vivendo nessa época, aprende os costumes e até cria um carinho pelas pessoas. Mas, não se esquece nunca de Frank e de encontrar alguma forma que a leve de volta para seu marido. Que não deve nem imaginar onde a sua esposa se encontra.

Aquele era o som normal de conflito humano e eu segui em sua direção.

Conforme eu vou falando devo fazer relação entre o livro e a série porque os dois me agradam e também tem suas diferenças. Como a própria Claire. No livro ela parece estar realmente se entregando a todos os tipos de sentimentos que tem experimentado. Ela é forte, determinada, luta pelo que acredita e não permite que nenhum homem venha pisar nela. Porém, tem seu lado mais romântico que quer ver todos ao seu redor muito feliz. Os sentimentos que começa a desenvolver por Jamie me fizeram acreditar que poderia mesmo completamente apaixonada por ele. Por aquele homem que tem diversas misturas. No entanto, na série ela parece ser muito mais fria e não está disposta a se entregar para ninguém, nem mesmo ao jovem Jamie. Por isso não consigo acreditar muito em seus sentimentos na série. Espero que quando retornar ela já tenha encontrado o ponto em que está dividida entre dois amores. Gostei muito da personagem principalmente no final em que mostrou uma força ainda maior.

Continue lendo a resenha no link abaixo:

site: http://www.oblogdamari.com/2014/11/a-viajante-do-tempo-diana-gabaldon-resenha.html
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Mih 12/09/2016

Oh, Sassenach...
Descrever minha relação com esse livro é traçar uma história desde o flerte, conquista, paixão ao amor.
Para começar, me ganhou com essa capa. Toda a arte da série é muito bem feita, bucólica, e cumpre a missão de te apresentar um lugar desconhecido - e te fazer desejar ir para lá imediatamente.
A sinopse também teve lá seu charme. A temática do espaço-tempo sempre tem lá o seu quê de interessante e chamativo. Amores impossíveis também - sou dessas dramáticas mesmo, que como se já não bastasse ter intrigas o suficiente na vida, apela pra elas na literatura também heheh.
Agora, fora dos "clichês" (apesar de ser clichê dizer que tais temáticas são clichês, rs), a sociedade e cultura escolhidas pela autora para serem retratadas aqui também merecem o seu destaque. Muito se fala sobre Londres, França, Ásia, mas você, francamente, já pensou em ler algo acerca da Escócia? Eu duvido muito.

Achei uma literatura leve e fluida, onde pude vivenciar o famoso "só mais um capítulo pfvr". Relaxante, mas também sagaz. Muito imaginativa, personagens cativantes, ambientes austeros. Daquelas que dá fome de chegar logo em casa, de terminar logo a maldita tarefa, só pra retomar a leitura. Daquelas que, de tão gostosa, você nem liga pro café que te faz companhia. Nem escuta o barulhinho da chuva do lado de fora. De tão acolhedora, tão imersiva. De tão maravilhosa.
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Bruno Marukesu 11/09/2016

OUTLANDER: A VIAJANTE DO TEMPO
OUTLANDER: A VIAJANTE DO TEMPO tem como protagonista a linda enfermeira Claire Randall. Ela tem 27 anos e está na segunda lua de mel com seu marido, Frank, após o final da Segunda Guerra Mundial. Com o intuito de restabelecer o casamento, já que ambos foram levados a lutar na guerra - Frank foi mandado para o Treinamento de Oficiais na Unidade de Inteligência do M16, e Claire para o treinamento de enfermeiras -, eles escolheram voltar às Terras Altas para repetir a dose da lua de mel, fora que o local foi um dos menos atingidos fisicamente pelos horrores da guerra.
Frank tinha paixão por genealogia. Não foi à toa que quis tanto voltar a Inverness. O motivo foi a descoberta de um antepassado em sua árvore genealógica, que tinha ligação direta com os acontecimentos que ocorreram na região em meados do século XVII.
Claire tem total desinteresse pela história familiar do marido, e isso fica claro nas primeiras páginas do livro. Sinceramente, não sei como ela conseguia aturar esse ponto negativo.
Os campos de batalha mostraram coisas que Claire nunca imaginou presenciar em vida. Ela acabou se acostumando ao sofrimento humano de uma maneira tão comum que assusta.
Numas das excursões com o marido pela pequena cidade, eles decidem testemunhar um ritual misterioso feito por mulheres de Inverness. Dias depois, Claire volta ao local do ritual para pegar uma flor no meio do círculo de pedras. É nesse momento que a vida de Claire sai dos eixos e ela atravessa um tempo-espaço que desafia a racionalidade.
Decidida a voltar para os braços de Frank, ela se depara com uma pessoa extremamente idêntica a ele na floresta, mas percebe que não é o seu Frank. E num turbilhão de kilts, galhos, pólvora e cavalos, Claire está como prisioneira de um grupo mal encarado de escoceses.
Seguindo-os à contragosto, o pensamento de que está num filme lhe persegue, mas, pouco a pouco, percebe que tudo é real demais... E que não está no século certo!
Logo, nossa protagonista precisa dar um jeito de voltar para o seu Frank, ao mesmo tempo em que tenta sobreviver no mundo cruel de 1743.
Claire é uma protagonista que me cativou bastante. Com sua força descomunal, ela prova que não é frágil e que sabe ser teimosa quando o momento exige. Ser enfermeira possibilitou presenciarmos procedimentos de cura que são ocultados em enredos medievais. O melhor de tudo foi a veracidade das informações. Se você pesquisar no Google tem a confirmação das propriedades de cura de cada item. Isso é enriquecedor.
Em 800 páginas é possível conhecer vários personagens que contribuem, de alguma forma, para o enredo, mas confesso que muitos poderiam ter seus detalhes cortados para deixar a leitura mais ágil. É como se a autora tivesse gostado muito de escrever e quisesse prolongar ao máximo as cenas.
Também existem algumas cenas que, ao meu ver, poderiam ser cortadas, por não engrandecer o enredo, mas ,fora isso, o enredo não deixa a desejar.
Jamie é um personagem que gostei bastante! Mesmo com uma lista extensa de defeitos, é impossível não se apaixonar por esse escocês filho da mãe cabeça dura.
Com narrativa em primeira pessoa, vários são os momentos em que a voz de Claire parece fundir-se aos dos personagens, e as cenas ultrapassam a descrição. Os cenários são muito bem descritos, assim como as cenas de cura. A escrita da autora me agradou bastante.
Não existe somente um clímax. Não. Vários são os momentos de tensão máxima, que, quando chega no O clímax, você só percebe que o é, pois o desenrolar do fato se discorre por vários capítulos. Essa característica me deixou bastante confuso e fascinado.
Existem muitas cenas picantes no decorrer do enredo e isso surpreende um pouco num tema medieval. Não chegou a incomodar, mas que foi algo inusitado para o tipo de enredo, isso foi. Parecia muito com um romance de banca!
Concluo que não consigo imaginar como os acontecimentos vão se suceder no próximo volume da série. Um ciclo foi fechado e não sei qual outro se abre para dar continuidade a história de Claire Beauchamp.
A capa do livro é muito linda e revela o local do círculo de pedras. Os capítulos são medianos, simples, sem floreios, fontes pequenas e folhas amareladas. O livro é dividido em sete partes.
Recomendo bastante a leitura para os que curtem um enredo fantástico medieval.

site: http://www.gettub.com.br/2016/09/outlander-viajante-do-tempo.html
Mary 11/09/2016minha estante
Pode continuar lendo que você vai acabar se apaixonando eventualmente hahaha


Déa 13/10/2016minha estante
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