Quarto

Quarto Emma Donoghue




Resenhas - Quarto


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Cau 21/01/2021

Agoniante
Quando li, não sabia nem que tinha um filme, e pela capa pensei que fosse algo fácil de ler.

Ai gente, é quase intragável, morri de agonia, parecia que a qualquer momento ia dar tudo errado. Claro, isso depende do gosto de cada um, mas foi uma leitura bem difícil pra mim por ser um tema muito complexo e delicado.
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Morgana Cruz 15/01/2021

Quarto - uma história perturbadora
[ATENÇÃO: a resenha apresenta conteúdo sensível]

"Quarto" (Room, no original) de Emma Donoghue foi o livro que mais demorei para terminar de ler e quase abandonei. Mas como não gosto de fazer isso, acabei levando a leitura com a barriga (eu não sei o que é pior). Cheguei a ler a resenha de outras pessoas e vi que a maioria elogiava, mostrando o quanto o livro era "fascinante", "incrível", "lindo"... Porém, não consegui ver por esse ângulo fantástico.

A narrativa é toda feita por Jack, um menino de 5 anos. A mãe dele foi sequestrada aos 19 anos e mantida em cárcere privado durante 7 longos anos. Em nenhum momento fica claro qual o seu nome e por isso ela é sempre chamada de Mãe. Nesse tempo, ela sofre uma série de estupros e acaba engravidando duas vezes. A primeira criança, uma menina, nasceu sem vida e sem nome. Na segunda gravidez, nasce Jack.

O desenrolar da narrativa mostra como era a vida da Mãe e de Jack no Quarto. Até que um dia a Mãe resolve colocar em prática seu plano de fuga e para isso ela precisaria da ajuda do próprio Jack. Na primeira vez, as coisas não saem como planejado. Na segunda, eles conseguem. É aqui que começa uma outra parte da história que mostra a (re)adaptação ao mundo fora do Quarto.

Não é uma história fácil de ler e ela incomoda bastante. Incomoda porque envolve sequestro, cárcere privado, anos e anos de estupros, filhos que nasceram desses estupros. De um lado, uma mulher que vê no seu filho, nascido em cativeiro, a única chance de sobreviver. Ela espera que ele chegue a certa idade para ensiná-lo a como fugir daquelas quatro paredes. Do outro, uma criança que se esconde dentro do guarda-roupas toda vez que o sequestrador aparece para novamente estuprar a Mãe. Uma mulher em depressão que tenta sobreviver pelo instinto, pelo seu filho.

A história é perturbante pelo contexto em que acontece e por ser contada pelo próprio Jack. É uma criança narrando aquilo que ela vê e que ainda não entende o porquê de nada. E tomando base em algumas resenhas e comentários que li, dava a impressão que as pessoas estavam "romantizando" a história. Não há dúvidas do amor da Mãe pelo Jack, mas não é uma história fácil. Se tivesse sido narrada pela Mãe, ou mesclada entre a Mãe e o Jack, não teria ficado cansativa e traria ângulos diferentes. A parte do cárcere ficou focado naquilo que Jack enxergava na Mãe, enquanto que a liberdade focou apenas em Jack e nas suas descobertas diárias. Mas a condição da Mãe, enquanto vítima de todas essas atrocidades, passou batido, se assim posso dizer.

Entendo que a história pode ter várias simbologias, incluindo o fato do nome da Mãe nunca ser revelado. Mas a autora deixou isso se perder facilmente. O clímax foi no ponto errado da narrativa e o final muito arrastado. Isso não acontece no filme. A adaptação fílmica dá um nome a Mãe e pontua muito melhor os fatos importantes da narrativa.
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Ester 13/01/2021

Um bom livro para quem ama livros de suspense, eu particularmente adoro!
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Felipe 13/01/2021

3.8

É um livro muito bom. Mas não consegui me apegar muito aos personagens. Não entendi o motivo. Fora que eu ficava irritado com o Jack. E ele é também o narrador do livro. Então vemos tudo pelo viés dele.

O assunto é pesado, mas fica menos feio quando narrado pela criança. Um ponto negativo são os capítulos grandes. Talvez tenha sido isso que atrapalhou a minha leitura.
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duda 13/01/2021

que livro mais necessário e lindo!
antes de começar eu hesitei se não ia ser muito estático, mas me enganei completamente.
eu amei a forma que esse assunto tão complexo é abordado, não consegui parar de ler até acabar, conseguiu ser muito melhor que o filme (que é ótimo também).
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Richard.Valente 11/01/2021

Por, Richard Valente
O QUARTO é um livro incrível.
A história traz a vida do pequeno Jack e sua Mãe morando em um pequeno quarto. Para Jack aquele é o seu mundo, já para sua Mãe é o inferno.

Começo destacando a única coisa que me incomodou no livro, a narração.

O livro é narrado por Jack, em alguns momentos seus pensamentos e atitudes me incomodaram, mas consegui relevar visto que na história ele só possui cinco anos. Entendo que esse incômodo se deve a pouca experiência em leituras narradas por crianças.

No entanto a narração não estraga a sua experiência. As sensações que o livro me trouxe foi uma mistura de ódio, raiva, compaixão, e de bônus um leve marejar nos olhos nas últimas páginas. O sentimento mais valioso que o livro me deu, foi de empatia, principalmente pela Mãe. Transmitir o que ela sentia como o medo, a angústia, o desespero de imaginar o Velho Nick encostando no Jack e as suas forças e esperanças presas em um plano que poderia dar errado e acabar com a sua vida e de Jack, para ao decorrer das páginas sentir e se emocionar com alívio dela, foi extraordinário.

Cabe pontuar também a ressocialização e descoberta de um “novo mundo” para Jack, ele aprendendo coisas básicas que aos cincos anos já seriam normais para uma criança, dá um aperto no coração. O livro é muito bom, deveria ser uma leitura obrigatória. Imaginar que existem casos reais e que a dor dessas pessoas é inimaginável, me trouxe a reflexão de que devo agradecer a liberdade que possuo.

site: @1997paginas
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Du Pensador 31/12/2020

Tao emocionante como o filme
Angustiante é a palavra que define 80% do livro. O resto pode entrar na categoria de triste e revoltante. Com uma escrita sensível e sempre do ponto de vista da criança, nos sentimos presos, alegres, tristes, confusos e finalmente livres.
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Denise.Duarte 31/12/2020

Incrível!
Eu li esse livro tem um bom tempo, uma amiga minha me recomendou. Eu não tenho nem palavras pra descrever o quanto ele é maravilhoso, chocante e emocionante. O filme foi tão perfeito também. Dá uma dor no coração de saber que existem pessoas que passaram pelo que a mãe do Jack passou, moças arrancadas de suas vidas sem piedade. E o Jack tão puro e inocente, que criança linda! Quem puder ler por favor leia, não vai se arrepender.
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Gaby 27/12/2020

Emocionante
Já amava o filme e agora o mais ainda o livro. Muito emocionante.
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Quel 22/12/2020

O Quarto
?Boa noite Quarto, boa noite Abajur, boa noite Mãe?

O Quarto é uma daquelas leituras que sabemos que não iremos nos esquecer, sei que irei me lembrar mais tarde da história de Jack e de sua mãe.

Apesar de ser uma leitura angustiante em muitos momentos, foi uma leitura muito rápida.

?Nem vem, neném?
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Irla 11/12/2020

Um dos melhores livros que já li.
Incrível como a Emma conseguiu abordar um tema tão complexo e delicado de forma dinâmica, a leitura é leve porém a temática é super pesada, trazendo diversas reflexões a cada paragrafo.
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Munik 09/12/2020

Que livro é esse?
Eu estou completamente apaixonada por esse garoto, chega a doer meu coração ?
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Ana 06/12/2020

Experiência sem igual
Com certeza essa leitura foi única. Foi maravilhoso e emocionante ver o que Jack via e sentia. Assisti ao filme a uns dois anos, mas lembro de muita coisa, por isso não me surpreendi enquanto lia. O começo e o fim são mais lentos, porém a parte central da história é instigante, lia querendo saber o que aconteceria logo. Vale muito a pena conhecer esses personagens fortes e queridos, e assim desenvolver empatia e compaixão perante esses acontecimentos.
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Lidiane 28/11/2020

Muito bom. Superou todas as minhas expectativas. Ainda não assisti o filme para poder comparar.
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Juliana Civitavecchia 09/11/2020

"? Eu vivo caindo hoje em dia, o mundo é tropecento."
Eu não sou fã de livros sobre maternidade e não imaginei que ia ter tantos sentimentos "de Mãe" acolhidos com esse livro em particular.
Jack é de longe a melhor criança da literatura mas eu ia amar ter um Quarto Versão Mãe.
Parto, amamentação continuada, angústia da separação, abuso físico e psicólogo, culpabilidade materna, ressocialização...
Esse livro é brabo.
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