A Hora do Vampiro

A Hora do Vampiro Stephen King
Stephen King




Resenhas - A Hora Do Vampiro


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Amora 13/08/2019

Recomendo
A escrita do Stephen King é muito gostosa, o que deixa a leitura prazerosa e flui muito bem. Foi o primeiro livro que eu li do autor e achei bem interessante a criatividade e a habilidade com as palavras.
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Leandro.Martins 30/07/2019

Um clássico das histórias clássicas de vampiro.
Com tantas obras diferentes sobre vampiros, é de se imaginar que o leitor pergunte o que há de diferente na história contada por King. Esse foi um dos primeiros livros escritos pelo autor, então não veremos vampiros que brilhem, ou que estejam buscando reabilitação, aqui vemos o mal em sua figura clássica e o Ben (desculpem o trocadilho) com seus grandes desvios. Os personagens estão muito bem desenvolvidos, em especial Ben, o escritor, Mark, o menino fã de filmes B, Matt, o velho professor, Jimmy, o jovem médico e Padre Callahan e seus tropeços na fé. King, consegue desenvolver alguns personagens secundários com maestria, e nos sentimos rodeados da atmosfera de Salem's Lot como se estivéssemos lá.
Poucos autores conseguem nos fazer ver as imagens e sentir os aromas com tanta perfeição quanto SK. A história é bem contada e se desenrola fácil. Como o autor estava começando apenas, vemos alguns pequenos pontos sem nós. E pequenos furos, que não estragam a obra. No final das contas, o diferente nessa história é o respeito às lendas primordiais das histórias de vampiro, com direito a hipnose, sedução e claro, muito sangue!
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Aécio de Paula 22/06/2019

Salem - Stephen King
Segundo livro do autor. É bem interessante. Uma casa assombrada, um ser misterioso que vem morar nela, e pessoas que começam a morrer ou desaparecer. Um vampiro anda à solta. Uma boa trama, um bom suspense. Nessa obra, King enrola pouco. Têm muitos personagens e um final diferente para cada um. Recomendo a todos
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Mally.Pepper 16/06/2019

Sabe aquele livro que a gente começa a ler e não consegue parar? É esse. Quando comecei a ler, as páginas foram fluindo uma após a outra e quando dei por mim, já tinha lido umas dez ou vinte sem perceber. É um livro fácil, linguagem simples e envolvente. A gente bate o olho e entende tudo na hora, não precisa reler o mesmo trecho mais de uma vez.

A história foi baseada Drácula de Bram Stoker (de repente me animo a ler), então não tem nada desses vampiros frescolas que brilham sob a luz do sol. O lance aqui é vampiro raiz, do tipo que foge de crucifixo, queima com água-benta, tem medo do sol, corre de alho e só quer saber de beber sangue.

O ritmo da história é aquele padrão em filmes de terror clássico. Tudo começa aparentemente normal. Uma coisa estranha acontece aqui. Ninguém desconfia. Outra coisa estranha acontece ali. Geral não liga. Mas os eventos vão aumentando até que o personagem principal começa a ficar desconfiado e resolve a investigar. Depois em numa espécie de avalanche, onde o que antes pareciam casos isolados se tornam freqüentes.

Salem’s Lot é uma típica cidade pequena dos EUA. Todos se conhecem, pouca coisa de importante acontece, tudo ali é parado. A gente vai conhecendo os personagens e vendo o papel que cada um desempenha naquela cidade onde tudo é sempre igual. Tem até a típica fofoqueira que espia a vida de todo mundo com um binóculo na mão e o telefone na outra.

Os mesmos casos, muitas vezes coisas que aconteceram anos atrás, são sempre comentados de novo e de novo, meio que passados de uma geração a outra. Velórios chegam a ser tipo um acontecimento porque morre pouca gente na cidade também (já morei na roça, é verdade mesmo).

É nesse clima de cidadezinha do interior que o personagem principal, Ben, volta a fim de acertar assuntos pendentes de sua infância que o assombram até a vida adulta. Ele pensou que tudo ia ser tranqüilo, que ia poder escrever seu livro e respirar um pouco de ar puro. Só que não.

A impressão que eu tive é que o livro meio que começa pelo final, quando a história já teve seu desfecho. Interessante, mas um tanto corta-clima porque acabei vendo quem ia ou não morrer. Mas ainda assim foi bom, pelo menos não fiquei criando grandes expectativas. Aliás, quem quiser ler os livros de King tem que se acostumar com isso. Não sei se é assim com todos, mas parece que ele tem a tendência a dar pequenos spoilers ao longo da leitura. Mas ao invés de atrapalhar, acaba criando algum suspense porque aguça nossa curiosidade de saber mais detalhes do que aconteceu e por que aconteceu. Vale a pena.

A peça central no livro, se posso chamar assim, é a Casa Marten. É uma casa antiga de aparência bem assustadora onde aconteceu uma grande tragédia. Essa casa ganha tanta importância na história que em alguns momentos até parece um personagem e não somente uma casa. É um lugar que parece emanar o mal e as pessoas sentem logo quando chegam perto. Ela tem uma história horrível, como falei. Teria sido interessante se o autor tivesse falado um pouco mais a respeito, mas do jeito que está ficou bom.

Outra característica é o grande número de personagens que vão aparecendo no livro. Dá um pouco de trabalho lembrar seus nomes, mas a gente se acostuma. É bem legal porque não vemos o ponto de vista só do personagem principal e sim das pessoas envolvidas na trama. Isoladas, essas passagens não dizem muita coisa. Mas juntas, nos deixam por dentro de tudo o que acontece na cidade.
E esses pontos de vista vão de coisas bem simples como a rotina da pessoa, seu trabalho, etc. até coisas mais complexas e assustadoras. Quem não estiver acostumado pode se perder um pouco.

Conhecemos os principais lugares em Salem’s Lot, as pessoas que freqüentam e suas histórias. A gente até chega a entrar no clima, sentimos a rotina do lugar e até da a impressão de fazermos parte dela. Também vemos a passagem das horas do dia, desde o amanhecer até o anoitecer.

O medo e o terror que os personagens sentem também é bem descrito, assim como as sensações que cada um tem de estar sendo vigiado e até os cheiros que sentem quando chegam em determinados lugares. Nessa história, temos terror e quotidiano misturados. Em alguns momentos tudo parece tranqüilo e normal, em outros vemos como tudo vai desandando aos poucos até que esse verniz de normalidade acabe descascando e revelando toda a morte e decadência que está por detrás dele.

Os únicos poréns foram a luta final, da qual esperava mais ação e o desfecho da história que faltou mais detalhamento. Acho que King preferiu deixar as coisas no ar, mas preferia que tivesse falado o que aconteceu. A não ser que esse assunto seja abordado em outro livro para frente, vamos ver.

Quem gosta de um bom terror, recomendo. Acreditam que até chegou a dar um medinho durante a noite? Sabe quando qualquer barulhinho dentro de casa assusta e a gente até chega a ver um vulto aqui e ali? Pois é. Quer dizer que o livro é bom mesmo.
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Renato Klisman 19/05/2019

Bem clichezão e por isso, ótimo.
O livro é maravilhoso, com personagens cativantes e aquele clima de desastre iminente que a gente lê só pra saber como a merda vai explodir. ??
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Talita.Chahine @cutucandoahistoria 28/01/2019

Alucinante
Sou muito suspeita pra falar alguma coisa sobre Stephen King, mas esse livro me prendeu do começo ao fim , só parei de ler em momentos extremamente necessários.
Não tem nada de novo na história, nada mais é que uma história de vampiros ,escrita sob a ótica do KING, o que deixa as coisas um pouco mais macabras !!!!
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Vinny Britto 16/09/2018

Maratona Stephen King
Apesar de já ter lido alguns do King, resolvi ir pro início e começar a ler todos na ordem de publicação, logicamente pulando os já lidos.

É bom. Se não fosse o grande spoiler no título antigo e que está estampado na capa dessa edição também, seria muito melhor por causa do fator surpresa. Até uns 40% do livro ou até mais, não é revelado o que de fato acontece na cidade.

Desde o início de sua carreira já podemos observar algumas de suas grandes características, como a habilidade em descrever cenários (o que muuuiita gente reclama) e a de desenvolver o enredo com dezenas de personagens sem se perder. Tio King é um exímio contador de historias!

RECOMENDO!!!
Igor Almeida 16/09/2018minha estante
Tô fazendo a mesma coisa (ler na ordem de publicação)


Vinny Britto 16/09/2018minha estante
O caminho é longo hahaha


Igor Almeida 16/09/2018minha estante
kkkkkk O próximo é "a incendiária"; pra vc ter noção do tanto que falta...


Vinny Britto 16/09/2018minha estante
Tá mais próximo que eu, que agora vou ler O Iluminado.


Mireille 17/09/2018minha estante
também estou lendo na ordem de publicação :D


Mireille 17/09/2018minha estante
também estou lendo na ordem de publicação :D (só que muito lentamente, hehe). Gostei bastante de Salem.


Angelica 25/09/2018minha estante
também cheguei aqui pq acabei de ler a Biografia de Lisa Rogak e quero ler (os que me interessam) em ordem cronológica =)




Cintya Plem 24/08/2018

A hora do vampiro
Mais uma história fantástica do nosso rei, cada vez mais eu fico abismada com o quão talentoso e genial o King consegue ser em cada uma de suas histórias.
No inicio conhecemos um homem e um menino que não é seu filho. Percebemos que eles estão fugindo e quando eles encontram uma cidade tranquila para poder ficar é que começamos a conhecer suas histórias.
Eu adoro como o King consegue detalhar cada pequeno detalhe das histórias para que elas fiquem bem explicadas e a criação em nossa mente aconteça de maneira simples e fácil, e essa é mais uma de suas obras ricas em detalhes, desde o surgimento da pequena cidade de Jerusalem's Lot que foi sempre pacata onde todos os moradores se conheciam e seguiam suas vidas tranquilamente.
Bem é escritor e vai para a cidade escrever uma nova história baseada em um trauma passado quando era criança onde ele foi desafiado a entrar na mansão mal assombrada, anos depois essa lembrança ainda o aterroriza. Durante sua estadia ele conhece Susan, uma moça afrente de seu tempo e independente, entre eles nasce um sentimento em que ambos ficam empolgados e felizes.
Novos moradores causam estranheza na pequena cidade e coisas bizarras começam a acontecer, algumas crianças desaparecem, outras pessoas começam a ficar doentes e logo morrem, é assim que outros personagens como Matt o antigo professor, Callahan um padre alcoólatra e Mark um menino inteligente e esperto aparecem nessa trama para tentar solucionar esse problema.
Cada personagem tem sua história contada, e a ligação final entre todos deixa o desenrolar da trama fantástica, onde todos precisam se unir e em meio a realidade eles precisam acreditar em algo sobrenatural e abominável para tentar salvar a vida das pessoas.
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Fábio 27/07/2018

Publicado originalmente no Blog "Sangue Antigo"
Lançado pouco antes de Anne Rice fazer sua estreia no mundo vampiresco e consolidar-se como a rainha dos sanguessugas, “A hora do vampiro” (atualmente publicado com o título ‘Salem) é o segundo romance de Stephen King, precedido por “Carrie”. Tomando como base o clássico “Drácula”, de Bram Stoker, King substitui a Londres do século XIX por uma pequena e insignificante cidade fictícia da Nova Inglaterra na década de 70. É lá que gradualmente se desenrola a história de Ben Mears, escritor que retorna àquela cidade tentando superar um velho trauma de infância que pode ter implicações com o sobrenatural.
Paralelamente à chegada de Ben a Jerusalem’s Lot, também chegam ali o misterioso Straker e seu ainda mais misterioso sócio Barlow, que supostamente estão interessados em abrir uma loja de “artigos finos” na cidade. Pouco tempo depois, estranhos acontecimentos passam a acontecer na região: mortes e desaparecimentos inexplicáveis e aparentemente sem ligação, que vão se tornando cada vez mais alarmantes. Nesse sentido, este livro me lembrou “Totem”, de David Morrell (recomendo muito!), livro de terror de estrutura semelhante, mas que substitui vampiros por uma outra criatura assustadora.
É muito interessante o modo como King constrói o suspense e a atmosfera de horror de forma crescente, revelando aos poucos os detalhes sobre as entidades malignas que estão aterrorizando a população da cidade, permitindo que o leitor descubra por si só que são vampiros, sem atirar essa informação gratuitamente. Infelizmente, todo o trabalho que o autor teve para manter a “identidade” dessas entidades em sigilo até o momento certo é burlada pelo título da edição brasileira do livro, que praticamente escancara: ”este é um livro sobre vampiros!”. Mesmo na edição mais recente consta na capa a nota “Publicado originalmente como ‘A hora do vampiro’”.
Os vampiros de King, aliás, seguem o máximo da cartilha clássica: podem flutuar, hipnotizar, transformar-se em névoa para desaparecer, precisam ser convidados para entrar nas casas, temem símbolos cristãos como Bíblias e crucifixos, devem ser destruídos com a tradicional estaca no coração e temem a luz solar. Excetuando-se o vampiro líder (melhor não revelar quem é, para não estragar a leitura mais do que o título já faz), os demais vampiros agem instintivamente, como zumbis, sem inteligência ou vontade própria, movidos apenas pela sede de sangue e pelo comando do “Mestre”.
Da primeira vez que li “A hora do vampiro” a impressão que o livro me passou não foi das melhores, de modo que uma resenha que escrevi após aquela leitura deixava transparecer a minha frustração. Pareceu-me, naquela época, que a história tinha um excesso de tramas paralelas desnecessárias e que demorava demais para apresentar os vampiros, apresentando um enredo muito arrastado. Hoje, justifico essa má impressão pelo fato de que este foi o primeiro livro de Stephen King que li; assim, eu ainda não estava familiarizado com as “manhas” e com o estilo característicos do autor, como estou agora. Talvez – e mais uma vez, jogo a culpa no título nacional – eu esperasse um espetáculo sangrento “imediato”, coisa que não é o estilo dele. Chegam sim os momentos de horror e sanguinolência típicos do mestre do terror contemporâneo, mas há todo um desenvolvimento dos personagens e uma detalhada (sim, lenta também) construção dos arcos narrativos antes que o bicho pegue.
Com essa releitura eu me retrato e ratifico: este é, afinal, um dos melhores livros de vampiros que já li.


site: https://vampirosnastelasenasletras.blogspot.com/2018/07/livro-hora-do-vampiro-jerusalems-lot.html
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Douglas Skarloff 11/07/2018

Ótimo
Instigante!
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Gabriela.Cerqueira 02/06/2018

Característico de Stephen King
Mesmo sendo o segundo livro lançado por King, nota-se nitidamente características marcantes da sua escrita. O livro é misterioso, demora a expor o real problema e no decorrer da história não consegue-se prever o final. Sensacional.
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Nina 22/05/2018

Espera mais
Tudo bem que foi o segundo livro dele mas eu esperava mais, não é um livro ruim... acho que estou ficando muito exigente kkkkk sei lá... o final me pareceu muito sem graça... faltou algo que no início do livro parecia que teria.....
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Renata 15/11/2017

Olá Leitores!
Editora: Suma

A Hora do Vampiro foi o segundo romance lançado pelo escritor norte-americano Stephen King. Originalmente publicado em 1975, foi inspirado em Drácula de BramStoker.
Ambientado na cidadezinha de Jerusalem'sLot, na Nova Inglaterra, o romance conta a história de três forasteiros. Ben Mears, um escritor que viveu alguns anos na cidade quando criança e está disposto a acertar contas com o próprio passado; Mark Petrie, um menino obcecado por monstros e filmes de terror; e o Senhor Barlow, uma figura misteriosa que decide abrir uma loja na cidade.
Após a chegada desses forasteiros, fatos inexplicáveis vêm perturbar a rotina provinciana de Jerusalem'sLot: uma criança é encontrada morta; habitantes começam a desaparecer sem deixar vestígios ou sucumbem a uma estranha doença. A morte passa a envolver a pequena cidade com seu toque maléfico e Ben e Mark são obrigados a escolher o único caminho que resta aos sobreviventes da praga: fugir.
Mas isso não será tão simples, os destinos de Ben, Mark, Barlow e Jerusalem'sLot estão agora para sempre interligados. E é chegada a hora do inevitável acerto de contas.

site: https://www.facebook.com/oladolivrodavida
o.carneiro 25/01/2018minha estante
São tipo contos? Pergunto isso porquê A hora do lobisomem tem uma estrutura parecida com contos.


Renata 26/01/2018minha estante
Eu consideraria um conto


Renata 26/01/2018minha estante
Ainda não li a hora do lobisomen, você gostou?


o.carneiro 30/01/2018minha estante
Gostei mais ou menos. Não gostei muito pq o livo é dividido em meses do ano e suas luas cheias, daí, narra uma morte por mês. Como as vítimas não tem ligação, fica Parecendo contos, mas fica diferente no fim. Vai melhor
ando quando se encaminha para o fim.




MAGALHÃES 16/10/2017

Não curtir
Foi um dos poucos livros do S.K.que n me agradou.
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