A Hora do Vampiro

A Hora do Vampiro Stephen King
Stephen King




Resenhas - A Hora Do Vampiro


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Mateus 15/12/2010

Uma coisa que Stephen King nunca deixará de fazer é me surpreender com sua originalidade e genialidade na hora de escrever suas histórias. Ele é um dos poucos autores atuais que mesmo tendo escrito dezenas de livros, possui uma narrativa que nunca se torna repetitiva e nunca se mostra desinteressante para os leitores.

A Hora do Vampiro foi sua segundo obra, escrita em 1975 logo depois de Carrie. Ainda estava no início de sua carreira, e como podem imaginar, estava com criatividade de sobra para escrever suas tenebrosas histórias. Esta obra foi inspirada em Drácula de Bram Stoker, e King a escreveu depois de muita pesquisa sobre a lenda dos vampiros. Aqui sim temos os verdadeiros vampiros, seres sanguinários com uma sede insaciável por sangue, alérgicos a cruzes, água benta e alho, e que são as criaturas reinantes durante a noite.

O livro conta a história da pequena cidade Jerusalem's Lot, ou como é chamada pelos seus moradores, 'salem's Lot. É uma cidade extremamente pacata onde nunca acontece nada. Mas a Mansão Marsten, um enorme casarão que já foi palco de suicídios e assassinatos, parece emanar um mal profundo, além de atrair maldades terríveis. Em um dia fatal, chega à cidade o Sr. Straker, um homem que junto ao seu sócio Sr. Barlow, serão os responsáveis pelo declínio da cidade. Mas Ben Mears, um antigo morador, aparece em 'salem's Lot pronto para exorcizar seus males e salvar aqueles que ama.

Como em todos os outros livros do autor, encontramos em A Hora do Vampiro personagens sensacionais e quase vivos, como se estivessem prontos para se transformarem em pessoas reais: Ben Mears, um escritor que se vê perdido no turbilhão de uma história absurda; Susan Norton, uma mulher de gênero forte e que luta pelo que quer; Matt Burke, um professor pronto para defender suas ideias; Donald Callahan, um padre aparentemente cheio de fé; Jimmy Cody, um ótimo médico para se contar nas horas sombrias; dentre vários outros personagens excelentemente construídos que podemos perceber ao virar das páginas. Não posso esquecer, é claro, de Mike Petrie, um garoto de 12 anos que me assustou e se tornou meu personagem favorito do livro.

Alguns acontecimentos do livro são memoráveis, como se eu estivesse definitivamente dentro da história, pronto para ser mordido por um vampiro ou atacado por uma criatura maligna. A parte em que Charlie Rhodes vai até seu ônibus e recebe uma surpresinha nada agradável é sensacional! Confesso que em vários momentos fiquei com os cabelos em pé, tamanha era a perfeição das descrições e características mostradas por Stephen King. Ele tem um jeito de descrever vários lugares simultaneamente que ninguém consegue fazer igual.

Sem qualquer dúvida A Hora do Vampiro é um livro para se apaixonar. Narrada de uma maneira ímpar, com um desfile surpreendente de personagens com os mais variados gêneros, é difícil não gostar do livro. Sou suspeito para dizer algo assim, pois sou um grande fã de Stephen King. Mas podem ter certeza que este é um livro de vampiros que vocês nunca encontrarão igual. Assustador, tenebroso, bizarro. Prepare sua estaca de madeira e a água benta, e comece logo a ler o livro.
hpsoares 18/12/2010minha estante
Sou suspeita para falar, pois li muito pouco do king, porém do pouco que li, adorei. Vampiros clássicos são sempre os melhores, nada de vampirinhos frescos. E você com essas resenhas incríveis, imagins só se não dá vontade de ler! HAHA


Bibs 19/03/2011minha estante
Muito boa!


Mah89 15/10/2012minha estante
Concordo, Mark também é meu personagem favorito. Adoro esse livro.




Pira 04/05/2013

Seu começo é um pouco massante, como os outros livros do King que já li. Este tem peculiarmente muitos personagens desnecessários e sem muita importância para a trama, mas sem esse enchimento de linguiça, o livro seria bem mais fino e simples. Talvez perdesse a graça, não sei. Mas quando a trama começa a chegar no clímax, o negócio começa a ficar bom! Me interessei um pouco sobre vampiros (não vampiros “like” crepúsculo), e confesso que se minha janela fosse de vidro, teria certo receio em olhar para ela no meio da noite.
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Flávio 13/08/2011

Segundo livro do escritor Stephen King, "A Hora do Vampiro" é uma clara evolução de "Carrie", a começar pela ótima criação de uma cidade fictícia. Por outro lado, falha em vários aspectos que, para quem já conhece o autor de outros livros, pode incomodar.

"A Hora do Vampiro" fala basicamente da cidade de Jerusalem's Lot, que possui um mistério envolvendo uma certa residência chamada Casa Marsten. Com uma estranha ligação com esse lugar, chega até a cidade o escritor Benjamin Mears, que pretende escrever um livro sobre o assunto e dar fim ao mistério que carregou consigo durante muitos anos. Mas algo de estranho começa a acontecer. As pessoas morrem estranhamente e seus corpos simplesmente somem. Ben, então, terá que resolver o quebra cabeça sobre o que está acontecendo antes que o perigo chegue até ele.

De fato, o livro é muito mais profundo do que "Carrie", porém o autor peca justamente em seus personagens. Não sei se o problema foi comigo, mas não consegui sentir afeição por nenhum deles, nem mesmo quando o destino para alguns fora negativo. Quem conhece King sabe que a construção psicológica dos personagens que compõem sua obra é uma de suas características principais. Em "A Hora do Vampiro" ficou algo sem sal, sem atrativos. Para quem leu "A Coisa", "O Iluminado" ou mesmo "Angústia" antes deste, percebe o quanto ele evoluiu nesse sentido. Os livros citados tem personagens incríveis, que por muito tempo permanecem na mente. Algo que não acontece com "A Hora do Vampiro".

Um outro ponto que me incomodou - e nisso entra mais algo pessoal -foi o batido clichê religioso. Hoje em dia não tenho muita paciência para livros que promovem a batalha "igreja católica x forças do mal". Acho até que para a época em que King escreveu este livro - anos 70 -ainda funcionava, mas hoje em dia não. Ao menos para mim, que estou com a minha fé religiosa um tanto embaçada, não me serviu de bom grado.

Por último, é importante deixar claro que o suspense/terror presente no livro é construído aos poucos. Não pense que irá ler momentos de tensão antes de pelo menos 3/4. É apenas na última parte que alguma coisa de fato acontece. Não que isso seja ruim, é até interessante observar como as coisas vão se desenvolvendo, mas para um livro que se diz terror, pode incomodar a algumas pessoas.

"A Hora do Vampiro" não é um livro ruim, mas está longe de ser um dos melhores trabalhos de King. Vale ressaltar que o próprio autor comenta que foi um de seus piores trabalhos. Então, fico até mais tranquilo em escrever esta resenha e expor os meus pontos de vista. Certamente indico a leitura, mas vale mais para quem já é fã. Quem se inicia com ele, melhor ler uma de suas verdadeiras obras primas, como as que citei no terceiro parágrafo.
Marselle Urman 15/08/2011minha estante
também acho que deixou a desejar, especialmente na superficialidade dos personagens. Quando King resolve fazer chavão do BEM X MAL, ele apela. Mas sou fã, né, fazer o quê? A gente tem que estar junto nos bons e maus momentos... Abraço.


Rafael 24/12/2014minha estante
A dicotomia "bem x mal" é uma constante na bibliografia de King, vide livros como "Dança da Morte" e "Desespero". Ao menos a mim esse detalhe não incomoda, porém é salutar mesmo que para mim esse não é o melhor trabalho do Stephen King.




murilo 04/11/2010

Os vampiros em sua forma mais clássica
Tudo começa quando Ben Mears decide voltar para ‘Salem’s Lot, cidade interiorana onde morou por quatro anos e passou por uma experiência traumática que até hoje tira seu sono. Enquanto isso quer terminar seu mais novo romance e torcer para que finalmente ganhe alguns dividendos no ofício de escritor. Lá, conhece aos poucos o restante dos principais personagens. Susan Norton, seu primeiro amor depois que a esposa faleceu tragicamente em um acidente. Matt Burke, um professor entendido em literatura e que conhece quase todo mundo da cidade. Jimmy Cody, o médico do grupo e mais cético de todos. E Mark Petrie, um garoto fanático por monstros e de uma impetuosidade e inteligência maior que a muitos adultos. Talvez seja um dos melhores personagens-mirins de toda a obra de Stephen King.
Ao mesmo tempo em que Ben entra na cidade um enigmático forasteiro chamado Strawker, que traz à cidade um horror que nenhum de seus habitantes seria capaz de imaginar dentro de um ambiente tão calmo como aquele. A partir disso, coisas estranhas começam a acontecer. Um cachorro é morto e enfiado nas grades do portão de um dos cemitérios da cidade. Uma criança desaparece e nunca mais é vista. Seu irmão falece pouco depois de causas inexplicáveis. Sua mãe segue no mesmo caminho logo em breve. Os planos do vampiro começaram.
O último livro que tinha lido de Stephen King era justamente Carrie, a Estranha. Quando comecei a ler A Hora do Vampiro fiquei impressionado m perceber o quanto ele evoluiu só no espaço de tempo entre um livro para outro. Não apenas em termos de horror. Os personagens são muito mais naturais, agindo e falando de maneira que eu mesmo faria se estivesse em situações semelhantes. A descrição do que se passa no íntimo deles e do calor das cenas são brilhantes, gerando momentos marcantes e que não desgrudam fácil da cabeça. A Hora do Vampiro só não tem um clímax tão sensacional quanto o de Carrie, já plagiado milhares de vezes pela televisão e pelo cinema.
Qualquer pessoa que já leu um livro de Stephen King sabe o quanto pode ser enervante ficar muito tempo sem ler o livro. Não é á toa que ele é chamado de mestre do suspense. Ele tece histórias capazes de nos fazer perder o dia inteiro lendo somente para saber o que vi acontecer na próxima página. Em A Hora do Vampiro não é diferente. De cara já sabemos que toda a população de ‘Salem’s Lot sumiu. E os únicos remanescentes são um homem alto e um menino que todos pensavam serem pai e filho. Então somos jogados no começo da história, completamente no escuro. É exatamente esse suspense bem construído que pode irritar alguns. A trama é lenta, se desenvolve aos poucos, não vai ser logo nas primeiras cinco páginas que um vampiro vai pular do nada na jugular de alguém. Os habitantes da cidade são apresentados um a um, são muitos. Mas mesmo durante essa fase de apresentação o suspense vai ficando mais e mais constante. A sensação de perigo se torna ainda mais iminente a cada capítulo. E você começa a se perguntar qual desses personagens vai morrer durante a história. O diferencial é que Stephen King faz você se importar com a perda deles.
A própria Jerusalem’s Lot, mesmo fictícia, recebeu bastante atenção de Stephen King. Ela tem sua própria história. Sua fundação, seus heróis, os segredos mais secretos, tudo nos é contado. Incidentes que marcara para sempre a sua população pequena e primitiva. O incêndio que quase destruiu a cidade toda em 1951, provocada por um mísero cigarro. O assassinato e suicídio ocorrido na macabra Casa Marstein. Casa esta que parece vigiar a cidade e emanar uma energia maligna capaz de ser sentida a metros de distância. Ela e a cidade são tão importantes para a trama quanto o próprio Ben Mears, não são meros cenários. Neles já podemos encontrar elementos que fariam de Iluminado um dos melhores livros de Stephen King.
Stephen King acabou escrevendo um livro que parte de onde o Drácula teria parado e criando um uma história com os monstros em seu nível clássico. Só não espere um grande aprofundamento dos vampiros. Eles não são os principais do romance, são os antagonistas assim como Drácula também foi. É o elemento de horror, o que leva os personagens a fazerem o que fazem. E o fato de King conhecer tão bem nossos medos só coroa tudo. Sabe, por exemplo, que uma porta fechada é muito pior do que o monstro em si. O medo vem da dúvida. É este talento capaz de te fazer considerar a sério a idéia de pegar um crucifixo antes de voltar à leitura A Hora do Vampiro.
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Anezka 23/12/2010

Vampiros de verdade!
Escrito por Stephen King entre os clássicos Carrie (seu primeiro livro) e O Iluminado (The Shinning), A Hora do Vampiro ('Salen's Lot) não é tão bom quanto os outros dois, apesar de ser um excelente livro.

Em época de vampiros mocinhos, que amam donzelas, o livro do Stephen King traz esses seres sobrenaturais na sua origem: perversos, pútridos e malignos. Lendo o livro que conta a estória de uma pequena cidade no Maine, Jerusalen's Lot ('Salen's Lot para os íntimos), senti-me novamente vendo os vampiros como quando tive o prazer de apreciar a obra de Bram Stoker.

E é assim que deve ser! Vampiros não são bonzinhos: eles chupam sangue, roubam as almas das pessoas, têm medo da luz do Sol, de alho, de água benta e símbolos religiosos e morrem com estacas de madeiras fincadas em seus corações.

O Stephen King conseguiu mais uma vez trazer a aura de magia e de pavor autênticos para o cotidiano de pessoas comuns sem prejudicar a aceitação da estória e sua noção de realidade e de real possibilidade. Ler os livros do mestre do mistério e suspense faz encarar eventos racionalmente impossíveis como reais, pelo menos durante a leitura, provocando questionamentos de como as pessoas se comportam quando submetidas ao sobrenatural.

Ler Stephen King é um exercício de psicologia e sempre uma ótima fonte de entretenimento. Recomendadíssimo!
Márcia 25/12/2010minha estante
Só uma observação: "Em época de vampiros mocinhos, que amam donzelas, o livro do Stephen King traz esses seres sobrenaturais na sua origem: perversos, pútridos e malignos."

Esse livro do King não é dessa época. É bastante antigo e os vampiros têm referências no próprio Drácula.


Anezka 25/12/2010minha estante
Eu sei! Mas não deixa de ser um alívio ainda encontrar estórias onde vampiros são maus. Esses vampiros mocinhos me fizeram criar um certo tipo de preconceito contra estórias de vampiros e eu quase não comprei o livro do King por causa disso. Mesmo sendo antigo ele pode ser uma boa influência para os tempos modernos...


Márcia 11/01/2011minha estante
As estórias mais antigas geralmente trazem os vampiros com a concepção mais tradicional mesmo.
Essas criaturas devem estar "encatadoras" sob os efeitos que só o mestre KING pode criar.


Marilene 22/01/2011minha estante
Se alguém quer realmente um livro do qual após terminar de ler não conseguirá dormir direito, este livro é o indicado rs.

De todos os livros sobre vampiros este é o melhor!




Pratelivros 19/08/2015

Cagaço
OBS: A resenha contém gifs que só podem ser visualizados no blog. Acesse o link ao fim da resenha para vê-las.

Ben Mears voltou a sua terra natal para escrever sobre a misteriosa casa Marsten e enfrentar um medo do passado... mas não sabe o que o espera. Apesar do agradável encontro com Susan, uma jovem moradora da cidade, seus dias em 'Salem não serão nem de perto os melhores da sua vida, mesmo na companhia da segunda mulher que foi capaz de amar.
Ele já é visto como um forasteiro, intruso e pouco confiável, o que só piora quando um garotinho, Ralphie Glick, desaparece. A partir desse momento, o banho de sangue começa.
Em meio aos seus dias em 'Salem, ele faz amizade com Matt, um professor muito respeitado na cidade. Quando algo terrível acontece e Matt tenta explicar a verdade por trás daquilo, ele sabe que Ben será um dos únicos a acreditar no que diz e a ajudá-lo a resolver o problema.
Seus caminhos se cruzam com Jimmy, o médico do professor, Callahan, um padre bêbado e que a fé quase se esvaiu completamente, e Mark, um jovem garotinho especialista em histórias de vampiro - o que se mostra mais útil do que nunca!
Juntos, eles tentarão combater o perigo que ameaça 'Salem, mesmo que isso custe suas próprias vidas.

Primeiro de tudo: é um livro interessante. Começa um pouco devagar mas aos poucos a história enfrena e vai evoluindo para um clímax excitante, que dura 200 e poucas páginas.
Não acho que é uma narrativa que agrade muitas pessoas, mais pela demora para a trama realmente se adensar e os problemas começarem a acontecer. King tem como estilo falar sobre cada um dos personagens que aparece na sua história, mostrar suas vidas de dentro para fora. Creio que é justo dizer que, apesar de gostar disso, no começo eu ficava: "Espera, quem é essa pessoa mesmo? Onde eu estou? O que está acontecendo?

Por isso, já deixo um aviso: preste muita atenção na hora de ler para não ficar igual a mim. Ainda bem que no meio do livro consegui me encontrar e me acostumei com o nome de cada personagem.
Ainda nesse mérito, é importante frisar a riqueza de características pertinentes aos habitantes de Jerusalem's Lot que King expõe.
O vilão da história só aparece mesmo mais para o final, apesar de eu achar o vice-vilão(será que isso existe) bem pior do que o dito cujo. Ambos são engraçados também.
Meu personagem favorito com certeza foi o garotinho, Mark. Ele tem uma coragem que não pode ser medida, acabou me conquistando desde a primeira página que apareceu.

Apesar de ter demorado séculos para ler, acho que é possível terminá-lo em um semana no máximo. É um romance bom, que prende e quando as coisas realmente começam a acontecer, não dá vontade de largar.

OBS: Pra ler essa resenha com seus recursos completos de imagem (fotos, gifs e etc) acesse o link abaixo:

site: http://pratelivros.blogspot.com.br/2015/08/resenha-salem-stephen-king.html
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Karol Vicente 13/05/2017

Eu comprei esse livro há muito tempo atrás quando eu estava iniciando minha relação com a leitura. Eu costumava ler muitos livros infantis/juvenis e estava à procura de uma narração mais envolvente, quando minha irmã me convenceu a comprar "A hora do Vampiro" ao invés de "Diário de uma Paixão" e eu não me arrependo de ter feito essa escolha. Para quem não conhece o Stephen King, ele é um escritor veterano e sua escrita é conhecia no mundo inteiro pelo seu toque histórico de terror e suspense. Eu que não tenho coragem de assistir filmes de terror me apaixonei pelas história do Stephen.

RESENHA: Em "A hora do vampiro", nos deparamos com uma escrita impecável e deliciosa de ser lida. Toda a narrativa é cheia de detalhes que fazem toda a diferença no conteúdo final do livro. Os personagens são bem distintos entre si, mas cada um tem seu papel fundamental na jornada. Eu posso ser suspeita em escrever essa resenha ( por que sou muito fã), porém a escrita do Stephen é simplesmente apaixonante, pelo modo crítico e culto de ser desenvolvida.

"Quando abrir a porta, ele estará pendurado na viga, a cara inchada e escura, e então os olhos se abrirão, saltando das órbitas, e ele o verá, e ficará satisfeito por ter vindo."

O livro é narrado em terceira pessoa e não há bem um personagem principal (a não ser a Casa Marsten) e cada personagem participa de um momento da narrativa e tem seu próprio desfecho, que por se tratar de King, os finais podem ser bem trágicos. Ben Mears (o escritor) retorna à sua cidade natal para finalizar um novo livro e o que encontra na cidade, é muito mais do que uma história inédita, são acontecimentos verídicos, onde o mesmo deverá enfrentar ao longo da trama. Ele conta com a ajuda de certas pessoas para responder algumas dúvidas que exalam pelo ar, até que descobrem o que está acontecendo e o mandante de tudo. E é ai que entra toda a adrenalina e emoção, por que eu como leitora, ficava com o coração palpitando (quase saindo pela boca) para finalizar os capítulos.

"A hora do vampiro" não fala somente de vampiros, mas o leitor deve prestar atenção aos detalhes que fazem uma breve relação à outros fatos da vida. Este é um livro de romance, apesar de eu achar que se parece mais com um suspense, já que o romance do casal principal não possui tanta relevância quanto à relação de Ben com a Casa Marsten. E para deixar o livro mais especial, King criou um personagem juvenil (Mark) com uma mente brilhante, que em muitos momentos fora mais esperto e maduro que os próprios adultos.

Quando se pensa em uma história sobre vampiros, pensamos logo naquelas histórias clichês, com finais que você já sabe qual é antes mesmo de ler o livro. Mas nesse caso não, por que o Stephen King consegue tornar aquela história bem clichê em algo surpreendente. Eu li esse livro pela primeira vez e me apaixonei e hoje possuo mais 8 livros do Stephen. Reli o livro na última semana e me toquei que o encantamento é o mesmo, apesar que desta vez o livro está velho e com algumas folhas amassadas (por isso desconsiderem esses "detalhes" nas imagens). Minha edição é a de bolso, optei por comprar todos os livros neste tamanho por que seria mais fácil de carregar os livros para os lugares.

Para ler a resenha na íntegra acesse o post no blog. (Palavras Ambulantes)

site: http://www.palavrasambulantes.com/2017/05/resenha-hora-do-vampiro-de-stephen-king.html
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susie 06/04/2011

vampiros em Jerusalém's Lot,
Jerusalém's Lot, sofre transformações com a chegada de três forasteiros;pessoas começam a morrer e reviver como vampiros...quando um dos forasteiros, o escritor Ben unido a um garoto nativo Mark tentam salvar a cidade da mão dos vampiros.

é um livro alucinante, cheio de adrenalina e medo.
JohNNy 11/12/2011minha estante
Parece muito legaaal :)


susie 11/12/2011minha estante
é muito legal mesmo Johnny, o meu predileto do Stephen King.




Marco 02/12/2012

Gostei bastante
Esse que não é lá o título mais conhecido do King me cativou mais do que 'O iluminado' por exemplo. Vejo bastante gente dizendo que não gostou mas eu achei muito bom. Lembra um pouco ' a coisa' com uma variedade bem grande de persogens. É bom de vez em quando saber que alguém cultiva características do folclore ao invés de estragá-las (se é que vocês me entendem). O livro tem cenas marcantes e personagens cativantes e é uma ótima leitura. O único defeito foi ser curto demais, tinha muita coisa para ser explorada ainda.
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Vinny Britto 16/09/2018

Maratona Stephen King
Apesar de já ter lido alguns do King, resolvi ir pro início e começar a ler todos na ordem de publicação, logicamente pulando os já lidos.

É bom. Se não fosse o grande spoiler no título antigo e que está estampado na capa dessa edição também, seria muito melhor por causa do fator surpresa. Até uns 40% do livro ou até mais, não é revelado o que de fato acontece na cidade.

Desde o início de sua carreira já podemos observar algumas de suas grandes características, como a habilidade em descrever cenários (o que muuuiita gente reclama) e a de desenvolver o enredo com dezenas de personagens sem se perder. Tio King é um exímio contador de historias!

RECOMENDO!!!
Igor Almeida 16/09/2018minha estante
Tô fazendo a mesma coisa (ler na ordem de publicação)


Vinny Britto 16/09/2018minha estante
O caminho é longo hahaha


Igor Almeida 16/09/2018minha estante
kkkkkk O próximo é "a incendiária"; pra vc ter noção do tanto que falta...


Vinny Britto 16/09/2018minha estante
Tá mais próximo que eu, que agora vou ler O Iluminado.


Mireille 17/09/2018minha estante
também estou lendo na ordem de publicação :D


Mireille 17/09/2018minha estante
também estou lendo na ordem de publicação :D (só que muito lentamente, hehe). Gostei bastante de Salem.


Angelica 25/09/2018minha estante
também cheguei aqui pq acabei de ler a Biografia de Lisa Rogak e quero ler (os que me interessam) em ordem cronológica =)




Matheus 10/01/2013

O maior mérito dessa história é trazer o terror de volta aos vampiros. Hoje em dia parece que o primeiro requisito para se fazer uma história sobre vampiros é tirar todo o terror e suspense da história, e deixar os vampiros o mais “cool” possível. É muito bom ler uma história que realmente assusta sobre esse tema, uma história que transforma essas criaturas naquilo que elas realmente são: monstros!
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Maisa 09/11/2012

Primeiro do Stephen King
Este é o primeiro livro que leio todo do Stephen King. Eu curti !! Estilao Dracula, o autor consegue passar o ar da história, da cidade, algumas passagens super tensas !! Bem horror style mesmo, para quem curte, recomendadissimo.


Debs 03/11/2016

Vampiros Clássicos
Apesar de ter gostado do livro, confesso que ele não me prendeu logo de início. Os primeiros capítulos, e quem sabe até a primeira parte da história, são um pouco arrastados e pareceram um pouco desnecessários pra mim, porém tem um valor muito importante.

Acho que eu comecei a ler esse livro umas 2 ou 3 vezes e só na última eu decidi "tomar vergonha na cara" e ler até o final. E senti que valeu a pena. O autor em algumas partes do livro não foca nos personagens principais, e sim nos moradores da cidade de Jerusalem's Lot. Conta da vida deles, o que cada um está fazendo no momento e coisas desse tipo, o que sinceramente estava sendo um pouco cansativo. Porém o propósito do autor é nos inserir dentro da cidade, pra que a gente conheça ela como se fizesse parte e fosse como um dos moradores, pois no desenrolar da história vão acontecendo várias coisas com os personagens e você fica meio chocado, como se já conhece cada um deles. Por isso vale a pena. Também gostei do jeito clássico que o autor criou os vampiros.

Até a metade do livro pode ser meio cansativo e até meio chato, mas do meio pro fim não dá vontade de parar! E trouxe um final que eu não esperava, e que acabei gostando bastante também!

Recomendo a leitura, mas não pra quem nunca leu nenhum livro do Stephen King e quer começar agora. Comece com Misery;
Carry, A Estranha ou O Iluminado. Acho que pra primeira experiência vai ser melhor.
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Kei 11/12/2009

A hora do vampiro começou. (Contém spoilers)
Apesar de ser um livro relativamente curto, é uma ótima obra. Datado de 1975, se bem me lembro, não passa aquela impressão de velho ou ultrapassado, e mostra, também, como o jeito de escrever de Stephen King mudou pouco com o passar dos anos e com a experiência que adquiriu: desde o princípio ele sempre teve a habilidade de envolver o leitor.

Contando a história de Ben Mears, um escritor não-muito-famoso recém chegado a cidadezinha de Jerusalem's Lot, para exorcizar os próprios medos, parece um conto simples e sem sal nas primeiras páginas. A cada nova página virada, porém, algo novo aparece e um novo elemento dá as caras, apresentando, lentamente, as gotas de mistério que compõe esse terror.

Eu não chamaria de assustador, mas considero 'desesperador' uma palavra mais adequada. Para alguns, talvez deixe com medo, mas na minha opinião, o desespero de ser um observador enquanto se sabe o que vai acontecer com cada um dos personagens da trama, e ver a forma como os dois personagens principais tem de encarar e vencer isso é, sim, desesperador.

Uma das coisas mais interessantes do livro é a forma como são apresentados os diversos personagens da cidade, e a forma como são demonstradas as mudanças no dia-a-dia de cada um, o mistério que começa a circundar a cidade, e quando é notado... Já é tarde demais.

É uma leitura agradável e recomendada. Personagens simples, mas interessantes, e também muita informação e tensão. E um lembrete: Tudo leva para A Torre Negra.
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Tielle | @alivromaniaca 06/01/2010

Esplendido...
Ok! Só de dizer que o autor é o Stephen King já deveria bastar!! PQ o homem é um mestre!!!

Ben Mears se muda para a cidadezinha de Jerusalem`s Lot, fonte de seus pesadelos e traumas de infancia, lah ele conhece uma moça e se apaixona por ela e ae começam a ocorrer os sumiços e assasinatos... ate que quase a cidade toda é contaminada e Ben com a ajuda de Mark Petrie, um garoto que é fanatico por monstros(filmes e talz) tentam resolver o problema.

Esses sim são vampiros de verdade!! Onde eles matam sem dó e há muito sangue e... klaro aquele terror que só um mestre como Stephen King consegue narrar!!

RECOMENDADISSIMO!!Principalmente pra qm gostar de historias sobre os "dentucinhos"!!

~♥~
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