A Escolha de Elphame

A Escolha de Elphame P.C. Cast




Resenhas - A Escolha de Elphame


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Nathália 22/07/2011

Preciso dizer que ando em uma fase bem desconfiada com os livros YA sobrenaturais. Tudo parece tão repetitivo pra mim! Mas depois de ler a sinopse de A Escolha de Elphame eu fiquei curiosa pela história e, dessa vez, não me decepcionei! Ele não tem aqueles tão comuns dramas adolescentes, nem protagonista chata e insegura. Embora tenha mocinho perigoso!

Além de prazerosa, a leitura foi uma grata surpresa. Ainda não tinha lido nenhum livro de P. C. Cast – pois é, eu sei que House of Night existe, só não li ainda! – e gostei bastante da narrativa da autora, de seu mundo imaginário e toda a mitologia e magia envolvidas nele.

Elphame é uma mistura perfeita entre humano e centauro. Ela é filha de Etain, a Amada da Deusa Epona (isso quer dizer que sua mãe foi a escolhida de Epona, Deusa protetora de Partholon, para guiar o povo) e de um xamã centauro. E, no seu nascimento, Elphame foi tocada pela Deusa.

Pode ser que ela seja a próxima Amada de Epona, mas ela nunca sentiu a magia e acha que isso não acontecerá. Ela é diferente de todos, não se encaixa e tem necessidade de encontrar seu lugar no mundo, já que além de tudo acredita que nunca encontrará o amor.

Assim, ela parte, junto com seu irmão Cuchulainn, para o Castelo MacCallan. Um lugar que sempre atraiu sua atenção por ser da família e ter sido destruído há mais de um século na guerra contra os fomorianos. Ela quer reconstruir o lugar e fazer de lá seu novo lar.

E lá Elphame encontra muito trabalho, amigos, sua magia e também Lochlan, seu consorte. E com ele, alguns sérios problemas! Lochlan é um meio fomoriano, que precisa da "ajuda" de Elphame para tentar trazer seu povo de volta para Partholon, em paz.

Apesar de ter adorado o romance dos dois, acho que essa não foi a principal parte do livro. Adorei esse universo da magia e mistério. A história é ótima, com algumas passagens divertidas e de uma parte em diante, muito emocionante. Com vários personagens secundários pra lá de interessantes...

Cuchulainn quase rouba a cena. Ele é um cavalheiro perfeito. Lindo, simpático, forte e com um coração enorme, embora mulherengo. A princípio fiquei em dúvida sobre quem seria seu par... Bom, impossível não torcer, se apaixonar e sofrer com ele. E agora espero loucamente pelo lançamento do próximo livro.

A Escolha de Elphame é o primeiro – de dois livros – da série Partholon. Mas pelo que eu entendi, eles são considerados sequencia de outra série, chamada Divine, que também se passa em Partholon, só que mais de 100 anos antes dessa história. Infelizmente, a série Divine ainda não foi publicada por aqui!


Paulo Wotckoski 21/06/2011

A Escolha de Elphame- Partholon livro 1
Acabei de ler A Escolha de Elphame.
A história fala sobre Elphame, que é metade deusa, metade centauro e metade humana. Elphame quer reconstruir o castelo MacCallan, um castelo amaldiçoado e reconstruir o castelo. Elphame é a única que pode salvar seu reino.
AChei o livro bem legal, e tem uma coisa que eu adoro, nesse livro: A Mitologia celta. O livro foi publicado em 2004 e no Brasil em 2011.


guigagirl 06/05/2017

Começo lento
O começo é bem lento e vc tem quase vontade de parar. Mas quando passa da página 150 a trama flui e até dá vontade de ler o resto da série!
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Camilla em Mundo Invertido 23/07/2016

Resenha:A escolha de Elphame
Fala sobre uma criança que nasce meio centauro e meio humana e essa mistura de raças é graças a Deusa que sua mãe venera assim como muitos outros no reino e como Elphame não fica criança pra sempre ela decide sair e reconstruir um castelo antigo e não pensa em substituir a mãe porque mesmo ela tendo sido tocada pela Deusa Epona, nunca sentiu magia nenhuma.Ela vai com muito esforço para o castelo junto com umas pessoas e centauros e seu irmão mas assim que toca o castelo sente os espíritos falando com ela e sua visão muda e ela fica ainda mais feliz, além de fazer amizades naquele lugar e se tornar chefe de seu clã, tudo devido a mudança pra aquele castelo, o que ela não sabe é que ela enfim vai encontrar seu consorte, para que juntos um apoie o outro.

Opinião:Eu achei a história muito boa, adorei a escrita da autora, o envolvimento de cada personagem e sua evolução, devido a morte de uma personagem fiquei triste mas se não fosse a morte dela a história não teria o desfecho que teve.

site: https://www.facebook.com/profile.php?id=100012056492876
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HoN Br Site 29/06/2012

Resenha HoN Br SIte: A escolha de elphame
Resenha disponível em: http://www.houseofnight.com.br/resenha-literaria-hon-br-site-a-escolha-de-elphame/

Nesta nova saga, PC Cast nos apresenta a um mundo inteiramente novo, repleto de seres mitológicos que tem magia dentro de si e, constantemente se conectam com os elementos. Ela demonstra uma adoração e exaltação pela figura do cavalo, cuja presença é constante em toda a trama. A mitologia celta apresenta ao leitor à Deusa Epona, cuja sacerdotisa escolhida Etain (humana e líder que tem uma conexão direta com a Deusa) deu a luz à personagem principal desta história, Elphame.

Metade humana e metade corça (pela herança vinda do seu pai centauro e sumo xamã), Elphame é tocada pela Deusa desde o momento do seu nascimento. Esta condição faz com que sua expectativa em relação a si mesma e suas habilidades (a capacidade de se comunicar com os elementos e com a Deusa) sejam motivos de preocupação para ela.

Temas como a aceitação plena de si mesmo, o comportamento da sociedade frente as pessoas e seres que são diferentes, a comunicação com os espíritos e o entendimentos dos conselhos que eles podem disponibilizar estão presentes em diversas situações que acontecem durante toda a trama. Mas principalmente, este livro retrata o amor em toda seu profundidade e complexidade, e a forma como ele pode influenciar as ações e as decisões dos indivíduos.

Um livro encantador e surpreendente desde seus primeiros instantes, que leva o leitor viajar e lutar, juntamente com os personagens, pelos seus ideais e pelo seu destino. Ele está Recomendado à todos vocês. Já estou ansiosa para ler a seqüência e saber como Elphame e Lochlan (seu consorte) irão enfrentar os novos desafios que estão por vir. Até a próxima resenha.
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Raquel Comunale 23/03/2012


A Escolha de Elphame é o primeiro livro da série Partholon escrita por P.C. Cast. Bem, sinceramente não curti muito a capa mas isso é só um detalhe diante da obra. Nos primeiros capítulos conhecemos um mundo totalmente novo repleto de magia, deusas, seres místicos e uma extra de rituais bem no estilo de House of Night. O livro é super gostoso de ler e quando você se dá conta já está com os nomes gravados na cabeça, mesmo os mais complicados.

A mocinha da história é Elphame (dã), uma mistura perfeita entre humano, centauro e deusa. A jovem mulher passa por uma crise de identidade e vê sua oportunidade de ser feliz ao começar uma grande reforma em um castelo de Partholon. Ela conta com a ajuda do seu irmão Cuchulainn e logo seu reino recebe dezenas de pessoas dispostas a fazer do castelo seu lar. Os personagens que se destacam são Brenna, uma jovem curandeira com cicatrizes, e Brighid, uma jovem caçadora centaura.

Sinceramente não consegui ler o livro e não fazer associar a divindade da narrativa, Epona, com Nyx da série House of Night. Juro que isso não impacta na leitura mas adicionando essa similaridade e os rituais que também utilizam os quatro elementos quase fui capaz de imaginar Zoey entrando no castelo de Partholon.

A história segue com uma dose quente de romance, siiiim, P.C. Cast consegue trazer cenas tórridas mesmo com uma humana/centaura/deusa junto com uma criatura alada chamada Lochlan que é descendente de fomoriano (demônios que se alimentavam de sangue). No livro confesso que torci MUITO mais pelo casal secundário formado por Cuchulainn e outra pessoa e juro que chorei litros com o decorrer da história. De verdade, fui no ônibus igual uma louca chorando oceanos enquanto lia.

O livro é uma delícia e mesmo tendo Elphame e Lochlan como casal principal contamos com histórias de fundo que são tão deliciosas quanto a principal. O segundo livro da série, A Busca de Brighid, já está na minha lista de compras.

Mais resenhas em http://desencontre.blogspot.com.br/
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Cris Oliveira 15/01/2012

Um livro espetacular.. que te prende do início ao fim. O enredo com a mitologia celta, a magia, a humanidade extrema das características das pessoas, as relações sendo desenvolvidas é algo que me deixou fascinada. Em alguns momentos lembrei muito da outra série da autora - House of Night - que trata também sobre magia, deusa, mas sobre outro foco. A autora dá um show em todos os quesitos.
Amei a história do Cuchulainn, irmão da Elphame, mas, fiquei emocionada com o final dele. Toda a trajetória da Elphame é espetacular.. uma lição de vida sobre confiança, superação, limitações e perserverança.
Estou curiosa pela continuação!
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Debs 07/10/2011

Simplesmente espetacular!
Eu fiquei super feliz ao receber esse livro - foi como se meu subconsciente soubesse que eu precisava dele -, mas o primeiro pensamento que tive quando comecei a le-lo foi que num mundo onde Cuchulainn é nome de guerreiro, Epona é nome de deusa, Elphame é uma mistura de humano com algo divino, ser casada com um centauro traz outra perspectiva à expressão "Levar um pe na bunda".

Por mais que eu estivesse empolgada com o livro, existia ainda uma pequena ressalva por ele ser escrito pela Cast - não me levem a mal, mas ela avacalhou tanto HoN que essa se tornou a primeira série que eu definitivamente abandonei. Eu tinha medo dela se enrolar na história e acabar perdendo o fio da meada; mas graças a Epona, esse foi um livro unico, com inicio meio e fim!

A Escolha de Elphame é simplesmente sublime; principalmente quando o assunto é autoconhecimento e autoconfiança. Acredito que assim como eu, muitos de vocês ja passaram por aquela fase em que se está perdido, sem rumo - "caminhando contra o vento, sem lenço sem documento... -, onde aquele sentimento de 'não pertencer' é a unica coisa que te preenche.

"Sou diferente. E não importa o quanto deseje acreditar que me encaixo, não é a mesma coisa comigo. É por isso que devo partir."

Elphame, p.29


Bem, Elphame sentiu isso desde o dia em que nasceu. Nascida em Partholon - que me trouxe belas memorias de minha saudosa Avalon - como a primeira filha da Escolhida de Epona, Elphame foi tocada pela deusa, e de uma forma muito peculiar. E mesmo assim, ela nunca se sentiu amada pelas pessoas alem dos seus familiares. Tendo sido tocada pela deusa, ela era venerada, adorada, idolatrada...mas Elphame queria PERTENCER, e seu coração a dizia que algo lhe faltava em Partholon. Partindo em buca respostas e liberdade, Elphame encontra um lar, amigos, um amor, e a certeza de que pertencia àquele lugar que fora tão claramente destinado a ela.

"Seria isso o que andei perdendo por todos esses anos? Esta excitação ansiosa de tirar o fôlego? Como alguém que estivesse prestes a girar uma chave dentro de si e liberar algo mágico?"

Elphame, p.53


A medida em que Elphame passa a se conhecer e a acreditar em si mesma, a historia se desenrola e nos mostra outras personagens tão lindas, tão cheias de vida que em um dado momento acabei me esquecendo da "Escolha de Elphame", e só tinha olhos para a pequena curandeira chamada Brenna. Tão sofrida, tão bela, tão sábia... tão diferente, e ao mesmo tempo tão parecida com Elphame.

"Admito que o quero, mas não sei se estou disposta a deixar que você entre em meu coração. Se eu deixar, e depois perde-lo, temo que seria uma ferida da qual talvez nunca vá me recuperar."

Brenna, p.309


Enfim, esse livro é meio que um Glee literario - "Todo mundo tem o direito de brilhar" ou algo parecido. Muitas das vezes, nós encontramos varios 'motivos' que nos impedem de sermos especiais, mas a verdade é que existe apenas um. Se voce nao brilha, não é porque esta desfigurada fisicamente como a Brenna, ou porque tem ideias diferentes dos seu familiares como Brighid, ou ainda por não se achar NADA especial mesmo sendo alguém claramente tocado pelo divino como a Elphame. Se você não brilha é porque você não se permite.

E assim como no livro, veja quanta coisa boa voce pode estar deixando passar. Brenna se permitiu amar - e foi uma das historias de amor mais lindas que ja li, chegando ate a ofuscar a historia principal do livro. Brighid encontrou AMIGOS; aqueles que ela pode verdadeiramente chamar de familia. E a Elphame... ela fez sua escolha, escolheu acreditar no quão especial e unica era. E isso fez a diferença; não toda, mas talvez a diferença necessaria naquele momento. As vezes, a diferença que você faz pode não ser suficiente para os outros, mas com certeza ela é especial e necessária para você.

A escolha de Elphame me fez pensar muito no modo como eu levo a minha vida. Eu não posso fazer com que as pessoas me vejam como eu me vejo, mas posso viver o mais transparentemente possivel pra que cada um - inclusive eu - possa tirar suas proprias conclusões a meu respeito.

--

Esse final ficou meio cartão Hallmark, mas eu realmente recomendo o livro! ^^
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Fimbrethil Call 21/06/2018

Gostei!
Gostei desse livro. Uma estória de amor/aventura muito fofa com seres fantásticos. O curioso é que esse livro é o primeiro da série Partholon no Brasil mas o quarto nos Estados Unidos.
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Mirela L. 03/01/2012

Resenha que eu fiz para o Inteiramente Diva
Comecei a ler A Escolha de Elphame sem muitas expectativas. Primeiro, porque pelo que percebo de House of Night, série da P.C. Cast, as opiniões são diversas e parece ser do tipo “ame ou odeie”, rs. Mas em contrapartida, ler algo sobre um universo fantástico, com criaturas fantásticas [como centauros, deusa, magia e fomorianos] seria muito interessante né?!

Elphame é única. Filha de uma humana e de um centauro e ainda tocada pela deusa Epona, ela é simplesmente única. Única e angustiada por ser como é, ou melhor, por não encontrar o seu espaço, o seu próprio contexto, e por não ser amada, não ter um consorte. Por ser “perfeitamente diferente”, em Partholon, ela era observada por suas diferenças e isso incomodava bastante a jovem Corça. Até que um dia, Elphame sente que o seu destino não está em Partholon e sim no Castelo MacCallan, um lugar em ruínas e dito como amaldiçoado por ter sido invadido e destruído por fomorianos a muito tempo atrás. Elphame, mesmo sabendo de tudo, se sente decidida a correr atrás do seu futuro, do seu destino e tentar ao menos encontrar o seu lugar.

Ela parte para as terras com seu irmão Cuchulainn *pausa pros suspiros efusivos e pro pensamento: ‘cara, ele é perfeito!’* e ao chegar lá ela realmente encontra as terras como pensava, mas simplesmente sentiu que pertencia aquele lugar. E tão logo ela chegou outros também chegaram para ajudar a construírem o seu novo lar [em sua maioria, “seres” que não se sentiam encaixados em nenhum outro local, como a própria Elphame] e dentre eles se destacaram: Brenna, a curandeira com cicatrizes [não só no corpo, mas também na alma] e Brighid Dhianna, a caçadora; duas “queridas” que se tornaram bastante importantes para El.

“É a sensação que tenho - sussurrou. A magia que enchia suas palavras subiu pela espinha do irmão, fazendo os pelos de sua nuca se arrepiarem. – Ele esteve esperando por todo esse tempo que eu voltasse pra casa.” [pág. 53]
O Castelo foi ressurgindo, como também Elphame foi passando a ter mais ligação com a deusa Epona, mas nem tudo é somente felicidade… Os Fomorianos continuavam por perto, só na espreita… E ainda existia uma profecia e um amor proibido [Lochlan é muito amor!].

Adorei a forma como a autora desenrolou a estória! Fiquei bastante empolgada com a leitura, que flui com facilidade. P.C Cast coloca elementos na narrativa que deixa o leitor sempre curioso pra saber o que vai acontecer, e pra mim a “tacada de mestre” dela foi envolver na história de Elphame, a história do seu irmão Cuchulainn [tá, vocês já viram que gamei no cara! rs.]. Na verdade, a historia dele, foi o que me deixou mais empolgada com a leitura, rs. E aaaah, acabei o livro chorosa, rs. A P.C. arrasou com meu coração num determinado momento… E me deixou completamente curiosa pra ler a continuação *-*

Enfim, uma leitura que recomendo muito *-* Se você gosta de fantasia com umas pitadinhas de romance, com certeza vai curtir bastante!

Confira: http://inteiramentediva.blogspot.com/2012/01/resenhando-37-escolha-de-elphame-pc.html ^^
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Roseane 28/05/2017

Esse é um livro repleto de seres mitológicos, muita magia e rituais.
Seres mitologicos como os Centauros convivem em harmonia com os seres humanos.
A mitologia celta apresenta ao leitor à Deusa Epona, cuja sacerdotisa escolhida Etain (humana e líder que foi a escolhida da Deusa) deu a luz à mocinha desta história, Elphame que foi tocada pela Deusa e é metade humana e metade corça (pela herança vinda do seu pai centauro e sumo xamã),
Apesar de ter sido obviamente tocada pela Deusa, ela não tem a conexão que a sua mãe tem com o mundo magico e sofre muito pois as pessoas não se aproximam verdadeiramente dela embora a considerem iluminada.
Devido a essa frustação, ela resolve sair de Partholon e ir atras do seu destino no Castelo MacCallan, um lugar em ruínas e considerado amaldiçoado pois a muito tempo atras foi palco de uma terrivel guerra onde os Fomorianos destruiram o castelo mas acabaram sendo eliminados.
Seu querido e maravilhoso irmão Cuchulainn parte com ela para as terras MacCallan.
E, encontram muito trabalho para reconstruir o castelo mas também recebem outros seres que também estão em busca de um novo começo.
Criando e fortalecendo amizades, reconhecendo a magia, se autoconhecendo e amando .
O livro é muito gostoso de ler, aborda questões como aceitação, amizade, autoconhecimento e amor.
Recomendo.
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Camila Justi | @JustiBooks 06/04/2017

Love Centauros!
Embora muitas garotas pensem que são diferentes, Elphame tem certeza de que é única. Uma mistura perfeita entre humano centauro e deusa. Ninguém em Partholon possuía as mesmas habilidades que ela nem uma ligação tão direta com Epona a divindade de seu povo... Livros com seres mitológicos são uns dos meus preferidos, já li todos da série Goddess da autora, confesso que Deusa do Mar e Deusa da Rosa são meus queridinhos!!! E mais uma vez P.C. Cast não decepciona. Uma protagonista centauro tocada por uma Deusa, em busca do seu lugar no mundo, lutando para reconstruir um castelo em ruínas e nesse meio tempo encontra o amor da sua vida Lochlan um ser com asas e dentes afiados, praticamente um amor impossível. Confesso que em algumas partes, deu vontade de pular as páginas pela riqueza de detalhes, mas nada que comprometesse a história. Esse é o primeiro livro de uma duologia que em breve posto a resenha aqui!! Super indico esse e todos os livros da autora para que assim como eu adora uma mitologia
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Gabi 14/01/2012

A Escolha de Elphame - P.C. Cast
Admito que, no início, não estava muito empolgada para ler esse livro. Tinha lido a contra-capa e a aba do livro, e a história não tinha chamado muito a minha atenção. Um centauro? Convivendo com humanos? Achei que era viajante demais. Mas decidi dar uma chance, porque havia lido alguns livros da P.C. Cast e eles eram muito bons. E com A Escolha de Elphame não foi diferente! O livro é realmente bom, e mesmo que as partes de centauro no início sejam um tanto quanto... Diferentes do que estou acostumada a ler, não me arrependi. O livro conta a história de uma comunidade, Partholon, cuja divindade máxima que a guarda é Epona. Sua escolhida, denominada Deusa Encarnada ou Amada de Epona, é Etain, mãe de Elphame. Quando Elphame nasce, ela é tocada pela deusa, uma característica percebida por ser metade centaura. Por isso, Elphame se sente muito à parte da população de Partholon, pois sente que todos a veneram por ser tocada pela deusa e a tratam como um ser superior, algo que ela não quer. Então, parte com seu irmão, Cuchulainn, para o Castelo MacCallan, devastado por fomorianos, demônios que se alimentam de sangue, no passado. Ela decide tentar se estabelecer lá, já que em Partholon nunca sentiu como se pertencesse. E aí a história vai se desenrolando, diversos personagens maravilhosos tomam parte, e vai indo. O livro é muito bom, vale muito a pena ser lido. :)
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Val 29/06/2011

Eu pensei que seria mais um livro sobrenatural com nada de mais. Quando eu comecei a ler, não me prendeu, mas quando mais eu lia, mas eu me apaixonava, até não conseguir parar de pensar nele. Uma parte de mim queria ler até o final e a outra não queria que terminasse.

Foi o livro que superou todas as minhas expectativas. Qualquer outro livro vai ser difícil de superar. Muito bom, eu recomendo e dou parabéns a autora.

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Luh 26/05/2012

Resenha retirada do blog Fome de Livros
http://blog.fomedelivros.com.br/2012/05/resenha-escolha-de-elphame.html

A Escolha de Elphame é um livro mediano com uma protagonista que não me cativou nem um pouco. Porém, os personagens secundários do livro e o final maravilhoso salvaram e leitura e me deixaram ansiosa pela continuação da história.

O primeiro capítulo do livro serve de introdução e nos leva a testemunhar o nascimento de nossa protagonista e conhecer o mundo mitológico e mágico de Partholon. O capítulo é um pouco confuso, mas serve ao seu propósito e explica o básico sobre o novo mundo.
Passado o nascimento de Elphame, somos transportados cerca de vinte e cinco anos para o futuro, com a protagonista já adulta, embora por diversas vezes ela ainda me lembre muito uma adolescente.
Elphame não tem uma personalidade muito cativante, parecendo bem irritante às vezes, e como as primeiras 50 páginas do livro focam muito na garota, minha leitura foi bastante lenta e não muito prazerosa. Mesmo quando a protagonista finalmente chega ao castelo MacCallan, um castelo abandonado há mais de 100 anos que a garota escolheu para reformar e transformar em sua nova morada, tudo acontece bem devagar. O que salvou o livro nessa parte, para mim, foram os personagens secundários. Cuchulainn é o irmão sedutor de Elphame e, desde suas primeiras aparições no livro, torna a história muito mais divertida. Muitos outros personagens nos são apresentados, todos vindos de diferentes partes do reino com o intuito de ajudar a reformar o castelo, mas há uma em especial que cativou minha atenção.

"Brenna era jovem, e já tinha sido bela. Elphame podia julgar isso pelo lado esquedo de seu rosto. O lado direito era uma ruína."

Brenna é, para mim, a melhor personagem da história. Uma jovem que havia sido queimada em um acidente quando criança, fazendo com que todo o lado direito de seu rosto e corpo ficassem cobertos de cicatrizes, Brenna foi se revelando aos pouquinhos, mas desde sua primeira aparição foi fácil notar que havia sofrido muito e por isso costumava sentir muita vergonha de sua aparência e às vezes podia ter uma interpretação errada dos acontecimentos ao seu redor. Eu tinha vontade de pegar a mão da personagem e confortá-la, e ficava extremamente irritada quando algo de errado acontecia com ela ou quando ela era teimosa demais para perceber o que estava bem à sua frente.

"Ele era um homem. Um homem alado. Era alto, vários centímetros mais alto do que ela, e o cabelo era de uma estranha cor amarela, como se alguém tivesse domado os raios do sol da manhã, pensou."

É só quando Elphame conhece o formoriano Lochlan, uma espécie demônio que luta constantemente para preservar seu lado humano, que a trama começa a ficar interessante. Infelizmente não posso comentar sobre os acontecimentos que sucedem tal encontro para não dar spoilers da história, mas acreditem em mim: fica muito mais interessante.

Concluindo: Apesar de o início do livro praticamente se arrastar, tamanha a enrolação da autora, o final deste compensa o leitor com diversas reviravoltas, romance inimagináveis e momentos que irão, literalmente, te fazer chorar. No geral é um livro mediano, mas o desfecho da história me leva a acreditar que o segundo volume da série será muito melhor que o primeiro.
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